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Varejo

Cerca de 10 milhões de lares foram atraídos pelo autosserviço e lojas de vizinhança em 2021

De Administrador SH 24 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Conheça detalhes do terceiro Estudo Omnichannel da Kantar e os novos hábitos do consumidor

Nos últimos dois anos, consumidores e canais de compras passaram por um processo de reinvenção para se adequar à nova realidade. De acordo com a 3ª edição do relatório Winning Omnichannel Latam 2022, produzido pela Kantar, o consumidor latino está mais experiente, compra em canais diversos e seu gasto é mais fragmentado.

Novos canais se destacaram, como farmácias e lojas especializadas, além do formato atacarejo, que continua crescendo constantemente na América Latina.

No Brasil, os principais destaques no ano passado foram os canais atacarejo e pequeno varejo de autosserviço, que conquistaram maior número de novos lares.

Canais menores e de proximidade também se fortaleceram no segundo ano da pandemia no País, evidenciando que conveniência é fator de escolha do consumidor na hora de comprar.

O pequeno varejo de autosserviços conquistou 7,6 milhões de novos lares compradores em relação ao ano pré-pandemia (2019) e hoje representa o maior valor total gasto (23,6%) pelo brasileiro nos canais de compra de bens de consumo massivo. Os canais de super vizinhança também registraram boa performance, alcançando mais 1,8 milhões de domicílios compradores.

Consumidor omnichannel 

O novo comportamento de compra do consumidor exige uma adaptação do varejo, já que ele está em mais canais, atende menos o canal físico e gasta de forma mais planejada. O relatório Winning Omnichannel segmentou os perfis dos consumidores latino-americanos em três grupos de acordo com o número de canais visitados.

O comprador experiente, que consome em oito ou mais estabelecimentos durante o ano, representa 1/3 da população e 40% dos gastos de bens de consumo massivo, ou seja, contribuiu para quase 80% do crescimento pós-covid-19 na América Latina.

Nos últimos 12 meses, a transformação e digitalização dos canais levaram à mudança do varejo na América Latina. Segundo o relatório, as empresas foram forçadas a se adaptar ao modelo “figital”, mix entre os canais físicos e digitais, somado ao omnichannel.

Além disso, apostaram na relação qualidade/preço, proximidade e especialização. Em 2021, o canal atacarejo atingiu seu pico de penetração, ultrapassando a metade da população latino-americana, enquanto super e hipermercados, assim como os tradicionais, continuaram perdendo espaço. Essa perda foi absorvida pelo desenvolvimento acelerado de canais não convencionais, que tiveram forte crescimento nesse novo ambiente.

Fonte: Mercado & Consumo

24 de maio de 2022 0 Comentários
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Varejo

Rede regional anuncia CD para 5 mil pallets

De Administrador SH 24 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

A obra totalmente sustentável visa economizar recursos da natureza e facilitar o armazenamento e transporte para as unidades da companhia

Tradicional rede de Santa Maria, o Beltrame Supermercados, que conta com quatro lojas na cidade, tem agora um novo Centro de Distribuição. O local é onde são recebidos fornecedores e, posteriormente, os produtos são encaminhados às unidades para venda aos clientes.

Foram investidos R$ 22 milhões na construção do local que tem, ao total, uma área de 35 mil metros quadrados, sendo 8 mil metros de área construída, o que representa uma capacidade de armazenar 5 mil pallets com produtos.

A construção tem um conceito de consciência ambiental e otimização de custos. Toda a área construída conta com painéis solares que suprem toda a demanda de energia elétrica do Centro de Distribuição e ainda ajuda no abatimento de valores dos supermercados da rede.

A capacidade é de 1 megawatts de potência e conta com uma produção média de mais de 100.000 kw/hora mês. Também há reaproveitamento da água da chuva.

Além disso, o novo CD gerou novos empregos. Atualmente, são mais de 50 funcionários no local. Aliás, o Beltrame Supermercados emprega mais de 600 pessoas em todas as suas unidades. Inclusive, dá oportunidade para estrangeiros, cinco venezuelanos trabalham na rede.

Fonte: Naion Curcino, GZH

24 de maio de 2022 0 Comentários
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Varejo

Atacadão desembarca em região turística

De Administrador SH 24 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Local escolhido promete atrair milhares de clientes locais e também turistas de todo o país que visitam as lindas praias no entorno

Atacadão, maior atacadista brasileiro em número de lojas e com abrangência nacional, inaugurou recentemente sua primeira unidade no município de Valença, na Bahia, gerando 380 empregos diretos e indiretos. No Estado, esta é a 22ª unidade de autosserviço, onde a rede também conta com 2 atacados de entrega.

