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domingo, setembro 20, 2026
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Varejo

Conheça os 9 riscos que podem afetar as operações do varejo e da indústria

De Administrador SH 15 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

De acordo com relatório da KPMG, os desafios estão relacionados às várias áreas das empresas

Um relatório realizado pela KPMG apontou os principais riscos relacionadas à indústria de consumo e varejo no próximo ano. O documento levantou os fatores que podem afetar as empresas desses setores em nove âmbitos diferentes que vão desde as questões regulatórias e de tecnologia, passando por sociedade e pessoas, reputação e ética, clientes até estratégia, saúde, segurança e meio ambiente, crescimento e concorrência e produção e operações.

Segundo o sócio-líder de consumo e varejo da KPMG no Brasil e na América do Sul, Fernando Gambôa, com a pandemia, o setor de consumo foi um dos mais afetados pelos riscos ligados à saúde. “Os riscos emergentes baseiam-se nas mudanças atuais e a pandemia foi uma delas. Em outras palavras, as empresas precisam estar atentas aos sinais de mudanças do mercado e apresentar mudanças significativas”, analisa.

O sócio-diretor de Gestão de Riscos da KPMG, Luís Navarro, complementa que “os riscos são os mais variados e relacionados às várias áreas das empresas. Por isso, precisam estar atentas a cada um deles e se antecipar a essas consequências para evitar que o negócio seja impactado”, finaliza

Os principais riscos estão relacionados às seguintes áreas:

Compliance — Riscos regulatórios relacionados ao não cumprimento de leis, regulamentos e regulamentações e padrões éticos dentro da jurisdição das operações.

Sociedade e pessoas — O não atendimento às responsabilidades corporativas e sociais e a dificuldade em atrair e reter pessoal qualificado; riscos relacionados aos recursos humanos e mão de obra no que diz respeito à capacitação e segurança.

Reputação e ética — Insucesso na manutenção da privacidade e segurança e riscos relacionados à manutenção de altos níveis de qualidade e manutenção de serviços.

Rentabilidade e liquidez — Lojas de varejo utilizando sites de comércio eletrônico para vender produtos com desconto e menores preços; riscos relacionados a fornecedores; insucesso no desempenho do negócio na geração de caixa como esperado; riscos de fraudes, incluindo cartão crédito e a manutenção de descontos.

Estratégia — Risco de expansão das operações internacionais; operações de varejo eletrônicas e conversões de lojas de descontos afetam os concorrentes tradicionais; riscos de reputação aumentaram em função das redes sociais e internet; riscos financeiros dependem das estratégias de compra e de exportação.

Clientes — declínio no dispêndio com o consumo; varejistas são forçados a apresentarem produtos de marca para atender as expectativas do cliente.

Saúde, segurança e meio ambiente — Divulgação de doenças e riscos da pandemia.

Crescimento e concorrência — Pressão crescente para atender a demanda imprevisível dos clientes; concorrência globalizada intensa; oscilações em moeda corrente e outros riscos de mercado; insucesso ao atendimento a uma gama de preferências pessoais.

Tecnologia — Ameaças crescentes de ataques cibernéticos e de segurança; empresas que contam com um único fornecedor para todas as necessidades poderiam enfrentar um tempo maior de inatividade; insucesso na manutenção ou melhoria de infraestrutura tecnológica.

Produção e operações — Vantagem competitiva através da automação e da adoção de tecnologia emergentes; risco resultante de interrupção da atividade causada por sindicatos, greves e paradas de trabalho; qualidade e segurando do produto; disrupções na distribuição ou no processamento de mercadorias.

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Varejo

Balanço da ABIA aponta que desempenho do mercado interno foi puxado pelo setor de food service

De Administrador SH 15 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Alta dos custos de produção foi o maior desafio do ano passado e se mantém como tendência para o primeiro semestre deste ano

A pesquisa conjuntural da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) apontou crescimento de 3,2% e 1,3% nas vendas e na produção física da indústria de alimentos em 2021, respectivamente. Juntos, mercados interno e externo foram responsáveis pelo faturamento de R$ 922,6 bilhões, 16,9% acima do apurado em 2020. O volume representa 10,6% do PIB estimado para o ano passado. Outro dado que merece destaque é o número de trabalhadores ocupados, 1,2% a mais do que em 2020, totalizando 1,72 milhão de pessoas, ou 21 mil novos postos de trabalho em 2021.

