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ESG

JBS evolui ano a ano em ranking global de ESG

De Administrador SH 3 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Segunda maior empresa global de alimentos está no caminho de cumprir suas metas ambientais

Quatro empresas brasileiras foram listadas na quarta edição do ranking Coller Fairr Protein Producer Index, que avalia 60 companhias globais de capital aberto ligadas à produção de alimentos à base de carnes, peixes e lácteos em relação a critérios sustentáveis. A lista é liderada por duas empresas norueguesas de aquicultura: Mowi e Grieg Seafood. Completa o “top 3” a canadense Maple Leaf.

A brasileira JBS, segunda maior empresa global de alimentos e líder no setor de proteína, registrou uma pontuação geral de 57% no ranking, ficando na 11ª posição.

A pontuação geral da companhia vem evoluindo de maneira consistente ano após ano, partindo de 38% na edição inaugural do índice, em 2018, passando para 39% em 2019, 51% em 2020, e chegando aos 57% na edição de 2021.

“A evolução da nota da JBS ano após ano reflete a prioridade que as questões ESG vêm recebendo na companhia”, destaca Márcio Nappo, diretor de Sustentabilidade da JBS. “A sustentabilidade, definitivamente, passou a ser a nossa estratégia de negócios. Assumimos o compromisso de ser Net Zero até 2040, e estamos focados em ações para reduzir emissões em toda a nossa cadeia de valor. Muitos desses desafios são setoriais, por isso é importante também ver a melhora das demais empresas”.

Segundo a lista, atualmente 52% das empresas são categorizadas como “alto risco”, em comparação com 63% em 2020. As demais brasileiras presentes na lista são Marfrig, BRF e Minerva.

Inovações para um setor mais sustentável

Um dos pontos destacados pelo Coller Fairr Protein Producer Index é a inovação em rações. Com os preços desse tipo de alimento atingindo o valor máximo dos últimos oito anos, nove empresas de carne, peixe e laticínios estão investindo em ingredientes ou produção sustentável para reduzir o risco de suas cadeias de suprimentos.

O index cita a britânica Cranswick, que está testando ração à base de proteína de insetos, ervilhas e feijões, e a JBS, que fez parceria com a DSM, com sede na Holanda, para implementar um aditivo alimentar para reduzir as emissões de metano da digestão em vacas.

O índice também destaca a inovação em proteínas alternativas, reforçando que quase metade (28/60) das empresas listadas agora atua nessa frente, em comparação com apenas um quarto (15) em 2019.

Sete empresas de carne relatam investimentos em carne cultivada. A Thai Union, da Tailândia, por exemplo, formou parcerias com a startup de carne cultivada Aleph Farms e a startup de frutos do mar cultivados BlueNalu. Já a JBS entrou recentemente no setor com um investimento de 100 milhões de dólares na aquisição de uma empresa espanhola de carne cultivada e um centro de pesquisa e desenvolvimento com esse mesmo foco.

“Esta aquisição reforça nossa estratégia de inovação, desde como desenvolvemos novos produtos até como comercializamos, para atender à crescente demanda global por alimentos”, comentou em nota Gilberto Tomazoni, CEO Global da JBS. “Unindo o conhecimento tecnológico com nossa capacidade de produção, seremos capazes de acelerar o desenvolvimento do mercado de proteína cultivada.”

Na pecuária, parceria da JBS com a holandesa DSM usa aditivo alimentar para reduzir as emissões de metano da digestão em vacas 

Fonte: Exame

3 de fevereiro de 2022 0 Comentários
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Varejo

Ambev inova e amplia portfólio, mas ritmo das vendas perde força

De Administrador SH 3 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

No processo de transformação estrutural, companhia aprendeu a ouvir mais o cliente e investiu em tecnologia

Apesar dos resultados animadores que a Ambev vem apresentando desde o início da pandemia, há sinais de que o ritmo de vendas começou a perder força. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que a produção de bebidas alcoólicas e não alcoólicas recuou, respectivamente, 9% e 11% no último trimestre de 2021, na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Tudo indica que o setor começa a sentir a perda do poder de compra do consumidor decorrente da alta da inflação, além de ter sofrido com as condições climáticas do fim de 2021, com mais dias frios do que o esperado para a época.

Na Ambev, esse cenário deverá fazer o volume de vendas de cerveja cair 5% no quarto trimestre de 2021, em relação ao quarto trimestre de 2020, de acordo com projeções da XP. A casa, no entanto, estima uma alta de 10% nos preços, o que resultará em um aumento de 5% na receita do período.

Além dessa desaceleração do setor, outro desafio para a fabricante de bebidas é recuperar suas margens em meio a uma pressão de custos. A margem Ebitda (um indicador de lucratividade operacional da empresa, obtido ao se dividir o Ebitda pela receita líquida) da Ambev era de 47,5% em 2015 e chegou a 37% em 2020. Segundo as estimativas do BTG, esse número caiu para 33% no ano passado e vai recuar para 31,9% em 2022.

