SuperHiper
  • Seções
    • ABRAS
    • Consumidor
    • Consumo nos Lares
    • Economia
    • ESG
    • Eventos
    • Gente
    • Internacional
    • Legislação
    • Lojas
    • Mentores do Varejo
    • Negócios
    • Tecnologia
    • Lançamentos
  • Sala SuperHiper
  • Newsletter
  • Revista
  • Anuncie
  • Contato
  • Seções
    • ABRAS
    • Consumidor
    • Consumo nos Lares
    • Economia
    • ESG
    • Eventos
    • Gente
    • Internacional
    • Legislação
    • Lojas
    • Mentores do Varejo
    • Negócios
    • Tecnologia
    • Lançamentos
  • Sala SuperHiper
  • Newsletter
  • Revista
  • Anuncie
  • Contato
quarta-feira, maio 27, 2026
SuperHiper
SuperHiper
SuperHiper
  • Seções
    • ABRAS
    • Consumidor
    • Consumo nos Lares
    • Economia
    • ESG
    • Eventos
    • Gente
    • Internacional
    • Legislação
    • Lojas
    • Mentores do Varejo
    • Negócios
    • Tecnologia
    • Lançamentos
  • Sala SuperHiper
  • Newsletter
  • Revista
  • Anuncie
  • Contato
Negócios

Cash & Carry vivencia sua última fronteira

De Administrador SH 27 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Prestes a abrir dezenas de lojas com muitas novidades, o Assaí comemora a chegada às áreas centrais das principais cidades, conta o CEO Belmiro Gomes

Após a cisão com o GPA, concretizada em março do ano passado, e a aquisição de 70 lojas do Extra Hipermercados por cerca de R$ 4 bilhões, em outubro do mesmo ano, o Assaí está prestes o romper o que o seu CEO, Belmiro Gomes, chama de a última fronteira do cash & carry: a entrada nas regiões centrais das principais cidades do País.

O plano de conversão das unidades está previsto para ser finalizado ainda no primeiro semestre de 2023. Até o final do próximo ano, a rede espera ter 300 lojas em operação — são 219 atualmente.

Belmiro analisa, a seguir, o avanço do atacado e a aderência do modelo ao consumidor final, em especial para fazer frente à inflação, os desafios em termos de sortimento e experiência em loja na entrada nos centros das metrópoles e os movimentos de tradedown realizados pelos clientes. O CEO também detalha os planos de expansão e o papel do marketing nesta jornada.

M & M — O Assaí completou um pouco mais de um ano da cisão do GPA e da estreia das ações da companhia no Novo Mercado da B3. Qual é o balanço desse período?

Belmiro — O Assaí já era maior do que o próprio GPA, fazia mais sentido (a cisão) e, fora isso, havia uma demanda

do mercado financeiro sobre investir em varejo ou em atacado, que é o segmento que a empresa vem crescendo. A separação das duas companhias se mostrou muito assertiva, uma vez que você dá opção para os investidores de escolher cada uma das companhias que querem investir.

Embora uma subsidiária, o Assaí já tinha um nível de autonomia, seja comercial ou até do ponto de vista financeiro, muito elevado, então, a companhia segue no seu projeto de expansão, de crescimento, aproveitando esse momento que o nosso formato tem sido muito aderente para a população, tanto para o consumidor final como para o próprio PJ.

A grande mudança pós-cisão foi que fizemos a aquisição de 70 pontos comerciais do Extra Hipermercados, o que faz com que o atacado comece a entrar em bolsões de população de classes sociais mais elevadas do que nós até então atuávamos.

M&M — Qual é a importância do negócio para o plano de expansão da companhia?

Belmiro — Uma vez que o setor tem cada vez mais entrado no consumidor final, o tema de localização das lojas passou a ser mais relevante. Mesmo antes da aquisição do Extra, nas lojas orgânicas, já vínhamos buscando estar em regiões mais centrais, mais próximas da pessoa jurídica e do consumidor final, especialmente nas metrópoles brasileiras, que são muito adensadas, com planejamento viário complexo, com trânsito, dificuldade de locomoção.

O modelo do cash & carry que encontramos na Europa, mesmo nos Estados Unidos, que você posiciona uma grande loja na saída da cidade, no Brasil acaba tendo uma dificuldade, porque muitas vezes a ida para a periferia é muito custosa, demorada. Já havia uma busca da companhia de dar mais importância para localização, só que havia uma barreira do valor do metro quadrado muito elevado. Tinha a chamada barreira de entrada nas regiões centrais, principalmente nas capitais e grandes cidades, como Campinas, Santos, Guarulhos, São José dos Campos.

Ao passo que os hipermercados, como foram construídos há 30, 40 anos, quando o mercado imobiliário não era tão aquecido, nos pareceu natural buscarmos através de uma incorporação, no caso das lojas do Extra, conseguir acessar pontos comerciais que de outra maneira seria impossível. Temos falado que a última barreira que faltava para o formato não era entrar em regiões distantes, era a dificuldade de estar perto do aeroporto de Congonhas, na Mooca, na região central de Belo horizonte, no Plano Piloto, em Brasília. Essa sim era a última fronteira que faltava. Das 70 lojas, 63 estão em capitais ou na região metropolitana dessas cidades.

“Um dos objetivos da companhia é um equilíbrio saudável entre crescimento, geração de valor para a sociedade, geração de valor para os nossos acionistas e, principalmente, para os nossos colaboradores”

M&M — E como está o processo de conversão das lojas?