Considerando apenas as vendas para o mercado interno, que representam 73,5% do faturamento, o aumento foi de 1,8%, puxado pelo setor de food service, que respondeu por 26,3% das vendas da indústria em 2021 (24,4% em 2020). Esse incremento foi motivado pelo processo de retomada, com a reabertura dos estabelecimentos, a aceleração da transformação digital e a ampliação do delivery.

As exportações, que representam 26,5% do faturamento da indústria, aumentaram 18,6% e atingiram o patamar recorde de US$ 45,2 bilhões, impulsionado pela retomada da economia mundial combinada com a taxa de câmbio favorável.

“O avanço da vacinação e o retorno do setor de serviços contribuíram de forma decisiva para a expansão da produção, com geração positiva de emprego e renda no setor. A demanda por alimentos se manteve crescente no Brasil e no mundo, o que fez com que as empresas mantivessem a produção a todo vapor, e contratando mão de obra”, explica Dornellas.

Commodities e embalagens

Em 2021, a elevação dos preços das commodities agrícolas teve um papel relevante no custo de produção dos alimentos industrializados. Ao final do ano, Índice de Preços da FAO/ONU apontou que elas atingiram o maior patamar em 10 anos, apresentando uma alta acumulada de 28,1% em relação à média dos preços em 2020.

No mercado interno, as perdas de produção provocadas pela estiagem prolongada em várias regiões produtoras contribuíram para reduzir a disponibilidade interna de café, milho, cana-de-açúcar e leite, elevando os preços médios em, respectivamente, 60,3%; 42,7%; 36,1%; 24,1%.

No caso das embalagens, a indústria enfrentou altas que chegaram a 100%, além de restrições na oferta.

Perspectivas para 2022

Apesar de o cenário atual para a economia brasileira apontar a projeção do PIB entre 0,5% e 1%, as perspectivas para a indústria de alimentos em 2022 mantêm-se positivas: espera-se um aumento de 2% nas vendas reais, mesmo se as pressões nos custos de produção persistirem.

Entre os fatores de estímulo ao consumo neste ano estão a correção de 10,06% do salário-mínimo e o processo gradual de recuperação no emprego, inclusive o formal, que contribuem para a melhoria do poder aquisitivo da população.

As vendas no mercado interno deverão seguir em ritmo de crescimento próximo ao apurado em 2021, mais uma vez com destaque para o setor de food service, que pode alcançar 29% de participação nas vendas da indústria. O volume de exportações também apresenta cenário promissor, podendo chegar a US$ 46 bilhões.

Do lado da oferta, a entrada da nova safra de grãos, a partir de fevereiro — se confirmadas as projeções da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), de expansão de até 12,5% no volume de produção – contribuirá para melhorar a disponibilidade de matérias-primas e reduzir as pressões sobre os custos de produção.

Apresentação: resultados do setor em 2021 e perspectivas para 2022

Resultados do setorBaixar
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Varejo

Atakarejo investe R$ 100 milhões em nova loja na Bahia

De Administrador SH 15 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Ampla unidade emprega 400 colaboradores e conta com estacionamento de 360 vagas

O grupo Atakarejo acaba de investir cem milhões de reais no empreendimento de 5,6 mil metros quadrados que acaba de ser inaugurado na avenida Vasco da Gama, 437 , no bairro de Brotas em Salvador.

Com diversos produtos que contemplam desde as seções mais básicas até as mais sofisticadas, a loja conta com padaria artesanal, hortifrúti direto da horta, açougue com carnes especiais, eletro e bazar, itens gourmet, saudáveis, adega premium, entre outros setores com mais de 14 mil itens.

O horário de funcionamento do Atakarejo Vasco da Gama será de segunda a sábado, das 7h às 22h, e nos domingos e feriados, das 7h às 20h.

Sobre o Atakarejo

O Atakarejo completa, este ano, 28 anos de atuação no mercado, com 28 lojas na Bahia, gerando mais de seis mil empregos diretos e levando economia a cada vez mais baianos.

Com o propósito de reduzir o custo de vida da população, contribuindo para um Nordeste mais justo e melhor, a rede segue firme rumo ao crescimento.

