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EconomiaNegócios

Grandes indústrias precisam se posicionar em relação à política de preços e a gestão de custo

De Administrador SH 8 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Empresários devem agir rápido para não ficar fora do mercado e perder mais espaço para a concorrência

“Foi preciso desligar o piloto automático dois anos atrás e ligar a direção manual […]. Você tem que ficar o mais ágil possível porque não sabe o que pode acontecer. É o desconhecido que me mantém mais preocupado, em estar pronto para reagir”, disse Mark Schneider, CEO da Nestlé, ao ser questionado por um analista, dias atrás, o que o afligia antes de dormir, num ambiente de inflação disseminada. “Hoje não é uma discussão simples tratar de preços, em alguns casos é uma discussão dura”, dizia a investidores o CEO da Danone, Antoine de Saint-Affrique, um dia antes da fala de Schneider. “E há uma combinação certa e sofisticada [na definição de reajustes], para que não fiquemos fora do mercado”.

O que se viu nos últimos dias, por horas a fio, em teleconferências de resultados das maiores indústrias de consumo do mundo foi um esforço em tentar mostrar reação ao difícil quadro atual. Os CEOs precisaram se posicionar, em parte, porque analistas colocaram a política de preços e a gestão de custo no centro da discussão.

A crise da pandemia e a guerra no Leste Europeu expuseram a necessidade de as empresas enfrentarem algo que as gestões atuais não haviam encarado até então: uma escalada inflacionária em mercados consumidores muito diferentes, em termos de estruturas de custos, de hábitos, de tolerância a reajustes, e num quadro de estagflação já beirando o risco de recessão. “A inflação não foi um fator complicador em todas as crises recentes. Mas ela é hoje, com tensões convergindo entre o segundo semestre de 2022 e de 2023”, escreveu num artigo na semana passada, Austin Kimson, vice-presidente da consultoria Bain & Company.

Em comum à maioria dos grupos, cujos balanços de abril a junho e do semestre foram publicados em julho, há aumentos de preço nos últimos meses de até dois dígitos (20%), no mundo e na América Latina, para compensar a alta em custos da cadeia de produção – o volume de vendas caiu.

O Brasil foi afetado pelas políticas de reajustes e é citado nas teleconferências pelos executivos de quatro das oito companhias que publicaram resultados. Estão nesse grupo Unilever, P&G, Kimberly-Clark, Nestlé, Danone, Coca-Cola, Whirlpool e Electrolux.

No mundo, cinco das oito companhias subiram preços e venderam quantidades menores de abril a junho, o que tende a reduzir alavancagem operacional e eficiência – apenas Coca-Cola, Nestlé e Danone reajustaram sem perder volume. Em junho, o ministro da Economia, Paulo Guedes, chegou a pedir que comércio e indústria dessem “um freio na alta de preços” e sugeriu atualizar as tabelas só em 2023. Na época, em conversas reservadas, executivos da indústria e do varejo descartaram a hipótese – é preciso recompor venda líquida e margem de lucro.

Analistas, ao comentar a dose dos reajustes, observam que as empresas estão dentro de um cálculo de perda “aceitável” de volume. E reconhecem que a inflação avançou mais do que previam. Ações comerciais têm sido revisitadas em espaço mais curto de tempo, inclusive com mudanças de rotas. Há um visível esforço por parte das indústrias de se agarrarem ao “valor” de suas marcas para sustentar suas estratégias.

Para Marcos Gouvêa, diretor-geral da consultoria Gouvêa Ecosystem, “empresas brasileiras navegam bem por esse cenário, porque é um ambiente que conhecem, mas não é regra”. Observa que “os CEOs, pelo mundo, estão tendo que avaliar mais, testar mais, rever rápido o que não funciona, num ambiente em que consumidor de várias partes do mundo está muito ressabiado e buscando o essencial pelo menor valor possível. E com muito mais opções de marcas”.