Belmiro — É necessário um trabalho pesado do ponto de vista estrutural, principalmente no aumento de carga de piso. Um hipermercado opera com uma tonelada por metro quadrado e nós precisamos de quatro toneladas por metro quadrado uma vez que a estocagem é feita direto em loja. Isso leva também a outras mudanças, como sistema de incêndio, elétrica, hidráulica. Neste momento, estamos com 48 lojas do Extra em obras. Devemos inaugurar parte este ano e o restante no início do próximo ano. O objetivo é que até o final do primeiro semestre de 2023 o projeto esteja totalmente concluído.

M&M — A quais fatores atribui o bom desempenho da companhia no primeiro trimestre de 2022, com crescimento na receita bruta (R$ 12,5 bilhões, com aumento de 21 bilhões sobre o primeiro trimestre de 2021) e líquida (avanço de 211%) e nas vendas (alta de 6,7% nas mesmas lojas)?

Belmiro — A continuidade do próprio plano de expansão e abertura de lojas, as melhorias recentes que foram introduzidas. O modelo vem passando por uma grande transformação e o Assaí tem sido uma das empresas que têm puxado esse movimento, principalmente melhorando a ambientação de loja, a experiência de compra, buscando o formato cada vez mais acessível, aderente para outros estratos sociais.

Fora isso, vivemos um momento, infelizmente, de inflação muito alta, que faz com que a população, independentemente da sua classe social, venha buscando preço e o atacado é o formato, hoje, de menor preço. É o que tem o menor custo operacional, portanto consegue oferecer os melhores preços de venda. Na medida que você melhora a experiência de compra, coloca lojas em regiões mais próximas da população, somada a uma política comercial, na nossa visão, muito agressiva…

Temos também um valor de marca, um trabalho de marca, em atendimento muito forte. Toda essa conjuntura fez com que o primeiro trimestre tenha sido muito positivo e no segundo trimestre devemos entregar números muito sólidos, mesmo com todas as oscilações econômicas, mesmo com a questão inflacionária.

M&M — Na divulgação de resultados, a companhia ressaltou o fortalecimento das iniciativas digitais, com a duplicação das vendas via Cornershop e o roll-out da parceria com a Rappi. Qual é sua análise da evolução da operação digital e quais são os próximos passos?

Belmiro – Antes da cisão, nosso objetivo já era não criar um outro canal de e-commerce para competir com o Extra e com Pão de Açúcar. Quando você fala de formato de loja física existe uma diferença relevante numa loja Pão de Açúcar para uma loja do Assaí. Mas no digital, no e-commerce, a bem da verdade, as experiências são parecidas.

É um site e você tem que fazer a entrega da mercadoria. Pós-cisão, começamos uma série de projetos digitais. O primeiro deles que foi materializado foi a adoção de dois last mile para fazer a venda online – isso é feito hoje através de Cornershop by Uber e Rappi – e uma continuidade, um outro projeto em avanço. Ainda vamos aguardar o lançamento para darmos um pouco mais de detalhes.

M&M – Quais foram as principais mudanças que vocês identificaram nos consumidores durante o período de pandemia e quais são as transformações que vieram para ficar?

Belmiro – No período de pandemia tem uma busca de consumidores novos para fazer abastecimentos, principalmente na diminuição de visita em lojas, e é uma maneira que o consumidor encontrou de manter os seus produtos, os seus hábitos, por um preço menor.

Em média, a diferença de preço do atacado para o varejo é em torno de 15%. Isso é muito relevante, especialmente quando descemos para os estratos da população com menor renda. No pós-pandemia, a expectativa do setor assim como aconteceu em outros momentos de crise econômica, e não somente no Brasil, mas em outros países, é que esse cliente que veio permaneça no setor.

Recentemente, com o advento da inflação, e não somente o setor atacadista, mas todos os setores alimentares, têm registrado um tradedown, uma vez que a inflação, nos últimos dois anos, tem sido extremamente forte em algumas categorias de produtos. Isso faz com que cliente comece a fazer algumas trocas de marca. Nesse momento, temos dois tradedown: um que é positivo, os clientes de outros setores vindos para o nosso, mas mesmo os clientes que compram regularmente no atacado têm feito trocas de marcas, infelizmente, para combater o efeito da inflação.

M&M —Do ponto de vista do modelo de loja, sortimento de produtos e experiência de compra, quais são as estratégias dentro do plano de expansão do Assaí?

Belmiro — Na prática, o que estamos fazendo é adaptando a um movimento que é para todas as lojas que é a melhoria na experiência de compra. Isso se traduz em atendimento iluminação, qualidade de equipamentos, e existe uma outra, que é uma adaptação do sortimento a região que você está inserido.

Obviamente, quando você está em região de periferia, próximo a população de classe C e D, você tem que ter um sortimento aderente: aquela população, seja na quantidade de itens, de marcas disponíveis bem como os preços dos produtos. Não adianta trazer um produto que foge do alcance daquela população. Na medida em que entramos em regiões com maior poder aquisitivo, há um ajuste neste sortimento, inclusão de novos produtos.

No caso do atacado, que trabalhávamos até oito anos atrás com 6,5 mil SKUs, hoje já chega a 9 mil, 10 mil SKUs. Tem uma maior variedade, com uma inclusão de produtos de maior valor agregado para se ajustar aos hábitos daquela população que está em volta. Parte disso é realmente inovação, mas parte é adaptação. Infelizmente, o Brasil é um país de desigualdades, mesmo nas grandes metrópoles você tem regiões comparáveis à Europa e regiões comparáveis à países mais pobres.

