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Tecnologia

Com nova identidade, Gunnebo passa a se chamar Sesami a partir de março

De Administrador SH 7 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Entenda a movimentação que dará origem a um dos maiores players de segurança e gestão de caixa para o varejo e instituições financeiras a Sesami é uma plataforma aberta, integrada e sofisticada de business intelligence (BI)

A sueca Gunnebo, que atua no Brasil desde 1997, onde tornou-se referência no desenvolvimento de soluções efetivas e inovadoras para segurança e gestão nos segmentos de varejo, bancos e transporte massivo, fechou no dia 1º de fevereiro o acordo de venda da Unidade de Negócios de Cash Management para a GardaWorld Security Corp., com sede em Montreal, no Canadá, empresa de segurança apoiada pela BC Partners presente em 45 países e com mais de 122 mil funcionários pelo mundo. A companhia canadense, que está entre as top 5 em seu setor, comprou, ao mesmo tempo, a americana Tidel, de Dallas. As duas, Gunnebo e Tidel, adquiridas em uma transação de C$ 900 milhões (dólares canadenses), que serão efetivadas no próximo mês de março, assim unem suas forças em uma única marca, a Sesami Management Technologies Corp. (https://www.sesami.io/), recém-criada para unir ambas as operações.

A Sesami vai atuar de forma independente do grupo GardaWorld com foco em tecnologia e desempenho para todo o ecossistema de segurança e gestão de caixa para tornar-se um dos maiores players em soluções para os mercados de varejo e instituições financeiras. Em um comunicado dirigido aos seus stakeholders e parceiros, a Gunnebo, que ainda atuará com a própria marca pelos próximos dois anos, afirmou que a venda faz parte de uma estratégia, desde 2020, para crescimento global em integração de soluções em segurança, prevenção de perdas, armazenamento seguro e controle de acesso.

Com capacidade para atendimento global, a Sesami é uma plataforma aberta, integrada e sofisticada de business intelligence (BI) que oferecerá serviços personalizáveis para os segmentos de varejo e financeiro. A companhia será liderada por Stéphane Gonthier, enquanto Darren Taylor, CEO da Tidel, fica no comando do negócio de dispositivos inteligentes e Christian Weisser, presidente da Gunnebo Cash Management, será o executivo de serviços gerenciados da Sesami.

Muito otimismo no mercado brasileiro – O diretor-executivo da Gunnebo no Brasil, Alejandro Antúnez de Mayolo Doimi, diz que está muito otimista com a operação da Sesami no país. “Tenho convicção que ninguém melhor do que nós para compreender as necessidades do varejo e das instituições financeiras, no que diz respeito à gestão dos seus ecossistemas de prevenção de perdas e de numerários. Por isso estamos entusiasmados e ansiosos para trilhar mais esse caminho de sucesso nessa nova jornada da companhia”, argumenta.

A Gunnebo e a Tidel trazem em seus respectivos DNAs, além de um amplo e qualificado corpo de mais de 300 especialistas em software, soluções de automação de caixa, incluindo cofres inteligentes e recicladores de dinheiro, e um grande portfólio de soluções em monitoramento, dispositivos inteligentes de segurança e gestão de PDV. A Gunnebo traz como principais soluções as tecnologias de prevenção de perdas e aumento de performance que atuam na gestão da experiência de compra e aumento da eficiência operacional, como o XReader (sistema de leitura automática do código de barras e identificação de produto por imagem) e o GCount (contador de fluxo de pessoas). A companhia também oferece antenas e etiquetas antifurto, cadeados eletrônicos, sistemas de CFTV e de monitoramento de PDV (Gatecash) e retaguarda (Gatetransfer), gestão de filas, além dos cofres inteligentes, que tornaram-se referências para os varejistas brasileiros.

“A tecnologia nesses segmentos está em rápida evolução e a Sesami está pronta para revolucioná-la ainda mais. Queremos oferecer uma visão holística do desempenho e gerenciamento de todos os ecossistemas, e isso é um divisor de águas tanto para os clientes quanto para a indústria”, disse Stephan Crétier, fundador e presidente da GardaWorld, que está empenhada em reunir os melhores produtos e soluções ao seu ecossistema para tornar-se um líder de mercado global na automação e digitalização do setor varejista e financeiro.

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 SOBRE A SESAMI (https://www.sesami.io/)  

A Sesami Management Technologies Corp. é uma recém-criada fruto da união da sueca Gunnebo Cash Management e da norte-americana Tidel em 2022. Com capacidade para atendimento global, a Sesami é uma plataforma aberta, integrada e sofisticada de business intelligence (BI) que oferece serviços personalizáveis, incluindo software, dispositivos inteligentes e serviços gerenciados para ecossistemas de caixa de ponta a ponta e operações de automação de PDV.

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 SOBRE A GARDAWOLRD (https://www.garda.com/)  

A GardaWorld é uma companhia global em serviços de segurança, gestão integrada de riscos e soluções de caixa, que emprega mais de 120 mil profissionais. Impulsionados por uma cultura empreendedora implacável e valores fundamentais de integridade, vigilância, confiança e respeito, ela oferece soluções de segurança e tecnologia sofisticadas e personalizadas por meio de parcerias que a destacam entre algumas das marcas mais proeminentes no ranking da Fortune 500 publicada pela revista Fortune.

SOBRE A GUNNEBO (www.gunnebo.com.br)  

Com sede na Suécia, e presente em 28 países, a Gunnebo destaca-se no Brasil como fornecedora de equipamentos de proteção eletrônica para o varejo (antenas, etiquetas, cadeados, CFTV e acessórios), além de ser uma referência em soluções de tecnologia para performance de loja (contadores de fluxo, cofres inteligentes, monitoramento de PDV e transferência de mercadorias) que contribuem para melhorar a gestão e os resultados das companhias da indústria e do varejo. A empresa, certificada com a ISO 9001 na categoria Produtos e Serviços, atende redes varejistas em todo o país, como Carrefour, GPA, Sonda, Nordestão, Super Nosso, Koch, Coop, C&A, Riachuelo, Marisa, Centauro, RaiaDrogasil, DPSP, Farmácias Pague Menos, Lojas Americanas, Magazine Luiza, etc.  

