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Varejo

Vendas no comércio eletrônico batem recorde no primeiro semestre

De Administrador SH 11 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Negócios no período somaram R$ 53,4 bilhões, alta de 31% ante o ano anterior, de acordo com Ebit/Nielsen

O comércio eletrônico bateu recorde de vendas no primeiro semestre de 2021, atingindo R$ 53,4 bilhões, crescimento de 31% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo trabalhoelaborado pela Ebit | Nielsen e realizado em parceria com o Bexs Banco, empresa especializada em câmbio e soluções de pagamentos digitais internacionais.

O resultado semestral foi impulsionado sobretudo pelos aumentos de 22% no ticket médio – que passou para R$ 534 reais -, e de 7% no número de pedidos, atingindo a marca de 100 milhões. “O e-commerce passa agora por um período de consolidação após o crescimento expressivo do ano passado”, afirmou o líder de e-commerce da Ebit|Nielsen, Marcelo Osanai. “O consumidor, adaptado à comodidade do comércio eletrônico, compra de forma mais recorrente e busca produtos em diversas categorias”, acrescentou.

O número de novos consumidores se estabilizou no primeiro semestre deste ano: foram 6,2 milhões, levemente inferior aos 7,3 milhões no mesmo período do ano passado.

O curioso, no entanto, é que o novo consumidor entra com um apetite mais alto do que as pessoas que já estão acostumadas a comprar online. O ticket médio dos recém-chegados é levemente superior à média total, atingindo R$ 556.

As compras por celulares representaram mais da metade do faturamento total do e-commerce e do número de pedidos. No primeiro semestre as vendas no meio atingiram R$ 28,2 bilhões, crescimento de 28,4%, e os pedidos, 56,3%, alta de 8,7%. Já o ticket médio ficou em R$ 502, levemente abaixo do valor geral do e-commerce.

“O brasileiro está hiperconectado, consome conteúdo ao mesmo tempo em diversas telas, isso é o ambiente propício para o e-commerce. Ele assiste algo na televisão, acessa as redes sociais, vê um produto de interesse e realiza a compra. Tudo muito simples e ágil ao toque das mãos”, afirmou o executivo da Ebit|Nielsen

Os segmentos de Departamento e Esportivo se destacaram durante o primeiro semestre, com expansão de 37% no volume de vendas, e 14% no número de pedidos, e 48% de alta em vendas e 27% de crescimento em pedidos, respectivamente. Aparecem ainda os segmentos de Pet Shop, com alta de 56% no faturamento e 48% nos pedidos, Alimentos (+34% e +8%). Casa e Decoração teve alta de 155% em vendas e de 67% em pedidos.

A região Sudeste foi a que mais contribuiu com 51% do faturamento total, conforme os dados do estudo. No entanto, as regiões Sul e Norte foram as que mais cresceram durante o primeiro semestre, com altas de 57% e 52%, respectivamente.

“Isso mostra uma dinamização do comércio eletrônico e sua consequente expansão para todo o Brasil. Deixou de ser algo concentrado para ser massificado. Isso tudo graças à acessibilidade, facilidade e adaptabilidade do comércio eletrônico no país”, afirmou Osanai.

11 de agosto de 2021 0 Comentários
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Varejo

Cerveja Therezópolis é comprada por Coca-Cola FEMSA e Andina

De Administrador SH 11 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Negócio faz parte da estratégia da Coca-Cola para completar o portfólio no Brasil. Anúncio acontece após mudança de distribuição da Heineken

A Coca-Cola FEMSA e a Andina, ambas engarrafadoras da Coca-Cola, anunciam a compra da marca brasileira de cervejas Therezópolis. O comunicado para o mercado afirma que: “este acordo faz parte das suas estratégias de longo prazo para complementar o portfólio de cervejas no Brasil. A transação está sujeita às condições habituais de aprovações e deverá ser concluída durante o terceiro trimestre de 2021”.

A novidade acontece após a The Coca-Cola Company, Sistema Coca-Cola Brasil e Grupo Heineken anunciarem, em fevereiro, o redesenho da parceria de distribuição no Brasil. Na mudança prevista para este semestre, a Heineken e Amstel ficam com distribuição própria, enquanto o Sistema Coca-Cola oferece Kaiser, Bavaria e Sol, além de Eisenbahn e outras marcas internacionais.