Também precisamos espelhar isso na operação. Uma das grandes dificuldades do Brasil e de outras companhias, principalmente multinacionais, é entender que não dá para ter um modelo único de loja, um modelo único de sortimento nem quando fala em estados do Brasil, nem dentro da mesma cidade.

M&M — O Assai detém os naming rights da Sério A do Brasileirão há alguns anos tem Ingrid Guimarães como garota-propaganda. Qual é o papel do marketing no plano de expansão da companhia?

Belmiro – Cada vez mais relevante. Tem o marketing institucional, de reforço de marca. Tem o marketing que fazemos em regiões novas, que antecede a chegada da empresa. Na medida dessa mudança do setor, de incluir mais consumidores, o marketing ganha mais relevância.

Existe o marketing promocional, o quanto divulga as ofertas, a política de preço baixo, e existe também o que divulga os valores da companhia, o posicionamento da marca, onde cria uma identidade maior com os clientes. Tem sido um trabalho exitoso. Hoje, em termos de atacado, a marca é a mais valiosa, embora não seja a líder de mercado. O Brasileirão, por exemplo, ajudou muito a cimentar o conhecimento da marca muitas vezes antes da chegada da loja em um determinado estado do País.

M&M – Alcançar a liderança do setor do atacado é um dos objetivos do plano de expansão da companhia? Estão atentos à aquisição de redes regionais de hipermercados?

Belmiro — O foco da companhia neste atual momento é fazer a conversão das lojas Extra, um investimento relevante que foi feito, seja na aquisição dos pontos, seja nos custos para conversão dessas unidades, mas sempre estamos com o ouvido no trilho, atento a uma movimentação que eventualmente possa estar acontecendo no mercado e, se isso for aderente para o modelo da companhia, para os planos de crescimento, não tem por que não ser realizado.

A empresa busca estar sempre crescendo, ganhando participação de mercado. Isso, obviamente, pode ou não levar a liderança de mercado. Um dos objetivos da companhia é um equilíbrio saudável entre crescimento, geração de valor para a sociedade, geração de valor para os nossos acionistas e, principalmente, para os nossos colaboradores.

Fonte: Fernando Murad, Meio & Mensagem

27 de junho de 2022 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Negócios

Mercantil Atacado inaugura décima loja no NE

De Administrador SH 27 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Principal foco da rede é o atendimento diferenciado nas ilhas de salgados e fatiados

Nesta terça-feira, 28 de junho, às 9h, o Mercantil Atacado inaugura sua quinta loja em Salvador, desta vez, no bairro de Pau da Lima. Com uma área de vendas superior a 3.500 metros quadrados, ela traz como novidades terminais de autoatendimento, balcão de açougue e uma mega ilha de salgados e fatiados.

Com essa abertura, a rede de cash & carry alcança o marco de 10 lojas, sendo nove delas na Bahia (Pau da Lima, San Martin, Calçada, Pirajá, Ogunjá, Lauro de Freitas, Kalilândia, Cidade Nova e Juazeiro) e uma em Aracaju/SE.

Aberto de segunda a sábado das 7h às 21h e, aos domingos, das 7 às 15h, o Mercantil Atacado Pau da Lima oferece 205 vagas de estacionamento, Wi-Fi gratuito, dois terminais de autoatendimento e 13 caixas. Seu mix de 6.000 itens reúne hortifruti, mercearia, bazar, pet, bebidas, higiene, padaria, laticínios, perfumaria e limpeza.

Nas ilhas de salgados e fatiados e no balcão de açougue, o consumidor pode escolher o corte de sua preferência por meio de uma experiência personalizada, tendo mais de 45 tipos de carne bovina, 10 suínas e 12 de ave à disposição.

“O serviço é o nosso principal foco. Entregamos a unidade de San Martin no início de junho com esse mesmo formato e estamos tendo um retorno bastante positivo por parte dos clientes”, afirma o diretor do Mercantil Atacado, Eduardo Wanderley. 

Para Sebastián Los, presidente da Cencosud Brasil, as novas lojas de San Martin e Pau da Lima demonstram a confiança do grupo no Nordeste, em especial no modelo cash & carry. “Este novo momento do Mercantil Atacado está alinhado ao propósito da companhia, que é

Paixão por servir você, do seu jeito. As equipes estão comprometidas e dedicadas em proporcionar uma experiência diferenciada nas lojas deste formato, com produtos e serviços que atendam às suas necessidades e superem expectativas”, afirma.

Há 61 anos no mercado, desde 2007 o Mercantil integra a Cencosud Brasil, uma das maiores supermercadistas do país à qual também pertencem as redes GBarbosa, Perini, Bretas, Prezunic, Spid e o Cartão Cencosud, negócio de Serviços Financeiros.

Na visão do diretor geral Nordeste, Celso Ferreira, fazer parte de uma multinacional permite oferecer mais vantagens, comodidade e praticidade para os clientes, sejam eles pessoas físicas ou jurídicas, abastecerem suas casas e seus próprios negócios.

“Ao comprarem conosco, eles podem aproveitar promoções, condições de pagamento especiais, descontos exclusivos no App, variedade e qualidade, tanto nas lojas físicas quanto no digital. Estamos motivados e preparados para oferecer o melhor atendimento e mix de produtos ao público da região”, pontua.

Para celebrar a inauguração de Pau da Lima, tanto o site www.mercantilatacado.com.br quanto o App Mercantil Atacado estarão com ofertas especiais. Quem possui o Cartão Mercantil poderá parcelar alimentos, bebidas e hipel em até 3x sem juros e bazar em até 10x sem juros na loja até 3 de julho. Os cartões aprovados no período de 28 de junho a 12 de julho terão 30% no cupom de primeira compra (limitado a R $50,00), sem anuidade no primeiro ano.

