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quarta-feira, maio 27, 2026
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InternacionalNegócios

Inflação nos EUA bate novo recorde desde 1979 e alimentos sobem 12%

De Administrador SH 12 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Na média, inflação em 12 meses ficou em 8,6% em maio, superando previsões e antevendo elevação dos juros

A inflação americana teve resultado acima do esperado em maio e bateu novo recorde, com o índice de preços do país avançando 8,6% em 12 meses, maior patamar em 40 anos. Os gêneros alimentícios tiveram aumento de 11,9%, o maior desde 1979. Na gasolina, a alta foi de 49%.

A mediana das expectativas de analistas ouvidos pela Bloomberg era de um avanço de 8,3%. O núcleo do índice, que exclui os preços de alimentos e energia, mais voláteis, ficou em 6% em 12 meses, também acima das projeções, de 5,9%.

Os efeitos da Guerra na Ucrânia, das sanções à Rússia e dos lockdowns na China por causa da Covid fizeram os preços subirem com força em vários itens. A tarifa de eletricidade ficou 12% mais cara, maior alta desde 2006. O valor do aluguel subiu 5,2%, maior patamar desde 1987.

Nem o lazer escapou. As passagens aéreas avançaram 12,6% em 12 meses, maior patamar desde 1980. A hospedagem em hotéis ficou 22,2% mais cara, refletindo a reabertura da economia e o aumento da demanda por viagens e entretenimento.

O resultado aumentou o temor de uma alta acelerada de juros nos EUA nos próximos meses, o que teria efeitos na economia global, além de representar uma enorme pressão política para o presidente Joe Biden. A estimativa do mercado é de que na próxima reunião do Federal Reserve, marcada para dia 15, a taxa básica do país tenha um avanço de 0,75 ponto percentual.

Uma subida mais intensa dos juros pode levar o país à recessão, e muitos analistas já veem esse risco como inevitável em 2023.

“O banco central americano tem agora um bom motivo para surpreender os mercados com uma alta mais agressiva que o esperado em junho”, afirmaram em nota economistas do Barclays, que alteraram suas projeções para um aumento de 0,75 ponto no dia 15.

O Fed ainda foi alvo de críticas do ex-secretário do Tesouro Lawrence Summers.

– Está claro que a teoria de pico da inflação está errada – disse Summers ao programa “Wall Street Week”, da TV Bloomberg. – As projeções do Fed de março, afirmando que a inflação recuaria ao patamar de 2% até o fim do ano, já eram delirantes na ocasião, e parecem ainda mais ridículas hoje.

Fonte: Bloomberg

12 de junho de 2022 0 Comentários
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Tecnologia

Código 2D agrega valor aos seus negócios

De Administrador SH 12 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Avanço dos códigos de barras bidimensionais ganha força em todo mundo e mostra o retorno no caixa

A relação dos consumidores com os produtos está em processo de evolução no dia a dia. Cada vez mais exigentes e preocupados com a procedência do que levam para casa, eles têm na leitura do código bidimensional (2D) um aliado para obter todas as informações dos itens no varejo, incluindo alimentos frescos como frutas, legumes e verduras.

Uma das pesquisas realizadas pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil com os consumidores no País constatou que 46% deles consideram informações sobre procedência e origem dos alimentos muito importantes para decidir pela compra.


A migração gradual do código de barras linear para o bidimensional já é parte do resultado do programa Global Migration to 2D, lançado pela GS1 no fim de 2020 e que foi bem recebido em mais de 20 países, incluindo China, EUA, Austrália e Brasil. Por aqui, a Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil e outras entidades ligadas ao grande varejo lançaram campanhas para incentivar o uso do código bidimensional, que é acessado por um simples toque na tela dos smartphones ou leitores dos pontos de venda.


2D: benefícios para consumidores, empresas e órgãos reguladores
Avanço na China


Um novo projeto da GS1 China e da Administração da Província de Zhejiang para Regulação do Mercado (Zhejiang AMR) implementará gradualmente o código de barra bidimensional (2D) para identificar milhões de produtos locais. Com população de 65 milhões de habitantes Zhejiang tem mais de 7.000 empresas que produzem alimentos e participarão deste projeto, além de 200 lojas da maior cadeia de varejo da província vão atualizar os sistemas de automação para fazer checkouts com códigos de barras 2D.


A previsão é de que até o final de 2023 todos os produtos de 80% das empresas de alimentos de Zhejiang tenham códigos de barras 2D impressos nas embalagens. São inúmeros benefícios para consumidores, empresas e órgãos reguladores como, por exemplo, informações de procedência da matéria-prima, ingredientes, data de validade, garantia de qualidade, acesso ao SAC e outros dos produtores. Do ponto de vista das empresas envolvidas, facilita a inspeção eficiente dos fabricantes, a supervisão dos resultados de amostragem e os certificados de qualificação e desinfecção.


“Por quase cinco décadas, transformamos processos complexos em tarefas fáceis para o benefício de indústrias, consumidores e pacientes. Agora, com os códigos de barras 2D, estamos prontos para o próximo capítulo, construindo pontes cada vez mais fáceis de atravessar entre marcas, parceiros da cadeia de abastecimento e consumidores”, afirma Miguel Lopera, presidente e CEO da GS1.