Deste modo, a compra da Therezópolis deve suprir uma lacuna para os amantes de cerveja premium artesanal. Segundo informações de mercado, por este motivo, as engarrafadoras devem manter a fórmula e os processos de fabricação.

A Cerveja Therezópolis foi fundada em 1912 por um descendente de dinamarqueses. A produção se estendeu até 1922 e depois foi retomada em 2006 por um descendente do empreendedor. Em dezembro de 2020, a cervejaria representava 10% do faturamento do grupo Arbor.

Para Paulo Petroni, presidente da associação CervBrasil, a novidade é boa para o mercado. “Haverá um acirramento ainda maior da concorrência do mercado com mais opções de produtos para os estabelecimentos comerciais e consumidores finais. Quanto maior a oferta de fabricantes de peso neste melhor será o desempenho, qualidade e competitividade de todos”.

Fonte: Por Marina Filippe, Exame

11 de agosto de 2021 0 Comentários
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Eventos

Os caminhos para a democratização do GC

De Administrador SH 11 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Durante a 8ª Live Supermeeting ABRAS, a Ambev e as bandeiras Angeloni e Prezunic falaram de suas experiências com o gerenciamento por categoria e da importância de tornar este processo mais presente no varejo brasileiro 

Gerenciamento por categoria, ou simplesmente GC, e colaboração são dois assuntos de extrema importância para o varejo brasileiro e, por isso, foram debatidos no final da tarde de ontem, terça-feira (10), na 8ª Live Supermeeting ABRAS, transmitida ao vivo pelo canal da entidade no Youtube. Celso Furtado, vice-presidente de Vendas e Marketing da ABRAS, abriu os trabalhos do encontro cujo tema central foi A importância da colaboração para a democratização do GC. A primeira fala de Furtado trouxe um pouco da história do gerenciamento por categoria.  

“É uma prática que nasceu nos Estados Unidos em prol de uma parceria entre indústria e varejo. Sempre buscando como trabalhar melhor a categoria e prestar o melhor serviço para o consumidor. Prática esta que evoluiu e veio desembarcar no Brasil no meio da década de 1990. A partir daí, acabou sendo trabalhada de uma forma muito intensa, ocorreu uma velocidade de implementação do varejo de uma forma importante e a indústria também veio junto dentro desse processo. O GC se consolidou, houve uma série de impactos e hoje ele volta à tona de novo como uma área estratégica e importante para o desenvolvimento do setor”, afirmou o executivo da ABRAS. 

Para aprofundar a conversa, a live contou com as presenças de Nelson Mattera Neto, diretor de Trade Marketing Autosserviço da Ambev, patrocinadora do evento, e os varejistas Gerson Estevam, diretor comercial da bandeira Prezunic (RJ), e Samuel Duarte Matos, gerente de gerenciamento por categorias da rede Angeloni (SC). Para moderar o encontro, o convidado foi Wagner Picolii, gerente de atendimento ao varejo NielsenIQ, que compartilhou que de seus 41 anos de Nielsen no Brasil, 25 foram dedicados ao GC. Embora, atualmente, ele seja o responsável por buscar colaboradores para o painel da NielsenIQ, o especialista confessou: “Eu nunca saio do GC e acho que o GC está em mim”.  

Na sequência, Nelson Mattera, da Ambev, comentou um pouco sobre o momento do CG na Ambev. Ele disse que o gerenciamento por categoria é uma jornada longa, um dos motivos que a Ambev decidiu criar, há cinco anos, uma área de GC na companhia. O executivo compartilhou que nas primeiras pesquisas de colaboração realizadas pela Advantage, a Ambev ocupava a 22ª posição e, hoje, a empresa está ranqueada como quinta colocação na visão do varejo. “Isso é o que nos importa porque é o varejo quem realmente dita se o nosso trabalho está sendo bem feito ou não. Estou super feliz com a revolução mas, ao mesmo tempo, fizemos questão de entender alguns gaps. A gente está em quinto, então, quer dizer que tem muita gente fazendo melhor e, mesmo assim, tem a oportunidade de crescer mais na categoria sempre. O que o varejo falava muito sobre a Ambev, por exemplo, era a imparcialidade, principal ponto de desenvolvimento que estamos trabalhando super forte”, esclareceu Mattera. 

O executivo da Ambev também compartilhou que há 20 anos a categoria tinha sete marcas na companhia. “Hoje a gente tem varejistas com 900 SKUSs cadastrados de cerveja. Aumentou ainda mais a importância do processo de gerenciamento de categoria bem feito para a gente tomar decisões e, realmente, conseguir desenvolver uma categoria e escolher sempre o sortimento correto”, complementou Mattera.  