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Varejo

Kantar revela os novos hábitos na hora das compras

De Administrador SH 15 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Alta média de 12% na cesta básica leva famílias à uma reengenharia, começando pelas embalagens

O brasileiro vem fazendo escolhas mais inteligentes para driblar a inflação dos preços de alimentos, bebidas e itens de limpeza, higiene e beleza. Entre janeiro e setembro de 2021 o preço médio da cesta de consumo massivo cresceu 11,8% em comparação ao mesmo período de 2020.

É o que mostra o relatório trimestral Consumer Insights, da Kantar, líder global em dados, insights e consultoria.

A análise da Kantar mostra que, por conta do aumento dos preços, os consumidores diminuíram frequência de idas aos canais de venda (-2,1%) e também as unidades por viagem realizada, com uma queda de 1,8% na comparação do período de janeiro a setembro 2021 com o mesmo período de 2020, e um aumento no valor menor do que o dos preços, da ordem de 9,7% nesse mesmo intervalo.

Para as compras caberem no bolso, os brasileiros tiveram que fazer escolhas em 2021. Optaram por embalagens maiores em categorias de limpeza, principalmente em amaciantes, água sanitária e alvejante sem cloro. A cesta de limpeza cresceu 2% em toneladas e se manteve estável (-1%) em unidades.

A racionalização está no preço médio. Para embalagens grandes o preço aumentou 6%, mas em unidades aumentou ainda mais (9%) no ano móvel, que são os últimos 12 meses terminados em setembro de 2021 versus o mesmo período de 2020.

Para manter o consumo de perecíveis e mercearia doce, a saída encontrada pelos consumidores foi buscar embalagens menores. A cesta de perecíveis caiu 2% em toneladas e cresceu 2% em unidades, movimento contrário ao da cesta de limpeza doméstica. A cesta de perecíveis teve um aumento de preço de 19% tanto em embalagens maiores como menores.

A racionalização também acontece muito forte na cesta de mercearia doce, com o consumo de embalagens grandes caindo 4% por conta de um repasse de preço de 14%, enquanto as embalagens menores tiveram aumento de preço de 9%. Os destaques positivos nestas cestas foram frango, leite fermentado, pães industrializados e empanados. Já biscoitos e leite condensado registraram desempenho negativo.

Cestas de commodities, mercearia salgada e higiene e beleza tiveram desempenhos negativos, tanto em toneladas quanto unidades, o que revela que o consumidor priorizou categorias mais indulgentes e práticas, mesmo com a alta da inflação.

Promoções tiveram papel relevante em 2021, principalmente na cesta de higiene e beleza, que conquistou 1,7% de share entre janeiro e setembro de 2021 versus o mesmo período do ano passado entre a classe AB, o que indica que até mesmo os consumidores de maior poder aquisitivo sentiram o impacto da inflação e tiveram que racionalizar na hora da compra.

Promoções de higiene e beleza também foram importantes nas classes C e DE e ganharam 1,3% e 0,8% de share promocionado respectivamente. Mas mesmo as promoções não foram suficientes para o desempenho da cesta, que caiu 2,9% em unidades.

Soma-se ao preço e orçamento familiar a consciência do consumidor, que vem cada vez mais optando por embalagens que causem menos impacto ao meio ambiente e que sejam sustentáveis. Atualmente, os Eco Actives, consumidores que se preocupam muito com o assunto e estão tomando as medidas necessárias para reduzir o desperdício, representam apenas 8% da população brasileira, mas têm um impacto na cesta de consumo massivo de R$ 7,9 bilhões.

O grupo vem crescendo desde 2019, e as projeções indicam que ele representará mais da metade (56%) da população mundial nos próximos 10 anos. No Brasil, um em cada cinco consumidores terá esse perfil. Para as marcas, além dos desafios do bolso, há um desafio junto a um consumidor cada vez mais informado e engajado.

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ESG

Grupo Carrefour anuncia novas ações nos campos ambiental e social

De Administrador SH 15 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Programas de ESG estimulam a reciclagem de eletrônicos e o desenvolvimento profissional

Reciclagem de eletrônicos

O Grupo Carrefour Brasil, maior ecossistema do varejo alimentar do país, deu início a mais uma ação para fortalecer seu programa de reciclagem de eletroeletrônicos e eletrodomésticos. Em parceria com a Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos (ABREE), coletores para recebimento de eletrônicos pós consumo foram instalados em 12 lojas do Carrefour, nos estados de São Paulo, Pernambuco, Espírito Santo, Paraíba, Amazonas e Rio Grande do Sul, além do Distrito Federal. Nesses pontos, serão aceitos produtos de todos os tamanhos, desde fones de ouvido e secadores de cabelo até geladeiras e aparelhos de TV.  

