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Negócios

DM, de cartões, fecha compra da Finansinos e prevê girar R$ 10 bi em 24

De Administrador SH 3 de julho de 2022
Escrito por Administrador SH

Por conta da pandemia, compra estava parada no Banco Central desde o fim de 2019 e só agora ocorreu a assinatura final

A DM Financeira, que atua no segmento de cartões private label para o varejo, acaba de finalizar um movimento que vai permitir ao negócio dobrar o volume total de pagamentos (TPV) dentro de dois anos. A companhia processa hoje um volume financeiro, via cartões, de R$ 5 bilhões e vai ter condições para elevar esse total a R$ 10 bilhões até o fim de 2024.

Em busca de financeiras de prateleira, ou seja, que tivessem caído em desuso, a companhia comprou, no fim de 2019, a Finansinos, um grupo da Região Sul do Brasil.

Com a pandemia no meio, os processos de aprovação do Banco Central (BC) ficaram parados e só agora a assinatura final aconteceu. O fato relevante foi divulgado na noite de quinta-feira.

Com os registros da Finansinos junto ao BC dentro de casa, a DM vai poder buscar funding para sua operação de concessão de crédito via cartão em condições muito mais interessantes. No lugar de contar apenas com mercado de capitais, com instrumentos como FIDCs, debêntures e securitizações, poderá captar via Fundo Garantidor de Crédito (FGC), usando ferramentas como letras de câmbio e recibos de depósitos bancários (RDB), entre outros.

“Muitas novas frentes de crescimento se abrem a partir de agora”, explica Tharik Moura, diretor de operações da DM. A companhia vem, ao longo dos últimos três anos, se preparando para esse momento. “A gente percebeu que, ou nos estruturávamos para crescer com força, ou seríamos engolidos”, relembra. “Naquele momento, abria uma fintech por dia no Brasil”, brinca.

A novidade vem a calhar, considerando o cenário de aumento do custo de funding com a alta da taxa de juros. O executivo explica que a DM não colocou o pé no freio, mas tirou do acelerador. A carteira de ativos cresceu 60% no último ano, para R$ 850 milhões. Neste ano, a expansão deve ficar em torno de 30%, mas com as margens preservadas. Ciente do aumento da inadimplência, a estratégia da empresa foi aumentar a venda de serviços e produtos nos melhores clientes e segurar o ritmo de crescimento da carteira.

Além de organizar a governança, a companhia também investiu para azeitar toda sua plataforma. Em abril, esses esforços culminaram em um aporte de R$ 100 milhões pela Vinci Partners. Agora, com a flexibilidade que a Finansinos agrega, a empresa vai não só seguir a expansão na frente de cartões, como também se prepara para experimentar novas frentes.

Fundada em 2002, em São José dos Campos (SP), por Denis Correia e Moisés Souza, a DM tem atualmente 300 clientes. O foco hoje está principalmente no varejo de supermercados, com quase 95% da operação. “Já fomos focados no pequeno varejo. Hoje, não precisamos ficar restritos. Nosso maior cliente, a BH Supermercados, tem receita anual de R$ 12 bilhões e é a 6ª maior rede do país”, diz, citando outros nomes da carteira como a rede Zaragoza e Sonda.

No front, está a entrada no setor de vestuários e utensílios. Um primeiro contrato foi fechado já neste mês. A estimativa de Moura é que os clientes atuais tenham um faturamento somado da ordem R$ 35 bilhões ao ano. Somente nas negociações em andamento, há cerca de 20 e 30 potenciais novos, com receita anual somada e R$ 50 bilhões. “Alguns contratos serão fechados ainda neste ano”, conta.

Porém há ainda mais sendo feito. A DM já está tateando outras oportunidades que vão além da expansão da carteira de clientes, como a entrada no ramo de crediário, que ganhou o título gourmetizado de buy now, pay latter, e até mesmo partir para o mercado B2C, com a administração de cartões vendidos diretamente à pessoa física.

“O Brasil tem 30 milhões de desbancarizados e nós temos 1,2 milhão de clientes ativos. É um espaço enorme ainda a explorar. Mas sabemos que é preciso ir com cuidado”, ressalta Moura. A DM já tem 118 mil clientes diretos de cartões sem ter feito nenhum esforço de divulgação. A expectativa é colocar esse produto na rua no começo de 2023.

Do contrário, sabe que vai prejudicar as conquistas já realizadas. Neste ano, a empresa inaugurou sua participação na Pesquisa Nacional de Cartões de Crédito (PNCC), realizada pela CardMonitor, e conseguiu desempenho impressionante. Tem a melhor nota referente ao serviço de SAC entre bancos e varejistas, a segunda melhor nota como aplicativo e a terceira maior, entre bancos e varejistas, de forma geral. Vale a velha máxima: construir toma tempo e esforço, enquanto destruir é rápido. Por isso, o ritmo cauteloso com as novidades.