Para contar sobre os desafios do GC na rede catarinense Angeloni, Celso Furtado passou a palavra para Samuel Matos. De acordo com o varejista, o GC tem muito potencial de trazer resultado para o negócio, ao mesmo tempo em que está alinhado com a entrega de solução para o cliente. “Nesse momento que estamos passando pela pandemia, o consumidor mudou muito e mudou muito rápido. Aí está o nosso desafio que é correr atrás e entregar para esse novo shopper o que ele quer dentro da loja. A evolução do GC é para proporcionar uma experiência de compra gratificante para o cliente e, por outro lado também, a gente precisa trazer rentabilidade para o negócio. Sempre olhando esses dois pilares”, afirmou Matos. 

Processo mais rápido e fluido é o que também defende o executivo da rede Angeloni. E, para que isso ocorra, ele apontou que o caminho só pode ser a parceria entre varejo e indústria.  

“O gerenciamento por categoria tem de deixar de ser um projeto e passar a ser um processo dentro das organizações”, ressaltou Gerson Estevam, do Grupo Cencosud Brasil, que opera a bandeira Prezunic. Ele comentou que hoje a companhia opera no Brasil com 200 lojas em oito Estados e com seis bandeiras físicas. “Se a gente não tem essa colaboração e não transforma isso em um processo, a gente passa a ter muito mais dificuldade. A gente está vivendo hoje, operando nesse exato momento dentro da Cencosud, com 40 projetos com capitão de categorias, ou seja, são 51 categorias ativas hoje na GCAT dentro da Cencosud. São desafios para todos nós”, completa Estevam.  

O estudo e análise das categorias, o comportamento do shopper, as estratégias, as parcerias e muito mais sobre os temas GC e colaboração você poderá conferir em detalhes na matéria completa na Revista SuperHiper.  

11 de agosto de 2021 0 Comentários
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Varejo

Grupo Mateus expande sua presença no Ceará

De Administrador SH 10 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Companhia avança em seu plano de expansão no estado e inclui mais duas cidades no radar para futuros investimentos

Grupo Mateus inaugura a segunda loja no Ceará, desta vez em Sobral, com o Mix Atacarejo. A abertura será amanhã, 12 de agosto, quinta-feira, a partir das 7h. A empresa já abriu em Tianguá.

Segundo o grupo, serão gerados 429 novos empregos com a chegada ao município. A obra está finalizada e a nova loja conta com 16.425,80m² de área construída, onde mais de 5 mil m² são destinados ao salão de vendas. O estacionamento tem capacidade para 337 vagas para carros e 219 vagas para motos.

O novo Mix Atacarejo vai atender ainda os moradores dos municípios de Massapê, Santana do Acaraú, Meruoca, Cariré, Groaíras, Varjota, Santa Quitéria, dentre outros localizados na região norte cearense.

O Mix Atacarejo está localizado na Rua Santos Medeiros, nº 200, Jocely Dantas de Andrade Torres, Sobral-CE.

Em nota, o presidente do Grupo Mateus, Ilson Mateus, explica que a cidade de Sobral era um antigo desejo dentro do projeto de expansão da empresa, por ser um município de destaque em diversos setores e casar perfeitamente com a proposta do Grupo de avançar por municípios estratégicos das regiões Norte e Nordeste.

“Chegamos para movimentar ainda mais o comércio da cidade. Novos postos de trabalho são criados, valorizando sempre a mão de obra local e todo o potencial gigante que Sobral disponibiliza”, complementa.

“As inaugurações demonstram que, além das cidades novas, ainda existem oportunidades a serem exploradas nas regiões onde o Grupo Mateus já atua, confirmando a assertividade da estratégia da companhia de adensamento de rotas”, destacou o empresário.

O Grupo Mateus figura hoje no mercado como a maior rede varejista do Norte/Nordeste e a quarta maior empresa de varejo alimentar do Brasil.

Nos estados do Maranhão, Pará, Piauí e Ceará a empresa atua com operações no varejo de supermercados, atacarejo (“cash and carry”), atacado, móveis e eletrodomésticos, indústria de panificação, central de fatiamento e porcionamento.

