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quarta-feira, maio 27, 2026
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Negócios

Atacadão reforça caixa com recursos da matriz

De Administrador SH 26 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Dívida da companhia brasileira chega a R$ 4 bi e se aproxima do patamar do início de 2021

Um dia depois da aprovação da compra do BIG pelo Carrefour, o Atacadão, bandeira de atacarejo da rede francesa, anunciou que reforçou sua estrutura financeira com R$ 1,9 bilhão em uma linha de crédito com a controladora, por meio da subsidiária financeira Carrefour Finance. O custo da linha é de 14,25% ao ano — o equivalente a aproximadamente 110% do CDI, que hoje está em 12,75% — e o prazo é de 36 meses. O contrato ainda prevê uma taxa de 0,55% ao ano sobre o limite disponível e não utilizado, a ser pago no fim de cada trimestre.

O formato do empréstimo é o “revolving loan facility”, uma linha de capital de giro utilizada com frequência pela operação brasileira para recorrer a crédito da matriz, pelo menos desde 2016. Ao fim de março, o balanço aponta que, dentro dessa mesma linha com o Carrefour Finance, havia um saldo devedor de R$ 2,25 bilhões — recursos que foram contratados em janeiro, com uma taxa de 12% ao ano. Com a nova linha, o total sobe para mais de R$ 4 bilhões.

O montante se aproxima dos patamares registrados em 2021. O pico da dívida com a vertical financeira da matriz aconteceu no terceiro trimestre do ano passado, época em que a companhia tinha uma dívida de R$ 4,5 bilhões, a uma taxa 0,6% ao ano somada à variação cambial, com vencimento em janeiro de 2022.

Na época, o Carrefour afirmou que o aumento de alavancagem já era uma preparação da estrutura de capital para o pagamento da aquisição do BIG, uma vez que fosse aprovada pelo Cade. Agora, a coincidência entre o anúncio da linha de crédito e a aprovação da aquisição pelo órgão antitruste indica um novo reforço.

Em 2021, o Carrefour Brasil fechou o ano com alavancagem de 1,8 vezes o Ebitda, considerando uma dívida líquida média de R$ 5,9 bilhões. Dentro desse valor, a companhia já considerava duas linhas com valores disponíveis para financiamento de capital de giro e aquisição do Grupo BIG, de R$ 1,8 bilhão e 675 milhões de euros.

Para relembrar como esses valores conversam com a transação, no comunicado que anunciava a compra do BIG, o Carrefour anunciou o pagamento de R$ 7,5 bilhões pela totalidade do capital social da empresa (podendo ser desembolsado integralmente em cash quanto 70% do valor em dinheiro mais ações, ainda a ser definido com a conclusão do acordo). Antes da aprovação do órgão antitruste, o Carrefour fez o pagamento de um “sinal” R$ 900 milhões aos vendedores, que seria devolvido caso o Cade não aprovasse o acordo — o dinheiro veio de uma dívida feita nos mesmos moldes com a matriz, no primeiro trimestre de 2021.

Agora, Carrefour e BIG já podem concluir a operação. Entretanto, o deal ainda não foi finalizado por causa do cumprimento de algumas condições — não especificadas pelo Carrefour em fato relevante desta semana — previstas no contrato de compra e venda.

A ideia é que, assim que concluída a operação, o Grupo Carrefour tenha 67,7% de participação no Grupo Carrefour Brasil (ante 71,6% antes da conclusão da operação) e a Península Participações 7,2%, enquanto a Advent e o Walmart, por meio de entidades afiliadas, terão juntos 5,6% de participação.

Relembre o acordo

Na última quarta-feira, o Cade aprovou com restrições a aquisição do grupo BIG pelo maior varejista do país, em uma decisão unânime. Os pontos do órgão antitruste para que a transação seja concluída incluíram a venda de 14 lojas (11 hipermercados e 3 supermercados), o que representa 3,6% das lojas do BIG e 6% da receita do BIG em 2021. Em relatório, analistas do Itaú BBA viram os apontamentos de forma otimista, diante do potencial de ganho que os negócios combinados podem trazer. “Nós reiteramos que a transação vai desempenhar um papel essencial na consolidação do setor no Brasil e vai abrir novas avenidas de crescimento para a marca Sam’s Club no país”, afirma o documento.

