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domingo, maio 24, 2026
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NegóciosTecnologia

Transformação digital é uma realidade para as empresas

De Administrador SH 18 de outubro de 2022
Escrito por Administrador SH

E não mais um diferencial, portanto, é necessário ter planejamento estratégico, mudança de mentalidade e cultura voltada a dados em sua empresa

Por mais que a tecnologia estivesse presente no cotidiano de grande parte das empresas, a verdadeira importância desse recurso para a sobrevivência dos negócios ficou em evidência na pandemia, o que fez com que os executivos priorizassem a transformação digital no ambiente corporativo. O estudo ‘Digital Investment Index 2022’, elaborado pela consultoria EY Parthenon, registrou neste ano um aumento de 65% de investimentos em TI em comparação a 2020. 

O conceito de transformação digital recebeu tanta atenção do mercado. Atualmente, empreendimentos de todos os tamanhos e segmentos estão indo em busca dos melhores caminhos para digitalizar seus processos e operações. Por esta razão, apenas se manter atento às tendências não é mais um diferencial mercadológico. É necessário ter uma mentalidade assertiva durante esse processo. 

Pensando em auxiliar os empreendedores que desejam promover um avanço tecnológico realmente assertivo, listamos os passos fundamentais. Confira abaixo:

  • Trace um planejamento estratégico 

Para que a transformação digital consiga trazer impactos positivos e de longo prazo para a empresa, o ideal é deixar de se prender às tendências tecnológicas e olhar mais para as dores internas. Neste caso, as reflexões pertinentes são: por que quero investir em tecnologia neste momento? Quero sanar uma dor interna ou simplesmente aprimorar processos? Quais são as melhores maneiras de alcançar esses objetivos?  

  • Trabalhe na mentalidade da gestão

Antes de colocar o plano estratégico em prática, é fundamental trabalhar a mentalidade da gestão. Afinal, o avanço tecnológico não se trata apenas da adoção de uma nova ferramenta e a iniciativa também irá mudar os processos e as formas de trabalho.

  • Desenvolva uma cultura voltada a dados 

Com a implementação das ações planejadas, será natural para a empresa obter um grande volume de dados. No entanto, essas informações não são o suficiente se não forem bem aproveitadas. É fundamental, portanto, desenvolver uma cultura de dados.

Fonte: Magit e EY

18 de outubro de 2022 0 Comentários
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NegóciosTecnologia

Teamcore associa-se a um grande líder em tecnologia

De Administrador SH 18 de outubro de 2022
Escrito por Administrador SH

Investimento da Accel-KKR será para acelerar o crescimento da empresa e permitir oportunidades estratégicas de fusões e aquisições.

A Teamcore, uma plataforma de execução de varejo com sede na América Latina, anunciou que recebeu um investimento majoritário de crescimento da Accel-KKR, líder mundial de investimentos em software com sede no Silicon Valley. O aporte será usado para acelerar o crescimento da empresa e as estratégias de entrada no mercado, melhorar o roteiro do produto e apoiar oportunidades de crescimento inorgânico que expandam ainda mais a capacidade da companhia de servir varejistas nas Américas.

De acordo com um relatório de 2020 do Grupo IHL, a falta de estoque e o excesso de estoque poderiam estar custando aos varejistas até US$ 1,8 trilhão em vendas perdidas globalmente. A plataforma de execução de varejo da Teamcore ajuda varejistas a reduzir as vendas perdidas devido à falta de estoque, produtos com preços errados, promoções mal implantadas, exibição incorreta nas prateleiras ou inventário fantasma. Em um mundo onde a maximização da eficiência na loja é vital para permitir que varejistas alcancem seus resultados, a empresa provou ser uma solução de missão crítica, reduzindo as vendas perdidas em até 75% para seus clientes.

Sergio Della Maggiora, CEO e co-fundador da Teamcore, comenta: “A Teamcore foi fundada sobre a visão de que a análise, automação e otimização das atividades operacionais são fundamentais para ajudar os varejistas e a gerenciar suas operações complexas. A Accel-KKR é considerada um dos mais experientes investidores em crescimento no mundo do software. Estamos muito entusiasmados em trabalhar com eles para escalar os negócios em toda a América Latina e além”.

 A Teamcore oferece aos varejistas uma plataforma que detecta as principais oportunidades de vendas em tempo real e gera planos de ação automatizados e priorizados para conduzir as operações comerciais e logísticas das equipes comerciais. A plataforma compreende produtos tais como Smart OSA, Smart Retail Execution, Online Availability e Smart Promotions, entre outros.