7 de fevereiro de 2022 0 Comentários
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Varejo

Mondelez aposta na Páscoa do ovinho e da indulgência com o ovo premium

De Administrador SH 7 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Estratégia é adequar e customizar a embalagem de acordo com o hábito de consumo regional, explica o presidente Liel Miranda

Para a Mondelez, dona da Lacta, esta será a Páscoa do ovinho, do ovo premium e da barra de chocolate. Segundo Liel Miranda, presidente da empresa, a pandemia reforçou um movimento de polarização: de um lado há o consumidor que aperta o cinto com a inflação e, de outro, o que busca reforçar a indulgência com produtos premium.

A estratégia para a data e para o ano todo é atender os dois lados. Com inflação de 10%, não foi possível evitar o repasse.

O jeito foi diminuir o tamanho, lançar pacotes de “compre três e pague dois” ou adequar o preço ao bolso do consumidor em cada região do país. “O que a gente mais olha é a questão do poder aquisitivo do consumidor, que tem a ver com desemprego, aumento do salário real, inflação e preço”, disse.

Vamos ter outra Páscoa digital este ano?

A combinação do digital e do off-line é uma realidade, com ou sem Ômicron. Em 2019, a gente vendeu 2% ou quase nada de ovos on-line. Em 2020, o número foi a 10% e em 2021, quase 15% on-line.

Este ano deve vender tanto quanto ou mais. Já não tem a ver com a pandemia, é um novo hábito que foi criado. Teremos uma Páscoa mais digital, e não só isso, um Natal mais digital também.

De 2020 para 2021 o volume digital de e-commerce cresceu 100%. Ainda é base pequena, de 5% a 6% do faturamento, mas é significativo.

Com a inflação de dois dígitos, vai ser a Páscoa do ovinho, do ovo ou da barra de chocolate?

Vai ser um ano das três coisas. Começamos a observar do fim do ano para cá uma polarização. Tem o consumidor que está sentindo a inflação, a economia andando de lado e começa a fazer escolhas mais racionais: a barra de chocolate que dá para dividir no lugar do ovo, que é mais indulgente e tem apelo emocional muito maior. Isso está aumentando. Ao mesmo tempo, a gente percebe que o consumidor precisa de alguma indulgência.

 Em algum momento, precisa se dar aquele prazer de pegar uma barra de chocolate e comer no fim do dia ou dar o biscoito especial para o filho na sexta-feira.

Vai ter mais produto premium, com inovação, e não só para a Páscoa, mas para o portfólio como um todo. Ao mesmo tempo vai ter mais embalagem “pague dois e leve três” e mais soluções do tipo compre um ovo menor do tamanho que cabe no bolso.

E quais são as apostas da Mondelez?

A gente vai reforçar nossa linha de ovos de luxo, recheados, que vem crescendo mais rápido do que o todo. Ano passado, tinha recheado de avelã, recheado de Oreo e de cheesecake. E a outra linha que a gente está focando é a de ovos infantis porque o valor do ovo de Páscoa é muito emocional. Além do ovo tradicional, que a gente sempre teve.

Como a inflação afetou os custos? Vai ter reajuste?

Nosso portfólio é de marcas muito fortes, o que ajuda muito. O consumidor não compra biscoito recheado, compra Oreo, compra Club Social. Não é um chocolate, é Bis. De 2019 para cá, aumentamos quase 40% o investimento nas marcas, com muita inovação. Mas não tem jeito.

Com a inflação (geral em 12 meses) de 10%, a inflação de custo da indústria é 40%. Quando você considera frete internacional, custo de commodities, é muito maior.

Não teve como não repassar para o preço. Nossa estratégia é alinhada ao valor de cada coisa. Lançamos embalagens promocionais “leve 15 pague 12” ou “leve 3 e tenha 10% de desconto”. Ao mesmo tempo que o consumidor tinha que pagar um preço maior, a gente criou opção mais econômica para que ele ficasse nas nossas marcas.

Tem alguma outra saída além da promoção ou desconto?

Regionalizamos mais nossa estratégia de preço porque o Brasil não é um Brasil só, são vários. E o poder aquisitivo, da mesma forma que a inflação, foi afetado de maneira diferente nas várias regiões. Aplicamos aumento de preço, mas tentamos fazer isso de forma inteligente, para oferecer alternativas ao consumidor.

A gente lançou embalagens menores para uma região como o Nordeste. Já no Sul e Sudeste, embalagens maiores para que o consumidor pudesse comprar mais e ter desconto. A embalagem é customizada para o hábito de consumo de cada região, com preço adequado ao poder aquisitivo.


Que indicadores observam na tomada de decisões?

Estamos presentes em 85% a 90% dos lares brasileiros. O que a gente mais olha é a questão do poder aquisitivo do consumidor. O PIB como um todo não afeta necessariamente: pode estar crescendo por causa das commodities ou cair porque a China cortou compras, mas não muda necessariamente a vida do nosso consumidor.

O poder aquisitivo tem a ver com desemprego, aumento do salário real, inflação e preço.

Na pandemia, a gente perdeu a competição dos serviços. A pessoa não saía para comer pizza. Essa realidade vai mudar. Inflação real no bolso do consumidor, desemprego, salário e fluxo de consumidores são os indicadores que observamos.

Como estão fortalecendo o canal digital?

A gente não é mais um competidor contra outros competidores. São ecossistemas competindo com ecossistemas. Ao invés de focar no que vamos vender, focamos em como construir parcerias para chegar ao consumidor.

Em 2019, não tínhamos quase nenhum parceiro digital. Esse ano são quase dois mil canais, como varejistas, supermercados, cash&carry (varejo de autosserviço, no qual o cliente compra sem atendente) ou last mile (última milha, ponto de retirada de produto comprado na web).

