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sexta-feira, maio 22, 2026
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EconomiaNegócios

Lojas de descontos se destacam no varejo alimentar americano

De Administrador SH 23 de janeiro de 2023
Escrito por Administrador SH

Dollar stores são o canal de maior crescimento nas vendas na última década

Por Renato Müller

As dollar stores, formato de varejo de descontos de baixíssimo preço, são o segmento que mais ganhou espaço nas vendas de alimentos. E não apenas no pós-pandemia, em que a alta da inflação apertou os orçamentos da população: segundo um estudo publicado no American Journal of Publich Health com base na análise de dados de 50 mil residências nos Estados Unidos entre 2008 e 2020, uma parcela cada vez maior das compras de alimentos vem sendo feita nesse formato de loja.

De acordo com o estudo, em 2008 os consumidores compraram em média 62,3% de seus alimentos em supermercados, índice que caiu para 58,3% em 2020. A maior parte desses quase 4 pontos percentuais passou para clubes de atacado (2,4 pontos percentuais), mostrando que há mais de uma década os americanos vêm comprando em maior quantidade para aproveitar descontos de volume.

As dollar stores foram, no período, o segmento que mais avançou em vendas, com uma alta de 89,7% em sua participação entre 2008 e 2020. Esse crescimento se deu especialmente em regiões rurais e no sul dos Estados Unidos, não coincidentemente as áreas mais pobres do país. Consumidores “rurais negros não-hispânicos” gastaram 11,6% de seu orçamento em dollar stores.

Embora esse modelo de lojas ainda tenha uma presença relativamente pequena no mercado como um todo, especialmente em regiões urbanas de maior poder aquisitivo, o avanço das dollar stores traz preocupações para a saúde pública, uma vez que esse tipo de estabelecimento tem um mix bastante restrito de hortifrutis e concentra sua oferta em produtos industrializados ultraprocessados, de alto valor calórico e baixo índice de nutrientes.

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NegóciosTecnologia

6 tendências do e-commerce para 2023

De Administrador SH 23 de janeiro de 2023
Escrito por Administrador SH

Varejistas precisarão apostar em hábitos que se consolidaram durante a pandemia para atender as expectativas e preferências do consumidor

De acordo com a projeção divulgada pela ABComm Forekast, a expectativa é que em 2023 o volume de compras on-line no Brasil atinja o crescimento de R$185,7 bilhões, caso as projeções se cumpram este número representará 54% do mercado latino americano. Quando consideramos o volume de crescimento das vendas on-line mundial, estima-se que o crescimento será 16%.

Com a ascensão e desenvolvimento do comércio eletrônico as empresas precisarão se atentar sobre quais são as tendências do mercado para estar à frente e capitalizar o crescimento, os varejistas deverão apostar em hábitos que se consolidaram durante a pandemia para atender as expectativas e preferências do consumidor.

E pensando nisso, Vinícius Guimarães, gerente executivo de Marketing da Tray, separou as principais tendências do e-commerce para o ano novo. “O digital vai continuar mudando a vida dos consumidores, trazendo agilidade, praticidade e sendo crucial para expandir horizontes de negócios e para 2023. A expectativa é a consolidação de novos modelos de negócios, personalização nas vendas e sustentabilidade, mantendo a tecnologia como a mola propulsora de tendências e competitividade. ”, diz o executivo.

1 – Omnicanalidade 

A omnicanalidade chegou para ficar! Essa estratégia de integração entre diferentes canais, onde é possível tirar o melhor de cada experiência é uma tendência cada dia mais consolidada. Nela você pode adquirir um produto que não está no estoque de uma loja física, ou comprar no site para receber no conforto da sua casa ou para retirar em um determinado local em outro momento.

Essa estratégia se mostra importante para o melhor relacionamento com o cliente, além de otimizar a experiência de compra para atender às necessidades do consumidor, aqui é ele quem define a melhor forma de vivenciar a sua jornada de compra, se tornando fundamental para obter melhores resultados. 

Na omnicanalidade a ideia é fazer com que todos os canais existentes da marca atuem como se fossem apenas um. Dessa forma, o consumidor não tem barreiras ao efetuar uma comprar pelo meio que ele deseja, independente do canal utilizado.

2 – Social Commerce 

As redes sociais têm a capacidade de ampliar o alcance das empresas para a fidelização e captação de novos clientes, garantindo reconhecimento de marca e campanhas mais assertivas. 

Nesta estratégia o varejista vende seus produtos e serviços utilizando as redes sociais, modalidade que caiu no gosto tanto do consumidor como das marcas. Sendo impulsionada principalmente pelas gerações Z e Y, também conhecida como Millennial, em 2025 essas gerações deverão corresponder por 62% do comércio social global. 

No Brasil, a estratégia conjunta de vendas entre comércio eletrônico e plataformas sociais tem gerado um resultado bastante positivo para os negócios. Ou seja, esse tipo de compra é popular no nosso país e ganha força à medida que avançam os anos.  