Sobre a parceria, John CrowellJohn Crowell, vice-presidente da Accel-KKR e líder dos investimentos da Accel-KKR na América Latina, comentou: “A Teamcore representa o modelo de negócios ideal na visão da AKKR: uma forte equipe de gestão, soluções de missão crítica e uma grande oportunidade de mercado. Juntos, vamos aproveitar os recursos e a experiência de crescimento da Accel-KKR para ajudar a Teamcore a alcançar sua visão de crescimento”.

Sobre a Teamcore:

Fundada em 2015 em Santiago, Chile, a Teamcore permite aos varejistas e CPGs gerenciar a disponibilidade em loja de seus produtos e obter BI/insights sobre seu estoque e desempenho. Os algoritmos da Teamcore geram e priorizam planos de ação específicos para os representantes de CPG e sourcing, permitindo-lhes priorizar melhor seu tempo e visar as maiores oportunidades de vendas. Globalmente, as vendas perdidas representam uma oportunidade de mercado de $1,8 trilhões de dólares.

Ao alavancar sua plataforma baseada no aprendizado de máquinas, a Teamcore provou reduzir as vendas perdidas relacionadas a problemas de execução na loja em até 75%, aumentando assim as vendas de seus clientes em 3% a 5%. Para mais informações, visite teamcore.net.

Sobre a Accel-KKR:

A Accel-KKR é uma empresa de investimento focada em tecnologia com US$ 14 bilhões em capital investido. A empresa se concentra em negócios baseados em tecnologia bem posicionados para o crescimento de primeira e última linha. No centro da estratégia de investimento da Accel-KKR está o compromisso de desenvolver fortes parcerias com as equipes de gestão das empresas de seu portfólio e um foco na criação de valor, alavancando os recursos significativos disponíveis através da rede Accel-KKR.

A Accel-KKR concentra-se em empresas de médio porte e oferece uma ampla gama de soluções de capital, incluindo capital de compra, investimentos de crescimento minoritário e alternativas de crédito. A Accel-KKR também investe em vários tipos de transações, incluindo recapitalizações de empresas privadas, esculturas de divisão e transações privadas. A Accel-KKR está sediada em Menlo Park, com escritórios em Atlanta, Londres e Cidade do México. Visite accel-kkr.com para obter mais informações.

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ConsumidorInternacional

Produtos “imperfeitos” conquistam consumidores

De Administrador SH 18 de outubro de 2022
Escrito por Administrador SH

No Reino Unido, a compra de hortifrutis “feios” é a nova alternativa dos clientes para fazer o orçamento render um pouco mais

Por Renato Muller*

A aparência não é das mais incríveis: em vez de frutas, legumes e verduras grandes, bonitos e com cores vivas, produtos tortos, em tamanhos menores, com manchas ou outras características menos “marqueteáveis”. Mesmo assim, os produtos “imperfeitos” estão ganhando espaço na cesta de compras dos consumidores britânicos.

E a razão para isso tem nome e sobrenome: alta dos preços. Convivendo com o maior índice de inflação desde 2008 (13,9% nos últimos 12 meses), os britânicos têm buscado opções mais econômicas – mesmo que para isso abram mão do ideal de comprar produtos dignos de comercial de TV para encher a barriga. O sabor é o mesmo, afinal de contas.

Um relatório divulgado na semana passada pela Kantar mostra que as vendas de linhas de produtos imperfeitos, como a Perfectly Imperfect da Tesco e a Naturally Wonky da Morrisons, saltaram 38% em outubro em relação ao mês anterior. O movimento vem na sequência da troca por lojas de descontos e por itens de marca própria, além do corte de produtos considerados supérfluos. Esse movimento fez com que, por exemplo, a Aldi ultrapassasse a Morrisons na preferência dos clientes, depois de ter visto um aumento de vendas de 20% nos últimos 12 meses.

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EconomiaNegóciosTecnologia

Carrefour amplia caixas de criptomoedas no país

De Administrador SH 18 de outubro de 2022
Escrito por Administrador SH

ATMs nas lojas das regiões Sul, Sudeste e Nordeste possibilitam transações com as moedas digitais

O Carrefour Property, unidade de negócios e gestão imobiliária do Grupo Carrefour Brasil, segue engajado em ampliar sua presença no mundo digital. A empresa anuncia a expansão na instalação de caixas eletrônicos de criptomoedas em suas unidades, em parceria com uma das maiores redes de caixas eletrônicos para a compra e venda de criptomoedas, a Coin Cloud, que possui mais de 5.800 ATMs entre Brasil e Estados Unidos.