Qual é a meta para o segmento digital?

Chegar a algo entre 20% a 25% (do faturamento) nos próximos cinco anos. Na China, o mercado mais desenvolvido em e-commerce, já vendemos perto de 25% na internet. Nos EUA, 20%.

O país pode chegar no nível dos EUA nos próximos cinco anos. A gente vende para os grandes supermercados e o pequeno varejista. É quase a mesma distribuição da indústria de bebidas, com 500 mil a 600 mil pontos de venda.

Essa capilaridade é toda analógica. Parte do investimento é para digitalizar a cadeia de distribuição e chegar ao pequeno varejo e permitir que ele sobreviva, seja competitivo. Se não fizer isso, os grandes vão dominar, o que não é bom para a economia, para a distribuição e para o emprego.

Como estão sentindo o impacto da Ômicron?

Não perdemos um dia de venda ou de produção. O que a gente enfrentou e está enfrentando com a Ômicron é o absenteísmo: são muitas pessoas afastadas com suspeita ou diagnóstico nas últimas quatro a seis semanas. O número de pessoas afastadas nas fábricas mais que quintuplicou, passou de 2%, o patamar normal, para 12% a 14%.

Estamos enfrentando o mesmo problema com os 2.500 promotores de vendas que abastecem os supermercados. Nos escritórios, onde são quase mil pessoas, a gente foi para casa em 16 de março, no começo da pandemia, e até hoje não voltou. Nosso protocolo para reabrir os escritórios é que todo mundo esteja vacinado.

Quando a onda da Ômicron melhorar, a gente pretende reabrir, mas totalmente flexível, não vai ter regra de três dias por semana. Temos espaço para que as pessoas possam colaborar, para coisas que precisam ser feitas pessoalmente. Se isso significa que vai ser um dia por mês ou dez dias, é decisão sua com o seu gerente. Não tem obrigatoriedade de ir ao escritório.

A vacinação foi obrigatória na linha de produção?

Foi. A gente fez desde o início uma campanha muito forte de prevenção e uso de máscara. Assim que as vacinas ficaram disponíveis, a gente fez uma campanha muito forte para que todas as pessoas se vacinassem. Exceto meia dúzia de pessoas, que, por razões médicas, não puderam se vacinar, a gente tem 100% de pessoas vacinadas.

Por que decidiram lançar um programa de trainee 100% focado em diversidade?

Temos grupos de mulheres, pessoas negras, LGBTQIA+, pessoas com deficiência. As pessoas trans são tratadas pelo nome social, a licença maternidade ou paternidade é igualitária para casais homoafetivos ou heterossexuais. A liderança da empresa tem 45% de mulheres.

A ideia do programa é que todas as pessoas que entrem pertençam a um destes grupos. A gente sabe que existe uma barreira para chegarem na alta liderança da empresa. Temos 37% de colaboradores que se declaram negros, mas somente 23% no setor administrativo e de liderança.

O programa de trainee é um shortcurt (atalho). É uma forma de fazer com que estas pessoas já entrem em nível gerencial e a gente vai investir muito no desenvolvimento delas. São dez vagas e já começa pagando salário de gerente, que chega a R$ 10 mil, então é um programa de recrutamento de liderança sênior.

Fonte: Bruno Rosa e Janaína Lage, O Globo

7 de fevereiro de 2022 0 Comentários
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Varejo

Assaí fomenta expansão da rede com nova loja no Norte do Brasil

De Administrador SH 6 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Trata-se do segundo atacarejo, no estado de Rondônia, que gerou cerca de 300 empregos diretos 

O Assaí Atacadista acaba de inaugurar sua 2ª unidade em Porto Velho (RO), atendendo a outra região da capital com a mesma garantia de preço baixo. Localizada em uma região de fácil acesso, na Avenida dos Imigrantes, nº 4.045, bairro Industrial, e a 5km de distância do Centro. A nova unidade possibilitará um atendimento complementar à atual loja da capital rondoniense, localizada próxima a Lagoa.  

Com 14.8 mil m² de área construída, a nova unidade reúne variedade de produtos e serviços em um espaço amplo (são mais de 6 mil m² somente de área de loja). Clientes do novo Assaí Porto Velho Imigrantes encontrarão uma loja com pé direito alto, climatizada e com iluminação aperfeiçoada, além de um extenso estacionamento próprio para carros e motos com mais de 440 vagas.  

“A nova unidade significa uma ampliação dos investimentos do Assaí em Rondônia, onde estamos presentes desde 2019. O nosso modelo de negócio tem como foco oferecer preços baixos, facilidades de pagamentos e variedade de produtos tanto para consumidores finais quanto pequenos e médios comerciantes. E temos sido muito bem acolhidos pela população rondoniense, o que nos motivou a trazer uma nova loja para a região”, explica Kenia Mainardi, Diretora Regional. 

O Assaí Porto Velho Imigrantes oferecerá mais de 8 mil produtos, entre alimentos, bebidas, itens de higiene pessoal e limpeza, produtos de bazar, linha automotiva, linha pet e eletroportáteis, além de embalagens e descartáveis. Ainda, a loja terá o serviço Açougue Nota 10, que conta com um time de açougueiros(as) preparado para atender o(a) cliente com o corte de carne desejado.  

Outros serviços da unidade são os coletores de pilhas e baterias. Após recolhidos, esses itens são encaminhados para empresas especializadas, que garantem a destinação adequada do material.     

Entre as vantagens proporcionadas pelo Assaí está o “preço de atacado”, ou seja, ao adquirir mais de um item de um determinado produto, o(a) cliente ganha desconto (a informação de preço consta na etiqueta de cada item), o que significa excelente economia no final da compra. Outra vantagem é o serviço de televendas, ideal para o(a) comerciante que precisa de agilidade e de compra em grande quantidade.  