Com as inaugurações realizadas recentemente, o Grupo Mateus tem hoje 183 lojas em operação, sendo 56 de varejo, 39 de atacarejo e 88 de eletro. Por estado, são 110 lojas no Maranhão, 63 no Pará, no Piauí e 2 no Ceará.

Fonter: Por Beatriz Cavalcante, O Povo e Sobral online

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Varejo

Ambev lança divisão para diversificar atuação em alcoólicos

De Administrador SH 10 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

A Future Beverages chega ao mercado com um portfólio de oito marcas, entre elas, a Hard Seltzer com água gaseificada saborizada e álcool

A cerveja é o carro-chefe da fabricante de bebidas Ambev, mas o interesse do consumidor em outros tipos de alcoólicos faz a companhia lançar a unidade de negócios Future Beverages, que começa com um portfólio de oito marcas, entre elas as bebidas mista Beats e Isla, a hard seltzer Mike’s, os vinhos Dante Robino, Somm e Blasfemia.

A unidade terá Daniela Cachich como presidente da região sul americana. “Estou muito animada de entrar em uma empresa que já admirava e poder inovar com bebidas diferentes que vão levar experiências novas para consumidoras e consumidores”, diz a executiva.

Antes de ocupar o novo cargo, Cachich foi vice-presidente de marketing da PepsiCo Foods Brasil por quase 5 anos, onde ficou responsável pelo portfólio de marcas de snacks como Doritos, Lays e Ruffles.

“Estou muito feliz com a chegada da Dani, que traz competências diferentes para nos ajudar a criar novos produtos, muito além da cerveja, e encantar novos consumidores com marcas inspiradoras”, diz Jean Jereissati, presidente da Ambev.

Consumo

No segundo trimestre de 2021, quando a Ambev registrou o volume mais alto de todos os tempos –5 milhões de hectolitros acima do pico em 2015 — o resultado foi impulsionado por marcas premiums de cervejas, como Becks e Corona, o que faz a companhia seguir investindo em cervejas, incluindo também lançamentos, como a alemã Spaten, já disponível em alguns supermercados e no e-commerce Empório da Cerveja.

Além disso, cada vez mais, o consumidor quer variar o tipo de bebida em diferentes ocasiões. Um exemplo é do Carnaval deste ano, quando 92% dos entrevistados em uma pesquisa da consultoria Nielsen pretendiam consumir cerveja, mas 45% desejavam também misturar esse consumo com outros produtos alcoólicos, como destilados e bebidas mistas.

Outro exemplo, também da Nielsen, é a relevância do mercado de hard seltzer, bebida cuja composição principal é água gaseificada com sabor e álcool, que movimentou 4 bilhões dólares em 2020 nos Estados Unidos. Já no Brasil, o consumo de vinho cresceu 18,4% em 2020, segundo a Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV). A produção nacional teve alta de quase 35%, enquanto os importados cresceram 10%.

O crescimento de bebidas alcoólicas que não cerveja continuará nos próximos anos, como aponta a provedora de pesquisa de mercado Euromonitor. Drinks prontos para beber, sprits e vinhos devem crescer em valor 27,9%, 33,1% e 29,5%, respectivamente, entre 2020 e 2025. Deste modo, a Ambev foca agora em marcas já existentes e inovações que garantam uma parcela deste consumo.

Foto: da esquerda à direita – Daniela Cachich, presidente da unidade de negócios da Ambev; Gabriela Gallo, gerente de marketing no Brasil; Marcelo Tucci, diretor da unidade de negócios no Brasil da empresa

Fonte: Por Marina Filippe, Exame

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Varejo

Macarrão instantâneo será o destaque do setor de massas em 2021

De Administrador SH 10 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Confira os motivos da aceleração nas vendas

As vendas do segmento de massas alimentícias devem crescer até o fim do ano no país, segundo expectativas da Abimapi, associação que reúne a indústria. O faturamento deve subir de 5% a 10%, puxado pelo macarrão instantâneo, o miojo.

No ano passado, as empresas associadas à entidade também registraram crescimento impulsionado pelo produto, com um faturamento de R$ 3,1 bilhões e 189 mil toneladas vendidas. O resultado superou o de 2019, quando o ganho foi de R$ 2,6 bilhões com o consumo de 168 mil toneladas.

A entidade atribui o desempenho da categoria ao aumento da prática de cozinhar em casa durante a pandemia, mas também ao preço mais baixo do produto em um cenário de queda na renda.