Até o final de outubro, cinco novos caixas eletrônicos serão instalados nas galerias do Carrefour Property nas cidades de Curitiba, no Paraná, Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, e Recife, em Pernambuco. No estado de São Paulo, Sorocaba e São José do Rio Preto também foram contempladas com um ATM em cada município. 

Assim o Carrefour Property amplia o número de caixas eletrônicos de criptomoedas para nove. No primeiro trimestre, o Jardim Pamplona Shopping, em São Paulo, e os hipermercados Ribeirão Preto, Osasco e Tamboré, em Barueri, na região metropolitana de São Paulo, foram os primeiros locais a receber os ATMs.

Os caixas eletrônicos permitem negociar criptomoedas mediante um cadastro simples e apresentação de documentos de identificação. O processo é feito todo pela câmera da máquina. Depois deste processo, o cliente acessa sua carteira digital de criptomoedas via QR Code e faz a transação usando papel-moeda.

A expansão da Coin Cloud pelo Brasil visa abarcar todo tipo de investidor de criptomoedas, inclusive os menos habituados às transações digitais e que se sentem mais seguros operando soluções que já conhecem, como os caixas eletrônicos. 

“A proposta da Coin Cloud é democratizar o uso de criptomoedas, dando às pessoas a oportunidade de conhecer ou explorar com maior frequência esse mundo de maneira segura via caixas eletrônicos, uma tecnologia que tem a confiança do brasileiro e com a qual todos já estão acostumados”, diz Isabela Rossa, country manager da Coin Cloud no Brasil. 

Democratização das moedas digitais

As transações via criptomoedas ou moedas digitais têm crescido no Brasil por conta do aumento do conhecimento dos investidores de diferentes níveis sobre as possibilidades do mundo cripto. Entre junho e julho de 2022, o total de pessoas que declararam movimentação de criptomoedas à Receita Federal saltou de 790 mil para mais de 1,3 milhão. 

Entre janeiro e julho, o crescimento da quantidade de investidores desse tipo de ativo foi de 200% em todo o território nacional. Para o Carrefour Property, disponibilizar ao seu público uma ferramenta segura e fácil de operar é promover o embarque de cada vez mais pessoas na economia do futuro. 

“Trazer inovação para os nossos espaços é um dos pilares do Grupo Carrefour Brasil e estamos acompanhando essa tendência do uso das criptomoedas pelos consumidores. Além disso, buscamos cada vez mais trazer conveniência e praticidade aos clientes das galerias comerciais e shoppings administrados pelo Carrefour Property, oferecendo sempre a possibilidade de realizarem diversas atividades em um mesmo local, otimizando seu tempo”, explica Patrícia Lima, Gerente Comercial do Carrefour Property.

Confira os endereços dos novos caixas eletrônicos da parceria entre Carrefour e Coin Cloud

Carrefour Sorocaba – Sorocaba (SP):  Av. Gisele Constantino, 1870 – Parque Bela Vista, Sorocaba – SP,

Carrefour Champagnat – Curitiba – Paraná: R. Dep. Heitor Alencar Furtado, 1210 – Mossunguê, Curitiba – PR,

Carrefour Porto Alegre – Partenon – Porto Alegre (RS): R. Albion, 111 – Partenon, Porto Alegre – RS,

Carrefour São José do Rio Preto – Jardim Morumbi – São José do Rio Preto (SP): Av. Marginal Tancredo Neves, 900 – Parque Industrial, São José do Rio Preto – SP,

Carrefour Torre – José Bonifácio – Recife (PE): R. José Bonifácio, 1315 – Torre, Recife – PE,

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ConsumidorNegócios

85% das lojas pretendem participar da Black Friday

De Administrador SH 18 de outubro de 2022
Escrito por Administrador SH

65% dos varejistas acreditam que a Copa do Mundo vai repercutir nas vendas dessa data

Um levantamento realizado pela Provu, fintech especializada em meios de pagamento e crédito pessoal, aponta que 85% dos lojistas pretendem participar da Black Friday neste ano. Para 43% destes comerciantes, a expectativa é aumentar as vendas entre 10% e 30% em comparação com 2021; já 26,9% esperam subir o faturamento entre 30% e 50%, enquanto que 9% planejam elevar as vendas em até 10% em relação ao ano passado. O levantamento foi feito com varejistas de micros, pequenas, médias e grandes empresas de diversos setores de vendas.

