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terça-feira, setembro 15, 2026
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Varejo

Expansão agressiva de rede marca abertura de lojas no Ceará e Alagoas

De Administrador SH 13 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Atacarejo e negócios de formato híbrido são o foco do grupo

Um ano e meio depois de estrear na Bolsa, o Grupo Mateus segue em ritmo acelerado de expansão mesmo em um momento complicado para o varejo. Para este ano, a companhia pretende abrir 50 novas lojas – no primeiro trimestre, já foram 16 – para alcançar a meta de dobrar de tamanho até 2025. Segundo Ilson Mateus, fundador e presidente da companhia, a varejista se prepara para expandir as suas lojas para as capitais do Norte e do Nordeste (até agora, o foco total da varejista era o interior), além de estar testando um novo formato de loja híbrida, que mistura vendas de atacado com supermercados, em cidades menores.

Porém, mesmo cumprindo o plano de expansão, a operação do Grupo Mateus está gerando preocupações entre os investidores exatamente por causa da velocidade de crescimento em um cenário de inflação e juros em alta.

Resultado: uma queda de 35% no preço das ações desde janeiro e um valor de mercado 50% menor em comparação ao IPO (oferta inicial de ações, na sigla em inglês). Para Mateus, o mercado ainda não entendeu o negócio da empresa. Ele pede um voto de confiança dos investidores diante do histórico de resultados positivos.

“Mesmo que tenhamos ficado muito conhecidos, as pessoas ainda não acreditam em uma empresa que é do Nordeste e no que ela é capaz de fazer”, afirma Mateus. “Eu quero que os nossos investidores reconheçam o que fizemos em 35 anos e, depois que abrimos capital, não mudamos uma vírgula do nosso plano.” 

Leia, a seguir, os principais trechos da entrevista.

Como está o plano de expansão da empresa? Vocês seguem com os planos de abrir 50 lojas ao ano?

O nosso plano de expansão está acelerado e abrimos capital para isso. Estamos a todo vapor tentando ocupar os nossos espaços e conquistar novas fatias de mercado. E temos um jeito simples do interior, somos uns caipiras da roça, e aprendemos a nos ‘virar nos 30’. O nosso modelo de negócio nasceu por causa das dificuldades que tínhamos. Começamos com um modelo de atacado e percebemos que as cidades do interior tinham muitas oportunidades e que precisávamos de volume para o negócio.

Mas a expansão vai continuar pelo interior ou a empresa vai querer crescer também nas capitais?

Pelo tamanho que temos hoje, já faz todo o sentido irmos para as capitais. Abrimos uma loja recentemente na cidade de Aracaju – e os resultados me surpreenderam muito. Criamos um modelo de atacado com muito serviço de varejo pensando na necessidade do interior. Por lá, eles precisam encontrar tudo em um lugar só e isso virou uma grande fortaleza do nosso negócio. E isso trouxe um grande resultado para Aracaju.

Há planos para ir além de Aracaju?

Vamos abrir duas lojas em Maceió no próximo dia 21 (de junho) e já estamos com obras em Recife. Também estamos prospectando locais em João Pessoa. Mas nós queremos ocupar todas as capitais do Norte e do Nordeste.

O modelo de expansão vai ser focado no atacarejo ou em outros formatos?

Vamos focar em atacarejo e também abrir supermercados. Mas também estamos apostando em um novo modelo, que é o de uma loja híbrida, que tem uma parte de varejo e outra de atacado. É uma ideia nova, que dá uma experiência melhor para o pequeno e médio varejista. No caso das capitais, vamos abrir mais atacarejo para ocupar os espaços nessas grandes cidades.

Mas o que muda nesse novo modelo híbrido?

Temos uma vontade de testar novos modelos porque o varejo muda muito. Esse modelo de loja tem 2 mil metros quadrados (uma loja tradicional de atacarejo possui cerca de 5,5 mil metros quadrados) e é direcionado para cidades de 40 mil e 50 mil habitantes, que costumam ser o polo de outras cidades menores, de cerca de 10 mil habitantes. É uma loja menor que consegue atender a esses clientes de atacado e precisa ter menos funcionários do que um atacarejo. Temos seis lojas nesse modelo e vamos esperar maturar para entender se é um modelo que vai se adaptar às cidades.

O mercado está passando por momentos complicados, mas as ações do Grupo Mateus estão caindo mais do que a média do setor. Como o senhor enxerga isso?

O mercado ainda não entende o nosso negócio, mas estamos relativamente tranquilos porque o que estamos buscando é resultado. Nós temos um plano de crescimento robusto para os próximos dois anos e estamos entregando resultados, mesmo com um momento difícil do Brasil e com a inflação em alta.

Mas por que o senhor acredita que o mercado não entende a empresa, ainda mais sendo do setor de varejo?

Mesmo que tenhamos ficado muito conhecidos, muitas pessoas ainda não acreditam em uma empresa nordestina e no que ela é capaz de fazer. Eu quero que os nossos investidores reconheçam o que fizemos nos últimos 35 anos. Depois que abrimos o capital, não mudamos uma vírgula do nosso plano. Sabemos que os investidores precisam ter retorno, mas tenho pedido um voto de confiança para eles. Tenho me desdobrado junto à nossa cúpula, trabalhado muito e enxugando as empresas porque nós acreditamos que vamos dar bons resultados.