Mercantil Atacado Pau da Lima

Abertura: 28 de junho, às 9h

Endereço: Rua Ismar Araújo, 168 – Salvador/BA

Horário de funcionamento: Segunda a sábado (7h às 21h) e domingo (7h às 15h)

27 de junho de 2022 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Internacional

Varejo renova PDV para atender melhor cliente no pós-pandemia

De Administrador SH 27 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Estudo da Hershey mostra que mais de 60% das lojas deverão passar por renovações e atualizações para oferecer melhores experiências de compra

Por Renato Müller

Na esteira das mudanças trazidas pela digitalização do varejo e os novos hábitos dos consumidores, 61,6% dos varejistas nos Estados Unidos pretendem fazer mudanças nas lojas para tornar o processo de compra mais eficiente e conveniente.

Uma parte importante desse processo envolve o checkout: 37,8% dos varejistas entrevistados pela Hershey e pela Retail Dive pretendem aumentar o número de pontos de pagamento dentro da loja nos próximos 12 meses.

“Renovar os PDVs é essencial para o varejo, pois é preciso atender a novos patamares de expectativa dos clientes e estimular o aumento das cestas de compras”, afirma Gina Peterson, gerente sênior de experiência do cliente na Hershey. Para ela, a renovação da estrutura das lojas físicas aumentará o número de terminais de autoatendimento (self checkout) e opções do tipo “Amazon Go”, em que nem existe um checkout físico.

Para 30% dos varejistas entrevistados, existe uma dificuldade em obter mão de obra para as lojas físicas, o que estimula a adoção de soluções tecnológicas – de autoatendimento a lojas autônomas. Não é à toa que 31,1% dos entrevistados acreditam que, nos próximos cinco anos, implantarão recursos autônomos em seus PDVs.

Ao mesmo tempo em que planejam a renovação dos pontos de venda, os varejistas americanos aceleram suas iniciativas digitais. Mais da metade dos entrevistados afirmam que projetam um forte crescimento das vendas online nos próximos anos, sendo que 26,8% acreditam que mais de 50% de seu faturamento em 2027 virá do e-commerce.

“A tendência do digital continuará a crescer, mas o consumidor continuará comprando principalmente no varejo físico. Compras não planejadas, por impulso, seguirão sendo um componente importante das jornadas de consumo dos clientes e, por isso, é preciso acelerar a inovação nos pontos de venda”, completa Gina Peterson.

27 de junho de 2022 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
ESG

Complexo industrial de alimentos é premiado por Jornada ESG

De Administrador SH 27 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Companhia investiu cerca de R$ 53 milhões em iniciativas ambientais, sociais e de governança em 2021

A M. Dias Branco está entre as três empresas mais bem posicionadas do Guia EXAME Melhores do ESG 2022 na categoria Agronegócio, Alimentos e Bebidas. O ranking leva em consideração os princípios que regem uma gestão voltada para as boas práticas ambientais, sociais e de governança (Environmental, Social and Governance).

De cada setor da economia, apenas as três empresas com práticas mais consistentes são selecionadas. “Para as Melhores do ESG 2022, mais do que fazer negócios lucrativos e perenes, o objetivo é resolver problemas da humanidade”, destacou o guia.

Trata-se do maior e mais abrangente guia de sustentabilidade da imprensa brasileira, criado em 2020 com a nomenclatura Guia EXAME de Boa Cidadania Corporativa. A partir desta edição, o ranking é elaborado pelo Ibmec, uma das principais escolas de negócios do país, que revisou a metodologia do Guia, que até o ano passado era chamado de Guia EXAME de Sustentabilidade.

Integrante do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), da B3, a carteira composta por um seleto grupo de empresas com práticas sustentáveis consolidadas, a M. Dias Branco investiu R$ 52,8 milhões em iniciativas de gestão ambiental, ações sociais, pesquisa e desenvolvimento em 2021.

Recentemente, a M. Dias Branco anunciou ao mercado os compromissos ESG para serem alcançados até 2030, composto por 18 metas públicas, divididas em 15 temas e abrangendo as esferas social, ambiental e governança corporativa. “Iniciamos a nossa jornada ESG há nove anos, avançando gradativamente nas nossas práticas sustentáveis nas diferentes frentes das nossas operações. Esse reconhecimento vem coroar a nossa jornada e serve de estímulo para alcançarmos os compromissos públicos que assumimos até 2030″, ressalta Tiago Timbó, gerente de Comunicação, Cultura e Sustentabilidade da M. Dias Branco.

Até então, a Companhia cumpria sua agenda internamente, por meio de grupos de trabalho para cada tema. O cumprimento da agenda será verificado por empresa de auditoria e reportado ao mercado nos relatórios anuais de sustentabilidade. “O plano é desafiador, mas é alcançável porque é atrelado ao negócio e tem entregas de valor tanto para a empresa quanto para a sociedade”, complementa Timbó.

Dentre as metas, a M. Dias Branco, que sempre esteve engajada com as comunidades do entorno de suas 16 fábricas em todo o Brasil a partir da doação de produtos, se compromete a oferecer projetos de empreendedorismo voltados ao setor de alimentos. Há ainda o compromisso de subir de 60% para 80% a parceria com fornecedores locais até os próximos oito anos, fomentando a economia das regiões onde a Companhia atua.