Apesar dessa expectativa positiva em relação à Black Friday, 40,9% dos comerciantes dizem não se preparar com antecedência para a data, enquanto 14,9%  revelam que começam a se planejar nos meses de julho e agosto. Para 11,9% das lojas, a preparação começa em outubro, mês anterior à Black Friday; e 6% revelam que os preparativos começam desde a Black Friday anterior.

Este ano a Black Friday terá ainda uma concorrência muito peculiar: a Copa do Mundo de futebol. O grande evento mundial vai começar na mesma semana que uma das datas mais importantes do varejo. Sobre esse “conflito de datas”, o levantamento da Provu mostra que 65,7% dos varejistas acham que a Copa do Mundo pode impactar as vendas na Black Friday. Entre eles, 34,1% acreditam que terão uma diminuição de vendas no geral, enquanto 29,5% pensam que será o contrário, e esse evento deve aumentar as vendas. Para 25% das lojas, esse aumento se dará na venda de produtos específicos, enquanto 9% acham que haverá diminuição de vendas de produtos específicos. 

Em relação às ofertas, 64,2% dos respondentes pretendem aplicar descontos em produtos específicos, enquanto que 35,8% planejam aplicar desconto em todos os produtos da loja. Além disso, a expectativa para 61,2% dos comerciantes é de que as vendas na Black Friday sejam mais direcionadas a novos clientes. 

Quando perguntados sobre os principais desafios da Black Friday, 44,8% responderam que são marketing e divulgação, seguido por meios de pagamento (29,9%) e estratégia de vendas (11,9%). Precificação, estoque e experiência do consumidor surgem com 6%, 4,5% e 1,5% respectivamente.

Entre os entrevistados, 85% disseram que vão incentivar formas de pagamento específicas na data, sendo boleto e pix parcelado para 52,6% e cartão de crédito para 22,8%. Já dinheiro e Pix ficam empatados em terceiro lugar, com 7%. Apenas para 14% dos lojistas pesquisados, a Black Friday não será implementada em suas lojas. Dentre os principais motivos, 45,5% apontam que as margens que praticam não permitem dar descontos e 18,2% não tem aderência com os produtos/serviços que oferecem ou não observam vantagens para o faturamento.

A Black Friday nasceu nos Estados Unidos e é sempre realizada na 4ª sexta-feira do mês de novembro. Alguns países, como o Brasil, importaram esse evento e promovem uma série de descontos em diversos produtos, proporcionando aumento nas vendas, a renovação de estoque e dando início às compras de Natal. Para 44% dos lojistas brasileiros, esta data tem um desempenho tão bom quanto em outras datas comemorativas. 

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ConsumidorNegócios

Guloseimas com personagens aceleram as vendas

De Administrador SH 18 de outubro de 2022
Escrito por Administrador SH

Indústria de balas de gelatinas amplia contrato de licenciamento com a Mattel com quatro novos produtos

A Haribo, líder mundial do mercado de balas de gelatina, marshmallow e regaliz, anuncia novidades para sua linha de produtos licenciados com a Mattel, fabricante de brinquedos e proprietária de um dos catálogos mais fortes de franquias de entretenimento infantil e familiar do mundo. A parceria, que completa um ano, traz quatro novos produtos para as marcas Hot Wheels e Barbie. No total, o portfólio conta agora com 14 itens.

O produto de gelatina Haribo Barbie sabor Milkshakes dá lugar a um mix de frutas vermelhas inspirado no universo de fantasia composto pelos sabores de amora, melancia, framboesa e uva. Já o produto Haribo Hot Wheels Soda Radical passa a ser um novo mix de frutas sortidas com cores inspiradas nas pistas de corridas e que reúne balas nos sabores de uva verde, abacaxi, banana e morango.  A categoria de Balla Sticks, também traz novidades: os produtos Barbie Cereja Ácida e Hot Wheels Milkshake de Banana serão substituídos pelo sabor de Uva e Melancia, respectivamente.

Para Valeria Gonzalez, Country Manager da Mattel do Brasil, “É muito importante para a empresa continuar fortalecendo nossas marcas principais, como Barbie e Hot Wheels em outros segmentos além de brinquedos. E hoje comemoramos um ano de parceria com a Haribo, que tem contribuído para que nosso portfólio cresça de forma muito relevante e com ampla presença em território nacional, conectando-se com nosso propósito de estar onde nosso target está”, disse.

A revisão do portfólio faz parte da estratégia da Haribo de ampliar a sua participação no mercado trazendo inovação para a categoria, com sabores e formatos exclusivos de doces para surpreender os consumidores.