Fonte: Graziella Valenti, Exame

3 de julho de 2022 0 Comentários
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Negócios

Fusão de peso global no segmento de pesquisa de mercado

De Administrador SH 3 de julho de 2022
Escrito por Administrador SH

Empresas vão somar expertises com dados e ativos para junto ao comprador na loja, antecipar tendências de consumo

NielsenIQ e GfK anunciaram um acordo de fusão, criando novas capacidades no setor de medição de consumo e varejo. A combinação reunirá dados complementares e ativos de análise para fornecer uma visão dos gastos do comprador por meio de uma leitura da loja, permitindo que os clientes antecipem tendências e reajam mais rapidamente às necessidades. Os termos do acordo não foram revelados.

A transação deverá ser concluída no final deste ano ou no início do próximo ano, sujeita ao cumprimento das condições habituais de fechamento. Até o fechamento, a NielsenIQ e a GfK permanecerão como empresas independentes focadas em suas atuais estratégias e planos de crescimento.

A posição de liderança da GfK em tecnologia e bens duráveis ​​em 67 países combinada com a posição de liderança da NielsenIQ na medição de bens de consumo rápido em 90 países permitirão a expansão nos setores tradicionais de clientes das empresas, bem como em novos segmentos de mercado.

“No ano passado, a NielsenIQ investiu tanto orgânica quanto inorganicamente na cobertura mais abrangente, tecnologias avançadas e análises preditivas para permitir que nossos clientes tenham uma compreensão completa de seus consumidores”, disse Jim Peck, presidente executivo e diretor executivo da Nielsen IQ.

Com esta transação, a Advent se tornará a acionista majoritária da empresa combinada. A Advent adquiriu a NielsenIQ em uma transação fechada em 2021. “Vemos um tremendo potencial para construir as marcas fortes e plataformas de ponta das duas empresas”, disse Chris Egan, sócio-gerente da Advent.

Desde a cisão da GfK da NIM em 1984, a NIM tem sido o acionista majoritário da empresa e continuará sendo um dos principais acionistas da nova empresa combinada. Com base na transação, o NIM poderá impulsionar e acelerar ainda mais seu desenvolvimento como instituto de pesquisa internacional líder.

Juntamente com a NIM, a KKR continuará investindo na empresa combinada como acionista minoritário. A empresa de investimento global tornou a GfK privada ao lado da NIM em 2017 para apoiar a transformação estratégica e preparar o caminho para o crescimento sustentável.

Fonte: Valor, AP

3 de julho de 2022 0 Comentários
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Negócios

Consumo de cerveja premium deve estacionar

De Administrador SH 3 de julho de 2022
Escrito por Administrador SH

Indústria e varejo estimam as vendas até a Copa, no final do ano. Tabelas de preço são diferenciadas entre supermercados e segmento de bares e restaurantes

A escalada inflacionária que se disseminou por produtos e serviços no Brasil nos últimos meses atingiu um item sensível na cesta de consumo: a cerveja. O país é o terceiro maior consumidor mundial do produto, depois da China e dos Estados Unidos. Segundo dados da empresa de pesquisas Nielsen, obtidos pela Folha, o preço da bebida avançou 11,1% entre junho de 2021 e maio de 2022, período em que o consumo em volume cresceu 9,5%.

Na comparação com o ano anterior (junho de 2020 a maio de 2021), porém, houve alta de 11,2% no preço e queda de 8,2% no volume, o que demonstra uma freada no consumo por causa da inflação. O recuo ocorre em um momento de retomada do movimento em bares e restaurantes, com o avanço da vacinação contra a Covid-19 e o fim das restrições.

A conjuntura que envolve o aumento do preço dos insumos da cerveja (como cevada e malte, em razão da Guerra na Ucrânia), a alta do preço dos combustíveis (que encarece a logística), e a perda do poder de compra do brasileiro (cada vez mais pressionado pela inflação generalizada) levou a um pacto entre a indústria e os bares, principal canal de venda da bebida: o reajuste de preços para esses estabelecimentos deve ser menor que o reajuste praticado para os supermercados.

“Os preços vêm subindo paulatinamente por diferentes fatores nos últimos meses, e existe uma expectativa de novo aumento entre agosto e outubro”, diz Paulo Solmucci Júnior, presidente da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes). “Mas negociamos com os grandes fabricantes um repasse menor aos bares e restaurantes, que enfrentam um momento delicado, apenas 40% deles estão tendo lucro depois da pandemia”, diz Solmucci. “Há um compromisso das indústrias nesse sentido.”