Com a parceria, as lojas físicas do Carrefour serão responsáveis pelo recebimento dos produtos para serem descartados e a ABREE contribuirá com a destinação ambientalmente adequada dos materiais. Todo esse trabalho é feito por empresas homologadas, com todos os cuidados necessários.

No Carrefour, os coletores ficam localizados em pontos estratégicos no interior das lojas a fim de que os clientes os encontrem facilmente. Os pontos de coleta também foram projetados para que os consumidores possam depositar os itens de pequeno e médio porte de maneira fácil e rápida. Já os equipamentos maiores serão recebidos pelos colaboradores da loja, que foram treinados para manusear e armazenas os itens até que sejam encaminhados para a ABREE.  

“No Grupo Carrefour Brasil, realizamos uma série de ações em nossos pontos de venda com o objetivo de estimular o descarte consciente de resíduos ou produtos pós-consumo. Com isso, atuamos como um facilitador para que nossos clientes adotem hábitos ambientalmente responsáveis”, explica Lucio Vicente, Diretor de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade do Grupo Carrefour Brasil. “Ao mesmo tempo, operamos nossas lojas e treinamos nossos colaboradores para que atuem com total atenção aos resíduos gerados internamente, minimizando a geração de lixo e o impacto ambiental”.

No site da ABREE, os consumidores encontram os endereços das lojas do Carrefour, onde o serviço de coleta já está funcionando, além de outros pontos de recebimento de eletroeletrônicos pós-consumo, facilitando a localização do local mais próximo apenas digitando o CEP. No portal também está disponível a lista completa de produtos que podem ser descartados nesses locais, tais como: batedeira, ferro elétrico, fone de ouvido, liquidificador, máquina de costura, micro-ondas, purificador de água e televisão, entre outros. Para saber mais, acesse o site da ABREE.

“Estamos muito felizes com essa parceria junto ao Carrefour, uma das maiores varejistas do país, para ajudar na conscientização do consumidor sobre o descarte correto dos produtos. O primeiro passo do Grupo para ajudar o meio ambiente foi dado, agora o trabalho da ABREE e seus parceiros começa, para assegurar a destinação ambientalmente correta desses produtos recebidos”, explica Sergio de Carvalho Mauricio, presidente da ABREE.

A parceria faz parte das iniciativas de sustentabilidade do Grupo Carrefour Brasil programadas para 2022 e complementa as ações de logística reversa já realizadas pela companhia. Por meio do programa Pequeno Grande Passo, o Grupo também disponibiliza pontos de coleta de pilhas e baterias, lâmpadas, cartuchos de impressoras, óleo de cozinha e cápsulas de café. Em 2021, mais de 51 toneladas de resíduos foram coletadas nas lojas do Carrefour e 26 toneladas nas unidades do Atacadão.

Programa de Estágio, Jovem Aprendiz Tech e bootcamp Banco Carrefour Woman Developer

O Grupo Carrefour Brasil reforça seu posicionamento de marca empregadora com o anúncio de iniciativas voltadas ao recrutamento, desenvolvimento e qualificação de talentos diversos para o mercado de trabalho.

O Programa de Estágio 2022 e o Jovem Aprendiz Tech foram criados, respectivamente, para que universitários e jovens em situação de vulnerabilidade possam adquirir experiência em diversas áreas de atuação, assim como se aprofundar em uma rotina de trabalho integrada ao ecossistema de negócios do Grupo Carrefour Brasil.

“Além de adquirir experiência, ao imergir nos formatos e processos que fazem parte de nosso ecossistema, os jovens poderão desenvolver soft skills essenciais para a formação profissional, como Autoconhecimento, Gestão de Projetos e Metodologias Ágeis”, afirma Daniela Matos, Gerente Sênior de Treinamento e Desenvolvimento Humano e Organizacional no Grupo Carrefour Brasil.

Ainda neste contexto, o Banco Carrefour aposta em um bootcamp (treinamento imersivo de programação) focado no público feminino. Batizado de Woman Developer, a iniciativa desenvolvida pela fintail do grupo em parceria com a Digital Innovation One conta com 10 mil vagas disponíveis e visa estimular o desenvolvimento de carreira de mulheres em áreas que ainda são predominantemente dominadas por homens.

