Décimo maior grupo varejista do país está prestes a abrir novo canal de venda

Clientes já visualizam obras no estacionamento de uma das maiores lojas da rede

O famoso esquilo de Porto Alegre está se digitalizando, após pelo menos dois anos aprimorando o planejamento. A conhecida rede de supermercados Zaffari já prepara a operação para o início de suas vendas pela internet. Estivemos no estacionamento do Bourbon Assis Brasil, na zona norte da Capital, onde uma estrutura de ferro com vagas para estacionamento foi levantada. No local, segundo pessoas que trabalhavam no momento, funcionará um ponto de retirada de pedidos feitos pelo e-commerce.

O Zaffari ainda não confirma a operação. Diz se tratar de um projeto “em consolidação, sobre o qual a empresa, oportunamente, trará a público as informações”. Mas assim que a estrutura foi instalada, foram colados adesivos — agora tapados por lonas — indicando o site da rede de supermercados. Nas três vagas de estacionamento, há placas solicitando que o motorista faça um check-in online, avisando que chegou. Não há informações sobre quando começará a funcionar, mas a perspectiva é de que seja em breve, considerando o avançado da instalação.

E não é só no e-commerce que o Zaffari está entrando. A empresa também lançou recentemente a marca Cestto, apostando em operações que misturam atacado e varejo. A primeira unidade será a de Gravataí, bastante esperada na região. O mercado faz parte do projeto que previa também um shopping na ocasião do licenciamento. O terreno fica na parada 60 da Avenida Dorival Cândido Luz de Oliveira, 7.695.  A previsão é inaugurá-lo já no final de 2022. Saiba mais: Com nova loja de R$ 90 milhões, Zaffari lança marca que mistura supermercado e atacado

Em tempo, antes da pandemia, poucos supermercados vendiam pela internet. Havia, no setor, uma crença de que isso afasta a compra por impulso. Porém, o isolamento social favoreceu essa premissa, fazendo com que, atualmente, a maior parte das redes tenham algum tipo de canal digital de venda ao consumidor, nem que seja o WhatsApp.

Fonte: Giane Guerra, Agência RBS e Guilherme Gonçalves

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