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quarta-feira, maio 27, 2026
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Negócios

O desafio de entender e faturar com 4 gerações

De Administrador SH 26 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Nos mais variados setores, é grande a empreitada para fixar a sua marca , o seu varejo nas famílias “hoje” longevas

O aumento da expectativa de vida da população e os novos hábitos da geração Z criaram um desafio a mais para as empresas conquistarem os consumidores. Ao mesmo tempo em que precisam atender o público com maior poder aquisitivo, representados pelos baby boomers e X, também são pressionados pelo comportamento moderado e consciente da geração Z, o consumidor do futuro.

Cada uma dessas gerações tem particularidades, pois todas cresceram em contextos socioculturais e econômicos distintos, o que influencia a forma de consumir.

Para a geração Y e Z, não basta ter preço e produto bom. É preciso ter propósito e uma história por trás daquilo que estão comprando.

Para os baby boomers e parte da X, valem qualidade e, lógico, preço adequado. Esses grupos gostam de ostentar bens mais do que os jovens, que buscam praticidade e comodidade.

“As marcas têm dificuldade para encantar essa nova geração, que praticamente não vê TV aberta. Eles estudaram mais, têm mais acesso à saúde e são mais plurais”, diz o sócio da GS&Consulting, Jean Paul Rebetz.

Ele explica que esses consumidores nasceram numa época de oferta abundante de produtos, diferentemente de gerações passadas, que viveram a escassez no mercado devido à economia mais fechada. “Agora é mais fácil falar em sustentabilidade e storytelling.”

Espelho

Na outra ponta, a vida das empresas também não tem sido fácil. Pesquisa da Nielsen mostra que só 23% das pessoas com mais de 55 anos se sentem representados nas propagandas.

“O envelhecimento no Brasil é algo novo. As empresas ainda não sabem como atender esse público”, diz Clea Klouri, sócia-fundadora da Data8, especializada no mercado da longevidade.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil tem 32,5 milhões de pessoas com 60 anos ou mais – quase 12 milhões a mais do que há dez anos. Apesar de ser um mercado de elevado potencial de consumo, diz Clea, as marcas não conversam com esse público.

É uma geração invisível que reclama da falta de produtos adequados em quase todos os setores, como beleza, moda e até alimentos.

Segundo ela, apesar de as empresas ainda terem receio de se comunicar com esse público e parecer uma marca velha, há um movimento – ainda tímido – para romper essa barreira.

Condições

As causas sociais e ambientais têm ganhado relevância na vida das pessoas, o que influencia o consumo. Apoiar essas iniciativas passou a ser exigência dos clientes na hora de escolher uma marca. A jovem Bianca Sales, por exemplo, exige produtos orgânicos, enquanto a mãe, Maria Eliete, leva mais em conta o preço.

“A preparação para o futuro está ocorrendo em ritmo acelerado e queremos ser uma empresa de tecnologia de mobilidade”, diz Frederico Battaglia, diretor de marketing da Stellantis, empresa que detém 14 marcas, entre elas a Fiat, Jeep, Peugeot, Citroën e Ram. Para garantir a pegada de carbono zero, a empresa tem um plano ambicioso que envolve eletrificação e veículos híbridos (etanol e elétrico).

Hoje, diz ele, os consumidores pedem uma história interessante sobre o produto, que precisa ser real. “Com o acesso à informação, não basta dizer que é legal, tem de mostrar que é legal.”

Segundo o executivo, a lição de casa das empresas nesses tempos tão conectados é entender o perfil dos clientes e tentar entregar o melhor produto possível. Por isso, em 2021, a empresa criou a Flua, uma empresa de assinatura de carros que oferece planos de locação de 1 a 3 anos.

Para alcançar consumidores tão diversos, as empresas têm explorado inúmeros canais de comunicação. O desafio com essa multiplicidade de meios é usar a linguagem adequada para cada um deles.

“Além disso, tem um criador específico para cada plataforma, um nativo ‘expert’ daquele ambiente”, diz a diretora de marketing Corporativo Maria Cristina Merçon.

