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Varejo

Negócios da Solar, engarrafadora da Coca-Cola, recebem aporte de R$ 650 milhões

De Administrador SH 2 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Companhia busca novas aquisições, principalmente na região Centro-Oeste do país

A Solar Bebidas, segunda maior fabricante e engarrafadora da Coca-Cola no Brasil, tem conseguido crescer mesmo com as adversidades da pandemia. Em 2021, aumentou o faturamento em 11%, para R$ 9,8 bilhões, já considerando a incorporação do Grupo Simões, negócio anunciado há sete meses e que lhe permitiu entrar no Norte do país.

O plano para este ano é investir R$ 650 milhões, um salto de 30% em relação ao ano passado, e continuar pesquisando oportunidades de aquisições, em especial no Centro-Oeste.

“Acredito que a Solar, no seu papel de agente consolidador, tem ainda um caminho a trilhar. Há outras fabricantes no Centro-Oeste que constituem oportunidades para aumentarmos a captura de sinergias”, disse ao Valor o presidente da Solar, André Salles. Antes do negócio com a Simões, a Solar atuava em toda a região Nordeste, no Estado de Mato Grosso

Salles lembrou que o movimento de consolidação do setor não é algo novo. No Brasil, disse, há 40 anos eram 55 fabricantes que atendiam à Coca-Cola. Hoje, são sete. A própria Solar surgiu da consolidação de três grandes engarrafadoras, em 2013: Renosa, Norsa e Refrescos Guararapes. A Coca-Cola tem 27,5% da Solar, e o restante está dividido entre o Grupo Calila e as famílias Mello (Grupo Renosa) e Simões. “Esse movimento de consolidação é algo que perpassa o sistema Coca-Cola em todo o mundo”, diz o executivo.

Com a incorporação, a Solar atende agora 70% do território brasileiro, com uma população de cerca de 80 milhões na região. A Solar fica com 13 fábricas e 44 centros de distribuição, atendendo cerca de 370 mil pontos de venda. A Solar emprega 15 mil pessoas, considerando os 3 mil da Simões.

No mercado brasileiro, a empresa está atrás apenas da mexicana Femsa, a maior fabricante do sistema Coca-Cola no mundo. Com a conclusão do negócio com o Grupo Simões, a Solar saltou de 15ª maior fabricante global para a posição de número 13.

A Solar tinha um plano de abrir o capital na B3, em uma oferta secundária (com os recursos captados indo para os acionistas vendedores de ações). Essa operação seria feita antes da incorporação da Simões, mas a piora na economia fez a Solar desistir por ora do plano.

“Nós, junto com dezenas de outras empresas, acabamos desistindo por não ser o momento adequado em função das condições de mercado. Em uma eventual oportunidade, quando o mercado estiver favorável, queremos retomar a oferta pública”, disse o executivo.

A Solar viu seu faturamento crescer nos últimos três anos. Em 2021, atingiu receita de R$ 9,8 bilhões, alta de 11% na comparação com 2020. O Ebitda (lucro antes de juros, s, depreciação e amortização) consolidado foi de R$ 1,2 bilhão em 2021. Por ano, a empresa produz 2,7 bilhões de litros. A empresa tem agora 1,4 mil caminhões próprios.

Os planos para este ano incluem investimentos de R$ 650 milhões, um crescimento de 30% na comparação com o ano passado. Os aportes se concentram na modernização dos equipamentos e fábricas, frota e custos com a operacionalização do a incorporação do Grupo Simões.

Tocar o negócio, entretanto, não tem sido fácil. A alta dos preços de insumos, como pet e lata, assim como a depreciação do real aumentam os custos e ajudam a afastar o consumidor, que está com menos dinheiro no bolso. Mesmo assim, o executivo afirmou que a empresa tem conseguido ampliar Market share e margem.

“No ano passado conseguimos, através de mecanismos de hedge, contornar esse componente inflacionário e repassar [o aumento de custo para o preço final] abaixo da inflação. Para este ano, teremos de praticar um aumento de preço em linha com a inflação”, disse.

Um desafio adicional tem sido tocar a operação em meio ao aumento de casos de covid-19 e de influenza. Segundo Salles, atualmente os afastamentos por licença médica rondam os 4% dos funcionários. Na segunda onda, que atingiu o país entre março e abril de 2021, essa fatia chegou a quase 7%.

Fonte: Cristian Favaro, Valor

2 de fevereiro de 2022 0 Comentários
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Varejo

Americanas e Vibra formam joint venture no varejo de alimentos de “conveniência e proximidade”

De Administrador SH 1 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Nova empresa “Vem Conveniência” nasce com mais de 1200 pontos de venda em postos de combustíveis com governança própria, somando o know how das duas companhias

Depois de quase um ano, a Vibra Energia, ex-BR Distribuidora, e a Americanas anunciaram a conclusão de uma parceria firmada para explorar e expandir ainda mais o negócio de lojas de pequeno varejo de alimentos no Brasil. O negócio foi oficializado com a criação da Vem Conveniência, uma joint venture formada entre a Americanas e Vibra, que vão deter participações de 50% cada no novo negócio.

O acordo vai unir as expertises de cada uma das companhias. De um lado, entrará a ampla experiência de varejo no mercado brasileiro. Do outro, virá a força nacional da rede de pontos de venda, além da estrutura de suprimentos e logística, tecnologia e atuação no varejo digital.