Levantamento da Associação Mundial de Macarrão Instantâneo mostra que o Brasil consumiu cerca de 2,7 bilhões de porções de miojo em 2020, uma alta de 11% em relação ao ano anterior —acima da média global de 9,6%.

Os brasileiros ocupam a 10ª posição no ranking mundial de consumo do alimento e a liderança na América Latina pelo quinto ano consecutivo.

Fonte: Painel SA por Mariana Grazini e Andressa Motter

10 de agosto de 2021 0 Comentários
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Tecnologia

Neogrid lança solução para captar oportunidades de negócios

De Administrador SH 10 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

A ferramenta VIU é adequada à toda cadeia produtiva, desde a indústria, passando pelo distribuidor e chegando ao varejo

A Neogrid, empresa de Software as a Service (SaaS) para a gestão de cadeias de suprimentos, anuncia sua nova solução de visibilidade para o mercado. Com visões específicas para atender cada elo da cadeia de suprimentos (varejo, indústria e distribuidor), o VIU possibilita que as empresas identifiquem as principais causas para a indisponibilidade nos pontos de venda, otimizem a gestão dos produtos e tenham níveis de estoque mais saudáveis.

O lançamento é resultado do trabalho focado em inovação, no investimento em pesquisa e desenvolvimento da Neogrid. “Estamos sempre buscando as mais novas tecnologias e soluções para transformar tarefas e processos complexos em soluções simples e intuitivas para os negócios de nossos clientes”, comenta David Abuhab, Chief Strategy Officer da Neogrid.

O VIU utiliza como base os dados de performance dos produtos nos canais de venda para gerar insights e indicadores para seus clientes. “Com a inteligência artificial, conseguimos realizar análises avançadas e transformar milhões de dados em informações que são consolidadas no VIU e que possibilitam que nossos clientes realizem ações estratégicas para aumentar sua rentabilidade”, explica Fábio Futida, gerente de produto da Neogrid.

A partir dos dados do varejo, o VIU sinaliza, de forma simples e intuitiva, as oportunidades na cadeia de abastecimento do varejo e da indústria, sempre focando na redução da perda de vendas. Essa visão também permite às empresas montarem análises de negócio de forma rápida para tomada de decisão.

Já com os dados do distribuidor, o VIU mostra como a indústria pode apoiar seus distribuidores a cumprirem o plano de negócios combinado, positivar vendas com o mix ideal em cada loja e atuar dentro da política de preço e região definida.

“O VIU possibilita um processo colaborativo em que todos os elos saem ganhando, inclusive o consumidor final, que é primordial para o sucesso de qualquer negócio. A ideia é que eles sempre encontrem os produtos desejados, na quantidade adequada e no lugar certo”, afirma Futida.

O VIU tem painéis intuitivos com indicadores de vendas, estoques, indisponibilidade e execução em loja. O módulo de vendas gerencia a performance comercial no curto e longo prazo. A seção relativa a estoques acompanha os níveis de armazenamento na perspectiva financeira de perda de margem e capital parado. O item indisponibilidade revela as situações que levam à falta de produtos nos estabelecimentos, que podem ser corrigidos pelos apontamentos trazidos pelo painel de execução em loja – módulo que já nasce integrado com as soluções da Smarket, empresa recentemente adquirida pela Neogrid, que possibilita aos varejos tomarem decisões ainda mais estratégicas na execução dos pontos de venda.

A solução ainda tem a possibilidade de extrair diversos relatórios periódicos que, aliados com o módulo de gestão, pode criar parâmetros de cenários específicos considerando produto, local ou indicadores.

“Estratégias baseadas em dados são mais precisas e eficientes. O VIU traz insights analíticos e operacionais, antecipando problemas de negócio. Com isso, as organizações podem avaliar os principais fatores que potencializem seu crescimento ou então aqueles que estão sendo responsáveis pela retração nas vendas”, conclui Fabíola D’Andrea, Head de Produto da Neogrid.

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Tendências

Lojas físicas são essenciais para conquistar confiança dos consumidores

De Administrador SH 9 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Mesmo com o aumento das compras online de produtos de supermercados, redes de lojas têm papel importante no relacionamento com os clientes

Redes de supermercados como Kroger e Whole Foods estão entre os varejistas considerados mais confiáveis pelos clientes nos EUA, em parte porque o grande número de lojas físicas facilita a conexão com os consumidores – especialmente aqueles que ainda não confiam em empresas com uma presença 100% online. Essa é a conclusão de um estudo realizado pela empresa de pesquisas Morning Consult.