“Temos o compromisso de trabalhar assiduamente para contribuir com o desenvolvimento profissional e qualificação de pessoas. Para nós, iniciar 2022 com diversos programas dedicados a esse propósito nos faz ter a certeza de que estamos no caminho certo e de que poderemos fazer a diferença na vida de cada um que está em busca de uma oportunidade”, reforça Daniela.

“A área de tecnologia é superaquecida e ao mesmo tempo possui um déficit de profissionais no mercado. Por isso, o Jovem Aprendiz Tech chega para tentar suprir essa escassez de alguma forma, ao mesmo tempo em que oferece capacitação técnica àqueles que não possuem condições de arcar com os estudos”, afirma Paulo Farroco, CIO do Grupo Carrefour Brasil.

Jovem Aprendiz Tech

Com inscrições abertas até 04 de março, o programa Jovem Aprendiz Tech chega para gerar oportunidades e inserir jovens em situação de vulnerabilidade no mercado de trabalho com foco em tecnologia, tendo a oportunidade de atuar na rede que é líder do segmento de varejo alimentar no país. As vagas são para atuação na matriz do Grupo na cidade de São Paulo. Além disso, é necessário ter ensino médio completo ou estar cursando em período noturno. Ao final do contrato, com duração de 15 meses, existe a possibilidade de efetivação.

Inscrições neste link

Período: 14 de fevereiro a 04 de março.

Programa de Estágio

O Programa de Estágio 2022 é voltado para estudantes universitários do período noturno de qualquer faixa etária e faculdade. Contempla atuação nas áreas de Abastecimento, Comercial, Compliance Tributário, Controle de Gestão, Galerias Comerciais, Jurídico, Marca Própria, RH e Segurança Alimentar. As inscrições estão abertas até o dia 7 de março e o processo admissional será em abril, com início do contrato em maio. O local de trabalho, será na matriz do Grupo Carrefour Brasil e Banco Carrefour, na cidade de São Paulo.

Inscrições neste link

Período: 8 de fevereiro a 7 de março

Banco Carrefour Woman Developer

O bootcamp vai disponibilizar mais de 10 mil bolsas exclusivamente para mulheres que querem aprender ou aprimorar suas habilidades em programação e contempla mentorias ao vivo realizadas por experts renomados em um ambiente colaborativo que permite construir uma rede de contatos, praticar o conteúdo aprendido e construir um portfólio para aumentar as chances de contratação.

Inscrições neste link

Período: 14 de fevereiro a 11 de março

 

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Varejo

Impacto da inflação para famílias pobres é quase o dobro em relação aos ricos

De Administrador SH 15 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Segundo o IPEA, a elevação dos preços da comida pesa mais no bolso dos mais vulneráveis

A inflação sentida pelos brasileiros mais pobres foi equivalente a quase o dobro da verificada entre os mais ricos no começo de 2022, aponta estudo mensal divulgado nesta terça-feira (15) pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).

Em janeiro, o avanço dos preços atingiu 0,63% para as famílias com renda considerada muito baixa. Enquanto isso, as famílias com renda alta tiveram inflação de 0,34% no mesmo período, diz o instituto.

Conforme o Ipea, a alta entre os mais pobres foi influenciada especialmente pela carestia de alimentação e bebidas. O segmento respondeu por quase metade da inflação do grupo com menos recursos (0,31 ponto percentual).

A compra de alimentos costuma consumir uma parcela maior do orçamento das famílias com renda mais baixa. Por isso, a elevação dos preços da comida pesa mais no bolso dos mais pobres.

Em janeiro, houve aumentos em produtos como cenoura (27,6%), laranja (14,9%), banana (11,7%) e batata (9,7%), além das carnes (1,3%), do café (4,8%) e do óleo de soja (1,4%).

A alta dos alimentos in natura ocorreu em meio aos efeitos adversos do clima no país. Enquanto estados como Minas Gerais e Bahia sentiram os reflexos de chuvas intensas, a região Sul amarga estiagem na largada de 2022.

O estudo do Ipea mede a inflação de acordo com seis faixas de renda domiciliar. As famílias com rendimento considerado muito baixo recebem menos de R$ 1.808,79 por mês.

