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quarta-feira, maio 27, 2026
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LegislaçãoNegócios

Novas regras dos rótulos nutricionais entram em vigor no segundo semestre

De Administrador SH 20 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Conheça detalhes da legislação para os novos produtos, inclusive os fabricados nas próprias lojas

As novas regras para rotulagem de alimentos entram em vigor no dia 9 de outubro deste ano. Além de mudanças na tabela de informação e nas alegações nutricionais, a novidade será a adoção da rotulagem nutricional frontal.

Novos produtos lançados a partir de 9 de outubro de 2022 já devem estar com os rótulos adequados às novas regras. Para os produtos que já se encontram no mercado até a data, os prazos para adequação são:

• até 9 de outubro de 2023 (12 meses da data de vigência da norma) para os alimentos em geral

• até 9 de outubro de 2024 (24 meses da data de vigência da norma) para os alimentos fabricados por agricultor familiar ou empreendedor familiar rural, empreendimento econômico solidário, microempreendedor individual, agroindústria de pequeno porte, agroindústria artesanal e alimentos produzidos de forma artesanal

• até 9 de outubro de 2025 (36 meses da data de vigência da norma) para as bebidas não alcoólicas em embalagens retornáveis, observando o processo gradual de substituição dos rótulos.

Tabela de informação nutricional

Já conhecida pelos consumidores brasileiros, a Tabela de Informação Nutricional passará por mudanças significativas. A primeira delas é que a tabela passa a ter apenas letras pretas e fundo branco. O objetivo é afastar a possibilidade de uso de contrastes que atrapalhem na legibilidade das informações.   

Outra alteração será nas informações disponibilizadas na tabela. Passará a ser obrigatória a declaração de açúcares totais e adicionados, do valor energético e de nutrientes por 100 g ou 100 ml, para ajudar na comparação de produtos, bem como o número de porções por embalagem.  

Além disso, a tabela deverá estar localizada, em geral, próxima à lista de ingredientes e em superfície contínua, não sendo aceita divisão. Ela não poderá ser apresentada em áreas encobertas, locais deformados ou regiões de difícil visualização. A exceção só se aplica aos produtos em embalagens pequenas (área de rotulagem inferior a 100 cm²), em que a tabela poderá ser apresentada em áreas encobertas, desde que acessíveis.

Rotulagem nutricional frontal

Considerada a maior inovação das novas regras, a rotulagem nutricional frontal é um símbolo informativo que deve constar no painel da frente da embalagem. A ideia é esclarecer o consumidor, de forma clara e simples, sobre o alto conteúdo de nutrientes que têm relevância para a saúde.  

Para tal, foi desenvolvido um design de lupa para identificar o alto teor de três nutrientes: açúcares adicionados, gorduras saturadas e sódio. O símbolo deverá ser aplicado na face frontal da embalagem, na parte superior, por ser uma área facilmente capturada pelo nosso olhar.

É obrigatória a veiculação do símbolo de lupa com indicação de um ou mais nutrientes, conforme o caso, quando os alimentos apresentarem as seguintes quantidades de nutrientes:

Modelos:

As mudanças na rotulagem foram publicadas em outubro de 2020. O objetivo das normas é melhorar a clareza e legibilidade dos rótulos dos alimentos e, assim, auxiliar o consumidor a fazer escolhas alimentares mais conscientes.

Fonte: Embalagem e Marca, Anvisa

20 de junho de 2022 0 Comentários
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Negócios

AB InBev anuncia que vai mexer nas tabelas do Brasil e Estados Unidos

De Administrador SH 20 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Multinacional de bebidas e cervejas avalia que está com os valores defasados frente a inflação americana

A Anheuser-Busch InBev (AB InBev) diz que algumas de suas bebidas ficarão mais caras e virão em tamanhos variáveis, já que a fabricante de Corona, Bud Light e Brahma procura acompanhar a inflação nos Estados Unidos (EUA), no Brasil e em outros lugares.

A AB InBev descobriu que, apesar das atualizações regulares de seus preços, está atrasada em relação aos aumentos de custos em certos mercados, incluindo os EUA e o Brasil, à medida que a inflação acelerou-se desde o início do ano.

“No geral, sinto que a inflação está um pouco acima da nossa visão”, disse o diretor financeiro da AB InBev, Fernando Tennenbaum. Nos Estados Unidos, o índice de preços ao consumidor ficou em 8% no primeiro trimestre, mas a receita líquida total por hectolitro de cerveja da AB InBev aumentou apenas 6,2%, ilustrando a defasagem entre o ritmo da inflação e a capacidade de combiná-lo. Um hectolitro equivale a 100 litros.

Outro país onde a cervejaria tem demorado a se ajustar é o Brasil, onde o índice de preços ao consumidor subiu 10,7% no primeiro trimestre em comparação com um aumento de 8,5% na receita líquida total por hectolitro, disse a empresa. Nas marcas globais da AB InBev, o índice de preços ao consumidor durante esse período aumentou 8,2% em uma base média ponderada, enquanto a receita líquida por hectolitro de cerveja subiu 7,8%.