Do ponto de vista ambiental, entre as principais metas, a líder nacional em massas e biscoitos irá ampliar o uso de embalagens plásticas recicláveis, compostáveis ou biodegradáveis dos atuais 65% para 100%.  Além disso, a M. Dias Branco se compromete a utilizar 90% de energia renovável nos próximos anos. Uma importante medida para a obtenção do feito foi anunciada na semana passada, com o acordo comercial da Companhia com a Omega Energia para a geração de energia por três parques eólicos, instalados em Paulino Neves/MA. A iniciativa prevê que 18 MW médios sejam comercializados sob o regime de autoprodução por equiparação, consumidos pelas unidades produtivas da M. Dias Branco. A operação está sujeita à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Em toda a Companhia, que conta com mais de 16 mil funcionários, 26% das mulheres ocupam posições de liderança, incluindo gerência, diretoria e vice-presidência. Até 2030, a M. Dias Branco se compromete a ter 40% dos cargos de liderança ocupados por mulheres. A pluralidade de gênero já está presente no Conselho de Administração da M. Dias Branco, com 40% de mulheres entre os membros titulares, incluindo a presidente do Conselho, Consuelo Dias Branco.

A M. Dias Branco é signatária do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU) e pauta suas iniciativas nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que compõem a agenda global.

“Estamos muito satisfeitos com o reconhecimento do Guia EXAME Melhores do ESG, que é de todo o time da M. Dias Branco. Isso demonstra que estamos no caminho certo e reflete o nosso compromisso de evolução dentro dos aspectos social, ambiental e de governança corporativa”, conclui Tiago Timbó.

Sobre M. Dias Branco S. A. Indústria e Comércio de Alimentos

Fundada em 1953, a M. Dias Branco S.A. Indústria e Comércio de Alimentos é uma empresa do setor de alimentos com ações negociadas no segmento do Novo Mercado na B3. Sua história começou ainda na década de 40, quando o comerciante e imigrante português Manuel Dias Branco inaugurou a Padaria Imperial, em Fortaleza (CE), expandindo sua atuação para todo o Brasil.

Detentora de marcas líderes, sendo as principais Vitarella, Piraquê, Adria, Fortaleza, Richester e Isabela, a Companhia produz e comercializa biscoitos, massas, farinhas e farelo de trigo, margarinas e gorduras vegetais, snacks, bolos, mistura para bolos, cobertos de chocolates e torradas. Sediada em Eusébio (CE), é líder de mercado em biscoitos e massas no Brasil. Por meio da aquisição da Latinex, concluída em novembro de 2021, a Companhia passou a ser detentora também das marcas Fit Food, Smart e Frontera, expandindo sua posição no mercado de healthyfood, com produtos como biscoitos de arroz, pasta de amendoim, chocolates, massas feitas de milho e temperos.

Suas operações geram mais de 16 mil empregos diretos em diferentes regiões, refletindo o seu compromisso com fatores importantes para o desenvolvimento econômico e social do país. É signatária do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU) e desenvolve diversas iniciativas ligadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Atualmente, a M. Dias Branco possui 16 indústrias ou complexos industriais, sendo que sete deles possuem estruturas de moinho de trigo. Suas unidades possuem equipamentos de última geração, seguindo os mais rigorosos padrões de qualidade, operando com um modelo de integração vertical que permite a produção de suas mais importantes matérias-primas, a farinha de trigo e a gordura vegetal, utilizadas na fabricação dos demais produtos. A empresa conta com mais de 30 filiais comerciais estrategicamente instalados em diferentes estados do País, o que possibilita a presença de suas marcas em todo o território nacional, assim como em mais de 40 países em todos os continentes.

27 de junho de 2022 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Negócios

Terceira geração comanda evolução dos negócios com mais lojas

De Administrador SH 27 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Levar alto padrão de atendimento e qualidade com preço justo é marca da rede

O local escolhido é Barramares, na periferia de Vila Velha, numa loja de 450 metros quadrados. A empresa, que hoje está sendo comandada pela terceira geração, tem um total de 45 funcionários e vai gerar mais 16 postos de emprego com a filial, número que deverá ser aumentado em 50% em breve.

“A ideia do Hortiverdi é levar alto padrão de atendimento e qualidade num preço justo para todos os públicos”, destaca Gustavo Almagro, atual gestor e neto dos fundadores do supermercado que pertence à Central de Vendas, rede de varejo com forte presença no Sul do Espírito Santo.

Aberta a primeira filial, e agora? Gustavo responde: “Pretendemos abrir outra unidade em menos de um ano, também em Barramares. Estamos focando na Grande Vitória”, avisa.

A loja de Barramares irá funcionar de segunda a sábado de 8h às 21h e aos domingos e feriados de 8h às 14h.

Fonte: A Gazeta

27 de junho de 2022 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Negócios

Por que você deve aumentar os estoques de carne de porco na sua loja?

De Administrador SH 27 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Números do setor comprovam que o brasileiro tem mudado seus hábitos à mesa

Na mesa dos brasileiros, a inflação impõe muitas mudanças. Alguns alimentos tiveram que sair do cardápio e, em alguns casos, foram substituídos.

Ao comparar os preços, o apetite do consumidor pela carne suína aumenta, e muita gente não está comprando só de vez em quando, não.

“É de vez em sempre. É mais barato e é melhor”, diz o aposentado Jair Lino.

Entre as carnes mais consumidas, a suína foi a única que ficou mais barata nos últimos 12 meses. Segundo dados do IBGE, o preço da carne de porco teve queda de 5,52%, enquanto a de boi subiu 7% e a de frango teve alta de mais de 20%.