Pressões

Para analistas, apesar do recuo, o número ainda é bom, mas a diferença entre a margem da Ambev e a das concorrentes diminuiu nos últimos anos. Com a alta dos preços das matérias-primas, como alumínio e trigo, e a depreciação do real (parte dos custos da Ambev é em dólar), a tendência é de que a companhia não consiga reverter a tendência de queda na margem no curto prazo.

O diretor financeiro da empresa, Lucas Lira, admite que a rentabilidade do negócio está sob pressão, mas lembra que isso tem ocorrido devido a fatores que estão fora do controle da Ambev. De acordo com ele, a única forma de responder a isso é elevando as receitas.

“Não tem uma solução mágica. Nosso ‘mood’ (humor) é de recuperação, e essa recuperação é puxada pelo crescimento da receita por conta da nossa estratégia comercial”, afirma o executivo.

Apesar de a estratégia comercial ser considerada acertada, o desafio pode se tornar ainda mais difícil neste ano se a desaceleração nas vendas observadas no fim de 2021 se prolongar, alerta um analista do mercado.

‘Hoje, partimos de quais são as dores dos clientes’, diz diretor da Ambev

Segundo Lucas Lira, companhia aprendeu a ouvir seus consumidores; ele diz ainda que Ambev ousou antes da chegada da pandemia, investindo em tecnologias que se mostraram essenciais

Colocar o cliente no centro do negócio e desenvolver as estratégias a partir das necessidades dele foi chave para a Ambev conseguir se recuperar da estagnação que vinha vivendo desde 2016, diz o diretor financeiro e de relações com investidores da empresa, Lucas Lira. “Aprendemos que era essencial ouvir mais o cliente e o consumidor para desenvolver produtos e serviços que ajudem no negócio.”

Outra lição desses anos difíceis, diz o executivo, é a necessidade de ousar. Segundo ele, a empresa ousou antes da chegada da pandemia investindo em tecnologias que se mostraram essenciais durante a quarentena. Confira, a seguir, a entrevista. 

Quais fatores fizeram a Ambev se recuperar?

Estamos passando por uma transformação estrutural. Isso leva tempo. De 2019 para cá, começamos a trilhar um caminho que acreditamos que pode ser muito bom. Primeiro, resolvemos nos abrir mais como companhia e olhá-la como parte de um ecossistema maior, que inclui revendedores, clientes, consumidores, fornecedores. Começamos a tentar trabalhar de forma mais colaborativa com esse ecossistema. Conforme ouvimos mais o consumidor e os clientes, tivemos melhores condições de desenvolver produtos e serviços que podem agregar valor. Hoje, partimos de quais são as dores dos clientes e consumidores em termos de experiência e qualidade. Tentamos desenvolver nossa estratégia com base nisso. A primeira é um portfólio de bebidas mais amplo e diverso. Não só de cerveja, mas de bebidas alcoólicas e não alcoólicas. Segundo, ouvindo os clientes, conseguimos dar um salto importante no nível de serviço na pandemia.  Terceiro, fizemos apostas em tecnologia. A plataforma Bees passou a ser não só o principal veículo de comunicação com o ponto de venda, o que nos ajuda a atender melhor e ofertar mais produtos para os clientes, como também ajuda a digitalizar o negócio do cliente, além de trazer benefícios na área de logística.  Outro exemplo: no Rio, temos um marketplace que permite que possamos oferecer para nossos clientes produtos que não são da Ambev. Temos feito parcerias com outras empresas de bens de consumo, como Camil, Pernod Ricard, Mondelez…

De 2016 até mais ou menos o começo da pandemia, a empresa teve um desempenho mais fraco. Como avalia esse período?De 2016 até mais ou menos o começo da pandemia, a empresa teve um desempenho mais fraco. Como avalia esse período?

Vou tentar responder com base nos nossos aprendizados. Número um: a gente realmente precisava se abrir mais como companhia. Dois: aprendemos que era essencial ouvir mais o cliente e o consumidor para desenvolver produtos e serviços que ajudem no negócio. Colocamos o cliente e o consumidor mais no centro. Houve algo que não foi um aprendizado propriamente dito, mas uma oportunidade que se apresentou, e a companhia tem, por enquanto, sabido aproveitar. Foi essa aposta em tecnologia que fizemos como forma de ajudar o cliente que estava com as portas fechadas e precisava encontrar uma forma de operar. O Zé Delivery (aplicativo de venda de bebidas) chegou como uma solução para que nossos clientes pudessem continuar abertos, entregando em casa. Esse tipo de solução surgiu de uma demanda real. A pandemia trouxe dificuldade para todo mundo, mas, por já estarmos investindo nessas tecnologias há alguns anos, fizemos apostas corretas e isso talvez seja um aprendizado: ousar mais.Ousamos na parte tecnológica e também na de inovação de produto. No meio da pandemia, lançamos a Brahma Duplo Malte, que chegou super bem. O produto foi desenvolvido escutando 3 mil consumidores ao mês e conseguiu estar presente em um momento em que o consumidor estava mudando seu padrão de comportamento. A Brahma Duplo Malte abraçou as lives. Isso ajudou a marca a ser conhecida.