Na época do anúncio da aquisição, há mais de um ano, o Carrefour Brasil indicou que o BIG pode representar uma contribuição adicional ao Ebitda de R$ 1,7 bilhão anualmente, três anos após a conclusão da operação. No fim do ano, a companhia revisou as estimativas para cima, com estimativas 15% maiores do que as iniciais, de sinergias de R$ 2 bilhões ao fim de 2025. O valor está relacionado à maior densidade de vendas (já que o BIG está em regiões onde o Carrefour tem atuação limitada, como o Nordeste e o Sul), além de aumento de margens ao transformar lojas BIG Bompreço e Maxxi em Carrefour e Atacadão.

Outro ponto defendido pela companhia de origem francesa no ato da compra foi a receita gerada a partir de serviços do Banco Carrefour nas novas lojas, além da aceleração do crescimento das ofertas digitais do Carrefour usando a base do Grupo BIG. Por fim, despesas indiretas e eficiência na cadeia de suprimentos também foram pontos defendidos para chegar ao valor apresentado.

Em 2021, o Grupo BIG registrou R$ 23,1 bilhões em receita, cifra estável em relação ao período pré-pandemia. A margem bruta teve ganho de 0,8 ponto percentual na comparação com 2019, para 25,4%. E o Ebitda da companhia aumentou significativamente ante o pré-pandemia, passando de R$ 378 milhões em 2019 para R$ 804 milhões em 2021.

São números que ajudam a completar o cenário mostrado pelo Carrefour no último ano. Em 2021, o Atacadão, com suas 252 lojas, foi responsável por R$ 3,9 bilhões dos R$ 5,7 bilhões registrados no Ebitda da companhia. A margem Ebitda da vertical foi de 7,3%, aproximadamente 2 pontos percentuais superior à do varejo.

As estimativas otimistas vão de encontro ao bom momento que o setor de atacarejo vive no Brasil, que condiz com a busca de consumidores por produtos mais baratos em meio ao cenário de inflação salgada. A rede Assaí, por exemplo, mais do que dobrou a receita nos últimos cinco anos e agora busca maneiras de atrair as classes A e B para as lojas. O foco é investimento para tornar as lojas cada vez mais “pop” e menos parecidas com galpões. Nesse plano, a companhia também comprou 71 hipermercados Extra do GPA para convertê-los em atacarejos, em um negócio de R$ 5,2 bilhões.

Nesta quinta-feira, as ações do Atacadão foram negociadas a R$ 19,74, mais perto da máxima do último ano (de R$ 24,18), do que da mínima (de R$ 13,73). A companhia vale, na bolsa, R$ 39,2 bilhões, R$ 1 bilhão a mais do que na época do anúncio da transação.

Fonte: Karina Souza, Exame

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LojasNegócios

Índice de ruptura bate média histórica

De Administrador SH 26 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Dados da Neogrid revelam que a Guerra da Ucrânia foi um dos motivos para o problema

Em abril, de cada cem produtos que o consumidor buscou nos supermercados, 11 não foram encontrados.

Este número já foi maior em janeiro deste ano (12). Mas, ainda assim, o dado de abril é superior ao da média histórica do setor (8).

O levantamento é da Neogrid, empresa de tecnologia que presta serviços para o varejo, em consulta a cerca de 20 mil supermercados espalhados pelo país.

A escalada da inflação é o principal motivo apontado pela Neogrid ao divulgar o índice de ruptura dos supermercados no mês passado, de 10,8%.

“A inflação mexe com a cadeia de abastecimento. As negociações entre a indústria e o varejo demoram mais, resultando em falta de produtos”, diz Robson Munhoz, diretor da empresa.

A guerra na Ucrânia, que causou a interrupção da produção de vários produtos, como o trigo, diz ele, também provocou a redução na oferta de vários produtos, com impacto nas gôndolas.

O aumento do volume de produtos em promoção e a cautela nas compras por parte dos lojistas são outros dois motivos que explicam a ruptura acima da média histórica.

Desde janeiro do ano passado, o maior índice de ruptura registrado pelo Neogrid foi em maio de 2020, de 12,5%.

Antes disso, o maior índice tinha sido identificado em maio de 2018, durante a greve dos caminhoneiros, quando cerca de 15 produtos, de cada cem, estavam em falta.