Brasil


A Associação Brasileira de Autoamação-GS1 Brasil é a gestora dos códigos de barras dos produtos no País e está ligada à entidade global, presente em mais de 150 países, que torna o QR Code e o código de barras linear um padrão único para toda a cadeia de abastecimento. Com o novo padrão GS1 QR Code, todos os processos logísticos e de gestão da distribuição e do varejo se tornam mais precisos, ágeis e baratos para as empresas.


No mercado interno, a associação incentiva o uso dos códigos bidimensionais GS1 DataMatrix, que ganhou projeção no setor da saúde, e o 2D. Além disso, mantém parcerias com entidades que entenderam a oportunidade de desenvolvimento dos seus setores no processo de transição do código de barras linear para o 2D.

São elas a Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados-ABAD, Associação Brasileira de Supermercados–ABRAS, Associação Brasileira de Tecnologia para o Comércio e Serviços-AFRAC, Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção-ANAMACO, Produce Marketing Association-PMA, Associação Brasileira de Embalagem-ABRE, Associação Brasileira das Indústrias e Setor de Sorvetes-ABIS, Associação Brasileira de Marcas Próprias e Terceirização-ABMAPRO.


A Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, é uma organização multissetorial sem fins lucrativos que representa nacionalmente a GS1 Global. A entidade conta com cerca de 58 mil associados que representam 31% do PIB nacional e 18% dos empregos formais. Em todo o mundo, a GS1 é responsável pelo padrão global de identificação de produtos e serviços (Código de Barras e EPC/RFID) e comunicação (EDI e GDSN) na cadeia de suprimentos. Além de estabelecer padrões de identificação de produtos e comunicação, a associação oferece serviços e soluções para as áreas de varejo, saúde, transporte e logística.


Fonte: Inforchannell

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Negócios

Linn da Quebrada vai trabalhar com diversidade e inclusão na Ambev

De Administrador SH 12 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Cantora e atriz, que participou do BBB 22, ajudará em projetos externos e internos

Linn da Quebrada foi anunciada como nova consultora de diversidade e inclusão da Ambev. Segundo a empresa, ela atuará em projetos internos e externos voltados a pessoas LGBTQIA+, especialmente trans e travestis.

A atriz, cantora e compositora travesti terá entre as atividades encontros com os cerca de 130 colaboradores trans da companhia —em um universo de quase 30 mil colaboradores— para identificar os principais problemas, as experiências e as conquistas desses profissionais.

Lina, como também ficou conhecida nacionalmente ao participar do Big Brother Brasil 22, também vai discutir práticas de representatividade com outros parceiros e profissionais da Ambev.

“Essa é uma dádiva, mas também uma grande responsabilidade de pensar ações que de fato permitam que estejamos vivas e atuantes em nosso momento presente. Isso muda não o futuro, mas o aqui e agora, o presente”, afirma Linn da Quebrada ao Inteligência de Mercado.

De acordo com a empresa, a proposta é que ela tenha total abertura para a construção de caminhos e iniciativas que levem a uma atuação mais inclusiva para a comunidade trans e travesti na sociedade.

“Estou muito feliz, muito honrada e quero conseguir ocupar esse cargo dentro da empresa da melhor maneira possível e poder mostrar não apenas nossas cicatrizes mas o quanto somos excelentes enquanto profissionais. E que o mínimo que é preciso é que haja uma oportunidade para que a gente possa mostrar muito mais e possa ser muito mais”, diz a artista.

No BBB, ela, que tem tatuado “ELA” na testa, teve de explicar algumas vezes por que não deveria ser tratada com o pronome masculino, como ocorreu algumas vezes dentro do programa da Globo.

“Eu fiz essa tatuagem por causa da minha mãe. No começo da minha transição, a minha mãe ainda errava e me tratava no pronome masculino. Eu falei: ‘Vou tatuar na minha testa’. Por isso ficou na dúvida, lê e aí vocês lembram que eu quero ser tratada com pronome feminino”, disse Linn da Quebrada na casa a pedido do apresentador Tadeu Schmidt.

A artista será ainda uma das embaixadoras do Lager, grupo de afinidade que discute e implementa ações voltadas para o público LGBTQIAP+ na empresa.

“Acreditamos no poder da união e do diálogo para transformar a vida e a realidade de pessoas trans ou LGBTQIAP+ e é motivo de muito orgulho contarmos com uma mulher negra e trans com tanta representatividade como a Lina atuando como conselheira em nossa área de D&I”, destaca a Ambev em nota sobre a importância de Lina.

A empresa ainda ressalta o papel fundamental de pessoas cis no processo de mudança. “Só vamos conseguir construir um futuro em que todas as pessoas tenham mais razões para brindar se a mudança começar em cada um de nós.”

Desde 2016, a Ambev tem apresentado algumas ações em relação a diversidade. Uma delas é um suporte a retificação civil dos nomes de todos os colaboradores trans/travestis que desejarem, projeto intitulado “Me chame pelo meu nome (e pronome também!)”.