O levantamento mostra que 34% dos americanos simplesmente não compram em empresas que não possuem presença física. Entretanto, mesmo com a vacinação da população e a volta a uma vida mais normal, boa parte dos consumidores continuará comprando online. O percentual de clientes que afirmam fazer toda ou a maior parte de suas compras pela internet saltou de 13% para 24% durante a pandemia, e não deverá voltar para o nível pré-crise.

Por outro lado, 73% dos entrevistados dizem que empresas que possuem uma atuação omnichannel são mais confiáveis, pois colocam os interesses dos clientes em primeiro lugar. Isso faz com que as lojas físicas tenham um papel importante para conquistar a confiança e a fidelidade dos clientes. Ainda assim, existe espaço para evoluir: o varejo americano de supermercados fica atrás de empresas de outros setores, como Home Depot, Lowe’s e Ace Hardware (materiais de construção), Amazon, Walmart, Target e Costco (que vendem alimentos mas têm um mix muito mais amplo).

9 de agosto de 2021 0 Comentários
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ESG

A próxima fronteira do plant based é o mar

De Administrador SH 9 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Categoria já aporta recursos de 70 milhões de dólares na Europa e nos Estados Unidos

“Isso vai ser um problema para nós”, disse um executivo de marketing de uma empresa que vende atum depois de dar uma mordida no tomate desidratado com especiarias da foodtech Mimic Seafood. Para a cofundadora da empresa, sediada em Madri, Ida Speyer, foi o melhor elogio que ela poderia receber para o produto que, apesar de parecer atum, não tem nada do mar — exceto por um extrato de alga.

A categoria de substitutos de peixes é só uma fração do mercado de proteína alternativa. Mas as vendas de “frutos do mar” à base de vegetais nos Estados Unidos cresceram 23% em 2020, indo para US$ 12 milhões. Os dados da instituição sem fins lucrativos Good Food Institute, mostrou a Bloomberg, ilustram um setor em franca ascensão. No primeiro trimestre deste ano, por exemplo, o investimento na categoria atingiu US$ 70 milhões — mais do que nos últimos dois anos juntos.

O produto da startup espanhola, chamado Tunato, é fabricado a partir de uma variedade de tomate especial. Ele é cultivado no sul da Espanha e se assemelha ao atum de sushi, em forma e em tamanho, quando fatiado.

Ainda é um segmento pequeno quando comparado ao de carne vegetal nos Estados Unidos – as alternativas à carne bovina, suína e outras teve um 2020 com US$ 1,4 bilhão em vendas. Preocupações com o consumo de carne vermelha, antibióticos na pecuária e mudanças climáticas têm feito mais consumidores a ficarem sem carne pelo menos uma vez por semana.

O peixe, com sua fama de ser saudável para o coração, não tem má reputação – mas os temores da pesca excessiva, consumo de metais pesados e microplásticos, alimentados por documentários como o Seaspiracy da Netflix, estão preparando a mudança.

Além de veganos e flextarianos, os peixes vegetais também são vendidos como opção para grávidas, por exemplo, para evitar a ingestão de mercúrio, ou para um consumidor com alergia a frutos do mar. As grandes corporações já notaram isso.

A gigante Tyson Foods comprou uma participação minoritária na New Wave Foods, fabricante de camarão vegetal, em 2019 — esse ano, a marca anunciou sua nova linha de hambúrgueres e linguiças vegetais. Em março, o grupo tailandês Thai Union, dono da marca Chicken of the Sea, lançou sua linha baseada em plantas — a OMG Meat —, incluindo tortas de caranguejo e hambúrgueres de peixe, com planos para um camarão vegano ainda este ano. O atum não pescado da Nestlé está disponível em partes da Europa, enquanto o varejista sueco Ikea vende caviar vegano, derivado de algas marinhas.

Recentemente, a gestora americana Tiger Global liderou um aporte na foodtech chilena NotCo, que atualmente produz leite, maionese, sorvete e hambúrguer veganos — nomes como Lewis Hamiltons, Roger

Federer e Jeff Bezos também foram atraídos. Os planos da empresa para o segmento de “não pescados” devem ter início no ano que vem, com substitutivo para produtos como atum, salmão e carne de caranguejo. Na NotCo, o que despertou o fundador Matías Muchnick para o segmento foram dados como a morte de golfinhos durante a pesca predatória de atum, que vira um enlatado com metais pesados.