“Inovação é um dos nossos pilares de crescimento da Haribo para 2022 e a parceria com Mattel tem um papel fundamental nesta estratégia. Após um ano deste encontro, estamos contentes com os resultados alcançados e os lançamentos vêm para sustentar esse crescimento”, contou o Diretor Comercial da Haribo Brasil, Alexandre Nedel.

Com o sucesso da parceria com a Mattel, a Haribo planeja investir fortemente em comunicação. Para isso, a estratégia conta com novas ativações em PDV’s com materiais exclusivos, comunicação omnichannel da nova linha e parceria com influenciadores digitais.A Haribo possui 102 anos de história e é líder mundial no mercado de balas de gelatina.

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ConsumidorEconomiaESG

Dolce Gusto lança 1º café orgânico com grãos do Sul de Minas

De Administrador SH 18 de outubro de 2022
Escrito por Administrador SH

Produto diferenciado quer ampliar a experiência do cliente que aprecia um café saboroso e sustentável

NESCAFÉ® Dolce Gusto®, marca líder no segmento e pioneira no mercado brasileiro de máquinas multibebidas e cápsulas, lança o primeiro café orgânico da marca: Origens do Mundo Brasil Orgânico, produzido com grãos 100% Arábica cultivados no Sul de Minas.   

Feito para atender o público que busca um café mais sofisticado e atrelado a sustentabilidade, a linha possui as características marcantes das montanhas de Minas Gerais com sabor adocicado e aroma frutado. Cada cápsula produz uma xícara de 40ml, ideal para vários momentos do dia. Com esse lançamento, a marca chega a 15 tipos de café no portfólio e mais de 40 sabores entre cafés, lattes, chás e chocolates. 

A novidade chega para inaugurar a categoria de cafés orgânicos da marca e incrementar o portfólio de produtos que possuem o certificado de produção responsável. O café é produzido na fábrica de Nescafé® Dolce Gusto®, localizada em Montes Claros, uma das pioneiras em adotar a política de Impacto Ambiental Neutro, o que significa que a produção não capta água da natureza, não envia resíduos para aterros e que 100% das emissões dos gases do efeito estufa remanescentes da operação são neutralizados.  

 “Além de oferecer sabores característicos de suas regiões produtoras e alta qualidade, a linha Origens Orgânico preza pela responsabilidade ambiental e social durante todo o processo de produção. Trazemos a inovação e a essência brasileira para que a experiência do consumidor seja completa”, ressalta Marina Adan Teixeira, Gerente de Marketing da Dolce Gusto. 

Sobre NESCAFÉ® Dolce Gusto® 

Lançado no Brasil em 2009, NESCAFÉ® Dolce Gusto® é um sistema composto por cápsulas e máquinas, fácil de usar, que permite aos consumidores prepararem em casa bebidas quentes e frias com qualidade profissional. A marca introduziu um novo conceito no Brasil ao oferecer um portfólio com opções de bebidas para diferentes momentos de consumo, além de uma linha de máquinas com um design diferenciado. Os sabores de NESCAFÉ® Dolce Gusto® são apresentados em cápsulas patenteadas e hermeticamente fechadas para capturar e preservar os aromas voláteis de suas bebidas até o seu consumo.  

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ESG

Empresa de panificação implementa sustentabilidade em Mogi das Cruzes

De Administrador SH 18 de outubro de 2022
Escrito por Administrador SH

Projeto Zero Aterro que estimula a economia circular já foi aplicado em duas unidades da companhia

A Bimbo Brasil, empresa líder em panificados, anuncia a finalização de seu programa Zero Resíduos para sua fábrica localizada em Mogi das Cruzes, em São Paulo. A planta, responsável por gerar 250 toneladas de resíduos em média por mês, conseguiu a destinação sustentável para 100% deles, que estão sendo transformados e reutilizados, reduzindo impactos ambientais e incentivando a economia circular.

Essa é uma realização importante para a companhia, pois é terceira unidade a conseguir o Zero Resíduos. As fábricas localizadas em Gravataí, no estado do Rio Grande do Sul e Raposo, no estado de São Paulo, conquistaram esse feito em 2020 e 2021 respectivamente.

“A Bimbo Brasil conta com diversas ações de sustentabilidade, que compõe o plano estratégico e ambicioso do Grupo no cuidado com o planeta. “Intensificamos nossa agenda de sustentabilidade para transformar os resíduos em recursos e eliminar a destinação ao aterro sanitário. A ativação da economia circular é um importante mecanismo que ajuda a reduzir os impactos ambientais, mas principalmente, a geração de mais empregos e renda nas comunidades onde operamos”, afirma Mário Escotero, Vice-presidente de Gestão de Pessoas, Comunicação, Jurídicos e Assuntos Corporativos, da Bimbo Brasil.