Fonte: Amon Borges, FSP

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ABRASEventos

Bolsonaro propõe eliminação dos impostos estaduais e redução na margem de lucro nos produtos da cesta básica durante Fórum da Cadeia Nacional de Abastecimento

De Administrador SH 10 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Direto dos Estados Unidos, presidente Jair Bolsonaro pede colaboração dos governadores e empresários; ministro Paulo Guedes afirma que Brasil está começando a ‘decolar e está na hora dos governadores ajudarem o Brasil’ 

 A ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados) realizou na quinta-feira (9) a segunda edição do Fórum da Cadeia Nacional de Abastecimento com a participação de 14 associações de classes empresariais. O evento foi marcado pela participação do presidente Jair Bolsonaro, que interrompeu uma agenda nos Estados Unidos, para propor para a cadeia nacional de abastecimento que reduza ao máximo a margem de lucro nos produtos da cesta básica. “Apelo para toda a cadeia produtiva e de distribuição para que cada um obtenha o menor lucro possível nos produtos da cesta básica, para que a gente possa dar satisfação a parte mais humilde da população. E nós temos fé em Deus que essa crise vai ter um final”, disse Bolsonaro. 

A abertura do Fórum, realizada pelo presidente da ABRAS João Galassi contou com a participação dos ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Cidadania, Ronaldo Bento, além de representantes dos ministérios da Agricultura e da Justiça e Segurança Pública. Durante o discurso, Galassi lançou um desafio para as lideranças. “Nova tabela só em 2023”. A ideia é que preços da indústria para o varejo e do varejo para o consumidor não sofram alteração até o próximo ano. Paulo Guedes reforçou o pedido. 

O Fórum foi composto por cinco painéis principais que trataram dos desafios e propostas de soluções eleitas como prioritárias na primeira edição do evento, em junho de 2021. Durante o primeiro painel foi discutida a Redução de Custos por meio da Reforma Tributária. Luiz Hauly, ex-deputado federal e criador da PEC 110 foi um dos mais entusiasmados defensores do texto que atualmente tramita no Congresso. “O Brasil precisa simplificar o sistema nos moldes da PEC 110, nenhum setor vai ser prejudicado”, afirmou. “A sociedade será respeitada e ela será desonerada em R$ 1 trilhão por ano. Vai combater a inflação e já de cara metade da sonegação vai ser eliminada’, concluiu.  

O presidente da ABIA, João Dornellas, participou do segundo painel que abordou a “Redução do desperdício por meio da adoção do Best Before’. O potencial de redução de desperdícios de alimentos pode ser da ordem de 10% com a adoção do novo prazo de validade dos produtos Best Before (bom consumir até), Para Dornellas, a hora é de conscientizar a população e implementar o conceito, já utilizado em muitos países da Europa, nos Estados Unidos e Canadá. O vice-presidente Institucional da ABRAS, Marcio Milan, concordou e reforçou que cada loja de supermercado do país deveria ser um ponto de conscientização para a população a respeito do tema. Em contraponto, o secretário Nacional do Consumidor, Rodrigo Henrique Roca Pires, discorda da adoção do conceito e entende que o setor varejista será o mais prejudicado. “Foram 931 milhões desperdiçados em 2021, 61% pelas famílias, 23% nos restaurantes de hotéis e 13% no comércio varejista, do ponto de vista estatístico isso beira a uma tolice”, disparou.  

Milan abriu o terceiro painel, ‘Consumo Consciente por meio da Economia Circular’, com uma abordagem sobre o Plano Nacional de Resíduos Sólidos e as ações que a ABRAS tem trabalhado para destinação correta do resíduo. O vice-presidente falou da iniciativa dos supermercados do Rio Grande do Sul que incentiva a reciclagem com a campanha #reciclamosjuntos informando o consumidor com comunicação nas faixas de gôndola. “Motivada pelo Ministério Público do Mato Grosso do Sul, a ABRAS também trabalha nas escolas através do Projeto Pedagógico de Ação Ambiental, que leva aos alunos informações importantes sobre meio ambiente, biomas, problemas sócios-ambientais, lixo, água e sobre as mudanças climáticas”, disse Milan. 

O Head de Sustentabilidade da Coca-Cola Rodrigo Brito ressaltou as novas tecnologias, o movimento dos catadores, as marcas concorrentes com histórico de colaboração em vários temas e modelos efetivos para avançar e mostrar que a economia circular se dá regionalmente. ‘É diferente cada contexto e a forma como podemos ser um parceiro do poder público e da sociedade, pensar em conjunto o desenvolvimento de cada região”, afirmou.  Claudia Teixeira do IPT (Instituto de Pesquisa Tecnológica) reforçou que a economia circular precisa ser repensada. “Precisamos saber como fazer novos produtos, utilizando novas energias. Hoje a gente fala da possibilidade de ter cadeias cada vez mais colaborativas, ter rastreabilidade para eles voltarem para a cadeia produtiva e aumentar a vida útil dos bens”, afirmou. 

O penúltimo painel trouxe um plano de ação para o quarto desafio da Cadeia Nacional de Abastecimento, o “Combate à fome por meio da conexão do Mapa do Desperdício ao Mapa da Fome”. Participaram da mesa o CEO da Ação Cidadania Rodrigo ‘Kiko’ Afonso, a gerente de Comunicação da ABAG, Gislaine Balbinot, a coordenadora de Equipamentos Públicos de Segurança Alimentar e Nutricional no Ministério da Cidadania, Teresa A. Arruda Barroso, a diretora técnica da ABPA Sula Alves, o diretor-executivo da ABAG Eduardo Dar, o presidente da ABPA Ricardo Santin, o presidente da Ceagesp Ricardo Mello Araújo, o presidente do Conselho Ação Cidadania Daniel Carvalho de Souza e o chefe de Parcerias e Desenvolvimento de Negócios do Programa Mundial de Alimentos Igor Carneiro e Marcio Milan. Durante o debate, ações de políticas públicas para ação alimentar e mapeamento dos pontos de desperdício e da demanda da população vulnerável foram as mais citadas pelos participantes, assim como a necessidade de ampliar a doação das empresas.  “Nós ajudamos a segurar o preço dos mercados locais em mais de 150 países no mundo. Não pode haver fronteiras para os alimentos, devemos com segurança e competitividade poder vender para quem precisa”, finalizou Ricardo Santin, presidente da ABPA – Associação Brasileira de Proteína Animal.  