Desse modo, as empresas vão desenvolver os estabelecimentos do segmento de varejo localizados tanto dentro quanto fora de postos de combustível, através das redes de negócios Local e BR Mania.

A joint venture, focada no varejo de conveniência e proximidade, entrou em operação nesta terça-feira. A nova empresa, que integra as lojas de conveniência BR Mania e Local, já nasce com uma rede de 1.257 lojas e oferece uma melhor proposta de valor para consumidores, franqueados, revendedores e atendentes de lojas, por meio de uma rede de pontos de venda com capilaridade nacional, escala, sortimento e tecnologia, além de uma plataforma financeira, com soluções de crédito e meios de pagamento digitais.

A Vem Conveniência conta com 55 lojas de pequeno varejo fora de postos de combustíveis, com operação própria, e aproximadamente 1.200 lojas de pequeno varejo em postos de combustíveis, operadas por franqueados.

O nome BR Mania continuará a ser utilizado nas lojas dos postos de combustíveis. Já a marca Local será usada em estabelecimentos fora dos postos.

A atuação complementar da Americanas e da Vibra será fundamental para impulsionar o crescimento da Vem Conveniência. A Vibra possui grande experiência em franchising e capilaridade em sua rede de mais de 8.000 postos de bandeira Petrobras, presentes em todos os estados brasileiros e conta com mais de 16 milhões de inscritos em seu programa de fidelidade Premmia.

A Americanas, por sua vez, atua de forma integrada, combinando lojas físicas, canais digitais, sua fintech Ame, que já oferece pagamento digital nos postos Petrobras em todo o Brasil, e uma estrutura de logística com 26 centros de distribuição no país.

“As tendências de mercado do varejo alimentar mostram que o consumo de proximidade terá uma relevância ainda maior nas rotinas de consumo da população até 2030. E acreditamos que, com a estrutura da VEM, poderemos acelerar e impulsionar este varejo, unindo a capilaridade da Vibra com a expertise e estrutura de varejo da Americanas. Nós acreditamos num mundo mais simples, prático e amigável, em que desejos e necessidades estejam ao rápido alcance de todos”, afirma Natália Cid, CEO da Vem.

A joint venture está alinhada à visão estratégica de Vibra de prover soluções de conveniência ligadas à mobilidade e melhorar continuamente a experiência dos consumidores que frequentam os pontos de venda da companhia. “A criação da Vem  faz parte dessa nossa estratégia, focada na conveniência do futuro, que passa por colocar o cliente no centro das decisões e ir aonde ele estiver, seja na loja, na casa ou no trabalho”, explica Leo Burgos, diretor de Desenvolvimento de Novos Negócios e Marketing da Vibra.

Para a Americanas, é mais um passo para a expansão da plataforma de franquias do grupo e faz parte da sua estratégia de multiplataformas. “A Vem Conveniência é um negócio que já começa de forma acelerada, conectando uma operação logística robusta, que atende a todos os CEPs brasileiros, com o conhecimento de mais de 90 anos no varejo. Além disso, com a Ame e a capilaridade da Vem, vamos democratizar ainda mais o acesso a produtos e serviços financeiros, incluindo diferentes modalidades de crédito para clientes, franqueados e revendedores”, afirma João Guerra, diretor da Americanas.

O fechamento da operação aconteceu depois que as condições precedentes, como a aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), foram cumpridas em 30 de dezembro de 2021, sendo esta considerada decisão final.

Fonte: Infomoney, Bahia de Valor

1 de fevereiro de 2022 0 Comentários
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Varejo

Marcas inovadoras criam Better Drinks com meta de faturar R$ 1 bi em 5 anos

De Administrador SH 1 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Nova companhia é resultado da união de dois ex-executivos da Ambev que querem revolucionar o mercado tradicional de bebidas

A Better Drinks, grupo brasileiro que agrega marcas inovadoras, anuncia o início das suas operações em fevereiro de 2022, resultado da união de cinco marcas em ascensão no Brasil: Baer-Mate, F!VE, Mamba, Praya e Vivant. Somadas, as empresas já faturaram mais de R$ 50 milhões em 2021 e, agora, vão buscar a liderança em seus segmentos, que já estão entre os que mais crescem no mercado de bebidas.

A nova companhia nasce da parceria de dois executivos renomados na área e que resolveram unir a experiência e o sonho de empreender no setor. Eles são Felipe Szpigel, ex Ambev, e Felipe Della Negra, ex Ambev, Red Bull e atual Kraft Heinz, em transição para a Better Drinks. Os sócios querem transformar o mercado tradicional de bebidas e, para isso, já conseguiram captar R$ 25 milhões para formar a Better Drinks.

A empresa será liderada pelos dois fundadores, mas conta com um time de investidores de peso que reforça o potencial da empreitada. Entre os nomes dos investidores que entraram como anjos estão Thadeu, Felipe Diz e Rodrigo Monteiro, fundadores da Zee.Dog, Fernando Gringberg, Mario Gorski, Ricardo Garrido e Sergio Camargo do CiaTC, Daniel Peres Chor da Multiplan, Norte Ventures, Alexandre Macedo ex RBI e XYZ, Luiza Nolasco da Gringa e Intellibrand, Fernando Soares ex Ambev e atual Dominos, Vasco Luce Ex Pepsico e ACNext, dentre outros.

