Conheça detalhes do balanço trimestral do Assaí

No período, grupo abriu cinco novas lojas, constrói sete unidades e inicia a conversão de 40 pontos que eram do Extra

O Assaí registrou lucro líquido de R$ 214 milhões no primeiro trimestre deste ano, o que representa queda de 10,8% em relação ao mesmo período de 2021. A companhia afirma que a margem líquida de 1,9% confirma “a resiliência do modelo de negócio em um cenário de alta dos juros”.

A receita líquida avançou 21,1% no comparativo trimestral, para R$ 11,4 bilhões. A receita, como já anunciado pelo Assaí em sua prévia operacional, atingiu patamar recorde.

A companhia afirma que a receita reflete a performance das 32 lojas inauguradas nos últimos 12 meses e as vendas nas mesmas lojas, que avançaram 6,7% no trimestre. A área total de vendas somou 991 mil metros quadrados, alta de 22% no comparativo trimestral.

O Ebitda somou R$ 744 milhões entre janeiro e março, crescimento de 16,3% ante o mesmo período do ano passado. No critério ajustado, contabilizando o resultado de outras despesas e receitas operacionais, o Ebitda cresceu 17,3%, para R$ 752 milhões.

O resultado financeiro líquido ficou negativo em R$ 202 milhões, quase três vezes os R$ 70 milhões negativos registrados no primeiro trimestre de 2021.

O nível de alavancagem, medido pela razão entre a dívida líquida e o Ebitda ajustado, ficou negativo em 2,2 vezes no período. O Assaí afirma que o resultado é explicado pelo aumento do nível da dívida bruta em razão do maior patamar de investimentos e dos pagamentos relacionados à aquisição de pontos comerciais de hipermercados.

Os investimentos no período somaram R$ 3,54 bilhões, ante R$ 165 milhões no primeiro trimestre de 2021, e incluem cinco novas lojas, sete em construção e o início da conversão de 40 lojas de hipermercado Extra em Assaí.

Segundo o Assaí, o desempenho é resultado das dinâmicas comerciais e das iniciativas de controle de despesas adotadas pela companhia, que compensaram parcialmente o impacto da abertura recorde de lojas nos últimos 12 meses e a pressão gerada pelo contexto macroeconômico.

Fonte: Valor e Infomoney

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