A AB InBev acompanha seu orçamento mensalmente, define um plano anual e o revisa pelo menos trimestralmente. Usa várias ferramentas para gerenciar a inflação, incluindo aumentos de preços, mudanças em seus contêineres e tamanhos de embalagens.

“Você pode ter diferentes tamanhos de embalagens com diferentes faixas de preço para diferentes ocasiões”, disse Tennenbaum. A AB InBev usa embalagens retornáveis no Brasil e em outros países, o que ajuda a reduzir custos, acrescentou. A cervejaria, que opera em cerca de 50 países ao redor do mundo, tamém usa o orçamento base zero para manter os custos sob controle. A ferramenta obriga os gerentes a planejar cada orçamento do zero e está sendo usada por muitas empresas voltadas para o consumidor. “É uma forma de pensar”, disse Tennenbaum.

A AB InBev planeja manter sua perspectiva neste ano de crescimento de 4% a 8% no lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda). A AB InBev registrou receita de US$ 13,23 bilhões, alta de 11,1% em base anual. Usando um Ebitda ajustado, a empresa registrou US$ 4,48 bilhões, um aumento de 7,4% em base anual. O lucro, no entanto, foi de US$ 499 milhões, uma queda de 44% em relação ao ano anterior.

A AB InBev tem uma ampla coleção de marcas em diferentes faixas de preço, o que ajudará a gerar receita mesmo que a economia desacelere, dizem analistas. “Se os consumidores optarem por cervejas mais baratas, terão a amplitude do portfólio”, diz Laurent Grandet, analista-chefe de produtos básicos de consumo da Guggenheim Securities. Ainda assim, isso pode resultar em lucros menores.

Nos EUA, as cervejarias, incluindo a AB InBev, estão limitadas em quanto podem cobrar a mais, pois os consumidores podem recorrer a outras bebidas ou outros produtos.

Fonte: Dow Jones, Valor

20 de junho de 2022 0 Comentários
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Negócios

Supermercadistas pedem adoção do “best before” para reduzir o desperdício e combater a fome

De Administrador SH 19 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Cálculos da ABRAS apontam que o desperdício médio do setor supera os R$ 11 bilhões por ano

Não é de hoje que o combate à fome é um dos maiores desafios do planeta. Portanto, jogar alimento no lixo torna-se infame, quando milhões de pessoas não têm o que comer no mundo.

Com base nesta premissa, surge uma discussão na cadeia produtiva do setor de alimentos com o objetivo de esticar o prazo de validade dos produtos, sobretudo no caso de não-perecíveis.

A ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados) levantou o assunto no ano passado e deu continuidade no 2º Fórum da Cadeia Nacional de Abastecimento, que aconteceu neste mês.

A Abia (Associação Brasileira da Indústria de Alimentos) também se manifestou a favor.

Nos cálculos da ABRAS, a taxa de desperdício média do setor é da ordem de 1,8%, atingindo 611 milhões por ano, considerando o faturamento anual do setor, de R$ 7 bilhões.

Fora os perecíveis que somam 36% e são descartados por prazo de validade vencido, mais da metade deste valor (64%) refere-se a produtos descartados pela validade ultrapassada, mas que se enquadram no “Best Before”.

“Com mais tempo para a venda, aumenta o prazo para a venda comercial e solidária e as doações humanitárias”, diz Rodrigo Segurado, vice-presidente de Ativos Setoriais da ABRAS.

‘DE PREFERÊNCIA ANTES DE’

O conceito do ‘best before’ (de preferência antes de), como é chamado o movimento de estender prazos de validade, já é praticado nos EUA, União Europeia, Reino Unido e Canadá.

Nesses países, alguns produtos possuem duas datas de validade. A primeira indica que até aquele dia o alimento tem todas as características asseguradas para o consumo.

A segunda data aponta que o alimento está seguro para o consumo, mesmo que algumas das características, garantidas até a primeira data de validade, não sejam mais as mesmas.

No caso de um pacote de bolacha, por exemplo, crocância, aroma, textura e sabor devem estar assegurados até a data de validade.

No conceito ‘best before’, pode ser que algumas dessas características, como crocância e aroma, foram perdidas, o que não significa que o produto esteja impróprio para o consumo.

“O cliente sabe e decide se o produto está impróprio ou não para o consumo”, diz Segurado.

De acordo com ele, as indústrias, geralmente, colocam uma margem de segurança ao definir a data de validade de seus produtos, podendo chegar a 30 dias.

NO EXTERIOR

Supermercados da União Europeia, de acordo com o vice-presidente da Abras, conseguiram reduzir o desperdício em pelo menos 10% com o uso do ‘best before’.

E o interessante para o consumidor, afirma ele, é que a adoção do conceito permite maior acesso a produtos, até porque os preços chegam a cair pela metade.

Em 2016, a WeFood, uma loja com sede em Copenhague, na Dinamarca, foi criada para vender produtos descartados ou próximos do vencimento a preços até 50% menores.