A expectativa é que os custos continuem pressionados e os repasses se estendendo pelo restante do ano, de forma disseminada no mundo. O Brasil que chega a representar metade das vendas dos grandes grupos, não deve ficar fora desse cenário.

Na Unilever, por exemplo, o CEO Alan Jope disse a investidores, no fim de julho, que a companhia repassou, até agora, 70% dos aumentos de custos sentidos na América Latina após a pandemia.

Houve aumento de 21,7% nos preços nos países latinos e o volume caiu 4%, com vendas crescendo 17%. Foi o maior reajuste para um trimestre desde 2017 na região. De janeiro a março, os preços já haviam subido 16,4% e o volume encolheu 5,7%. Jope diz que a perda em volume está “muito em linha com as expectativas” e ainda conta que foi preciso fazer esses reajustes na região “para proteger a capacidade de investir nas marcas” – o que também pode ser interpretado como forma de evitar baque maior em rentabilidade, que caiu no trimestre na América Latina.

A decisão de reajustar preços, em um cenário com risco de recessão, também foi citada pelo comando da Coca-Cola a analistas no fim de julho. James Quincey, seu CEO, diz que no mundo a empresa vem tentando não perder o “timing” dos repasses. No Brasil, dados do IPCA/IBGE mostram que refrigerantes e águas subiram quase 11% em 12 meses, até junho. Só em abril, subiram 2%.

“Nós temos hedge [proteção] para as commodities, mas temos visto inflação bem mais ampla no restante. E assim que eles repassam, nós passamos. E já repassamos um bocado. E continuaremos passando em cada país, porque eles são muito diferentes entre si”, disse o CEO da Coca.

É um ajuste fino, cujo risco maior é errar a mão e acabar perdendo mercado. “A maior dificuldade hoje é decidir quando e quanto aumentar preço porque há risco de repassar muito rápido e perder ‘share’ ”, disse Richard Pelz, sócio da Bain na Alemanha, numa apresentação na semana passada sobre os desafios da indústria.

Nos países latinos, de abril a junho houve alta de 12% nos preços do portfólio da Coca-Cola e no valor do “mix” vendido (com efeito da hiperinflação da Argentina), e o volume cresceu 9%. De janeiro a março, já haviam repassado 19%.

Quincey disse que nos países latinos decidiu “alavancar campanhas de marketing atraentes”, depois da companhia ter perdido participação de mercado no início do ano. Após as ações, “as perdas melhoraram”.

Na busca por soluções de efeito rápido, a estratégia de investir mais em marketing vem sendo repetida por outras companhias, como a P&G, dona de marcas como Ariel e Pantene. Sua direção falou recentemente a analistas sobre ventos contrários “significativos” ao longo do ano, mas também citou a “superioridade irresistível” de seus produtos para mostrar “valor” aos compradores. A P&G aumentou preços no mundo em 8% de abril a junho e perdeu 1% em volume de vendas.

“Explorar a marca é uma forma de driblar a desconfiança, criar uma conexão com o consumidor. Mas é difícil saber se isso será bem-vindo num mercado tão pragmático e com marcas próprias mais maduras”, diz Gouvêa. “Uma das questões agora é como proteger o valor da marca e mostrar realmente diferenciação para as marcas de menor preço”, afirma Pelz.

Sobre isso, Schneider, da Nestlé, fez uma ressalva em sua conversa com analistas. Disse que “as cadeias de suprimentos de marca própria também estão sentindo o aperto e alguns deles ainda estão enfrentando problemas para se recuperar”. Para Schneider, tudo “está se movendo muito rapidamente” em relação a preços, hábitos, seguido dos problemas de inflação e da crise da cadeia de suprimentos – ou seja, muitas variáveis juntas ao mesmo tempo. “Geralmente os sistemas de uma grande empresa não estão prontos para isso”.

“Quero dizer, estávamos preparados como todo mundo para uma evolução mais suave”, ressaltando que outros reajustes devem ser feitos no segundo semestre.