“Não se confirmou, por exemplo, índices de exportação que foram um pouco menores. Então essa proteína acabou ficando no mercado doméstico e pressionou os preços no varejo, e a gente como consumidor foi beneficiado por isso em um ciclo de inflação que está de certa forma mais elevado”, diz Edmar Gervásio, técnico do Departamento de Economia Rural.

Com carne de porco sobrando no mercado interno, produtores não conseguiram repassar para o consumidor a alta de custos.

“Nós tivemos um aumento da oferta e ao mesmo tempo um aumento do custo de produção, porque 80% do custo de produção do suíno é relacionado ao milho e ao farelo de soja, que foram insumos que aumentaram muito de preço nos últimos meses”, explica Iuri Machado, consultor de mercado da Associação Brasileira de Criadores de Suínos.

O brasileiro está comendo carne de porco como nunca. Em um ano, o consumo médio por pessoa bateu recorde: passou de 16,9 quilos para pouco mais de 18 quilos. Promoções em supermercados ajudam a explicar o crescimento do setor.

Até quando a gente compara com o frango, alguns cortes da carne de porco estão mais em conta. Em um supermercado, o quilo do pernil suíno, por exemplo, é quase 30% mais barato do que o quilo de filé de frango com pele e osso.

“Lá em casa sempre tem. É o frango, o porco e de vez em quando a vermelha”, conta a dona de casa Solange Balestra.

Além do preço atrativo, há quem goste mesmo é do sabor. Maria José adora uma bisteca de porco frita e diz que fica tão boa que não sobra nada. “Não sobra nem o ossinho.”

Fonte: G1

27 de junho de 2022 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Negócios

Novo CD de rede regional sinaliza expansão do varejo de alimentos na região SE

De Administrador SH 27 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Detentor de 33 unidades, grupo investe na qualificação permanente dos seus colaboradores

Com grandes números que consolidam a marca no Espírito Santo, a rede de Supermercados Extrabom não pensa em parar de crescer. Tanto é assim que vai expandir o centro de distribuição do grupo, localizado em Civit I e na Serra, e, com isso, terá estrutura para novos investimentos.

É o que afirma o vice-presidente da Rede Extrabom, Fabrício Coutinho. “A ampliação do nosso complexo logístico permitirá investir em novas lojas no Estado.” As obras já foram iniciadas e tem inauguração prevista para janeiro de 2023.

Presente em território capixaba desde 1978, o Extrabom está mais de uma vez na preferência dos consumidores – um feito que tem repetido frequentemente no Recall de Marcas Rede Gazeta. Na 30ª edição do prêmio, conquistou novamente o primeiro lugar na categoria “Supermercado”. A resposta do público é, na avaliação de Fabrício Coutinho, reflexo da paixão do estabelecimento por servir.

“Trabalhamos para ser cada dia melhor, nos esforçando para oferecer aos capixabas um atendimento de excelência, tecnologia, ações de cunho social, além da variedade em produtos e serviços e economia”

O vice-presidente lembra da trajetória do Extrabom, que começou com uma pequena mercearia em Jardim América, Cariacica. “Com o DNA de paixão em servir, a empresa foi crescendo com foco no trabalho, bom atendimento e no envolvimento familiar, valoriza.

Números em destaque

Com pouco mais de 40 anos, a rede Extrabom é uma das maiores empresas do setor do país e ocupa a 38ª posição no ranking nacional, segundo a Associação Brasileira de Supermercados.

A rede também possui o maior número de lojas no Espírito Santo com 33 unidades distribuídas por Cariacica, Guarapari, Serra, Vitória, Colatina, São Mateus, Vila Velha e Viana e mais de 4000 colaboradores no Estado.

A empresa é ainda certificada como uma das melhores do Brasil para se trabalhar, de acordo com o ranking do Great Place to Work, uma consultoria global que apoia organizações obter melhores resultados por meio de uma cultura de confiança. Alto desempenho em inovação.

Conexão

Na visão na visão do vice-presidente, o Extrabom possui outras de outros diferenciais, como a busca por manter maior conexão e proximidade com os clientes.

“Nós investimos constantemente na qualificação dos nossos colaboradores, no aprimoramento dos nossos canais de atendimento, tanto presencial quanto digital, para garantir a melhor experiência possível do cliente nas lojas físicas, como também diante da tela de um computador ou via smarthfone”, aponta.

Fabrício Coutinho acrescenta que o propósito da rede é ser um facilitador no dia a dia dos consumidores, suprindo as necessidades de alimentação, higiene, entre outros produtos que os clientes buscam em suas prateleiras cotidianamente.

Segundo o vice-presidente, além da dedicação da empresa para com o público e os investimentos, o Extrabom trabalha para oferecer uma ampla variedade e uma alta qualidade nos produtos vendidos.

“Somos uma marca próxima dos capixabas. Ser cada dia melhor para clientes, colaboradores, fornecedores e parceiros nos faz chegar até o consumidor com uma entrega de qualidade no serviço e no mix de produtos. Desejamos permanecer como uma marca querida, lembrada sempre com afeto pelos capixabas, suprindo-os em todas as necessidades domésticas”, conclui Fabrício Coutinho.

Fonte: Recall de Marcas, A Gazeta

27 de junho de 2022 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Negócios

Brasileiro aprimora paladar e mostra nova tendência em vinhos

De Administrador SH 26 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Dados surpreendentes retratam o consumo da bebida de Norte à Sul do país

Enquanto a tendência mundial foi de redução na demanda de vinhos, o consumo da bebida no Brasil cresceu durante a pandemia de covid-19, de acordo com um relatório divulgado recentemente pela Diretoria de Agronegócio do Itaú BBA. Os brasileiros compraram 430 milhões de litros em 2020, o que representa um avanço de 18,4% sobre o ano anterior e o maior volume desde 2000.