Para formar o quadro de funcionários(as) da loja, a Companhia gerou 293 empregos diretos, valorizando a formação de um time diverso e inclusivo. A empresa prioriza a contratação de profissionais da região próxima à loja, sendo 97% dos colaboradores e colaboradoras desta nova loja moradores da cidade, o que contribui para beneficiar a economia local e a parte social da região, gerando renda às famílias de Porto Velho. 

Com esta inauguração, o Assaí chega à marca de 213 lojas distribuídas em 23 estados mais o Distrito Federal, sendo duas unidades em Porto Velho. 

Serviço  

Endereço: Avenida dos Imigrantes, nº 4.045, bairro Industrial – Porto Velho 

Pagamento: Cartões de crédito e débito das principais bandeiras, dinheiro, vale-alimentação e QR Code pelo app do PicPay. Horário de funcionamento da unidade: segunda-feira a sábado, das 7h às 22h, e aos domingos e feriados, das 8h às 18h. 

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Varejo

Coop valoriza empreendedor local com iniciativa de ESG

De Administrador SH 6 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Projeto de fortalecer economia regional deve se estender por toda a rede no estado, a partir da matriz no ABC

Com a proposta de fortalecer a economia regional e cumprir a promessa da marca Cooperar Transforma, o negócio Coop Supermercado lançou o projeto para comercialização de produtos locais. A primeira loja contemplada foi a Industrial, em Santo André (avenida Industrial, 2.001 – Bairro Campestre) e a previsão é que o projeto seja expandido para outras unidades ao longo deste ano.

Segundo Murilo Venancio da Silva, analista de Responsabilidade Social, agora é possível encontrar produtos alimentícios e bebidas de pequenos e médios negócios das sete cidades do ABC. A proposta da iniciativa, coordenada pela área comercial com o apoio da plataforma de sustentabilidade Coop Faz Bem, vai além de dar visibilidade às marcas para se tornarem mais competitivas no mercado.

“Essa ação gera diversos impactos positivos, como o fortalecimento da economia local e favorece o meio ambiente ao reduzir a emissão de gases poluentes devido à menor distância percorrida do produtor à gôndola. Além disso, ganha também o consumidor, que passa a ter acesso a produtos mais frescos e naturais, além de produzidos com práticas sustentáveis”, reforça Murilo.

A perspectiva é estender a iniciativa para outras lojas, inclusive nas instaladas no interior de São Paulo, levando um mix aderente às regiões de São José dos Campos, Sorocaba, Tatuí e Piracicaba.

A tarefa de captação de empreendedores é realizada em parceria com a Local.e, uma plataforma que conecta marcas locais e varejistas. Nesse projeto em específico, a Coop busca adequar as condições comerciais visando à saudabilidade dos negócios, além de disponibilizar uma gôndola exclusiva para esses produtos. Atualmente, participam do projeto oito empresas, envolvendo itens como geleias, cafés artesanais, doces e cervejas.

Sustentabilidade

“O programa de sustentabilidade Coop Faz Bem está atrelada ao C de consciência e ligada diretamente ao nosso propósito Cooperar Faz Bem”, destaca Luciana Benteo, coordenadora da área de Responsabilidade Social. Ela acrescenta que a plataforma de responsabilidade social é um serviço que ilustra e reforça a nova estratégia de marca e vem materializar a promessa de que cooperar transforma. A estrutura da plataforma está dividida em quatro pilares: 

Coop Faz Bem pra Você – concentra todos os temas, ações e programas relacionados ao bem-estar dos cooperados, colaboradores e comunidades atendidas. Algumas das ações que constituem esse pilar são a Blitz da Saúde, com aferição gratuita de glicemia, pressão, peso e altura, e o Programa de Saúde e Qualidade de Vida.  

Coop Faz Bem pra Comunidade – abrange tudo o que a área promove para melhorar a qualidade de vida das comunidades onde a marca está instalada. Um deles é o Programa de Benefício às Entidades, que tem o objetivo de apoiar iniciativas voltadas àqueles que estão em situação de vulnerabilidade social, além do repasse trimestral para a Federação das APAEs de São Paulo, por meio dos programas sociais Troco do Bem e a Revista Coop.

Coop Faz Bem pro Planeta – envolve assuntos relacionados à consciência ambiental, como a disponibilização de pontos de coleta de medicamentos vencidos e de óleo de cozinha usado e ações educativas para o consumo consciente. 

Coop Faz Bem pra Educação – integra tudo o que se refere à promoção da educação das comunidades, como patrocínios culturais e esportivos, além de projetos de promoção à educação e aprendizagem contínua dos colaboradores.

Hoje, a Coop possui mais de 900 mil cooperados ativos, 31 lojas de supermercado, sendo 23 no Grande ABC, uma em Piracicaba, três em São José dos Campos, duas em Sorocaba e duas em Tatuí, três postos de combustíveis e 79 drogarias em operação. Por ser uma cooperativa, seu principal objetivo é oferecer os melhores serviços a preços justos, além de reverter benefícios aos cooperados e à comunidade.

6 de fevereiro de 2022 0 Comentários
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Varejo

Consumo dentro do lar no Brasil pode crescer 6,5%, revela Kantar

De Administrador SH 6 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Hábitos globais de consumo se aproximam dos padrões da pré-pandemia, trazendo reflexos ao e-commerce

Em 2020 o consumo global da cesta de bens de consumo massivo (FMCG) apresentou um crescimento quatro vezes maior do que em 2019, chegando a 10%, o equivalente a US$220 bilhões. Esse aumento foi impulsionado pelo consumo dentro do lar, num momento de isolamento social na pandemia de COVID-19, e a América Latina foi a região que mais sentiu o impacto.

Novo relatório global Omnichannel da Kantar, líder em dados, insights e consultoria, que acaba de ser lançado, revela que o mundo já está voltando às tendências de comportamento de compra de bens de consumo massivo do período pré-pandemia, registrando ritmo mais lento no desempenho das vendas de alimentos para consumo domiciliar, com crescimento de apenas 0,8% até setembro de 2021.