Dentro dessa necessidade de saber a hora certa de se movimentar, a Kimberly-Clark, dona das marcas Neve e Intimus, fez ajustes na rota. A investidores, dias atrás, o comando disse que busca trabalhar a questão de forma “ponderada”, mas conta que houve “alguns atrasos dos concorrentes [no repasse] de preço nos países em desenvolvimento e nos emergentes, e com isso a participação de mercado enfraqueceu um pouco”. Isso foi feito com a intenção de priorizar a recuperação de margens de lucro.

“Reconhecemos que avançamos mais rápido do que alguns concorrentes […] E nossas diferenças de preços para eles estão aumentando um pouco”, disse o CEO Mike Hsu. “Estamos mantendo muita atenção a isso agora”. Nos países emergentes e em desenvolvimento, os preços subiram 12% de abril a junho (acima dos 9% geral), enquanto os volumes caíram 6%.

Saint-Affrique, da Danone, disse a analistas que em países como Rússia e Brasil há uma “enorme” elasticidade de volume e preços. Nesses casos, aumentos podem levar uma marca a perder vendas facilmente. “Lugares como EUA ou França há limitada a nenhuma elasticidade […]. Para ser honesto, é um pouco desconhecido o espectro dessa reação”, disse o CEO. A Danone diz que se “prepara para o pior”, olhando a força da marca, do portfólio e a sensibilidade dos clientes. “Isso é para ter certeza de que temos um portfólio pronto caso as coisas fiquem mais difíceis”.

Procuradas pelo Valor para falar dos resultados no Brasil, Danone, Nestlé, P&G, Unilever e Coca, não se pronunciaram. A Kimberly-Clark diz que não comenta dados segmentados e que os resultados do segundo trimestre refletem “os esforços de suas equipes em um ambiente desafiador e dinâmico”.

Fonte: Adriana Mattos, Valor

8 de agosto de 2022 0 Comentários
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Negócios

Grupo reforça sua posição como especialista em cuidados pessoais

De Administrador SH 8 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Nova conduta conecta as 12 marcas e ajuda cada pessoa a se cuidar melhor

Com mais de quatro décadas de atuação, a Flora tem se afirmado como uma indústria nacional de bens de consumo relevante nos segmentos de higiene pessoal, cosméticos e limpeza. A empresa, que possui um portfólio com mais de 300 produtos e vendas multicanal em todo o país, atingiu faturamento de R$ 1,7 bi no ano passado.

Com penetração em mais 80% do varejo com sua principal marca comercial, Francis, a brandhouse trabalha para ampliar a presença de suas demais marcas e se posicionar como uma especialista em cuidados, dedicada a entregar soluções que atendam à pluralidade dos consumidores brasileiros.

Diante dessa estratégia, a Flora trabalhou em parceria com a FutureBrand São Paulo para afinar seu posicionamento empresarial, definindo um novo propósito e criando uma assinatura para sua marca institucional. “O diagnóstico confirmou que os públicos que mais se relacionam com a Flora enxergam nossa expertise em cuidados e o desafio é levar essa percepção para quem confia em nossos produtos, mas pouco sabe sobre a empresa”, destaca Priscila Boccia, Gerente de Comunicação Corporativa da Flora. 

Dados da Harvard Business Review apontam que 60% das pessoas consideram importante que as marcas se demonstrem autênticas em relação aos seus valores em tudo o que fazem. De acordo com Filippo Vidal, diretor da FutureBrand São Paulo que liderou o projeto, para definir o novo território da marca foi necessário aprofundar o entendimento sobre a organização e sua atuação. “Com seus produtos, a Flora atende variadas necessidades de higiene e proteção, por isso tem a oportunidade de cumprir com força o papel de expert em cuidados para as famílias brasileiras, com perfis tão diversos”, pondera Vidal.