A pauta ESG encerrou o segundo Fórum da Cadeia Nacional de Abastecimento com propostas da criação de uma Newsletter e um prêmio para destacar as empresas e pessoas mais comprometidas com a pauta. O vice-presidente de Vendas e Marketing da ABRAS Celso Furtado apresentou o projeto para a Newsletter e incentivou os participantes a encaminharem artigos, matérias e casos para publicação no veículo. 

O Fórum é o único do país com participação de uma Coalizão Multisetorial com 14 das principais entidades de classe – representantes dos principais setores que representam a cadeia nacional de abastecimento desde os insumos agropecuários até ao varejo supermercadista – e adesão dos poderes legislativo, executivo, agências reguladoras e organismos internacionais. “Nossa intenção, além de fortalecer a Cadeia Nacional de Abastecimento, é encaminhar soluções de alto impacto econômico, social, ambiental e de governança (ESG)”, afirma João Galassi, presidente da ABRAS. 

Os participantes do Fórum deverão produzir ainda um relatório com as principais conclusões e um documento de representação do evento na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas 2022 (COP-22) a ser realizada no Egito em novembro deste ano. 

Resumo do primeiro painel 

Plano de ação: Redução de custos por meio da reforma tributária.  

Principais medidas 

  • Pactuar as premissas da reforma; 
  • Implantar a PEC 110; 
  • Reduzir a carga fiscal; 
  • Simplificar tributação; 
  • Reequilibrar a carga reduzindo o da produção e elevando a do Capital; 
  • Envolver toda cadeia de produção; 
  • Desonerar a folha; 
  • Transparência; 
  • Melhoria do ambiente de negócios. 

Resumo do segundo painel 

Plano de ação: Redução do desperdício por meio do ‘best before’ 

  • Principais medidas 
  • Preparar o “roadmap” regulatório; 
  • Estudos técnicos; 
  • Unificação dos rótulos; 
  • Campanha institucional; 
  • Campanha educacional; 
  • Conscientizar institucional e tecnicamente o Ministério da Segurança e o PROCON; 
  • Estudo técnico das categorias e produtos; 
  • Revisão do Código de Defesa do Consumidor; 
  • Entendimento entre SENACON, ANVISA, Economia, Agricultura e Cidadania; 

Resumo do terceiro painel 

  • Plano de ação Consumo consciente por meio da Economia Circular 
  • Principais medidas 
  • Inovação nas embalagens (100% recicladas / PET Retornável / Refil); 
  • Design da logística reversas; 
  • Ampliação e descentralização da rede de coleta; 
  • Educação ambiental e de engajamento do consumidor; 
  • Campanha institucional de comunicação e conscientização; 
  • Gestão da ociosidade (frotas de veículos);   
  • Pilotos combinados (indústria e varejo); 
  • Modelo das embalagens dos defensivos agrícolas e latas de alumínio e de proteína animal como modelos de sucesso;  
  • Produção e preservação do meio ambiente (Potência Agro Ambiental); 
  • Conscientização da população urbana (consumidores) conheçam as práticas AGRO; 
  • Acesso ao pequeno produtor a cadeia nacional de abastecimento com acesso ao varejo; 
  • Créditos de reciclagem incluídas como políticas estruturantes; 
  • Mensurar a produção da atividade de reciclagem; 
  • Novos produtos (matérias, energia, embalagens); 
  • Cadeias colaborativas 
  • Rastreabilidade (obsolescência programada); 
  • Não geração de resíduos; 
  • Valoração do resíduo (retornável e reutilizável);    
  • Valorização dos catadores.    

Resumo do quarto painel 

  • Políticas públicas sociais estruturantes de distribuição de renda; 
  • Políticas públicas para segurança alimentar, nutricional e climáticas; 
  • Mapeamento dos pontos de desperdício (oferta) e da população vulnerável por alimentos (demanda); 
  • Georreferenciamento dos atores da Cadeia Nacional de Abastecimento com potencial de venda ou doação de excedentes com os interessados em receber e comprar cargas de alimentos de pequeno, médio e grande porte; 
  • Oferecer ambiente de segurança jurídica e de incentivo fiscal (Isenção de ICMS) aos atores responsáveis pela conexão e destinação do desperdício a favor do combate à fome; 
  • Ampliação das doações das empresas; 
  • Divulgação das iniciativas e credibilidade e confiança dos sistemas; 
  • O papel dos estoques reguladores; 
  • Mapeamento das capacidades; 
  • Transporte, logística fracionada e entrepostos de cargas para viabilizar a distribuição das doações humanitárias, vendas comerciais, vendas solidárias; 
  • Responsabilidade compartilhada.   