A outra ponta da lista é ocupada pela renda alta, cujos integrantes têm ganhos superiores a R$ 17.764,49.

Na margem, as seis faixas tiveram desaceleração nos preços de dezembro para janeiro. Ou seja, os aumentos continuaram, mas em um ritmo menor na média.

Na renda muito baixa, a inflação passou de 0,74% para 0,63%, a maior da pesquisa. Já na camada mais alta, a alta dos preços pulou de 0,82% para 0,34%, a menor do levantamento.

Em parte, a perda de fôlego dos preços para os mais ricos foi influenciada pelos recuos de combustíveis, como gasolina (-1,1%) e etanol (-2,8%), das passagens aéreas (-18,4%) e do transporte por aplicativo (-18%).

ALTA EM 12 MESES É MAIOR PARA RENDA MÉDIA-BAIXA

O estudo do Ipea também traz o acumulado de 12 meses até janeiro. Nesse recorte, a maior inflação foi a das famílias de renda média-baixa, com taxa de 10,8%. Até dezembro, estava em 10,4%.

O grupo de renda média-baixa é formado por brasileiros com rendimento domiciliar entre R$ 2.702,88 e R$ 4.506,47 por mês.

A segunda maior variação em 12 meses é observada na faixa de renda média (10,6%), que reúne famílias com ganhos entre R$ 4.506,47 e R$ 8.956,26. Nesses grupos, há fortes influências da inflação de transportes e de habitação.

A taxa acumulada pela renda muito baixa foi de 10,5%. Está acima da variação registrada em 12 meses pelo grupo de renda alta, de 9,6%, a menor do estudo.

“Os dados desagregados revelam que, para as famílias de renda mais baixa, a maior pressão inflacionária nos últimos 12 meses reside no grupo de habitação, impactado pelos reajustes de 27% das tarifas de energia elétrica e de 31,8% do gás de botijão. Para o segmento de renda mais alta, o foco está no grupo de transportes, refletindo, sobretudo, no aumento de 42,7% da gasolina e de 55% do etanol”, diz a pesquisa.

“Além da alta desses dois grupos, deve-se pontuar que os alimentos no domicílio, em especial os reajustes de 10% das carnes, de 21,7% de aves e ovos, de 44% do açúcar e de 56,9% do café, também provocaram impactos altistas significativos sobre a inflação no período, sobretudo para as camadas de renda mais baixa”, acrescenta.

No ano passado, o Ipea passou a projetar que a diferença entre a inflação dos mais pobres e a dos mais ricos seria encurtada ao longo de 2022.

Além de uma desaceleração dos alimentos, que ainda pressionam os consumidores com renda menor, o instituto apostava em uma aceleração dos preços de serviços, que pesam mais entre os mais ricos.

A inflação persistente causa preocupação no país. Como mostrou reportagem da Folha na semana passada, o avanço dos preços ficou mais espalhado pela economia nos últimos meses. Assim, brasileiros decidiram rever a rotina, com cortes no consumo diário, e postergar planos, como cursos e viagens.

Fonte: Leonardo Vieceli, Folha SP

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Tendências

Transformação do delivery mundial depende de leis municipais

De Administrador SH 14 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Enquanto startups avançam para promover disrupção nas entregas rápidas de supermercados, legisladores buscam organizar as mudanças

O rápido avanço do chamado quick commerce (ou instant delivery) durante a pandemia está fazendo com que várias grandes cidades do mundo criem barreiras para esses modelos de negócios. Um bom exemplo disso acontece na Holanda, em que Amsterdam e Rotterdam impuseram uma moratória de um ano na construção de dark stores de serviços de entrega.

A medida, que não impede que as dark stores já existentes continuem operando, é uma resposta às críticas de moradores, que têm se sentido incomodados com motoboys em alta velocidade e o barulho da descarga de produtos a qualquer hora do dia ou da noite. A prefeitura de Amsterdam estima que existam hoje 31 dark stores na cidade, enquanto em Rotterdam há 13 instalações desse tipo.

Entre os argumentos a favor das dark stores estão a criação de mais de 1.500 empregos no mercado holandês somente pela Getir, uma das startups do setor, e o uso de veículos elétricos, que são menos poluentes e rodam em silêncio.