A fim de explicitar o novo propósito, a marca recebeu uma tagline: “Cuidar é tudo”. Além da assinatura, novas diretrizes visuais estão sendo implementadas para ampliar a percepção de acolhimento e proximidade. “Esse conceito se conecta com a amplitude de ofertas de nossas dozes marcas, uma vez que oferecemos soluções em homecare e personal care que ajudam cada pessoa a se cuidar melhor”, enfatiza Priscila Boccia. Segundo pesquisa da Opinion Box realizada com exclusividade para a Flora, para nove em cada dez brasileiros, cuidar do ambiente em que mora significa também cuidar das pessoas com quem compartilha a vida, além de ser uma forma de autocuidado. 

EVOLUÇÃO EM CONJUNTO

A movimentação da Flora acompanha as doze marcas pertencentes à companhia: Francis, Minuano, Neutrox, Kolene, OX, Phytoderm, Albany, Karina, Assim, Brisa, Mat Inset e No Inset. 

Nos últimos anos, as marcas comerciais também estiveram se atualizando, investindo em se modernizar e em estratégias de marketing e comunicação. Em 2021, por exemplo, a marca Neutrox iniciou a campanha “Neutrox: na cabeça de todo mundo”, com Ivete Sangalo e Rebeca Andrade, que são embaixadoras da marca até hoje.

Já Minuano, que completou 35 anos no ano passado, se fortaleceu nos últimos dois anos ao ampliar sua linha de produtos com novas categorias e se estabeleceu como a 4ª marca mais vendida no segmento de produtos de limpeza, de acordo com dados da Euromonitor. Além disso, a marca vem apostando em uma estratégia com um time de 50 influenciadores digitais, o #TimeMinuano, composto por pessoas reais que falam sobre a rotina de cuidados com a casa e a família. O grupo mostra o portfólio da marca com dicas de uso dos produtos, incentivando a experimentação e gerando awareness. 

Outro exemplo é a marca Francis, principal frente de Personal Care da Flora, que tem feito um investimento significativo para ampliar seu portfólio e sua presença no mercado através de novas categorias, como desodorante e sabonete líquido. Essas fazem parte da estratégia de transformar a marca de sabonetes em uma masterbrand de cosméticos na categoria de produtos para pele. A marca também passa a apostar em produtos com fórmulas veganas e um dos grandes destaques dessa nova fase é o lançamento da linha de sabonetes veganos, Francis Clássico, que já está à venda nos principais supermercados e perfumarias do país.

Para atender às necessidades dos consumidores e lançar tantas inovações, a Flora conta com um Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P&D) em São Bernardo do Campo (SP) e uma das maiores plataformas industriais nacionais do setor, com fábricas em Luziânia (GO) e Itajaí (SC), além de quatro Centros de Distribuição, localizados em Luziânia (GO), Itajaí (SC), Itapeva (MG) e São Paulo (SP). 

Sobre a Flora

A Flora atua há 40 anos no mercado brasileiro no segmento de Cosméticos, Higiene pessoal e Limpeza doméstica com marcas relevantes e muito queridas pelos consumidores, como Minuano, Francis, Neutrox, Albany e OX Cosméticos. Possui unidades industriais em Goiás e Santa Catarina e centros de distribuição em Goiás, Santa Catarina, Minas Gerais e São Paulo. Seus produtos estão nas gôndolas de todo o país e têm em comum a essência do cuidado, seja pessoal, da casa ou da família.

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LojasNegócios

Supermercados do Rio de Janeiro são pet friendly

De Administrador SH 8 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

É a primeira Capital do país a permitir cães e gatos com coleiras no interior das lojas

Após diversos restaurantes, bares, hotéis e outros estabelecimentos cariocas abrirem as portas aos animais domésticos, agora os pets também serão bem-vindos nos supermercados da cidade. O Rio é a primeira capital do país a permitir a entrada e circulação de cães e gatos nos mercados.

Os estabelecimentos que desejarem aderir à medida deverão solicitar o selo Super Pet, uma iniciativa da Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ).