O executivo destaca os dados mais recentes do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), referentes a maio, que apontam uma variação de 5,22% no preço da cerveja nos bares nos últimos 12 meses, e de 9,38% nos domicílios.

Procuradas pela reportagem para falar sobre novos aumentos de preço nos produtos, as três grandes fabricantes do país —Ambev, Heineken e o grupo Petrópolis (dono da Itaipava)— não quiseram dar entrevistas.

Mas reportagem do jornal americano The Wall Street Journal revela que a AB Inbev, dona da Ambev, percebeu estar atrasada em relação aos aumentos de custos em certos mercados, como Brasil e Estados Unidos, por causa da inflação acelerada desde o início do ano, apesar das atualizações regulares de preços. O jornal ouviu o principal executivo de finanças da AB Inbev, Fernando Tennenbaum.

“É um círculo vicioso: à medida que o preço sobe, as pessoas compram menos”, diz Ciro Medeiros, gerente de atendimento de fabricantes de bebidas da Nielsen. “O auxílio emergencial, no primeiro ano da pandemia, ajudou o consumo, mas, com o aperto na renda das famílias, a tendência é que as vendas continuem em queda, com algum refresco no último bimestre, em razão da Copa do Mundo e das festas de fim de ano.”

De acordo com Medeiros, diferentemente de outras categorias relacionadas, à “indulgência” do consumidor —fora da cesta básica, como biscoitos e chocolates—, em que é possível oferecer o mesmo produto em embalagens menores para conter a alta de preço, a venda de cerveja não funciona com esta estratégia.

“Em vez disso, a indústria prefere trabalhar com embalagens retornáveis, de vidro”, diz o consultor. “É uma embalagem mais cara que a de alumínio, por exemplo, mas ela pode ser usada várias vezes.”

Em nota, a Ambev, que concentra pouco mais de 60% do mercado de cervejas do país, informou que a aposta nos retornáveis é o seu foco neste momento, pela sustentabilidade e pela redução de preço ao consumidor. Essa é a principal embalagem comercializada nos bares e restaurantes.

De acordo com Solmucci, da Abrasel, cerca de 60% da receita dos bares vem da cerveja, enquanto nos restaurantes essa fatia é de 20%. “Os bares não conseguem repassar o aumento cheio ao consumidor, daí a importância desse tipo de acordo com a indústria”, afirma.

MENOS PREMIUM, MAIS CERVEJA DE PREÇO MÉDIO

Já do ponto de vista dos fabricantes, os bares e restaurantes responderam por 59% das vendas em volume no ano passado, segundo dados da empresa de pesquisas Euromonitor. Neste ano, a fatia desses estabelecimentos deve encolher dois pontos percentuais, para 57%, enquanto os supermercados vão ficar com 43% das vendas em volume, informa a empresa de pesquisas.

“A tendência é que mais gente procure a cerveja nos supermercados, um canal que oferece preços mais baixos que o bar”, diz Rodrigo Mattos, analista da Euromonitor. Nesse sentido, a busca por uma cerveja premium, que compense a economia de trocar a mesa do bar pela sala de casa, deve sofrer impacto.

“Vamos ver um aumento da venda de cervejas mainstream, de preço médio”, diz Mattos, destacando que este movimento deve ser visto principalmente neste ano nos supermercados. A venda de premium, por sua vez, tende a estacionar.

OS MAIORES BEBEDORES MUNDIAIS DE CERVEJA

Ranking dos países com maior consumo da bebida, segundo a Euromonitor

1° China

2° Estados Unidos

3º Brasil

4º México

5º Alemanha

O analista Marcelo Monteiro, da Lafis Consultoria, concorda. “Vamos ver uma troca das marcas premium pelas tradicionais de preço médio”, diz Monteiro. “Aquele consumidor que estava se acostumando a comprar as cervejas mais caras, para tomar em casa, tende a voltar para as mainstream”, diz.

De acordo com Monteiro, apesar de as perspectivas para o mercado de trabalho serem melhores no segundo semestre, a renda não cresce por causa da inflação de dois dígitos. “Em razão da Copa e das festas de fim de ano, a queda no consumo pode desacelerar, de 8% para 4% ou 5%”, afirma. “Mas os preços vão continuar subindo, em alta até maior, de 14%, porque não há fatores que barrem a atual escalada de preços.”

Fonte: Daniele Madureira, Folha SP

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Negócios

Mondelez aposta na indulgência online por chocolates

De Administrador SH 30 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Diretora de Marketing, Fabíola Menezes, conta que na pandemia, o brasileiro aprendeu e gostou de comprar chocolates nos e-commerces dos supermercados

Com marcas de chocolate com relevante valor afetivo e que fazem parte do dia a dia de grande parte da população brasileira (como Bis, Lacta, Ouro Branco e Sonho de Valsa), a Mondelez continua inovando.