Mais de 50 milhões de brasileiros, ou cerca de 36% da população adulta do País, consomem a bebida regularmente, uma proporção equivalente à dos Estados Unidos, segundo a Wine Intelligence. No entanto, o número é muito inferior à média europeia, “há um enorme abismo para ser explorado”, comentou a diretora-executiva (CEO) da chilena Veroni Wine, Livia Marques.

Cada brasileiro, em média, bebeu 2,64 litros de vinho em 2021, segundo estimativa da Ideal Consulting. Os argentinos, que registram o maior consumo per capita nas Américas, bebem 30 litros por ano, enquanto os portugueses, os maiores consumidores individuais do mundo, chegam a 69 litros por ano.

Mudança de perfil de consumo de vinho

O mercado brasileiro está passando por uma mudança de perfil do consumo. Em 2021, pela primeira vez, houve um aumento na procura por bebidas de maior qualidade. Foram comercializados 217 milhões de litros de rótulos finos, enquanto os vinhos de mesa responderam por 205 milhões das vendas, aponta a União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra).

“Antigamente, apenas pessoas com bons recursos financeiros e apreciadores consumiam vinho. Hoje, um rol muito maior e igualitário se anima em, pelo menos, experimentar”, afirmou Marques. Isso é resultado de um esforço das marcas tradicionais de vinhos que não costumavam investir em marketing, mas que aumentaram a presença na internet durante a pandemia.

A frequência na apreciação de vinho aumentou para 28% dos brasileiros durante a crise sanitária, segundo estudo O Mercado de Vinhos, realizado no fim de 2021 pelo clube de assinaturas Wine. A pesquisa aponta que 20% dos brasileiros passaram a beber em ocasiões diferentes, e 15% costumam consumir sozinhos.

Aumento de importação

A expansão do consumo nacional de vinhos tem chamado a atenção do mercado internacional. As importações saltaram de 120 mil toneladas, com valor total de US$ 372 milhões em 2019, para 160 mil toneladas e US$ 478 milhões em 2021, de acordo com informações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

O Chile, quarto maior exportador de vinhos do mundo em volume, tem o Brasil como o segundo maior destino de suas bebidas, atrás apenas da China. No ano passado, o país vizinho representou mais de 43% das importações brasileiras do setor, com o envio de 70 mil toneladas que totalizaram US$ 183 milhões.

Além dos chilenos, os argentinos — responsáveis por 17% das compras brasileiras — contam com a isenção de impostos alfandegários devido ao Mercado Comum do Sul (Mercosul), que garante uma vantagem competitiva em relação aos europeus. Ainda assim, Portugal, Espanha, Itália e França representaram 40% das importações do Brasil em 2021.

Produção de vinhos nacionais

A Região Sul do Brasil, especialmente a Serra Gaúcha, concentra 90% da produção da viticultura nacional, segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). A cadeia produtiva de vinhos e uvas movimentou R$ 11 bilhões em 2019, incluindo os diferentes canais de distribuição e o enoturismo, e emprega mais de 200 mil pessoas.

O País é o único do mundo que conta com três tipos de viticultura, o que proporciona uma diversidade única de sabores para a produção nacional. A tradicional se desenvolve amplamente nos Estados do Sul, além de pontos do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e de São Paulo, e está presente há mais de um século no Brasil.

A produção tropical, mais recente, está presente no Vale do Rio São Francisco, entre Bahia e Pernambuco. Já a viticultura de inverno abrange locais com altitude entre 700 metros e 1,2 mil metros, com destaque para a Chapada Diamantina (BA), os Estados do Sudeste, Goiás e o Distrito Federal.

Fonte: SummitAgro Estadão

26 de junho de 2022 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Negócios

Dispara a procura por alimentos vegetarianos e veganos

De Administrador SH 26 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Especialista em consumo detalha os motivos pelos quais as lojas precisam focar neste novo cliente

Saúde e comodidade são as palavras que podem definir os novos hábitos de consumo no setor da alimentação. Isso porque o crescimento do delivery, aumento da busca por soluções baratas e interesse por alimentos veganos e vegetarianos e pela alimentação saudável são algumas das principais mudanças no comportamento dos consumidores pós-pandemia, de acordo com Guga Schifino, head de transformação digital da DX.CO, empresa do Grupo 4all.

Schifino, que é especialista em comportamento e consumo, participou, em maio, do NRA Show 2022, o maior encontro anual de profissionais de foodservice no Ocidente. A feira ocorre em Chicago, nos Estados Unidos, reúne mais de 1,5 mil expositores e fornecedores de todo o mundo que apresentam novas soluções para o setor, além de promover discussões relevantes para a área.

Entre as mudanças apresentadas no NRA, está o crescimento na compra de alimentos com entrega em casa, um comportamento acelerado com a pandemia, quando o delivery ganhou mais força, demonstrando que o formato veio para ficar: — O crescimento do delivery iniciou na pandemia e acabou criando um novo hábito, mantendo o interesse das pessoas pela entrega de comida, o que tem deixado o serviço em ascensão, mesmo que em menor percentual do que o ano passado.