Fonte: André Jankavski, Estadão

13 de junho de 2022 0 Comentários
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Varejo

Conheça as principais aceleradoras de crescimento do Carrefour

De Administrador SH 13 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Em vídeo conferência aos investidores, Stéphane Maquaire , destacou as novas diretrizes da maior rede de varejo do país

Mesmo com o fim da aquisição do Grupo Big, o Carrefour Brasil não descarta novas compras e diz que está sempre olhando o mercado para oportunidades que possam fazer sentido para a companhia.

“O Grupo Big não é o fim da nossa história de aquisições no Brasil”, diz Stéphane Maquaire, diretor-presidente do Carrefour Brasil. Ele destaca, no entanto, que o foco agora é na integração das lojas do grupo.

O executivo comenta que a companhia tem um plano bem definido de integração para os próximos 18 meses, mas que não pode “sufocar” o restante da empresa, mantendo expansão orgânica e digital em paralelo.

O Sam’s Club e a integração da carteira do Hipercard, de controle do Itaú Unibanco, são duas das principais alavancas de crescimento que o Carrefour enxerga na aquisição do Big.

“A carteira de serviços financeiros é um acelerador com potencial a ser explorado”, afirma David Murciano, diretor financeiro do Carrefour Brasil. Ele diz que não há como saber ainda se existe sobreposição de clientes Hipercard com do Banco Carrefour, mas que é prudente assumir que sim.

“Existe essa complementariedade de serviços que dá uma oportunidade enorme para fortalecermos nossos serviços”, comenta Maquaire. A participação dos cartões Hipercard é menor que do Carrefour, destaca, e com isso há um potencial de crescimento nos custos dos cartões.

Fonte: Felipe Laurence, Valor

13 de junho de 2022 0 Comentários
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Varejo

Ao lado da Mata Atlântica, rede local marca inauguração de nova loja

De Administrador SH 13 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Espaço verde com orgânicos e rotisserie com pratos quentes estão entre os destaques da unidade marcada pelo bom atendimento

No próximo dia 21 de junho, às 9 horas, Mogi das Cruzes ganhará o quinto supermercado Alabarce da cidade, atualmente em fase de limpeza da obra e montagem e abastecimento da loja, na avenida Kaoru Hiramatsu, à margem da rodovia Mogi-Bertioga. Ainda para este ano, o grupo mogiano planeja o lançamento de mais uma unidade no município, em área já adquirida pelos empresários.

Para marcar a inauguração do supermercado construído no terreno de 14,5 mil metros quadrados e que contará com 25 mil itens distribuídos na área de compras de 4,5 mil metros quadrados, são preparadas ofertas de produtos em diversos setores.

“Será uma megafesta, com degustação e vários incentivos para que as pessoas conheçam a loja, que tem projeto de arquitetura bastante moderno e arrojado, com iluminação especial e uma infraestrutura caprichada, do jeito que os clientes mogianos merecem, para retribuir tudo o que nos proporcionam. Estamos entregando o melhor para a cidade”, destaca o diretor do grupo, Ronaldo Alabarce.

O empreendimento conta com 250 vagas cobertas de estacionamento, 20 caixas (check out) e duas autocaixas – o próprio cliente passa os produtos na leitora de código de barras – e 18 lojas na área do boulevard, que estão em fase de negociação e devem ser inauguradas em breve.

A entrega do supermercado, inicialmente prevista para dezembro de 2021, e que depois passou para fevereiro de 2022, foi atrasada pela pandemia e seus reflexos, como falta de matéria-prima e mão de obra. “Agora, está pronto. Estamos na fase de retirada dos taludes, colocação de grama na parte externa, limpeza da obra e montagem da loja, com o abastecimento de produtos”, conta Ronaldo, destacando que o empreendimento contará com conceitos nas áreas de alimentação e sustentabilidade, seguindo novos hábitos da sociedade e as tendências do mercado.

No novo Alabarce, o cliente encontará setores como açougue, pães, alimentos em geral, produtos de limpeza, importados, bebidas convencionais, adega, Espaço Verde – destinado a orgânicos -, rotisserie – com mesas de pratos quentes no sistema de autosserviço, entre outros.

De acordo com Ronaldo, o investimento é um dos maiores do varejo na história de Mogi. “Investimos várias dezenas de milhões de reais”, revela Ronaldo, contando que foram gerados 200 empregos diretos, no processo de seleção da loja, realizado em parceria com a Prefeitura de Mogi e que recebeu mais de 20 mil currículos.

O grupo Alabarce, que com o novo supermercado completa cinco lojas em Mogi, faz 28 anos no próximo mês de outubro, de olho no crescimento. “Está nos nossos planos de expansão a possibilidade de lançarmos ainda neste ano uma nova unidade em Mogi das Cruzes”, conta Ronaldo, deixando a futura localização do sexto empreendimento do grupo na cidade em segredo.

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Varejo

Carrefour define valores para conversão das lojas do Big e aposta no Sam’s como acelerador de crescimento

De Administrador SH 13 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Bandeira deve abrir dezenas de lojas nos próximos quatro anos de olho no potencial do tíquete médio do cliente

Após sinal verde do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), o Carrefour Brasil vai investir R$ 2,1 bilhões na conversão de 124 lojas, de um total de 374 unidades, do Grupo Big (ex- Walmart) como parte da integração entre as duas empresas. O trabalho será iniciado agora, e a conclusão está prevista para o fim de 2023. O anúncio da aquisição da rede, que pertencia ao fundo de private equity (que compra participação de empresas) Advent, foi feito há um pouco mais de um ano.