Qualquer que seja o número, diz Munhoz, vale dizer que o ideal para um supermercado é ter índice zero de ruptura, isto é, não ter falta de qualquer produto nas gôndolas.

“É péssimo para o varejista quando um cliente entra e não encontra o produto que precisa. Ele corre o risco de o consumidor trocar de vez a loja por outra mais próxima.”

HARMONIA E CONFIANÇA

A solução para situações como essa de inflação alta e falta de produto, na avaliação de Munhoz, é a melhora nas parcerias entre a indústria e o varejo.

“Não adianta partir para a guerra nas negociações. A lição que fica é a colaboração, a confiança, para que todos da cadeia ganhem.”

Não interessa nem para a indústria nem para o varejo, diz ele, a falta de produtos nas lojas.

Para Munhoz, o que pode mudar esta situação é o comércio passar para a indústria as informações sobre estoques.

Desta forma, a indústria ajuda o lojista na cadeia de abastecimento, de acordo com ele, avisando quando um produto está com estoque quase zerado na loja.

Este é um assunto sempre discutido entre indústria e varejo. Num momento como este de escalada da inflação fica ainda mais difícil falar em abrir as informações sobre estoques.

O argumento dos lojistas é que, se a indústria tem informações de que o estoque de um determinado produto está chegando ao fim, ela ganha mais poder na negociação.

“Este estereótipo de guerra precisa acabar de vez entre a indústria e o varejo”, afirma.

ESTOQUES   

Ainda de acordo com a Neogrid, em abril, o volume médio de estoques nos supermercados atingiu o menor patamar desde janeiro de 2020.

No mês passado, o volume médio de estoque nas lojas era aproximadamente 9% menor do que o de abril do ano passado e quase 16% menor do que o de abril de 2020.  

Para Munhoz, este dado reflete o duro cenário que mescla a dificuldade de importação de insumos da China, onde parte está em lockdown, e a disparada da inflação.

Cenário que provocou aumento nos preços de insumos, como o diesel, que é fundamental no transporte de mercadorias da indústria para o varejo, de acordo com ele.

Fonte: Dcomercio

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Negócios

Abertura de atacarejo marca progresso de rede

De Administrador SH 26 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Loja fica em uma Região Metropolitana com circulação diária de milhares de pessoas no entorno

Depois da primeira unidade em Contagem, o grupo Economart expandiu para cidades no interior de Minas Gerais e agora chega à capital mineira, com uma grande inauguração.

A unidade em Belo Horizonte, fica na rodovia Papa João Paulo II (Linha Verde), número 3.135, no bairro Serra Verde – ao lado da Cidade Administrativa, sede do governo de Minas Gerais. 

A nova loja conta com uma área 5.200 m² e gerou mais de 250 empregos diretos.  A localização privilegia o acesso de consumidores, tanto da capital, como de várias cidades da região, especialmente do vetor norte da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).

O Economart atua no formato de atacarejo e disponibiliza um sortimento de mais de 10 mil produtos, nas diversas seções como bazar, açougue, mercearia, bebidas em geral, higiene e beleza, frios e laticínios e hortifrutigranjeiros, para quem compra no varejo e no atacado.

Esta segunda opção é ideal para as compras de comércios como bares, pizzarias, padarias, mercearias e minimercados. “O propósito do Economart é levar preço justo ao consumidor final e contribuir com os negócios dos pequenos e médios comerciantes da região” informa Isabela Freitas, diretora de marketing do grupo.

Fonte: Amis

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Negócios

Anitta coloca a Fazenda Futuro nos seus negócios

De Administrador SH 26 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

De início, a sócia Anitta será a cara da foodtech de plant based no Brasil

De peruca verde e traje caipira-futurista, Anitta é a nova cara da Fazenda Futuro, startup que produz alternativas a carnes a partir de ingredientes vegetais e já vale R$ 2,2 bilhões.

Além de estrelar a nova campanha, a cantora se tornou sócia de Marcos Leta na empresa, investindo sua imagem para ampliar o alcance do hambúrguer vegetal.

Também conselheira e garota propaganda do Nubank, Anitta se junta a uma sociedade que inclui BTG Pactual, XP, Enfini Investments, Rage Capital, Monashees e Go4it Capital — sócios investidores que aportaram R$ 415 milhões no negócio nos últimos dois anos.

