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Negócios

Grano diversifica portfólio com aquisição da Mr. Veggy

De Administrador SH 29 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Transação reforça o posicionamento da companhia em proporcionar cada vez mais alternativas de alimentação prática, saudável e sustentável

A Grano, líder nacional na produção e comercialização de vegetais congelados, concluiu a aquisição da Mr. Veggy, pioneira na fabricação de alimentos à base de plantas. Com isso, a Grano dá mais um passo em sua estratégia de diversificação do portfólio, posicionando-se como a melhor opção de empresa especializada em produtos plant-based  para o food service e para o varejo, informa a empresa. 

Fundada em 2004, a Mr. Veggy é referência em congelados plant-based e conquistou, em 2021, o Tof Of Mind (30%) no segmento dos hambúrgueres/carnes, segundo a MindMiners. Os hambúrgueres vegetais, coxinha de jaca e o quibe de abóbora são os itens mais relevantes do portfólio, que cresce a cada ano.  

Segundo Mariana Falcão, fundadora da Mr. Veggy, o negócio surgiu por meio da vontade de contribuir com alternativas práticas, naturais e saudáveis aos consumidores que buscam reduzir o consumo de alimentos à base de carne. A empresária está na lista da Forbes entre as 50 mulheres latinas que estão inovando para alimentar o mundo de maneira sustentável e deliciosa (setembro de 2021) e como uma das 100 Mulheres Poderosas do Agro (outubro de 2021). 

Com o ingresso no portfólio da Grano, que já atua nacionalmente por meio de canais de distribuição diversos e uma operação extensa estruturada, a Mr. Veggy amplia seu potencial de escalabilidade. “Queremos nos associar às novas plataformas  de alimentação saudável, ampliando a oferta de produtos com qualidade e preço para o food service e B2C, utilizando nossa liderança relevante no setor para impulsionar ainda mais a evolução da Mr. Veggy. A Grano busca manter sua liderança na produção e comercialização de vegetais congelados”, declara Fernando Giansante, CEO da Grano. 

Atualmente a empresa comercializa mais de 200 variações de vegetais entre os monoprodutos e suas combinações. Os brócolis congelados, classificados na categoria de Super Food, e os mixes de vegetais, pela praticidade e sabor, são os líderes. Entre os lançamentos mais recentes estão o alho inteiro e picado congelado, além do arroz de couve-flor, um substituto para o carboidrato com baixo valor glicêmico, que passou a ser muito procurado e utilizado nos menus pelo food service.  

André Magnavita, diretor comercial e de Marketing da Grano, reforça que a companhia sempre apostou na saudabilidade como vetor de crescimento. “Nós sempre trabalhamos em prol da saúde e sentimos, nesse período pós-pandêmico, a crescente busca por alimentos funcionais que entreguem nutrição, aumentem a imunidade, o valor protéico e que ajudem o corpo a trabalhar melhor. É isso o que a Grano faz, produz alimentos minimamente processados que entregam saudabilidade de uma forma prática, valorizando o que a natureza criou”, conclui com a mensagem central da empresa.

O mercado global de alimentos veganos deve saltar de US 19,7 bilhões, registrados em 2020, para US$ 36,3 bilhões até 2030, superando a taxa de crescimento anual da indústria. Nesse cenário, a Grano prevê o crescimento de 30% em 2022, com a aquisição da Mr. Veggy.    

O objetivo da empresa é se associar às novas plataformas de alimentação saudável, além da Mr. Veggy, ampliando a oferta de produtos com qualidade e preço acessível para o food service e para o consumidor final. 

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Negócios

Leite, ovos e papel higiênico lideram o índice de ruptura nas lojas em julho

De Administrador SH 28 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Supermercados atingem a maior falta de produtos nas gôndolas desde janeiro de 2019

A indisponibilidade do leite UHT nas prateleiras das redes de mercados, supermercados e atacarejos bateu recorde em três anos e meio, atingindo 22,7% em julho, ante 19,4% no mês anterior. É o maior índice de falta do produto nas gôndolas desde janeiro de 2019, de acordo com o indicador divulgado mensalmente pela empresa especializada em soluções em inteligência artificial para as cadeias de suprimentos.

A pesquisa realizada pela Horus também identificou que o papel higiênico registrou alta ruptura, com 16,4% em julho, contra 10,4% em junho, o maior salto entre as categorias no período. “Com relação ao papel higiênico, esse aumento decorre da famosa ruptura por mix,” observa o diretor de Customer Success, Robson Munhoz. Nesse caso, o comerciante pondera, no cenário de preços elevados que estamos vivendo, se é realmente necessário adquirir várias marcas de papel higiênico para serem vendidas ao consumidor, e conclui que não.