Apesar dessa desaceleração, as vendas permaneceram 8,4% maiores do que antes da COVID-19 e os canais de compra que performaram positivamente de janeiro a setembro do ano passado, em comparação ao mesmo período de 2019 foram comércio eletrônico e atacarejo.

Ao contrário dos países europeus, Brasil e México tiveram crescimento positivo em valor no consumo dentro lar, com variações de 9% e 10% respectivamente do 1o ao 3º trimestre de 2021 em comparação ao ano anterior, o que pode ser explicado pela inflação dos preços dos alimentos e bebidas. Espanha e Reino Unido, por exemplo, tiveram desempenhos negativos de 7% e 5% no mesmo prazo.  

As cestas mais beneficiadas globalmente dentro de casa ano passado foram as de bebidas, lácteos e higiene e beleza, em decorrência do retorno à vida social com o avanço da vacinação no mundo. Alimentos tiveram declínio no In Home, porém, apresentaram incremento fora do lar. 

Com relação ao desempenho de canais de venda, o comércio eletrônico ainda cresceu ano passado, mesmo com a volta das pessoas às ruas, mas em ritmo mais lento, representando 13,4% das vendas globalmente entre janeiro e setembro de 2021, enquanto os hipermercados e supermercados perderam participação em cerca 1% em comparação com 2020.

Em todos os países as vendas de bens de consumo massivo via e-commerce desaceleraram no último ano com o avanço da imunização, exceto na China, que, surpreendentemente, viu um salto de 22,5% de share de mercado no 1° trimestre de 2021 para 28,6% no 3° trimestre. Em termos de penetração do comércio online, o destaque foi o Brasil, que passou de 4% em 2019 para 13% em 2021, devido à conquista de clientes fiéis a esse canal, atingindo a marca de 13% de compradores online dizendo ter usado o e-commerce para adquirir alimentos e bebidas ao menos 6 vezes durante 2021 e 19% deles afirmando ter comprado por esse canal de 3 a 5 vezes no mesmo ano, contra 12% em 2019.

Com base nos dados coletados até o 3o trimestre de 2021, num momento em que taxas de contágio estavam baixas, a Kantar previa um crescimento de 6,5% em valor no consumo dentro do lar em 2022 no Brasil, atrás apenas da Indonésia (7,6%). Países europeus e China manteriam estabilidade, com menos 1%. A confirmação do desempenho do setor, no entanto, vai depender da evolução das taxas de transmissão de COVID-19 ao longo do ano.

O estudo mostra que o comportamento de consumo voltou ao normal mais rápido do que o esperado, com o consumo fora de casa mostrando sinais de recuperação, o canal e-commerce já experimentando uma desaceleração na maioria dos países pesquisados, e o mercado de bens de consumo massivo se mantendo estável em 2022 num cenário de taxas de contágio controladas . Isso significa que as empresas devem começar a repensar suas estratégias de vendas para este ano e devem ter a capacidade de redirecioná-las rapidamente de acordo com a evolução da pandemia.

O relatório Omnichannel da Kantar contemplou sete países: Reino Unido, França, Espanha, China, Indonésia, Brasil e México, representando 29% da população mundial e trazendo dados sobre consumo atualizados até setembro de 2021. 

6 de fevereiro de 2022 0 Comentários
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Tecnologia

Metaverso não vai acabar com a loja física, dizem varejistas

De Administrador SH 6 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Entrada do 5G ao longo do ano permitirá novas experiências que irão agregar ao Omnichannel

O setor de varejo precisa estar em constante evolução para acompanhar as novas tendências do mercado e se beneficiar de inovações tecnológicas, como o metaverso e a tecnologia 5G, além de outras novidades que devem movimentar o setor em 2022.

Essa foi a conclusão geral dos participantes do Interactive Retail Trends. O evento, que reuniu grandes nomes do mercado, trouxe ao Brasil os principais pontos debatidos no Retail Big Show 2022, a maior feira de varejo do mundo, organizada anualmente em Nova York pela National Retail Federation (NRF) dos EUA.

Um ponto de consenso entre os debatedores do evento – que incluem Abílio Diniz, Luiza Trajano e o ministro das comunicações, Fábio Faria – é a necessidade de o setor investir cada vez mais em inovação e em conhecer seus consumidores.

“Temos que olhar para a inovação. O que eu posso fazer dentro deste mundo atual? Não estou falando de e-commerce, estou falando de inovação mesmo. Eu acho que o setor vai continuar crescendo, apesar da inflação, mas ele tem que crescer dessa forma, com coisas que realmente surpreendam e encantem o consumidor”, diz Abílio, membro do conselho de administração do Carrefour Brasil e do Carrefour global.

O fundador do Grupo Pão de Açúcar considera que 2022 será desafiador por causa da forte inflação, da alta dos juros e da eleição presidencial, que devem afetar todo o mercado, e não apenas o varejo.

“Este é um ano de olhar para o espelho e não para a janela. Pense no que você pode fazer pelo seu negócio, e não em pedir ajuda para o outro pela janela”, afirma Abílio.

Para Luiza Trajano, presidente do conselho do Magazine Luiza, está no momento de agir. “Depois dessa pandemia, percebemos que tudo é pra já. Não adianta programar, planejar e não fazer, o varejo não nasceu pra isso. O varejo está pronto para a pós-Covid, o varejo é o pra já. É necessário fazer acontecer, organizar, colocar em prática, mais do que nunca”, dia ela.

Tecnologias

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, ressaltou os benefícios que a implementação do 5G no Brasil deve trazer para o setor.

Segundo Faria, o modo de lidar com importação, exportação, transporte, logística e distribuição, e até a maneira de consumir em lojas físicas vai mudar completamente.

Desde caminhões autônomos, passando por robôs organizando os centros de distribuição, entregas de compras em 15 minutos e consumo em lojas físicas sem provadores, o 5G promete muitas novas experiências, diz ele.

“A Anac já permitiu a entrega de pedidos por drones. O próximo passo é investir em veículos autônomos para facilitar a logística. Eu acredito que em dez anos todos os veículos de transporte serão autônomos.”