Em conversa com o Portal, a Diretora Sênior de Marketing de Chocolate da Mondelez Brasil, Fabiola Menezes, falou sobre os lançamentos mais recentes da empresa e sobre as estratégias para, mesmo diante da pressão inflacionária, continuar cabendo no bolso dos brasileiros.

Crescimento das vendas online

Se por um lado os produtos de Páscoa ficaram 40% mais caros em 2022, segundo levantamento da Associação Paulista de Supermercados, Fabiola afirma que o consumo de chocolates na data mais importante deste mercado não recuou. “A Páscoa cresce este ano não só em valor, mas também em volume (de vendas)”, afirma a executiva.

Um dos principais motores para este crescimento celebrado por Fabiola foi o aumento de vendas online. De acordo com dados da Neotrust, empresa de inteligência que monitora o e-commerce brasileiro, a Páscoa 2022 teve vendas online 8,8% maiores do que em 2021, gerando um faturamento de R$ 6,5 bilhões ao e-commerce do país.

Para a Mondelez, os números foram ainda mais expressivos no ambiente digital: as vendas cresceram 35% em relação à Páscoa do ano passado. “Nós percebemos que, durante os anos pandêmicos, o consumidor aprendeu a fazer as compras online, e nós estamos oferecendo um serviço no nosso e-commerce que faz com que o nosso consumidor tenha mais conforto”, explica Fabiola.

Diminuição dos formatos

Outro fator estratégico para manter o chocolate no orçamento dos consumidores é a oferta de chocolates e tamanhos menores. A mesma pesquisa da Neotrust sobre a Páscoa, indica que a categoria que mais cresceu neste ano em relação a 2021 foi a de bombons, com alta de 137,3% no faturamento e de 251,3% no número de pedidos; já a venda online de ovos de Páscoa teve queda, com redução de 22,7% no faturamento e de 17,3% no número de pedidos em comparação a 2021.

Na Mondelez, a aposta foi preservar a cultura do ovo como presente na Páscoa, mas oferecer opções menores para garantir o acesso ao produto. Os ovinhos de 54g recheados Oreo e Lacta Diamante Negro foram estratégicos para impulsionar as vendas no período. “ O mini egg foi o lançamento da Lacta neste ano para ser justamente aquela lembrancinha. Você quer presentear, mas você quer ter uma lembrancinha para presentear mais pessoas”, afirma a diretora da Mondelez.

Executiva de marketing e inovação

Com mais de 20 anos de experiência em bens de consumo, Fabiola Menezes já atuou nas áreas de branding, marketing e inovação de multinacionais como Kimberly-Clark, Seara Alimentos e BRF.

A vasta experiência em desenvolvimento de marcas, negócios e inovação em diferentes setores também garantiram a atuação de Fabiola como consultora de branding e inovação. Há quase três anos, a executiva faz parte do time da Mondelez Brasil, onde atualmente é Diretora Sênior de Marketing de Chocolates, responsável por marcas como Lacta e BIS. Anteriormente, atuou como Diretora de Marketing de Biscoitos, cuidando de marcas como Oreo, Club Social, Trakinas e Belvita. Na companhia também esteve à frente da área de Inovação e Páscoa.

Fonte: Luciana Pioto, Yahoo Finanças

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Negócios

Top 15 do Ranking Abras abre 54° supermercado

De Administrador SH 30 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Rede Savegnago acaba de entregar quarta loja na mesma cidade, detentora de um grande potencial econômico

A Rede Savegnago de Supermercados inaugurou mais uma unidade em Campinas. Trata-se da quarta loja na cidade, que gerou 200 novas oportunidades de emprego para o fortalecimento da economia local.

A loja 53 está localizada na Avenida Orosimbo Maia, 1309, na Vila Itapura, e conta com estrutura prática e moderna em um amplo espaço com 2.400 m² de área de vendas, em ambiente totalmente climatizado para oferecer uma experiência de qualidade ao cliente.

Possui adega com vinhos nacionais, importados e destilados com mais de 500 rótulos; espaço de cervejas especiais e premium; além de padaria com mix de pães artesanais e especiais; bem como área de alimentação saudável com produtos sem glúten, sem lactose, integrais e orgânicos.

Na unidade há também Açougue nota 10, com garantia de procedência; área exclusiva com produtos Swift; um empório com variedade em frios, embutidos e com serviço de fatiamento na hora; e ainda uma rotisseria e espaço gourmet com sucos, lanches e salgados.