Aliado a esse fator, há os aumentos sucessivos dos preços da celulose, durante longo tempo, como efeito da invasão da Ucrânia e do bloqueio comercial à Rússia. A consequente escassez da oferta da matéria-prima leva o varejo a diminuir as compras. “Se o estabelecimento tem três ou quatro fabricantes de papel higiênico, passa a trabalhar com dois. Ele vai reduzir um pouco a oferta esperando uma recomposição do preço no mercado”, exemplifica Munhoz.  

A boa notícia é que o leite deve voltar a apresentar preços mais baixos, em torno do patamar normal em curto prazo, segundo a companhia que considera que a deflação é esperada também nesse setor. “No momento, o varejo não está querendo comprar porque não está vendendo muito e não quer correr riscos. No entanto, daqui a pouco, as indústrias devem começar a fazer promoções e o varejo percebe isso”, explica Munhoz.

Já o Índice de Ruptura Geral apresentou ligeira alta em julho, de 11,30%, comparado aos 11% registrado em junho. Os estoques e as vendas por unidades também aumentaram um pouco nas redes de supermercados. Entretanto, por questões contratuais, o grupo não divulga dados absolutos.

Embora em um contexto de deflação de 0,68%, registrada em julho pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), derivada sobretudo da redução dos impostos sobre combustíveis e energia, os preços dos alimentos subiram 1,30% no período, segundo o indicador do IBGE. Essa queda nos preços em geral leva os varejistas a frear as compras da indústria. “O índice de ruptura em julho evidencia a manutenção do processo do varejista comprar somente o que está vendendo com medo de vir mais aumento, mas ele também está segurando com receio da deflação”, analisa Munhoz.

Ovos seguem em destaque na cesta de proteínas, revela estudo da HORUS

A Horus, empresa de inteligência de mercado, identificou que algumas categorias de alimentos também tiveram destaque no mês de julho. Pelo levantamento, ovos, linguiça e frango tiveram aumento na presença do carrinho de compras (ou seja, incidência), funcionando como substitutos em face do aumento do preço da carne bovina.

Os ovos também são destaque na cesta de consumo, já que representam a opção mais barata da cesta de proteínas, impulsionando um crescimento de presença do item nos carrinhos. Os dados mostram que o item teve aumento de preço em 18,7% na comparação com o primeiro semestre do ano passado e esteve presente em 14% das compras dos brasileiros.

Já o frango registrou 21% de incidência em 2022 e foi a proteína mais presente na lista de compras no primeiro semestre, com alta de 20,9% no preço médio na comparação com o mesmo período de 2021. Dentre as proteínas analisadas, a carne suína foi a única que teve queda no preço médio, chegando ao valor de R$ 17,36 no primeiro semestre de 2022, e ainda teve aumento de presença nos carrinhos.

Sobre a Horus

A HORUS é uma empresa de inteligência de mercado, integrante do ecossistema de negócios da Neogrid, que reúne milhões de dados de compras reais no varejo, incluindo preços, produtos, marcas, categorias, volume e presença no ponto de venda, além de informações sobre a cesta de compras e hábitos de consumo de seus compradores, por meio da leitura de mais de 35 milhões de notas fiscais por mês no Brasil, o que permite uma leitura 360 graus do varejo alimentar e do shopper, de forma ágil e com alta granularidade espacial. Saiba mais em https://www.ehorus.com.br/.

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InternacionalNegócios

Britânica Tesco dá “all in” em  self checkouts

De Administrador SH 28 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Varejista amplia uso de terminais de autoatendimento em suas lojas, inclusive para compras de grande porte

A rede supermercadista britânica Tesco decidiu ampliar o uso de terminais de self checkout para grandes lojas e para compras de maior porte, que exigem o uso de carrinhos. O movimento representa um dos passos mais sérios da líder do setor na automação dos processos de pagamento em seus pontos de venda.

A empresa pretende eliminar a maioria dos caixas tradicionais de suas lojas, depois de ter notado um forte aumento na procura pelos terminais de autoatendimento. Segundo a companhia, os testes realizados com áreas mais amplas de self checkout – que permitem o uso de carrinhos de compra, e não apenas de cestas – se mostraram bem-sucedidos.

Na opinião de Steve Dresser, CEO da consultoria britânica Grocery Insight, o movimento não necessariamente representa a demissão de colaboradores, uma vez que a maioria dos caixas tradicionais fica ocioso em boa parte do tempo nos grandes supermercados. “É um espaço subutilizado que ganha produtividade”, afirma.

Ainda assim, esse movimento motivará uma grande mudança no layout das lojas. Para Bryan Roberts, analista da IGD, acredita que a mudança em direção ao self checkout fará com que a Tesco aproveite o espaço em promoções e para a venda de itens sazonais. Outra possibilidade é o aumento da área dedicada a itens com baixo teor de gordura, sal e açúcar (HFSS), uma forte tendência no mercado britânico.