“A cultura pet friendly está cada vez mais disseminada na cidade, portanto, nada mais natural do que os supermercados também abrirem suas portas para os animais domésticos. Muitas pessoas deixam seus animais presos na entrada dos mercados enquanto fazem suas compras, correndo o risco de serem roubados ou sofrer um acidente”, explica o presidente da ASSERJ Fábio Queiróz.


De acordo com o decreto publicado nesta sexta no Diário Oficial do município, os supermercados que aderirem à prática deverão seguir certos critérios e parâmetros. Primeiro, as lojas deverão informar ao consumidor, por meio de um aviso, que o estabelecimento é pet-friendly.


Na entrada dos mercados, o tutor também deverá apresentar o certificado de vacinação e o comprovante de vermifugação do animal, para manter os ambientes compartilhados sob vigilância e higienização. Os cães não poderão entrar sem coleira ou focinheira (dependendo do porte), e os gatos deverão ser transportados somente em caixas adequadas.


Além de permitir o acesso, os estabelecimentos também poderão instalar áreas de recreação para os animais, com supervisão dos colaboradores, disponibilizar carrinhos específicos para transporte dos pets e oferecer água potável em uma área específica. O tutor não poderá oferecer comida ou água de outro local dentro do mercado.

O novo decreto foi celebrado com uma ação na unidade do Carrefour da Barra da Tijuca, que teve a presença de representantes da prefeitura, da ASSERJ e do supermercado. No evento, animais receberam vacinação antirrábica e ainda receberam senhas para agendamento de castração, inclusão de microchip para rastreamento dos animais, além de distribuição de brindes e feira de adoção pet.

Fonte: Veja

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EconomiaNegócios

Cobrança generalizada do frete pode acelerar negócios nas redes de supermercado

De Administrador SH 8 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Comércio eletrônico teme impacto do combustível agora no Dia dos Pais

As vendas das datas comemorativas têm animado o ecommerce desde o início do ano, mas o setor ainda tem pontos de atenção e trata o preço dos combustíveis com cautela, segundo a Abcomm (associação de comércio eletrônico).

A entidade projeta um crescimento de 2,9% em vendas online nos 14 dias que antecedem o Dia dos Pais em relação ao mesmo período em 2021, mas ressalva que o leve aumento pode ser afetado pelo valor nos postos.

Assim, os grupos de supermercados podem aproveitar a brecha de mais clientes nas lojas buscando presentes ou iguarias para a data festiva.

No primeiro semestre, a associação registrou alta de 3% nas compras, abaixo dos 5% previstos. O cenário, de acordo com a Abcomm, se deve ao aumento nos combustíveis, que impactou o preço dos produtos, além da menor oferta de frete grátis.

A entidade tem recomendado às empresas que invistam em estratégias de logística e inovação e bons preços de frete para manter a competitividade.

Fonte: Painel, FSP

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Lançamentos

Parmesão Speciale Scala ganha nova versão fracionada

De Administrador SH 8 de agosto de 2022
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Queijo produzido há mais de meio século pela empresa tem maturação de 18 meses e nasceu a partir da reserva especial de seus fundador

Um dos principais itens do portfólio do Laticínio Scala, o parmesão Speciale ganhou nova versão fracionada de aproximadamente 400g, ideal para consumo doméstico, sugere a empresa, e armazenada em uma lata exclusiva. Produzido pela empresa há mais de meio século, o parmesão com maturação de 18 meses, informa a empresa, nasceu a partir da reserva especial de seus fundador, o sr. Nino, que oferecia o produto para degustação em ocasiões especiais.

“O parmesão Scala ocupa um lugar de destaque no mercado, por sua alta qualidade e respeito aos tempos de maturação. Usamos no seu preparo o leite originário das principais bacias leiteiras do país – a do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba – e sua maturação é realizada em câmaras aclimatadas, com a assistência ininterrupta de queijeiros atentos e dedicados”, explica o gerente de Marketing e Vendas da Scala, Antônio Barbosa.