“A abertura da unidade no município reforça nosso compromisso de levar alimentação básica de qualidade aos lares dos brasileiros, proporcionando oportunidades de empregos e melhores benefícios para todos os tipos de públicos, como pequenos comerciantes e consumidores finais, além de contribuir no desenvolvimento socioeconômico do país”, afirma Marco Oliveira, CEO do Atacadão.

A nova loja conta com uma área de vendas de 3.230 m², 20 check-outs e 183 vagas de estacionamento. Além disso, para atender todas as necessidades dos consumidores, a rede também disponibiliza uma ampla variedade de produtos e marcas nos setores de mercearia, bebidas, cuidados pessoais, artigos de limpeza, frios e laticínios, incluindo líderes de mercado, produtos regionais e alternativas de baixo custo. Já na área de hortifrúti, os consumidores encontram também uma seleção de alimentos frescos e de qualidade. Há ainda produtos para casa, carro, animais de estimação e itens para festa.

Atualmente, o Atacadão tem 253 lojas pelo Brasil e 33 atacados de entrega. Na Bahia, a rede está presente desde 2002 e conta com unidades nos municípios de: Alagoinhas, Barreiras, Camaçari, Eunápolis, Feira de Santana, Ilhéus, Irecê, Juazeiro, Lauro de Freitas, Salvador, Santo Antônio de Jesus, Simões Filho, Teixeira de Freitas, Valença e Vitória da Conquista.

Serviço

Rodovia Ba 001 KM 106, n° 115, Jaqueira, Valença-Ba

Horário de funcionamento

De segunda a sábado, das 7h às 22h

Aos domingos, das 7h às 18h

Fonte: Bahia de Valor

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Varejo

Conheça o negócio audacioso para postos de combustíveis

De Administrador SH 24 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

O potencial é desafiador: dos 8 mil postos BR, só 15% têm loja de conveniência

A VEM, joint-venture entre Vibra (ex-BR Distribuidora) e Americanas, está lançando novo modelo de negócio de loja de conveniência com a rede de franquias BR Mania, presente nos postos de combustíveis do grupo.

Erguido em estrutura metálica, tipo contêiner, com paredes de vidro, opera só com máquinas de vendas automáticas (as chamadas vending machines), onde a compra e o pagamento são feitos pelo próprio cliente numa máquina ou por aplicativo.

Inédito no mercado de conveniência em postos de combustíveis, o modelo foi batizado de Clic BR Mania, submarca da BR Mania e exclusiva para os espaços que vão funcionar com o novo conceito. O potencial de expansão é grande: dos 8 mil postos BR, só 1.200 têm loja de conveniência.

“Essa solução de operação faz parte dos nossos esforços para transformar a conveniência como vemos hoje. A Clic BR Mania é uma oportunidade de se ter um negócio com baixo custo e facilidade operacional, principalmente para postos de combustíveis com potencial, pouco espaço físico e que precisam oferecer conveniência aos clientes”, diz Natália Cid, CEO da VEM Conveniência.

O modelo prevê espaço de 20 metros quadrados com mix de cerca de 150 produtos, entre sanduíches, snacks e máquina de café. Neste primeiro ano serão feitos testes com fornecedores e tecnologias, com a meta de implementar a loja em postos com pouco espaço e baixo potencial para lojas padrão. A empresa deve iniciar o modelo com duas lojas-piloto e, depois disso, definir o preço inicial de investimento.

Fonte: Pense Grande, O Globo

24 de maio de 2022 0 Comentários
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Varejo

Grupo amplia conexão com cervejarias artesanais

De Administrador SH 24 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Produtos de microcervejarias que caíram no gosto do cliente geram boas margens com o alto valor agregado

Com o mote “Verdadeiros gigantes nos quesitos qualidade e sabor”, o Pão de Açúcar lança esta semana o Especial de Microcervejarias, válido até 12/6. A revista, que conta com versões impressa e digital, apresenta a história das cervejarias participantes, descrição dos principais rótulos, além de explicar o processo de produção nas cervejarias artesanais, enaltecendo a categoria e abrindo as portas para os amantes de cerveja. A revista impressa está disponível em todas as lojas da rede e a digital, no link: https://folhetos.paodeacucar.com/especiais/microcervejaria/index.html.

“Queremos celebrar a grandiosidade das microcervejarias e a cultura cervejeira do Brasil, que é tão rica. O Pão de Açúcar foi pioneiro no grande varejo em abrir as portas e oferecer rótulos exclusivos para os consumidores, desenvolvendo a categoria há mais de 10 anos, quando percebemos o interesse crescente dos clientes e passamos a identificar e encontrar rótulos. O Especial de Microcervejarias é mais uma forma de fortalecer o relacionamento com as Microcervejarias, fortalecer o segmento e fomentar que cada vez mais fornecedores possam se desenvolver e trazerem seus olhares únicos e inovadores para o mercado nacional”, comenta Cleia Marquardt, Gerente de Marketing do Pão de Açúcar.