Para maior comodidade dos clientes, a nova loja da rede conta com um setor de bebidas geladas; bem como um moderno setor de hortifrúti com produtos frescos, diretos do produtor, além de itens fracionados e autosserviço de frutas.

E oferece ainda uma área com variedade de flores e plantas; perfumaria com produtos de maquiagens e cuidados pessoais; e serviços como lotérica e diversas lojas para atender os consumidores.

“Foi o reconhecimento do público que fez, em tão pouco tempo, chegarmos a mais uma unidade em Campinas. Por isso, nosso empenho segue voltado a oferecer uma excelente experiência de compras aos nossos clientes para que a rede se consolide ainda mais na cidade e região”, avalia Chalim Savegnago, presidente-executivo da rede.

Sobre a unidade

A loja 53, a quarta da rede Savegnago em Campinas, é a 54º em funcionamento no estado de São Paulo, e gerou 200 novas vagas de emprego diretos.

Conta com estacionamento coberto com 234 vagas para veículos, 20 pontos de check-outs (caixas) e 4 terminais de self check-outs (caixas de autoatendimento). O funcionamento é de segunda-feira a sábado, das 07h às 22h, e aos domingos e feriados, das 07h às 20h.

A Rede Forte do Interior

Fundada há 45 anos, a Rede Savegnago conta atualmente com 54 lojas em funcionamento em 18 cidades, quatro postos de combustível, dois centros de distribuição, além de um Centro Comercial, um Savegnago Prático e um moderno centro administrativo na cidade de Sertãozinho, matriz do grupo, que juntos geram mais de 10 mil postos de trabalho.

Em seu projeto de expansão, a rede pretende inaugurar mais três lojas, em seu crescimento orgânico, sendo em Piracicaba, Limeira e Leme. Além das unidades adquiridas do Grupo Peralta nos formatos: 4 lojas no padrão Savegnago (varejo); 4 no conceito Cash & Carry; e 5 lojas no conceito Savegnago Prático. Com a expansão, a rede alcançará o total de 70 lojas em 23 municípios do interior de São Paulo e a geração de mais de 13.500 postos de trabalho.

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Internacional

Inflação corrói poder aquisitivo das famílias americanas

De Administrador SH 30 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Nos supermercados dos EUA, clientes encontram produtos remarcados por quebra na cadeia de abastecimento e Guerra da Ucrânia

O ritmo de gastos das famílias americanas desacelerou em maio por efeito da inflação elevada e da renda insuficiente para compensar o aumento de preços, o que poderia agradar ao Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos.

Em maio, o consumo das famílias cresceu 0,2% contra 0,6% em abril, e as receitas aumentaram 0,5%, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (30) pelo Departamento de Comércio.

Em paralelo, a inflação de maio foi de 0,6%, contra 0,2% em abril. Em estimativa anual, a inflação se estabilizou em 6,3%, segundo o índice PCE, o indicador preferido do Fed.

Outro índice de inflação, o IPC, publicado pelo Departamento de Trabalho e utilizado especialmente para calcular as aposentadorias, teve um aumento maior em 12 meses: 8,6%.

Ambos os indicadores são calculados a partir de cestas de produtos distintas, o que explica a diferença.

A inflação que corrói o poder aquisitivo e causa embaraço ao presidente Joe Biden ameaça o crescimento econômico e o consumo, o pulmão da maior economia mundial.

Já no primeiro trimestre, o PIB americano caiu mais que o previsto inicialmente, 1,6% em 12 meses, devido a uma revisão para baixo dos gastos de consumo pessoal.

“Em termos reais”, ou seja, ajustados pela inflação, “o consumo caiu 0,4%”, disse Rubeela Farooqi, economista-chefe da consultoria High Frequency Economics em nota. E “a renda disponível das famílias se debilitou”, acrescentou.

“O enfraquecimento do PCE corrigido pela inflação em maio é um sinal de alarme sobre a trajetória futura do crescimento”, disse.

“Se em junho os gastos se mantiverem no mesmo nível de maio, o consumo desacelerará no segundo trimestre para apenas 0,9% em estimativa anual, contra 1,8% do primeiro trimestre e 2,5% do quarto” de 2021.

Essa desaceleração poderia agradar ao Fed, que vem subindo agressivamente as taxas básicas de juros desde março, para moderar a demanda e, por consequência, a pressão sobre os preços.

O presidente do banco central, Jerome Powell, disse que a entidade tem a intenção de subir ainda mais os juros até o fim deste ano.

Durante a pandemia, os americanos economizaram muito, graças aos auxílios do governo e à impossibilidade de consumir devido às medidas de confinamento e à restrição das atividades.