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Negócios

Panetone se torna um presente das famílias brasileiras

De Administrador SH 28 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Consumo começa cada vez mais cedo e só em 2021, 7 novos milhões de lares adquiriram o produto vendido em inúmeras versões e recheios

O panetone virou presente. Graças à imensa oferta de tipos e sabores e aos diferentes níveis de sofisticação, o produto tem conquistado mais consumidores e cada vez mais cedo. No ano passado, ao contrário do que acontecia até 2020, as compras começaram em outubro.

É o que mostra um estudo da Kantar, líder em dados, insights e consultoria, sobre as movimentações do mercado de panetones.

De novembro de 2021 a janeiro de 2022, em comparação com o mesmo período anterior, a categoria ganhou mais compradores, e a penetração passou de 52,4% para 65,3%, o que representa um aumento de 24,6%, ou seja, mais de 7 milhões de novos lares. Os desafios para a continuidade do crescimento, entretanto, são o gasto por viagem ao ponto de venda, que caiu 13,9%, e a frequência de compra, que diminuiu 5%. E ainda que o preço médio esteja somente 1,2% mais alto, o gasto por comprador despencou 18,5%.

O destaque fica para o volume de panetones presenteados no último final de ano, que representou 36,4% da importância da categoria de novembro de 2021 a janeiro de 2022. A penetração de panetones para presente passou de 19,7% para 32,9% pontos, quase 8 milhões de novos lares para a categoria no período.

O estudo de Panetones da Kantar contou com a participação de mais de 10 mil lares, entre novembro de 2021 e janeiro de 2022.

Sobre a Kantar

A Kantar é líder global em dados, insights e consultoria. Atuamos em mais de 90 mercados e somos a empresa que mais entende como as pessoas pensam, sentem, compram, compartilham, escolhem e veem. Ao combinar nossa experiência sobre o conhecimento humano com tecnologias avançadas, ajudamos nossos clientes a entender as pessoas e inspirar crescimento.

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Negócios

Rede de supermercados investe R$ 30 mi na construção de centro comercial

De Administrador SH 28 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Empreendimento contará com um supermercado e mais 20 lojas que deverão ser inaugurados até o final de 2023

Rede de supermercados de Alvorada, a Baita Super — que por 18 anos foi associada à Rede Unisuper — construirá na zona norte de Porto Alegre seu primeiro centro comercial.

O espaço terá 13 mil metros quadrados e contará espaço para um supermercado e mais 20 lojas. As obras devem começar em novembro deste ano, com um investimento de R$ 30 milhões.

O endereço escolhido foi a Avenida Juscelino Kubitschek, no bairro Rubem Berta. A estrutura terá quatro andares e estacionamento com 200 vagas de carros, cobertas e na rua.

O projeto está na fase de Estudo de Viabilidade Urbana (EVU) na prefeitura de Porto Alegre,  conta o arquiteto e gerente de projeto da MasterPlann Arquitetura, Eduardo Silva. A expectativa é terminar as obras em oito meses após a liberação das licenças e entregar o complexo até o final de 2023.

Quando estiver pronto, o supermercado irá empregar 80 pessoas. O aluguel das lojas, por sua vez, ainda está em negociação. A ideia, segundo o dono da rede, Jolci Mainard, é alugar os espaços, de 10 a 180 metros quadrados, para empreendedores do próprio bairro.

A rede está presente em nove unidades na Região Metropolitana (Alvorada, Porto Alegre e Viamão). Até o final de 2023, mais dois supermercados da marca devem ser construídos, mas ainda não foram divulgados os locais.

Fonte: Guilherme Gonçalves e Giane Guerra, GZH

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Negócios

Família Muffato pretende assumir 24 unidades do grupo Makro

De Administrador SH 28 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Grupo paranaense vai enfrentar grandes desafios ao concorrer com os maiores varejistas do país

O grupo Makro está de malas prontas para sair do País – para levar a estratégia a cabo, só falta vender as lojas que ainda restam em seu portfólio.

Depois de vender boa parte das unidades que detinha para a gigante Carrefour – hoje líder de mercado no País e dona do atacarejo Atacadão –, ela tenta agora se desfazer dos pontos de venda que ainda lhe restam. Depois de negociar as propriedades com redes nacionais, a empresa agora cogita a venda para um grupo regional: o paranaense Muffato.