Seguimos acelerando e até junho de 2023, há a previsão para que as seis fábricas da companhia no Brasil sejam Zero Resíduos. Esta é uma das iniciativas que faz parte da estratégia de sustentabilidade do Grupo Bimbo “Alimentamos Um Mundo Melhor”.

Sobre a Bimbo Brasil: 

Líder no segmento de panificação, há mais de 20 anos, a Bimbo Brasil está presente nos lares de milhares de brasileiros, produzindo alimentos nutritivos e saborosos como pães, bisnaguinhas, bolos, doces e snacks. Seu propósito é nutrir um mundo melhor, e por ele, são norteados os processos e ações da companhia. Dona das tradicionais marcas Pullman, Plusvita, Nutrella, Ana Maria, Pingüinos, Crocantíssimo e RAP10. No Brasil, a companhia conta com mais de 4 mil colaboradores e seis unidades fabris, que abastecem mais de 70 mil clientes.

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EconomiaNegócios

Gestão eficiente ajuda o varejo a vender mais

De Administrador SH 18 de outubro de 2022
Escrito por Administrador SH

Ficar atento aos processos internos e controle de gastos devem fazer parte do planejamento estratégico da empresa

O varejo é um dos setores da economia que vem crescendo ano após ano. Mesmo com a pandemia de Covid-19, o segmento conseguiu se adaptar, adotar soluções tecnológicas que fizeram com que as empresas automatizassem processos que antes eram feitos de forma arcaica e assim continuar lucrando.

Segundo os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as vendas do varejo brasileiro tiveram um crescimento de 1,4% em 2021. Já de acordo com a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), feita pelo IBGE, no primeiro semestre de 2022, o comércio varejista teve alta de 1,4% nas vendas. Os segmentos de destaque estão livros, jornais, papelaria e revistas (18,4%); tecidos, vestuário e calçados (17,2%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos (8,4%).

 “Agora, para o segundo semestre, as perspectivas são muito positivas, visto que há algumas datas importantes, como Copa do Mundo, Black Friday e Natal, que costumam atrair mais movimento para as lojas”, afirma Thiago Campaz, é CEO e co-fundador do VExpenses. De acordo com a Associação Brasileira do Varejo (ABV), a expectativa do setor é que as vendas aumentem em até 12% no segundo semestre deste ano, em comparação aos primeiros seis meses.

Mas, para que as empresas consigam atender esses objetivos, é preciso que haja muito planejamento e estratégias comerciais e de marketing para a divulgação dos itens a serem comercializados. E, como a atenção dos gestores estão 100% voltadas a isso, em alguns momentos a gestão interna dos processos e controle de gastos pode acabar ficando em segundo plano. O maior problema é que essa gestão é fundamental para a saúde financeira das lojas e para garantir ganhos saudáveis ao negócio.

Para tanto, é importante que os responsáveis pela área utilizem métodos que consigam centralizar os custos, como por exemplo os cartões corporativos e empresariais. Por meio dessas ferramentas, é possível monitorar as despesas em tempo real, atribui-las às filiais e centros de custos corretos, automatizar a prestação de contas e a contabilidade, diminuir os riscos de quebra de caixa negativa, ter a visão dos gastos em uma única plataforma e acompanhar todas as informações por meio de dashboards e relatórios.

Além disso, nesses casos é recomendado contar com mais de um cartão, permitindo que sejam atribuídos a diferentes usuários, para que assim seja possível personalizar os limites e controles dos gastos e ainda receber alertas de segurança caso algo esteja fora da normalidade. Afinal, ao deixar de utilizar um único cartão para os pagamentos de todos os gastos da empresa e passar a atribuir um cartão para cada loja e/ou departamento, ganha-se muito mais visibilidade sobre as despesas da loja toda e/ou das filiais, evitando assim prejuízos muito maiores no caixa.

Dessa maneira, com o uso de soluções tecnológicas, os lojistas conseguem controlar a entrada e saída dos valores financeiros, melhorar o fluxo de despesas internas e evitar perdas de dinheiro por má conduta ou fraudes, principalmente em um período que há um aumento considerável na demanda e muitas vezes as informações dentro das lojas podem se perder.

“O setor varejista precisa se preocupar com as questões internas e com os gargalos que ocorrem no processo de gestão, para que assim seja possível manter a saúde financeira dos negócios e garantir assim que os negócios consigam lucrar, mesmo que as despesas sejam altas também. Mas isso só acontece com organização e planejamento”, conclui Campaz. 

