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quarta-feira, maio 27, 2026
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Negócios

Mais um unicórnio de varejo alimentar deixa o país

De Administrador SH 2 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Após 3 anos, startup de supermercado online acaba de anunciar encerramento das operações por aqui

Nesta quinta-feira, 2, a startup peruana Favo anunciou oficialmente o encerramento das operações no Brasil. Com a partida, a empresa demitiu 170 funcionários no país, mantendo cerca de 40 pessoas no time.

Em terras brasileiras desde 2019, a empresa tinha a proposta de conectar indústrias e mercadinhos de bairro, em uma das primeiras apostas no chamado social commerce na América Latina. O negócio atraiu investidores de peso nos últimos anos, como Tiger Global e GFC, que já aportaram em gigantes como Facebook, Airbnb, Spotify e Nubank.

No Brasil, o negócio era tocado pela empreendedora brasileira Marina Proença, que deixou uma carreira bem-sucedida em grandes empresas de tecnologia como Netshoes e Clickbus para empreender em negócios de impacto social como a Mercado Favo.

Já no Peru, a liderança é de Alejandro Ponce, investidor peruano fundador da Nexus, um dos principais fundos private equity com atuação em Lima, capital do Peru.

No final de 2021, a Favo inaugurou um novo centro de distribuição, sete vezes maior que o anterior, e antecipou planos de chegar a todas as capitais e grandes centros urbanos do Brasil em 2022 (até então, funcionava apenas na capital), além de expandir suas operações para o México. Agora, com o anúncio de encerramento no Brasil, a Favo continuará existindo apenas no país latino vizinho.

Em nota, a empresa lamentou o encerramento das operações, mas disse acreditar na reabertura no futuro. “Acreditamos que vamos restabelecer o nosso negócio no País em breve, assim que as condições macroeconômicas permitirem”, escreve a Favo.

“Muito embora tenhamos tentado encontrar caminhos dos mais diversos para nossa operação no Brasil, lamentavelmente nos deparamos com um cenário em crescente dificuldade. Portanto, nós, da Favo, comunicamos que vamos reestruturar a operação no Brasil a partir de hoje, 02 de junho de 2022, mantendo normalmente em funcionamento a Favo no Peru. Essa reestruturação está sendo feita para que possamos honrar todos os compromissos assumidos no País”.

Apesar de ter demitido a maior parte da força de trabalho brasileira, a Favo afirma que os 40 funcionários mantidos, ou 20% do time, foram realocados para a operação do Peru e irão também planejar a reestruturação e volta da empresa ao Brasil.

Momento delicado para as startups

A Favo agora entra para uma extensa lista de empresas de tecnologia que não conseguiram driblar os efeitos da crise e, portanto, tiveram de enxugar a mão de obra. Ao lado da peruana estão empresas como Loft, Facily, QuintoAndar, Liv Up e VTEX. Em comum, todas tiveram que voltar duas casas e reconfigurar um plano de negócios em momento não tão favorável para as startups globalmente, mesmo que tenham recibo enxurradas de investimentos há pouco tempo ou tenham conquistado o título de unicórnio há pouco.

A percepção do mercado é de que as captações serão cada vez mais raras, o que força empreendedores a queimarem o caixa para manter a sobrevivência do negócio. Longe de ser uma realidade restrita ao mercado brasileiro, a maré baixa das startups acende um alerta global. Em carta aberta divulgada a fundadores de seu portfólio de investidas, a aceleradora Y Combinator, uma das mais proeminentes do Vale do Silício, pede cautela. 

Fonte: Maria Clara Dias, Exame

2 de junho de 2022 0 Comentários
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ESG

Rede de atacarejo adota energia limpa e reduz impacto ambiental 

De Administrador SH 2 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Às vésperas do Dia Mundial do Meio Ambiente, Tonin enumera as práticas desenvolvidas nas suas 18 unidades

O Tonin, uma das maiores redes de atacarejo do interior de São Paulo e Sudoeste de Minas Gerais acredita no efeito positivo da sustentabilidade nos negócios, por isso, sempre buscou alternativas que minimizassem ou reduzissem a zero qualquer impacto ambiental gerado pela empresa.