Embora desconhecido na maior parte do País, o Grupo Muffato é forte em seu mercado de origem. Fundada em 1974, em Cascavel, no oeste do Paraná, está hoje em sexto lugar entre as maiores redes do setor, com 82 lojas, considerando a marca de varejo Super Muffato e o atacarejo Max Atacadista. Presente em 31 cidades do Paraná e no interior de São Paulo, a companhia hoje emprega 19 mil pessoas.

Agora, prepara-se para dar um novo salto com a compra de 24 unidades da Makro. O negócio seria sua porta de entrada para a capital paulista. Este veículo de comunicação apurou que a negociação está em andamento há pelo menos dois meses, mas as partes ainda não bateram o martelo. Haveria a questão do preço: o Makro quer cerca de R$ 2 bilhões pelos ativos, e a Muffato ainda estaria tentando reduzir o preço.

Início como armazém de secos e molhados

A Muffato é uma empresa familiar, hoje gerida pelos filhos do fundador Tito Muffato, que criou o negócio junto ao irmão, Pedro, e ao cunhado, Hermínio. Tudo começou com um pequeno armazém de secos e molhados em Cascavel. As mercadorias eram compradas em São Paulo ou adquiridas por meio de representantes regionais de indústrias. Nessa época, os cereais eram vendidos a granel e pesados na hora.

O negócio teve um ponto de virada a partir do fim dos anos 1970 com a construção da Usina de Itaipu, em Foz do Iguaçu, quando a Muffato inaugurou uma loja na cidade. A rede se desenvolveu na década seguinte na região Sul do País, um movimento que durou até metade dos anos 1990.

Em 13 de março de 1996, tudo mudou na gestão dos negócios. Tito Muffato embarcou em uma viagem no avião da família rumo ao Pantanal, onde se dedicaria à pesca por alguns dias, seu passatempo predileto. Nesse dia, o tempo estava ruim e o piloto tentou fazer um pouso de emergência em Foz do Iguaçu. Porém, a aeronave caiu e não deixou sobreviventes.

A esposa Reni e os três filhos Ederson, Everton e Eduardo, que tinham, respectivamente, 18, 16 e 14 anos, precisaram assumir a gestão das oito lojas e dos então 1,5 mil colaboradores. Hoje à frente dos negócios da família, os filhos de Tito foram os responsáveis pela expansão para o interior de São Paulo, em 2002. Nenhum dos três substituiu a posição do pai, optando por uma gestão conjunta dos negócios.

Discretos, os empresários que começaram a trabalhar na empresa quando ainda eram crianças não quiseram dar entrevista. Eles tampouco são ativos em redes sociais. Em 2021, o negócio chegou a um faturamento de R$ 10,6 bilhões, crescimento de 17% em relação ao ano anterior. Hoje, a companhia tem 19 mil funcionários.

Desafios à frente

Agora, com a negociação de aquisição das unidades do Makro em São Paulo, a Muffato pode inaugurar um novo capítulo da sua história e ampliar em quase 30% o número de lojas no País. Mas a missão de conquistar a capital paulista não será fácil.

Para Jean Paul Rebetez, especialista em varejo e sócio da GS&Consulting, a empreitada da Muffato em São Paulo terá desafios que vão além de tornar a marca conhecida entre os paulistanos.

“A Muffato vai entrar em uma briga com gente muito competente e que trabalha não só no atacarejo e no varejo alimentar, mas também funciona como ecossistemas de negócios, com crédito, CRM e entregas de última milha. O Carrefour é um exemplo disso, assim como o Pão de Açúcar. É uma área desafiadora”, diz.

A Muffato enfrentará, portanto, os pesos-pesados do mercado em São Paulo. O Carrefour teve faturamento de R$ 81 bilhões em 2021, enquanto o Assaí faturou R$ 45 bilhões, e o GPA, R$ 29 bilhões.

Na visão de Rebetez, o segmento de varejo alimentar resistiu ao baque econômico causado pela pandemia de covid-19 por oferecer itens essenciais para o consumidor, como os alimentos e bebidas.

Com isso, a empresa busca se posicionar na capital paulista com pontos estratégicos. Na efetivação da compra da Makro, a Muffato teria unidades nos bairros do Butantã, Interlagos, Lapa e Vila Maria.

O grupo holandês SHV, que detém as lojas da Makro, percebeu que o negócio deixou de ser competitivo no contexto atual de mercado e decidiu por colocar à venda as lojas da marca.

Matheus Campos, sócio do escritório Stocche Forbes Advogados, diz que o movimento está alinhado com o crescimento do segmento de varejo alimentar durante a pandemia de covid-19, que deixou as grandes competidoras do setor mais capitalizadas.

“Neste momento, o que movimenta mais as aquisições é que o gasto do caixa para expansão dá um retorno de investimento mais rápido do que fazer investimentos para a abertura de novas unidades. É uma oportunidade para quem só abria novas lojas poder fazer aquisições de pontos que já estão em operação. Nessa consolidação, as empresas menores podem concluir que é uma boa ideia vender seu negócio para concorrentes maiores”, afirma Campos.

