BIG rastreia toda carne comercializada pela rede

Carne bovina vendida em todos os formatos do grupo tem monitoramento socioambiental no país, inclusive para eliminar trabalho escravo e zonas de desmatamento ilegal

O Grupo BIG, primeira rede varejista do país a monitorar a origem carne bovina produzida nos biomas Amazônia e Cerrado, acaba de ampliar o seu sistema de monitoramento na cadeia produtiva, que garante a procedência dos produtos comercializados pela empresa na categoria.

Com a novidade, as lojas do Sam’s Club e do Maxxi Atacado também passam a ser contempladas pelo sistema de monitoramento e gestão de risco da carne bovina, que até então abrangia as lojas do Varejo do grupo.

Com a ampliação, todas as 398 unidades do Grupo BIG agora adotam a solução desenvolvida para garantir que a carne bovina vendida nas lojas tenha sido produzida dentro de critérios socioambientais, livres de desmatamento ilegal e de trabalho escravo.

O sistema de monitoramento e gestão de risco da carne bovina tem como diferencial integrar, em uma mesma ferramenta, os dados de satélite que mapeiam, ao longo da cadeia, o desmatamento ilegal e a demarcação de terras indígenas e unidades de conservação, além das informações de listas públicas de áreas embargadas e uso de trabalho escravo.

Por meio da parceria da Agrotools, empresa de soluções digitais para mitigação de risco do agronegócio, o sistema de monitoramento analisa os fornecedores e fazendas que fornecem a carne aos frigoríficos parceiros do Grupo BIG.

Essas informações estão integradas ao sistema de compra de carne de todos os formatos do Grupo BIG, o que permite o compartilhamento ágil das informações com a equipe do departamento comercial.

Desta forma, é possível saber se há algum risco ambiental ou social na compra do produto de determinada fazenda antes de receber o pedido. Dependendo do risco identificado pelo sistema, como desmatamento ilegal ou trabalho escravo, o sistema suspende o pedido de compra e envia a notificação para o fornecedor de forma imediata, podendo bloquear a planta fabril.

A empresa só volta a negociar produtos de origens da planta fabril/fazenda após comprovação de que os problemas foram resolvidos.

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