Atualmente, o social commerce movimenta cerca de US$ 492 bilhões em todo o mundo. E segundo pesquisa divulgada pela Accenture, esta modalidade deve crescer até três vezes mais rápido que o comércio tradicional e deverá movimentar US$ 1,2 trilhão até 2025. 

3 – Sustentabilidade 

Em um mundo cada vez mais consciente sobre os problemas ambientais que estamos testemunhando, é fundamental que as empresas embarquem nessa ideia. Começar a pensar em estratégias e incluir projetos de sustentabilidade para o e-commerce é um processo que pode ser bastante positivo para os consumidores, para os negócios e para o planeta.

Com o comércio verde em alta, mesmo diante de tantas variáveis, os consumidores demonstram estar dispostos a gastar mais para comprar de marcas sustentáveis. Segundo dados do estudo “Eu, minha vida, minha carteira” realizado pela KPMG, 85% dos consumidores mundiais adotaram mudanças no estilo de vida e em comportamentos na intenção de serem mais sustentáveis. Além disso, para 75% dos brasileiros, a inovação tecnológica é fundamental para soluções mais sustentáveis.

Dados de estudo realizado pela Opinion Boz 75% dos consumidores ficam mais satisfeitos ao comprar produtos que sabem que são sustentáveis e 54% afirmam que preferem pagar mais caro por produtos mais naturais e que agridem menos o meio ambiente.

4 – Recommerce

Para 2023 o recommerce terá um papel muito maior quando se trata de tendências de comércio eletrônico, afinal, a sustentabilidade está em pauta para os consumidores. 

Recommerce ou comércio reverso consiste na venda de produtos normalmente usados através da internet. A ideia tem se tornado tendência mundial, com muitos consumidores preocupados com as questões ambientais, como a redução de consumo e a reutilização de produtos já confeccionados, com a possibilidade de encontrar preços mais vantajosos e competitivos, esse se torna um mercado em ascensão.

5 – Personalização nas vendas 

Com o passar dos anos os consumidores se tornaram mais exigentes, e isso refletiu também no momento da compra, onde o cliente busca um atendimento individualizado e ágil. Esse contato personalizado, resulta em uma relação próxima entre cliente e marca que nenhuma outra estratégia oferece.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Epsilon, cerca de 80% dos consumidores estão mais propensos a comprar de empresas que oferecem experiências personalizadas.

É necessário proporcionar ao cliente uma experiência única, isso fará com que ele se sinta especial e que enxergar a marca como um negócio que entende e respeita suas individualidades.

6 – Realidade aumentada (Metaverso)

O constante avanço da Realidade Aumentada é certamente um passo da Transformação Digital nas empresas do varejo, e também para a construção de um novo relacionamento com seus clientes.

Este tipo de tecnologia que mescla o ambiente real com o virtual possibilita ao consumidor ver um item e interagir com ele, como se ele estivesse em um ambiente físico. E isso se torna uma grande vantagem para o e-commerce, afinal, o consumidor visualiza o objeto com o uso da realidade aumentada, e tem a sensação de ver o produto pessoalmente. 

Em breve isso será um grande ganho na experiência de compra do cliente, o que, consequentemente, acarreta no aumento da taxa de conversão das vendas, e este é um item importante na decisão de compra.

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Negócios

Mart Minas faz retrospectiva positiva de 2022 e divulga expectativas para 2023

De Administrador SH 23 de janeiro de 2023
Escrito por Administrador SH

Com 57 lojas e mais de 8 mil funcionários, rede projeta mais sete inaugurações em 2023

O ano de 2022 foi muito especial para o Mart Minas, líder no segmento de atacado e varejo em Minas Gerais. A rede cumpriu o plano de expansão com inaugurações de várias lojas, consolidou parceria com o Dom Atacadista, uma das mais importantes redes do segmento no Rio de Janeiro e fortaleceu o relacionamento com os clientes, colocando em prática o compromisso em relação à responsabilidade social nas cidades onde mantém unidades em operação. Ademais, contribuiu para a melhoria da qualidade de vida da população e o desenvolvimento das comunidades, da economia local e dos inúmeros negócios.

Atualmente, o Mart Minas está entre as 5 maiores do segmento no Brasil,  possui mais de 8 mil funcionários e conta com 57 lojas, distribuídas em cidades mineiras, que atendem mensalmente 2 milhões de pessoas. “Encerramos o ano com a inauguração da nossa 57ª loja, em Betim, e a meta é abrir mais 7 unidades ao longo de 2023”, conta  Filipe Martins, Diretor Comercial e Marketing da rede. O trabalho desenvolvido pela rede ao longo de 2022 foi essencial para fortalecer sua presença no mercado de atacarejo nacional.

Viés social

Filipe afirma que o Mart Minas não atua no mercado apenas como um negócio, “queremos transformar vidas, esse é o nosso viés social”. Um exemplo do compromisso da rede com o social é o Projeto Troco Solidário, uma iniciativa que envolve diretamente o cliente. “Ele é convidado pelos operadores de caixa da loja, onde está comprando, a realizar uma doação para a instituição indicada e que fica registrada na nota fiscal. Os valores doados são auditados e repassados mensalmente a instituições beneficentes, indicadas pela unidade”.