Fonte: Por Lucas Agrela, Estadão

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Negócios

Atacarejos aceleram expansão das redes em todo o país

De Administrador SH 28 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Filiais são anunciadas aos quatro ventos e agora surgem até as lojas com muitos serviços, o que foge ao formato “raiz” do negócio

Quem não tem atacarejo está fora do jogo? Não, mas a disputa por mercado entre as maiores redes ficou mais acirrada desde que o formato entrou com tudo no Rio Grande do Sul. Depois de 2020, de pandemia com supermercados que não fecharam e volta da inflação em nível preocupante, a operação focada em volume e produtos com descontos mais agressivos passou a dominar as expansões. Em 2021 e 2022, os consumidores passaram a se acostumar com os anúncios de aberturas do Stok Center, Macromix, Desco, Super Rancho e Via Atacadista, esta última de grupo catarinense.

O ritmo não é só no Rio Grande do Sul. O especialista em varejo que vai dirigir na Expoagas o sugestivo painel “Campeões de Performance no Varejo Alimentar e os motores que os movem”, Alexandre Ribeiro, assinala que o efeito atacarejo é claro não só em território gaúcho, mas no País: “85% das redes que mais crescem são neste formato”, diz Ribeiro, presidente da R-Dias. O especialista cita as principais razões para o modelo ter decolado: faturamento duas a quatro vezes maior que um supermercado, renda mais baixa das famílias (efeito inflação), novos comportamentos pós-pandemia e oportunidade. “O atacarejo nasce onde tem ineficiência de outros modelos.” Um dos tamanhos que perdeu espaço, por exemplo, foi o hipermercado.

No Rio Grande do Sul, redes que demoraram a se render ao formato emergente anunciam o ingresso, caso do Zaffari, que terá o desafio de entender o negócio e fazer a gestão em relação aos outros tamanhos e perfis que dominam a rede, com supermercados e hipermercados. O primeiro Cestto, que é bandeira do Zaffari de Porto Alegre para o atacarejo, entra em Gravataí até o fim do ano. Os gestores já indicaram que vão usar a estrutura de centro de distribuição que alimenta a rede.

Outras marcas seguem em ritmo quase industrial de expansão. Duas se descolam. A Comercial Zaffari, de Passo Fundo, vai abrir mais três lojas do seu Stok Center até dezembro. Em 2022, já tinha aberto duas, chegando a 21. Com as próximas, vai a 24 filiais. Na mais recente nota em que confirma a multiplicação de atacarejos, a rede promete inaugurar o trio em um intervalo de 30 dias. Os novos Stok Center ficam em Tramandaí, Marau e Cachoeira do Sul. O Unidasul chega a quatro novos pontos em 12 meses (Sapucaia do Sul, São Leopoldo, Portão e Tramandaí) e planeja mais. Imec vai abrir mais um Desco, agora em Alvorada. A Rede Vivo, de Santa Maria, vai erguer mais um Rancho Atacadista, desta vez também em Cachoeira do Sul. 

Não são só os grandões que seguem o script: a rede Super Kan, nativa do bairro Restinga, no Extremo Sul da Capital, vai ter uma loja com este perfil no Center Kan, empreendimento que deve abrir em outubro na região. Será o Kan Super&Atacado. O diretor e fundador da rede local, Marcos dos Santos, diz que o reforço serve para enfrentar concorrentes que cheguem cada vez mais perto. Um deles foi o Desco, que abriu em abril no bairro Hípica.

Além dos gaúchos de carteirinha, o mercado estadual é alvo do avanço de redes de atacarejos de Santa Catarina. O Via Atacadista, grupo Passarela, já abriu lojas e vai expandir, e o Fort Atacadista estão entrando por Caxias do Sul, Canoas e Porto Alegre.   

Redes e suas bandeiras

Gaúchas

 Companhia Zaffari (Porto Alegre): Cestto

 Comercial Zaffari (Passo Fundo): Stok Center

 Unidasul (Esteio): Macromix

 Imec (Lajeado): Desco

 Asun (Porto Alegre): Asun Leve Mais

 Rede Vivo (Santa Maria): Rancho Atacadista

 Peruzzo (Bagé): Ecomix

 Nicolini (Bagé): Atacadaço

 Treichel (Pelotas): Atacado Treichel

 MaxCenter (Alvorada): Jumbo Atacadista

 Super Kan (Porto Alegre): Kan Super&Atacado

Catarinenses 

 Passarela: Via Atacadista

 Fort Atacadista

Macromix aposta em loja mais requintada

O princípio básico de um atacarejo é vender em volume e com preço mais em conta, principalmente no confronto com hipermercados, outros tipos de atacados e até mesmo o mercadinho de bairro. Bom lembrar que, no pós-pandemia, o super de bairro ou vizinhança ganhou lugar cativo na vida dos consumidores. Mas o atacarejo basicão está passando por mudanças, com inclusão de serviços e até uma dose de gourmetização que as redes sustentam como um atrativo para dar conta das demandas do consumidor final que cada vez mais vai às lojas, atrás de preços e algo mais.