Apesar do aumento de receita e market share, as margens da Ambev ainda não se recuperaram. Como melhorá-las diante de um cenário de alta no dólar e no preço das commodities?

O mundo que estamos vivendo está mais incerto e volátil. Isso faz com que qualquer projeção seja complicada. Por isso, no nosso processo de planejamento, passamos a trabalhar com diferentes cenários, mais ou menos conservadores. A rentabilidade do nosso negócio tem estado sob pressão nos últimos anos muito em função de fatores fora do controle, como a desvalorização cambial e a inflação de commodities. Quando a gente olha para frente, em maior ou menor grau, continuamos vendo esse desafio. Por conta disso, acreditamos que o caminho segue sendo entregar crescimento de receita sólido. Tudo que a gente vem falando – da nossa estratégia comercial, da parte de inovação, do foco em marcas “premium” e da volta do consumo do bar – tende a nos ajudar muito. É no bar que a garrafa retornável (cuja margem é maior) é campeã de audiência. Isso ajuda a recuperar rentabilidade. Acreditamos que, se continuarmos entregando o nosso plano comercial, que é o que tem feito a diferença da pandemia para cá, e esse crescimento de receita, isso deverá continuar nos ajudando a recuperar a rentabilidade do negócio. Nosso ‘mood’ (humor) é de recuperação, e essa recuperação é puxada pelo crescimento da receita por conta da estratégia comercial.

O que ainda falta fazer nessa transformação da empresa e o que é importante para manter os resultados positivos??

Tudo que falei de aprendizado, temos de continuar aplicando para frente. Não existe jogo ganho, longe disso. Para mim, o mais importante agora é consistência. Continuar ousando, ouvindo o cliente e o consumidor e construindo produtos e serviços para atendê-los melhor. 

A companhia está com um foco em cervejas “premium”. Como ficam as tradicionais Brahma, Skol e Antarctica?

Continuam sendo importantes. Na pandemia, elas foram resilientes. Vimos consumidores voltando para marcas conhecidas.  A Brahma Duplo Malte foi importante para a família Brahma. Mas aqui também é importante falar como enxergamos o mercado brasileiro. Parecido com a Argentina e o Paraguai, o Brasil é um mercado em fase de expansão e de amadurecimento. O País ainda não é um mercado maduro do ponto de vista de perfil de consumo. A indústria de cerveja do Brasil segue crescendo, mas, dentro desse crescimento, tem as marcas “premium” e “core plus” crescendo em um ritmo mais acelerado. Quando olhamos nosso portfólio premium, ainda tem muita coisa para fazer. Quando o consumidor começa a considerar mais de uma marca, quem consegue desenvolver um portfólio mais amplo tende a criar um negócio de crescimento mais sustentável.

Inovação e ampliação de portfólio

Os anos que antecederam a pandemia foram difíceis para a Ambev. Reconhecida por apresentar historicamente um desempenho acima da média, a gigante de bebidas teve, em 2016, seu pior resultado operacional em pelo menos dez anos e patinou nos anos seguintes. Em meio à quarentena, porém, reverteu o jogo e vendeu como nunca.

Analistas de mercado aplaudiram a volta por cima da fabricante de bebidas no ano passado, mas ponderam agora que a margem de lucro ainda não atingiu os patamares de antigamente e que o setor começa a desacelerar – o que pode impor um novo desafio à empresa.

Estimativas mais otimistas apontam que a companhia fechou 2021 com um Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) superior a R$ 23 bilhões. Se o número se confirmar, será a primeira vez que o resultado ultrapassará os R$ 22,2 bilhões de 2015. O BTG Pactual projeta R$ 23,6 bilhões, enquanto o Citi prevê R$ 22,2 bilhões e o Credit Suisse, R$ 21,7 bilhões.

Tecnologia

A recuperação da Ambev, justamente em meio à pandemia, foi alcançada graças à ampliação do portfólio da empresa e aos investimentos que já vinha fazendo em tecnologia. “Fizemos apostas grandes em inovação, e isso lançou as bases para esse novo capítulo da história da companhia. Eu diria que 2021 é o primeiro ano deste capítulo de reconstrução do nosso negócio”, diz o diretor financeiro da empresa, Lucas Lira.

A recessão de 2015 e 2016 e a inflação do período tinham enfraquecido as vendas das marcas tradicionais da empresa, como Skol, Brahma e Antarctica. Durante a crise, as classes de renda mais baixa passaram a consumir cervejas mais baratas, enquanto as de alta renda ampliaram o consumo das bebidas premium. Também nessa época, o aumento da venda de cervejas em atacarejos prejudicou a companhia, que possui contrato de exclusividade com bares e tem, nesse canal, seu maior potencial.

A tendência era de que na quarentena, com o consumo em casa, a situação da companhia se deteriorasse mais. Não foi o que se viu. “O crescimento de receita no País superou o da indústria por cinco trimestres consecutivos, e a participação no mercado no acumulado do ano (2021) é 3,8 pontos porcentuais mais alta do que a de 2019”, afirmaram os analistas Thiago Duarte e Henrique Brustolin, do BTG Pactual, em relatório de dezembro.