Anitta já flertou com o veganismo, mas hoje é “flexitariana”: vem reduzindo o consumo de carne como forma de dar uma contribuição para a causa ambiental. Este é o grande público que a Fazenda Futuro hoje alcança, não se restringindo aos veganos mais radicais. 

O namoro de Anitta com a Fazenda Futuro vem desde a origem do negócio, lançado em 2019, com a marca fornecendo produtos para os eventos promovidos pela cantora.

— No ano passado começamos a conversar sobre a possibilidade de fazer algo maior, com ela entrando de sócia e atuando em projetos específicos de inovação e marketing, ajudando a consolidar o consumo de alimentos plant based — diz Leta, fundador e CEO da Fazenda Futuro, que tem no currículo empreendedor a marca sucos Do Bem, vendida para a Ambev em 2016.

Em entrevista, Anitta diz que compartilha “dos mesmos propósitos” da Fazenda Futuro e que, como empresária, deve contribuir “sempre que necessário” para a gestão dos negócios. — Estou na Fazenda Futuro para somar — diz ela.

De início, Anitta vai ser a cara da marca no Brasil. Não está descartada sua participação em campanhas no exterior, em mercados em que ela tenha relevância como artista. 

A Fazenda Futuro foi responsável por introduzir a categoria de proteínas à base de plantas no país, fenômeno que ganhou força com o crescimento do veganismo, sobretudo entre os mais jovens, motivado pelo impacto ambiental da pecuária e pela pressão do movimento em defesa dos direitos dos animais.

A empresa iniciou sua expansão internacional com a marca Future Farm no ano passado e hoje está presente em 30 países, incluindo Europa e EUA. Com o consumo da categoria mais avançado lá fora, as vendas internacionais crescem mais rapidamente e já representam quase 65% do negócio. 

— Aqui no Brasil ainda temos um caminho de conscientização desse consumo. E como a Anitta tem uma ressonância muito maior do que a categoria, ela vem pra somar, engajar esse consumidor — diz Leta.

Distribuindo seus produtos para mais de 3 mil restaurantes e grandes redes de varejo, físico e virtual, a Fazenda Futuro vem dobrando seu faturamento a cada ano. Hoje são 190 unidades distintas de produtos, com alternativas para hambúrguer, carne moída, almôndega, linguiça, salsicha, frango e atum. Em breve, deve chegar ao mercado alternativas ao leite e seus derivados.

A empresa se capitalizou em outubro do ano passado com uma rodada de R$ 300 milhões — recursos que, segundo Leta, serão suficientes para suportar o crescimento do negócio e a expansão internacional “por alguns anos”, atravessando, portanto o período de vacas magras da indústria do venture capital.

Com a nova sociedade, Anitta entra para o rol de celebridades internacionais que estão investindo no negócio “plant based”, seja aportando capital ou trocando exposição de marca por participação acionária. 

A concorrente americana Beyond Meat tem o rapper Snoop Dogg e o ator Leonardo DiCaprio como sócios-investidores e anunciou esta semana a contratação de Kim Kardashian como “consultora chefe de sabor”. Katy Perry, Serena Williams e Jay-Z aportaram recursos em rodadas de investimentos na também americana Impossible Foods.

A seguir, uma pequena entrevista com Anitta, concedida por email:

Por que se associar à Fazenda Futuro?

É a primeira vez que me torno sócia em uma empresa de alimentos. E o que é melhor, com tecnologia alimentar que faz bem para nós e para o meio ambiente. Isso também responde porque escolhi a Fazenda Futuro. Além disso, compartilhamos dos mesmos propósitos. 

Qual vai ser o seu papel na Fazenda Futuro? 

Sou sócia. Tenho experiência em gestão. Sou empresária. Participarei sempre que necessário na gestão dos negócios. Estou na Fazenda Futuro para somar.

Como compara seu papel no Nubank e na Fazenda Futuro?
Cada trabalho é único em cada uma das empresas com as quais me relaciono. No caso da Fazenda Futuro, estarei disponível para contribuir com minha experiência como empresária, nos meus conhecimentos de marketing e etc, e para ajudar na democratização e crescimento da categoria no Brasil. Faço parte da família agora.

Você foi vegana, depois voltou a comer carne. Como é a sua alimentação hoje?