Para atender à fatia de clientes, além do dono do mercadinho, da lancheria e do restaurante, o superintendente de Atacarejo do Unidasul, Elói Zagonel, aponta novos atributos que as lojas da bandeira Macromix passaram a agregar. Um deles é uma adega bem farta. “Vão ser 800 rótulos na loja de Tramandaí”, destaca o executivo. A rede está atenta, claro, à explosão de moradores no Litoral Norte e com renda para pagar pelos vinhos. Mas não é só isso. As lojas ganham áreas de açougue com carnes fracionadas, que sai do menu básico do formato, que oferta mais peças congeladas fornecidas pelos frigoríficos. “Se for só a vácuo, não damos conta do que o cliente busca.”

Na padaria, tem pão francês quentinho, graças à produção local. O cliente se abastece dos produtos, mas a retaguarda está a mil. “Olhando os balcões sem atendimento, parece que não tem mão de obra, mas na retaguarda tem equipe funcionando”, observa Zagonel. Na hora de pagar, tem mais serviço: como sacolas e empacotador. “Mais funcionários aumenta o custo, mas atendemos a mais nichos de clientes. É um diferencial”, explica.

Especialista alerta para riscos da ‘gourmetização’ do modelo

“Não gosto de ver o que pode se tornar”, reage o especialista em varejo Alexandre Ribeiro, sobre a “gourmetização” do atacarejo. O temor tem a ver justamente com o custo-benefício. A dianteira e maior expansão do modelo frente a outros está ligada à menor despesa em diversas frentes, desde equipamentos, energia a pessoal. “É mais barato (preço aos consumidores) porque tem uma despesa operacional menor e vende mais, o ganho de escala é grande, a despesa é essencial”, adverte Ribeiro.

“O atacarejo gourmetizado coloca mais serviço, mais sortimento, mais quebra e mais perdas operacionais e mais mão de obra para reposição”, lista o especialista, citando que o movimento não é algo exclusivo do Rio Grande do Sul. “Este nível de serviço reduz competitividade. Não sou a favor da gourmetização”, avisa ele. Ribeiro vê neste movimento uma influência de “varejista de 30 a 50 anos” que sempre lidou com supermercado, onde atendimento, mais opções de pagamento e empacotador são rotina.

No atacarejo, o especialista lembra que é tudo mais simples. “Um dos erros é colocar na operação a mesma equipe que atuava no supermercado”, previne. “Dizem que gaúcho não fica sem açougue ou pãozinho quente, aí vejo padeiro, açougueiro. Não está errado, mas não chama de atacarejo, porque não vai conseguir ter preço, a despesa é alta”, reforça Ribeiro. Dados sobre retorno do formato, baseado em desconto e menor despesa, indicam margem de 16%. Se o custo se eleva, o percentual pode ficar abaixo de 10%. “Se o dono do atacarejo que está gourmetizando não entende essa dinâmica, não vai usufruir do modelo”, associa o especialista. 

Fonte: Patrícia Comunello, JC 

28 de agosto de 2022 0 Comentários
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LojasNegóciosTecnologia

PariPassu adota nova marca e posicionamento

De Administrador SH 28 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Centrada em 4 pilares, a nova imagem reflete os objetivos e valores do mercado para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro

A PariPassu, parceiro da ABRAS no projeto RAMA (Programa de Rastreamento e Monitoramento de Alimentos), está de cara nova. A empresa atualizou sua marca, para transmitir a confiança e a credibilidade que construiu nestes 17 anos de atuação. Este novo posicionamento transmite felicidade, respeito, simplicidade e comprometimento, os valores que exercem para manter a unicidade da empresa e com o mercado.

Seu nome é uma expressão em latim que significa lado a lado, ao mesmo tempo e de maneira justa. E que segue o objetivo da empresa, servir como plataforma de apoio para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro, respeitando as premissas da sociedade moderna sobre os temas ambiental, social e governança.

Esta mudança de conceito traz isso, “está conectada com o que as pessoas esperam de empresas que trabalham no setor do agronegócio”, afirma Giampaolo Buso, CEO da companhia.