Fonte: Renée Pereira, Terra

26 de junho de 2022 0 Comentários
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Negócios

Grupo faz aporte agressivo para abertura de quatro novos atacarejos ao longo de um ano

De Administrador SH 23 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Rede com mais 70 lojas no Sudeste integra o Ranking Abras 2022 com os 25 maiores varejistas do país

Com expectativa de manter o crescimento anual do faturamento em dois dígitos e atender com competitividade os comerciantes e o consumidor final, o Apoio Mineiro, do Grupo Supernosso, está investindo na expansão da rede. Após inaugurar a primeira unidade no interior do Estado, em Curvelo, onde foram aportados cerca de R$ 30 milhões, estão nos planos inaugurar mais quatro unidades entre o segundo semestre de 2022 e início de 2023. O aporte supera R$ 100 milhões. Serão duas inaugurações em Betim, uma em Vespasiano e uma em Belo Horizonte. Na Capital, em agosto, também haverá a reinauguração da loja do bairro Tropical.

A unidade de Curvelo, na região Central de Minas, é a primeira loja do Apoio Mineiro no interior do Estado. O vice-presidente do Grupo Supernosso, Rodolfo Nejm, explica que na unidade foram cerca de R$ 30 milhões em investimentos. Somente no Apoio de Curvelo, foram gerados 150 empregos diretos.

Curvelo é uma relevante cidade para o Estado e tem vários outros municípios importantes no entorno. Nosso propósito, do Grupo Supernosso e do Apoio, é facilitar o abastecimento de lares e negócios. Nossa expectativa é surpreender o consumidor com qualidade, variedade e competitividade. Levamos para a região de Curvelo e para as cidades satélites dali um preço de atacarejo que  é muito competitivo e importante pelo cenário econômico atual. Queremos contribuir com os comerciantes, ser uma opção”.

As expectativas são muito positivas com a unidade de Curvelo, e a loja servirá de modelo para uma futura expansão para o interior já em 2023.

“A loja de Curvelo é a primeira de fato no interior. Somos o maior atacarejo da região de Belo Horizonte e a loja mais distante era em Sete Lagoas (cidade a 40 minutos de BH, que faz parte do colar metropolitano). Agora, com Curvelo, começamos a atender a uma distância maior. Por isso, a expectativa é muito grande. Temos certeza do sucesso. Está no nosso planejamento, para o ano que vem, a abertura de mais lojas no interior”.

Nejm explica ainda que a loja é ampla e com muita variedade de produtos, com categorias importantes como padaria, vinhos, açougue além do abastecimento básico.

Plano

O plano de expansão da rede é robusto. Entre o segundo semestre de 2022 e início de 2023 serão inauguradas mais quatro unidades do Apoio Mineiro, todas na RMBH. Há ainda uma unidade que está sendo totalmente reformada em Belo Horizonte e que será inaugurada em agosto.  “Cada loja tem um investimento médio de R$ 25 milhões a R$ 30 milhões e geram cerca de 200 empregos diretos”, disse.

Em relação aos resultados, as expectativas são positivas. O planejamento é crescer 16% em 2022. Com o cenário econômico instável e inflação elevada, o Apoio, para manter os preços competitivos, o que é importante para atrair os clientes, tem investido nas negociações junto a parceiros e fornecedores.

“O Apoio vem crescendo dois dígitos ao ano. Nos primeiros meses de 2022, conseguimos manter esta expansão, mesmo com todas as dificuldades do cenário econômico e inflação elevada. Nossa meta é crescer 16% em 2022 e, com as novas lojas, superar 20%. O segmento também é favorecido tanto pelo comerciante como pelo consumidor final, que, pelo cenário, buscam produtos competitivos e o Apoio oferece isso”.

O Apoio Mineiro faz parte do Grupo Supernosso, que conta com 40 lojas do Supernosso, 18 unidades do Apoio Mineiro e mais 13 lojas do Momento Supernosso. Com 81 anos de atuação, faturamento de R$ 2,9 bilhões e 10 mil colaboradores, o Grupo Supernosso, para este ano, tem expectativa de faturar R$ 3,40 bilhões. E, até 2030, o grupo planeja triplicar o tamanho da empresa, com expansão de lojas para o interior de MG e outros estados.