O especial conta com 6 microcervejarias participantes: Avós, Three Monkeys Beer, Lauven, Dama, Madalena e Hocus Pocus. A proposta é aumentar a visibilidade do segmento e incentivar mais consumidores a conhecerem e provarem novos sabores e cervejarias. O Especial de Microcervejarias é válido para lojas do Pão de Açúcar de todo Brasil, e-commerce (www.paodeacucar.com) e aplicativo Pão de Açúcar Mais. Como um incentivo extra, os rótulos das Microcervejarias participantes terão 10% de desconto, mediante ativação da oferta no app, durante o período do Especial.

Com o Especial de Microcervejarias, o Pão de Açúcar reforça o seu estímulo à valorização dos pequenos produtores nacionais, trazendo para os seus clientes uma oportunidade especial para conhecer toda a diversidade, a qualidade e a originalidade das cervejas artesanais que são produzidas em solo brasileiro e, muitas vezes, acabam não encontrado espaço no varejo. A iniciativa também ressalta o pioneirismo da rede em trazer produtos exclusivos para os consumidores, além de estimular uma cadeia de produção em alta no mercado nacional.

“Também vale destacar que a categoria de cervejas é uma alavanca importante para um dos pilares do Pão de Açúcar, que é o protagonismo feminino. Ano passado, lançamos a campanha ‘Ela Faz a Cerveja Dela’, que trazia o tema para o universo cervejeiro e destacava o papel e a força das mulheres no setor. Sabemos que é essencial continuarmos apoiando e exaltando o papel fundamental de liderança feminina na transformação de diferentes contextos e mercados”, comenta Cleia.

As marcas selecionadas para o Especial de Microcervejarias do Pão de Açúcar apresentam uma grande variedade de opções da bebida. Conheça todas:

AVÓS

Um neto e bisneto teve a sorte de conviver com Maria, Dinah, Joaquina e duas Antônias. Em 2016, ele fundou uma cervejaria artesanal exclusivamente de Lagers que levam os nomes de suas avós e bisavós e, hoje, a cervejaria é referência no mercado de cervejas artesanal.

THREE MONKEYS BEER

Com o objetivo de quebrar barreiras e revolucionar o mercado brasileiro de cerveja artesanal, a marca foi criada em 2013 e já possui mais de 100 receitas criadas. mãos, cabeças e corações como elementos que constroem diariamente a cervejaria carioca com espírito global.

LAUVEN

Pioneira no uso de realidade aumentada em suas cervejas e comandada por uma mulher, a cervejaria tem rótulos com temas místicos. Fundada em 2015 em Piracicaba, interior de São Paulo, a marca hoje representa que lugar de mulher é onde ela quiser, inclusive fazendo cerveja.

DAMA

Com 12 anos de existência, a cervejaria é referência nacional em cerveja artesanal de qualidade. Com o objetivo de possibilitar que cada vez mais pessoas descubram novos caminhos para ingressar no universo cervejeiro, a cervejaria é rica em história e tradição.

MADALENA

Completando 10 anos este ano, a marca tem como pilares o respeito ao tempo e ao processo de produção de suas cervejas. Sem adição de aditivos químicos, a cervejaria traz o que há de melhor no mercado com um sabor inconfundível.

HOCUS POCUS

O nome da cervejaria é uma expressão usada em encantamentos mágicos da Idade Média para criar feitiços. A cervejaria, criada em 2014, busca pela transcendência da cerveja artesanal focando em experiências sensoriais com seus rótulos

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Varejo

Conheça a nova tacada do Tenda para acelerar os negócios

De Administrador SH 24 de maio de 2022
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Na batalha dos atacarejos, estratégia da empresa promete agitar a concorrência e atrair grande clientela

O Tenda Atacado, empresa referência no atacado e varejo de autosserviço, lança mais uma novidade para seus clientes: todas as compras realizadas com o Cartão Tenda, seja em lojas físicas ou no e-commerce, sairão pelo preço de atacado a partir de uma unidade.

“Com este serviço, conseguimos nos aproximar dos consumidores finais que buscam por preços mais baixos e vantagens oferecidas pelo atacarejo, sem precisar comprar em grandes quantidades”, explica Celio Lopes, Diretor de Serviços Financeiros do Tenda Atacado.

Com o Cartão Tenda, os clientes ainda têm acesso a ofertas exclusivas em compras nas lojas físicas, no e-commerce e no televendas e em mais de 14 milhões de estabelecimentos credenciados Elo.