Para o analista Gustavo Troyano, do Itaú BBA, a ampliação do portfólio, com destaque para o segmento premium e core plus (entre o tradicional e o premium), foi chave na recuperação da Ambev. Segundo ele, hoje a briga entre as companhias do setor é um “jogo de portfólio”, e oferecer os produtos certos ajuda a empresa a ganhar participação de mercado.

Atualmente, 20% do faturamento da empresa no Brasil vem de bebidas que foram lançadas há menos de três anos. Das novidades da Ambev, a Brahma Duplo Malte, um produto core plus que começou a ser vendido poucos dias antes da chegada do coronavírus ao País, é tida como um dos maiores sucessos da companhia.

Zé Delivery

Outro fator decisivo foi o Zé Delivery, aplicativo de venda de bebidas. No segundo trimestre de 2020, o app registrou 5,5 milhões de pedidos, número 3,6 vezes maior do que o total de pedidos do ano anterior. No último trimestre do ano passado, esse número já estava em 15 milhões de pedidos.

Além de garantir um canal de venda para as bebidas durante a quarentena, o Zé Delivery trouxe inteligência de mercado para a companhia, com informações sobre o consumidor e suas preferências. “Essas iniciativas tecnológicas começaram há pouco tempo na Ambev. O processo é lento dado o tamanho da companhia, mas elas têm potencial para transformar a Ambev daqui para frente”, diz Troyano.

Entre as inovações que impulsionaram a empresa está o Bees, plataforma cuja implementação no Brasil começou no terceiro trimestre de 2020 e pela qual as empresas que comercializam os produtos da Ambev podem fazer suas encomendas.

A estratégia é que a plataforma auxilie as empresas a melhorar suas vendas com sugestões baseadas no perfil do estabelecimento. Hoje, a maioria dos clientes ativos da Ambev está na plataforma. Antes de chegar ao País, a plataforma foi testada na República Dominicana, onde 85% da receita vinha da Bees no terceiro trimestre de 2021.

Fonte: Luciana Dyniewicz, Estadão

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Varejo

Indústria nacional começa o ano com baixo número de lançamentos

De Administrador SH 3 de fevereiro de 2022
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Em 12 meses, dados da GS1 apontam o ramo de alimentos bem melhor em comparação ao segmento de bebidas

O Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial apresentou queda de -8,9% para o mês de janeiro na comparação com o mês anterior no dado livre de efeitos sazonais.

Na comparação com janeiro de 2021, apresentou crescimento de 5,0% e no acumulado em 12 meses, um crescimento de 0,6% com relação ao período anterior.

A intenção de lançamento de produtos inicia o ano em um patamar superior ao realizado em janeiro de 2021 e dentro do esperado para o mês, que costuma ser ameno em relação ao resto do ano. “Porém, ainda é cedo para identificarmos qual a tendência da confiança da indústria para o lançamento de produtos, mas esperamos que ela seja retomada conforme ocorra a estabilização da economia”, afirma Virginia Vaamonde, CEO da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil.

Elaboração: GS1 Brasil com o apoio da 4E Consultoria

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Varejo

É hora do atacarejo se consolidar

De Administrador SH 3 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

CEO do Assaí, Belmiro Gomes, entende que o setor vai passar por uma onda de ajustes e nem todos os players sobreviverão

Maior necessidade de compras de abastecimento, queda na renda, aumento do desemprego e busca por preços mais baixos. A união desses fatores, fortalecida em quase dois anos de pandemia, acentuou o crescimento acelerado que o setor de atacarejo já vinha registrando a pandemia antes da chegada da Covid-19.

Com o avanço da nova variante do vírus e as perspectivas de mais um ano difícil no cenário econômico abrem caminho para mais uma onda de expansão desse formato. Essa nova fase será marcada, porém, por ajustes, o que pode fazer com que alguns dos players fiquem pelo caminho.

“Há cidades menores e periferias que têm um excesso de cash & carry”, disse Belmiro Gomes, CEO do Assaí , durante a Latin America Investment Conference, evento promovido pelo Credit Suisse. “Então, vai haver um movimento natural de consolidação do mercado, de alguns players que entraram no setor não conseguirem se manter, com um ajuste dessa aceleração que veio da pandemia.”

No painel realizado na noite desta quarta-feira, Roberto Butragueño, diretor de varejo da NielsenIQ, engrossou esse coro. “Nos últimos anos, muito varejista que não era especialista entrou nesse segmento para surfar essa onda”, disse.

Segundo Butragueño, dos cerca de 400 varejistas com os quais a NielsenIQ trabalha no País, mais de 70 já investem nesse formato atualmente. “E não sei se haverá espaço ou se todos terão escala suficiente para manter a concorrência  com os grandes players”, observou.

Se há um excesso de oferta nas periferias e nos municípios de menor porte, em outro lado da moeda, a dificuldade de entrar nos grandes centros e em regiões ade maior adensamento foi apontada como um desafio favorável para capturar o cenário favorável à expansão do segmento.