As informações constam em uma apresentação publicada na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) neste domingo, 12, e que será tema de teleconferência com investidores e analistas nessa segunda-feira, 13, às 10h.

Segundo o Carrefour, a decisão foi de converter 38 lojas do Maxxi Atacado, 28 do Big e 4 do TodoDia  para a marca Atacadão , o atacarejo do grupo. Outras 47 unidades do Big vão virar Carrefour e, por fim, 7 unidades do Big serão transformadas em Sam’s Club. Ao longo desse processo, 35 lojas passarão por uma desmobilização, com fechamento por dois meses. Já outras 89 lojas não precisarão ser desmobilizadas por inteiro e serão fechadas por apenas três dias para as mudanças.

Com a conversão das unidades, o grupo espera um aumento relevante na densidade das vendas. Hoje, os hipermercados da bandeira Big vendem R$ 13 mil por m², enquanto as lojas do Carrefour e Sam’s Club chegam a R$ 23 mil/m², cada, e o Atacadão, R$ 35 mil/m². “Há uma produtividade material a ser conquistada através da conversão de lojas”, afirma a direção, no documento.

Sam’s Club tem potencial de acelerar

A apresentação destaca o Sam’s Club como um dos principais aceleradores do crescimento do novo grupo. A bandeira tem potencial para inauguração de 40 novas lojas nos próximos quatro anos, de acordo com o documento. Esse potencial está principalmente na região metropolitana de São Paulo e Rio de Janeiro, seguido de capitais e cidades de grande e médio porte.

O Sam’s Club já tem 43 lojas em operação e chegará a 50 após a conversão de sete unidades do Big durante o processo de integração entre as empresas. A rede conta com 2,1 milhões de sócios, dos quais 1,2 milhão de membros pagantes no momento. O negócio é voltado para o público de classes A e B, com maior poder aquisitivo.

Cada cliente do Sam’s Club gasta R$ 340 na sua cesta média, enquanto no Carrefour esse gasto é de R$ 140. Os produtos importados respondem por 19% das vendas da rede e os itens da marca própria contribuem com 15%, em um sinal de boa aceitação.

Sinergias

O Carrefour reiterou que as sinergias previstas são de ao menos R$ 2,0 bilhões por ano até 2025, divididas da seguinte forma: R$ 700 milhões em receita, R$ 800 milhões de corte de custos com mercadorias, R$ 500 milhões em redução de despesas gerais e administrativas. Tais ganhos devem ser capturados entre o fim de 2023 e começo de 2024.

A apresentação aponta ainda a perspectiva de melhoria do custo das mercadorias vendidas (CMV) com base em melhores termos e condições com fornecedores. A expectativa é de um impacto de aproximadamente 1% da base de custos, o que deve ser refletido no preço ou na rentabilidade do novo grupo combinado.

Na parte logística, o novo grupo estima enxugar o total de centros de distribuição de 64 para 51. Nessa redução, dez galpões serão fechados (um do Atacadão, três do Maxxi, quatro do Carrefour e dois do Big) e outros dois (ambos do Maxxi) serão unificados. Há ainda um galpão que atende tanto Maxxi quanto Big.

Os cortes nos centros de distribuição ocorrerão em Estados onde o grupo tem uma concentração mais elevada desses imóveis, como é são os casos de São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, por exemplo.

Transação

A transação cria uma gigante no ramo do varejo de alimentos, com 936 lojas, R$ 93 bilhões em vendas líquidas e R$ 6,5 bilhões de Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado. É também o maior adquirente de suprimentos do setor, com R$ 75 bilhões em compras por ano junto a fornecedores.

Estão previstos 18 meses para garantir uma integração de sucesso, segundo o Carrefour. Esse processo abrange conectar as áreas de tecnologia da informação, a cadeia de suprimentos, realizar as conversões de lojas e capturas de sinergias divulgadas.

A operação foi fechada pelo preço de referência de R$ 7,5 bilhões, sendo 70% (R$ 5,3 bilhões) pagos em dinheiro e 30% via entrega de ações (116,8 milhões de ações).

O novo grupo combinado tem o Carrefour S/A como principal acionista, com 68% de participação, seguido por Península (do empresário Abilio Diniz) e Advent, com 7% e 4%, respectivamente. O grupo Walmart fica com com 1%, e outras 20% das ações estão pulverizadas entre vários acionistas.

Fonte: Circe Bonatelli, Estadão

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Varejo

Décimo grupo varejista do país faz investimento milionário em nova rede de cash & carry

De Administrador SH 12 de junho de 2022
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Primeira loja deve ser inaugurada até o final do ano. Empreendimento vai gerar 300 empregos diretos

O Grupo Zaffari anunciou o lançamento da marca Cestto, com a qual passará a atuar no segmento de atacado e varejo, também conhecido como cash and carry. A abertura da primeira unidade da marca, em Gravataí (RS), está prevista para o final de 2022, com geração de aproximadamente 300 empregos diretos. O investimento inicial é de R$ 90 milhões.

A entrada do Grupo Zaffari no formato de múltiplo atendimento, unindo vendas por atacado e ao consumidor final, já vinha sendo planejada, e agora avança em razão das aprovações finais da construção. Além das instalações da unidade Cestto numa primeira etapa, o empreendimento irá comportar outras edificações gradativamente, que farão parte do conjunto de atividades correlacionadas e complementares, a serem desenvolvidas em separado, mas sinergicamente, buscando melhor atender às demandas da comunidade local.