De acordo com Felipe Szpigel, co-fundador e Chief Growth Officer da Better Drinks, a empresa chega ao mercado pronta para liderar um movimento de transformação do setor. “Acreditamos que nossas diferenças nos completam, por isso juntamos marcas únicas e, mais do que isso, montamos um time de empreendedores que estão prontos para criar algo incrível a partir de uma proposta muito mais moderna para o consumidor atual”, diz o executivo.

O grupo já chega com uma meta ousada: atingir faturamento de 1Bi de reais em 5 anos. Neste momento, a empresa já atende o mercado de drinks prontos para beber com a F!VE, de cervejas com a Praya, de vinhos em lata com a Vivant, de águas com a Mamba, além da inovadora alternativa aos refrigerantes com mate, gás e cafeína natural com a Baer-Mate. Todas com total sinergia de propósito e que têm conquistado um público que busca identificação com as marcas. “O momento agora é de pensar diferente. O consumidor está em busca de marcas de verdade, com ingredientes de verdade e feitas por gente de verdade, tudo com qualidade sem abrir mão de conveniência. É aí que a gente vai atuar, com produtos diferentes e novidades que vão posicionar o Brasil na vanguarda do mercado de bebidas”, diz Felipe Della Negra, co-fundador e agora voltando ao Brasil como CEO da Better Drinks.

A união das empresas representa a força da transformação do mercado de bebidas e irá potencializar as operações e expansão de cada uma delas com a otimização de processos, logística e conhecimento estratégico de mercado que Felipe Szpigel e Felipe Della Negra entregam com a experiência de mais de 20 anos no setor. Dessa forma, os fundadores de cada marca podem dedicar sua energia para inovação e experiência do consumidor, enquanto ganham escala a partir de uma operação robusta para atender uma demanda em constante crescimento.

“Hoje o mercado brasileiro conta com empresas de pequeno porte que não têm a escala dos grandes players. Por isso, acreditamos nessa nova via, de unir marcas que pensam de forma semelhante e que juntas conseguem atender as demandas dos consumidores que hoje não são atendidas”, diz Della Negra. E Szpigel acrescenta: “Esse modelo de negócio é muito comum fora do Brasil, nos inspiramos em companhias como Boston Beer Company e Mark Anthony Group, que lideram o mercado premium de bebidas nos EUA”.

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Tendências

Walmart funde físico e digital em nova loja-conceito

De Administrador SH 1 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Ponto de venda no estado americano do Arkansas se propõe a atender diversas missões de compra, nas mais diversas categorias, com mais recursos tecnológicos

É em Springdale, no interior do estado americano do Arkansas, que o Walmart está testando uma forma de fazer com que os consumidores tenham uma experiência mais digitalizada de compra nas lojas físicas. A ideia da varejista com seu novo conceito “Time Well Spent” é fazer com que o PDV seja um destino de consumo e, ao mesmo tempo, atenda à demanda por informações e por sortimento que só é possível no online.

O conceito é a segunda fase de um projeto de redesenho das lojas físicas que teve início na pandemia. A primeira fase, apresentada na mesma “loja incubadora” no ano passado e hoje já presente em cerca de mil lojas, teve como foco melhorar a navegação e a localização de produtos no PDV. Nessa nova etapa, o Walmart ampliou os elementos de design físicos e digitais para apresentar os produtos. QR Codes e painéis digitais permitem que os clientes explorem os produtos que desejarem e comprem itens que não estão disponíveis no PDV.

Entre os recursos mais interessantes do novo conceito do Walmart estão:

  • Ativação de produtos: displays em vários departamentos da loja ajudam os clientes a escolher produtos e oferecem uma experiência omnichannel. Na área de Casa, por exemplo, os clientes podem sentir a maciez de um travesseiro e escolher entre diversas opções em um totem interativo.
  • Brand shops: o conceito de “loja dentro de loja” ganha força em áreas como bebê, vestuário e beleza. Os displays digitais mostram uma ampla variedade de produtos e customizam a experiência de acordo com quem está manuseando o equipamento.
  • Espaços de exploração: o Walmart repensou a loja como um espaço que trabalha junto com o online. Assim, o PDV se torna menos um “depósito de produtos” e mais um “lugar de descobertas”. O sortimento da loja é otimizado com os itens de mais saída, enquanto o restante pode ser comprado digitalmente.
  • Digitalização: as telas digitais e os QR Codes oferecem opções extras de produtos, mesmo que não sejam apresentados fisicamente no PDV. Também são oferecidos serviços, como seguros para pets. No caso da área de animais de estimação, todos os itens pesados (como grandes sacos de ração) estão disponíveis online, para que o cliente não precise carregá-los para casa.

O esforço do Walmart em modernizar seus pontos de venda tem valido a pena. A empresa, hoje com mais de 10.500 lojas em 24 países, tem se colocado entre as 15 melhores varejistas em atendimento ao cliente dos Estados Unidos, de acordo com estudos realizados pela dunnhumby.

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Varejo

Rede vai abrir segundo atacarejo na mesma cidade em menos de 6 meses

De Administrador SH 1 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Juntas, as duas lojas vão gerar cerca de 400 postos de trabalho entre empregos diretos e indiretos

Quem passa pela avenida da Zona Sul de Porto Alegre se pergunta: o que vai abrir no grande pavilhão no mesmo empreendimento onde a rede de farmácias São João abriu a loja número 900 no começo de dezembro? Será um atacarejo que está com 160 vagas de emprego abertas.