O metaverso também terá papel importante no desempenho dos varejistas em 2022. Um exemplo é o Walmart, que abriu uma “loja física” em que os usuários do metaverso compram seus produtos de forma virtual e recebem em domicílio, sem a necessidade de sair de casa.

Da seleção dos produtos nas prateleiras ao pagamento, tudo é virtual e se assemelha muito a um jogo.

“Acredito que o varejo e muitos outros setores precisam estar por dentro das novas tecnologias, pois elas são o nosso futuro”, completa o ministro.

Fim das lojas físicas?

Os especialistas e players do mercado que participaram do evento apontam para o contrário: a tendência é que os varejistas façam esforços para unir as lojas físicas aos e-commerces e juntar as forças dos dois modelos.

Para Abílio Diniz, a loja física é fundamental para sustentar o e-commerce, principalmente pensando na distribuição e na volta do consumo presencial. Trajano compartilha dessa visão.

“O digital é commodity agora, ele é uma cultura, não opção. Desde que eu comecei a participar da NRF, os executivos primeiro levaram a loja física para o hospital, depois para a UTI, depois enterraram a loja física… mas nós continuamos firmes. A loja física não vai acabar, mas ela vai mudar, como já está mudando”, avalia Abílio.

ESG

Talvez um dos assuntos mais comentados, tanto no evento dos Estados Unidos, quanto no do Brasil, foi o ESG, sigla que significa práticas voltadas para o meio ambiente, questões sociais e de governança.

A maioria das empresas de relevância no país já coloca em prática diversas iniciativas voltadas para ESG e os investidores estão cada vez mais de olho na postura das companhias em relação a isso.

Para Luiza Trajano, práticas ESG já não são mais uma opção, e sim uma obrigação. “O consumidor mudou e está pedindo pelo ESG. Hoje, ou entra ou não entra, não tem opção mais. Se tem uma loja que alguém trata mal uma pessoa negra, dali um pouquinho todos nas redes sociais ficam sabendo, mesmo a empresa sendo pequena. Então, é necessário tomar essa consciência”, afirma.

Fonte: Vitória Fernandes, Forbes

6 de fevereiro de 2022 0 Comentários
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Pessoas

Novo CEO da Leão, Marcelo Correa, assume com missão de inovar e acelerar as vendas

De Administrador SH 6 de fevereiro de 2022
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Executivo que substitui Dirk Schneider já integrava o quadro corporativo da companhia

A Leão Alimentos e Bebidas está com uma nova liderança, Marcelo Correa, formado em Marketing com MBA Executiva, Gestão Empresarial e em Gestão de Pessoas, é o novo CEO da Leão. Anteriormente, o executivo ocupou a Gerência de Vendas e de Desenvolvimento de Negócios da empresa.
 

Correa assume a posição com a missão de continuar desenvolvendo a categoria de chás de infusão no Brasil, mercado em potencial, mantendo o foco nas necessidades do consumidor e em inovação. “Sinto-me motivado frente ao desafio de liderar a organização para o futuro. Somos uma empresa que aposta e investe genuinamente nas pessoas e seguimos com o nosso propósito de impulsionar a categoria de chás no Brasil, com as melhores práticas, parcerias e inovações, levando saudabilidade e sabor a mesa de milhões de brasileiros”, afirma Correa.
 

Correa substitui Dirk Schneider, que nos últimos quatro anos ocupou a posição de CEO e passa a atuar como Conselheiro Independente no Conselho de Administração da Leão.

A Leão Alimentos e Bebidas é responsável pela produção de chás para infusão do portfólio da Coca-Cola no Brasil. Entre os produtos que integram essa cadeia de responsabilidade, estão marcas líderes no seu mercado, como Chá Leão e Matte Leão, além da linha Leão Senses. Todas levam sabor, praticidade e bem-estar à mesa dos brasileiros.
 

A Leão Alimentos e Bebidas completa 120 anos, em 2021, com base em uma história de superação, inovação e sucesso, alinhada ao compromisso com a sustentabilidade, respeito às comunidades em seu entorno, funcionários, parceiros e consumidores.

6 de fevereiro de 2022 0 Comentários
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Varejo

GPA: receita sobe um dígito, mas volume de vendas caí 10% em janeiro

De Administrador SH 3 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

CEO da Grupo Pão de Açúcar, Jorge Faiçal espera que as vendas voltem a crescer ao longo dos próximos meses por conta do dissídio do trabalhador

O diretor-presidente do GPA, Jorge Faiçal, destacou que o faturamento bruto do grupo em janeiro subiu um dígito na comparação com igual mês do ano passado. Na contramão, o volume de vendas caiu entre 10% e 11% em igual base. “O setor vem sofrendo desde meados do ano passado uma combinação de dois fatores. Um deles é a inflação de alimentos de dois dígitos, que segue acima da média da inflação brasileira, puxada pela proteína animal, câmbio e safra. Ao mesmo tempo, o bolso dos consumidores vem diminuindo, os salários estão mais baixos e o desemprego ainda está alto”, disse.

A queda no volume de vendas, disse, é algo presente em todo o setor. Ele explicou que o consumidor hoje está muito rigoroso nas compras. O volume de clientes que visitam as lojas está estável, mas o carrinho está mais vazio.

“Isso não foi diferente no Natal, cujo volume foi um pouco melhor do que 2020, mas muito abaixo do que a gente esperava”, disse. Com a frustração, o grupo viu um estoque de produtos grande a ser vendido neste início de ano de itens como panetone.

Apesar do início difícil com a inflação, algo que não deve ser contornado no curto prazo, o executivo sinalizou algum otimismo para o primeiro semestre, sobretudo diante da tendência de uma retomada do poder de compra diante dos dissídios trabalhistas.

“Olhando o copo meio cheio, possivelmente a gente tem renda aumentando gradualmente por conta dos dissídios. E temos uma base baixa do ano passado a ser batida. É o que a gente consegue ver. Olhar para o segundo semestre está um pouco longe”, disse.