Resumo do quinto painel 

  • News Letter ESG da Cadeia Nacional de Abastecimento ABRAS KPMG (lançada hoje no fórum); 
  • Criação do prêmio das melhores práticas ESG do Fórum da Cadeia Nacional de Abastecimento ARAS KPMG;  
  • Engajar e formar os líderes em ESG para conhecer, priorizar e incluir o tema na estratégia da empresa; 
  • Aproveitar a capilaridade do varejo supermercadista e contato direto com os consumidores para conscientização e disseminação das iniciativas do agronegócio; 
  • Comunicação: sair do storytelling para o storydoing; 
  • Meritocracia (remuneração variável) atreladas a metas ESG;  
  • Diretriz e alinhamento com a agenda 2030 ONU (17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável); 
  • Diagnóstico de maturidade das empresas em ESG; 
  • Declarar os propósitos das empresas e seu compromisso com a sociedade; 
  • Comunicar para fora da bolha; 
  • Geração de emprego e renda. 

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ABRASEventosNegócios

Coalizão multissetorial da cadeia de abastecimento se reúne para analisar avanços em torno da agenda ESG

De Administrador SH 10 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

ABRAS realiza 2º Fórum da Cadeia Nacional de Abastecimento com a presença do Presidente Jair Bolsonaro, ministro Paulo Guedes, lideranças do varejo e de outros setores da sociedade

A Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) realizou nesta quinta-feira (9) a 2ª edição do Fórum da Cadeia Nacional de Abastecimento ESG (sigla para governança ambiental, social e corporativa). Em junho de 2021, a entidade varejista inovou, como de costume, apresentando a primeira versão do evento que contou com a participação de 14 entidades setoriais, representantes dos principais elos que integram a cadeia de abastecimento no Brasil, e que elegeram propostas para cinco grandes desafios que foram trabalhadas ao longo de um ano.

Coube a João Galassi, presidente da ABRAS, abrir os trabalhos do dia sendo o portador das boas notícias geradas pelo fórum e apresentar os novos desafios. Galassi iniciou sua fala dimensionando a grandeza do evento. “A Cadeia Nacional de Abastecimento representa um grandioso ecossistema dedicado a abastecer a nossa população continental, representada pelos 214 milhões de pessoas que vivem em nosso país.”

Galassi também relembrou que cinco metas foram eleitas como prioritárias pela coalizão multissetorial formada pelas entidades. Foram elas: 1) redução de custos por meio da reforma tributária; 2) redução de desperdício através da adoção do “Best Before”; 3) consumo consciente por meio da economia circular; 4) combate à fome conectando o mapa de desperdício com o mapa da fome e 5) conhecimento sobre o ESG atrelado à disseminação de informação, treinamento e capacitação. “Todas as nossas metas têm profunda conexão com a agenda 2030, que estabelece os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU”, complementou o presidente da entidade.

O trabalho desenvolvido por cada um dos cinco grupos foi apresentado em sessões específicas, que contou com a participação de experientes painelistas de todos os setores, o que proporcionou uma discussão multilateral e colaborativa. No meio da tarde, durante a sessão sobre consumo consciente, o presidente Jair Bolsonaro – direto dos Estados Unidos, onde está presente para se encontrar com o presidente norte-americano Joe Biden – participou do evento. Ele comentou sobre a pandemia da covid-19, países da América do Sul, os combustíveis, reformas, os preços dos alimentos, etc.

Sobre esse último item ele declarou: “Hoje em dia, está como vilão da cesta básica o preço do óleo de soja. Temos outros produtos também que subiram bastante: ovos, leite, açúcar, café. Em momentos difíceis como esse, entendo que é preciso todos nós colaborarmos. Então, o apelo que eu faço aos senhores, a toda cadeia produtiva, é para que os produtos da cesta básica obtenham o menor lucro possível para gente dar uma satisfação a uma parte considerável da população, especial os mais humildes. Eu sei que a margem de lucro vem cada vez diminuído mais e vocês já vem colaborando.  Mas, peço para colaborarem um pouco mais com a margem de lucro com os produtos da cesta básica”, apelou o presidente.

Simultaneamente, Paulo Guedes, Ministro da Economia, também participou do Fórum de modo remoto. “Neste momento, nós temos, de um lado, os impostos que nós estamos baixando e na ponta tem vocês que estão em contato com a população brasileira sofrendo a pressão e a reclamação do consumidor. Mas, nós estamos juntos nisso e encerro reforçando o pedido do presidente. Agora, é hora de dar um freio nessa alta de preços, é para o bem do Brasil. E o Brasil será o primeiro a sair da crise”, complementou Guedes em sua fala.

Para conhecer todos os protagonistas e debatedores do evento, ficar sabendo em detalhes sobre as metas apresentadas e as conclusões do 2º Fórum Nacional da Cadeia de Abastecimento ESG, não perca a matéria completa na próxima edição da Revista SuperHiper. A íntegra do evento também está disponível no canal da ABRAS no Youtube.

Este evento contou com os seguintes patrocinadores: DMCard, Ambev, Coca-Cola Brasil, Ypê. Apoio da varejista Carrefour. Apoio especial de KPMG, WFP, Pacto Global.