Atacarejos, que combinam venda de maior volume e quantidade de produtos de atacado e a pegada do autosserviço de supermercado, vêm proliferando em diversas regiões do Estado.

A fachada em vermelho voltada à avenida Edgar Pires de Casto, perto de rótula com a avenida Juca Batista, dá a pista da marca: será mais uma unidade do Desco Super&Atacado, que pertence ao grupo Imec, de Lajeado, que também atua em supermercados. A rede está chamando a loja de Desco Juca.

Será a segunda filial da bandeira na Capital. A primeira fica na rua Ramiro Barcelos, em direção à Zona Norte, onde abriu em dezembro no número 430. Nas duas unidades na Capital, o grupo diz que vai gerar 250 empregos diretos e 120 indiretos.

A previsão de ter mais uma operação já havia sido noticiada pelo Imec no primeiro semestre de 2021. A estimativa é abrir até março, segundo apurou a coluna.

A chegada da operação vai elevar a disputa por clientes na região, que vive expansão residencial nos anos recentes. Próximo ao futuro Desco, tem um supermercado Zaffari. Mais à frente, na Edgar Pires de Castro, estão posicionadas bandeiras de bairro, como o Super Kan Supermercados.

O Imec é o quarto maior grupo do setor de supermercados do Estado e 54º do País, segundo o ranking da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) de 2021 (em 2020, estava na 56ª posição). O grupo faturou R$ 889,1 milhões em 2020 (último dado disponível), tinha 2,4 mil funcionários e quase 30 mil metros quadrado de área de vendas.

Fonte: Patrícia Comunello

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Varejo

Programa Troco Solidário beneficia 491 instituições em 15 anos

De Administrador SH 1 de fevereiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Anualmente, a ação se repete nas 93 unidades de negócio da rede catarinense

Lançado em 2007 pelo Grupo Pereira, uma das maiores redes varejistas do país, o Troco Solidário está comemorando 15 anos. Ao longo deste período, o programa que convida o cliente a arredondar o seu troco no final de cada compra em todas as 75 unidades das redes Supermercado Comper e Fort Atacadista já arrecadou mais de R$15 milhões e beneficiou 491 instituições localizadas nos estados de Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal, promovendo a melhora na qualidade de vida de mais de 300 mil pessoas. Só no ano passado, o valor arrecadado ultrapassou a marca dos R$ 2 milhões e contemplou 64 entidades.

Os operadores de caixa das lojas são os maiores incentivadores do projeto, já que são eles que reforçam cliente a cliente a importância das doações para a instituição que será beneficiada na região. Qualquer valor a partir de R$0,01 (um centavo) é válido, e 100% do total arrecadado é doado a entidades locais. “É gratificante participar da entrega dos cheques. Nosso programa é muito sério e todo dinheiro doado realmente chega à instituição, principalmente nesse momento de pandemia, a ajuda tem sido importante”, disse Karine Vieira de Freitas, operadora de caixa que trabalha em uma das unidades do Comper em Cuiabá, Mato Grosso. 

O Supermercado Comper arrecadou junto a seus clientes uma quantia de R$ 820 mil em 2021, auxiliando 20 instituições. Já o Fort Atacadista destinou mais de R$ 1,2 milhão para 44 instituições beneficentes que poderão investir em melhorias e manutenções de suas organizações. “O valor ultrapassou nossas expectativas e, agora, vamos investir em energia solar, um grande sonho que vai ter seu resultado perdurando por décadas, na economia de energia e reflexo no meio ambiente”, destaca a gestora administrativa municipal da LBV Nely de Oliveira, instituição beneficiada pelo Troco Solidário em Mato Grosso do Sul, que recebeu o cheque no valor de R$ 68,4 mil em dezembro.

Em 2021, as unidades do Comper e do Fort Atacadista do Distrito Federal arrecadaram, juntas, cerca de R$ 450 mil e beneficiaram oito instituições da região, entre elas a Associação Protetora Independente de Animais e o Projeto Assistencial Sementes da Esperança (PASES). Já em Santa Catarina, uma das beneficiadas do Fort Atacadista foi a APAE (Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais), que atende cerca de 20 mil pessoas com deficiência intelectual ou múltipla em todas as regiões do estado. “A ação do Troco Solidário é um ato de cidadania que gera muitos benefícios para a sociedade catarinense. O recurso financeiro destinado pelo Fort Atacadista será utilizado na capacitação dos profissionais que atuam diretamente com esse público, em prol dos seus desenvolvimentos físicos, motores, relacionais e intelectuais. Ao Fort Atacadista, meu muito obrigado e um próspero 2022”, agradece Alice Thümmel Kuerten, presidente da Federação das APAEs de Santa Catarina. 

Além do programa Troco Solidário, o Grupo Pereira contribui positivamente para a vida das pessoas nas regiões onde atua, vivendo na prática seu propósito de transformar o ambiente ao seu redor. Algumas de suas iniciativas são a ressocialização de reeducandos, as campanhas de reciclagem de lixo eletrônico, o Clube da Bike e a parceria com a ONG Parceiros da Educação, o Mesa Brasil e o Limpeza dos Mares.

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Varejo

Pão de Açúcar está pronto para vender por WhatsApp e entregar em 15 minutos

De Administrador SH 31 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Delivery de cerveja gelada em até meia hora e a abertura de novas lojas também estão nos planos do CEO do GPA, Jorge Faiçal

Sem o “peso” do Extra, o CEO do GPA, Jorge Faiçal terá de provar ao mercado que pode deslanchar. 