 Pensando em sustentabilidade e também na utilização de energia limpa, desde 2016, o Tonin acessa energia 100% limpa e renovável em suas unidades graças à parceria com a Witzler Energia. Ao atuar no Mercado Livre de Energia, a empresa deixou de emitir 6.470,4 toneladas de CO2 na atmosfera e obteve dupla certificação verde emitida pela Witzler Energia e Serviço Brasileiro de Certificações (SBC). São eles:

O Certificado de Uso de Energia 100% Renovável atesta que as unidades do Tonin que participam do Mercado Livre de Energia, utilizam apenas energia oriunda de fontes 100% limpas e renováveis.

O Certificado de Redução de Emissão de CO2 atesta que a empresa, justamente pelo uso de energia limpa e renovável nas unidades que estão no Mercado Livre de Energia, evitou que 6.470,40 toneladas de CO2 fossem lançadas na atmosfera. Essa redução equivale ao plantio de 755 campos de futebol em árvores.

“A preocupação com o meio ambiente sempre esteve presente no Tonin e essa parceria com a Witzler nos trouxe uma oportunidade de reduzir drasticamente o impacto ambiental, além de uma considerável economia, pois agora compramos uma energia de custo bem menor do que a adquirida de forma convencional”, afirma Marcos Cezar Cattani, gerente de operações e despesa da rede.

De acordo com ele, no último trimestre deste ano, houve uma economia média de 34,5% e no último mês, a economia foi acima de 39%. “No projeto, como um todo, desde que iniciamos no Mercado Livre de Energia, tivemos uma economia de acumulada de R$ 18 milhões, um saldo extremamente positivo, ainda mais se contarmos o volume de CO2 que deixamos de emitir na atmosfera. O resultado foi positivo em todos os aspectos”, diz Cattani. 

A atuação no Mercado Livre de Energia e eficiência energética é um projeto consolidado na empresa e estará contemplado em todas as lojas a serem inauguradas futuramente. “Estamos muito satisfeitos com o resultado econômico e também ambiental, ficamos felizes em vermos o quanto contribuímos para que o ambiente da nossa sociedade fique melhor”, diz Cattani.

Para ele, ações relacionadas às agendas de ESG (Environmental, Social and Governance, em que E é de Ambiental, S de Social e G de Governança) devem estar sempre no radar das empresas que buscam um equilíbrio entre o meio ambiente, a sociedade e os resultados financeiros. “É um tripé importantíssimo e que agrega muito valor à marca”, finaliza.

Além dessa, a Rede Tonin tem outras iniciativas sustentáveis, para conhecê-las, acesse o site corporativo www.luiztonin.com.br.

Mercado Livre de Energia ou ACL – Ambiente de contratação livre de energia

É um ambiente de negociação de energia elétrica no qual os consumidores têm liberdade para escolher seu fornecedor de energia e negociar diretamente com ele todas as condições dos seus contratos como preço, demanda, quantidade contratada, período de suprimento, condições de pagamento etc.

Atualmente no Brasil apenas consumidores empresariais que demandem mais de 500kW por mês de energia elétrica podem acessar o Mercado Livre de Energia. Essa demanda é representada por contas de energia mensais em torno de R$ 30.000,00 ao mês. Uma boa notícia é que a faixa inicial de acesso ao Mercado Livre de Energia deve diminuir significativamente no curto prazo o que permitirá que milhares de empresas passem também a usufruir desse ambiente de liberdade, economia e sustentabilidade.

Outra boa notícia é a tramitação em caráter de urgência da PL 414 de 2021, que prevê o que convencionou-se chamar de “portabilidade da conta de luz” para todos os consumidores de energia brasileiros, empoderando empresas ou pessoas ao atribuir liberdade de escolha e livre negociação a todos e democratizando o acesso a fontes de energia limpas e renováveis.

Sobre a Rede Tonin

Fundada em 1962 pelo empresário Luiz Tonin, em São Sebastião do Paraíso (MG), a Rede Tonin é uma empresa familiar que já está na terceira geração de diretores e tem forte atuação no interior de Minas Gerais e São Paulo.

Atualmente, a empresa opera 18 lojas nos formatos supermercado e cash & carry (conhecido como “atacarejo”, fusão das palavras atacado e varejo) e emprega aproximadamente 2.200 colaboradores. Seu processo de expansão prevê a construção de novas lojas em Araraquara, Pirassununga, Porto Ferreira, Jaboticabal, Bebedouro, São Sebastião do Paraíso e mais um Centro de Distribuição (CD) em Jardinópolis para atender lojas do Estado de São Paulo. Nos próximos anos, a meta é chegar a 40 lojas.