O modelo de loja Cestto prevê dimensões de área de venda de cerca de 6 mil metros quadrados, com presença forte de seções de produtos perecíveis e amplos espaços para produtos frigoríficos, resfriados e congelados. Farão parte do mix os melhores fornecedores reconhecidos, assim como marcas exclusivas, cujos produtos serão apresentados também em tamanhos especiais, oportunizando a melhor compra tanto para comerciantes como para o consumidor final.

A escolha do nome Cestto foi determinada pelo atributo que a palavra tem de sintetizar o próprio negócio de atacado e varejo, visto que o objeto cesto está diretamente ligado ao ato de acondicionar, carregar e armazenar suprimentos, estando sempre presente nos ambientes de compras e de abastecimento. Também corroborou para a escolha do nome o fato de ser uma palavra de fácil assimilação, além de ter grande funcionalidade de aplicação gráfica e digital. A letra T dobrada tem a função de trazer personalidade à marca, torná-la única e inconfundível, o que também a conecta sutilmente à marca Zaffari por fazer alusão ao característico F dobrado de sua grafia.

A marca Cestto já nasce como o resultado de um longo aprendizado, pois o atacado faz parte da origem do Grupo Zaffari e de suas características comerciais. Nos primeiros anos de atuação em Porto Alegre, nos anos 1960, o atendimento ao consumidor final era realizado em paralelo ao abastecimento de pequenos comerciantes, feiras e outras instituições. “A oportunidade que temos no momento de desenvolver empreendimentos em novas localizações, somada ao objetivo de obter maior equilíbrio entre as escalas operacionais das vendas B2B, bem como os seus custos, fomentou a ativação da experiência de atacado, agora incrementada com as vendas de varejo ao consumidor final”, informa Claudio Luiz Zaffari, diretor do Grupo Zaffari, em nota.

Fonte: Grupo Amanhã

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Varejo

App dá até 30% de cashback em compras de qualquer supermercado

De Administrador SH 12 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Grandes indústrias participam das promoções que devolvem dinheiro aos shoppers via aplicativo

As compras no supermercado vêm ficando cada vez mais restritas por conta da inflação alta. Mas existe uma ferramenta que pode ajudar a manter o nível do poder de compra. O app Mangos dá até 30% de dinheiro de volta em compras em qualquer supermercado que dê nota fiscal da compra.

Para isso, basta comprar produtos selecionados, de determinadas marcas. Para obter o dinheiro de volta, basta ler o código da nota fiscal no QR Code ou digitá-lo no aplicativo.

“Esse é o diferencial do app. Você não precisa comprar no Pão de Açúcar: pode comprar no mercado da esquina, no atacado e até no quiosque da praia, se ele emitir nota fiscal”, diz Raiza Scatena, gerente de marketing do app.

O app dá, no mínimo, 10% de dinheiro de volta. É às sextas-feiras que costuma realizar promoções mais agressivas, que chegam a 30% do valor do produto. Em datas comemorativas, o cashback pode chegar a 50%. As promoções são atualizadas semanalmente, às terças.

A lista de produtos com cashback contém itens do dia a dia, como óleo, detergente de louças e macarrão. “Para a classe C e D, economizar R$ 20 ou R$ 30 faz bastante diferença. Dessa forma, consegue colocar mais coisas na mesa”, diz Scatena.

Atualmente a Mangos tem parceria com pelo menos 30 empresas. Entre os destaques, estão Ambev, Ypê, Melitta, Pilão, 3 Corações e Nissin. Esses contratos, diz Scatena, não são exclusivos. “Podemos ter uma lista com cervejas de duas marcas concorrentes. Cada contrato costuma durar de três meses a um ano”.

Quando o cashback acumulado no app ultrapassar R$ 10, é possível transferi-lo para uma conta bancária. Para baixar o app, basta acessar a loja do sistema operacional do smartphone (Android e iOs).

Atenção às regras

Para não deixar de receber o dinheiro de volta, é necessário ler a nota fiscal dos produtos no app durante o prazo de validade da promoção. Ou seja, a compra, por si só, não garante o desconto: também é necessário registrá-lo no app dentro do prazo determinado.

Algumas ofertas são válidas apenas para uma quantidade máxima de produto. Caso seja ultrapassado esse limite, não haverá desconto.

O dinheiro de volta costuma cair na conta do app em até 30 minutos, mas pode demorar até cinco dias úteis, explica Scatena, “Quando isso acontece, é geralmente por instabilidade no sistema da Secretaria da Fazenda local, que faz a leitura das notas fiscais”.

Fonte: Marília Almeida, Exame

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TendênciasVarejo

Inflação nos EUA bate novo recorde desde 1979 e alimentos sobem 12%

De Administrador SH 12 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Na média, inflação em 12 meses ficou em 8,6% em maio, superando previsões e antevendo elevação dos juros

A inflação americana teve resultado acima do esperado em maio e bateu novo recorde, com o índice de preços do país avançando 8,6% em 12 meses, maior patamar em 40 anos. Os gêneros alimentícios tiveram aumento de 11,9%, o maior desde 1979. Na gasolina, a alta foi de 49%.

A mediana das expectativas de analistas ouvidos pela Bloomberg era de um avanço de 8,3%. O núcleo do índice, que exclui os preços de alimentos e energia, mais voláteis, ficou em 6% em 12 meses, também acima das projeções, de 5,9%.