Nova identidade visual da Paripassu

Confira o vídeo institucional da Paripassu:

Um pouco da história :

Nascida em 2005 em Florianópolis, a empresa desenvolveu o Rastreador PariPassu, e logo conquistaram o primeiro cliente, um dos um dos três maiores distribuidores de produtos alimentícios do Brasil, o que os ajudou a aperfeiçoar ainda mais o sistema. Em 2008, lançaram a primeira consulta de código de rastreabilidade por celular do Brasil e atingiram um crescimento significativo em sua carteira de clientes.

A empresa acredita que o caminho para um alimento seguro e de qualidade é resultado de um trabalho colaborativo de todos, ou seja, desenvolver a cadeia agroalimentar e evoluí-la de forma sustentável, consciente e íntegra.

A PariPassu traz soluções tecnológicas pensadas e aplicadas para contribuir no desenvolvimento da cadeia de abastecimento reforçando a confiança entre as organizações, as pessoas e o ambiente.

Hoje, a empresa faz soluções de rastreabilidade, controle de qualidade, monitoramento de alimentos, consultoria e treinamento podem ser aplicadas em conjunto ou isoladamente, de acordo com a demanda e necessidades da sua empresa.

Saiba mais em: https://www.paripassu.com.br/

28 de agosto de 2022 0 Comentários
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Negócios

Assaí estende presença no Nordeste

De Administrador SH 26 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Até 2023, novas filiais na Bahia somarão 2 mil 500 novos empregos

O bairro do Cabula, em Salvador (BA), ganha um novo ponto para quem deseja economizar em um atacarejo amplo, agradável e com um mix variado de produtos e serviços. É que o Assaí Atacadista inaugura uma nova loja no local. A unidade está localizada na rua Silveira Martins, na altura do cruzamento com a Avenida Edgard Santos e próxima ao retorno para o Centro da cidade.

Esse é o 6º Assaí em Salvador e a 2ª loja inaugurada na capital nos últimos quatro meses (a anterior foi a do bairro Barris, em maio). Estão previstas, ainda, mais três novas lojas na capital baiana até o fim de 2023, o que irá mais que dobrar a presença soteropolitana do Assaí quando comparado ao fim de 2020. No total, essas novas unidades somarão mais de 2,5 mil novos empregos somente na capital, sendo 500 postos diretos e indiretos no Assaí Cabula.

“Estamos muito felizes em trazermos o Assaí a uma nova região e, assim, acelerarmos a nossa expansão em Salvador. A Silveira Martins é uma das principais artérias urbanas da cidade, cortando todo o bairro do Cabula em uma localização com diversos bares e restaurantes, além de novos condomínios residenciais que têm sido construídos nas redondezas. Isso significa que os(as) moradores(as) agora contam com um Assaí vizinho de suas casas e negócios para se abastecer e colocar preços mais baixos no carrinho ao mesmo tempo que diminuem a necessidade de realizar grandes deslocamentos para economizar”, avalia Fábio Santos, Diretor Regional do Assaí Atacadista.

Com mais de 18 mil m² de área construída, sendo mais de 5 mil m² destinados à área da loja, o Assaí Cabula faz parte da geração mais moderna de unidades da Companhia — climatizada, com iluminação aperfeiçoada e pé direito alto. Conta também com estacionamento amplo e dispõe de mais de 400 vagas para carros e motos, oferecendo maior comodidade aos(às) clientes, assim como 30 caixas de pagamento para um atendimento ainda mais ágil e tranquilo.

Com mais de 9 mil produtos entre alimentos, bebidas, itens de higiene pessoal e limpeza, produtos de bazar, linha automotiva, linha pet e eletroportáteis, o Assaí Cabula também traz o serviço de Açougue, que possui atendimento especializado e oferece peças frescas, possibilitando, assim, que o(a) consumidor(a) adquira os cortes feitos na hora e como desejar. A unidade tem ainda a Cafeteria, com doces e salgados fresquinhos e saborosos para quem deseja um momento de pausa entre as compras. E o serviço de Televendas, uma opção para que o(a) comerciante possa entrar em contato e ter agilidade nas respostas sobre preços e pedidos de separação prévia de produtos, precisando apenas passar no local, pagar a compra e retirar seus itens com maior praticidade e conforto.

O Assaí trabalha com a política de dois preços. Isto é, o “preço de atacado” (quando adquire grandes volumes de um mesmo item, o que confere desconto ao valor final da compra) ou “varejo” (quando compra pequenas quantidades). Nos dois casos, o preço é um atrativo, pois chega a ser, em média, de 10 a 15% mais barato do que comparado ao varejo tradicional.