Depois, a forte recuperação da demanda, combinada com os problemas nas cadeias de abastecimento, alimentou o crescimento da inflação, que se viu exacerbada pelo aumento dos preços da energia provocado pela invasão russa da Ucrânia no fim de fevereiro.

A inflação subjacente, que exclui os preços voláteis dos alimentos e da energia, foi de 0,3% em maio, o mesmo índice registrado em abril.

Ian Shepherdson, economista-chefe da consultoria Pantheon Macroeconomics, assinala que o aumento médio de três meses caiu para o ritmo mais baixo desde novembro, e observa que se trata de “uma forte queda desde o pico de 5,7% de fevereiro”.

“Uma combinação de desaceleração dos aumentos salariais, uma inflação de margem mais fraca e um dólar mais forte começam a causar uma desaceleração acentuada da inflação subjacente”, disse, embora “ainda haja muito o que fazer”.

Brian Deese, principal conselheiro econômico da Casa Branca, deu boas-vindas à “moderação” da inflação subjacente nos últimos três meses.

Embora não possa influenciar nos preços da energia, o governo está “especialmente focado” nos setores em que há concentração de empresas e preços “excepcionalmente altos”.

A meta do Fed é manter a inflação em torno de 2%, que considera ótima para a economia.

Alguns economistas estimam que uma desaceleração da inflação poderia vir acompanhada de uma breve recessão. Por ora, o Fed acredita que é possível evitá-la.

E, segundo Rubeela Farooqi, não é provável que os dados publicados nesta quinta mudem o seu rumo.

“Com a ameaça de uma inflação persistente em primeiro plano, é pouco provável que esses dados alterem a trajetória das taxas de juros, que se mantêm firmes no caminho de um aumento”, disse Farooqi em uma análise.

Fonte: Isto É Dinheiro

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Internacional

Walmart cria “loja de conveniência virtual”

De Administrador SH 30 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Projeto-piloto em parceria com a Instacart em Toronto, no Canadá, quer entregar alimentos e outros produtos para os clientes em no máximo 30 minutos

O Walmart fechou uma parceria com a startup de delivery Instacart para um projeto-piloto de uma espécie de “loja de conveniência virtual”. O Walmart Now, em Toronto, no Canadá, vende alimentos, salgadinhos, itens de limpeza e outros produtos de conveniência, com entrega em no máximo 30 minutos.

O modelo de negócios usará a rede de lojas físicas do Walmart na região para atender cerca de 40% das residências da região metropolitana de Toronto com cerca de 4.000 itens entre os mais vendidos na empresa. O Walmart Now é acessado exclusivamente online e o fulfillment é realizado a partir das lojas físicas, com delivery pelo Instacart.

“Queremos mudar a forma como os canadenses compram online. O Walmart Now é muito importante no nosso roadmap para criar formas rápidas, simples e convenientes de atender os clientes”, afirma Laurent Duray, Chief E-commerce Officer do Walmart no Canadá.

No varejo canadense, o Walmart conta com cerca de 400 pontos de venda. A empresa trabalha com o Instacart no país desde 2018, oferecendo entregas em até uma hora a partir de mais de 250 lojas no varejo canadense. O Walmart Now reduz pela metade o tempo de delivery, a partir da demanda dos consumidores.

“Os clientes esperam hoje conveniência e entregas rápidas, junto com amplas opções de produtos”, comenta Chris Rogers, vice-presidente de varejo da Instacart. “A parceria com o Walmart facilita o acesso para que os consumidores tenham os produtos que desejam, na hora que desejam”, acrescenta.

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Negócios

Nestlé inaugura primeiro Centro de Distribuição regional brasileiro

De Administrador SH 30 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Companhia prevê agilizar as entregas e comercializar mais de 150 toneladas de alimentos por dia

Gigante da indústria alimentícia, a Nestlé anunciou a abertura de seu primeiro centro de distribuição regional no Brasil – o município escolhido foi Nova Santa Rita, no Rio Grande do Sul. Com a unidade, em atividade desde maio deste ano, a empresa projeta a comercialização de mais de 22 mil toneladas de produtos.  Segundo a empresa, o investimento logístico ao longo do ano na unidade deve ficar em torno de R$ 30 milhões.

Segundo o diretor de Logística da Nestlé Brasil, Alexandre Teixeira, a novidade integra a estratégia da empresa de investir no modelo de distribuição regional, que deve ser expandido no País. “Este é o primeiro CD regional de muitos que estão por vir. Estamos realizando estudos de mercado em outros estados e devemos anunciar novos pontos pelo Brasil ainda este ano”, prevê o executivo.