Além disso, os clientes podem pagar as compras em até 45 dias, parcelar as compras de itens de bazar e pneus sem juros e contam com assistências exclusivas, como seguro Bolso Protegido, Casa Protegida e Vox Saúde. Os consumidores do Cartão têm 10% de desconto em todas as compras feitas nas lanchonetes Tenda Atacado.

Para contratar o cartão, basta acessar o site do Cartão Tenda (Link) ou solicitar pelo telefone e/ou whatsApp (11) 4001-0040.

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Varejo

Assaí foca em bairros bem localizados para captar clientela das classes A e B

De Administrador SH 24 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

A inflação e busca por descontos de todas as famílias faz grupo redirecionar estratégias com as lojas centrais do Extra adquiridas pela companhia

Até pouco tempo atrás a imagem típica de um supermercado do tipo atacarejo era de uma loja com iluminação fraca, empilhadeiras com produtos largadas pelos corredores, fardos imensos de caixas de leite, pacotes de feijão ou latinhas de cerveja espalhados pelo chão e aquela sensação de pouca variedade de marcas no ambiente.

A depender da vontade do Assaí, segunda maior bandeira de varejo dedicada ao atacarejo no Brasil, com receitas de 45 bilhões de reais no ano passado, esse jeitão ficou definitivamente no passado. Um bom exemplo disso vem de uma das maiores lojas da rede, localizada no bairro de Aricanduva, na zona leste de São Paulo, com mais de 8.000 metros quadrados.

Ali, o cliente encontra corredores espaçosos como os de um supermercado de bairro nobre. A lâmpada de fato ilumina os rótulos dos produtos à venda. Uma cafeteria permite um descanso em meio às compras. O sortimento da loja chega a 9.000 produtos — 30% acima do patamar de oito anos atrás. Nos momentos de reposição com empilhadeira, o corredor inteiro é isolado para evitar transtornos. A fila está grande? Os atendentes têm um aparelho portátil para agilizar o check-out já na fila. Faltou um item? O mesmo aparelho rastreia o estoque em busca de opções para não deixar o cliente na mão.

A loja do Aricanduva está longe de ser uma exceção no Assaí. Na Barra da Tijuca, bairro nobre do Rio de Janeiro, uma unidade aberta em dezembro do ano passado vai além: ela também tem açougue com carnes nobres, corredor de vinhos, empório de frios e seção de importados. Na inauguração, o campeão de vendas foi o uísque Blue Label Johnnie Walker — cada garrafa custa 750 reais.

Com essas melhorias, e uma ajudinha da inflação, responsável por empurrar muitos consumidores de classe média aos atacarejos antes procurados somente por clientes com renda mais curta, esse tipo de varejo focado em vendas promocionais, e o Assaí em particular, tem ganhado cada vez mais espaço num público mais abastado disposto a economizar sem abrir mão de uma boa experiência de compra. “Quando melhoramos a ambientação e ampliamos o sortimento de produtos, conseguimos quebrar a barreira de resistência das classes mais elevadas com o modelo do atacarejo”, diz Belmiro Gomes, presidente do Assaí há 11 anos.

O avanço para atingir esse público ganhou um reforço em outubro do ano passado com a compra pelo Assaí de 70 pontos comerciais da bandeira Extra Hiper, até então do Grupo Pão de Açúcar, num negócio de 5,2 bilhões de reais. Boa parte das unidades fica em bairros adensados (e valorizados) de grandes capitais, onde encontrar um terreno para erguer do zero um atacarejo do tipo operado pelo Assaí seria missão quase impossível. As lojas estão nesses locais há décadas.

Com isso, a rede ataca um dos maiores gargalos para o avanço dos atacarejos entre o público de maior renda: a localização. Após as conversões, o ­Assaí vai estrear em bairros nobres, como os arredores do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, e o Belvedere, em Belo Horizonte. “Estamos avançando na última fronteira do atacarejo, que não é o Amapá ou o Acre, e sim as regiões mais adensadas das grandes capitais”, diz Gomes.

O Assaí corre para fazer as conversões quanto antes. Atual­mente, são 40 unidades em obras, algumas delas complexas. Apesar de os espaços já abrigarem hipermercados, em tese uma operação parecida com a de um atacarejo, a reforma exige mudanças estruturais do chão ao teto. A maior delas é no reforço do piso. Num atacarejo, o chão precisa suportar até 4 toneladas de produtos por metro quadrado — quase quatro vezes acima do usual num supermercado comum. Caso contrário, pode ceder com o peso de tantos produtos empilhados.