10 de junho de 2022 0 Comentários
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Negócios

M. Dias Branco fecha negócio com líder de produtos saudáveis

De Administrador SH 9 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Transação da empresa que faturou R$ 180 mi no ano passado com 140 produtos de alto valor agregado, precisa do aval do CADE

Depois de colocar o pé no mercado de alimentação saudável com a compra da Fit Food no ano passado, a M. Dias Branco resolveu entrar de corpo inteiro. A companhia cearense acaba de comprar a Jasmine, marca que lidera categorias como granola, pão sem glúten e cookies integrais no país, segundo dados da Nielsen.

Fundada na década de 90 como negócio familiar no Paraná, a Jasmine passou a ser controlada, em 2014, pela multinacional Nutrition et Santé (empresa de alimentos do grupo japonês Otsuka). A marca deve fechar o ano com receita acima de R$ 200 milhões. O valor da transação não foi revelado pelas companhias, mas o periódico apurou que foi da ordem de R$ 350 milhões.

“Estamos adquirindo uma empresa que já tem liderança em três categorias, conectada com o consumidor do futuro. É uma empresa que pratica ‘saudabilidade’ desde sua fundação e é referência no segmento”, disse Gustavo Theodozio, VP de investimentos da M. Dias Branco. “Essa aquisição está muito conectada com nosso plano estratégico.”

Quase todo o portfólio da Jasmine é vegano, com exceção de 5% da linha, que leva mel na composição. Isso permite que a marca seja comercializada com selos importantes do segmento, como o Orgânico Brasil e Vegan. É uma das poucas fabricantes no país que pode efetivamente usar a palavra “orgânico” na embalagem, já que mais de 90% da composição de seus produtos tem essa origem.

Quando fundou a Jasmine, o casal Rosa e Cristophe Allain foi motivado pela dificuldade de encontrar produtos integrais em supermercados para consumo da família. Começaram a adquirir produtos de base, como arroz integral e açúcar mascavo, em maior escala e logo se tornou um pequeno negócio. De embalagens fracionadas a amigos, vizinhos e pequenas mercearias, a Jasmine foi a primeira marca nacional a colocar granola e cookie integral nas prateleiras de supermercados.

O M&A fortalece a presença da M. Dias Branco em seu principal alvo de crescimento, que são as regiões Sul e Sudeste. É dessa área que vem 50% das vendas da Jasmine, onde a compradora detém apenas 20% de market share. No Norte e Nordeste, o grupo tem em média 60% do mercado nas categorias principais, chegando a 90% em alguns estados.

Outra vantagem da aquisição, ressalta o VP, é a melhor margem bruta média. Na Jasmine é de 45%, contra 34% da compradora.

A distribuição da Jasmine, que hoje é terceirizada e chega a 26 mil pontos de venda, deve mais que dobrar – as farinhas, biscoitos e macarrão da M Dias Branco, dona de marcas como Adria, Puro Sabor, Piraquê, Isabela e Fortaleza, chegam a 101 mil pontos, por meio de logística interna.

Para isso, claro, o volume de produção também vai ter que aumentar. Theodozio conta que isso já estava no radar da marca. Com uma série de investimentos feitos ao longo dos anos pela controladora francesa em parque fabril, a Jasmine opera atualmente com capacidade ociosa de 70%.

A M Dias Branco incorpora mais de 140 itens ao portfólio, muitos deles inéditos em suas fábricas – e justamente aqueles em que a Jasmine lidera. É uma aquisição com mais que o dobro de tamanho da Latinex, a dona da Fit Food e da Smart absorvida no ano passado. O faturamento anual da Latinex é de R$ 60 milhões.

Latinex e Jasmine passam a se complementar em uma nova unidade de negócios, de healthy foods. Para administrar a vertical, a M Dias Branco vai manter os executivos de C-level da Jasmine após a conclusão do M&A (na compra da Latinex, levou os sócios para a equipe).

O segmento de alimentos saudáveis tem uma taxa média de crescimento anual estimada em 5,3% até 2025, no mundo todo, segundo dados das consultorias Statista e Mintel. Acima da indústria alimentícia em geral, portanto, projetada a 3,6%, e do mercado de indulgência/supérfluos, com 4,5%. Em mercados emergentes, consultorias projetam diferenças de taxas ainda maiores em ‘healthy food’.

A transação entre M. Dias Branco e a Nutrition et Santé foi assessorada pela Estáter e Pinheiro Neto, do lado do comprador, e pela Seneca Evercore, do lado do vendedor. O negócio agora depende de aprovação regulatória.

Fonte: Manuela Tecchio, Pipeline

9 de junho de 2022 0 Comentários
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Negócios

Mercado premium de laticínios se fortalece com líder de kefir

De Administrador SH 9 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Meta da Vitalatte & Yorgus é produzir o probiótico em escala com sustentabilidade

O momento representa a maturidade do negócio, que vem conquistando espaço com pioneirismo e qualidade no mercado e, agora, passa a atuar como grupo. Além de ampliar a oferta de produtos com a nova marca, a empresa se consolida como referência em clean label – rótulo limpo, ingredientes frescos, naturais e sem conservantes.

A Keiff Kefir foi fundada em 2017 por Rafael Abad, é líder na produção de kefir no Brasil e pioneira em democratizar o acesso à bebida. Entre os produtos da Keiff estão quatro sabores da bebida fermentada, produzida com 15 tipos de probióticos.