Fonte: Michelle Valverde, DC

23 de junho de 2022 0 Comentários
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InternacionalNegócios

Alta da inflação eleva consumo de marcas próprias

De Administrador SH 23 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Estudo mostra que consumidores já consideram itens private label como competitivos em diversos fatores além do preço; consumo continua acima dos níveis pré-pandemia

*Renato Müller

O aumento da inflação e a contração de renda da população no pós-pandemia está elevando a demanda por produtos de marca própria das redes supermercadistas americanas. De acordo com um recém-divulgado estudo do FMI (“2022 Power of Private Brands”), 40% dos consumidores estão comprando mais itens de marca própria do que antes da pandemia e três quartos desse público pretende continuar fazendo isso.

O estudo mostra que 63% dos consumidores percebem os itens de marca própria como tendo uma boa relação custo/benefício e 55% compram esses produtos pelo preço mais acessível. Outros fatores importantes na decisão de compra de itens de marca própria são a boa qualidade, sustentabilidade, sabor e contribuição à saúde e bem-estar.

“Está claro que os consumidores veem os produtos de marca própria como itens competitivos em relação a sabor e qualidade”, diz Doug Baker, vice-presidente de relações com a indústria do FMI. “Os preços e os problemas na cadeia de suprimentos levaram mais clientes a testar produtos de marca própria, mas essas não são as únicas razões pelas quais os consumidores continuam colocando esses itens em suas cestas de compra”, acrescenta.

No que se refere à inovação, o estudo traz insights interessantes. Um em cada 5 consumidores compra itens de marca própria por causa de embalagens convenientes e reutilizáveis e 14% buscam produtos que sejam melhores para o meio ambiente. Os consumidores também tendem a comprar mais produtos private label que pareçam interessantes (20%) ou que pareçam ser diferenciados ou inovadores (13%).

Como apenas 2% dos consumidores disseram comprar marcas próprias somente quando os itens “de marca” não estão disponíveis na loja, fica claro que o interesse do público por esses produtos vai além do preço. “Sabor, qualidade percebida e praticidade são aspectos importantes na decisão de compra, e os produtos de marca própria estão entregando isso”, completa Baker.

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Negócios

Décimo maior grupo varejista do país está prestes a abrir novo canal de venda

De Administrador SH 23 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Clientes já visualizam obras no estacionamento de uma das maiores lojas da rede

O famoso esquilo de Porto Alegre está se digitalizando, após pelo menos dois anos aprimorando o planejamento. A conhecida rede de supermercados Zaffari já prepara a operação para o início de suas vendas pela internet. Estivemos no estacionamento do Bourbon Assis Brasil, na zona norte da Capital, onde uma estrutura de ferro com vagas para estacionamento foi levantada. No local, segundo pessoas que trabalhavam no momento, funcionará um ponto de retirada de pedidos feitos pelo e-commerce.

O Zaffari ainda não confirma a operação. Diz se tratar de um projeto “em consolidação, sobre o qual a empresa, oportunamente, trará a público as informações”. Mas assim que a estrutura foi instalada, foram colados adesivos — agora tapados por lonas — indicando o site da rede de supermercados. Nas três vagas de estacionamento, há placas solicitando que o motorista faça um check-in online, avisando que chegou. Não há informações sobre quando começará a funcionar, mas a perspectiva é de que seja em breve, considerando o avançado da instalação.

E não é só no e-commerce que o Zaffari está entrando. A empresa também lançou recentemente a marca Cestto, apostando em operações que misturam atacado e varejo. A primeira unidade será a de Gravataí, bastante esperada na região. O mercado faz parte do projeto que previa também um shopping na ocasião do licenciamento. O terreno fica na parada 60 da Avenida Dorival Cândido Luz de Oliveira, 7.695.  A previsão é inaugurá-lo já no final de 2022. Saiba mais: Com nova loja de R$ 90 milhões, Zaffari lança marca que mistura supermercado e atacado

Em tempo, antes da pandemia, poucos supermercados vendiam pela internet. Havia, no setor, uma crença de que isso afasta a compra por impulso. Porém, o isolamento social favoreceu essa premissa, fazendo com que, atualmente, a maior parte das redes tenham algum tipo de canal digital de venda ao consumidor, nem que seja o WhatsApp.