Passados alguns meses da transação, Faiçal explica, na prática, o que ele quis dizer. “O Extra 25% das nossas vendas, menos de 10% do lucro e 80% da agenda”, diz o executivo ao NeoFeed , em sua primeira entrevista exclusiva a um veículo de comunicação desde que assumiu a empresa em março de 2021. “Agora estamos conseguindo dar mais foco nos negócios que são mais rentáveis e promissores.”

Alguns deles começam a sair do papel nos próximos dias e foram revelados em primeira mão ao NeoFeed . Dentro de um mês, por exemplo, o Pão de Açúcar vai lançar a compra via WhatsApp. Segundo Faiçal, será tudo automatizado e o pagamento poderá ser feito no próprio aplicativo.

Para fevereiro está previsto também o início de um projeto-piloto em três lojas, em São Paulo. Trata-se do início de “15 minutos do Pão de Açúcar”. “Vamos fazer entregas rápidas, em até 15 minutos. Estou aprendendo com os caras (iFood e Rappi) e colocando para dentro de casa”, diz Faiçal sobre os players que oferecem esse tipo de serviço.

Em outro campo de batalha, o GPA se prepara para entrar onde a Ambev conseguiu se estabelecer com seu serviço Zé Delivery: na entrega de cerveja gelada. O Pão de Açúcar vai começar a rodar um projeto-piloto para o delivery de cerveja gelada em menos de 30 minutos, com a bebida acondicionada em embalagens com gelo.

Além disso, diz o executivo, dos R$ 5,2 bilhões que entrarão na caixa da companhia depois de vender as lojas do Extra para o Assaí, R$ 1,5 bilhão serão revertidos para a melhoria das operações  atuais. Até o fim do ano, todas as 185 lojas do Pão de Açúcar estarão completamente transformadas para o que o GPA chama de G7 (Geração 7).

Só assim, serão desembolsados cerca de R$ 700 milhões. O processo foi iniciado em 2019 e 50 lojas já foram renovadas, desde então. Nesse modelo, o Pão de Açúcar foca nos serviços, comidas prontas, padaria e produtos frescos. Tudo para aumentar a margem de lucro, que nesses formatos atingem dois dígitos, e estar onipresente para a necessidade dos consumidores.

“O Pão de Açúcar tem boas margens, é gerador de resultados e é onde mais andou a agenda digital do GPA”, diz Alberto Serrentino, sócio-diretor de consultoria Varese Retail. “O Extra pesava muito para o grupo. Primeiro pelo estrangulamento de hipermercados com o crescimento do atacarejo e, em segundo lugar, por conta das crises que fizeram os consumidores para mudarem seus costumes.

Agora, mais “leve”, a agenda de Faiçal mudou da água para o vinho. “Tenho dedicado 50% do meu tempo nessa área digital, para ganhar diferencial competitivo”, diz ele, de olho no futuro do setor. Segundo o presidente do GPA, em supermercados, o e-commerce ainda engatinha no Brasil, não chega a 1,5% do total do setor.

“Estimamos que movimente cerca de R$ 10 bilhões. Desse total, o Pão de Açúcar vende quase R$ 2 bilhões, o que significa 20% de market share. Nos próximos cinco anos, acreditamos que o e-commerce em supermercados vai chegar ao patamar dos EUA, que representa cerca de 7% de vendas da participação.”

Isso elevaria esse mercado para mais de R$ 40 bilhões. Para abocanhar um naco maior desse futuro bolo, a companhia está trabalhando nas plataformas próprias e também no seu marketplace, em 2020. Mas com uma mudança de posicionamento do que vinha adotando anteriormente.

“Decidimos que não vamos competir com Amazon , Magalu e Mercado Livre querendo ser marketplace generalista. Seremos especialistas em sete categorias”, afirma. Entre elas, estão vinhos. “Temos hoje 30 mil rótulos de vendedores mais distintos.” Outras categorias são cervejas, destilados, mundo bebê e mundo beleza.

O executivo ainda está definindo as outras duas que entrarão na plataforma. No ano passado, o grupo montou a empresa logística GPA Log para fazer o serviço de logística se for contratado pelos sellers.

Em outra ponta, o próprio GPA está entrando como um seller dentro de outras plataformas. “Temos negócios com iFood , Rappi , Uber Cornershop , Mercado Livre , Americanas e HomeRefill.” Em todos esses apps, o cliente encontra a marca Pão de Açúcar dentro da plataforma deles. No caso da HomeRefill, o Pão de Açúcar funciona como uma “dark store” da empresa.

Apesar de ressaltar uma parceria com as plataformas, a vida do Pão de Açúcar não vai ser tão fácil assim. Algumas delas estão entrando no terreno do GPA, virando varejistas ao criarem suas próprias dark stores.

Em recente entrevista, a CEO da Rappi Brasil, Tijana Jankovic, revelou que essa é uma área que está crescendo muito dentro da companhia e pretende aumentar a rede de 128 dark stores para 300 nos próximos anos . A Americanas, por sua vez, comprou a rede Hortifruti Natural da Terra em um negócio de R$ 2,1 bilhões.