Além do Troco Solidário, o Mart Minas também investe em responsabilidade social por meio de leis de incentivo federal e estadual como a Lei Rouanet, Fundo para a Infância e Adolescência (FIA), Fundo do Idoso, Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (PRONON), Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (PRONAS/PCD), Lei de Incentivo ao Esporte via doações e patrocínios com verba própria.

“Ainda não computamos os números relacionados às ações sociais de 2022, mas, com certeza, ganhará reforço em relação ao ano anterior, quando o Mart Minas repassou mais de R$ 8 milhões a associações e entidades”.

De olho no mercado

Filipe reforça que as unidades do Mart Minas oferecem um mix de itens de mercearia, bomboniere, bebidas, higiene e beleza, limpeza, frios e laticínios que podem ser adquiridos em embalagens fechadas e fracionadas, de acordo com a necessidade do cliente. “São mais de 10 mil opções de produtos à disposição de donos de bares, pizzarias, padarias, hotéis e consumidores finais, com uma ampla variedade de marcas regionais e líderes de mercado, sempre com a opção de compra no varejo e no atacado. Frutas e verduras, selecionadas e sempre frescas, completarão a experiência de compra dos clientes, que também encontrarão itens de confeitaria, bazar e embalagens”, detalha Filipe.

Além de ter expressiva importância na geração de empregos e renda nas cidades onde possui lojas, movimentando positivamente a economia regional, o Mart Minas valoriza a produção local. “Nosso time da área comercial faz um trabalho para conhecer as marcas regionais. Como estamos em todas as regiões do estado é relevante respeitar os hábitos de consumo regionais e as preferências dos clientes”, enfatiza Filipe Martins.

Neste contexto, Filipe cita importante iniciativa do Mart Minas em 2022: a consolidação da parceria com o Dom Atacadista. “As duas empresas têm  atuação muito forte e sólida no atacarejo, além de uma diversidade e variedade de produtos, preços competitivos e excelente estrutura de lojas. Acreditamos que esta união será um passo importante para ampliação e consolidação do futuro de ambas no mercado de atacado e varejo brasileiro”, afirma.

Relacionamentos com os clientes

Nos planos de fidelização dos clientes, a empresa incluiu a parceria com o programa Dotz, que permite acumular pontos para serem trocados por produtos ou serviços. “Preocupado com um crescimento de forma sempre sustentável e em realizar as boas práticas de responsabilidade social e ambiental, o Mart Minas criou em sua estrutura a área de meio ambiente”, conta Filipe. A ideia é desenvolver ações de engajamento dos colaboradores e clientes na geração de impacto socioambiental positivo.

Ainda para estreitar as relações com a base de consumidores e alinhado à sua missão de aumentar o poder de compra de seus clientes, a rede disponibiliza nas lojas o Cartão de Crédito Mart Minas nas versões para CNPJ, comerciantes informais e Pessoa Física, com prazo de pagamento de até 40 dias.

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ESG

Hellmann’s desenvolve projeto “Unidos pela Comida” de combate ao desperdício de alimentos

De Administrador SH 23 de janeiro de 2023
Escrito por Administrador SH

Em parceria com a filantech Infineat, projeto já atingiu a marca 1.1 milhão de refeições compelmentadas; 630 toneladas de alimentos foram salvas em 20 meses

O projeto “Unidos pela Comida”, resultado da parceria entre a filantech Infineat e Hellmann’s, completou 20 meses de operação em novembro, atingindo um volume surpreendente de doações. Juntas, as empresas alcançaram 630 toneladas de alimentos redirecionados. Esta quantia de alimentos salvos do desperdício foi utilizada para complementar mais de 1,1 milhão de refeições, distribuídas para população em situação de vulnerabilidade alimentar. 

Idealizado pela Hellmann’s, o projeto “Unidos pela Comida” tem objetivo de unir empresas do setor alimentício que incorrem em desperdício para esse movimento solidário. A marca convidou a filantech Infineat para fazer parte do projeto por conta da sinergia dos propósitos, que cria estratégias de combate à fome e a geração de economia em alimentos redirecionados, e da Hellmann’s, que defende como uma das suas principais bandeiras o combate ao desperdício de alimentos. Durante a pandemia, e em um momento de escalada da fome no país, as duas companhias passaram a liderar a agenda de transformação da precariedade deste cenário socioambiental do Brasil. 

“Em meio à turbulência enfrentada pela população brasileira, unimos nossos propósitos para transformar comida, que seria descartada, mesmo estando totalmente própria para o consumo, em comida na mesa de quem precisa”, ressalta Alexandre Vasserman, CEO da Infineat. 

A Infineat fica responsável pela tarefa de implementação da sua solução completa de gestão de desperdício alimentar para cada novo parceiro do projeto, gerindo o processo do dia a dia, com apoio jurídico, consultoria e treinamentos, logística profissionalizada e unificada de doação de alimentos, relacionamento com as ONGs parceiras, além da captação, análise e mensuração de todos os dados sobre as coletas e entregas. Tudo isso realizado via sua plataforma proprietária de tecnologia. 