Os efeitos da Guerra na Ucrânia, das sanções à Rússia e dos lockdowns na China por causa da Covid fizeram os preços subirem com força em vários itens. A tarifa de eletricidade ficou 12% mais cara, maior alta desde 2006. O valor do aluguel subiu 5,2%, maior patamar desde 1987.

Nem o lazer escapou. As passagens aéreas avançaram 12,6% em 12 meses, maior patamar desde 1980. A hospedagem em hotéis ficou 22,2% mais cara, refletindo a reabertura da economia e o aumento da demanda por viagens e entretenimento.

O resultado aumentou o temor de uma alta acelerada de juros nos EUA nos próximos meses, o que teria efeitos na economia global, além de representar uma enorme pressão política para o presidente Joe Biden. A estimativa do mercado é de que na próxima reunião do Federal Reserve, marcada para dia 15, a taxa básica do país tenha um avanço de 0,75 ponto percentual.

Uma subida mais intensa dos juros pode levar o país à recessão, e muitos analistas já veem esse risco como inevitável em 2023.

“O banco central americano tem agora um bom motivo para surpreender os mercados com uma alta mais agressiva que o esperado em junho”, afirmaram em nota economistas do Barclays, que alteraram suas projeções para um aumento de 0,75 ponto no dia 15.

O Fed ainda foi alvo de críticas do ex-secretário do Tesouro Lawrence Summers.

– Está claro que a teoria de pico da inflação está errada – disse Summers ao programa “Wall Street Week”, da TV Bloomberg. – As projeções do Fed de março, afirmando que a inflação recuaria ao patamar de 2% até o fim do ano, já eram delirantes na ocasião, e parecem ainda mais ridículas hoje.

Fonte: Bloomberg

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Tecnologia

Código 2D agrega valor aos seus negócios

De Administrador SH 12 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Avanço dos códigos de barras bidimensionais ganha força em todo mundo e mostra o retorno no caixa

A relação dos consumidores com os produtos está em processo de evolução no dia a dia. Cada vez mais exigentes e preocupados com a procedência do que levam para casa, eles têm na leitura do código bidimensional (2D) um aliado para obter todas as informações dos itens no varejo, incluindo alimentos frescos como frutas, legumes e verduras.

Uma das pesquisas realizadas pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil com os consumidores no País constatou que 46% deles consideram informações sobre procedência e origem dos alimentos muito importantes para decidir pela compra.


A migração gradual do código de barras linear para o bidimensional já é parte do resultado do programa Global Migration to 2D, lançado pela GS1 no fim de 2020 e que foi bem recebido em mais de 20 países, incluindo China, EUA, Austrália e Brasil. Por aqui, a Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil e outras entidades ligadas ao grande varejo lançaram campanhas para incentivar o uso do código bidimensional, que é acessado por um simples toque na tela dos smartphones ou leitores dos pontos de venda.


2D: benefícios para consumidores, empresas e órgãos reguladores
Avanço na China


Um novo projeto da GS1 China e da Administração da Província de Zhejiang para Regulação do Mercado (Zhejiang AMR) implementará gradualmente o código de barra bidimensional (2D) para identificar milhões de produtos locais. Com população de 65 milhões de habitantes Zhejiang tem mais de 7.000 empresas que produzem alimentos e participarão deste projeto, além de 200 lojas da maior cadeia de varejo da província vão atualizar os sistemas de automação para fazer checkouts com códigos de barras 2D.


A previsão é de que até o final de 2023 todos os produtos de 80% das empresas de alimentos de Zhejiang tenham códigos de barras 2D impressos nas embalagens. São inúmeros benefícios para consumidores, empresas e órgãos reguladores como, por exemplo, informações de procedência da matéria-prima, ingredientes, data de validade, garantia de qualidade, acesso ao SAC e outros dos produtores. Do ponto de vista das empresas envolvidas, facilita a inspeção eficiente dos fabricantes, a supervisão dos resultados de amostragem e os certificados de qualificação e desinfecção.


“Por quase cinco décadas, transformamos processos complexos em tarefas fáceis para o benefício de indústrias, consumidores e pacientes. Agora, com os códigos de barras 2D, estamos prontos para o próximo capítulo, construindo pontes cada vez mais fáceis de atravessar entre marcas, parceiros da cadeia de abastecimento e consumidores”, afirma Miguel Lopera, presidente e CEO da GS1.

Brasil


A Associação Brasileira de Autoamação-GS1 Brasil é a gestora dos códigos de barras dos produtos no País e está ligada à entidade global, presente em mais de 150 países, que torna o QR Code e o código de barras linear um padrão único para toda a cadeia de abastecimento. Com o novo padrão GS1 QR Code, todos os processos logísticos e de gestão da distribuição e do varejo se tornam mais precisos, ágeis e baratos para as empresas.


No mercado interno, a associação incentiva o uso dos códigos bidimensionais GS1 DataMatrix, que ganhou projeção no setor da saúde, e o 2D. Além disso, mantém parcerias com entidades que entenderam a oportunidade de desenvolvimento dos seus setores no processo de transição do código de barras linear para o 2D.