A bebida milenar é considerada o probiótico mais rico e efetivo do mundo, fortalece o sistema imunológico e oferece uma série de benefícios como melhor digestão e eliminação de toxinas. A empresa cresce 40% ao ano e atualmente produz uma média de 100 mil unidades por mês.

A Yorgus foi fundada em 2014, é pioneira no mercado brasileiro de iogurte proteico e uma das líderes do segmento premium. Se diferencia pelo seu conceito de um iogurte dessorado 100% natural, em que o soro é retirado para criar um produto mais cremoso, consistente e com mais proteína.

Nos últimos 8 anos, vem liderando as inovações da categoria com produtos como: primeiro iogurte proteico do Brasil (Yorgus Grego), primeiro iogurte dessorado líquido (Yorgus Ultra), primeiro iogurte com mixes saudáveis e indulgentes (Yorgus Duo) e primeiro iogurte para crianças, em pouch, sem adição de corantes ou conservantes (Yorgus Kyds), seguindo o pilar clean label.  Além disso, foi o primeiro e-commerce D2C do segmento e é uma das marcas preferidas de nutricionistas em todo o país.

“Quando lançamos Yorgus, a última grande inovação da categoria tinha sido nos anos 90. Com o iogurte proteico iniciamos uma transformação no setor e oferecemos uma nova perspectiva para o segmento que estava dormente e focado apenas nos produtos para consumo em massa.

O clean label é uma mega tendência secular que está disruptando o setor de alimentos mundialmente. Nossa missão é melhorar a alimentação dos brasileiros e mostrar que é possível ter produtos de qualidade, com rótulos limpos e em escala.” explica Enrico Leta, co-fundador da Vitalatte & Yorgus.

Já a Vitalatte tem 14 anos de história e nasceu com a missão de produzir os melhores queijos frescos italianos aqui no Brasil. A marca, referência no setor, produz mozzarella, burrata, ricota, caccio cavalo e uma grande variedades de queijos para o varejo e food service. É atualmente uma das maiores fabricantes de queijo de búfala e a maior fabricante de burrata do país. Em 2019 inaugurou o primeiro Mozzarella LAB do Brasil.

No LAB, a  mozzarella e a burrata são produzidas ao vivo, na frente do consumidor em supermercados parceiros. “Hoje temos 5 LABS no RJ e SP com 3 parceiros supermercadistas. É um projeto de grande sucesso que não apenas permite que os clientes conheçam de perto a qualidade dos nossos produtos, mas que também vivenciem o processo artesanal de fabricação dos queijos”, comenta Patrick Urbano, co-fundador da Vitalatte & Yorgus.

O pioneirismo e a liderança das duas marcas ao longo dos anos levam o grupo para um objetivo único: liderar o mercado premium de lácteos. “Sempre buscamos ser uma empresa sustentável em todas as esferas de negócio. Crescemos com recursos próprios, passamos pelo momento mais crítico da pandemia sem alterar a nossa estrutura, nem mexer no quadro de colaboradores. Somos rentáveis desde o início da empresa e esse momento representa muito para nós, pois atingimos uma maturidade que nos permite fazer uma aquisição que reforça nossos valores, além de contar com sócios que compartilham da nossa visão de longo prazo de impactar positivamente a alimentação das comunidades em que atuamos”, acrescenta Enrico.

Assim como a Vitalatte & Yorgus, a Keiff também tem como premissa oferecer produtos naturais e saudáveis, por isso as marcas são líderes em alimentos clean label. “Conheci o kefir fora do Brasil e quando percebi que não tínhamos o produto por aqui, resolvi criar a Keiff e democratizar esse alimento com tantos benefícios. Cuidamos de todo o processo desde qualidade de ingredientes, produção, embalagem e sustentabilidade e recebemos a certificação como empresa B Corp, selo internacional que valida nosso compromisso em gerar uma economia solidária, social e ambiental. A Vitalatte & Yorgus é referência nesse mercado e estamos muito animados em criar esse grupo de alimentos clean label”, conta Rafael Abad, que segue na empresa como executivo e sócio do Grupo.

A aquisição possibilita o ganho de capacidade industrial, já que o Grupo pretende ampliar a distribuição para 10 mil pontos de venda, além de expandir internacionalmente para o Mercosul ainda em 2022.

Fonte: Milk Point

9 de junho de 2022 0 Comentários
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Negócios

Atacadão vai construir terceira loja no Polo Têxtil

De Administrador SH 9 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Líder no varejo nacional, rede caminha para as 300 unidades em todo o país

Americana será a terceira cidade da RPT (Região do Polo Têxtil) a receber uma loja da rede Atacadão, que pertence ao Grupo Carrefour Brasil. Os municípios de Santa Bárbara d’Oeste e Sumaré já contam com a unidade.

A unidade da rede atacadista vai funcionar próximo à entrada de Americana, em uma área onde estava instalada a concessionária Fiat, na Avenida Afonso Pansan, próximo ao acesso para a Rua São Gabriel.

Contatada pela reportagem, a assessoria do grupo Carrefour disse que informações como início das obras, investimento, geração de empregos, bem como data da inauguração serão anunciadas em breve por meio de um comunicado oficial.

A assessoria de imprensa da prefeitura confirmou a instalação do Atacadão e disse que já existe uma data agendada para apresentação do projeto e valores a serem investidos. Até o final do mês, serão divulgados os detalhes do novo empreendimento.