Por isso, o solo carece de pelo menos 20 centímetros de concreto. Feita em 2016, a conversão de uma loja do Extra Hiper em São Vicente, no litoral paulista, exigiu um reforço de mais de 1.000 estacas no solo. Embora complexa, a obra traz bons resultados. As lojas convertidas a Assaí quando a marca ainda fazia parte do Grupo Pão de Açúcar, em média, triplicaram as vendas após a mudança de bandeira. “A produtividade das lojas do Assaí é a maior do setor”, diz Lívia Rodrigues, analista de research da Ativa Investimentos. “Acreditamos que a conversão será positiva, com expansão do faturamento de forma rápida.”

Ao atender com mais força as classes A e B, o nó do Assaí daqui para a frente será manter seu diferencial: preços baixos. A compra no atacarejo é, em média, de 10% a 15% mais em conta do que num supermercado comum. Ao operar em bairros nobres e investir num serviço mais gourmetizado, o risco é deixar a operação mais cara. “O desafio é melhorar a experiência no sortimento de produtos e, ao mesmo tempo, manter o preço inferior ao de outros canais do varejo”, diz Roberto Butragueño Revenga, diretor da consultoria de varejo Nielsen IQ. “Essa será a grande questão do atacarejo nos próximos anos.”

Por isso, o Assaí tem no controle de custos uma obsessão. O estoque das lojas, em média com 2.000 metros quadrados, comporta vendas para até 30 dias. Assim, a rede economiza na logística da mercadoria entre o centro de distribuição e a loja em si. Com 217 unidades, o Assaí tem somente quatro centros de distribuição, dedicados basicamente às primeiras lojas da rede, menores que as demais. As mais recentes são abastecidas diretamente pelos fornecedores.

Em outra ponta, o Assaí lançou mão de alternativas para melhorar a experiência de compra sem elevar custos. As lojas têm fachadas de vidro para facilitar a entrada de luz solar e a iluminação é feita com lâmpadas LED, mais econômicas. Em sete lojas a energia vem de miniusinas solares instaladas nelas mesmo. O ar-condicionado é do tipo termoacumulador, mais econômico.

O piso usa um concreto polido, que dispensa grandes manutenções. Tudo isso colocou o custo operacional de uma loja Assaí em 9% da receita média gerada pela unidade. Num hipermercado, a fatia supera 20%. Além de manter os preços baixos para os recém-chegados ao atacarejo, o esforço para domar custos é fundamental para fidelizar o cliente pessoa jurídica: até 50% das vendas vão para donos de pequenos mercadinhos de bairro, bares, restaurantes e lanchonetes, um público para o qual a economia é questão de sobrevivência do negócio.

Os esforços para manter a essência do atacarejo colaboraram para um ritmo de expansão acelerado no Assaí. A receita cresceu, em média, 25% ao ano nos últimos cinco anos. No período, o lucro triplicou: hoje está em mais de 1,6 bilhão de ­re­ais. A bonança coincidiu com uma presença física maior. O número de lojas saltou de 126 para 212 em 2021 e para 217 no primeiro trimestre de 2022. Só em 2021, foram 28 lojas novas. Para este ano, a meta é abrir mais 50, das quais 40 serão conversões de hipermercados Extra a serem inaugurados com a bandeira Assaí no segundo semestre. É um recorde na história da rede.

Fundado na zona leste de São Paulo pelo empresário Rodolfo Jungi Nagai, comerciante local com experiência na venda de alimentos e bebidas, o negócio tinha 14 lojas quando o Grupo Pão de Açúcar adquiriu 60% da empresa, em 2007. Em três anos, a varejista fundada pela família Diniz comprou a empresa toda. Em 2011, Belmiro Gomes assumiu como CEO após 22 anos no Atacadão, maior rede de atacarejo do país, atualmente controlado pelo Carrefour. Com a chegada de Gomes, o Assaí passou a trabalhar com o modelo de lojas maiores e mais atraentes. Trata-se de um modelo aperfeiçoado com o tempo — as lojas recentes estão na 18a versão.

De lá para cá, a rede abriu unidades em 24 estados e ficou maior que a própria bandeira Pão de Açúcar. Hoje são mais de 65.000 funcionários. Para garantir uma presença relevante mesmo longe da sede, na capital paulista, o jeito foi adotar um modelo de gestão por regionais. Atualmente são 11 equipes dedicadas às ­áreas comercial e de marketing em suas regiões. O sistema garante, por exemplo, que o sortimento de produtos e ofertas esteja alinhado com o desejo de consumidores em cada praça com presença da rede. “Concorremos com as redes locais, então preciso ter uma visão local para anunciar aos clientes de lá”, diz Anderson Castilho, vice-presidente de operações do Assaí.