São elas a Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados-ABAD, Associação Brasileira de Supermercados–ABRAS, Associação Brasileira de Tecnologia para o Comércio e Serviços-AFRAC, Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção-ANAMACO, Produce Marketing Association-PMA, Associação Brasileira de Embalagem-ABRE, Associação Brasileira das Indústrias e Setor de Sorvetes-ABIS, Associação Brasileira de Marcas Próprias e Terceirização-ABMAPRO.


A Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, é uma organização multissetorial sem fins lucrativos que representa nacionalmente a GS1 Global. A entidade conta com cerca de 58 mil associados que representam 31% do PIB nacional e 18% dos empregos formais. Em todo o mundo, a GS1 é responsável pelo padrão global de identificação de produtos e serviços (Código de Barras e EPC/RFID) e comunicação (EDI e GDSN) na cadeia de suprimentos. Além de estabelecer padrões de identificação de produtos e comunicação, a associação oferece serviços e soluções para as áreas de varejo, saúde, transporte e logística.


Fonte: Inforchannell

12 de junho de 2022 0 Comentários
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Varejo

Linn da Quebrada vai trabalhar com diversidade e inclusão na Ambev

De Administrador SH 12 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Cantora e atriz, que participou do BBB 22, ajudará em projetos externos e internos

Linn da Quebrada foi anunciada como nova consultora de diversidade e inclusão da Ambev. Segundo a empresa, ela atuará em projetos internos e externos voltados a pessoas LGBTQIA+, especialmente trans e travestis.

A atriz, cantora e compositora travesti terá entre as atividades encontros com os cerca de 130 colaboradores trans da companhia —em um universo de quase 30 mil colaboradores— para identificar os principais problemas, as experiências e as conquistas desses profissionais.

Lina, como também ficou conhecida nacionalmente ao participar do Big Brother Brasil 22, também vai discutir práticas de representatividade com outros parceiros e profissionais da Ambev.

“Essa é uma dádiva, mas também uma grande responsabilidade de pensar ações que de fato permitam que estejamos vivas e atuantes em nosso momento presente. Isso muda não o futuro, mas o aqui e agora, o presente”, afirma Linn da Quebrada ao Inteligência de Mercado.

De acordo com a empresa, a proposta é que ela tenha total abertura para a construção de caminhos e iniciativas que levem a uma atuação mais inclusiva para a comunidade trans e travesti na sociedade.

“Estou muito feliz, muito honrada e quero conseguir ocupar esse cargo dentro da empresa da melhor maneira possível e poder mostrar não apenas nossas cicatrizes mas o quanto somos excelentes enquanto profissionais. E que o mínimo que é preciso é que haja uma oportunidade para que a gente possa mostrar muito mais e possa ser muito mais”, diz a artista.

No BBB, ela, que tem tatuado “ELA” na testa, teve de explicar algumas vezes por que não deveria ser tratada com o pronome masculino, como ocorreu algumas vezes dentro do programa da Globo.

“Eu fiz essa tatuagem por causa da minha mãe. No começo da minha transição, a minha mãe ainda errava e me tratava no pronome masculino. Eu falei: ‘Vou tatuar na minha testa’. Por isso ficou na dúvida, lê e aí vocês lembram que eu quero ser tratada com pronome feminino”, disse Linn da Quebrada na casa a pedido do apresentador Tadeu Schmidt.

A artista será ainda uma das embaixadoras do Lager, grupo de afinidade que discute e implementa ações voltadas para o público LGBTQIAP+ na empresa.

“Acreditamos no poder da união e do diálogo para transformar a vida e a realidade de pessoas trans ou LGBTQIAP+ e é motivo de muito orgulho contarmos com uma mulher negra e trans com tanta representatividade como a Lina atuando como conselheira em nossa área de D&I”, destaca a Ambev em nota sobre a importância de Lina.

A empresa ainda ressalta o papel fundamental de pessoas cis no processo de mudança. “Só vamos conseguir construir um futuro em que todas as pessoas tenham mais razões para brindar se a mudança começar em cada um de nós.”

Desde 2016, a Ambev tem apresentado algumas ações em relação a diversidade. Uma delas é um suporte a retificação civil dos nomes de todos os colaboradores trans/travestis que desejarem, projeto intitulado “Me chame pelo meu nome (e pronome também!)”.

Fonte: Amon Borges, FSP

12 de junho de 2022 0 Comentários
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ABRASEventos

Bolsonaro propõe eliminação dos impostos estaduais e redução na margem de lucro nos produtos da cesta básica durante Fórum da Cadeia Nacional de Abastecimento

De Administrador SH 10 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Direto dos Estados Unidos, presidente Jair Bolsonaro pede colaboração dos governadores e empresários; ministro Paulo Guedes afirma que Brasil está começando a ‘decolar e está na hora dos governadores ajudarem o Brasil’ 

 A ABRAS (Associação Brasileira de Supermercados) realizou na quinta-feira (9) a segunda edição do Fórum da Cadeia Nacional de Abastecimento com a participação de 14 associações de classes empresariais. O evento foi marcado pela participação do presidente Jair Bolsonaro, que interrompeu uma agenda nos Estados Unidos, para propor para a cadeia nacional de abastecimento que reduza ao máximo a margem de lucro nos produtos da cesta básica. “Apelo para toda a cadeia produtiva e de distribuição para que cada um obtenha o menor lucro possível nos produtos da cesta básica, para que a gente possa dar satisfação a parte mais humilde da população. E nós temos fé em Deus que essa crise vai ter um final”, disse Bolsonaro. 