A embalagem vem recheada de storytelling e sugestões de harmonizações do produto com vinhos, cervejas e outros alimentos.

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Lançamentos

Limppano tem a melhor esponja do Brasil, afirma associação de consumidores da América Latina

De Administrador SH 8 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Avaliação envolveu pelo menos oito concorrentes e selo foi dado pelo desempenho na limpeza, entre outros atributos

Uma das entidades de defesa do consumidor mais atuantes do país, a Proteste reconheceu a qualidade e alta performance da esponja multiúso da Limppano, indústria nacional com 60 anos de atuação no mercado e uma referência nos segmentos de limpeza seca, químicos e perfumação para a casa. O Selo Proteste – conferido pela maior associação de consumidores da América Latina – garante que a Limppano tem a melhor esponja da categoria, uma linha bastante representativa no segmento de limpeza doméstica.

O selo atesta a superioridade do produto em relação à concorrência, avaliada durante testes às cegas com consumidores, que analisaram oito marcas. Foram qualificados fatores como retenção de líquido, desempenho durante a limpeza, dimensão, análise microbiológica e presença de bactericidas – um dos principais atributos da esponja multiuso da Limppano. O processo de observação constatou que o produto da marca foi mais eficiente de maneira geral, tornando o processo de limpeza fácil e rápido.

“O selo é uma conquista importante para a Limppano. É resultado de muitas pesquisas e aplicações de melhorias e inovação que trazemos para os nossos produtos ano após ano. Usamos a tecnologia a favor da praticidade para chegar a fórmulas e soluções que facilitem a vida do nosso cliente. Nossa esponja oferece alta performance, o que significa na prática economia de água e detergente para todas os consumidores que utilizam o produto”, explica Alex Buchheim, CEO da Limppano.

A Limppano também adotou o selo “Eu Reciclo” nas embalagens das suas esponjas, ciente de sua responsabilidade socioambiental, o que garante compensação ambiental e destinação ambientalmente correta com apoio de cooperativas de reciclagem. 

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Lançamentos

Perdigão apresenta linha de pratos congelados nosso menu

De Administrador SH 8 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Marca lança três novos sabores que servem até duas pessoas e são inspirados em comida caseira, completando o portfólio na categoria

Perdigão, marca presente na mesa dos brasileiros há mais de oitenta anos, traz a linha de pratos prontos Nosso Menu, expansão da linha de pratos congelados Meu Menu e que chega para completar o portfólio da marca com refeições saborosas e ideais para serem divididas com a família e os amigos, sugere a empresa. São três novos sabores: arroz de forno de calabresa com molho de queijo, polenta com ragu de calabresa e arroz de forno de frango com creme de milho. As novidades reúnem receitas caseiras e tradicionais com uma textura cremosa e sabor marcante. Cada prato serve até duas pessoas e possuem como diferencial o tamanho ideal para servir até duas porções, sendo possível comer junto de quem amamos ou repetir mais um pouquinho com um ótimo custo-benefício.

Para unir praticidade e auxiliar o cotidiano atarefado dos consumidores que muitas vezes não possuem tempo para cozinhar, a BRF, detentora da marca Perdigão, quer investir cada vez mais na tendência e categoria de pratos prontos, que são uma refeição cada vez mais procurada pelo público.

“Através de pesquisas com o consumidor, entendemos que existe uma busca por variedade e praticidade nas refeições do dia a dia, seja pela pouca disponibilidade de tempo para cozinhar ou pela facilidade, o importante é trazer de forma acessível um produto de qualidade e com muito sabor. Esse insight  nos fez buscar mais soluções para diversificar a linha e conseguimos apresentá-las em tamanhos maiores trazendo uma ótima opção mais econômica e também incentivando o principal valor da marca de Perdigão que é o ‘Comer Junto’, comenta Rafael Gonçalez, gerente-executivo da marca.