A maioria dos produtos vendidos na loja, administrada por uma organização sem fins lucrativos, possui erros nos rótulos, embalagens danificadas ou está prestes a vencer.

Exemplos como este têm tudo para se replicar no Brasil, dizem supermercadistas, sobretudo num período de pressão inflacionária e quando 33,1 milhões de pessoas passam fome no país.

“Sou o maior incentivador do conceito ‘best before’, que está de acordo com os programas para acabar com a fome no mundo”, diz Eder Ismael Motin, controler da rede Condor.

Dados da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) mostram que cerca de 30% do que se produz de alimentos no mundo são desperdiçados.

Supermercados brasileiros chegam a registrar taxas acima de 2% de perdas de produtos. Na Europa e nos Estados Unidos, afirma Motin, são geralmente abaixo de 2%.

Faz alguma diferença, de acordo com supermercadistas, tomar leite de uma embalagem que venceu às 23h59 de um dia do que tomar às 0h01 do dia seguinte? A resposta é não.

“O consumo de um produto vai muito pelo lado sensorial. O iogurte só estraga quando estufa. A indústria já deixa um período maior de shelf life do produto após o vencimento”, diz Motin.

DESAFIOS

Reduzir as perdas de produtos em razão de prazo de validade vencido é um dos grandes desafios dos supermercadistas, de acordo com Hélio Freddi Filho, diretor da rede Hirota.

Na média, diz ele, a taxa da rede gira ao redor de 2%, mas, em algumas categorias, chega a 10%, como é o caso das seções de padaria, açougue, peixaria e de frutas, legumes e verduras.

“Tem alguns produtos que no dia seguinte após a produção já são descartados. Alguns produtos como o pão francês, a rede faz doação”, diz.

A rede Hirota, assim como outros supermercados, costumam fazer promoção de produtos que, por algum motivo, estão próximos do vencimento e não foram comercializados.

Alguns supermercados em São Paulo até se especializaram neste negócio. Lojas on-line também anunciam produtos próximos ao vencimento com descontos de 50%.

“O ideal é que os supermercados não precisem fazer este tipo de ação, pois, quando isso ocorre, revela erro no processo de estoque”, diz Celso Kayo, gerente geral comercial do Hirota.

Neste momento de pressão inflacionária e vendas mais restritas, dizem os supermercadistas, fica ainda mais difícil controlar estoque de milhares de itens espalhados pelas lojas.

CRIME

A pergunta que se faz entre os empresários do setor é: colocar em prática o conceito de ‘best before’ no Brasil é simples, rápido, basta a cadeia produtiva querer? A resposta é não.

Primeiramente, existe uma lei de 1990 (número 8.137) que, em seu artigo 7º, classifica como crime vender, ter em depósito ou expor produtos impróprios para o consumo.

A pena prevista para este crime é de dois a cinco anos de prisão ou multa, relacionada diretamente ao faturamento da empresa, podendo chegar a R$ 12,8 milhões.

O Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90) também cita em seu artigo 18, parágrafo 6º, que são impróprios para uso e consumo produtos com prazos de validade vencidos.

“Hoje, portanto, vender produto com prazo de validade vencido é crime e pode dar cadeia no Brasil”, afirma Guilherme Farid, diretor-executivo do Procon- SP.

Agora, isso não significa, diz ele, que o assunto não possa ser discutido. “E essa discussão deve começar e terminar no Congresso Nacional. É preciso mudar leis”, diz.

Vale lembrar que já há entendimento no STJ (Superior Tribunal de Justiça) que a perícia técnica é indispensável para verificar se um produto fora da validade é impróprio para o consumo.

Para Farid, a primeira discussão sobre o conceito ‘best before’ está relacionada com política pública para o país.

“O que se pretende com a mudança da lei, reduzir o desperdício de alimentos? E essa mudança vai beneficiar o consumidor? A questão do ‘best before’ engloba tudo isso.”

Hoje, a política pública implementada no Brasil não prevê a extensão da validade dos produtos, embora a discussão, para Farid, seja bem-intencionada.

Estudos técnicos precisam ser feitos para dar base às eventuais mudanças na legislação brasileira. “O debate precisa ser provocado.”

Em um cenário geral, diz ele, ninguém é favorável ao desperdício de alimentos e ninguém é contra a doações para quem precisa.

“Se uma nova política pública for capaz de garantir um alimento seguro e evitar o desperdício, ela é bem-vinda. Mas tudo tem de ser discutido. Não dá para decidir em uma canetada.”

De acordo com Farid, atualmente, cerca de 80% das autuações feitas no comércio em geral estão relacionadas com a venda de produtos fora do prazo de validade.

“Esta é uma infração recorrente”, afirma.

Para os empresários do setor, a multa deveria estar relacionada à venda do produto ou de uma categoria, e não incidir sobre o faturamento mensal da loja.