Fonte: Giane Guerra, Agência RBS e Guilherme Gonçalves

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ESGNegócios

Saiba como o ESG desce redondo na Ambev

De Administrador SH 23 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Economia circular, projetos de impacto social, diversidade e geração de valor para micro e pequenos empreendedores estão no foco na companhia

Até 2025, a expectativa da fabricante de bebidas Ambev é ter todos os seus produtos envasados em vasilhames retornáveis, ou compostos majoritariamente de material reciclado. O plano é reforçar a aposta em retornáveis, modelo que facilita a logística reversa e, ainda, gera uma renda incremental aos pontos de venda, que podem vender as garrafas por R$ 1 cada uma. A empresa também passou a divulgar o impacto das embalagens em seu relatório ESG.

Na fabricante de bebidas, toda a alta liderança tem a remuneração variável ligada a metas ESG em temas como economia circular, projetos de impacto social, geração de valor para micro e pequenos empreendedores, além de diversidade e inclusão e governança. Isso ocorre em meio aos bons resultados, como 100% das 32 unidades no país já operando com energia renovável em 2021 e redução de 63% das emissões de gases de efeito estufa (GEE) nas operações diretas desde 2003.

Recentemente, a Ambev anunciou também a primeira grande cervejaria carbono neutro do Brasil, em Ponta Grossa, no Paraná, além da maltaria de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul. Essas duas fábricas atingiram 90% de redução das emissões, e os 10% restantes foram neutralizados pela aquisição de créditos de carbono.

“Estamos reduzindo as emissões das operações de maneira consistente e não queremos fazer greenwashing ao anunciar algo além do real”, diz Rodrigo Figueiredo, vice-presidente de sustentabilidade e suprimentos da Ambev.

A companhia quer zerar as emissões de carbono em sua cadeia até 2040. Para influenciar mudanças no ecossistema, a companhia compartilha boas práticas, por exemplo, o Sistema de Autoavaliação de Eficiência Elétrica, que tem como objetivo aumentar a eficiência energética das empresas no país. E um projeto piloto que estimula a reciclagem de insumos em pontos de venda de clientes.

Na frente de recursos hídricos, o projeto Ama, que leva água potável para quem não tem, já arrecadou até o momento mais de R$ 5,7 milhões destinados a 76 projetos, impactando mais de 339 mil pessoas.

Em 2021, a iniciativa ampliou a atuação e chegou aos grandes centros urbanos, onde impactou 24 mil pessoas de comunidades paulistas, com a distribuição de 6 mil filtros de barro para ajudar a melhorar a qualidade da água.

Em inclusão e diversidade um destaque é a meta que previa a contratação de 200 profissionais negros entre janeiro e dezembro de 2021. Até hoje, foram mais de 500 pessoas negras contratadas para o quadro de líderes. E, para além das contratações internas, são mais de 1,1 mil fornecedores negros cadastrados, que já receberam mais de R$ 34 milhões.

“Depois de termos um programa de estágio exclusivo para pessoas negras e um trainee mais diverso, entendemos que precisávamos atuar também com os fornecedores”, diz Figueiredo.

Fonte: Marina Filippe, Exame

23 de junho de 2022 0 Comentários
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ESGNegócios

Entenda por que o mercado de plant-based vai bombar até o final da década

De Administrador SH 23 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Projeções dão conta de que investimentos devem superar os US$ 100 bilhões no Primeiro Mundo e também nos países emergentes

O mercado de alimentos plant-based deverá movimentar US$ 95,52 bilhões ao ano até 2029, com uma taxa de crescimento anual de 12,45% no período, aponta pesquisa da Meticulous Research.