Em abril de 2021, quando o projeto foi criado por um grupo de funcionários da Hellmann’s conectados com o propósito e com a participação inicial da Unilever, Bauducco e Coop, o “Unidos pela Comida” tinha o objetivo inicial de arrecadar quatro toneladas de alimentos e entender os desafios e os gargalos para levá-los adiante para quem mais precisa. Com o sucesso da iniciativa, outras empresas como Selmi e Bonduelle entraram no movimento e, em pouco mais de um ano depois do seu início, o projeto alcançou resultados significativos de crescimento, atingindo mais de 630 toneladas de alimentos doados e mais de 1,1 milhão de refeições complementadas.

“A fome é um problema que afeta milhões de pessoas no mundo e nós, da Unilever, uma das maiores indústrias de alimentos do país, temos consciência do nosso papel socioambiental. Acreditamos que toda transformação acontece em grupo, por isso é tão importante o engajamento do grupo de voluntários da companhia, que deu o pontapé inicial da iniciativa, a colaboração de outras empresas e ONGs parceiras. Sem eles, essa jornada seria muito mais difícil. É motivo de orgulho atingirmos essa quantidade de refeições doadas e, certamente, continuaremos trabalhando para garantir que nenhum alimento seja desperdiçado, levando cada vez mais refeições nutritivas e deliciosas à população em vulnerabilidade”, explica Agatha Matias, Gerente de Desenvolvimento de Marcas da Unilever e Cofundadora do Projeto Unidos Pela Comida. 

Para 2023, as empresas mantêm o entusiasmo com a parceria e a adesão de grandes empresas ao movimento. O objetivo é expandir a operação para mais quatro estados brasileiros no próximo ano. 

“Unidos pela Comida” na prática  

“Unidos pela Comida” é um projeto que reúne os dois lados de um mesmo problema: o desperdício e a fome. A finalidade da iniciativa é garantir que o desperdício seja transformado em comida na mesa de quem precisa, assegurando que os alimentos, que seriam desperdiçados na cadeia produtiva do país, sejam cuidados e transformados em refeições para acolher a população brasileira. 

O funcionamento do projeto depende de uma cadeia de operação. Os alimentos são doados pelas empresas parceiras e coletados pela filantech Infineat, com zero custo para o doador, que faz o transporte dessas doações até as ONG’s responsáveis pela transformação dos alimentos, como o Sefras. Os parceiros responsáveis pelo cuidado desses alimentos preparam as refeições que serão entregues às pessoas em situação de vulnerabilidade alimentar. 

A equipe de voluntários da Hellmann’s é responsável por prospectar empresas parceiras, que podem ser indústrias alimentícias, supermercados, distribuidores e outras, além de coordenar o uso de imagem e marca para quem adere ao projeto. 

“Nós acreditamos que com todo o cuidado e dedicação é possível fazer com que a comida de qualidade chegue a todos os brasileiros. Juntos, iremos expandir o projeto para os quatro cantos do Brasil – inclusive iniciando ainda este ano a expansão para o Nordeste”, finaliza Vasserman. 

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Consumidor

Varejo atual exige informação, respostas rápidas e boa experiência de compra 

De Administrador SH 23 de janeiro de 2023
Escrito por Administrador SH

Tendências foram vistas na missão conduzida pelo Sebrae-SP à maior feira mundial desse setor, realizada em Nova York

Em qual direção vai o varejo mundial? Pelo que tem sido visto em Nova York, na NRF Retail’s Big Show, a maior feira de varejo do mundo, o caminho passa por uso inteligente de dados, rapidez das empresas em dar respostas ao mercado e a oferta de uma experiência de compra de alta qualidade, ou seja uma compra assertiva. O evento, realizado anualmente em janeiro, recebeu a equipe do Sebrae-SP e um grupo de 30 empresários paulistas selecionados que também participam de visitas técnicas a empresas de sucesso no mercado americano. 

“Quanto mais rápido a empresa tiver dados e aplicá-los em melhorias contínuas de processos do negócio, mais expressivos serão os resultados”, afirma o consultor de negócios e especialista em varejo do Sebrae-SP, Edgard Neto. “Isso é desafiador para o pequeno negócio. Estamos em uma retomada após a pandemia que acelerou mudanças no varejo, principalmente em termos de tecnologia”, completa o gerente de relacionamento do Sebrae-SP, Alexandre Robazza. 

Em destaque

Paige Thomas, CEO da Saks, rede americana de lojas de artigos de luxo, deixou claro em sua palestra que agilidade é um fator fundamental para os negócios hoje em dia. Segundo ela, antes as mudanças nas coleções de moda ocorriam a cada seis meses ou um ano. Agora, as empresas devem colocá-las em prática em intervalos mais reduzidos.  

Isso porque o uso das redes sociais possibilitou ao consumidor ter muito mais conhecimento das marcas; ele sabe muito bem o que quer comprar, quer fluidez na jornada e seu comportamento varia de forma mais acelerada, o que demanda das empresas uma rápida adaptação. Daí a importância de a empresa ter dados e informações que lhe permitam avaliar esse movimento e agir. 