Fonte: Fátima Fernandes, Diário do Comércio

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Negócios

Mercado de vinho aquece rapidamente mesmo antes da entrada do inverno nesta terça-feira

De Administrador SH 19 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Vinícolas de todo o país comemoram as vendas após a flexibilização da pandemia e a volta das reuniões sociais

O inverno ainda nem começou, e as baixas temperaturas das últimas semanas já foram suficientes para aquecer o mercado de vinhos. No embalo das safras mais recentes, que se destacaram pela qualidade, a comercialização da bebida é alavancada pelo frio, que tem sido um aliado especialmente para o produto de fabricação nacional.

O vinho tem sido a bebida escolhida pelos brasileiros para harmonizar com os pratos quentes, típicos desta época do ano.

— O frio nos faz comer algo mais quente, e o vinho tinto acaba se encaixando superbem na harmonia com esses alimentos — afirma Daniel Panizzi, diretor da União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra).

O empresário, que é diretor da vinícola Don Giovanni, de Pinto Bandeira, afirma que a chegada do frio também impulsionou o enoturismo na Serra Gaúcha.

E projeta um crescimento de 20% a 25% na comercialização, em comparação com o inverno do ano passado.

O diretor super-intendente da Vinícola Aurora, Hermínio Ficagna, cita outros fatores que elevam o otimismo do setor em meio às baixas temperaturas. Um deles é o fato de que, neste ano, o frio marcou presença mais cedo em outras regiões do país, como o Sudeste, que é um grande consumidor.

Nesta época do ano, a preferência é pelos vinhos tintos, enquanto o branco e o rosé costumam ser associados às estações mais quentes. Na Aurora, o tinto responde por 80% da preferência durante a estação mais fria do ano. Ficagna atribui o índice ao hábito do consumidor, que o considera mais “encorpado”. Para as empresas, atrelar o vinho a alimentos consumidos nesta época, como massas e caldos para sopa, é uma estratégia de venda.

— O frio é um grande aliado para o nosso setor — resume Ficagna.

O entusiasmo é reforçado pela grande presença de público na 17ª Fenavinho e 30ª ExpoBento, em Bento Gonçalves, no último final de semana. Quase 100 mil pessoas passaram pelo local. O evento se encerra neste domingo.

O cenário de otimismo ocorre em meio a uma tendência de crescimento. A percepção do segmento é de que a pandemia impulsionou o consumo de vinhos. A bebida foi a escolhida pelos brasileiros para o consumo dentro de casa, no período em que as famílias permaneceram confinadas. Tanto que, segundo a Uvibra, a barreira dos 2 litros per capita por ano foi rompida em 2021, chegando a 2,7 litros no Brasil.

A opção pelo produto nacional tem sido favorecida pela taxa de câmbio. Dados da Uvibra apontam que houve uma expansão de 11,43% dos vinhos finos em 2021, comparado ao ano anterior.

Segundo os representantes do segmento vitivinícola, o consumidor pode esperar por um produto de excelência em 2022. As últimas três safras nacionais foram marcadas pela qualidade (a de 2020 é considerada a “safra das safras”).

Um obstáculo ao crescimento, porém, tem sido a falta de garrafas, em razão da pandemia. Para atender à demanda, vinícolas estão recorrendo à importação de países como Chile e Egito.

Fonte: Danton Boatini Júnior e Gise Loeblein, GZH

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Negócios

Vem aí o plant-based em pó

De Administrador SH 19 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Grandes indústrias e foodtechs têm desenvolvido alimentos com a nova tecnologia para os veganos, flexitarianos e aos que querem reduzir o consumo de carne

 Os hambúrgueres veganos, que já são sucesso no mercado plant-based (à base de plantas) por meio de marcas como Fazenda Futuro, The New, NotCo, Wessel (Meta Foods), Veg & Tal (Sadia) e Incrível (Seara), ganharam agora novas versões em pó e em grãos. Essa é a proposta de empresas como Custom Culinary, WVegan e My Fast Bland, que lançaram misturas secas para o preparo de carnes à base de proteínas vegetais, como a ervilha.

Os produtos foram apresentados ao público na última semana durante a 1ª Feira de Alimentos Plant-Based do Brasil e a Naturaltech, ambos os eventos realizados na capital paulista. A novidade tem como objetivo atender a uma demanda dos flexitarianos, ou seja, aquele consumidor que não é vegetariano nem vegano (que também são público-alvo), mas busca diminuir o consumo de carne no dia a dia por questões como sustentabilidade, direito dos animais e saudabilidade.

Carne vegetal foi a maneira que o mercado encontrou para classificar produtos feitos com proteínas vegetais, mas com aparência, aroma e sabor análogos ao produto de origem animal. Um hambúrguer de frango, por exemplo, parece frango, mas não leva esse ingrediente de verdade.

Esse mercado expandiu cerca de 70% entre 2015 e 2020, movimentando em torno de US$ 83 milhões no ano passado, segundo a Euromonitor International. As perspectivas continuam sendo de crescimento daqui para a frente, com mais brasileiros buscando alternativas vegetais. Segundo pesquisa de 2020 do The Good Food Institute (GFI), 50% dos brasileiros disseram ter reduzido o consumo de carne animal – em 2018, eram 29%.

