O avanço da refrigeração comercial no Brasil

Decisões que quebraram fortes paradigmas resultaram em uma condição antes imaginada apenas para anos posteriores a 2030

*Por Rogério Marson Rodrigues

A refrigeração comercial e os supermercados brasileiros têm muito a comemorar pelo trabalho desenvolvido nos últimos 10 anos para reduzir o uso de gases nocivos ao meio ambiente. Em uma década, muito se fez. Mesmo sem uma legislação definida, a iniciativa privada agiu por demandas próprias e hoje pode colher os frutos de uma meta audaciosa, traçada por supermercadistas e empresários do setor de frio alimentar que tinham por objetivo reduzir o impacto ambiental de suas ações, bem como garantir a qualidade do frio e a redução do consumo de energia.

Com mais de 80 mil pontos de vendas distribuídos por todo Brasil, os supermercados ainda são responsáveis pelo consumo de grandes quantidades de fluidos refrigerantes no país, porém este consumo está diretamente relacionado às necessidades de reposição de gás de projetos mais antigos ou àqueles que não se adequaram às mudanças. Muitas lojas recentes já usufruem das novas tecnologias aplicadas aos expositores, câmaras frigoríficas e casas de máquinas, abrindo caminho para que todo o mercado as siga.

Supermercados com área de salão de vendas em torno de 4.000 m² sempre foram usuais, sejam em décadas passadas ou agora. Nestas lojas, ter uma quantidade de 1.000 kg de gás em circulação nos sistemas de resfriados e congelados era bem comum. Os projetos atuais permitem que esta loja, mantendo-se a mesma área de exposição e armazenamento de perecíveis, passe a trabalhar com apenas 50 kg de gás. Uma verdadeira revolução na refrigeração comercial.

Decisões que quebraram fortes paradigmas, como o uso de glicol e a aplicação de portas nos expositores, bem como a correta utilização de balcões com máquinas acopladas e escolha das novas tecnologias de casas de máquinas, resultaram em uma condição antes imaginada apenas para anos posteriores a 2030.

Se os hábitos de consumo continuarem evoluindo como nos últimos anos, cada vez mais os produtos perecíveis demandarão por espaços dentro do salão de vendas, exigindo-se mais e mais da refrigeração.

A Eletrofrio Refrigeração, empresa brasileira com 75 anos no mercado da refrigeração comercial, compactua com todas as decisões dos supermercadistas que almejam projetos mais sustentáveis, mais eficientes e com baixo custo de manutenção. Com uma equipe de engenharia voltada ao desenvolvimento e aplicação de equipamentos de refrigeração para a exposição, armazenamento e manipulação de alimentos, nos colocamos à disposição para apresentar soluções que venham de encontro às necessidades dos mais diversos tamanhos e formatos de loja.

Supermercados e indústria, juntos, em busca de um futuro mais sustentável.

*Rogério Marson Rodrigues é gerente de Engenharia da Eletrofrio

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