Ela citou que as campanhas promocionais agora são feitas em “U” com uma queda menor dos preços e não em “V”, quando há um recuo mais brusco dos valores por um tempo curto e a volta ao patamar anterior logo em seguida. A estratégia, principalmente das lojas de luxo na moda, é mostrar que elas não são um ponto de venda que compete por preço.

Após a pandemia, o varejo americano tem visto um forte retorno consumidor às compras físicas: a loja agora tem de se apresentar de outra forma, tem de oferecer uma experiência ao consumidor, com base na leitura de dados que a empresa tem, e estar sempre atenta aos movimentos do cliente para definir o seu portfólio de produtos.

A palestra da Home Depot, empresa de material de construção, a gerente de tecnologia da informação disse que a companhia tem se valido cada vez mais da TI para fazer ajustes na loja física muito mais rapidamente do que fazia no passado. Atualmente, baseado em dados, o setor de TI afeta o que acontece no ponto de vendas. Além da navegabilidade do site, a TI é usada para a customização, independentemente do volume comercializado.

Outra palestra que trouxe insights foi a da fabricante de brinquedos Lego, que disponibilizou um site para o público sugerir que temas adotar para seus blocos de montar. A abertura desse canal faz o cliente se sentir parte da empres. É possível citar, ainda, marcas como Hollister e Forever 21 que fazem investimentos em micro e pequenos influenciadores, isto é, nomes que têm menos seguidores, mas mais afinidade com os públicos deles e trazem, assim, clientes para as lojas. É uma forma que o pequeno negócio pode trabalhar se aliando mais à sua comunidade.

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Tecnologia

Grupo Imec lança aplicativos para Supermercados

De Administrador SH 23 de janeiro de 2023
Escrito por Administrador SH

App da Desco Super&atacado e Imec Supermercados oferecem vantagens e benefícios especiais para os clientes e comunicação mais assertiva

O Grupo Imec lança nesta sexta-feira, 20 de janeiro, os aplicativos de vantagens e relacionamento dos negócios Imec Supermercados e Desco super&atacado, respectivamente o Imec Mais e o Clube Desco. Os aplicativos objetivam melhorar a experiência de compras sendo mais assertivos nas ofertas direcionadas aos clientes.

Para ter acesso as vantagens, os clientes devem fazer o download dos aplicativos Clube Desco e Imec Mais, disponíveis para Android e IOS, na Play Store ou App Store, e efetuar os cadastros. Na hora das compras, os clientes devem ativar as ofertas e informar o CPF para a aplicação dos descontos e benefícios válidos na data da compra.

A gerente de marketing do Grupo Imec, Jaqueline Gabiatti, explica que as marcas já contam com os programas de vantagens, que continuarão funcionando, porém os APPs terão mais ofertas, descontos especiais, entre outros benefícios que serão disponibilizados gradativamente aos clientes. “Quem já está cadastrado nos programas Imec Mais ou Clube Desco, continuará recebendo as ofertas, e quem baixar os aplicativos terá ainda mais alternativas de promoções, combos promocionais, benefícios e praticidade”, explica.

Com o lançamento dos APPs, os folhetos de ofertas serão disponibilizados de forma digital e o Grupo Imec não realiza mais a impressão e distribuição desse material na rua, mantendo somente uma pequena quantidade nas próprias lojas, até a adaptação total ao novo formato. A iniciativa implica na redução de mais de cem mil folhetos semanais, que eram distribuídos nas 19 cidades de atuação do Grupo Imec.

O Diretor-Presidente interino do Grupo Imec, Eneo Karkuchinski, ressalta o compromisso socioambiental da empresa. “A integração com as comunidades e o meio ambiente está entre os valores da companhia, com o lançamento dos aplicativos, aprimoramos o acesso dos clientes aos benefícios, mas ao mesmo tempo, já vínhamos reduzindo a quantidade de folhetos impressos, pensando no impacto positivo que essa ação tem no meio ambiente”, enaltece.

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ConsumidorNegócios

Supermercados Caetano tem caixa eletrônico com “Saque Pix”

De Administrador SH 22 de janeiro de 2023
Escrito por Administrador SH

Iniciativa foi viabilizada por uma empresa de produtos tecnológicos; para usar, o cliente faz um pix e pega o dinheiro

A unidade Vila Santana do Supermercado Caetano é a primeira a receber o caixa eletrônico para “Saque Pix”. O equipamento, desenvolvido pela Tecnoserve, está em uso desde o dia 2 de janeiro, e consiste em oferecer para estabelecimentos comerciais um caixa eletrônico próprio, onde o consumidor pode fazer saques por pix, sem que o cliente precise ir ao banco ou passar pela biometria, usando apenas o celular para a leitura do QR Code.

“Em 2021, com a aprovação do ‘PIX Saque’, a Tecnoservice, que fabrica e comercializa os chamados cofres inteligentes, viu a oportunidade de criar um equipamento para efetuar o saque sem passar pelo banco, por meio do telefone celular. A ideia é facilitar a vida do cliente. Ele paga com QR Code como se fosse a conta de um restaurante. Ele acessa o TSCASH, faz a leitura do código e a máquina libera o dinheiro que ele solicitou”, explica o Diretor de Marketing e Vendas da Tecnoservice, Flávio Pontes.