Fonte: Thiago Campaz, é CEO e co-fundador do VExpenses

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Negócios

Novo livro traça panorama das mudanças estratégicas do varejo

De Administrador SH 17 de outubro de 2022
Escrito por Administrador SH

“Varejo, transformação digital e pandemia” de Eduardo Terra aponta caminhos para um futuro cada vez mais digital. Confira a entrevista exclusiva para o site da SuperHiper

Em março de 2020, o varejo brasileiro e o mundo entraram em uma nova fase. Não é exagero dizer que a pandemia foi um divisor de águas, pois fez com que a transformação digital dos negócios passasse a ser fundamental para a sobrevivência das empresas. E, nessa transformação, empresas e consumidores avançam rumo a um futuro que ainda não está totalmente decifrado, mas que, certamente, exigirá mais resiliência, adaptabilidade e capacidade de inovação.

No livro “Varejo, transformação digital e pandemia – um panorama das mudanças do setor mais dinâmico da economia e do que o futuro nos trará”, Eduardo Terra apresenta uma série de análises e reflexões sobre o momento atual e as perspectivas para o varejo e os negócios. Escritos em formato de artigo durante os últimos dois anos, esses pensamentos trazem insights sobre como empresas e pessoas podem aproveitar este momento da melhor forma para preparar um futuro melhor.

Neste livro, seus insights estão organizados em artigos curtos que tratam de 3 grandes temas: as transformações pelas quais o mundo vem passando; os novos valores necessários para lidar com estes novos tempos; e as alternativas estratégicas para o varejo neste mundo pós pandemia. Uma leitura rápida e direto ao ponto, que reúne os pontos mais importantes para a evolução dos negócios e, por meio de QR Codes, apresenta uma série de conteúdos estendidos, como vídeos, estudos e pesquisas.

Confira a entrevista exclusiva com o autor, Eduardo Terra:

Aproveitando o lançamento, a SuperHiper fez uma entrevista exclusiva com Eduardo Terra. Neste bate-papo, o autor nos contou como foi escrever o livro, quais as novidades devemos enfrentar e o que devemos esperar do 5G. Confira na íntegra:

SuperHiper: Como surgiu a ideia de escrever o livro, foi antes ou durante a pandemia?

Eduardo Terra: Eu estudo, trabalho e falo de varejo há muito tempo, pelo menos 10 anos. O que percebi, quando veio a pandemia, é que iríamos passar e passamos por um momento único, pois vivemos uma aceleração de anos em meses. Aquilo que já vinha acontecendo, do ponto de vista da transformação, que tinha um ritmo e uma velocidade, passou a ter uma grande aceleração. A ideia do livro foi retratar um pouco esta transformação acelerada, onde muita coisa aconteceu. O consumidor passou a usar ainda mais tecnologia, os canais digitais. No canal alimentar ficou mais evidente, mesmo os supermercados estarem abertos, ele (o consumidor) entendia que a jornada digital era mais segura. Durante dois anos estivemos em pandemia sempre com picos, restrições, e com isso os hábitos mudaram, forçando o consumidor para jornadas mais digitais, o que crescer o e-commerce, como um todo. No Brasil, era em torno de 4% do varejo e hoje representa 15%. Isso dá uma ideia do salto que demos, por conta desta mudança de hábitos. E no livro, eu falo um pouco também do que está por vir, como é o caso do 5G, do metaverso, para mostrar que não devemos parar, que a pandemia foi um evento de aceleração importante, mas que devemos ter outros eventos que continuarão acelerar o processo.

SH: Não dá para voltar mais atrás, mas o que você diria para as pessoas que são mais resistentes a estas transformações.

ET:  Na verdade, a tecnologia está cada vez mais fácil, mais intuitiva, mais barata, mais presente, e que o caminho é irreversível. E que cada um tem que fazer no seu tempo. Por isso há uma evolução, o varejo físico vai continuar sempre existindo. O que é importante não confundir digitalização/ transformação digital com e-commerce. Comprar pela internet, é um pedaço da digitalização. Mesmo este consumidor mais resistente que não compre on-line, ele tem boa parte dos seus hábitos digitalizados, por exemplo, ele acessa ofertar pelo WhatsApp, ele conhece marcas, ofertas, pelas redes sociais, ele pesquisa na Internet, e isso já faz parte da jornada de compra digitalizada. O que há 10 ou 15 anos atrás era por panfleto, rádio ou TV. Mesmo quem não compra online, tem parte de sua jornada digitalizada de alguma forma. Ele é impactado pela digitalização e pela tecnologia. Comprar pela internet é um capítulo da digitalização, não é único.