A Bahia é o 3º Estado com maior quantidade de lojas do Assaí em todo o país, atrás apenas de São Paulo e Rio de Janeiro. Desde dezembro de 2021, a Companhia inaugurou outras quatro lojas baianas nas cidades de Feira de Santana, Barreiras, Salvador (Barris) e Teixeira de Freitas, reforçando a importância estratégica da região para o atacadista. Com a chegada do Assaí Cabula, a Companhia chega a 21 lojas na Bahia e prevê inaugurar a 22ª unidade nos próximos meses, na Avenida Vasco da Gama, local de um antigo hipermercado.

Endereço: Rua Silveira Martins, 3.506, bairro do Cabula — Salvador (BA)

Pagamento: Cartões de crédito e débito das principais bandeiras, dinheiro, Auxílio Brasil, Pix, vale-alimentação, além das carteiras digitais PicPay, PagBank e Mercado Pago. O Assaí também conta com o Passaí, a sua bandeira própria de cartão de crédito que oferece uma série de benefícios, entre eles a possibilidade de pagar o preço de atacado mesmo se comprar somente uma única unidade de qualquer item

Horário de funcionamento da unidade: De segunda-feira a sábado, das 7h às 22h, e aos domingos e feriados, das 7h às 20h.

26 de agosto de 2022 0 Comentários
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Negócios

O que a pessoa com Auxílio-Brasil no bolso quer colocar no carrinho?

De Administrador SH 25 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Pesquisa relaciona os itens que os beneficiários desejam levar para casa com a ajuda governamental

Em meio aos altos preços dos alimentos, que continuam subindo apesar da deflação de 0,73% registrada no IPCA-15, do IBGE, e que atingem principalmente os mais vulneráveis, uma pesquisa aponta que 76% dos beneficiários do Auxílio Brasil deixaram de comprar itens essenciais de alimentação e higiene pessoal.

Para esse grupo, carne bovina (80%), de frango (45,3%), leites e derivados (57%) e produtos de limpeza (43,6%) e higiene pessoal (41%) são as prioridades neste mês de agosto, quando passou a ser depositado o benefício de R$ 600, turbinado em meio a ampliação de benefícios sociais às vésperas da eleição. É o carrinho de compras que pretendem fazer com o benefício.

O levantamento é da Associação de Supermercados do Estado do Rio (Asserj), que ouviu 425 consumidores nos últimos dois fins de semana em quatro supermercados das zonas Norte e Oeste do Rio. Do total, 41,6% responderam que recebem algum benefício do governo federal, principalmente o Auxílio Brasil.

O calendário de agosto do benefício começou no dia 9 e terminou na última segunda-feira (dia 22). Além do acréscimo de R$ 200 – válido até dezembro – também foram depositados os R$ 110 relativos ao vale-gás, recebido por 5,6 das 20,3 milhões de famílias que recebem o Auxílio Brasil neste mês.

A diferença no valor do auxílio foi sentida por Luciana Ferreira, de 30 anos, mas não o suficiente para as necessidades básicas dela e dos três filhos, de 5, 7 e 11 anos. Com os R$ 710 referentes ao benefício de agosto, incluindo o vale-gás, a moradora de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, gastou boa parte do valor com alimentos.

O gás da casa, no entanto, acabou antes do previsto e ela precisou pegar emprestado parte do valor para comprar outro botijão.

– Comprei um pouco de carne, antes só estava conseguindo pagar pela carcaça, que é mais barata. Também comprei iogurte e uns biscoitos para as crianças e mais feijão e arroz, que antes só conseguia comprar aos poucos, de 1 kg em 1 kg, com o dinheiro que tinha na mão.

Paola Loureiro Carvalho, diretora de Relações Internacionais e institucionais da Rede Brasileira de Renda Básica (RBRB), lembra, no entanto, que o alívio sentido pelas famílias com o acréscimo dos R$ 200 é temporário. A partir de janeiro, o benefício volta aos R$ 400, de acordo com a lei em vigor.

Ela defende que o valor não dá conta da necessidade das famílias. Pelos dados mais recentes do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a cesta básica no Rio é a quarta mais cara do país, de R$ 733,14, e consome 65,39% do salário-mínimo.

– Quando discutimos em 2020 os R$ 600 do Auxílio Emergencial, ao contrário do que o governo federal queria, defendíamos que era o que mais se aproximava do valor da cesta básica, o que hoje não é mais uma realidade – afirma. – O valor é uniforme dentro do programa, mas as realidades são diferentes. Uma família mais numerosa recebe os mesmos R$ 600 que uma família de duas ou três pessoas. Ele é importante pela situação da inflação e do peso que isso causa aos mais pobres, mas é apenas uma resposta ao mínimo necessário que uma família precisa.

Fonte: Por Letícia Lopes, O Globo

25 de agosto de 2022 0 Comentários
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