Assim, o cliente faz a transferência para o estabelecimento comercial, e o estabelecimento disponibiliza o dinheiro para o cliente. É o que está acontecendo no Caetano. “A vantagem para quem está sacando é a isenção de tarifa nos 8 primeiros saques do mês e para o Caetano, neste caso o nosso primeiro parceiro que investiu na ideia, é que ele recebe uma tarifa do banco de quem está sacando e ainda reduz os custos com transporte de valores”.

“Estamos muito contentes de ter o primeiro caixa eletrônico com saque pix em uma das unidades do Supermercados Caetano. Além das vantagens para os clientes, o equipamento é slim o que permite ser colocado em qualquer lugar da unidade. Nossa ideia é expandir para as nossas outras 4 unidades”, afirma Serginho Caetano.Ele pontua que os clientes estão aderindo ao serviço, mesmo sem o equipamento estampar logo de bancos.

Atualmente, cada pessoa pode realizar saques de até R$ 500, sem pagar qualquer taxa. Para o supermercado, há a remuneração por operação – alguns centavos de real por transação. “Conforme o dinheiro é sacado, nós repomos. Assim, diminuímos a necessidade de transportar dinheiro em espécie por carro forte”, ressalta Serginho, enumerando uma das vantagens do equipamento.

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NegóciosTecnologia

Live commerce: como fazer ainda mais e melhor

De Administrador SH 22 de janeiro de 2023
Escrito por Administrador SH

Modelo de vendas se consolida no Brasil e traz oportunidades de negócios para todos os setores

Após um período de adaptação interessante dos conceitos do Live Commerce em nosso mercado, a expectativa é que esta ferramenta se integre cada vez mais nas estratégias de negócio – ao mesmo tempo em que se insere ainda mais nas rotinas de consumo do público em geral, gerando uma nova onda de possibilidades.

Muitas empresas comprovaram sua eficácia no aprimoramento do relacionamento e das vendas até aqui, podendo agora dar um novo passo para refinar o que já vem fazendo. Mas como olhar de fora, entender e aterrissar em seu processo as melhores oportunidades?

Primeiro, é fundamental considerar que se você ou sua empresa ainda não trabalham com essa ferramenta comercial, não ache que ficou pra trás (ainda). Sempre é tempo de iniciar nessa jornada, incluindo esse passo em seu planejamento para 2023.

Enxergar o copo “meio cheio”, há uma vantagem em iniciar só agora: muita gente já abriu a trilha, investiu, errou e acertou antes de você, de maneira que é possível iniciar agora já com excelentes aprendizados à sua disposição.

Para quem já deu seus primeiros passos, o ponto de partida é passar agora em revista tudo o que já foi realizado: olhar para os roteiros criados, as rotinas operacionais de pré e pós-venda, o time envolvido, as ofertas criadas, o estoque/mix disponibilizado, a tecnologia utilizada e o principal: o quanto foi possível despertar interesse (engajamento) do público impactado com cada ação, buscando identificar aí padrões de sucesso, assim como pontos de fragilidades nas iniciativas, desenhando a partir deles um plano que busca o aprimoramento do que já foi bacana (sempre se perguntando: “dá pra fazer isso – que já está bom – de um jeito ainda melhor?”), além de criar ajustes efetivos para aquilo que não saiu alinhado com sua expectativa, de maneira a potencializar ainda mais os seus próximos resultados.

Além disso, há dois pontos-chave a serem observados ao criar ou aprimorar ainda mais suas estratégias em Live Commerce, buscando contribuir ainda mais com seu sucesso:

Procure oportunidades em lives nichadas

Além das lives maiores, feitas para toda sua audiência potencial, pode ser possível atuar com públicos mais direcionados (dentro do mapeamento de suas personas). Atuar com públicos que você já conheça bem as necessidades e o comportamento geral, te permitirão oferecer soluções mais encaixadas e com o mínimo de dispersão.

Pode dar um pouco mais de trabalho pois haveria mais lives para atingir cada persona e talvez pareça que a live não é tão boa por não ter tantos aparelhos conectados ao vivo, mas não se engane: muitas vezes ao escolher entre quantidade e qualidade, atacar na visão da qualidade pode te apresentar resultados mais significativos, com a vantagem de não cansar sua base com ofertas e abordagens que nem todo mundo ali verá tanto valor assim.

Procure o equilíbrio

Esta também é uma excelente oportunidade para identificar se o balanço entre conteúdo e ofertas está bem equilibrado, buscando aprimorar a relação entre entretenimento e desejo efetivo de consumo. Agora, com mais base de conhecimento e vivências pelo que já realizou até aqui, é possível identificar algumas tendências, além de validar seus insights através de um programa de Testes A/B entre as lives, medindo sempre um ponto de aprendizado por vez, ajustando este balanço até elevar o resultado a outro patamar.