A abertura do Fórum, realizada pelo presidente da ABRAS João Galassi contou com a participação dos ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Cidadania, Ronaldo Bento, além de representantes dos ministérios da Agricultura e da Justiça e Segurança Pública. Durante o discurso, Galassi lançou um desafio para as lideranças. “Nova tabela só em 2023”. A ideia é que preços da indústria para o varejo e do varejo para o consumidor não sofram alteração até o próximo ano. Paulo Guedes reforçou o pedido. 

O Fórum foi composto por cinco painéis principais que trataram dos desafios e propostas de soluções eleitas como prioritárias na primeira edição do evento, em junho de 2021. Durante o primeiro painel foi discutida a Redução de Custos por meio da Reforma Tributária. Luiz Hauly, ex-deputado federal e criador da PEC 110 foi um dos mais entusiasmados defensores do texto que atualmente tramita no Congresso. “O Brasil precisa simplificar o sistema nos moldes da PEC 110, nenhum setor vai ser prejudicado”, afirmou. “A sociedade será respeitada e ela será desonerada em R$ 1 trilhão por ano. Vai combater a inflação e já de cara metade da sonegação vai ser eliminada’, concluiu.  

O presidente da ABIA, João Dornellas, participou do segundo painel que abordou a “Redução do desperdício por meio da adoção do Best Before’. O potencial de redução de desperdícios de alimentos pode ser da ordem de 10% com a adoção do novo prazo de validade dos produtos Best Before (bom consumir até), Para Dornellas, a hora é de conscientizar a população e implementar o conceito, já utilizado em muitos países da Europa, nos Estados Unidos e Canadá. O vice-presidente Institucional da ABRAS, Marcio Milan, concordou e reforçou que cada loja de supermercado do país deveria ser um ponto de conscientização para a população a respeito do tema. Em contraponto, o secretário Nacional do Consumidor, Rodrigo Henrique Roca Pires, discorda da adoção do conceito e entende que o setor varejista será o mais prejudicado. “Foram 931 milhões desperdiçados em 2021, 61% pelas famílias, 23% nos restaurantes de hotéis e 13% no comércio varejista, do ponto de vista estatístico isso beira a uma tolice”, disparou.  

Milan abriu o terceiro painel, ‘Consumo Consciente por meio da Economia Circular’, com uma abordagem sobre o Plano Nacional de Resíduos Sólidos e as ações que a ABRAS tem trabalhado para destinação correta do resíduo. O vice-presidente falou da iniciativa dos supermercados do Rio Grande do Sul que incentiva a reciclagem com a campanha #reciclamosjuntos informando o consumidor com comunicação nas faixas de gôndola. “Motivada pelo Ministério Público do Mato Grosso do Sul, a ABRAS também trabalha nas escolas através do Projeto Pedagógico de Ação Ambiental, que leva aos alunos informações importantes sobre meio ambiente, biomas, problemas sócios-ambientais, lixo, água e sobre as mudanças climáticas”, disse Milan. 

O Head de Sustentabilidade da Coca-Cola Rodrigo Brito ressaltou as novas tecnologias, o movimento dos catadores, as marcas concorrentes com histórico de colaboração em vários temas e modelos efetivos para avançar e mostrar que a economia circular se dá regionalmente. ‘É diferente cada contexto e a forma como podemos ser um parceiro do poder público e da sociedade, pensar em conjunto o desenvolvimento de cada região”, afirmou.  Claudia Teixeira do IPT (Instituto de Pesquisa Tecnológica) reforçou que a economia circular precisa ser repensada. “Precisamos saber como fazer novos produtos, utilizando novas energias. Hoje a gente fala da possibilidade de ter cadeias cada vez mais colaborativas, ter rastreabilidade para eles voltarem para a cadeia produtiva e aumentar a vida útil dos bens”, afirmou. 

O penúltimo painel trouxe um plano de ação para o quarto desafio da Cadeia Nacional de Abastecimento, o “Combate à fome por meio da conexão do Mapa do Desperdício ao Mapa da Fome”. Participaram da mesa o CEO da Ação Cidadania Rodrigo ‘Kiko’ Afonso, a gerente de Comunicação da ABAG, Gislaine Balbinot, a coordenadora de Equipamentos Públicos de Segurança Alimentar e Nutricional no Ministério da Cidadania, Teresa A. Arruda Barroso, a diretora técnica da ABPA Sula Alves, o diretor-executivo da ABAG Eduardo Dar, o presidente da ABPA Ricardo Santin, o presidente da Ceagesp Ricardo Mello Araújo, o presidente do Conselho Ação Cidadania Daniel Carvalho de Souza e o chefe de Parcerias e Desenvolvimento de Negócios do Programa Mundial de Alimentos Igor Carneiro e Marcio Milan. Durante o debate, ações de políticas públicas para ação alimentar e mapeamento dos pontos de desperdício e da demanda da população vulnerável foram as mais citadas pelos participantes, assim como a necessidade de ampliar a doação das empresas.  “Nós ajudamos a segurar o preço dos mercados locais em mais de 150 países no mundo. Não pode haver fronteiras para os alimentos, devemos com segurança e competitividade poder vender para quem precisa”, finalizou Ricardo Santin, presidente da ABPA – Associação Brasileira de Proteína Animal.  

A pauta ESG encerrou o segundo Fórum da Cadeia Nacional de Abastecimento com propostas da criação de uma Newsletter e um prêmio para destacar as empresas e pessoas mais comprometidas com a pauta. O vice-presidente de Vendas e Marketing da ABRAS Celso Furtado apresentou o projeto para a Newsletter e incentivou os participantes a encaminharem artigos, matérias e casos para publicação no veículo. 