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Negócios

Jack Daniel’s adere à moda dos drinks em lata para conquistar jovens clientes

De Administrador SH 2 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Criado há 150 anos, tradicional destilado do Tennessee se moderniza e chega em 3 versões para abrir o apetite dos novatos

A Jack Daniel’s está trazendo ao Brasil pela primeira vez a versão pronta para beber de dois dos drinks mais conhecidos preparados com o Whisky: Jack and Coke e o Jack Honey Lemonade. As novidades chegam em latinhas, que trazem as identidades dos produtos principais e os nomes dos sabores “Cola” e “Lemonade”.

As latinhas “Jack Cola” e “Jack Lemonade” chegam em edição de 330ml e prometem facilitar e proporcionar novas ocasiões de consumo dos produtos de Jack. Os itens já fazem muito sucesso lá fora e já eram vendidos de maneira importada por distribuidores terceiros por aqui por valores bem elevados.

As bebidas prontas de Jack Daniel’s chegam inicialmente apenas para o estado de São Paulo e tem preço sugerido de R$ 12,99. Os itens já podem ser encontrados nas principais redes varejistas de todo o país.

Fonte: GP

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ESG

Multinacional vai descarbonizar produção na fábrica brasileira

De Administrador SH 2 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Investimento integra projeto global da companhia de reduzir partículas até 2030

A Ferrero, companhia italiana dona das marcas Ferrero Rocher, Nutella, Kinder e TicTac, está prometendo gastar € 6,5 milhões (R$ 33,3 milhões) para “descarbonizar” sua única fábrica no Brasil.

A unidade fica em Poços de Caldas (MG). Na primeira etapa do projeto, prevista para acabar em setembro, haverá a redução de 15% das emissões de carbono. Essa “perna” vai custar € 400 mil. Depois, haverá mais duas etapas cujo plano será zerar as emissão de dióxido de carbono (CO2) na produção até 2025.

A “descarbonização” se dará no chamado escopo 1. Ele engloba emissões causadas diretamente pelo processo produtivo, como a queima de combustíveis para a fabricação dos doces.

Considerando-se toda a estrutura da Ferrero ao redor do mundo, as emissões de escopo 1 representam apenas 7,1% das emissões totais da companhia. O maior impacto se dá no escopo 3 (91%) — algo comum em várias empresas, já que essa categoria é muito mais ampla. O escopo 3 engloba emissões indiretas, compreendendo todo o ciclo de vida dos produtos, mesmo aquelas que não são de responsabilidade direta da empresa.

Globalmente, a Ferrero se comprometeu a reduzir o volume absoluto das emissões de escopos 1 e 2 em 50% até 2030, tendo como base o ano de 2018. Outro compromisso é reduzir em 43% a intensidade das emissões no mesmo prazo, tendo como parâmetro a pegada por tonelada de produtos fabricados pela companhia. 

Fonte: Capital, O Globo

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Negócios

Supermercados reveem estratégias e varejo se adapta ao bolso do cliente

De Administrador SH 1 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Neste primeiro semestre, clientes transformaram seus hábitos para abastecer o lar seja na loja física ou no comércio eletrônico

No ambiente de inflação elevada, a alta dos preços deixou de ser um tema relevante apenas para as famílias com menor rendimento. Os reajustes estão hoje na pauta de todas as camadas da população brasileira e vêm provocando mudança de hábitos na hora das compras, desde o dia das compras até o formato de loja. A transformação na maneira de abastecer o lar tem impactado as estratégias comerciais de redes de supermercados, que correm para se adaptar.

Segundo estudo realizado pela Fronte Pesquisa na primeira quinzena de maio, já são 93% dos brasileiros que percebem os produtos mais caros nas lojas e no e-commerce. Os dados, obtidos com exclusividade pelo Broadcast, mostram que as adaptações ao novo contexto foram feitas por 89% das pessoas e em todas as camadas sociais: 73% das pessoas de classe mais alta mudaram algum costume na hora de encher o carrinho de compras. No recorte de renda média alta, foram 76%; enquanto entre os de classe média baixa, 85% fizeram alguma mudança. Nas classes de renda baixa, foram 90%.

