Maioria dos brasileiros comprou mais snacks na pandemia


Estudo da Mondelēz também revela como está participação do e-commerce nas vendas desta categoria

A Mondelēz International realizou um estudo de tendências de consumo global que analisa o papel dos snacks na vida dos consumidores em todo o mundo. O relatório revela informações e dados proprietários sobre a mudança de comportamento do consumidor, incluindo hábitos alimentares, tendências de compras e a crescente importância do consumo consciente de snacks durante a pandemia do COVID-19.

Para os brasileiros, consumir snacks durante a pandemia gerou momentos de conforto (44%), recompensa (36%) e alívio (34%). Além disso, 73% dos entrevistados disseram que uma alimentação balanceada pode sim incluir um pouco de indulgência e 71% afirmam que procuram snacks em porções controladas.

“Os resultados de nosso relatório State of Snacking reforçam o papel fundamental que os snacks desempenham na vida dos consumidores brasileiros, a crescente importância deles durante 2020 e os momentos de conforto que o snack proporciona enquanto os indivíduos e famílias ficam em casa e continuam a enfrentar os desafios trazidos pela pandemia”, disse Maria Claudia, Diretora de Assuntos Corporativos e Governamentais da Mondelez Brasil. “Os dados não apenas destacam o valor que os snacks tem para os consumidores, mas nos ajudam a entender ainda melhor as necessidades deles, para que possamos continuar a oferecer o snack certo, no momento certo, feito da maneira certo. Isso é Snacking Made Right”, finaliza.

Desenvolvido em parceria com a The Harris Poll, empresa especialista em pesquisas de consumo, o State of Snacking revela que os snacks continuam a exerum papel importante para as pessoas que buscam conexão, nostalgia, celebração ou um momento de indulgência. No Brasil, 51% dizem estar consumindo mais snacks do que antes da pandemia. Outro ponto destacado pela pesquisa foi a mudança de comportamento dos brasileiros na hora de comprar snacks. Antes da pandemia, 26% compravam online e 74% nas lojas físicas. Com o isolamento social, 43% disseram que começaram a usar os canais digitais para comprar snacks, enquanto 57% mantiveram suas compras nas lojas.

Os principais insights da pesquisa no Brasil:

·         Entre os pais brasileiros, 70% disseram que usam snacks como parte de atividades para manter as crianças entretidas durante a pandemia, como cozinhar, fazer biscoitos ou chocolates.

·         Para enfrentar a pandemia, 68% disseram que estão confiando mais em marcas que conhecem do que em novas.

·         Metade dos entrevistados (51%) disse que não consegue imaginar sua vida sem snacks – alguns dos principais benefícios dos snacks incluem ajudá-los a enfrentar o dia (55%) e nutrir suas mentes, corpo e alma durante esses tempos estranhos (61%).

·         77% dos entrevistados disseram que snacks ajudam a aliviar o stress, pelo menos às vezes.

·         As pessoas buscam snacks que sejam ricos em vitaminas (45%), baixo em açúcar, carboidratos e gorduras (34%), feito de ingredientes naturais e orgânicos (31%), que aumentam a imunidade (28%) e sejam baixos em calorias (27%).

·         Dos brasileiros que procuram snacks em porções controladas, 41% disseram que isso ajuda a aproveitar o momento de indulgência sem culpa, enquanto 34% afirmaram ter mais consciência do que estão comendo.

·         81% afirmaram que comprar snacks online foi mais fácil do imaginavam e 75% planejam continuar comprando snacks online após o fim da pandemia.

·         92% das pessoas disseram estão conscientes sobre a sua saúde, um aumento de 10% em relação a pesquisa 2019.

A pesquisa foi realizada com milhares de consumidores em 12 países e o objetivo é compreender melhor o papel que os snacks desempenham na vida das pessoas. Os dados destacam o crescimento dos snacks em todo o mundo e como o comportamento, o sentimento e as rotinas em torno dos alimentos estão sendo remodelados pelo COVID-19:

·         Mais da metade dos entrevistados disse que consumir snacks foi como um refúgio durante a pandemia (52%), especialmente os pais que trabalham em casa (69%).

·         O snack é um antídoto para a solidão e uma via para a conexão, pois 3 em cada 4 adultos no mundo fizeram uma conexão com outras pessoas por meio de comida em 2020(77%), incluindo fazer um lanche juntos (40%), dar um snack como um presente (31%), ou fazer compras de supermercado para alguém que não podia ir por conta própria (29%).

Os consumidores também continuam a destacar a importância dos snacks que lhes permitem levar estilos de vida mais saudáveis e aumentar o bem-estar emocional:

·         Comer snacks em casa está oferecendo às pessoas mais oportunidades de consumo consciente, com dois terços (66%) dos entrevistados observando que agora têm mais controle sobre o tamanho das porções ingeridas e que agora estão mais conscientes dos snacks de que seu corpo precisa (64%).

·         Os snacks também nutrem seu “corpo, mente e alma durante esses tempos estranhos” (64%), com aqueles que reforçam a imunidade em destaque (56%), e quase dois terços dos entrevistados notaram que comer snacks lhes rendeu ” momentos muito necessários” para si próprios (65%).

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