2023 se apresenta repleto de oportunidades para alavancar ainda mais seu negócio através do Live Commerce! Coloque suas ideias para rodar e siga aprimorando. E que você possa chegar a 2024 celebrando muitas vendas e clientes ainda mais felizes.

Com informações de Rodrigo Maruxo especialista em e-commerce e CEO da MRX Consultoria & Treinamento

22 de janeiro de 2023 0 Comentários
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Economia

Vendas no comércio têm aumento de 0,9% em 2022

De Administrador SH 22 de janeiro de 2023
Escrito por Administrador SH

Aumento nas vendas foi segundo menor na série histórica do Indicador de Atividade do Comércio

Dados do Indicador de Atividade do Comércio mostram que as vendas do varejo físico brasileiro fecharam o ano de 2022 com alta de 0,9%. Em relação a 2021, a comparação mostra um enfraquecimento de 4 pontos percentuais sobre a atividade varejista que acabou o ano com um crescimento mais expressivo, de 4,9%. Além disso, o número registrado (0,9%) é o segundo menor de toda a série histórica do índice, que teve início em 2001, e só perde para 2003 quando o marcou 0,8%.

De acordo com o economista Luiz Rabi, dois fatores já esperados agiram contra a aceleração do crescimento do comércio em 2022. “A evolução expansiva da inflação e da taxa Selic ao decorrer do ano impactou quase todos os segmentos do varejo, bem como o poder de compra dos consumidores. Isso acarretou a diminuição do fluxo de caixa das empresas e, dessa forma, os lucros finais dos empreendedores”.

Setor de Veículos, Motos e Peças tem queda mais acentuada

O segmento de Veículos Motos e Peças fechou 2022 com a maior queda, de 1,8%. Em sequência registrou-se a baixa no setor de Combustíveis e Lubrificantes (-1,4%), Materiais de Construção (-1,2%), bem como Supermercados, Hipermercados, Alimentos e Bebidas (-0,8%). “É possível observar que as áreas mais afetadas foram aquelas em que o consumidor sentiu mais o encarecimento dos insumos ou necessitava de financiamentos e outras linhas de crédito para custear os gastos e, sendo assim, teria que lidar com a taxa de juros”, explica Rabi.

As únicas áreas do comércio que finalizaram o ano com alta foram os segmentos de Móveis, Eletrodomésticos, Eletroeletrônicos e Informática (3,7%), assim como o de Tecidos, Vestuários, Calçados e Acessórios (11%). “Esses crescimentos podem ser explicados pelo fato de que os setores conseguiram se recuperar do tombo dos dois anos anteriores, em que a pandemia forçou o fechamento de lojas físicas em todo o país e impactou o volume de vendas”, finaliza o economista.

Variação mensal

A comparação mensal, entre dezembro e novembro de 2022, revelou que as vendas do varejo físico cresceram 1,0%. Nessa visão mês a mês, o setor de Materiais de Construção teve a alta mais expressiva, de 2,4%, seguido pelo de Móveis, Eletrodomésticos, Eletroeletrônicos e Informática, com 2,1%. A abaixa mais acentuada ficou para a área de Combustíveis e Lubrificantes, que caiu 1,1%.

Fonte: Serasa Experian

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ConsumidorTecnologia

Inteligência Artificial em supermercados

De Administrador SH 22 de janeiro de 2023
Escrito por Administrador SH

Conheça os benefícios que esse recurso pode trazer para o dia a dia da operação na precificação dos itens

Imagine a dificuldade que supermercados grandes, médios ou pequenos têm para precificar os milhares de produtos disponíveis em suas prateleiras. E se trata tanto de estipular um valor para cada item, quanto de acompanhar as movimentações e as promoções feitas pelos concorrentes, entendendo as decisões de compra dos consumidores não deixando de lado o estoque, para garantir sempre uma boa cobertura. É preciso muita agilidade para fazer tudo isso mantendo a competitividade e uma boa margem de lucro. E essa agilidade torna-se cada vez mais escalável com o uso de soluções de pricing baseadas em Inteligência Artificial (IA). 

A tecnologia é indispensável nessa trabalhosa tarefa, pois as soluções de pricing são capazes de monitorar em tempo real diversos dados que têm impacto nos preços, sejam elas próprias da empresa, mercado ou até econômicas. Mais do que isso, essas ferramentas identificam o momento ideal para mudança de preços e sugerem e podem aplicar os valores mais adequados considerando os custos, a estratégia de negócio e os objetivos financeiros do estabelecimento, entre outras variáveis.  

A quantidade imensa de itens é apenas uma particularidade do setor supermercadista. Uma dificuldade bastante comum desse modelo de varejo é a precificação de um mesmo produto que apresenta embalagens diferentes. Como exemplo, o arroz, que pode ser vendido em embalagem de 1 kg ou de 5 kg. Há outros produtos com essa mesma característica no ramo supermercadista, configurando-se em um cenário bastante complexo, que é fazer com que os preços dessas diferentes embalagens para um mesmo produto permaneçam coerentes. 