Um dos hábitos que sofreram mudança foi o dia de compra. A pesquisa da Fronte Pesquisa mostra que 41% das pessoas passaram a concentrar as compras no início do mês para aproveitar o salário. Outras 39% já tinham esse hábito e apenas 20% dizem não fazer isso hoje em dia. As duas primeiras semanas do mês são as preferidas por 62% para fazer as compras de maior volume. Para Eduardo Terra, presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), esse é um exemplo de mudança que interfere no planejamento dos varejistas do segmento.

“Essa concentração de compras no início de mês afeta, primeiro, operacionalmente o varejo. Isso gera um desafio grande de operar a loja, pois é preciso ter quadros maiores de funcionários em períodos específicos e menores em outros momentos. Comercialmente, há mais desafios de estoque. Há produtos que têm validade menor e é preciso tomar mais cuidado, por exemplo. O planejamento de compra e abastecimento se tornam mais críticos”, afirma. Outro exemplo de adaptação comercial, segundo o especialista, é que algumas redes passam a fazer ações promocionais quando as lojas estão mais vazias e o dinheiro do consumidor está mais escasso.

Ainda assim, a pesquisa indica que, mesmo tentando fazer as compras mais pesadas no começo do mês, os consumidores não têm ido menos ao supermercado. Na comparação com a vida antes da pandemia, passou de 27% para 39% o número de pessoas que têm feito várias compras pequenas durante o mês.

Compra concentrada no início do mês visa aproveitar salário

“Nosso entendimento é de que as pessoas concentram a compra no início do mês para aproveitar o salário, mas elas acabam tendo que voltar outras vezes ao mercado para compras pequenas, provavelmente porque alguns itens importantes não couberam naquela compra grande do mês”, avalia Fabio Caldas, sócio da Fronte Pesquisa. Ele observa ainda que é possível que o aumento do trabalho informal possa ter contribuído para que a renda ficasse mais espalhada ao longo do mês, impedindo parte das pessoas de fazer uma compra abastecedora o bastante para durar o mês todo, ainda que essa fosse a intenção.

Sobre o fato de até mesmo as classes de mais alta renda terem dito ter novos hábitos para lidar com a alta de preços, Caldas diz que, nesse caso, as mudanças costumam ser mais relacionadas ao fato do consumidor não achar justo pagar determinado preço por um produto, do que pela falta de recursos para adquiri-lo.

“O setor está em transformação para entender esses novos hábitos, já que estamos há cerca de 2 anos em inflação de quase dois dígitos e todo mundo tem sentido. Há a inflação de fato e a percepção de inflação. Está se falando muito de inflação na mídia, o que gera a sensação de que o dinheiro escapa pela mão. Assim, as pessoas começam a ter a sensação de que o dinheiro precisa ser usado ou aplicado rapidamente”, diz Terra, da SBVC.

Menos bebidas, carnes e frios no carrinho

A pesquisa avaliou também as mudanças na cesta de compras do consumidor. Entre os 67% que disseram buscar marcas mais baratas para economizar, por exemplo, 78% trocaram as marcas dos alimentos básicos, como feijão, arroz e açúcar. Outros 74% mudaram marcas de materiais de limpeza e 66%, de itens de higiene pessoal e beleza. A categoria em que o impacto da mudança de marca foi menor é a de produtos infantis, como fraldas, xampu e leite. Apenas 20% passaram a comprar esses produtos de marcas mais baratas.

Já os produtos de supermercado que saíram temporariamente da lista de compras do consumidor, devido à alta dos preços, foram artigos para o lar (que não fazem mais parte do carrinho de 40% dos pesquisados), bebidas (para 39% dos consumidores), carnes e peixes (para 36%) e frios e laticínios (para 33%).

Além disso, 52% afirmaram que passaram a pesquisar mais os preços em diferentes supermercados. Outros 31% já faziam isso antes e apenas 16% afirmam não ter esse hábito. Já 47% afirmaram ter passado a comprar mais em atacado ou atacarejo para conseguir preços menores, 33% já faziam isso e apenas 21% não faziam e não fazem isso hoje em dia.