O novo espaço tem capacidade operacional para expedir 150 toneladas de produtos por dia e armazenar 7.500 pallets, o equivalente a mais de mil itens. Segundo a Nestlé, o CD funciona em parceria com a operadora logística Renovação, que já possui experiência com o atendimento à marca na região.

A escolha do local, de acordo com Teixeira, se deu pelo crescimento do mercado “em ritmo acelerado” no Sul brasileiro. “O novo CD foi criado para estarmos cada vez mais perto de nossos clientes, permitindo um abastecimento eficiente e ágil. Graças à implementação do estoque local, conseguimos reduzir nossos prazos de entregas na região em mais de 80%, além de trazer mais velocidade na resposta às demandas dos clientes”, explica.

Para Nova Santa Rita, que também sedia uma unidade distribuidora da Amazon, a implementação do CD da Nestlé representa mais um ganho para a economia local. O prefeito Rodrigo Battistella destaca a geração de empregos no município – 140 colaboradores diretos e indiretos atuam no local, de acordo com a Nestlé.

“Estamos muito felizes com a ampliação da produção da empresa Nestlé na nossa cidade. Vai aumentar 80% a sua capacidade de distribuição e se tornará um CD regional da empresa, que já gera mais de 150 empregos diretos indiretos, que já está estabelecido em nossa cidade e agora, com mais de 20 mil metros de área construída, vai ampliar sua produção”, relata o gestor municipal.

Battistella considera Nova Santa Rita como ponto estratégico para o transporte de mercadorias, devido ao acesso a quatro modais logísticos: rodoviário, através da BR-386 e a rodovia expressa ligada à BR-448; hidroviário, com a presença de três rios nos limites da cidade; ferroviário, que se estende até o polo petroquímico da região; e aeroportuário, já que o município da Região Metropolitana fica a 20 minutos do Aeroporto Internacional de Porto Alegre.

“Tudo isso vem trazendo gigantes empresas como a Nestlé e a Amazon para a nossa cidade, que além de ficar perto de um mercado consumidor muito grande, tem todos esses modais logísticos que fazem com que elas tenham um diferencial competitivo perante às suas concorrentes, entregando mais rápido o seus produtos”, constata o prefeito.

Fonte: Jornal do Comércio

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Negócios

Multinacional de alimentos ganha mercado em itens de consumo básico

De Administrador SH 30 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Operação brasileira da General Mills é uma das cinco maiores fora dos EUA

Dona da Yoki e da Kitano no Brasil, a fabricante americana de alimentos General Mills conseguiu, apesar da crescente inflação em todo o mundo, registrar crescimento de receita e lucro líquido no ano fiscal de 2022, encerrado em 29 de maio.

No período, o lucro líquido somou US$ 2,71 bilhões, alta de 15,7% em base anual, e a receita cresceu 5%, para US$ 19 bilhões. O cenário macroeconômico, porém, acendeu a luz amarela para três fatores no ano fiscal de 2023, que começou nos últimos dias de maio: o bolso do consumidor, o ambiente inflacionário e a frequência e gravidade das interrupções na cadeia de suprimentos.

A projeção, informou a General Mills em seu relatório de resultados, é que haja crescimento de dois dígitos no custo de produtos vendidos. “Estimamos que a elasticidade de volume aumente, mas permaneça abaixo dos níveis históricos e as interrupções na cadeia de suprimentos se reduzam lentamente em relação ao ano fiscal de 2022.”

No ano fiscal encerrado em maio, a subida nos preços e as interrupções na cadeia de suprimentos pesaram sobre as margens. Esse efeito negativo foi reduzido por cortes de despesas gerais e de vendas. A empresa também intensificou desinvestimentos, como a venda do negócio Laticínios Carolina no Brasil, em consonância com um movimento de reformular seu portfólio globalmente.

Sem abrir números locais, o presidente da companhia no Brasil, Waldemar Thiago Jr., diz que mesmo com os ventos contrários, a operação registra “crescimento forte”. Esse desempenho colocou o país entre os cinco maiores mercados da empresa fora de Estados Unidos e Canadá. A multinacional opera em mais de 100 países.

“Temos ganhado participação de mercado nas categorias que estamos, como temperos, snacks, batata palha e farofa. Esse crescimento vem, em parte, do mercado que está bem favorável para o portfólio e, também, dos nossos investimentos”, afirma o executivo, destacando que os produtos vendidos são de consumo básico, dentro do lar e que se posicionam em diferentes faixas de preços. No último mês, lançou a linha de temperos premium, a Kitano Reserva, com produtos de maior valor agregado.

Segundo ele, o consumidor busca por economia, mas também quer risco baixo na hora de comprar. “Você tem menor risco quando vai para marcas confiáveis. Como nossas marcas principais são marcas acessíveis, como Yoki e Kitano, não percebemos tanta elasticidade.” Quem tem portfólio com uma marca forte para jogar bem no meio pode até perder numa ponta, mas ganha na outra. Quem opera mais nas pontas pode ser mais pressionado, argumenta.