De acordo com o Alberto Gonçalves, sócio da AGN, consultoria especializada no mercado plant based, a carne em pó ou em grãos tem vantagens em relação aos alimentos já convencionalmente vendidos do setor. “O Brasil tem uma cadeia logística de congelados que ainda é ineficiente e isso faz com que uma das principais demandas do consumidor flexitariano, que é a conveniência, não seja atendida”, explica.

Na visão do especialista, o produto em pó é uma solução interessante que pode democratizar o acesso e o consumo. “Por não ser congelado, pode alcançar mais pontos de venda no País. Além disso, seu preparo é fácil.”

A receita do hambúrguer da Custom Culinary é simples: basta juntar à mistura que vem dentro da embalagem um pouco de água gelada e óleo para formar uma carne ou frango vegetal à base de ervilha. De acordo com Gerson Botelho, diretor de marketing da GL Foods, proprietária da marca no Brasil, a ideia é disponibilizar aos clientes um produto customizável, prático para fazer e transportar.

“Encontramos uma oportunidade nesse mundo de plant based. Desenvolvemos uma base seca, que pode ser moldada em formatos variados, como hambúrguer, almôndega e outros tipos de carne, oferece sabor e textura semelhantes aos produtos de origem animal e ainda conta com uma lista pequena de ingredientes”, afirma o executivo.

Custo de produção inferior

A empresa tem fábrica em Jundiaí, no interior de São Paulo, onde são produzidas as misturas em pó que, além de veganas, são GMO Free (livre de organismos geneticamente modificados) e não contam com aroma, corante, sal e ingredientes alergênicos nas fórmulas.

“Diferentemente da agropecuária, a produção requer menos água e emite quantidade inferior de gases do efeito estufa. Por não ser congelado, o custo de produção e logística também é menor e o alimento consegue ter uma validade estendida”, destaca Botelho.

Para a idealização dos produtos, mais do que tecnologia, foi necessária expertise da área de pesquisa e desenvolvimento da empresa para o balanceamento de matérias-primas. “A parte industrial é basicamente uma mistura de ingredientes secos que, na combinação e na quantidade que escolhemos, oferece esse tipo de formato em pó. Buscamos desenvolver um produto que tenha uma mordida que o consumidor brasileiro valoriza.”

O hambúrguer e o frango em pó da Custom Culinary atualmente são vendidos via e-commerce para todo o Brasil e em lojas de produtos naturais. Uma embalagem com 58 gramas, que rende duas porções de 100 gramas de proteínas, é vendida a R$ 28. A empresa está em fase de negociações com grandes hipermercados, além de restaurantes e lanchonetes.

Facilidade de armazenamento e transporte

Especializada em produtos plant based, a brasileira WVegan também aposta na novidade. A empresa, com sede em Indaiatuba, no interior de São Paulo, lançou na última semana o hambúrguer de carne à base de proteína de ervilha. Em breve, também chegará ao mercado o produto nos sabores frango e peixe.

“Eu e minha esposa não comemos carne, gostamos de fazer viagens de aventura e não encontrávamos opções para comer”, lembra Alan Navarro, fundador da companhia ao lado de Fernanda Baffa. “Entendemos que é uma necessidade de mercado, porque é um produto de transporte seco, que facilita muito também para os lojistas.”

Os hambúrgueres vêm para incrementar o portfólio do que a empresa chama de smart foods (comidas inteligentes), cujo preparo requer apenas água para se obter um alimento pronto para consumo. Nesse modelo, a WVegan ainda oferece queijo, gelatina, requeijão, manteiga, curau, leite em pó e pão de queijo. Em breve, ainda serão lançadas misturas em pó vegano para bolo, homus e iogurte.

Cada embalagem de hambúrguer rende duas porções e o custo varia de R$ 19 a R$ 22. É possível adquiri-la via e-commerce da marca e em mercados do nicho em São Paulo. Além da proteína de ervilha, a mistura em pó leva condimentos, como cebola em flocos, farinha de arroz, alho moído, beterraba e extrato de cacau.

“Investimos 11 meses na busca de fornecedores, matéria-prima e tecnologia diferenciada para deixar o produto bem granulado e misturado e facilitar moldar depois de pronto”, explica Navarro, que não revela cifras nem muitos detalhes da produção por questão de concorrência.

Praticidade no dia a dia

Mais do que mimetizar a carne, o foco da My Fast Blend está na saudabilidade do produto. A foodtech (startup de alimentação) plant based, com sede no Rio Grande do Sul e comandada por Eduardo Lovato, mesmo fundador da Lovato Alimentos SA, desenvolve alimentos saudáveis à base de grãos e sementes integrais, de rápido preparo. “A partir dessa base, desenvolvemos nossos produtos, como o hambúrguer e a almôndega vegetal”, diz.