“Tem uma zona cinzenta aí, é verdade. No passado, a gente foi cauteloso de não formar uma parceria com um potencial adversário. Mas vai ganhar o jogo quem beber água limpa, sair na frente”, diz Faiçal. “Nesse momento, trabalhar com eles não é um problema; o dia que for, eu pensei nisso.” O jogo que está sendo jogado pelo GPA com as plataformas, por enquanto, é outro.

“Estou aprendendo com eles e eles aprendem muito com a gente.” O projeto de entrega em 15 minutos é algo que o GPA está observando na dinâmica das plataformas e de seus consumidores. “Por outro lado, eles estão aprendendo a vender cerveja, coisa que eles não sabiam fazer. É saudável para as duas partes em termos de aprendizagem e rentabilidade.”

Nesse mercado de entrega de última milha, ainda há muita queima de caixa para escalar a operação e aumentar o número de usuários ativos. Na opinião de Faiçal, dentre as mais de 20 empresas que estão nesse segmento, vão sobrar cerca de cinco. O GPA tem, inclusive, um caso curioso dentro de casa.

A companhia, que conta com 3 milhões de usuários cadastrados no seu e-commerce, é dona do James Delivery, que, notoriamente, queima caixa do GPA. O grupo já discutiu a possibilidade de vender uma plataforma. Mas, agora, está com essas novas ações, a empresa está integrando todos os processos do James ao GPA.

“Por enquanto estamos descartando a possibilidade de vender o James. Ele é considerado quase um passe de segurança que estou comprando”, diz o CEO do GPA

“Por enquanto, estamos descartando a possibilidade de vender o James. Ele é considerado quase um passe de segurança que estou comprando.” Passe de segurança porque, se os parceiros passarem a se aventurar como supermercadistas, fazendo uma desintermediação do GPA, a companhia tem uma alternativa na mão.

“Com o James, a gente consegue copiar e colar o mesmo serviço que eles fazem hoje. O James tem uma plataforma tecnológica de administração de rota, frota de motoqueiro, taxista, uberista. É manter dentro de casa esse know how.”

No mundo físico, as mais de 800 lojas do grupo, que servem como uma poderosa rede para o digital, os planos são, de certa forma, resgatar o passado da rede. O Pão de Açúcar vai aumentar a quantidade de SKUs, passando de cerca de, em média, 10 mil por loja para 12 mil. “No passado, eu tinha dez marcas de linha de tempero, várias marcas de geleia”, diz Faiçal.

Pode parecer detalhe, mas é decisivo para atrair o cliente. “Ter a geleia do cliente faz com que ele escolha o Pão de Açúcar na sua viagem de compra e não vá buscar no St. Marche, no Oba ou no empório perto da sua casa.” A atenção do executivo é mais do que justificável. O Pão de Açúcar representa quase metade do faturamento do GPA no Brasil.

O outro pilar da companhia é o Minuto Pão de Açúcar. São 100 lojas, na cidade de São Paulo, que se encaixam como o bom e velho mercadinho de bairro. “É uma lojinha pequena, tem de tudo, o pão francês, a cerveja. É o mercadinho com uma cara mais sofisticada”, diz Faiçal. A rentabilidade nesse formato é de dois dígitos.

O próximo passo é abrir 100 unidades nas cidades do estado de São Paulo e a partir de outros estados em 2024. “Estamos olhando para as cidades como Rio de Janeiro, Recife e Fortaleza”, diz o executivo. São capitais onde o Pão de Açúcar já tem lojas. O investimento previsto neste negócio deve atingir R$ 500 milhões.

O Pão de Açúcar tradicional tem, em média, um tamanho de 1,2 mil metros quadrados e o Minuto Pão de Açúcar, 300 metros quadrados. Mais recentemente, a empresa passou a testar outro modelo, o Pão de Açúcar Fresh, que fica no meio entre os dois, com, em média, 700 metros quadrados de área.

O grupo abriu a primeira loja em outubro do ano passado e outra há duas semanas. “Ele é um competidor de microrregião de padarias, mercadinhos, feiras livres e de players como o Oba e o Natural da Terra, em São Paulo, o Hortifruti, no Rio de Janeiro.”

O azul para a última linha do balanço

Os esforços de Faiçal estão concentrados em trazer o azul para a última linha do balanço da companhia. No terceiro trimestre de 2021, o dado mais recente, o GPA apresentou prejuízo de R$ 89 milhões ante um lucro de R$ 386 milhões um ano antes.

No período, o grupo faturou R$ 12,08 bilhões, uma alta de apenas 0,17% em relação ao mesmo trimestre de 2020. O que fez as receitas se manterem estáveis foi a operação do Grupo Éxito, da Colômbia.

Enquanto a operação colombiana apresentou uma receita líquida de R$ 5,6 bilhões, 6,6% a mais do que no mesmo período do ano passado; o GPA Brasil anotou uma receita de R$ 6,39 bilhões, uma queda de 5%.

Não à toa, a companhia foi criticada por analistas de mercado de vários bancos. “O GPA apresentou números fracos no 3T21, ligeiramente abaixo de nossas estimativas, após forte desempenho no mesmo período do ano passado”, escreveram os analistas Luiz Guanais, Gabriel Disselli e Victor Rogatis, do BTG Pactual, em relatório divulgado logo depois.

Mas um gestor disse que, mesmo com esses resultados, o online cresceu 46% no período e as ações da companhia estão subvalorizadas. O valor de mercado do GPA na B3 atingiu R$ 5,82 bilhões, na sexta-feira, 28 de janeiro.