Fui vegana durante um ano. Mas, com a correria do meu trabalho, não consegui manter. Depois disso, diminuí drasticamente o consumo de produtos de origem animal, como carne e hambúrguer. Tenho a oportunidade de ter um chef de cozinha comigo, que cria receitas e fecha meu cardápio diariamente. Meu brigadeiro já flerta com o veganismo. Rs. Já sabemos que grande parte da indústria que utiliza animais acaba sendo responsável pela poluição do nosso planeta, o que acarreta vários problemas ambientais, como o aquecimento global, por exemplo. Ter opção de não comer, sendo ela prática e saborosa, pode contribuir e muito para um futuro melhor.

Fonte: Mariana Barbosa – Capital, O Globo

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GenteNegócios

BRF demite e enxuga diretoria após prejuízo no 1 T

De Administrador SH 26 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Uma das maiores companhias de alimentos do mundo passa por uma reestruturação no primeiro escalão

A BRF está demitindo diretores e eliminando 25% dos cargos em posição de diretoria. A vice-presidente de relações corporativas, Grazielle Parenti, também está deixando o cargo. A medida faz parte da estratégia anunciada pelo CEO da BRF, Lorival Luz, para enxugar custos e tornar a companhia leve.

É também uma forma de reverter o quadro negativo do primeiro trimestre, quando a dona da Sadia teve prejuízo de R$ 1,5 bilhão.

A eliminação de 25% dos cargos de diretores não significa que a mesma proporção de executivos foi demitida porque parte das funções estava sem titular. Nos bastidores, já havia grande apreensão entre quadros internos com a possibilidade de demissões.

Em grupos de WhatsApp de funcionários e pessoas próximas à BRF, uma lista com 15 diretores vem circulando e também inclui executivos no exterior.

Procurada, a BRF informou “que atualizou sua estrutura organizacional levando em consideração as oportunidades de simplificação, agilidade e sinergias decorrentes da maturidade de seus processos internos”.

E continua: “A companhia continua focada no fortalecimento das frentes de atuação com maior potencial de crescimento e rentabilidade. A empresa segue comprometida com a execução de sua estratégia ESG, com o fortalecimento de suas marcas de consumo e com a excelência no atendimento aos clientes em todos os mercados onde atua. Adequações fazem parte da jornada de uma companhia global que precisa refletir o ambiente de negócios mundial, mantendo a sua ambição e os seus compromissos fundamentais de segurança, qualidade e integridade”.

Fonte: Luiz Henrique Mendes, Valor

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Negócios

Conheça os locais do BIG que serão negociados pelo Carrefour

De Administrador SH 26 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Conselheiros concordaram em determinar a venda de algumas unidades para que a operação pudesse ser aprovada

O Carrefour Brasil recebeu aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para adquirir o grupo Big, nesta quarta-feira (25). Mas precisa cumprir algumas condições, como a venda de lojas. As unidades já estão em negociação junto a, pelo menos, dois fundos imobiliários e redes regionais, dizem fontes a par do assunto.

Já foram recebidas, inclusive, propostas vinculantes para algumas dessas unidades — quando há compromisso firme de compra. As conversas começaram meses atrás, depois que a superintendência geral do Cade já sinalizava a necessidade de venda de pelo menos 11 pontos, como antecipou o periódico em janeiro.

Além das lojas que a superintendência já havia recomendado a venda ao Cade, no começo do ano, outras foram adicionadas, somando 14 lojas, como informamos. O conselho de defesa da concorrência tem autonomia para seguir a recomendação ou fazer ajustes na avaliação da superintendência.

Apuramos que a lista final das cidades onde estão as lojas a serem vendidas. Os locais são: Gravataí (RS), Itabuna (BA), Juazeiro do Norte (CE), Maceió (AL), Olinda (PE), Paulista (PE), Recife (PE), Santa Maria (RS) e Viamão (RS). Alguns desses municípios têm mais de uma unidade.

Em Gravataí (RS), está o supermercado Nacional, o hipermercado BIG e um atacarejo Maxxi;

Em Juazeiro do Norte (CE), está o hipermercado BIG Bompreço e o atacarejo Maxxi;

Em Olinda (PE), está o hipermercado BIG Bompreço, e no Recife (PE), o hipermercado Walmart Caxangá e hipermercado Walmart Casa Forte;

Na cidade de Santa Maria (RS), está o hipermercado BIG Nossa Senhora de Lourdes, e em Viamão (RS), a unidade do hipermercado BIG Santa Cecília e o atacarejo Maxxi.