“Sem dúvida, o atacarejo vem ganhando força pelo apelo de preço. Todo ano ele vem ganhando participação de mercado”, afirma Terra. Para ele, o formato que mais perde é o de hipermercados, que já vinha caindo em desuso.

Hábito de comparar preço pode favorecer comércio eletrônico

Segundo a pesquisa, é possível que o hábito de comparar mais os preços tenha beneficiado as compras online. Hoje, 37% das famílias pesquisadas já disseram ter o costume de fazer compras de supermercado online. Esse porcentual é ainda maior entre as famílias de renda média e alta (51% e 59%, respectivamente).

Entre os que são adeptos da compra online, iFood é o aplicativo utilizado por 69%, seguido dos aplicativos ou sites dos próprios mercados (48%). Caldas acredita que o fato de o aplicativo de entrega de refeições já estar presente nos celulares de muitos consumidores e ter alta recorrência de acessos faz com que seja uma das primeiras opções quando alguém decide comprar digitalmente. Além disso, o aplicativo oferece cupons de desconto para a compra de itens de supermercado.

Para Terra, isso não significa que os aplicativos próprios das redes de supermercados falharam. Ele diz que o empenho das redes varejistas com suas próprias plataformas de entrega é novo e que o uso está em crescimento.

O levantamento foi realizado pela Fronte Pesquisa, especialista em estudos de potencial de mercado, que diminuem o risco do investidor ao escolher um novo ponto comercial, e em pesquisas de estratégia de mercado. Foram ouvidos 1.005 internautas brasileiros de todas as regiões do País entre os dias 09 e 10 de maio de 2022. A margem de erro é de 3 pontos porcentuais, para mais ou para menos.

Fonte: Talita Nascimento, Broadcast-Estadão

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Negócios

GPA recompra ações do Éxito

De Administrador SH 1 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

No fato relevante divulgado após encerramento do mercado financeiro, grupo Pão de Açúcar explicou os motivos do negócio

O Conselho de Administração do GPA (PCAR3) aprovou a adesão ao programa de recompra de ações de sua controlada Éxito.

Segundo comunicado, a decisão foi tomada em função da alta valorização de Éxito em virtude do preço sugerido de suas ações, conforme pautado na avaliação conduzida por consultoria externa.

Atualmente, o GPA detém 96,57% do capital social de Éxito, sendo 91,57% detidos diretamente pelo GPA e os remanescentes 5,00% detidos pela sua subsidiária GPA2. Dessa forma, considerando que o plano de recompra permite que cada acionista de Éxito venda até 3,40% de sua participação, GPA venderá 13.935.798 ações e GPA2 venderá 760.927 ações.

Considerando o valor de venda de cada ação, o valor bruto total de venda equivalerá a aproximadamente R$ 386,7 milhões.

De acordo com os procedimentos estabelecidos pelas regulamentações colombianas, o GPA receberá o valor das ações vendidas no âmbito do Plano de Recompra até o final do segundo trimestre de 2022.

Por fim, o GPA informou que a adesão ao plano de recompra não afetará a condição do GPA de controlador de Éxito.

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Negócios

Cresce a concorrência em Sergipe com a chegada de uma nova rede

De Administrador SH 1 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Quarto maior grupo de Varejo Alimentar do país entrega o novo empreendimento nesta quinta-feira, totalizando 219 lojas

E chegou a hora! A inauguração da primeira loja do Grupo Mateus no estado de Sergipe acontece nesta quinta-feira, 02 de junho. Chegou a vez da cidade de Aracaju receber uma unidade do Mix Mateus. A loja conta com mais de 16 mil m² de área construída, sendo mais de 6 mil m² de área de vendas, além de padaria, hortifrúti, açougue e peixaria.

Sergipe foi incluído no plano de expansão da empresa que pretende ocupar todos os estados do Nordeste nos próximos 10 anos. Tendo iniciado sua história na cidade de Balsas, no Maranhão, o Grupo já está presente no Pará, Piauí, Bahia, Pernambuco e Ceará.

O Grupo Mateus figura como a maior rede de varejo alimentar do Norte/Nordeste e a quarta do país. Para Aracaju, conhecida como “cidade das araras e do caju” e para seus mais de 600 mil habitantes, o Grupo Mateus traz sua bandeira de atacarejo, tendo como grande diferencial a oferta de serviços, qualidade dos produtos e preços nunca vistos antes.