Precificação

Ao olhar as embalagens de forma isolada, corre-se o risco de baixar apenas o preço do pacote de 1 kg, tornando, dessa forma, a embalagem de 5 kg desinteressante para o consumidor. Afinal, passa a valer mais a pena comprar cinco pacotes de 1 kg. Essa falha também afeta a imagem do supermercado perante o consumidor. Fica a impressão de que o gestor do estabelecimento está usando de esperteza para ganhar mais, há a construção de uma imagem negativa. Complexidade esta que a tecnologia pode ajudar na escala, na inteligência e na coerência dos preços.  

A elasticidade – variação – dos preços é outro ponto que merece atenção porque se trata de algo bastante dinâmico, muda de estabelecimento para estabelecimento e, além de tudo, sofre efeitos da sazonalidade e de outras variáveis como o prazo de validade. Itens sensíveis como óleo de cozinha, feijão, arroz, que integram a cesta básica, são de compra recorrente, ou seja, o cliente conhece os preços e acaba percebendo quando há mudança. Essa alteração afeta diretamente a quantidade vendida e a intenção de compra do consumidor. 

A tecnologia de precificação é capaz de medir de forma dinâmica a elasticidade de cada produto, considerando as especificidades de cada um deles. Não se trata apenas de trazer a elasticidade do produto do supermercado A para o supermercado B e vice-versa, pois eles não são iguais, não têm os mesmos custos, nem o mesmo contexto. A questão é encontrar o preço ideal dentro da característica de cada um.  

O procedimento ajuda a medir efeitos da sazonalidade na variação dos preços. Naturalmente o cliente está disposto a pagar um pouco mais na época de Natal, quando todo mundo está formando mesas bonitas. Certos produtos também são mais demandados nessas datas sazonais.  

Itens não alimentícios

De forma geral, o supermercado é o local onde as pessoas suprem suas necessidades básicas do dia a dia, não apenas alimentação, mas também higiene, limpeza e manutenção da casa. É um lugar onde se encontram produtos perecíveis e não perecíveis, ou seja, itens que podem gerar prejuízo porque têm prazo de validade e outros que, por não terem prazo de validade, podem ficar esquecidos e ser vendidos por preços inadequados, muito tempo depois de serem expostos nas gôndolas. Há muita rotatividade de produtos básicos, assim como é comum esse tipo de estabelecimento sempre oferecer itens novos aos seus clientes.  

Assim, a operação de definição de preço é constante para os produtos existentes para os novos. Como é que se define o preço para um produto que nunca foi vendido antes? Outro ponto bastante desafiador e comum nessa área é a sensibilidade relativa à sazonalidade, pois as lojas trabalham com produtos que respondem muito às estações do ano como frutas, legumes e verduras. Esses itens se somam a uma variedade de outros que têm prazo de validade. 

E qual é o ponto ótimo, então, de uma operação supermercadista? É o seu gestor que consegue determinar rapidamente os preços dos produtos para obter ao longo do prazo de validade o melhor ganho possível sem ter estoque remanescente.   Em geral, os supermercados estipulam um preço e deixam o produto na gôndola. Quando o fim da validade está perto, aplicam grandes faixas de desconto porque não tiveram eficiência na venda dentro do prazo estipulado. Então houve estoque remanescente e é necessário liquidar. Ou, ao contrário, para evitar estoque remanescente, alguns mercados iniciam o ciclo de comercialização com preços baixos, reduzindo a margem de lucro e gerando ruptura do estoque, o que também não é desejável.

Outras segmentações

Quanto a produtos não perecíveis, sem data de validade, como utensílios de cozinha, feitos de plástico ou metal, o risco é estipular um preço e, quando o produto for vendido, seu custo de reposição tenha subido tanto que o valor da venda não é capaz de cobrir. Esse problema é mais comum em períodos de alta inflacionária como a que vivemos e decorre da dificuldade de acompanhar tantos itens diariamente de forma manual. Mais uma vez, a IA consegue resolver esse problema, já que a tecnologia nunca esquece um produto parado e é capaz de redefinir preços de vendas para que o item não fique encalhado nem seja comercializado por um preço inadequado. 

A IA é uma ferramenta que viabiliza todo o trabalho e toda a estratégia que envolve a precificação dos produtos. Antigamente, era comum um varejista definir o valor de venda e mantê-lo por longo tempo. Mas hoje é diferente. Um produto que na parte da manhã custa R$ 20 pode estar R$ 10 na parte da tarde e voltar a R$ 20 no dia seguinte sempre alterado com base nas condições mercadológicas e definições estratégicas, de forma transparente 

O emprego de soluções de pricing no setor supermercadista vem para resolver exatamente esses pontos que são a grande dor de seus gestores. As que são baseadas em IA dão escala velocidade e transparência na definição dos preços durante todo o ciclo de comercialização, permitindo atingir o ponto ótimo com a formação de preços que atraiam maior demanda e evitando rupturas, estoques remanescentes, incoerência e desatualização de preços. Isso tudo isso entregando margem, pois não adianta vender sem resultado financeiro.  

Ricardo Ramos é  CEO da Precifica

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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