Delivery próprio e apps disputam atenção no e-commerce

Supermercados dos EUA investem em estruturas próprias para aumentar margens e controlar o relacionamento com o cliente; delivery deverá responder pela maior parte das vendas online de alimentos até 2025

O delivery de alimentos no e-commerce americano deverá alcançar US$ 79,71 bilhões neste ano, um crescimento de 11,4%, de acordo com a eMarketer. Dessa forma, apesar de uma desaceleração em relação aos 41,7% de alta no ano passado, o delivery caminha para responder pela maior parte das vendas online de alimentos até 2025.

Para os supermercadistas americanos, isso representa um desafio adicional: é preciso repensar a logística para aumentar a possibilidade de entregas no mesmo dia, seja a partir das lojas físicas (ship from store) ou de uma estrutura de distribuição dedicada. O problema é que nem toda empresa tem capacidade de investir pesado em soluções próprias, o que abre oportunidades para aplicativos e serviços de entregas como o Instacart (ou Rappi e iFood no Brasil).

Embora terceirizar a logística represente perda de rentabilidade e, principalmente, do relacionamento com o cliente (que fica com o aplicativo), esse também é um modelo em forte expansão: 215% de crescimento em 2020, segundo a eMarketer, representando quase 39% das entregas do e-commerce de alimentos nos EUA.

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