Em Gravataí (RS), está o supermercado Nacional( a rede não informou qual dos dois endereços) , o hipermercado BIG Av. Dorival Cândido Luz de Oliveira, 2660 – COHAB C  e um atacarejo Maxxi, na Av. Dorival Cândido Luz de Oliveira, 4709 – São Geraldo

Em Juazeiro do Norte (CE), está o hipermercado BIG Bompreço Av. Padre Cícero, 2241 – Santa Tereza, e o atacarejo Maxxi, Av. Padre Cícero, 3920 – São José.

Em Olinda (PE), está o hipermercado BIG Bompreço Av. Carlos de Lima Cavalcante, 1306 – Bairro Novo, e no Recife (PE), o hipermercado BIG Bompreço Caxangá Avenida Caxangá, 3942 – Iputinga e hipermercado Big Bompreço Casa Forte,  Praça Jornalista Francisco Pessoa de Queiroz, 23 – Casa Forte.

Na cidade de Santa Maria (RS), está o hipermercado BIG Nossa Senhora de Lourdes Av. Fernando Ferrari, 1483 – Nossa Sra. de Lourdes, BIG Santa Maria e em Viamão (RS), a unidade do hipermercado BIG Santa Cecília Avenida Senador Salgado Filho, RS-040, 1800 – Cecília e o atacarejo Maxxi. Av. Sen. Salgado Filho, 7131 – Jardim Krahe, Viamão – RS

Em Itabuna-BA, Big Bompreço na Av. Aziz Maron, s/n – Góes Calmon

Maceió tem 11 lojas – Grupo não divulgou a loja selecionada

Recife possui 14 lojas – Grupo não divulgou o endereço

Desafio da integração

Com aval de hoje, o Carrefour atinge uma meta antes de encarar o seu maior desafio dos últimos anos, na visão de especialistas: montar uma megaestrutura de sistemas, logística e distribuição integradas, que seja a base para que o varejo e o atacarejo operem de forma rentável e equilibrada.

Hoje, o CEO geral do Grupo Carrefour, Stéphane Maquaire, divulgou um vídeo interno, ao qual tivemos acesso, informando que a venda de pontos já era esperada e haverá um esforço para que as mudanças para a integração do Big não afetem o consumidor.

Normalmente, essas transições duram anos — no varejo tem levado de dois a três anos — e exigem trocas de sistemas, unificação de compras junto à indústria e redução de quadros de funcionários em certas áreas.

Relembre a operação

A operação aprovada pelo Cade, nesta quarta-feira, consiste na aquisição da totalidade das ações de emissão do grupo Big Brasil pelo Atacadão por R$ 7,5 bilhões — maior transação já vista no varejo nacional, em valor. O negócio coloca o Carrefour como a segunda maior rede varejista da América Latina, atrás apenas da Walmex, operação do Walmart no México

Na prática, são 386 lojas objeto de aquisição por parte do Atacadão. O Big, controlado pela gestora Advent e pelo Walmart e formado por sete marcas (Big, Big Bompreço, Nacional, Super bompreço, Sam’s Club, Todo Dia e Maxxi Atacado), concentrava as redes de supermercado e hipermercado que eram do Sonae, no Sul, e do Bompreço, no Nordeste.

Dessas sete, devem desaparecer Big e Maxxi. Os hipermercados BIG e Bompreço serão convertidos em bandeiras Carrefour, Atacadão ou Sam’s Club. Já o Maxxi deve virar Atacadão. Com o Big, o Carrefour passa a ter 876 lojas e R$ 100 bilhões em vendas anuais.

Essa será a terceira vez, desde 2016, que as marcas Big e Bompreço passarão por mudanças. De 2016 para 2017, anos após o Walmart comprar os ativos no país, a empresa tirou o nome Big e passou a usar Walmart nas lojas no Sul. Em 2019, após vender a operação para a Advent, a marca voltou. Agora, novamente deixará de ser usada. No Nordeste, o grupo deve manter elementos da marca Carrefour junto com o nome Bompreço.