Gomes, do Assaí , destacou que esse foi o grande motivador da compra realizada pela rede, em outubro do ano passado, de 71 lojas do Extra Hiper, do GPA , por R$ 5,2 bilhões. Esse parque está distribuído em capitais ou cidades de grande porte, como Campinas, Santos e São José dos Campos.

“Foi um negócio muito assertivo, que vai nos permitir ter onde, hoje, pelas barreiras do mercado imobiliário, é muito difícil entrar”, disse Gomes, que projetou uma conversão de 40 para 45 dessas lojas em 2022. “Vamos ter um grande , pois estaremos em regiões com menor competição”.

Seja nos grandes centros ou em cidades menores e nas periferias, o fato é que, com a expansão do formato de atacarejo e sua maior penetração entre os consumidores pessoa física, de diferentes classes sociais, a proximidade com esse público cada vez mais será um ponto crucial para essas redes.

“Nos últimos anos, a conveniência figura entre os três atributos que esse consumidor está procurando”, ressaltou Butraguëno, da NielsenIQ. “Com a falta de tempo, o aumento do preço chegar aos combustíveis, não adianta ir no atacarejo com preço mais baixo se ele tiver que dirigir mais para até lá.”

Além do Assaí, alguns movimentos recentes sinalizam que outros playersd estão de olho no cenário da consolidação. Em março do ano passado, por exemplo, o Carrefour Brasil desembolsou R$ 7,5 bilhões na compra do Big (ex-Walmart).

Com a transação, o grupo francês incorporou algumas bandeiras da operação, como a Maxxi, na rede do Atacadão, sua marca em atacarejo e a principal concorrente do Assaí no setor.

Em outro exemplo desse contexto, nesta semana, o Grupo Pereira, de Santa Catarina, fez sua primeira emissão de debêntures, no valor de R$ 300 milhões. Parte dessa cifra destinada à expansão do Fort Atacadista, sua bandeira de atuação nesse formato.

Fonte: Moacir Drska, Neofeed

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Shopper

GRSA | Compass lança novo conceito de restaurante para empresas

De Administrador SH 3 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Batizado de Great, solução foi desenvolvida para proporcionar às companhias um ambiente de alimentação agradável e moderno e que gere bem-estar aos seus colaboradores

Especializada no fornecimento de soluções em alimentação para empresas de múltiplos segmentos, a GRSA | Compass apresentou recentemente o seu novo conceito de restaurante, o Great. A novidade traz ambientes com decoração moderna, funcional e aconchegante aos locais de alimentação administrados pela empresa, que atualmente atende pequenas, médias e grandes companhias atuantes em diversos setores.

Para conceber este novo projeto, a GRSA | Compass fez um levantamento para entender o feedback dos atuais clientes e, com base nisso, elaborou esse novo conceito de restaurante, considerando, ainda, a importância que a qualidade de vida e o ambiente de trabalho têm para a motivação dos colaboradores. Esse lançamento está totalmente alinhado aos anseios das empresas. Segundo a pesquisa “Tendências Globais de Capital Humano”, realizada pela Delloite, 60% das empresas acreditam que programas para otimizar a qualidade de vida dos funcionários ajudam na retenção de funcionários.

“NA GRSA|Compass, já atingimos uma ampla gama de clientes, desde indústria, até startups e escolas, o que mostra a flexibilidade do nosso serviço, que se encaixa para os mais diversos perfis. Esse lançamento ressalta que estamos constantemente buscando acompanhar as exigências do mercado e proporcionar um ambiente agradável e moderno para as empresas, mantendo a nossa alta qualidade de serviço. Estamos certos de que os clientes que aderirem aos novos restaurantes terão inúmeros ganhos, especialmente em engajamento e motivação de funcionários”, comenta Madalena Inomota, Diretora Divisão Empresas B&I II da GRSA|Compass. 

As empresas interessadas em contratar o novo conceito de restaurante da GRSA|Compass podem entrar em contato com a empresa por meio do site https://www.grsa.com.br/contato/

3 de fevereiro de 2022 0 Comentários
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Varejo

XP recomenda ações do Assaí e Mateus

De Administrador SH 2 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Com a inflação em alta, consumidor acelerará suas compras em atacarejos, formato de varejo que deve continuar crescendo

Em relatório, a XP Investimentos analisou a situação do varejo alimentar no Brasil e definiu as ações ordinárias do Assaí como as suas preferidas para o setor. A justificativa principal é que essa rede está ligada unicamente a um tipo de serviço conhecido por oferecer menos preços – o atacarejo.

“Como esperamos que a inflação permaneça em patamares elevados no curto prazo com incerteza política e macro dominando em meio às campanhas eleitorais, acreditamos que o atacarejo se destacará como uma alternativa interessante em termos de custo e benefício”, afirmam Danniela Eiger ,Thiago Suedt e Gustavo Senday, que assinaram o documento publicado nesta semana.

Segundo eles, o racional por trás da análise é que os consumidores estão cada vez mais exigentes, buscando menores preços. “O atacarejo é uma alternativa interessante frente ao cenário macro difícil”, comentam.