O Fórum é o único do país com participação de uma Coalizão Multisetorial com 14 das principais entidades de classe – representantes dos principais setores que representam a cadeia nacional de abastecimento desde os insumos agropecuários até ao varejo supermercadista – e adesão dos poderes legislativo, executivo, agências reguladoras e organismos internacionais. “Nossa intenção, além de fortalecer a Cadeia Nacional de Abastecimento, é encaminhar soluções de alto impacto econômico, social, ambiental e de governança (ESG)”, afirma João Galassi, presidente da ABRAS. 

Os participantes do Fórum deverão produzir ainda um relatório com as principais conclusões e um documento de representação do evento na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas 2022 (COP-22) a ser realizada no Egito em novembro deste ano. 

Resumo do primeiro painel 

Plano de ação: Redução de custos por meio da reforma tributária.  

Principais medidas 

  • Pactuar as premissas da reforma; 
  • Implantar a PEC 110; 
  • Reduzir a carga fiscal; 
  • Simplificar tributação; 
  • Reequilibrar a carga reduzindo o da produção e elevando a do Capital; 
  • Envolver toda cadeia de produção; 
  • Desonerar a folha; 
  • Transparência; 
  • Melhoria do ambiente de negócios. 

Resumo do segundo painel 

Plano de ação: Redução do desperdício por meio do ‘best before’ 

  • Principais medidas 
  • Preparar o “roadmap” regulatório; 
  • Estudos técnicos; 
  • Unificação dos rótulos; 
  • Campanha institucional; 
  • Campanha educacional; 
  • Conscientizar institucional e tecnicamente o Ministério da Segurança e o PROCON; 
  • Estudo técnico das categorias e produtos; 
  • Revisão do Código de Defesa do Consumidor; 
  • Entendimento entre SENACON, ANVISA, Economia, Agricultura e Cidadania; 

Resumo do terceiro painel 

  • Plano de ação Consumo consciente por meio da Economia Circular 
  • Principais medidas 
  • Inovação nas embalagens (100% recicladas / PET Retornável / Refil); 
  • Design da logística reversas; 
  • Ampliação e descentralização da rede de coleta; 
  • Educação ambiental e de engajamento do consumidor; 
  • Campanha institucional de comunicação e conscientização; 
  • Gestão da ociosidade (frotas de veículos);   
  • Pilotos combinados (indústria e varejo); 
  • Modelo das embalagens dos defensivos agrícolas e latas de alumínio e de proteína animal como modelos de sucesso;  
  • Produção e preservação do meio ambiente (Potência Agro Ambiental); 
  • Conscientização da população urbana (consumidores) conheçam as práticas AGRO; 
  • Acesso ao pequeno produtor a cadeia nacional de abastecimento com acesso ao varejo; 
  • Créditos de reciclagem incluídas como políticas estruturantes; 
  • Mensurar a produção da atividade de reciclagem; 
  • Novos produtos (matérias, energia, embalagens); 
  • Cadeias colaborativas 
  • Rastreabilidade (obsolescência programada); 
  • Não geração de resíduos; 
  • Valoração do resíduo (retornável e reutilizável);    
  • Valorização dos catadores.    

Resumo do quarto painel 

  • Políticas públicas sociais estruturantes de distribuição de renda; 
  • Políticas públicas para segurança alimentar, nutricional e climáticas; 
  • Mapeamento dos pontos de desperdício (oferta) e da população vulnerável por alimentos (demanda); 
  • Georreferenciamento dos atores da Cadeia Nacional de Abastecimento com potencial de venda ou doação de excedentes com os interessados em receber e comprar cargas de alimentos de pequeno, médio e grande porte; 
  • Oferecer ambiente de segurança jurídica e de incentivo fiscal (Isenção de ICMS) aos atores responsáveis pela conexão e destinação do desperdício a favor do combate à fome; 
  • Ampliação das doações das empresas; 
  • Divulgação das iniciativas e credibilidade e confiança dos sistemas; 
  • O papel dos estoques reguladores; 
  • Mapeamento das capacidades; 
  • Transporte, logística fracionada e entrepostos de cargas para viabilizar a distribuição das doações humanitárias, vendas comerciais, vendas solidárias; 
  • Responsabilidade compartilhada.   

Resumo do quinto painel 

  • News Letter ESG da Cadeia Nacional de Abastecimento ABRAS KPMG (lançada hoje no fórum); 
  • Criação do prêmio das melhores práticas ESG do Fórum da Cadeia Nacional de Abastecimento ARAS KPMG;  
  • Engajar e formar os líderes em ESG para conhecer, priorizar e incluir o tema na estratégia da empresa; 
  • Aproveitar a capilaridade do varejo supermercadista e contato direto com os consumidores para conscientização e disseminação das iniciativas do agronegócio; 
  • Comunicação: sair do storytelling para o storydoing; 
  • Meritocracia (remuneração variável) atreladas a metas ESG;  
  • Diretriz e alinhamento com a agenda 2030 ONU (17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável); 
  • Diagnóstico de maturidade das empresas em ESG; 
  • Declarar os propósitos das empresas e seu compromisso com a sociedade; 
  • Comunicar para fora da bolha; 
  • Geração de emprego e renda. 

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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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