Em 2017, o Assaí se tornou a bandeira de maior faturamento do Casino, grupo francês controlador do Grupo Pão de Açúcar, o que levantou a discussão sobre a separação dos negócios. A divisão foi concretizada em março do ano passado, e o Assaí passou a ser negociado na B3 com a sigla ASAI3. O Casino permaneceu como controlador das duas empresas.

Hoje o Assaí vale cerca de 20 bilhões de reais na bolsa brasileira, enquanto o Grupo Pão de Açúcar vale 5,7 bilhões de reais. Agora independente, o Assaí ganhou agilidade na tomada de decisão e foco em seu modelo de negócios, vantagens em relação aos concorrentes. O Atacadão, o maior do setor, com 250 lojas e receita de 59 bilhões de reais, está sob o guarda-chuva do Carrefour, dono de diversas bandeiras e com atuação em hipermercados, supermercados e mercados de conveniência.

Outros players menores também seguem esse modelo, como é o caso do Max Atacadista, parte do grupo Muffato, um dos principais do Paraná, e do Mix Mateus, do Grupo Mateus, com presença forte no Nordeste. O Assaí não pretende entrar em outros modelos de mercado por ora, e vai focar em continuar a crescer no que já sabe fazer bem.

Operar só no modelo de atacado é vantajoso em um período de inflação alta, porém pode ser menos atraente em períodos de economia mais mansa, quando o consumidor pode buscar mais conveniência do que preço. “Em um momento de inflação alta, o consumidor olha demais para o preço. Se os preços ficarem mais estáveis, ele poderá voltar a comprar mais no mercado de bairro”, diz Jéssica Costa, sócia da consultoria de varejo AGR Consultores.

A aposta do Assaí é que, com uma rede mais próxima do consumidor e uma experiência de compra positiva o suficiente, a rede vai se manter na rota de compras do cliente, mesmo daquele com maior poder aquisitivo. Para isso, além da expansão de lojas, a rede tem avançado, de forma ainda tímida, nas vendas online. Recentemente, fechou parcerias com os apps de delivery Rappi e Cornershop para entregas de produtos comprados nas lojas. É uma forma de fazer frente à concorrência crescente de grandes players do comércio eletrônico, como a varejista Amazon. A direção do Assaí, contudo, tem alguma clareza de onde quer chegar.

A meta é ser como a rede americana Costco, que funciona no modelo de assinatura e vende para diferentes classes sociais nos Estados Unidos. Com mais de 800 lojas em 11 países, a rede teve 192 bilhões de dólares em vendas em 2021, um crescimento de 18% em relação a 2020. O setor de cash & carry (nome em inglês para “atacado de autosserviço”, outro nome do atacarejo) vem crescendo no Brasil e no mundo. Por aqui, o segmento quase dobrou de tamanho nos últimos cinco anos, e movimentou 99,6 bilhões de reais em 2021, segundo dados da Euromonitor. Para 2026, a expectativa é chegar a 145 bilhões de reais. Atualmente dois terços dos domicílios brasileiros compram no atacarejo, e 21,5% dos lares das classes A e B já usam o modelo, segundo dados da Nielsen IQ.

O momento de alta tem acirrado a disputa por território entre as grandes redes do país, em especial Atacadão e Assaí. Enquanto o Assaí aposta nas lojas do Extra para alavancar seu crescimento, o Atacadão fez algumas aquisições recentes importantes: em 2020, comprou 29 lojas do Makro, por 1,96 bilhão de reais, e em março de 2021 seu controlador Carrefour comprou o Grupo Big, por 7,5 bilhões de reais. Ambas as redes projetam um faturamento de 100 bilhões de reais para 2024. Nos últimos anos o ritmo de crescimento do Assaí foi mais rápido, mas ainda assim o Atacadão vem mantendo a dianteira. Apostar no atacarejo classe A é parte da estratégia do Assaí para virar esse jogo. 

AS FORTALEZAS DO ASSAÍ

LOGÍSTICA

O que a empresa faz: tem poucos centros de distribuição, apenas para as lojas mais antigas, que são menores. Nas demais, os produtos são entregues diretamente pela indústria. Para manter essa operação,

o Assaí possui grandes estoques em cada loja

O resultado: grandes estoques nas lojas, gerando economia na logística, pois não é preciso fazer o transporte dos produtos entre o centro de distribuição e as lojas

ENERGIA

O que a empresa faz: o sistema de ar-condicionado das lojas usa termoacumulador, mais eficiente do que o sistema comum; as lojas novas têm fachada de vidro, beneficiando a iluminação natural, além de iluminação 100% com lâmpadas LED. O Assaí também tem sete usinas solares fotovoltaicas para a geração de energia