Ele diz que só as participações do GPA em bilhões como Éxito e Cnova, a companhia europeia de comércio eletrônico do Casino, valem mais de R$ 14 bilhões. Somando a operação brasileira, diz ele, o GPA deveria valer, por baixo, R$ 20 bilhões. Mas não é tão simples convencer os investidores disso.

Nos últimos anos, a empresa enfrentou problemas de gestão, sobretudo de governança sob o comando do grupo francês Casino, que arquitetou as mudanças de controle do GPA para o grupo colombiano Éxito, em 2015, e depois, em 2019, com o GPA comprando os papéis do Éxito numa operação de R$ 9,5 bilhões.

Desde 2019, a companhia está tentando ficar mais leve e destravar valor. Além de resolver a questão societária na região, a companhia vendeu a Via Varejo para um grupo de investidores, incluindo Michael Klein. Depois, em 2020, a rede fez o spin off do Assaí e, no ano passado, a venda do Extra. Agora, não tem mais nenhum “peso” para atrapalhar sua corrida. Para o mercado, chegou a hora de o GPA entregar o que está prometendo.

 Fonte: Carlos Sambrana, Neofeed

31 de janeiro de 2022 0 Comentários
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Varejo

Cresce consumo de proteína vegetal entre os maiores de 35 anos, diz Kantar

De Administrador SH 31 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Estudo aponta que bem-estar e preocupação com o planeta são os principais motivos dessa elevação 

A busca crescente pelo bem-estar e a preocupação com o planeta estão contribuindo para o desenvolvimento do mercado de proteínas vegetais no Brasil. 

Entre os meses de setembro de 2020 e de 2021, os itens que compõem a categoria foram consumidos por mais de 36 milhões de pessoas. No mesmo período, a carne bovina teve redução de quase 2% em número de compradores e de 10% em ocasiões de consumo.

As informações são do painel Usage Foods & Beverages da Kantar, líder em dados, insights e consultoria.

Os maiores consumidores de proteínas vegetais, a exemplo de soja, lentilha e grão de bico, são provenientes das classes ABC (89%) e maiores de 35 anos (52%). Também vale ressaltar que, além de São Paulo e Rio de Janeiro, os produtos vêm se desenvolvendo de forma muito expressiva nos estados do Nordeste.

De forma geral, 55% das refeições feitas com proteína vegetal são compartilhadas entre quatro ou mais pessoas e ocorrem menos de duas vezes na semana. Apesar do hábito ser o maior motivo para o consumo (49%), a saúde (22%) e o prazer/desejo por algo diferente (27%) destacam-se como motivos para consumo dessa categoria.

Os números dão perspectiva para que o mercado siga crescendo e atraindo mais consumidores em 2022. Hoje, 70% dos brasileiros dizem querer se alimentar de forma consciente, com benefícios para a saúde e para o planeta. E mais: 56,1% planejam comprar menos produtos que sejam prejudiciais ao meio ambiente ou à sociedade.

É importante destacar, porém, que, apesar do cenário em desenvolvimento, a categoria ainda enfrenta barreiras de consumo. A principal delas está atrelada à alta ingestão de carne. Atualmente, a proteína animal está presente em 56% das ocasiões de almoço ou jantar dos brasileiros.

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Varejo

Grupos mineiros investem R$ 6,5 mi no crescimento do varejo de alimentos

De Administrador SH 31 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Redes regionais entregam dois supermercados nesta terça-feira em áreas distintas de Minas Gerais

O supermercado Esquinão consolida e amplia sua presença em São João Del-Rei, na região do Campo das Vertentes, e chega à 12ª loja em operação. A nova unidade entregue hoje à população fica na Rua Tomé Portes Del-Rei, 50, no bairro Matosinhos.  

Com 1,8 mil metros quadrados de área total e 10 checkouts, esta é a maior loja da empresa. Foram investidos R$ 4 milhões no empreendimento, que gerou 150 empregos diretos, e é motivo de orgulho para a direção da rede, que detalha como é o novo ponto de venda: “Moderno, amplo e aconchegante, conta com maquinário de última geração e mix diversificado de produtos”, informa a empresa. “A nova estrutura reúne em um só lugar muita elegância, beleza e sofisticação. Tudo que a nossa cidade precisa!” 

Com mais de 40 anos de tradição a rede Esquinão está presente em cinco cidades da região do Campo das Vertentes: Em São João Del Rei, onde está sediada; Barroso; Santa Cruz de Minas, São Tiago e Tiradentes.  

Outra rede regional também abre suas portas no estado nesta terça-feira. Trata-se da segunda loja do supermercado Rei do Arroz/Supermais em Santos Dumont, na Zona da Mata mineira e a terceira da empresa, já que opera também em Juiz de Fora. 

O novo supermercado fica no bairro Córrego do Ouro, na avenida Palmira, 322. O diretor do Rei do Arroz/Supermais, Cláudio Caetano, informa que a nova loja tem 607 metros quadrados de área de venda, cinco checkouts e gerou 35 empregos diretos.

Entre os vários diferenciais oferecidos pelo novo supermercado estão correspondente bancário 24 horas, um serviço importante para quem precisava se deslocar até outras regiões da cidade para essa finalidade.    “É uma loja de bairro, porém completa, com todos os departamentos que são nossos diferenciais, como açougue, padaria, hortifrúti, e um plus de muita bebida gelada, como cervejas e refrigerantes. Em bairro, isso faz muita diferença”, informa o diretor.  