Com a inauguração do Mix Mateus em Aracaju, 279 novos colaboradores se unem a um quadro que ultrapassa 45 mil pessoas. “Para avançar por novos estados do Nordeste, estamos selecionando cidades estratégicas, e Aracaju é uma delas, pela localização e potencial econômico. Estamos empenhados em gerar oportunidade de emprego e crescimento em cada nova cidade em que chegamos”, afirmou Ilson Mateus, CEO e fundador do Grupo Mateus.

O Grupo Mateus

O Grupo Mateus é  hoje a maior rede varejista do Norte/Nordeste e a quartamaior empresa de varejo alimentar do Brasil. Presente nos estados do Maranhão, Pará, Piauí, Ceará, Bahia, Pernambuco e, agora, Sergipe, a empresa atua com operações no varejo de supermercados, atacarejo (“cash and carry”), atacado, móveis e eletrodomésticos, indústria de panificação, central de fatiamento e porcionamento.

Uma história de sucesso que teve início com o trabalho incansável de um engraxate, ex-torneiro mecânico, garimpeiro e vendedor de cachaça nascido em Imperatriz, interior do Maranhão. O ano era 1986, quando Ilson Mateus abriu uma pequena mercearia com apenas 50 m² na cidade de Balsas, no Maranhão. Seria o começo de uma história de 35 anos marcada pela sua visão empreendedora e trabalho incansável de uma equipe que hoje já ultrapassa os 45 mil colaboradores.

Com a inauguração da loja de Aracaju, o Grupo Mateus possui 219 lojas em operação, sendo 68 de varejo, 49 de atacarejo e 102 de eletro. Por estado, são 125 lojas no Maranhão, 74 no Pará, 13 no Piauí, 3 no Ceará, 2 na Bahia, 1 em Pernambuco e 1 em Sergipe. Somente em 2021 foram inauguradas 44 lojas. Para sustentação do avanço do Grupo em 6 novos estados do Nordeste, foram inauguradas sede administrativas em Recife e Salvador. Além disso, os Centros de Distribuição já estão em funcionamento nos municípios de Cabo de Santo Agostinho-PE e em Feira de Santana-BA.

SERVIÇO

ONDE: Av. Chanceler Osvaldo Aranha, Nº 1110, José Conrado de Araújo. Aracaju – SE

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Internacional

Omnichannel impulsiona vendas da Target no trimestre

De Administrador SH 1 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Rede varejista chega a cinco anos seguidos de crescimento e se consolida como solução para necessidades dos clientes nas mais variadas categorias

* Renato Müller

A rede americana de lojas de departamentos Target fechou o primeiro trimestre do ano com um crescimento de 3,3% em suas vendas, um resultado que impressiona devido à forte base de comparação – alta de 22,9% no primeiro trimestre de 2021 sobre o ano anterior. O fluxo de clientes avançou 3,9%, mostrando que a empresa conseguiu continuar a oferecer boas soluções para seus clientes mesmo com a redução do isolamento social.

Para isso, o omnichannel continua tendo um papel fundamental. As vendas digitais da varejista cresceram 3,2%, sobre uma base de vendas que havia saltado 50,2% no ano passado. Já as vendas de pedidos para entrega no mesmo dia (pelo drive thru, clique e retire ou envio direto das lojas) cresceu 8% na comparação anual. O destaque é a operação de marketplace Shipt, que aumentou sua base de pontos de venda em mais de 40% depois de parcerias com 7-Eleven e Walgreens para funcionarem como postos de retirada.

Na análise por categoria, o maior crescimento da empresa, que opera cerca de 2 mil pontos de venda nos EUA, aconteceu em alimentos e bebidas, itens de limpeza e beleza. As vendas totais da varejista cresceram 4% na comparação anual, para US$ 25,2 bilhões, com um lucro operacional de US$ 1,3 bilhão – queda de 43%, devido à redução das margens para manter a competitividade diante do aumento da inflação no varejo americano.