O crescimento será impulsionado por fatores como o aumento da intolerância de consumidores a proteínas animais, a crescente população vegana, e o avanço de investimentos de risco em empresas do ramo. Além disso, aportes crescentes em pesquisa e desenvolvimento e lançamentos de novos produtos em economias emergentes, como Ásia-Pacífico, América Latina e Oriente Médio e África, deverão criar oportunidades lucrativas.

“De acordo com a Academia de Nutrição e Dietética, dietas vegetarianas adequadamente planejadas são saudáveis ​​e nutricionalmente adequadas, pois reduzem o risco de doenças cardíacas isquêmicas, diabetes tipo 2, hipertensão e certos tipos de câncer e obesidade. Assim, o crescimento do veganismo oferece oportunidades significativas para os fabricantes de alimentos à base de plantas”, afirmou a empresa, em comunicado.

Apesar desse cenário, fatores como os preços elevados e a preferência de grande parte dos consumidores por produtos de origem animal devem impedir um crescimento ainda mais notável dos plant-based.

O maior aumento no consumo deverá ser observado em alternativas aos lácteos, devido ao número de pessoas intolerantes à lactose e às preocupações relacionadas ao bem-estar animal. Produtos análogos a pescados também deverão se destacar.

Principais players

Segundo a pesquisa, os principais players do segmento são: Beyond Meat, Impossible Foods, Amy’s Kitchen, The Hain Celestial Group, Axiom Foods, Lightlife Foods, Atlantic Natural Foods, todas dos EUA. Também aparecem na lista as canadenses Garden Protein International, Earth’s Own Food Company e Daiya Foods. Ainda entre os destaques estão Nutrisoy Pty, Plamil Foods, Marlow Foods, VBIte Food, Unilever, todas do Reino Unido. E outras empresas também foram lembradas, como Sanitarium Health and Wellbeing Company (Austrália), Nestlé (Suíça), Danone SA (França), Taifun –Tofu GmbH (Alemanha) e Sahmyook Foods (Coreia do Sul).

Fonte: Por Fernanda Pressinott, Valor

23 de junho de 2022 0 Comentários
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Negócios

Novas tabelas de preço fazem empresários reduzir a variedade nas gôndolas

De Administrador SH 22 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Levantamento da Neogrid relaciona a falta de inúmeros produtos como o chocolate ao atual momento econômico

Os preços mais altos têm feito os supermercados apostarem menos na reposição de itens não essenciais. No mês de maio, a indisponibilidade de chocolates disparou nas gôndolas e a venda dessa categoria de produtos diminuiu.A falta de barras de chocolate nas prateleiras atingiu o patamar de 20,3%, maior indisponibilidade desde maio de 2020, quando o índice atingiu 17,8%. Em abril, o indicador havia ficado em 11,1%. Os dados são do Índice de Ruptura da Neogrid, que considera os dados de cerca de 80% das maiores redes supermercadistas do Brasil.

Ainda de acordo com o indicador da Neogrid, a venda média de unidades registrou o menor volume em três anos (2020 a 2022), repetindo o patamar de janeiro passado. Por questões contratuais, no entanto, a Neogrid não divulga números absolutos de estoque e venda.

Para o diretor de Sucesso do Cliente da Neogrid, Robson Munhoz, com a inflação e o embate entre indústria e varejo para que o custo da produção não seja repassado aos itens nas gôndolas, os varejistas vêm trabalhando com estoques cada vez menores e repondo menos os chamados produtos de indulgência, aqueles que os consumidores compram para se presentear.

“O supermercado abasteceu menos, a prateleira está menos reforçada, e, tirando o efeito Páscoa, quando a ruptura no mês seguinte ao evento de fato sobe um pouco, agora o que vimos é uma diminuição de estoque e de venda — o varejo comprou menos chocolate porque acreditou que venderia menos em virtude do aumento de preço e da dificuldade de dinheiro do consumidor no supermercado”,afirma Munhoz.

E completa: “Com menor poder de compra e produtos mais caros, o consumidor não vai praticar indulgência consigo: vai comprar aquilo que é básico.”

Em maio, a Horus — empresa de inteligência de mercado da Neogrid — constatou retração na incidência de chocolate nos cupons de compra em relação ao mês anterior.

