CSD compra 3 lojas em Rio Preto

Rede de supermercados vai revitalizar as unidades e realizar um mutirão para novas contratações

Desde o último sábado, a rede de Supermercados Amigão, assumiu a operação das três lojas em Rio Preto (SP), passando a ter quatro lojas na cidade. As três lojas que passaram a serem administradas pela rede pertenciam ao Kawakami.

A dona da bandeira Amigão, a Companhia Sul-americana de Distribuição (CSD) afirmou que a identidade dos mercados passará por reformulação e adotará a marca Amigão em breve.

As três novas lojas que passaram a serem operadas pela rede Amigão já estão em funcionamento, todas tiveram que ser fechadas por um dia para a troca do sistema operacional

Vagas de Emprego

A rede de supermercados Amigão realiza nesta terça, 7, e na próxima quinta-feira, 9, uma ação de empregos para preencher 80 vagas de trabalho. Segundo a empresa, as oportunidades são para contratação imediata a partir desse mutirão.

A partir das 9h até as 17 horas, de cada dia, serão distribuídas 150 senhas para atendimento dos candidatos. Entre as oportunidades, estão vagas para açougueiro, fiscal de loja, operador de caixa, repositor, entre outros.

O mutirão de emprego será realizado na loja localizada na Antônio Antunes Júnior, número 5.700, no Jardim Planalto. A unidade fica ao lado do Shopping Cidade Norte.

Segundo a rede, maior parte das oportunidades exige como pré-requisito que os candidatos tenham o Ensino Médio completo. Alguns cargos não exigem experiência. Para participar, é necessário comparecer ao local com currículo em mãos.

Kawakami

A rede supermercadista de Marília Kawakami anunciou na semana passada o encerramento das operações em Rio Preto após vender as unidades que tinha a Companhia Sul-americana de Distribuição. Apesar de sair de Rio Preto, o Kawakami continua operando suas oito lojas distribuídas em diferentes regiões do estado de São Paulo.

Uma das condições para que o acordo fosse firmado, foi de que 100% da equipe que atuava nas três unidades tivessem o emprego mantido. Segundo o Kawakami, essa exigência foi aceita pela CSD. E coube aos funcionários, decidir se aceitava continuar ou não.

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