“Embora nosso time de Economia projete que a taxa de inflação deva permanecer em dois dígitos para o primeiro semestre, desacelerando gradualmente para até o final do ano, acreditamos que o Auxílio Brasil pode ajudar a compensar parte do efeito negativo da inflação, já que é esperado que 70% dos recursos do programa sejam destinados ao consumo imediato”, completam Eiger, Suedt e Senday.

A tendência é, com a alta dos preços, que os consumidores cada vez mais busquem o atacarejo para realizar suas compras e que esse movimento se torne estrutural. Mesmo com a inflação arrefecendo, dificilmente haverá um movimento de retorno a supermercados de varejo, normalmente mais caros.

A XP pontua ainda que, ainda quanto a exigências dos consumidores, o segmento do atacarejo, cada vez mais, está se adaptando com o fim de oferecer produtos de melhor qualidade.

Investidores devem monitorar concorrência

Entre os riscos ao setor de atacarejo está o aumento da concorrência. “Embora não vejamos sinais de mudança material no cenário competitivo, acreditamos que devemos monitorar tanto as empresas listadas como as não listadas. Vemos a experiência do consumidor dentro das lojas e os preços atrativos como atributos fundamentais para captar e fidelizar novos clientes”, pontuam.

Além da qualidade, a corretora pontua que investidores devem se atentar a iniciativas multicanais das companhias e ao uso de dados, seja no marketing, no suprimento ou na experiência do consumidor.

O Assaí tem recomendação de compra com preço-alvo fixado em R$ 22 – upside de 74,8% ante os R$ 12,58 que o preço no início do pregão de hoje.

Além de Assaí, Grupo Mateus também tem recomendação de compra

A XP tem ainda recomenda a aquisição das ações ON do Grupo Mateus com preço alvo em R$ 9, upside de 49%.

Apesar de não atuar apenas no atacarejo, a visão dos analistas é que o grupo pode se beneficiar de sua posição nas regiões Norte e Nordeste e de um possível aumento de auxílios governamentais à população, algo que ainda pode crescer no futuro, com as eleições no radar.

Por fim, para o Carrefour, a visão é que as margens do seu segmento de varejo continuem pressionadas, apesar do bom desempenho do Atacadão. Para o GPA, a perspectiva é que a performance ainda se encontra sobre uma neblina por conta das promoções nas lojas Extra, vendidas recentemente. Ambos têm recomendação neutra com preços-alvos, na ordem, em R$ 22 e R$ 32.

As expectativas com o setor como um todo são otimistas, uma vez que alimentos são os “últimos das listas de economias”, por serem de necessidade básica. Um cenário macro desafiador, porém, deve ter leve peso nos resultados.

“Embora a alimentação seja uma das categorias mais resilientes da cesta de consumo dos brasileiros, ela não está blindada”, finalizam.

Fonte: InfoMoney

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ESG

Heineken prioriza ESG ao criar vice-presidência de Sustentabilidade

De Administrador SH 2 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Executivo vai desenvolver estratégias diferenciadas para as marcas com base no propósito e nos valores da companhia

Para ter mais foco e ação na agenda ESG no Brasil, o Grupo Heineken anuncia a criação da vice-presidência de sustentabilidade e assuntos corporativos com a nomeação de Mauro Homem como líder da área, que atuará diretamente com Mauricio Giamellaro, presidente da cervejaria.

“Esta foi uma decisão da alta liderança da empresa, especialmente do presidente, que vê a necessidade de se posicionar mais, trabalhar o tema nas marcas e ter um acompanhamento do comitê de direção. Fico feliz pela oportunidade de ampliar a atuação na agenda ambiental e social, principalmente”, diz Homem em entrevista ao veículo.

Segundo o executivo, ainda não há detalhes sobre rotina com comitê, por exemplo, mas a intenção é ampliar uma jornada que contou, em novembro, com o lançamento da plataforma Green Your City, de iniciativas de sustentabilidade para a vida noturna de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, com compromissos firmados em três diferentes pilares: economia circular, cidades mais verdes e consumo responsável.

Além disso, há o acompanhamento de metas anunciadas, como a neutralização das emissões de carbono em toda a sua cadeia de valor até 2040 e levar energia renovável a 50% dos bares e restaurantes de 19 capitais brasileiras, até 2030. “Meu desafio é continuar o trabalho com a marca institucional e também ampliá-lo nas outras marcas do Grupo”, diz Homem.

Segundo ele, foi ao pensar nessa estruturação com as marcas que se optou pela unificação de sustentabilidade e assuntos corporativos. “O Brasil é o país de maior mercado para o Grupo Heineken, em volume, e é impossível prosperarmos sem responsabilidade social e sustentabilidade. Para isto, é preciso realizar comunicações com diferentes partes, ter relações públicas e mais, assim entendemos a sinergia das áreas”, explica. Deste modo, haverá um trabalho também com a vice-presidência de jurídico e governança.

“Acreditamos que a agenda ESG nas empresas precisa estar em um nível de maturidade ainda mais elevado e, para além de firmar compromissos públicos, é preciso atuar com base no propósito e nos valores da companhia. Estamos fazendo esse trabalho há alguns anos e, com essa nova estrutura, conseguiremos colocar ainda mais foco e agilidade no que queremos construir e deixar de legado para a sociedade”, diz Giamellaro.