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ESG

Embalagem flexível de papel já substitui o plástico

De Administrador SH 1 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Companhia investiu R$ 13 bilhões em expansão fabril para produção de opções sustentáveis que já são vistas nas lojas

Se a alta da inflação e dos juros reduz a demanda por embalagens, a Klabin aposta na tendência de substituição do plástico pelo papel em embalagens — que ganhou força na pandemia — como um dos caminhos de crescimento do negócio. Desde o ano passado, a companhia lançou pelo menos seis tecnologias em papel que emulam qualidades que fazem grandes marcas preferirem o plástico em produtos que vão do “pack” de cerveja ao tablete de tempero. A estratégia está no centro de um investimento de R$ 12,9 bilhões em expansão fabril. 

— A pandemia foi uma virada de chave. O e-commerce impulsionou a procura por embalagens recicláveis, e os consumidores puderam ver o volume de plástico acumulado em casa, sobretudo com o delivery. O que aconteceria em 2026, em termos de substituição, aconteceu em 2020 e 2021 — explica Flávio Deganutti, diretor de negócio de papéis da Klabin. 

Uma das inovações que a marca acaba de criar é o Klamulti, uma celulose microfibrilada — espécie de “cabelo descabelado” — que torna o papel-cartão 10% mais leve e começou a ser usada em embalagens “multipack” de cerveja. Em três meses, a celulose já foi usada na produção de mil toneladas de papel-cartão.

— Por ora, vendemos para uma marca de nicho, mas é uma solução que tende a ser adotada por gigantes como Heineken e Ambev. 

Este mês, a Klabin também lançou o EkoFlex, seu primeiro papel para embalagens flexíveis. A ideia é empregá-lo em stand up pouchs, aqueles sacos que ficam de pé sozinhos e costumam ter fecho zip lock. 

Obstáculos 

A substituição do plástico pelo papel é tema central da conversa da Klabin com seus investidores. Em recente apresentação institucional, a fabricante estima que a tendência vai responder por um terço do crescimento da demanda mundial por papel-cartão até 2030. 

Segundo Deganutti, essa é uma das justificativas para o Puma II. Maior investimento da história da Klabin, o projeto vai consumir R$ 12,9 bilhões e criar duas novas fábricas no Paraná. A primeira entrou em operação em 2021 e foca no Eukaliner, primeiro papel para embalagem feito 100% de eucalipto e mais leve. A segunda unidade está prevista para 2023. 

Mas a transição tem obstáculos importantes. Primeiro, as novas soluções precisam ganhar escala para se aproximar do preço do plástico. Desafio maior é a própria limitação tecnológica. A Klabin ainda está tentando desenvolver “barreiras” para líquido e oxigênio nas embalagens que eliminem 100% o uso de plástico, por exemplo. E Deganutti admite que “o momento é de estresse econômico, o que torna mais difícil priorizar a sustentabilidade.” 

— Mas a clareza sobre as vantagens da cadeia do papel sobre a do plástico sustenta nossa visão de futuro para o mercado de embalagens — pondera.

Fonte: Capital, O Globo

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Negócios

Tendência no Dia Mundial do Leite: bebida esportiva à base de lácteos

De Administrador SH 31 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Foodtech revolucionou a categoria nos EUA; aqui no Brasil, Minas Gerais segue líder na produção da proteína animal 

Neste dia 1° de junho é comemorado o Dia Mundial do Leite, um produto de elevada importância para a economia nacional, sobretudo para universo mineiro. A data foi criada em 2001, pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO/ONU) com o objetivo de incentivar o consumo de lácteos.

O setor leiteiro é uma das atividades socioeconômicas mais importantes do Brasil, colocando o país como o 3º maior produtor de leite mundial (FAO). Em todo território nacional, o leite faz-se presente nos mais diversos elos que compõe a cadeia. De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o setor emprega aproximadamente 4 milhões de pessoas.

No campo, a lida é diária e começa cedo. Se engana quem pensa que é “só ordenhar” ou “tirar leite da vaca.” Ser produtor de leite vai muito além. É gerir uma fazenda, preparar a silagem, cuidar das bezerras, proporcionar conforto e bem-estar ao rebanho — e muito mais — e ainda enfrentar as adversidades de cada dia.

No elo industrial, no chão de fábrica, a rotina também é diária. Não é somente produzir os derivados, é transformar a matéria-prima em uma diversidade de produtos lácteos, que se reinventam cada dia para atender os diferentes comportamentos de consumo, mas que, ao mesmo tempo, não perde a sua essência. Diariamente, nas indústrias, são inúmeros aqueles fisgados pela tal “praga do bezerro.”