Investimentos

Durante a live do Valor, Faiçal defendeu que o grupo pretende investir neste ano R$ 1 bilhão em capex no Brasil, contra algo perto de R$ 750 milhões realizado no ano passado.

“No ano passado, a gente investiu por volta de R$ 1,2 bilhão, no Brasil e na Colômbia. Só Brasil, capex no ano passado foi de R$ 750 milhões, uns 15% menos do que 2019 (antes da pandemia). Para 2022, considerando que a empresa diminuiu mais ou menos 25% no seu tamanho (ante desinvestimentos como o setor de hipermercados), deveríamos gastar R$ 550 milhões, mas projetamos R$ 1 bilhão de capex”, afirmou.

O investimento, disse, vai ser sustentado pelo recurso obtido com os desinvestimentos como o hipermercado e a transferência de ativos para um fundo imobiliário, que representou uma captação perto de R$ 5 bilhões. “Entre R$ 1,2 bilhão e R$ 1,5 bilhão vamos gastar no desenvolvimento do nosso próprio negócio entre 2022 e 2024”, disse. Parte significativa desses aportes deve vir neste ano.

Entre os investimentos previstos para este ano está a reforma dos 185 mercados Pão de Açúcar até dezembro, além da continuidade da expansão orgânica do Pão de Açúcar e do Minuto. Há ainda previsão de aportes para melhorar a arquitetura digital – embora esse recurso não deva ser tão significativo já que o executivo considera a atual estrutura boa.

Faiçal disse que na divulgação de resultado deve apresentar planos mais claros para abertura de lojas neste ano. Mas reforçou o plano atual de abrir, entre 2022 e 2024, 100 lojas novas de Minuto e 50 lojas do supermercado Pão de Açúcar.

No mercado Extra, o grupo pretende abrir lojas de “forma pontual e estratégica”, disse.

“É segmento rentável, mas menos rentável que o Pão de Açúcar. Podemos ter oportunidades de M&A e aquisição. Mas o foco, a prioridade é a marca Pão de Açúcar, seja digital, proximidade ou supermercados”, disse.

Venda de ativos no exterior

Faiçal disse que a empresa não tem pressa para vender ativos do grupo no exterior (como o colombiano Éxito), embora esteja disposto a fazer desinvestimentos para aplicar melhor o recurso.

“Eventual agenda de venda de ativos fora do país continua sempre ativa, como sempre esteve. Estudamos hipóteses. Mas nada concreto que a gente possa divulgar. Primeiro porque a gente não tem pressa. Os ativos estão valorizados abaixo do que consideramos preço justo. Se um dia aparecerem boas propostas a um bom preço por que não? “, disse.

Já sobre fusões e aquisições, o executivo disse que não há conversas no momento. “Não quer dizer que está fora de cogitação, mas no momento não existe”, disse.

Ano passado, a empresa anunciou a decisão de sair do segmento de hipermercados com a venda de 71 lojas da marca Extra. Na Live, o executivo defendeu o passo ao explicar que o cenário para o setor de hipermercado está turvo diante da concorrência com os atacarejos – que têm crescido no país e oferecido serviços similares. Na outr a ponta, segmentos como moda e eletrônicos, que eram fortes em hipermercados, ganharam concorrentes especializados.

“O fato é que uma loja com essa superfície de 6 mil metros quadrados precisa de volume de venda para pagar despesas. Se essa meta não acontece, entra no espiral negativo e é o que estava acontecendo com a gente”, disse, sobre o Extra. “Com saída do hiper, temos empresa muito mais leve e que pode focar em setores mais rentáveis”, acrescentou.

O executivo explicou ainda que o novo GPA sem o braço de hipermercados vai ser menos hard sell e focará mais na estabilidade de preços. “O hipermercado, além de trazer rentabilidade baixa, que era o caso, ele trazia muita disrupção de cadeia”, disse.

Apesar da sinalização sobre o crescimento do atacarejo, o executivo disse que esse setor não é um concorrente direto das marcas do grupo. Ele explicou que há certos tipos de compra que o consumidor opta por fazer em um atacarejo, enquanto outras modalidades o cliente aceita pagar um pouco mais pela experiência. “Acreditamos muito no hábito de compras de supermercados de bairro, que não tem de pegar carro”, disse.

Fonte: Por Cristian Favaro e Adriana Mattos, Valor

3 de fevereiro de 2022 0 Comentários
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ESG

Consumidor brasileiro está mais ligado à sustentabilidade dos alimentos

De Administrador SH 3 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Estudo global da Cargill aponta aumento da busca por origem e práticas corretas dos produtores na hora das compras

A relevância e a preocupação com sustentabilidade agora influenciam a maioria das compras em supermercados ao redor do mundo, incluindo alimentos embalados como batatas fritas e biscoitos, de acordo com a nova edição da pesquisa global FATitudes, da Cargill. O levantamento da empresa identificou que 55% dos consumidores estão mais propensos a comprar um alimento embalado se identificaram uma ação de sustentabilidade, o que representa um salto de quatro pontos desde a última edição dessa pesquisa, realizada em 2019.

A FATitudes da Cargill tem sido fundamental para mapear mudanças no comportamento do consumidor ao redor do mundo. Entre as perguntas, estão questões sobre conscientização e tomada de decisão em relação às gorduras e óleos encontrados nos alimentos embalados. A nova pesquisa global, realizada em 2021, incluiu cerca de 6.000 compradores de supermercados brasileiros e em outros 10 países (Alemanha, Austrália, China, Estados Unidos, Filipinas, França, Índia, México, Reino Unido e Rússia).

“Era esperada uma mudança de comportamento do consumidor, inclusive por conta da pandemia e outros fatores que têm influenciado a tomada de decisão. Foi importante constatar que a sustentabilidade tem um grande peso para o brasileiro”, analisa Augusto Lemos, diretor geral da Cargill Foods para América do Sul. Houve crescimento de 13 pontos percentuais entre os brasileiros pesquisados que apontam a sustentabilidade como fator importante na hora da compra, se comparadas as pesquisas de 2019 e 2021. No Brasil, hoje esse número é de 74% dos entrevistados.