O resultado: redução do custo de operação das lojas — as despesas operacionais são, em média, menos de 10% da receita das lojas — e alinhamento com metas de sustentabilidade

GESTÃO AMBIENTAL

O que a empresa faz: possui 11 diretorias regionais, que cuidam localmente das compras, de operações e de marketing, o que faz com que essas áreas sejam descentralizadas na rede

O resultado: as lojas possuem produtos e marcas típicos de suas regiões e conversam melhor com os fornecedores e consumidores locais, além de terem agilidade para tomar decisões

Fonte: Mariana Desidério, Exame

24 de maio de 2022 0 Comentários
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Varejo

Nestlé compra Puravida com portfólio de orgânicos e clean label

De Administrador SH 24 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Empresa de alimentos e suplementos naturais premium viu seu faturamento crescer muito no ano passado

A operação brasileira da fabricante de alimentos Nestlé anunciou a compra da Puravida, empresa de alimentos e suplementos naturais. O valor da aquisição não foi divulgado. A aquisição foi feita pela Nestlé Health Science (NHSc), unidade de negócios nutrição e suplementos da companhia.

De acordo com Monica Meale, executiva que comanda a NHSc, o negócio possibilitará a unidade expandir seu portfólio de saúde no Brasil. Atualmente a NHSc já oferece suplementos nutricionais orais, proteínas em pó e bebidas nutricionais prontas para beber. “Essa é uma transformação de portfólio para cada vez mais a Nestlé se consolidar como uma empresa de nutrição.”

A Puravida produz alimentos orgânicos, naturais e à base de plantas, bem como suplementos nutricionais “clean label” (produtos com alimentos naturais e sem inclusão de aditivos). Em 2021, o faturamento da companhia cresceu 42%, para R$ 295 milhões.

A expectativa é de que o crescimento de receita neste ano seja de 45%, diz Adrian Franciscono, presidente e sócio da empresa. O objetivo é ampliar sua atuação no mercado de vitaminas, minerais e suplementos, segmentos em amplo crescimento no país.

A companhia fundada por Flávio Passos em 2015, a partir de sua experiência pessoal — na adolescência, o empresário teve problemas de saúde relacionados ao consumo de ultraprocessados e alimentos ricos em açúcar e gordura. Em 2020, Aqua Capital tornou-se acionista e apoiou o crescimento e a transformação da empresa.

A expectativa dos executivos da Puravida, uma empresa nativa digital, é de que a união com a Nestlé traga a expertise da companhia na presença da marca nos pontos de venda, conta Franciscono. Atualmente o portfólio da Puravida tem 160 itens.

A aquisição é integral, mas a Puravida seguirá com operação independente, segundo Marcelo Melchior, presidente da Nestlé Brasil. A Puravida manterá o nome e com a gestão. A aquisição ainda depende de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e a estimativa é de que a operação entre em vigor ainda no segundo semestre de 2022. “Aquisição não é uma estratégia na Nestlé, mas aquisição vem para acelerar uma estratégia. Esse é um segmento muito relevante e essa transação é uma forma de acelerar.”

Marcelo Melchior, CEO da Nestlé Brasil, considera um passo importante para o avanço em inovação e tecnologia em nutrição. “Esta é uma grande oportunidade para ampliar nossa presença em uma categoria que cresce globalmente a partir de marcas consolidadas”.

Os produtos de ambas são complementares. A Nestlé Health Science oferece suplementos nutricionais orais, proteínas em pó e bebidas nutricionais prontas para beber. Já a Puravida, que começou em 2015, em São Paulo, tem um portfólio com alimentos orgânicos, naturais e à base de plantas, suplementos nutricionais, óleos essenciais e produtos de beleza veganos.

Monica Meale, executiva responsável por Nestlé Health Science para a América Latina diz que a união da experiência que ambas carregam resultará em mais inovações. “Nossa presença no varejo abrirá novas oportunidades para o crescimento de Puravida e nossa forte rede junto aos profissionais de saúde ampliará a presença da marca”.

Fonte: Valor e O Globo

24 de maio de 2022 0 Comentários
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Varejo

Colaboradores trans e travestis da Ambev têm apoio de equipe jurídica

De Administrador SH 24 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Em missão ESG, companhia também vai fazer doação para ONG que atende pessoas LGBTQIA+

A Ambev contratou um advogado especializado para ajudar seus funcionários trans e travestis a retificarem seus nomes em documentos oficiais.

A iniciativa faz parte do projeto “Me chame pelo meu nome (e pronome também)” e vai atender de forma gratuita todos os empregados que solicitarem a troca.

Hoje, a Ambev tem mais de cem funcionários trans.