Produtos empanados também estão se proliferando no mercado de carne vegetal com empresas como Beyond Meat e Impossible Foods. Isso porque é mais fácil imitar carnes moídas e temperadas, como hambúrgueres e salsichas, do que cortes de músculos inteiros, como peito de frango e filé mignon — e o mercado de peixes à base de plantas descobriu o mesmo.

“É muito mais fácil recriar um hambúrguer de carne suculento e denso do que um filé de peixe delicado e em flocos”, disse Jen Lamy, gerente sênior da Iniciativa de Frutos do Mar Sustentável do Good Food Institute, à Bloomberg.

Embora as opções no mercado de proteína vegetal cresçam a cada dia, os preços ainda são mais salgados. A chave para essa paridade está justamente no aumento da produção e na chegada a novos mercados. Para David Yeung, o ponto de inflexão deve acontecer daqui a dois ou três anos. Ele é fundador e CEO da OmniFoods, empresa sediada em Hong e conhecida por sua carne de porco vegana mas que agora está iniciando em frutos do mar.

Como esses produtos são originalmente ricos em vitaminas e minerais, as startups veganas precisam garantir que os mesmos nutrientes estejam presentes em suas réplicas. Enquanto a francesa Odontella utiliza algas em seu salmão defumado para garantir ômega 3, a OmniFoods aposta em óleo de canola de boa qualidade chegar ao mesmo resultado.

Se os frutos do mar à base de vegetais mantiverem sua taxa de crescimento, eles podem alcançar a participação da carne vegetal no mercado convencional na próxima década, diz Lamy, do Good Food Institute. A tecnologia “ainda não está lá”, diz ela, mas o setor está progredindo, acrescentou.

Fonte: Por Luiza Ferraz. Pipeline Valor

9 de agosto de 2021 0 Comentários
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Varejo

Mateus promove tour para atrair investidores

De Administrador SH 9 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Objetivo é apresentar o modelo de negócio inaugurado em 1986 no Maranhão para atrair capital nacional e estrangeiro

Com sede no Maranhão e com números que a tornam uma gigante do varejo nacional o Grupo Mateus foi uma das principais aberturas de capital de 2020 e mobilizou todos os grandes nomes da Faria Lima, em operação liderada pela XP. O resultado foi uma das maiores ofertas de ações na Bolsa brasileira: a abertura de capital que movimentou R$ 4,6 bilhões e foi uma das mais comentadas de 2020.

Agora, quase um ano mais tarde, a companhia fundada em 1986 por Ilson Mateus – que, antes de abrir seu negócio de alimentos, chegou a ser garimpeiro em Serra Pelada, no Pará – luta para ser continuar a ser lembrada pelos investidores e pelos executivos de importantes fundos do País.

Como a maioria das gestoras do Brasil estão concentradas na Faria Lima, coração financeiro de São Paulo, e no Leblon, o correspondente no Rio de Janeiro, os gestores não conhecem a operação do Mateus no dia a dia. Ou seja: os tomadores de decisão dos grandes bancos não fazem compras em suas lojas, como ocorre com Pão de Açúcar e Carrefour, por exemplo. Logo, a rede de atacarejos e atacados percebeu que precisaria traçar uma estratégia para seguir viva na memória dos investidores.

Desde que chegou à companhia, neste ano, esse tem sido o trabalho de Marcelo Korber, gerente de relações com investidores do Grupo Mateus. A meta é manter a comunicação em dia, informando, por exemplo, mensalmente detalhes sobre o crescimento da rede – hoje, já são 182 lojas em operação.

“O que temos feito é nos comunicar mais. Aumentamos, por exemplo, o contato com as casas de análise independentes”, comenta Korber. Do lado das pessoas físicas, o movimento tem ajudado: já são 72 mil acionistas, um dos maiores números na Bolsa brasileira.

Ao vivo

Korber comenta também que a empresa estuda a realização e viagens com gestores, no jargão do mercado os “non-deals roadshows”, como são chamadas as reuniões com investidores sem uma operação atrelada. A ideia é mostrar “in loco” o gigantismo do Grupo. O próximo passo, afirma o gerente de RI, é atrair os estrangeiros, que hoje têm pouca representação no capital da empresa.

Fonte: Fernanda Guimarães, Estadão

9 de agosto de 2021 0 Comentários
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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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