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Lançamentos

Andorinha lança primeiro azeite recomendado para crianças a partir de 6 meses de idade

De Administrador SH 8 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

“Descobrindo o Azeite” é extravirgem orgânico, possui sabor suave e foi pensado para complementar as necessidades nutricionais que acompanham a primeira infância

Inspirada em um dos momentos mais gostosos e desafiadores da infância – a introdução alimentar –, Andorinha, marca pertencente ao grupo Sovena, lança com pioneirismo no mercado brasileiro o Azeite Andorinha Extra Virgem Orgânico Descobrindo o Azeite – um azeite pensado para aqueles que estão se aventurando em suas primeiras refeições, como crianças a partir de 6 meses de vida ou pessoas que estão introduzindo o produto em sua alimentação.

 “Acreditamos em comida de verdade e no poder que a boa alimentação pode exercer em nossas vidas, desde cedo. A alimentação é um dos mais importantes pilares de uma vida saudável e o mercado já reflete essa tendência. Esse lançamento representa o desejo de Andorinha de contribuir para transformar o futuro da alimentação”, explica a diretora de Marketing e Trade Marketing do Grupo Sovena, Loara Costa.

Feito com azeitonas cuidadosamente cultivadas de forma orgânica, a novidade, segundo a empresa, conta com um sabor suave, adequado para o paladar infantil, e acidez máxima de 0,3%. O Descobrindo o Azeite é fonte de vitamina E, importante por sua ação antioxidante e anti-inflamatória e fonte de ácidos graxos e gorduras essenciais para o desenvolvimento cognitivo das crianças, além de ajudar na absorção das principais vitaminas, informa a empresa.

“Após os 6 meses de vida inicia-se o processo de introdução alimentar e é quando ocorre a formação de hábitos alimentares que serão levados por toda a vida. Nesse período é importante oferecer diversos alimentos de grupos alimentares diferentes, com cores e texturas variadas. Oferecer preparações saborosas e verificar a aceitação do seu bebê a cada novo alimento introduzido. O azeite ajuda na consistência e sabor das preparações, além de contribuir com uma quantidade adequada de gorduras mono e poli-insaturadas e vitaminas importantes nesse momento da vida.”, comenta a nutricionista da Equilibrium – consultoria em nutrição –, Samantha Macedo.

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InternacionalNegócios

Para o Walmart, o futuro está em minilojas

De Administrador SH 7 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Maior varejista mundial vai na contramão de sua própria história e testa pequenos PDVs em parceria com startup

*Por Renato Müller

O Walmart cresceu e se tornou o maior varejista físico do mundo com base em uma proposta muito simples: grandes lojas, do tamanho de três campos de futebol, com um enorme sortimento de produtos e a promessa de preço baixo todos os dias. Nos últimos tempos, porém, a empresa percebeu que seu formato big box não é capaz de dar conta da demanda dos consumidores por praticidade, conveniência e compras rápidas.

Por isso, a varejista tem investido em novas frentes de negócios. A medida mais nova nesse sentido é uma parceria com a startup Getaway (uma espécie de “Airbnb do camping”): o Walmart está abrindo minúsculas lojas físicas, de no máximo 20 metros quadrados, em locais com fluxo de turistas focados em atividades outdoor. A primeira unidade da General Store by Walmart será aberta neste mês em Wimberley, uma cidade entre Austin e San Antonio, no Texas. Outras 4 lojas serão inauguradas até o fim do ano, todas contendo itens como material para escalada, fogareiros, protetores solares e cobertores.

A ideia é que esse conceito de ultraconveniência ajude os visitantes dos chalés da Gateway a evitar um deslocamento mais longo até uma cidade para comprar produtos não essenciais de que possam ter esquecido. As General Stores também contarão com produtos de fornecedores locais, aumentando as iniciativas da varejista em apoio a pequenas empresas, e será possível adquirir itens online para entrega no local.