O executivo reconhece, no entanto, que o cenário exige uma boa calibragem de corte de desperdícios, mix de produtos e reajustes de preços – que “tem acontecido e vão acontecer de acordo com a inflação percebida de insumos”.

A companhia também sentiu a migração das vendas para atacarejos, na busca por menores preços. “É o canal e que mais crescemos e notamos avanço mais acelerado das embalagens grandes. Por isso, lançamos versões maiores das embalagens de farofa e amendoins.” (Colaborou Cristiana Euclydes)

Fonte: Raquel Brandão e Cristiana Euclydes, Valor

30 de junho de 2022 0 Comentários
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InternacionalNegócios

Tesco não aceita tabelas com aumentos da Heinz e produtos somem das gôndolas no Reino Unido

De Administrador SH 29 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Multinacional britânica se nega a repassar reajustes de preços injustificáveis. A queda de braço já ocorreu em janeiro com a Colgate

Heinz e Tesco entraram em desacordo com os aumentos de preços – deixando as prateleiras do varejista sem produtos Beanz e Ketchup.

Entende-se que a gigante do fmcg interrompeu o fornecimento ao varejista, levando a lacunas nas prateleiras de toda a marca Heinz, que abrange várias categorias.

No momento da redação deste artigo, uma vasta gama de SKUs Heinz, incluindo Beanz 4x415g, Sticky Barbecue Sauce 500g, Salad Cream 605g, Baked Beans & Pork Sausages 200g, Beanz No Added Sugar 4x415g Snap Pots 4x200g, Beanz No Added Sugar 200g e Chicken Noodle Sopa de 400g, estavam indisponíveis no site da varejista.

Na loja Crawley Extra da Tesco, visitada pelo The Grocer, ainda havia alguns produtos Heinz disponíveis, mas muitas prateleiras estavam vazias.

Um porta-voz da Tesco disse ao The Grocer que o varejista estava “focado em manter o custo da loja semanal sob controle, oferecendo aos clientes grande valor por meio de nossa combinação de Aldi Price Match, Low Everyday Prices e Clubcard Prices”.

“Com os orçamentos domésticos sob pressão crescente, agora mais do que nunca temos a responsabilidade de garantir que os clientes obtenham o melhor valor possível e não repassaremos aumentos de preços injustificáveis ​​aos nossos clientes”, acrescentou.

“Lamentamos que isso signifique que alguns produtos não estão disponíveis no momento, mas temos muitas alternativas para escolher, incluindo Branston Baked Beans e nossas linhas de marca própria, e esperamos resolver esse problema em breve.”

Pesquisa do The Grocer usando dados da Assosia mostra que os preços aumentaram em toda a linha Heinz nos outros mults nas últimas semanas, com aumentos para mais de 230 SKUs em Sainsbury’s, Morrisons e Asda desde o início de junho [10 w/e 28 de junho de 2022 ].

O preço de um pacote de 4x400g de sua Sopa Creme de Tomate, por exemplo, subiu de £2,50 para £3,50 na Sainsbury’s, enquanto um pacote de 4x200g de Beanz Snap Pots subiu de £2,50 para £2,99 em Morrisons. Uma única lata de 415g de Beanz em Asda subiu de 90p para £1,20 [Assosia].

A disputa em potencial veio à tona em um tweet do CEO da Grocery Insight, Steve Dresser, que especulou que estava relacionado a “desafios sobre aumentos de preços de custo”.

Um porta-voz da Kraft Heinz sugeriu que o preço estava no centro da questão. “No ambiente econômico desafiador de hoje – com o aumento dos custos de commodities e produção – muitos consumidores estão trabalhando com orçamentos apertados”, disse ele.

“Sempre analisamos como podemos fornecer valor por meio de preço, tamanho e embalagens, para que os consumidores possam desfrutar dos produtos que amam e confiam a um preço que funciona dentro de seus orçamentos, sem comprometer a qualidade.”

A Kraft Heinz estava “trabalhando em estreita colaboração com a Tesco para resolver a situação o mais rápido possível” e estava “confiante em uma resolução positiva”, acrescentou.

No início deste ano, os produtos Colgate desapareceram quase inteiramente da Tesco em uma disputa comercial semelhante. O varejista twittou na época que se tratava de um “problema do fornecedor”.

No entanto, quando muitos produtos da Colgate retornaram à Tesco semanas depois, alguns tiveram preços mais altos.

Fonte: The Grocer

29 de junho de 2022 0 Comentários
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