Atacadão renova equipamentos e bate meta de eficiência energética

Carregadores inteligentes de baterias para empilhadeiras geram economia de 25% nos gastos com energia elétrica

Controlada pelo Carrefour e contando com duzentas e quarenta lojas pelo País, a rede Atacadão segue em processo de expansão e modernização. Buscando a melhoria de seus indicadores de sustentabilidade – e também uma forma de baratear a conta de luz –, a empresa investiu na chamada intralogística, adotando uma nova geração de carregadores de bateria para sua frota de mais de mil empilhadeiras elétricas.

Os equipamentos inteligentes foram implementados nas salas de carregamento de baterias dos centros de distribuição espalhados pelo Brasil. Compatíveis com diferentes modelos de empilhadeiras elétricas e capazes de prover a carga com mais agilidade e eficiência, os equipamentos também ajudam na redução dos gastos com energia elétrica.

Marco Tarantino, gerente de manutenção do Atacadão, aponta a flexibilidade e o ganho de redundância entre as vantagens verificadas durante um ano de uso dos equipamentos. “Os carregadores permitem cargas mais rápidas e, com isso, temos máquinas trabalhando por mais tempo”, diz o gerente de manutenção.

Carregadores de chumbo-ácido

A solução foi desenvolvida pela Fronius, empresa especializada em tecnologia para carregadores de bateria. O Atacadão adotou carregadores de chumbo-ácido da linha Selectiva 4.0, nas versões de 2kW e 8kW.

Os equipamentos têm aquecimento mínimo durante os primeiros minutos de carregamento, característica técnica que ajuda a aumentar a vida útil das baterias das empilhadeiras em cerca de um ano, gerando economia de até 25% de energia elétrica.

Mariana Kroker, gerente comercial da divisão Perfect Charging da Fronius, explica que esses diferenciais se devem ao sistema de resistência interna efetiva, que verifica o nível de carga da bateria e, a partir desse procedimento, faz o carregamento adequado e fornece a quantidade correta de corrente elétrica. “Isso reduz significativamente o consumo de energia e a emissão de CO2 na intralogística”, diz.

Fonte: Mercado e Consumo

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