Em abril, mês da Páscoa, o chocolate esteve presente em 14% dos carrinhos de compras, enquanto em maio essa proporção caiu para 9,5%, derrubando também o tíquete médio em 43% e o número médio de unidades de 2,7 para 2,1. Nos 12 meses entre junho de 2021 e maio de 2022, segundo a Horus, o preço médio do chocolate aumentou 22,7%. No ano de 2022, o IPCA acumula alta de 4,78% e, nos últimos 12 meses, de 11,73%.

A ruptura geral das categorias em maio ficou em 11,5%, pouco acima dos 10,8% registrados em abril e também em março. Estoque e venda gerais praticamente não se alteraram em relação a abril — mês que registrou o menor estoque desde o começo da pandemia, em 2020.

“O estoque segue baixo, e o varejista continua se vendo obrigado a negociar com a indústria, que ainda tenta repassar o aumento de preço por conta do aumento de insumos”, destaca o diretor da Neogrid. Com isso, afirma, “essa negociação vai ficando mais dura e acirrada e competitiva”.

Fonte: Exame/ Estadão Conteúdo

22 de junho de 2022 0 Comentários
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Negócios

Assaí amplia investimentos com abertura da sua 220ª unidade

De Administrador SH 22 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Abertura do atacarejo acontece sob os moldes da nova geração do grupo varejista, com sustentabilidade, conforto e política de dois preços no caixa

A partir desta quinta-feira, 23 de junho, o Assaí Atacadista abre as portas da sua primeira unidade em Betim (MG), em um uma das principais vias da cidade: na Avenida Juiz Marco Túlio Isaac, nº 3.555, no Parque das Indústrias. A nova loja oferecerá variedade de produtos, preços baixos e facilidades de pagamento para que micros e pequenos(as) comerciantes, transformadores(as) e consumidores(as) finais possam comprar ainda mais barato e fazer mais economia no dia a dia.

Com uma localização privilegiada, o Assaí Betim oferece acesso fácil tanto para quem vem do centro do município; de bairros próximos como Niterói, Dom Bosco, São João e Vila Alpina; ou de cidades vizinhas como Contagem.

“A chegada do Assaí em Betim significa uma ampliação dos nossos investimentos em Minas Gerais, onde estamos presentes desde 2017. Além da unidade de Betim, três novas lojas serão inauguradas na capital do estado até o final do próximo ano. Com isso, os(as) mineiros(as) poderão comprar mais gastando menos, seja para abastecer sua casa ou o seu negócio e o melhor: mantendo o alto padrão de atendimento, conhecido e aprovado em todo o Brasil”, explica Murilo Coelho, Diretor Regional do Assaí.

Somente com esta abertura, o Assaí gerou mais de 500 empregos entre diretos e indiretos. “Estamos muito felizes em inaugurar nossa primeira unidade em Betim, um importante polo da Região Metropolitana de Belo Horizonte, gerando mais empregos e levando nosso modelo de negócio baseado em economia e preço baixo a mais pessoas. Isso comprova a importância e a potência da região para a Companhia”, completa o executivo.

A nova unidade faz parte da geração mais moderna de lojas do Assaí, com mais de 13 mil m² de área construída, sendo quase 6 mil m² somente de área de loja. Já no ambiente interno, os(as) clientes poderão contar com um espaço climatizado, bem iluminado e com um amplo estacionamento com mais de 380 vagas para automóveis e motocicletas.

O Assaí Betim também amplia o acesso para os(as) clientes que desejam comprar mais e pagar menos através de sua política de dois preços. Isto é, o “preço de atacado” (quando adquire grandes volumes de um mesmo item, o que confere desconto ao valor final da compra) ou “varejo” (quando compra pequenas quantidades). Nos dois casos, o preço é um atrativo, pois chega a ser, em média, 15% mais barato do que comparado ao varejo tradicional.

Com esta inauguração, o Assaí chega à marca de 220 lojas distribuídas em 23 estados mais o Distrito Federal, sendo 4 unidades em Minas Gerais.