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Negócios

Ampla movimentação de grupos varejistas com atacarejos no RS 

De Administrador SH 7 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Só neste semestre, a Comercial Zaffari vai inaugurar 3 lojas. Outras redes cruzam divisas e também se instalam na região com esse formato

O segundo maior grupo de supermercados do Rio Grande do Sul vai abrir mais três lojas de seu atacarejo até o fim de 2022. Em nota, a Comercial Zaffari, com sede em Passo Fundo, informou que terá novas unidades em Tramandaí, Cachoeira do Sul e Marau, pertinho de Passo Fundo.

“A previsão é de que as três (lojas) sejam inauguradas no último trimestre do ano, em um período de 30 dias”, avisa a rede, que teve faturamento de quase R$ 2,5 bilhões em 2021, segundo o ranking da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), ficando atrás apenas do grupo Zaffari, com R$ 6,3 bilhões de receita bruta.

O ritmo forte de expansão da bandeira de Passo Fundo é um dos motivos do crescimento que fez a Comercial Zaffari ultrapassar o grupo Unidasul, que ocupava o segundo lugar e agora é o terceiro do setor.

Com as três novas e duas abertas no primeiro semestre, a Comercial acrescentará cinco unidades na família de atacarejos, que alcançará 24 integrantes este ano. O grupo completo, que tem supermercados, chegará a 34 lojas.

O líder Zaffari de Porto Alegre, anunciou no primeiro semestre a criação de sua bandeira de atacarejo, o Cestto, que terá a primeira loja operando até dezembro em Gravataí, na Região Metropolitana (RMPA). 

A notícia sobre a filial de Tramandaí, no Litoral Norte, já havia sido divulgada pela prefeitura. A previsão é outubro. A coluna noticiou a construção da unidade de Cacheira do Sul. Os três futuros atacarejos estão com vagas de trabalho abertas.

“As lojas seguem a missão de contribuir para a redução do custo de vida dos clientes, levando produtos de qualidade a preço justo.

A Comercial Zaffari tem 31 lojas, dez são supermercados que seguem o nome da rede e 21 são Stok Center. Hoje são 4 mil funcionários na varejista.

O mundo dos atacarejos vai aumentar mais

O mundo dos atacarejos, segmento que mais cresce no setor e num movimento que já se consolidou em outras regiões do País, tem, na cena estadual, ainda o Desco, do Imec (Lajeado), que abriu filial em Porto Alegre, em abril, e agenda outra operação para estrear este ano em Alvorada. 

De fora, entram com fome de espaço o Via Atacadista, da rede catarinense Passarela, e o Fort, também do estado vizinho, com projeto para ter loja em Porto Alegre e com licença de obras para erguer unidade em Canoas, recebida na semana passada. Outras marcas locais vão entrar no ramo, como a rede Super Kan, do Extremo Sul de Porto Alegre, que está erguendo o Center Kan, que terá atacarejo.

Onde já tem e onde vai ter loja do Stok Center?

São 21 lojas da bandeira de atacarejo, sendo 20 no Rio Grande do Sul e uma em santa Catarina. As futuras unidades do Stok Center a serem erguidas e já anunciadas.

Futuras lojas e inauguração prevista:

Cachoeira do Sul (RS), último trimestre de 2022

Marau (RS), último trimestre de 2022

Tramandaí (RS), em outubro de 2022

Venâncio Aires (RS), no começo de 2024

Rio Grande do Sul

Passo Fundo (3)

Caxias do Sul (2)

Canoas (1)

Capão da Canoa (1)

Cruz Alta (1)

Gravataí (1)

Guaíba (1)

Ijuí (1)

Lagoa Vermelha (1)

Porto Alegre (1)

Pelotas (1)

Rio Grande (1)

Santa Cruz do Sul (1)

Santa Maria (1)

Santa Rosa (1)

Santo Ângelo (1)

Vacaria (1)

Santa Catarina

Lages (1)

Fonte: Patrícia Comunello, Jornal do Comércio

7 de agosto de 2022 0 Comentários
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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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