A campanha produziu um guia para apoiar esses trabalhadores durante a jornada na empresa.

Haverá também uma doação para a Casa Neon Cunha, ONG que atende pessoas LGBTQIA+, para que outras pessoas trans de fora da empresa e em vulnerabilidade possam ter o processo de mudança de nome facilitado.

Fonte: Painel S.A., Folha SP

24 de maio de 2022 0 Comentários
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Varejo

Empresária aposta em supermercado autônomo

De Administrador SH 23 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Cidade com 200 mil habitantes de alto IDH recebe primeira loja aberta 24 horas

Simples, seguro e eficiente. Essa é a promessa da HouSeStock, primeiro mercado 100% autônomo de Criciúma inaugurado recentemente sob liderança da empresária Mayara Francisco Guedes, proprietária e idealizadora do projeto. A novidade permite também receber em casa pedidos feitos pelo WhatsApp e iFood.

A loja, localizada na rua Álvaro Catão, no bairro Santa Catarina, é um protótipo de unidades disponíveis para instalação em condomínios verticais e horizontais, empresas com mais de 300 funcionários e universidades. Mayara explica que a loja em Criciúma, a primeira HouSeStock, é a segunda em Santa Catarina 100% autônoma.

“A gente arriscou abrir a primeira loja de rua neste modelo, que é a segunda em Santa Catarina para atendimento ao público de forma autônoma. A primeira é em Balneário Camboriú, que é de uma franquia. O nosso principal objetivo é implantar várias unidades dentro de condomínios, empresas e universidades. É uma nova experiência que estamos oferecendo e quero deixar o convite para empresas conhecerem o projeto para implantar uma de nossas unidades”, afirma.

De acordo com Mayara, a Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc) avalia a possibilidade de implantação da loja no câmpus. Além do mais, a pretensão em 2022 é abrir uma loja por mês a partir de julho. “Existe uma demanda de implantação e nosso objetivo é estar em todos os lugares. Temos a possibilidade de estar dentro da Unesc, a proposta está na mesa da diretoria e estão avaliando”, conta.

A assessoria jurídica da empresa é feita pelo advogado especialista em direito empresarial e imobiliário, Mailon Mateus Francisco. Ele conta que os contratos são acessíveis e de fácil entendimento para que os clientes se sintam seguros em contar com a HouSeStock. “Estamos em contato inicial com síndicos de condomínios, o negócio está sendo cotado e o escritório preparou um contrato bem claro para deixar tranquilos, para todos entenderem as cláusulas e ficarem bem seguros”, explica.

Simples e seguro

Para comprar na loja física é necessário baixar o aplicativo HouSeStock, disponível nos sistemas Android e iOS, e efetuar o cadastro. Para acessar a loja, é necessário escanear o QrCode das portas, que contam com sistema de intertravamento. Dentro do ambiente existem duas opções: o cliente efetua a seleção dos produtos e o pagamento por meio do aplicativo ou se preferir utiliza o ponto de autoatendimento onde passa os produtos e efetua o pagamento no cartão de crédito ou débito.

“É um ambiente monitorado por alarme e câmeras. Tendo o cadastro, vai ter acesso ao estabelecimento. Dentro da loja não tem atendente, vamos trabalhar em outro espaço. Por delivery atendemos pelo próprio WhatsApp e iFood. Já estamos desenvolvendo para atender pelo próprio aplicativo. Acredito que no próximo semestre consigamos fazer essa liberação. É uma semente no coração de Criciúma”, acredita a proprietária.

Empreendedorismo

Idealizadora do projeto, Mayara explica que a ideia surgiu durante a pandemia do novo coronavírus. Ela já atuou na área comercial de uma distribuidora em Forquilhinha e também em uma multinacional em Criciúma.

Durante a quarentena, despertou para a necessidade de empreender e encontrou, com auxílio do marido, a ideia no ramo da alimentação.

“Quando começou a pandemia e precisei me desligar, fiquei em casa, mas sou ligada no 220. Então surgiu a necessidade de voltar à ativa, passou os primeiros seis meses de pandemia, me sentia desatualizada, foi quando comecei a pesquisar por algum negócio. Eu queria empreender, mas não sabia o quê. Quando surgiu a questão do mercado com autonomia, encaminhada pelo meu marido, vi que era o que eu queria”, explica.

A HouseStock fica aberta 24 horas. Já os pedidos pelo WhatsApp podem ser feitos até as 15 horas, com entregas restritas neste primeiro momento para a região Central de Criciúma e sem cobrança de taxa. O pedido mínimo é de R$ 100. Fonte: Thiago Hockmüller, Engeplus

23 de maio de 2022 0 Comentários
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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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