Minas Gerais

Maior produtor nacional, Minas Gerais produziu 1,62 bilhão de litros no quarto trimestre de 2021, segundo o IBGE, muito à frente dos 895,8 milhões de litros do Paraná, segundo estado que mais produz o alimento.

De acordo com o Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados no Estado de Minas Gerais (Silemg) são 9,4 bilhões de litros por ano no estado, em 223 mil fazendas e mais de 1 mil indústrias de laticínios.

Nos supermercados, além do leite, os diversos produtos da seção de laticínios são de grande relevância para o atendimento diário e essencial às famílias.  

Tendência no Exterior

Bebida esportiva à base de leite planeja expansão após sucesso

A GoodSport – bebida esportiva lançada em 2021 para revolucionar a categoria com seu produto à base de leite – comemora um primeiro ano de sucesso trabalhando em planos de expansão com novas linhas e novos mercados no horizonte.

A chave para o sucesso tem sido suas credenciais naturais; a ciência por trás de suas alegações de hidratação; e simplesmente o sabor muito bom, de acordo com a marca.

Leite: hidratação natural

A GoodSport foi fundada por Michelle McBride, que se inspirou no uso de leite achocolatado por atletas para recuperação após esportes: o que despertou a ideia de olhar para o leite como uma fonte natural de hidratação.

A startup com sede em Chicago lançou a bebida láctea 97% como desafiante na categoria de bebidas esportivas no verão do ano passado. A bebida esportiva que é a “primeira do gênero” foi projetada para ser uma alternativa natural às bebidas com ingredientes artificiais, usando o leite como fonte natural de eletrólitos e carboidratos essenciais para uma hidratação eficaz.

Na verdade, a marca aponta estudos que mostram que o leite hidrata melhor do que as bebidas esportivas tradicionais e a água: mas anteriormente a consistência e o teor de proteína do leite, que é de digestão lenta, eram barreiras para o uso de laticínios antes e durante o exercício.

A fórmula e o processo da marca, no entanto, quebraram esse código: com proteínas e gorduras removidas por ultrafiltração, deixando um líquido açucarado claro cheio de eletrólitos e vitaminas.

O resultado é uma bebida com mais eletrólitos e menos açúcar do que as bebidas esportivas tradicionais (1.680 mg de eletrólitos provenientes do permeado de leite, que contém sódio, potássio, cálcio, cloreto, magnésio e fósforo – mais do que a maioria das bebidas esportivas que só tinham sódio e potássio).

Testes de hidratação na Penn State University e publicados no Journal Nutrients mostram que a GoodSport fornece hidratação duas horas após ser consumido. A bebida é adoçada com extrato de fruta do monge e eritritol: ambos adoçantes naturais de zero calorias. Contém 90 calorias por garrafa de 500 mL e não contém glúten.

Mas como os consumidores realmente responderam à ideia de uma bebida esportiva láctea?

“A taxa de vendas da GoodSport superou as expectativas em nosso primeiro ano, o que gerou oportunidades para novas parcerias de varejo e expansão”, disse Michelle McBride. “Também vimos uma alta demanda de equipes profissionais e universitárias, bem como entusiastas e influenciadores do fitness. Os consumidores estão procurando por bebidas funcionais naturais, então responderam com entusiasmo ao conceito de uma bebida esportiva totalmente natural que é apoiada pela ciência para hidratar melhor. Eles são atraídos pelo excelente sabor da GoodSport e confiam nos laticínios para fornecer naturalmente altos níveis de eletrólitos com o equilíbrio certo de carboidratos para fornecer hidratação comprovada.”

‘Esperamos estar disponíveis onde quer que as bebidas esportivas estejam’

A bebida foi lançada em Chicago no verão passado, tendo participado do acelerador Dairy Farmers of America 2020 CoLAB. Agora, após um primeiro ano de sucesso, está em processo de expansão de sua presença em outros mercados do Centro-Oeste com os principais varejistas.

“Estamos vendo a demanda de atletas em todo o país, então esperamos estar disponíveis onde quer que as bebidas esportivas estejam”, disse McBride.

Fonte: Amis e Milk Point

Foto: Maurício Vieira

31 de maio de 2022 0 Comentários
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