AÇÕES DO ASSAÍ COMEÇAM A SER NEGOCIADAS NA B3

Negociação das ações ocorre no segmento do Novo Mercado da B3 sob o código ASAI3. Rede de atacarejo chega à Bolsa com até R$ 27 bilhões de valor estimado

Após separação do grupo Pão de Açúcar, a rede brasileira Assaí Atacadista debutou nesta segunda-feira (1) a negociação de suas ações na Bolsa de Valores de São Paulo (B3). Na sexta-feira (26), após o fechamento do pregão, os acionistas do GPA receberam ações ON do Assaí na mesma proporção da sua participação no GPA, a serem negociadas no Novo Mercado.

O GPA anunciou a separação do Assaí em setembro de 2020. A medida envolveu a separação das operações e a transferência de participação acionária, atualmente detida pelo Assaí, por meio da Almacenes Éxito (Éxito), para o GPA. Na estreia na B3, o presidente da companhia, Belmiro Gomes, e a diretoria executiva do Assaí realizaram um ato simbólico na sede da Bolsa com o toque da campainha no início do pregão.

Hoje, o valor estimado do Assaí é de R$ 27 bilhões. “A listagem nos permitirá operar de forma autônoma, com administração separada e foco em nosso modelo de negócio e oportunidades próprias de mercado. Para os investidores, significa investir em um segmento resiliente e em um player competitivo, presente entre as 15 maiores empresas do país e que vem investindo fortemente em expansão”, frisou Belmiro Gomes, CEO do Assaí.

A empresa de atacado de autosserviço teve 30% de crescimento em sua receita bruta em 2020. Os papéis da companhia entraram em leilão logo pela manhã e, ao seu término (por volta das 11h50), tinham alta de quase 400%, cotadas a R$ 73,01. As ações do Assaí são negociadas no segmento do Novo Mercado da B3 sob o ticker ASAI3.

“O Assai é a segunda maior empresa de comércio alimentar do país, apresentando um resultado sólido, ganho de market share e autossustentável em geração de caixa, o que financia a expansão da companhia. Para os 50 mil colaboradores, este momento na B3 é de muito orgulho e um reconhecimento pelo excelente trabalho realizado por todos”, completa.

Fonte: Monitor Mercantil

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