Fonte: Adriana Mattos, Valor

26 de maio de 2022 0 Comentários
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Negócios

Komprão Koch chega à segunda maior cidade portuária do país

De Administrador SH 26 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Amplo atacarejo com 28 checkouts abre com serviços diferenciados nos setores de perecíveis

O Grupo Koch, um dos maiores varejistas de alimentos do Brasil, inaugura nesta quinta-feira (26), o Komprão Koch Atacadista, no município de Itajaí. Esta é a 46ª loja do grupo no Estado.

O empreendimento recebeu cerca de R$ 40 milhões em investimentos e está instalado na Avenida Vereador Abrahão João Francisco, S/N, Bairro Ressacada e estará aberto ao público de segunda a sábado das 07h até às 22h e nos domingos das 08h às 21h. Excepcionalmente no dia da inauguração abre às 9h.

A empresa gerou 155 vagas de empregos diretos e cerca de 500 indiretas, movimentando o setor econômico da cidade. Itajaí possui população estimada em 219.536 habitantes, sendo o sexto município mais populoso do Estado. Possui o 2º maior produto interno bruto e a maior renda per capita de Santa Catarina. Abriga um dos maiores complexos portuários do país, o segundo porto brasileiro em movimentação de cargas em contêineres.

“Acreditamos no potencial do litoral catarinense, onde iniciamos nossos trabalhos, ampliamos nossa cobertura com mais esta unidade, mantendo a nossa essência é ofertar um grande mix de produtos de qualidade e com preços competitivos. Em nossa unidade, os itajaienses passarão a contar também com um hortifrúti de primeira, uma das especialidades da bandeira, além de açougue com carnes frescas”, explicou o presidente do Grupo Koch, José Evaldo Koch.

Localizado numa área de 18 mil m², tem cerca de 8 mil m² de área construída e conta com uma arquitetura moderna, inspirada em grandes redes do exterior, com ambiente climatizado, corredores amplos e de fácil acesso aos produtos, o Komprão conta, ainda, com estacionamento gratuito com 280 vagas de automóveis. Além disso, são 28 checkouts, sendo três deles caixas rápidos e seis self-checkouts de autoatendimento, em que o próprio cliente pode finalizar as compras com maior agilidade.

Ações sociais

No primeiro mês de atividade do Komprão, será promovido o “Sonho do Bem”. Todo lucro da venda do produto, durante esse período, será revertido para o Lar da Criança Feliz. Além disso, a instituição também participará do projeto “Troco do Bem”. Por meio dele, receberão doações por um ano, onde será acrescido 5% do valor arrecadado.

Cartão

O Komprão Koch Atacadista traz vantagens exclusivas para quem usa o cartão Koch. Com ele, o cliente tem descontos e ofertas exclusivas e até 45 dias para pagar, conforme seu melhor dia de compra. O cartão é feito na hora ou pelo WhatsApp (12) 2136-0100.

O Grupo Koch

O Grupo Koch atua há 28 anos no ramo. Essa é a 46ª loja inaugurada em Santa Catarina. A rede é a maior do Estado e a 14° maior do Brasil, segundo ranking, recentemente divulgado pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), tendo unidades em 23 municípios do Estado. A rede é reconhecida como um dos melhores lugares para se trabalhar, tendo conquistado o selo GPTW (Grate Place To Work).

Fonte: Sílvio Matheus, Visor Notícias

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Internacional

Programas tipo “Prime” dominam varejo americano

De Administrador SH 26 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Mais de 60% das residências dos EUA assinam pelo menos um programa de serviços de varejo; Amazon lidera o mercado e possui mais clientes fiéis

*Renato Müller

Um estudo divulgado pela Numerator mostra por que praticamente todo grande varejista mundial conta com algum tipo de programa pago de benefícios. O levantamento aponta que 62% das residências americanas assinam pelo menos um programa desse tipo – e 80% deles assinam apenas um serviço, enquanto 2,5% contam com 4 ou mais assinaturas desse tipo.

O mercado americano é liderado pela Amazon – 53,6% das residências contam com o Amazon Prime, que oferece frete grátis, entrega expressa e uma série de benefícios em categorias como streaming, música e games. O Walmart ocupa uma distante segunda posição com seu programa Walmart+, presente em 8,1% das residências. Vale destacar, porém, que o sistema entrou em operação no fim de 2020, indicando uma rápida adoção pelos consumidores. A varejista vem impulsionando a inscrição no programa oferecendo descontos extras em combustíveis para seus membros.