Serviço

Inauguração Assaí Betim

Data: 23 de junho de 2022  

Horário: 9h

Endereço: Avenida Juiz Marco Túlio Isaac, nº 3.555 – Parque das Indústrias.

Pagamento: Cartões de crédito e débito das principais bandeiras, dinheiro, vale-alimentação e QR Code pelo app do PicPay.

Horário de funcionamento da unidade: segunda-feira a sábado, das 7h às 22h, e aos domingos e feriados, das 8h às 18h.

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Negócios

GPA entra para o app BEES da Ambev

De Administrador SH 22 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Modelo de negócio tem grande potencial de crescimento diante os milhares de pontos de venda da plataforma

O GPA agora vai vender produtos pelo BEES, plataforma da Ambev que funciona como um shopping virtual em que bares e restaurantes podem se abastecer não só de produtos da cervejaria, mas também de outras áreas. O Grupo Pão de Açúcar é o primeiro varejista a figurar entre os lojistas desse ambiente digital, que oferece mais de 400 itens, de 40 indústrias de categorias diferentes.

Com a parceria, quase 1 milhão de pontos de vendas atendidos pelo BEES no Brasil poderão comprar itens de marcas próprias do GPA, como produtos de limpeza, higiene, mercearia, além de outras marcas e vinhos oferecidos na rede de supermercados.

Modelo de negócio permite chegar a pequenos varejistas

Até o início do quarto trimestre, o GPA terá uma loja virtual dentro do aplicativo BEES. A entrega dos produtos da varejista será feita apenas na região metropolitana de São Paulo e operacionalizada pela GPA Log, empresa de logística do grupo, que tem a expertise de transporte de itens de supermercados. Segundo Marcelo Pimentel, CEO do GPA, o modelo de negócio permite que a empresa venda ao mercado B2B (entre empresas) e chegue a pequenos varejistas, com grande potencial de crescimento.

Fonte: Talita Nascimento, Broadcast

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InternacionalNegócios

Nos EUA, varejista usa plataforma de mídia para crescer no interior

De Administrador SH 22 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Em vez de dar preferência a regiões densamente populosas (e mais competitivas), Dollar General amplia resultados nas áreas rurais

*Renato Müller

Enquanto a maioria dos varejistas procura crescer nas regiões mais populosas, a americana Dollar General partiu para uma estratégia diferente. A empresa está usando sua rede de mídia, a DGMN, para ampliar o atendimento a áreas rurais, normalmente deixadas em segundo plano.

Lançada em 2018, a DGMN pretende criar uma avenida de crescimento para os parceiros de publicidade da rede varejista, oferecendo às marcas acesso a dados em tempo real. Com cerca de 18 mil lojas em 47 estados americanos, a Dollar General processa mais de 2 bilhões de transações por ano e 75% das lojas da rede atendem mercados com menos de 20 mil habitantes.

Com ampla presença nos rincões americanos, a varejista enxerga seu posicionamento como uma oportunidade de se colocar de uma forma exclusiva junto à indústria: como uma grande opção para alcançar consumidores em áreas mais remotas.

E, nessas regiões, é mais fácil para a Dollar General colocar a DGMN como a melhor opção para as marcas dos fornecedores divulgarem seus produtos. Com a capacidade de alcançar mais de 90% dos consumidores ativos por meio de mídia paga, a DGMN permite que a indústria promova seus produtos tanto digitalmente quanto em mídia física, para construir reconhecimento de marca e impulsionar o comportamento de consumo.

Nessa estratégia, a integração da publicidade com as propriedades da varejista é um trunfo. Com mais de 4 milhões de usuários ativos em seu aplicativo, a Dollar General estimula que o público acesse o app para explorar os catálogos digitais, baixe cupons de desconto e faça o pré-pagamento das compras. Esse engajamento tem um papel importante na expansão da plataforma de mídia da DGMN.

Atualmente, o sistema conta com 21 parceiros de mídia, incluindo grandes marcas da indústria de bens de consumo americanas, como Unilever, General Mills, Hershey’s e Colgate-Palmolive.

22 de junho de 2022 0 Comentários
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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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