Instagram e Facebook ganham força na venda online de alimentos

Redes sociais já são responsáveis por 25% do tráfego em sites e aplicativos de supermercados

Os consumidores mais jovens e sem filhos estão impulsionando as vendas online de supermercados. E, de acordo com o estudo Grocery eCommerce Benchmarks and Insights 2022, da plataforma de e-commerce MikMak, as redes sociais estão gerando uma parcela substancial do tráfego de clientes no setor.

Segundo o estudo, que acompanhou o comportamento dos clientes no varejo americano, Facebook e Instagram geram 25% do fluxo de consumidores no e-commerce de alimentos, seguidos de perto pelos anúncios no Google, com 21,3%. O YouTube (11,8%) e o Pinterest (9,7%) também são plataformas digitais populares entre os clientes online de supermercados.

O Walmart é a plataforma líder no e-commerce de supermercados, com 15,8% de market share. Amazon e Target vêm logo em seguida, com 12,7% e 12,2%, respectivamente. O Instacart, que em 2021 era o e-commerce preferido dos americanos, caiu para o quarto posto, com 9,3% de share. Supermercadistas tradicionais com operações online, como Kroger, Fred Meyers e Ralph’s, respondem por 43% das vendas digitais de alimentos, segundo o levantamento.

“O varejo supermercadista online está evoluindo constantemente e, para continuar a ter sucesso, as marcas precisam entender quem são seus clientes e como eles preferem interagir com os varejistas”, afirma Rachel Tipograph, CEO da MikMak. “Dos anúncios em portais e marketplaces à logística de última milha, os supermercados online precisam analisar as informações de preferência dos consumidores para criar experiências de compra personalizadas, independente da maneira como eles se relacionem com as marcas”, completa.

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