Marcas e ESG

Cada marca do Grupo Heineken tem um papel para reforçar a comunicação ESG com o consumidor final. Enquanto a cerveja Heineken encabeça a plataforma Green Your City, a cerveja Amstel realiza ações sociais com foco em diversidade e inclusão, especialmente para a população LGBTQIA+; a Devassa tem uma plataforma de criatividade cultural e igualdade racial; a Lagunitas trabalha com proteção de animais abandonados; e as marcas de não alcóolicos carregam compromissos como a redução de 80% no uso de garrafas PET, ocasionando em menos 25% do uso do plástico no portfólio.

“Percebemos a oportunidade de gerar diferenciação por meio das marcas, ao levar as mensagens da companhia, reforçar o propósito e gerar vantagem competitiva”, diz Homem.


Fonte: Marina Filippe, Exame Invest

2 de fevereiro de 2022 0 Comentários
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Varejo

Grupo Pereira capta R$ 300 mi no mercado para expansão agressiva

De Administrador SH 2 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Este ano, rede que faturou quase R$ 10 bi em no ano passado, vai inaugurar sua primeira loja no interior de SP

O Grupo Pereira, gigante do varejo de Santa Catarina, com mais de 90 unidades e faturamento de R$ 9,6 bilhões no ano passado, acabou de fazer a sua primeira incursão no mercado de capitais. Com 60 anos de história, a empresa fez uma emissão de debêntures de R$ 300 milhões.

Com vencimento de 10 anos, a operação de debêntures simples não conversíveis em ações foi coordenada pelo Bradesco BBI. O dinheiro será usado para expandir as operações do grupo, hoje com 93 unidades de marcas como a de varejo Comper, de atacado Bate Forte, a de farmácias Sempre Fort e a Fort Atacadista.

Em entrevista ao veículo, em março do ano passado, Beto Pereira , CEO do grupo, já havia detalhado o plano para aumentar a capilaridade da rede na abertura de novas lojas e no retrofit de outras.

Neste ano, o grupo inaugura a primeira unidade da marca Fort Atacadista, em São Paulo, na cidade de Jundiaí. Além disso, abre também uma unidade no estado do Rio Grande do Sul.

O Pereira, um grupo familiar que até o ano passado foi construído como uma empresa limitada, vem trabalhada na sua governança corporativa e, em maio do ano passado, abriu o Grupo Pereira SA. Isso agiliza a empresa acessar o mercado.

Fonte: Carlos Sembrana, Neofeed

2 de fevereiro de 2022 0 Comentários
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Varejo

Mart Minas anuncia crescimento de 20% no número de lojas em 2022

De Administrador SH 2 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Grupo inicia fevereiro com novo atacarejo, moderno e sustentável, no Sul do estado 

Rede Mart Minas confirma expansão de 20% no número de lojas em 2022 em relação ao ano passado. Serão 10 inaugurações ao longo do ano em Minas Gerais, replicando o lançamento de unidades de 2021.

O município mineiro de Três Pontas será a mais nova cidade a ganhar uma loja do Mart Minas, que chega à marca de 51 unidades em operação em todo o Estado, reforçado sua condição de maior e mais completa rede de atacado e varejo de Minas Gerais.

O município de Três Pontas fica situado a 288km de Belo Horizonte, próximo de Varginha, Campos Gerais, Boa Esperança, Campo Belo, Lavras, Nepomuceno e Três Corações, sendo reconhecido por sua força no setor agrícola vinculada a produção de café e pelo potencial turístico.

A loja em Três Pontas possui 5.400 m² de área de venda, 26 check-outs e amplo estacionamento com mais de 350 vagas para carros, além de posições para motos e bicicletas. A nova unidade estará totalmente preparada e alinhada com todos os protocolos de prevenção a pandemia de Covid-19 para a inauguração, que acontecerá no dia 17 de fevereiro.

Pronta para atender donos de bares, pizzarias, padarias, hotéis e consumidores finais, a loja oferece mais de 10 mil opções de produtos, que podem ser adquiridos em embalagens fechadas e fracionadas, de acordo com a necessidade do cliente. Oferece ainda o serviço de televendas, onde o consumidor pode contar com uma equipe preparada para agilizar e facilitar suas compras.

Nos setores de mercearia, bomboniere, bebidas, higiene e beleza, limpeza, frios e laticínios, há uma ampla variedade de marcas regionais e as líderes de mercado, sempre com a opção de compra no varejo e no atacado. Frutas e verduras, selecionadas e sempre frescas, completam a experiência de compra dos clientes, que também encontrarão itens de confeitaria, bazar e embalagens.

A loja do Mart Minas representa maior oportunidade de crescimento nesta importante região do Estado. “Levamos à cidade mais uma loja ampla, confortável e com grande variedade de produtos a preços competitivos, que vai atender as famílias da região e micros e pequenos comerciantes que atuam no município, assim como os que estão em cidades do entorno, tendo o Mart Minas como seu parceiro no abastecimento”, afirma Filipe Martins – Diretor Comercial e Marketing da rede.