Ambas as formulações contam com aveia, cevada, centeio, triticale, linhaça dourada, linhaça marrom, chia, amaranto e quinoa. Ao mix de cereais, foram acrescidas proteínas de ervilha e de soja, além de outros ingredientes naturais para dar sabor ao alimento. Para o preparo, basta adicionar água.

A foodtech investiu cerca de R$ 5 milhões para o desenvolvimento do produto, que utiliza tecnologia própria e não requer químicos ou aditivos. “Desenvolvemos uma máquina, que é basicamente um tratamento térmico mais completo, a vapor, como se fosse um duplo cozimento, que traz diversos benefícios, como agilidade na hora do preparo, extensão da validade e segurança do alimento, uma vez que inativa enzimas”, explica Lovato, que aproveitou a expertise da Lovato Alimentos SA.

A My Fast Blend também segue o conceito ‘farm to table’ (da fazenda à mesa) e monitora toda a cadeia de produção e distribuição dos produtos. Tanto o hambúrguer quanto a almôndega serão vendidos por cerca de R$ 21, via e-commerce, a partir de agosto. “Nossa ideia não é imitar 100% o gosto de carne e, sim, um alimento saudável e clean label (rótulo limpo), que possa ser usado de forma prática no dia a dia”, complementa o fundador.

Ovo vegano em pó

Uma das primeiras foodtechs a lançar um produto vegano em pó foi a N.Ovo. A empresa produziu, em 2019, o ovo à base de ervilha, que fornece as mesmas funções do alimento tradicional: dar liga, crescimento e ação emulsificante.

O portfolio também incluo N.Ovo Mexido, alimento também em pó destinado ao preparo de ovos mexidos e omeletes, feito de soja e ervilha. Em entrevista ao Estadão, Amanda Pinto, idealizadora e fundadora da empresa, conta que esse foi o produto mais desafiador. Foram estudados mais de 500 protótipos para chegar ao blend de plantas que entregasse o alimento final.

“Precisou de tecnologia muito específica que faz com que o produto, em pó, ao colocar água, vire líquido e, quando entra em contato com a panela quente, se pareça com ovo. Textura foi o maior desafio, depois coloração e cheiro”, explicou. O produto já está disponível para compra em grandes hipermercados.

Fonte: Juliana Pio, Estadão

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Negócios

Rede inaugura loja premium em região serrana

De Administrador SH 19 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Construção do novo supermercado com área de vendas de 1800 m² preservou e valorizou os traços históricos do local

Foi aberta recentemente em Pouso Alegre, a terceira unidade do supermercado Center Box. Localizada na rua Coronel Brito Filho, 428, no bairro Fátima, a loja traz um conceito Premium de atendimento, como destaca o diretor de Marketing, Henrique Barros Fonseca. “A loja ficou voltada a atender todas as expectativas do nosso público”, diz.  Com dois dias de inauguração, a impressão é muito positiva, segundo o diretor. “A gente está muito satisfeito com o movimento”.

Com sortimento completo em todas as seções para atender todos os perfis de clientes, a loja tem foco no público de maior poder aquisitivo, com produtos selecionados como vinhos e carnes diferenciadas. Uma novidade na cidade é o conceito de “dry aged”, processo de maturação a seco que confere mais qualidade ao produto. “A carne é maturada por pelo menos 28 dias, e fica super macia”, explica o diretor.1

Outra novidade apresentada, com foco em atendimento mais ágil, é o número de caixas, inclusive com autoatendimento. São dez terminais “normais”; seis caixas rápidos e quatro self checkouts. Na área de vendas são 1.770 metros quadrados compostos de seções como de bebidas quentes e geladas, bazar, açougue, hortifrutigranjeiros, adega, rotisseria e padaria, um dos destaques da empresa. “O Center Box é muito forte na área de padaria”, destaca Henrique.

Valor histórico

Segundo ele, o local da construção é histórico para a cidade: já foi Ceasa, estação de trem e indústria têxtil, um valor que a empresa preocupou em preservar.  “Quisemos manter muito a origem do lugar, as colunas são as mesmas, as estruturas todas foram modernizadas, mas preservando a história”, detalha. “Até por isso, muito de nossa comunicação, tem a ver com uma estação de trem, nos letreiros dos departamentos, no desenho em nosso restaurante”.

Experiências Gastronômicas 

Equipada com restaurante e lanchonete, a loja traz ainda mais um diferencial voltado para experiências gastronômicas. Além do fornecimento de produtos diferenciados, inclui formação de profissionais e eventos da área. É que na loja, foi construída uma sala de gastronomia, onde o Center Box vai treinar funcionários e disponibilizar para ações do fornecedor. “A sala gastronômica (foto) vai servir para cursos, workshops e área de degustação, inclusive para nossos fornecedores”, detalha Henrique. “Essa loja ficou muito voltada para a experiência do cliente”.

O supermercado gerou 170 empregos diretos. No total, a empresa emprega 440 colaboradores em três lojas, todas em Pouso Alegre.