Segundo a Numerator, consumidores negros e hispânicos/latinos, de grandes famílias, que dão grande atenção a quanto recebem pelo que pagam e compram por impulso com frequência são os públicos mais frequentes dos programas pagos de benefícios.

Embora seja bem menor que seus rivais, a Shipt Everyday (1,3% de share), da Target, lidera o ranking da Numerator em métricas como o total da cesta dos clientes (10,1% dos assinantes, contra 4,3% dos não assinantes). O Walmart+, por sua vez, tem a maior frequência de visita dos clientes, maior taxa de conversão e lidera no share of wallet de seus assinantes, capturando 18,5% do total da cesta de compras dos clientes.

O grande diferencial da Amazon é a fidelidade dos clientes: 78% dos membros Prime não assinam nenhum outro serviço, um sinal de que o programa atende suas necessidades de consumo. Entre os membros Shipt, 28% são exclusivos da marca, índice que fica em 24% no caso do Walmart+. Outro dado importante levantado pela Numerator é o alto índice de satisfação dos clientes Prime: 74% se dizem altamente satisfeitos, contra 55% do Shipt e 46% do Walmart+.

26 de maio de 2022 0 Comentários
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Negócios

Rumo à 20ª loja na região Sudeste

De Administrador SH 26 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Unidade aberta fica em polo turístico que abriga a Gruta de Maquiné

A rede de supermercados Super Sô abriu recentemente a sua unidade na cidade de Cordisburgo.

A loja possui 1.100 metros quadrados de área de venda, contando com áreas de supermercado, açougue, bazar, bebidas, hortifrutigranjeiros, mercearia e padaria, além de 13 terminais de checkouts.

Esta é a 19ª loja da rede Super Sô, que tem sede e centro de distribuição na cidade de Papagaios/MG. O empreendimento está localizado na Rua São José nº 1.044, no centro de Cordisburgo, bem ao lado da Escola Mestre Candinho, na interligação da LMG-754, ligação para Curvelo, e a MG-231, ligação para a BR-040.

A rede também está presente em Papagaios (2 unidades), São Joaquim de Bicas, Sete Lagoas (com 6 unidades), Paraopeba (2 unidades), Caetanópolis, Pitangui, Formiga (2 unidades), Pompéu, São José da Varginha, Maravilhas e Abaeté. No total, a rede emprega 1.250 colaboradores de forma direta, incluindo os 68 contratados para atuar em Cordisburgo.

A inauguração marca a presença de uma grande empresa do ramo dos supermercados, destacando a concorrência com o Supermercado Matias, também com sede em outro município, e que vinha se destacando na cidade.

Fonte: Lucas Gustavo e Amis

26 de maio de 2022 0 Comentários
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Negócios

Coca-Cola Femsa vai distribuir nova Pilsen “artesanal”

De Administrador SH 25 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Cerveja do Grupo Heineken promete agitar a concorrência com produto especial

Recém-lançada para comemorar 20 anos da cervejaria Eisenbahn, que hoje é controlada pelo Grupo Heineken, a Eisenbahn Pilsen Unfiltered passa a ser distribuída nas regiões Sul, Sudeste e nos estados do Mato Grosso do Sul e Goiás. A distribuição será feita pela Coca-Cola Femsa Brasil.

O novo rótulo é considerado uma versão mais artesanal para o estilo pilsen e pode ser encontrado nos formatos lata de 350 ml e long neck.

A Eisenbahn Unfiltered é uma pilsen não filtrada e, por isso, é capaz de reter os sabores e aromas característicos de uma cerveja artesanal.

Para garantir o sabor, segundo a fabricante, os seus componentes precisam ser misturados antes de beber. Por isso, as embalagens foram criadas com as artes invertidas, para que, de forma intuitiva e divertida, a importância do ritual seja ressaltada.

“Com a chegada da Eisenbahn Pilsen Unfiltered, vamos literalmente virar a concepção do mercado cervejeiro de cabeça para baixo no quesito sabor único, frescor especial e qualidade artesanal”, afirma Karina Pugliesi, gerente de marketing da Eisenbahn.

A Eisenbahn faz parte do Grupo Heineken desde 2017, quando a cervejaria holandesa adquiriu a Brasil Kirin, dona da marca, da Schin e da Devassa, tornando-se o segundo player no mercado brasileiro de cervejas.

Fonte: M & C

25 de maio de 2022 0 Comentários
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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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