Atualmente, o complexo atende cerca de 700 cidades próximas às regiões onde estão as lojas estão inseridas. Sua história teve início em 2001, quando o seu fundador Murilo Martins inaugurou a primeira loja em Divinópolis.

Oito anos depois, a rede já estava estabelecida e presente em outras quatro cidades. Em 2011, com a entrada do novo sócio, Rono Neves, a empresa deu sequência ao plano de expansão, alcançando novas regiões do Estado, até chegar ao número atual de 51 lojas.

O Mart Minas cresce e amplia também a atuação e o investimento na área social por meio dos diversos projetos que apoia. O Troco Solidário é mais uma importante iniciativa neste sentido. Ao pagarem suas compras, os clientes são convidados a doarem o troco, para que as doações sejam repassadas para uma instituição na cidade.

A campanha tem o objetivo de contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população e o desenvolvimento das comunidades onde o grupo está inserido. “Para nós, atuar no mercado não significa apenas um negócio, mas também um trabalho em busca de crescimento e oportunidades para uma sociedade sustentável e mais justa”, afirma Filipe Martins.

Inauguração do Mart Minas em Três Pontas (MG):

Data: 17 de fevereiro às 8h.

Endereço: Avenida Prefeito Nilson Vilela, nº 350, Bairro Esperança, CEP: 37.190-000, Três Pontas – MG

Horário de funcionamento:

– Segunda-feira a sábado: 7h30 às 21h;

– Domingo: 07h30 às 14h;

2 de fevereiro de 2022 0 Comentários
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Varejo

Desafio dos supermercados no e-commerce é aumentar a lucratividade

De Administrador SH 2 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Pesquisa da Nielsen mostra clientes valorizando as empresas bem pontuadas nos sites e plataformas

O delivery de compras de supermercados já é uma realidade no Brasil. Tanto os varejistas quanto as plataformas digitais que os conectam até os consumidores estão abertos às inovações e evolução dessa modalidade de compra, mas ainda não é comum e possui um alto potencial para a lucratividade e posicionamento de mercado.

As tendências de consumo que chegam ao Brasil, na sua grande maioria, são vindas dos EUA. Exemplo disso são as compras em sites da China, como AliExpress, o sucesso da Amazon e o self-checkout. E por lá, a compra online de itens de supermercado já é algo consolidado. Institutos como Mercatus e Incisiv projetam que o e-commerce responderá por 20% das vendas de supermercados nos EUA nos próximos cinco anos. Os consumidores se acostumaram com a conveniência dos supermercados digitais por causa da pandemia e, provavelmente, manterão os novos hábitos de consumo daqui pra frente.

“Boa parte dos supermercadistas já levou, de alguma forma, o estabelecimento ao mundo digital. Mas, devido a urgência que a pandemia exigiu para essa transformação, alguns não avaliaram as melhores opções, apenas fizeram o que tinham de fazer. Agora, com um cenário mais estável e até promissor, tanto as plataformas de marketplace quanto os supermercadistas vêm trabalhando para aperfeiçoarem seus serviços”, afirma Everton Oliveira, executivo de Negócios e Vendas da Viasoft.

Um dos maiores desafios do supermercadista é fazer a cadeia de suprimentos funcionar e ser lucrativa. Isso depende da organização e das ferramentas certas para que ele consiga vender tanto no online quanto na loja física.

“Já sabemos que a tendência dos consumidores é seguir comprando online, até mesmo os produtos de supermercado, mas é necessário estratégia. O supermercadista precisa de integração entre as plataformas de marketplace e seu ERP, por exemplo, pois apenas dessa forma será possível manter suas vendas com um estoque controlado, prazos cumpridos e, ainda, manter um bom atendimento ao cliente”, destaca Everton.

Também é preciso saber quais são os principais marketplaces utilizados pelos seus clientes, por isso, não poupe as pesquisas. Quanto mais você souber sobre o comportamento do seu público, melhor serão as suas estratégias. Cada hábito é importante para criar ações que fazem sentido.

De acordo com os dados do Ebit/Nielsen, 90% dos consumidores afirmaram que a experiência no marketplace foi boa ou ótima. Ainda segundo levantamento, a principal motivação para comprar de um seller dentro do marketplace é a sua pontuação ou reputação dentro da plataforma.

Após a análise do consumidor e escolha dos marketplaces ideais é preciso avaliar as ferramentas que farão a integração entre a loja física e o digital. Ter um ERP para vender nos marketplaces dá mais musculatura para o desempenho nas plataformas, a começar pela centralização dos dados, pois a ferramenta reúne as informações que já estão armazenadas nele com aquelas geradas no marketplace.

“O resultado é a potencialização da visibilidade do seu negócio e a manutenção de qualidade dos seus produtos e/ou serviços, coisas que impactam diretamente na reputação e na satisfação do seu consumidor”, finaliza o executivo.

Fonte: Decision Report

2 de fevereiro de 2022 0 Comentários
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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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