Rede

O Center Box é associado à Unissul, maior central de  negócios de Minas Gerais em faturamento. A rede tem 31 lojas em 28 cidades do Sul de Minas Gerais e interior de São Paulo

Fonte: Amis

19 de junho de 2022 0 Comentários
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Negócios

Atacarejo regional expande negócios com recente inauguração

De Administrador SH 19 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Com mix bem variado, nova loja gerou 250 postos de trabalho entre vagas diretas e indiretas

Aberta há alguns dias na Cidade Industrial, em Curitiba, a nova loja da rede Circuito Atacado e Varejo. Esta é a terceira unidade da marca e a primeira a ser inaugurada em Curitiba no modelo de atacarejo. As outras duas ficam em Colombo, na região metropolitana – a rede também tem mais uma loja só de varejo na capital, no Santa Cândida.

A nova loja fica na Rua João Bettega, 4280. Segundo a administração, o local tem cerca de 7 mil metros quadrados e conta com 350 vagas de estacionamento. Ao abrir a loja em Curitiba, a expectativa do Circuito Atacado e Varejo é de crescimento e expansão por toda a capital.

Ainda de acordo com a marca, o público-alvo da loja é variado, com uma gama de produtos que busca atender a todos. O investimento no novo espaço do Circuito Atacado e Varejo gerou 250 vagas de emprego, entre as vagas diretas e indiretas.

A expectativa é de que para o primeiro dia sejam feitas várias promoções para atrair a clientela. “Já serão muitas ofertas nas prateleiras. Ainda teremos promoções relâmpago, na hora, com preços muito atrativos para o consumidor”, informou a assessoria.

Endereços

Os endereços em Colombo são na Avenida São Gabriel, número 53, no Jardim Marambaia, e na Rua Abel Sciussiato, número 2021, no Atuba. Já a loja só de varejo em Curitiba fica na Rua Buda, número 192.

Fonte: Alex Silveira, Tribuna

19 de junho de 2022 0 Comentários
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Negócios

Conheça o estado que teve o maior crescimento do e-commerce em 2021

De Administrador SH 17 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Pesquisa Webshoppers 45 aponta o frete grátis como um dos atributos principais para a escolha do consumidor

O comportamento de consumo acelerado devido ao isolamento social e fechamento das lojas físicas nos últimos anos impulsionou o e-commerce em todo o Brasil. Para os profissionais do setor, essa informação não é exatamente uma novidade, mas o relatório Webshoppers 45 elaborado pela NielsenIQ|Ebit, comprova: as vendas no digital cresceram 27%, com faturamento de R$ 182,7 bilhões na comparação com 2020.

A pesquisa também aponta que entre as regiões que mais contribuíram para o GMV no País, o Sudeste é a que se destaca, pois representa 58% do crescimento do e-commerce. Até aí, nada de novo também. No entanto, talvez o mercado não saiba que, quando se observa a variação do faturamento, Minas Gerais foi o estado de maior importância.

“Minas Gerais é o estado do sudeste que o e-commerce mais cresceu em 2021. Cresceu acima da média do Sudeste, aumentando 27% na variação nominal de GMV, com um faturamento de 17,8 bilhões”, afirma Marcelo Osanai, Gerente Comercial da NielsenIQ EBIT, durante a Conferência E-Commerce Brasil – Encontro de Líderes, em Belo Horizonte.

Em sua palestra, Osanai mostrou que os outros estados tiveram uma variação nominal menor: São Paulo com 21% de aumento no faturamento e Rio de Janeiro e Espírito Santo com 15%.

A variação mais significativa no faturamento de Minas Gerais em 2021 ante 2020 pode ser explicada pelo número de pedidos (38,8 milhões), que também subiu 22% em relação a 2020. Ainda sob o recorde do Sudeste, São Paulo vem em seguida no ranking, com crescimento de 15%, logo depois está o Rio de Janeiro, 9%, e Espírito Santo, sem variação.

Categorias

Em um olhar mais atento, Osanai também mostrou que 19% da expansão de Minas Gerais vem da categoria de Eletrodomésticos, acompanhando a estimativa nacional. No entanto, ele chama atenção para categorias menos populares.

“Destaquei os crescimentos de GMV em altos níveis nominais as categorias de Alimentos e Bebidas (63%), Construção e Ferramentas (48%) e Automóveis (45%). Isso mostra que temos oportunidade de crescimento através das principais categorias de consumo, entretanto, o que está impulsionando a alta de Minas são categorias nem tão tradicionais assim”.

Frete grátis e forma de pagamento

Muito parecido com a tendência nacional, o frete grátis também é bastante relevante para os mineiros, com crescimento de 14 pontos percentuais versus 2020, o que implica em uma representatividade de 47% das compras.

O cartão de crédito continua sendo o meio de pagamento mais utilizado no estado, sendo 67% das transações no último ano. Em segundo lugar vem o boleto bancário (23%) e a curiosidade é que, diferente da adesão vista em outros lugares do Brasil, o Pix não é tão forte em Minas (3%). “Um fato curioso é que o Pix no e-commerce não foi usado muito por aqui, enquanto nacionalmente essa ferramenta tem crescido nos últimos tempos”, finaliza.