Segundo ele, foi investido um total de R$ 2,5 milhões, na nova unidade, que ocupa um imóvel próprio da empresa. 

Rede Supermais 

O supermercado Rei do Arroz é filiado à central de negócios Supermais, rede fundada em abril de 2000 e que hoje está presente na Zona da Mata e Campo das Vertentes. Atualmente, são  12 empresas associadas, num total de 31 lojas, em 14 cidades.  

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31 de janeiro de 2022 0 Comentários
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Varejo

Lopes combate desperdício de alimentos com doações diárias à Prefeitura de Guarulhos 

De Administrador SH 31 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Parceria firmada com base na lei federal 14.016, permite o repasse do excedente de alimentos não vendáveis, mas aptos ao consumo

A ligação histórica do Lopes Supermercados com Guarulhos ficou ainda mais forte. Berço da rede, que, há 47 anos, inaugurou sua primeira loja na cidade, a segunda maior metrópole do Estado, a cidade passa a receber oficialmente doações da rede de supermercados.

Na última semana, na sede da Prefeitura, José Osvaldo Leivas, diretor-presidente do Lopes Supermercados, e Gustavo Henric Costa (Guti), prefeito de Guarulhos, assinaram contrato que contempla a doação diária de alimentos e produtos diversos do Lopes à municipalidade. O evento também contou com a presença de Fábio Cavalcante, secretário municipal de Desenvolvimento e Assistência Social.

Diariamente, as unidades do Lopes da cidade separarão e farão a doação de alimentos, produtos de higiene pessoal e limpeza não vendáveis, mas aptos ao consumo e uso, ao Banco de Alimentos da cidade. Pelo acordo, a prefeitura se encarregará de recolher os alimentos e demais produtos e distribuir a instituições assistenciais cadastradas. A previsão do Lopes é doar, em média, seis toneladas de produtos por mês.

“O Lopes Supermercados tem uma ligação muito forte com a cidade de Guarulhos. Nascemos aqui e sempre incentivamos e trabalhamos para o progresso da cidade, gerando empregos e contribuindo com sua população como um todo”, conta Leivas.

Segundo ele, somente no ano passado, o Lopes doou à Prefeitura mil cartões de R$ 100 para compras em suas lojas e 670 cestas básicas em uma ação de Natal, na qual colaboradores, parceiros, fornecedores e o próprio Lopes se reuniram para doar aos Bancos de Alimentos das Prefeitura de Guarulhos, Santo André e Jandira, que repassaram a famílias carentes dessas cidades.

Além disso, quando Guarulhos sofreu com as enchentes em dezembro do ano passado, a rede ofertou dez paletes de água Lopes com 7 mil garrafas de 1,5 litro. Em 2021, o Lopes doou um total de mais de 17 toneladas de alimentos, produtos de limpeza e higiene pessoal.

“Sabemos que esse é o mínimo a se fazer em benefício de quem vem sofrendo e não conseguindo colocar na mesa de suas famílias o mínimo para sua sobrevivência. Todos têm de fazer sua parte e, com esse acordo, estamos dando um pequeno passo nesse sentido. Esperamos que muitas outras empresas locais façam movimentos idênticos no sentido de dar dignidade às pessoas”, garante o diretor-presidente do Lopes Supermercados.

O prefeito de Guarulhos agradeceu a parceria com o Lopes Supermercados. “Queremos agradecer à direção e a todos os colaboradores do Grupo Lopes por essa iniciativa que vai ajudar muita gente em nossa cidade. Esperamos que esta parceria sirva de modelo para outras empresas do setor supermercadista. Ela é um reflexo altamente positivo da Lei 14.016, de 2020, que dispõe sobre o combate ao desperdício de alimentos e a doação de excedentes de alimentos para o consumo humano por parte de bares, restaurantes, mercados etc. Com certeza, a Lei e ações como esta vão fazer com que a vida de quem realmente seja um pouco mais digna, estimulando outras empresas a fazer o bem”, afirmou.

Guti lembrou que o momento econômico pelo qual passamos, com a pandemia, fez com que muitos pais ficassem desempregados e colocou muita gente em situação de rua, sem condições de suprir suas famílias com o mínimo para sobreviver. “Vivemos um momento no qual Poder Público e iniciativa privada precisam estar ainda mais juntos. Esperamos que este passo se torne um case de sucesso e estimule outras empresas a promover iniciativas semelhantes.”

O diretor-presidente do Lopes Supermercados também reforçou a necessidade de que outros supermercados da região façam o mesmo e que se juntem em um movimento positivo, de propósito, gerando outras ações idênticas. “Além de fazermos uma ação com efeito local, vamos levar essa sugestão à Associação Paulista de Supermercados (Apas) para que outros grupos também adiram a movimentos idênticos”, concluiu Leivas.

A história da rede Lopes Supermercados começou em 1974 e conta hoje com mais de 33 unidades no Estado de São Paulo (30 lojas Lopes Supermercados e três Raiz Superatacado). Com mais de 400 produtos de marcas próprias, a rede varejista atende hoje mais de 20 milhões de consumidores por ano e emprega diretamente mais de 3,5 mil pessoas. Em 2020, o grupo entrou no segmento de atacado, com a rede Raiz Superatacado.

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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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