A adesão ao consumo de alimentos sem itens de origem animal também aparece entre os novos hábitos. Guga destaca uma pesquisa da Datassential, apresentada no evento, em que 66% dos 27 mil consumidores pesquisados afirmaram que pensam que as comidas à base de planta são o futuro, sendo que 60% dos vegetarianos procuram alimentos com gosto de planta e 40% está em busca de itens com sabor semelhante ao da carne.

O estudo ainda traz o dado de que 62% das pessoas que optaram pela dieta sem carne dizem que a escolha levou em consideração a saúde.

— Muito embora saiba-se que não existe relação direta desse tipo de dieta com a saudabilidade — ressalta Schifino

Além disso, o impacto da inflação no preço dos alimentos também afeta o consumo, uma vez que a redução de gastos tem a alimentação fora de casa como um dos primeiros alvos.

As mudanças se intensificam na geração Z (de 11 a 24 anos) e mais ainda com a alfa (de três a 10 anos), que são também os responsáveis pelas escolhas dos alimentos e dos restaurantes no consumo familiar.

— Os principais desafios do setor são usar a tecnologia para melhorar a produtividade e minimizar os impactos da inflação. Adaptar-se a um novo comportamento de consumo. E avaliar novos modelos e formas de resolver as necessidades do consumidor — finaliza Schifino.

Fonte: GZH

26 de junho de 2022 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Negócios

Pós-venda da DM é líder em atendimento no mercado

De Administrador SH 26 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Empresa que acaba de renovar sua identidade visual recebe altíssimo índice de satisfação dos clientes

A Pesquisa Nacional de Cartões de Crédito 2022 (PNCC 22), da Card Monitor, realizada com mais de 12 mil consumidores portadores de cartão de crédito, avaliou a DM como o melhor atendimento ao cliente, com uma média de satisfação de 85%. Na avaliação do grau de satisfação por meio da metodologia NPS, a DM ficou em segundo lugar no ranking com um índice de 70%, à frente de todos os players tradicionais do mercado.

Há 20 anos no mercado de cartões Private Label (o cartão de loja), onde é líder, a empresa também atua em cartão de crédito bandeirado Mastercard e já figura entre os grandes players desse modelo de concessão de crédito.

“Na DM, acreditamos que toda história merece crédito. E colocamos isso em prática, não só dando crédito para as famílias que compõem a base da pirâmide, mas também oferecendo um atendimento de excelência para todos. Valorizar as pessoas é nosso propósito e uma tradição muito importante de nossa história”, conta Denis Correa, Presidente da DM.

Com mais de 1.200.000 clientes ativos, em crescimento acelerado e com constantes lançamentos de novas soluções financeiras como Empréstimo Pessoal e Conta Digital, a DM é um dos maiores players do mercado financeiro voltados para a concessão de crédito para as famílias de baixa-renda.

 Sobre a DM

A DM é uma empresa de produtos financeiros que nasceu há 20 anos para simplificar e democratizar o acesso ao crédito, principalmente à população de menor poder aquisitivo, que forma seu principal público-alvo e para quem desenvolve suas soluções. Ao mesmo tempo, também atua para apoiar e potencializar resultados de seus parceiros varejistas.

Para o consumidor final, disponibiliza o cartão de loja, o cartão de crédito bandeirado, a conta digital, linhas de microcrédito pessoal e seguros.

Como especialista em varejo, no B2B oferece a redes varejistas a possibilidade de adotar o cartão de crédito próprio (o private label), ferramentas de CRM e aplicativos de ofertas que vão ajudá-los a incrementar suas vendas.

Na DM, toda a história conta e merece crédito, por isso ela atua como uma empresa cada vez mais próxima, simples e segura para consumidores e varejistas.

Em 2022, a DM recebeu uma rodada de investimentos da Vinci Partners.

26 de junho de 2022 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Mais recentes
Mais Antigas
banner para anunciantes
banner do canal whats
previous arrow
next arrow
  • Therezópolis chega em nova versão sem glúten
  • Sadia oferece até R$ 100 mil em promoção nacional “Sua Torcida Pede Sadia”
  • Nutry amplia portfólio proteico com novos sabores e produtos
  • Perini, da Cencosud, tem novo conceito store in store
  • Bebidas: 4 tendências que podem remodelar o setor
  • Imperatriz inaugura loja no bairro Ingleses, em Floripa
  • Nagumo Supermercados inaugura loja em Guarulhos (SP)

Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

logo-c-superhiper@2x.webp

SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

  • Seções
    • ABRAS
    • Consumidor
    • Consumo nos Lares
    • Economia
    • ESG
    • Eventos
    • Gente
    • Internacional
    • Legislação
    • Lojas
    • Mentores do Varejo
    • Negócios
    • Tecnologia
    • Lançamentos
  • Sala SuperHiper
  • Newsletter
  • Revista
  • Anuncie
  • Contato
  • Seções
    • ABRAS
    • Consumidor
    • Consumo nos Lares
    • Economia
    • ESG
    • Eventos
    • Gente
    • Internacional
    • Legislação
    • Lojas
    • Mentores do Varejo
    • Negócios
    • Tecnologia
    • Lançamentos
  • Sala SuperHiper
  • Newsletter
  • Revista
  • Anuncie
  • Contato

Leia a última edição

Abras

Eficiência operacional avança no varejo supermercadista, mas perdas ainda desafiam o setor
Transição e eficiência: o grande desafio do varejo frente à reforma tributária
Retail Media e estratégia transformam a relação entre varejo e indústria

Super atualizada. Hiper Conectada

Siga-nos
Linkedin Instagram Facebook Youtube Tiktok
SuperHiper
  • Home3 Homes
  • Home 1
  • SuperHiper