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Promoção que vende mais pode estar reduzindo a margem do supermercado

Estudo baseado em mais de 2 mil promoções revela que a maioria das ofertas aumenta o volume de vendas, mas reduz a rentabilidade

De Redação SuperHiper
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Oferecido por Gondoleye

No varejo, aumentar o volume de vendas é importante. Mas uma pergunta cada vez mais necessária precisa fazer parte da decisão:

Quanto lucro essa venda adicional realmente está gerando?

Uma promoção pode aumentar o giro, melhorar a percepção de preço e levar mais consumidores à loja. Mas, dependendo do desconto aplicado e da resposta daquele produto, o resultado financeiro pode ser bem diferente do esperado.

Foi o que uma análise realizada pelo DynaPrice, a partir de dados reais de uma operação, revelou.

Foram analisadas 2.026 promoções, 916 produtos e 15 meses de histórico. O resultado: 72% das ofertas terminaram com menos lucro do que o preço cheio.

Em um dos produtos analisados, por exemplo, um desconto de 10% reduziu em 27% o lucro por unidade. Para que a promoção chegasse ao ponto de equilíbrio, seria necessário vender 37% mais unidades.

A venda cresceu. A rentabilidade, não.

O problema não é fazer promoção. É não saber quanto ela precisa vender para se pagar.

Esse é um dos desafios de uma operação de pricing: encontrar o equilíbrio entre competitividade, volume, margem e resultado financeiro.

E essa decisão fica ainda mais complexa quando consideramos a realidade do varejo: milhares de SKUs, diferentes lojas e regiões, comportamentos distintos de consumo, concorrência, estoque, giro, sazonalidade e diferentes níveis de sensibilidade do consumidor ao preço.

Por isso, utilizar uma única regra de preço para todos os produtos pode deixar oportunidades e margem na mesa.

É nesse cenário que entra o DynaPrice.

O DynaPrice transforma os dados da própria operação em inteligência para apoiar decisões de pricing.

A plataforma pode analisar o histórico de vendas e preços, identificar oportunidades e ajudar o varejista a entender como cada produto responde às mudanças de preço, permitindo decisões mais precisas por SKU, loja ou contexto da operação.

Em vez de perguntar apenas:

“Quanto o concorrente está cobrando?”

a análise passa a considerar também:

  • “Como meu produto se comporta?”
  • “Quanto preciso vender para compensar esse desconto?”
  • “Essa promoção realmente gera resultado?”
  • “Onde existe oportunidade de aumentar margem sem perder competitividade?”

E essa inteligência pode ser aplicada não apenas às promoções, mas à gestão de preços como um todo.

O DynaPrice pode apoiar o varejista na identificação de oportunidades, no monitoramento da concorrência, na análise de elasticidade e no direcionamento de estratégias de preço mais adequadas para diferentes produtos, lojas e regiões.

Pricing deixa de ser apenas uma decisão operacional

Quando os dados da própria operação entram no centro da decisão, o preço deixa de ser definido apenas por markup, percepção, regras fixas ou acompanhamento de mercado.

Ele passa a ser uma decisão baseada em evidências do comportamento real do negócio.

E isso muda também a conversa entre pricing, comercial e trade.

Uma negociação promocional, por exemplo, deixa de olhar somente para o volume esperado e passa a considerar quanto de margem a operação está abrindo mão para alcançar aquele volume e quem deve financiar esse desconto.

Porque vender mais é importante.

Mas vender mais e destruir margem não é crescimento.

O desafio do varejo é encontrar o preço capaz de equilibrar competitividade, giro e rentabilidade.

É justamente para transformar essa complexidade em decisões mais inteligentes que existe o DynaPrice.

Quer entender o que os dados da sua própria operação podem revelar sobre seus preços, promoções e margens?

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