Já em Nova York, a nova legislatura municipal pretende equilibrar o crescimento das empresas de instant delivery e as necessidades dos pequenos varejistas locais. A preocupação é que o avanço das startups possa tirar do mercado lojas independentes – e, por isso, medidas como as leis de zoneamento vêm sendo aplicadas para evitar um avanço muito acelerado do instant delivery. Esse modelo de negócios, por sinal, fica em uma “zona cinza”: não é 100% industrial, nem 100% comercial. Natural, uma vez que o código de zoneamento da Big Apple é de 1961.

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Varejo

Depois de um ano estável, indústria de produtos de limpeza prevê crescimento de 2%

De Administrador SH 14 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Mesmo com a pressão nos custos das matérias-primas, os artigos de limpeza acumularam alta de preços bem menores que a inflação

Segundo dados da Abipla – Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Higiene, Limpeza e Saneantes de Uso Doméstico e de Uso Profissional, o setor encerrou o ano de 2021 com os níveis de produção estáveis sobre 2020. Este é o segundo ano seguido de estabilidade.

“Mais uma vez, foi um ano marcado pela volatilidade na produção, mas que terminou em níveis equivalentes. Revisamos nossas projeções, durante o ano, e creio que, dadas as circunstâncias, foi um bom resultado, até porque, nossa produção crescia, em um ritmo bem superior ao PIB e à indústria geral, nos anos anteriores à pandemia”, afirma Paulo Engler, diretor-executivo da ABIPLA.

Crescimento da indústria de limpeza nos últimos 5 anos

Engler afirma que a indústria ligada ao setor conseguiu administrar bem as dificuldades na obtenção de insumos e componentes e que, hoje, a cadeia produtiva dos fabricantes de limpeza está operando normalmente. “Ainda há uma pressão de preços, em alguns itens, mas não temos enfrentado falta de insumos ou mesmo embalagens. Nossa volatilidade, nos últimos anos, está mais relacionada aos desdobramentos da pandemia. Tivemos dois grandes picos de produção: entre fevereiro e julho de 2020 e entre fevereiro e maio de 2021, justamente, os períodos mais críticos da pandemia no Brasil”, afirma.

Apesar da pressão nos custos de matérias-primas, combustível e energia, os artigos de limpeza acumularam alta de preços bem menores que a inflação, medida pelo IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, tanto que, em 2021, a cesta de produtos de limpeza fechou com alta de 6,84%, ante 13,05% da categoria Habitação (da qual os artigos de limpeza fazem parte) e 10,06% do índice geral. “Nossos produtos são muito sensíveis a preços, mas a nossa inflação foi, praticamente, a metade do que a categoria Habitação registrou. Ou seja, os fabricantes não repassaram todos os custos, para garantir melhor acesso dos produtos de limpeza à população”, analisa o diretor executivo da ABIPLA.

IPCA 2021 (acumulado do ano)

Empregos

Paulo Engler comentou, também, sobre o balanço de empregos do setor, em 2021. Assim como aconteceu em 2020, a indústria de produtos de limpeza encerrou o ano com saldo positivo de contratações, de acordo com informações do Novo CAGED – sistema público que capta as informações do CAGED – Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, e-Social e Empregador Web. “Hoje, o setor emprega cerca de 85 mil pessoas e tem conseguido manter saldo positivo de contratações, mesmo em meio à crise provocada pela pandemia”, diz o diretor executivo da ABIPLA.

Previsão de crescimento

Para 2022, a primeira projeção da ABIPLA é de um crescimento de 2% para a produção de produtos de limpeza. “Temos muitos desafios a superar, como a moeda desvalorizada e alto custo de energia e combustíveis, além de estarmos em um ano eleitoral, que é, naturalmente, volátil, mas temos confiança de que teremos resultados positivos para o nosso setor, até porque a sociedade se conscientizou da importância da higienização de ambientes e superfícies para a saúde pública, e esses hábitos devem se perpetuar”, concluiu Paulo Engler.

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Varejo

Carrefour contrata refugiados em programa de inclusão social

De Administrador SH 14 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Ação desta terça-feira prevê a admissão de estrangeiros para diversas funções

O Grupo Carrefour Brasil realiza nesta terça-feira, 15 de fevereiro, uma ação voltada exclusivamente para a contratação de pessoas em situação de refúgio. A iniciativa vale para todas as unidades do Carrefour no Brasil e conta com oportunidades em várias funções.

A companhia estima que tenha hoje mais de 250 pessoas em situação de refúgio trabalhando no Carrefour, sendo que somente no ano passado 150 novos funcionários com esse perfil passaram a integrar a companhia.