SH: Qual é o cenário que você vê para o varejo pós-pandemia?

ET: É um cenário de incerteza e transformação que definem ele. Vivemos em um mundo em constante transformação, de velocidade, de incerteza, e de muita tecnologia. O que não podemos achar que a pandemia foi um episódio único, isolado, e que terminou por aqui. E que a tecnologia estabilizou e vai andar devagar, isto não é verdade. Teremos outros capítulos, como é o caso do 5G e outras questões que vão continuar acelerando a transformação. O cenário é de incerteza, mas no sentido de que não sabemos muito ver o que está por vir. O Metaverso é um dos exemplos que vem de aplicação de tudo isso. O que eu tenho dito muito é diante de incertezas e transformação, ou nós apavoramos ou nos apaixonamos por isso. Mas é melhor se “apaixonar”, porque fica mais fácil.

SH: Como você vê o 5G no cenário do varejo?

ET: O 5G é muito importante no varejo. Diferente do que muitos acham, ele não é o 4G mais rápido, ele é uma mudança estrutural da maneira com que o acesso à Internet se dará. Em alguns países, como China, já começamos a ver isso, porque o 5G trará ultra conexão, não só nossa com as lojas, empresas, mas ele conectará as coisas. Teremos as lojas conectadas, os produtos conectados. Nós já temos um varejo muito orientado para dados, e a quantidade de dados, com produtos, lojas, tudo conectado, tudo ficará mais forte. Porque o 5G além de ser mais rápido, ele resolve a questão da latência, que é o delay, esse tempo de transmissão que impede, por exemplo, que um drone seja pilotado porque a pessoa que opera pode errar e deixar cair uma mercadoria, que um carro autônomo seja pilotado. Com o 5G esta latência vai praticamente a zero. Com ele, passaremos a ter uma série de aplicações possíveis como entregar autônomas, transportes autônomos, a questão da saúde, do entretenimento, terá mais abrangência, pois o 5G terão frequências de acesso muito maiores. Resumindo: teremos uma internet muito mais ampla, mais barata, que gastará menos energia, com muito menos latência. Isso é infraestrutura. Com isso, virão as aplicações, com empresas desenvolvendo softwares, tecnologia, que usarão esta internet 5G para poder funcionar. O Metaverso é um exemplo disso, drones, a Internet das Coisas. E vem um varejo novo, nascendo a partir do 5G, que este ano se tornará realidade.

SH: Você tem algum exemplo desta realidade. O que vem sendo feito nos países que já tem o 5G?

ET: Você começa a ter, por exemplo, em um supermercado tradicional onde você tem consumidores, teoricamente, com sinal monitorado, você terá todas as gôndolas, todos os itens, todos os produtos, toda a infraestrutura da loja com uma espécie de chip, conectado com a Internet das Coisas, e tudo isto monitorado, você transforma isso em uma inteligência, e saberá quem pegou determinado produto, a quantidade, quem fez determinada coisa, e você passa a ter uma loja mais inteligente. Outro exemplo, é a realidade virtual, possibilitando ao cliente navegar dentro de uma loja em e-commerce, como se estivesse dentro dela. O e-commerce ficará com muito mais experiência.  O uso dos óculos de realidade virtual associado ao 5G, possibilitará que você seja transportado a uma realidade quase real, você conseguirá vai sentir como se estivesse dentro desta loja mesmo. O 5G irá potencializar o e-commerce, dados, irá potencializar muita coisa.

SH: Qual o conselho que você dá para o empresário se preparar com estas novas transformações.

ET: Primeiro, não achar que o avanço da tecnologia parou na pandemia, tem gente que está achando isso, que a pandemia foi um acelerador e que agora as coisas irão parar. Isso não é verdade. Segundo conselho, não se apavorar, tentar entender, se apaixonar pela tecnologia, e ver como uma oportunidade. O terceiro conselho, é tentar colocar os pés no chão, buscar parcerias, ideias, iniciativas que resolvam dores reais do seu negócio com todas as tecnologias que aí estão.

Varejo, transformação digital e pandemia, de Eduardo Terra

Serviço:

  • Varejo, transformação digital e pandemia – Um panorama das mudanças do setor mais dinâmico da economia e do que o futuro nos trará
  • Autor: Eduardo Terra
  • Editora Literare Books
  • Número de páginas: 172
  • Preço: R$ 44,90
  • À venda nas principais livrarias físicas e digitais.
17 de outubro de 2022 0 Comentários
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