O Atacadão é o líder do setor, com 283 unidades espalhadas por todos os estados do Brasil. A rede oferece mais de 10 mil itens, entre alimentos em geral, doces e biscoitos, frios e laticínios, bebidas, bazar, higiene pessoal, limpeza, pet shop e automotivo.

Em Santa Bárbara, a unidade está localizada na Rua da Agricultura, no Loteamento Industrial. Inaugurada em outubro do ano passado, a loja do Atacadão, em Sumaré, funciona na Rodovia Virgínia Viel Campos Dall’Orto em uma área de cinco mil metros quadrados.

Fonte: Ana Carolina Leal , Liberal

9 de junho de 2022 0 Comentários
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Negócios

Mercadinho autônomo dispara em um ano

De Administrador SH 9 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Franquia baseada na honestidade está em uma parte dos estados brasileiros ao custo de R$ 35 mil

A pandemia impulsionou o crescimento de mercados de autoatendimento em ambientes residenciais. Não sair de casa para comprar itens básicos é fácil e rápido. Com a reabertura, o modelo tem se tornado cada vez mais comum em empresas. A Honest Market Brasil é uma franquia que viu seu faturamento crescer 400% de maio de 2021 até agora. A expectativa é faturar R$ 3,5 milhões com 200 franquiados em 2022.

Criada pelos sócios Murilo Specchio, Ana Paula Moraes e Gustavo Sartott, o empreendimento baseado na honestidade conta com mais de 50 franqueados em nove estados brasileiros.

Para comprar, o cliente escolhe o produto exposto sem restrição na estação que funciona 24 horas por dia. Sem atendente, o próprio cliente escaneia o código de barras no leitor do totem ou por aplicativo, e faz o pagamento. O índice de quebra estimado é de até 3%.

“No corporativo, nós já tivemos taxa de quebra de 0,75%. As estações estão em ambiente minimante controlados, isso ajuda muito para que esse índice seja baixo”, contou Ana Paula Moraes, uma das sócias da Honest Market Brasil.

O modelo de negócio tem inspiração estrangeira. O sócio Murilo Specchio teve contato pela primeira vez com o autoatendimento na Austrália em 2013. No primeiro momento, o empresário validou o método com a venda de refeições congeladas em ambientes corporativos. Em 2020, a Honest Market Brasil é criada em meio à pandemia de covid-19, o que aumentou a procura pelo negócio no contexto de isolamento social.

“O nosso objetivo é facilitar as compras pontuais, sem que as pessoas precisem se deslocar para outros endereços ou até mesmo, aguardar o delivery por um produto de consumo imediato”, explica Ana Paula Moraes.

A Honest Market Brasil oferece aos franqueados bebidas alcoólicas e não alcoólicas, refeições congeladas, mercearia, biscoitos, doces, salgadinhos, itens de home care e cuidados pessoais. Na lista de produtos estão marcas como Nestlé, Pepsico, Mondeléz, Ambev, Kibon.

Honest Market Brasil

Valor inicial: R$ 35 mil, sendo R$ 25 mil a taxa de franquia (inclui treinamentos e licença para operação da loja) e R$10 mil para capital de giro

Faturamento médio mensal bruto: R$ 15 mil

Tempo de retorno estimado: 12 meses

Fonte: Isabela Rovaroto, Exame

9 de junho de 2022 0 Comentários
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Internacional

Varejo de vestuário pode ser inspiração para supermercados melhorarem experiência no PDV

De Administrador SH 9 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Ranking da revista Newsweek com os melhores varejistas americanos traz apenas uma rede de supermercados no top 20

Qual é o melhor varejista dos Estados Unidos? Para o estudo America Best Retailers 2022 da revista americana Newsweek, com base em cinco critérios (produtos, atendimento ao cliente, atmosfera, acessibilidade e layout) e entrevistas com mais de 10 mil consumidores, o posto pertence à Salvatore Ferragamo, no setor de luxo. De 100 pontos possíveis, a empresa obteve 98,53.

Os segmentos de vestuário e artigos para a casa dominam a lista, com as 17 primeiras colocações – um sinal claro de que os supermercados, se quiserem subir no Ranking, precisam adotar as melhores práticas desses setores. Entre as 20 melhores empresas do varejo americano, há apenas uma do setor de supermercados: a rede regional Wegmans, 19ª colocada, com 92,25 pontos.

Para Nancy Cooper, editora da revista Newsweek, o estudo deixa claro que os consumidores continuam valorizando muito a experiência de comprar em lojas físicas – tocando produtos, experimentando o ambiente do ponto de venda, apreciando o relacionamento com o time de vendas. “Nos últimos anos, mesmo com o forte crescimento do varejo online, as boas lojas físicas se tornaram ainda mais fortes”, afirma.

No total, 195 varejistas fazem parte da lista. Entre as 10 redes de supermercados mais bem avaliadas estão, além da Wegmans, a Publix (91,67 pontos), Harps Food Stores, Sprouts, Whole Foods, Fresh Thyme Farmers Market, The Fresh Market, WinCo, Kroger e Earth Fare (85,21 pontos).

O ranking também indicou três supermercadistas de descontos: Trader Joe’s (89,06 pontos), 99 Cents Only e Aldi. No segmento de superstores e clubes de atacado, a listagem conta com a Costco (88,05), Target, Sam’s Club, BJ’s e Meijer.

9 de junho de 2022 0 Comentários
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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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