Fonte: E-commerce Brasil

17 de junho de 2022 0 Comentários
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Negócios

Até o final do mês, Atacadão vai inaugurar uma nova loja na Grande SP

De Administrador SH 17 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Unidade vai atender às famílias da zona oeste paulistana e aos clientes que transitam pela Rodovia Régis Bittencourt

O Atacadão, maior rede de comércio varejista do Brasil, deve inaugurar sua unidade em Taboão da Serra no próximo dia 28. A megaloja irá funcionar na antiga Giroflex, às margens da rodovia Régis Bittencourt, na altura do Jd. Maria Rosa.

O prédio foi reconstruído para abrigar uma moderna unidade do Atacadão. A expectativa é que o empreendimento gere até 500 vagas de emprego em Taboão da Serra e região. Em janeiro deste ano, foi realizado um processo seletivo no Cemur que selecionou moradores para trabalhar no local.

Em junho do ano passado, Aprígio disse que “Taboão da Serra foi escolhida pela Rede Atacadão pela localização estratégica e privilegiada, além do perfil populacional e dos nossos comerciantes, por isso comemoro a vinda desse grande centro de compras para a nossa cidade e que vai gerar cerca de 500 empregos. Solicitei durante a reunião que a rede dê prioridade nas vagas para as pessoas que moram em nossa cidade”.

A rede Atacadão possui mais de 200 lojas em todo Brasil, na região possui apenas uma unidade em Itapecerica da Serra, inaugurada em 2018. Em seu site, o Atacadão diz que “as nossas unidades e centros de distribuição disponibilizam uma diversidade de produtos para todas as necessidades de comerciantes, transformadores e consumidores finais, para compras em atacado ou varejo”.

Até o final deste ano, Taboão da Serra deverá ganhar outro “atacarejo”. Com a venda do Extra Hipermercados, no Largo do Taboão, a unidade está sendo reformada e irá virar mais um Assaí, o terceiro instalado no município.

17 de junho de 2022 0 Comentários
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Negócios

Negócios da Semana Nacional de carne suína devem alavancar ainda mais seu consumo

De Administrador SH 17 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Décima edição do evento ocorre em várias redes do país com objetivo de popularizar os vários cortes da carne com valor mais em conta

Segundo a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), o cenário econômico atual contribui para a priorização da compra de proteínas com menor custo, o que amplia as oportunidades para a 10ª Semana Nacional da Carne Suína (SNCS), uma iniciativa da ABCS em parceria com o GPA, grupo controlador das redes Pão de Açúcar, Mercado Extra e Compre Bem, e outros varejistas. Em 10 anos, o evento que este ano vai até 19/6, colaborou para um aumento de 32% no consumo per capita dos cortes suínos no país, o que comprova que a proteína já conquistou um espaço especial no cardápio dos brasileiros.

A 10ª Semana Nacional da Carne Suína conta com a participação das mais de 700 lojas do Pão de Açúcar, Mercado Extra e Compre Bem no Brasil, além dos apps e e-commerce PaodeAcucar.com e ClubeExtra.com.br. As redes prepararam ofertas especiais e reforçaram em 30% o sortimento de cortes suínos em relação a 2021, para que os clientes encontrem opções entre os mais de 80 produtos diferentes, entre congelados e resfriados para o consumo diário ou para fazer um churrasco mais elaborado.

“A nossa parceria com a ABCS completou 10 anos em 2022, neste período, formamos mais de 7 mil colaboradores do GPA para ensinar aos nossos clientes as diversas possibilidades de preparo da carne suína, bem como desmistificar o consumo deste item no dia a dia das pessoas, afinal, trata-se de uma proteína diversa e saudável”, afirma Patricia Mendes, Diretora Comercial de Perecíveis do GPA. “Para este ano, a nossa expectativa é manter o crescimento em vendas em linha com o que tivemos em 2021, por volta de 25% de aumento”, completa.

Sob o mote “Festival de Oferta? Suíno na Certa”, o foco das redes Pão de Açúcar, Mercado Extra e Compre Bem para a décima edição do evento será na praticidade, na versatilidade, no sabor, bem como no custo-benefício da carne suína, desde as receitas para o dia a dia até aos cortes para churrasco. No Pão de Açúcar, os clientes vão encontrar a linha de carnes suínas da Qualitá, marca exclusiva das redes, com 15% de desconto, Medalhão de Filet Mignon Suíno Resfriado a partir de R$ 24,90; Outros Cortes Especiais de Suínos por R$ 24,90 e a linha Seara Gourmet de Suínos também com 15% de desconto. No Mercado Extra, os clientes poderão comprar Costela Suína a partir de R$ 16,90, Filet Mignon Suíno Congelado a partir de R$ 17,90 e cortes como Coxão Mole, Patinho a R$ 22,90 kg, além de carne moída suína temperada por R$ 7,49.

Fonte: Asserj

17 de junho de 2022 0 Comentários
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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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