Com diversas edições ao longo do ano, os chamados Dias D, realizados pela companhia desde 2018, consistem em datas especiais voltadas para a contratação de profissionais de grupos minorizados. Com esta iniciativa, o Grupo Carrefour Brasil vem contribuindo para a inclusão profissional dessas pessoas, reforçando o compromisso com o aumento da representatividade de grupos minorizados no seu quadro de funcionários.

“Promovemos a inserção profissional para grupos minorizados por entendermos que o trabalho é um dos principais fatores de inclusão social e que o setor do varejo é uma porta de entrada importante para o mercado de trabalho”, afirma Kaleb Machado, gerente de diversidade e inclusão do Grupo Carrefour Brasil.

Além da realização dos Dias D e de parcerias com organizações para reforçar a contratação de pessoas em situação de refúgio, como o Instituto Adus, a companhia mantém o IDE (Inclusão, Diversidade e Equidade), programa interno voltado para o desenvolvimento e aceleração de carreira de funcionários de grupos minorizados (mulheres, pessoas negras, pessoas com deficiência, pessoas trans e refugiados). Durante o programa, os funcionários selecionados passam por uma trilha de conhecimento denominados “soft skills” e capacitação técnica.

Como se candidatar

Para se candidatar, um dos pré-requisitos é que o profissional em situação de refúgio se identifique com o propósito do Grupo Carrefour Brasil. Nas contratações, são levadas em conta tanto as aptidões individuais que atendem às exigências das vagas quanto a meta de diversificação do time.

As vagas são para todas as unidades do Carrefour no Brasil e possuem cargas horárias distintas de acordo com a oportunidade, sendo que há oportunidades para recepcionista de caixa, repositores, agente de fiscalização, auxiliar de perecíveis, açougueiro, padeiro, peixeiro, entre outros.

Além de todos os benefícios legais, o Carrefour oferece convênio médico, odontológico e de farmácia, bem como 5% de descontos nas compras realizadas com o Cartão Carrefour nas unidades da rede.

Todas as etapas do processo seletivo acontecem de forma online, com exceção da entrevista com o gestor que é realizada presencialmente para que o candidato possa visitar a unidade e visualizar a função que será desempenhada. As inscrições acontecem no dia 15 de fevereiro pela página de Carreiras da companhia.

Fonte: Bússola

14 de fevereiro de 2022 0 Comentários
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ESG

Nestlé patrocina projeto de reciclagem de embalagem

De Administrador SH 14 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Consumidor é beneficiado ao participar de Programa de Fidelidade ambiental

Comprada pelo grupo Ambipar em 2021, a Triciclo opera três projetos: o Retorna Machine, o Recicla Pharma e o Deixaki, todos eles vinculados ao Programa de Fidelidade Triciclo.

Neles, o consumidor entrega embalagens recicláveis (pet, aço, alumínio, vidro e longa vida), e, em troca, recebe “tricoins” – como são chamados os pontos desse programa de fidelidade ambiental.

O depósito de uma embalagem pós-consumo na máquina é revertido em pontos, que poderão ser trocados por benefícios, como recargas de celular, descontos na conta de energia, transporte público, livrarias ou transferência em conta. 

Neste mês, a Nestlé ativou, em parceria com as Lojas Bramil e Ambipar, uma campanha de reciclagem com as Retorna Machines instaladas na supermercadista Lojas Bramil de Três Rios e Petrópolis, no Rio de Janeiro.

Como funciona

Na campanha, as máquinas, que aceitam embalagens usadas de qualquer marca, acabam gerando tricoins em dobro caso os itens recicláveis sejam da Nestlé.

Quem acumular 300 tricoins receberá um vale que poderá ser trocado nas duas lojas Bramil por produtos da marca Nestlé com apelo nutricional, como opções plant-based, orgânicas, zero lactose, sem adição de açúcares.

Em cinco anos de operação, a Triciclo já arrecadou mais de 25 milhões de embalagens, gerando renda para quem trabalha nas cooperativas e contribuindo para uma coleta reciclável.

A meta agora é expandir o número de máquinas espalhadas pelas capitais do país. Pelo site, o consumidor encontra os pontos mais próximos de coleta.

Fonte: Bússola

14 de fevereiro de 2022 0 Comentários
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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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