Pela primeira vez, a pesquisa também perguntou aos consumidores que tipo de ação sustentável eles valorizam nos fornecedores dos produtos disponíveis nas gôndolas. “Origem sustentável” e “conservação de recursos naturais” encabeçaram a lista, ficando bem à frente de reivindicações mais específicas, como “comércio justo”, “embalagens reduzidas” e “salários justos/decentes” na maioria dos países incluídos na pesquisa.

“Esses insights confirmam ainda mais nosso compromisso de incorporar práticas sustentáveis ​​em todos os aspectos de nossas operações”, disse Florian Schattenmann, diretor de tecnologia e vice-presidente de inovação e P&D da Cargill. “Isso inclui tudo, desde práticas de fornecimento até instalações de processamento e se estende ao desenvolvimento de novos produtos.”

Para alcançar um fornecimento ainda mais confiável de óleo de palma com origem sustentável, a Cargill está investindo em uma nova refinaria de óleo de palma na Indonésia e atualizando as capacidades de suas instalações de gorduras especiais em todo o mundo. Quando concluídas, as novas e ampliadas instalações ajudarão a Cargill a atender às crescentes expectativas em torno da sustentabilidade, conforme destacado na atual pesquisa global de consumidores da FATitudes.

Juntamente com esses esforços, a empresa também está ajudando os fabricantes de alimentos a atender ao crescente interesse pela saúde do consumidor. Em dezembro de 2021, a Cargill tornou-se o primeiro fornecedor de óleos comestíveis a se comprometer a remover os ácidos graxos trans (ITFAs) produzidos industrialmente de todo o seu portfólio global de óleos comestíveis, de acordo com as melhores práticas da Organização Mundial da Saúde.

Nesta rodada de pesquisa mais recente, o aumento do interesse pela sustentabilidade foi a mudança mais notável em relação aos resultados da pesquisa anterior. Na Índia, por exemplo, houve aumento de dois dígitos, com 67% dos consumidores indicando que eram mais propensos a comprar alimentos embalados que destacam ações de sustentabilidade, um aumento de 11 pontos percentuais em relação a 2019. No Reino Unido, a Cargill descobriu que 51% dos consumidores agora dizem que dão mais ênfase à sustentabilidade, um salto de 8 pontos percentuais em apenas dois anos. E nos Estados Unidos, os consumidores também estavam mais atentos às alegações de sustentabilidade: 37% deram a mesma resposta, um aumento de 6 pontos em relação aos resultados de 2019.

A Cargill já fornece soluções sustentáveis ​​para atender às necessidades de consumidores e clientes de óleos, desde programas de agricultura regenerativa para oleaginosas em linha, até óleo de palma certificado de origem responsável pela Roundtable on Sustainable Palm Oil (RSPO). No próximo ano, a empresa deve expandir o portfólio norte-americano de óleo de palma segregado por RSPO para incluir produtos de estearina de palma e oleína de palma, posicionando a Cargill para oferecer suporte aos clientes com um portfólio completo de produtos sustentáveis ​​de origem de palma. Os produtos de palma segregados pela RSPO também estão disponíveis na Europa, Rússia, Austrália/Nova Zelândia e Malásia.

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Varejo

Vendas nos supermercados de SC fecham o ano empatadas com 2020

De Administrador SH 3 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Termômetro da Acats reflete a retração no consumo das famílias, puxada pela alta da energia e dos combustíveis

As vendas do setor supermercadista catarinense fecharam o ano de 2021 praticamente empatadas com o ano anterior, leve variação positiva de +0,16% comparando o desempenho de vendas de janeiro a dezembro de 2021 com o mesmo período de 2020 e descontada a inflação do período. A comparação dezembro/2021 versus dezembro/2020 registrou (-1,34%) enquanto dezembro em relação a novembro de 2021 teve resultado superior em 29,32%, o que sempre acontece por conta do impacto do período de Festas.

Os índices foram apurados na pesquisa mensal do Termômetro de Vendas, realizada pela Associação Catarinense de Supermercados (Acats) e são apresentados já deflacionados pelo IPCA. Participaram desta amostragem empresas de todos os portes e regiões catarinenses.

Para o Presidente da Associação Catarinense de Supermercados (Acats), Francisco Crestani, o balanço do ano passado reflete a retração do potencial de consumo das famílias, que tiveram o bolso fortemente afetado pelas altas da conta de energia elétrica e principalmente dos combustíveis, os quais, por sua vez, puxaram a taxa da inflação para cima e assim comprimiram ainda mais o poder de compra da população.

– Temos ainda um cenário desfavorável para a retomada do crescimento econômico, afetado não só pelas consequências da pandemia, mas, sobretudo, pelas incertezas geradas a partir da política econômica. Cotação do dólar oscilante, inflação alta, desemprego, redução do poder aquisitivo e turbulências políticas são fatores que não ajudam a economia, pelo contrário, a prejudicam – comentou Crestani.

Para 2022 o dirigente antevê um período que os analistas costuma classificar que o país vai andar ‘meio de lado’ por conta da expectativa das eleições presidencial, de governadores e dos legislativos federal e estaduais.

– Infelizmente, é um ano que gera um efeito paralisante na conjuntura política e todas as pautas como as reformas estruturantes que o empresariado tanto aguarda deverão ficar mais um período paralisadas no Congresso Nacional, o que é uma pena. Mesmo assim, o segmento supermercadista deve reagir e buscar a superação de todas as dificuldades para manter a geração de empregos e a garantia de abastecimento de itens básicos de alimentação, higiene e limpeza das famílias, seguindo nosso principal compromisso – concluiu Crestani.

Fonte: Acats

3 de fevereiro de 2022 0 Comentários
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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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