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Varejo

BRF tem prejuízo de R$ 199 milhões no 2º trimestre

De Administrador SH 13 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Companhia diz que o resultado foi impactado por “efeitos inflacionários e cambiais nas despesas financeiras”

As despesas com juros e contingências e a pressão dos grãos sobre as margens operacionais levaram a BRF ao vermelho. Em balanço divulgado hoje à noite, a dona de Sadia e Perdigão reportou um prejuízo líquido de R$ 240 milhões no segundo trimestre, uma piora sensível na comparação com o lucro de R$ 307 milhões de igual intervalo de 2020.

A grande responsável por essa diferença é uma opção de venda que o fundo soberano do Catar, sócio da BRF na produtora de carne de frango turca Banvit, possui. A opção, que vence no fim do ano, é atualizada por um múltiplo de Ebitda. Como o resultado da Banvit melhorou, esse valor foi atualizado R$ 28 milhões. Um ano atrás, o contrário havia ocorrido — o pior desempenho da controlada turca reduziu as despesas financeiras em R$ 338 milhões. Vale ponderar que essas atualizações só vão afetar o caixa quando o fundo exercer a opção.

Mas as despesas com a Banvit não foram as únicas responsáveis. Excluindo esse impacto, a despesa teria crescido 38%, de R$ 528 milhões para R$ 731 milhões. De acordo com Moura, as despesas com juros atrelados ao IPCA subiram, um resultado inevitável diante da forte aceleração da inflação no país. Na linha de juros, as despesas aumentaram 35,8% na comparação anual, totalizando R$ 431 milhões. As contingências (processos perdidos) também tiveram impacto, aumentaram 70%, atingindo os R$ 148 milhões no trimestre.

Na avaliação de Moura, o movimento do Banco Central de apertar as condições monetárias, elevando a taxa Selic, deve se traduzir em inflação mais baixa à frente, o que tende a aliviar o impacto das dívidas atreladas ao IPCA. “Há efeitos pontuais, mas estamos no caminho certo. Claro, a inflação atrapalha, tanto na despesa financeira quanto na margem operacional”.

De fato, a inflação de custos — sobretudo dos grãos usados na ração animal — prejudicou a margem bruta da companhia. Apesar disso, um analista de um grande banco avaliou que diante da disparada vista nos preços de soja e milho, a BRF conseguiu se “segurar bem” no lado operacional. Para ele, o tamanho da dívida — e da despesa financei ra, consequentemente — é ainda é muito alto. Nesse cenário, os resultados precisam ser muito bons para pagar os credores e, ao final, também chegar ao acionista.

No segundo trimestre, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) da BRF totalizou R$ 1,27 bilhão, aumento de 23% na comparação anual. Mesmo c om a disparada dos grãos, a margem Ebitda caiu apenas 0,4% ponto, chegando a 10,9%. Em comparação, a rival Seara teve uma compressão de margem Ebitda bem maior (de 16,9% para 9%). Considerando apenas o negócio no Brasil, a margem Ebitda da BRF caiu de 3,1 pontos.

Operações no Brasil

No Brasil, o volume de vendas cresceu 2,7%, para 570 mil toneladas de aves, suínos e processados – sendo a maior expansão no primeiro item (+5,2%). A receita líquida no país aumentou 24,8%, para R$ 5,8 bilhões. O lucro bruto da operação brasileira foi de R$ 1,06 bilhão, alta de 3,8%, com Ebitda ajustado de R$ 492 milhões, baixa de 8,8%. No país, a a empresa sentiu os reflexos da alta dos custos de aves e suínos, em virtude da forte valorização dos grãos que compõem as rações dos animais.

Operações internacionais

No segmento internacional, o volume de vendas somou 499 mil toneladas, alta de 7,7% no comparativo com o segundo trimestre de 2020. A receita líquida foi de R$ 5,4 bilhões, crescimento de 29%, com Ebitda ajustado de R$ 619 milhões (+32,2%).

Rações para pets

A empresa destacou sua entrada no mercado de pets, por meio das aquisições dos grupos Hercosul e Mogiana e, também, de seus investimentos em plant-based e do aporte de US$ 2,5 milhões na Aleph Farms, startup israelense que desenvolve carne cultivada a partir das células de animais.

“Avançamos em nossa performance com resultados sólidos neste trimestre, evoluindo na qualidade e no mix de produtos tendo como objetivo consolidar a BRF como uma companhia de alimentos de alto valor agregado e com marcas fortes e admiradas”, disse, em nota, Lorival Luz, CEO da BRF.

Fonte: Por Rikardy Tooge, Valor

13 de agosto de 2021 0 Comentários
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Varejo

Rede de atacarejos chega à Região Metropolitana de Porto Alegre

De Administrador SH 12 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Empresa já tem oito lojas com esse modelo, que mescla supermercado com atacado

Marca de atacarejos, o Macromix, do grupo Unidasul, está abrindo a sua primeira unidade em Sapucaia do Sul, na Região Metropolitana. Com inauguração prevista para 16 de setembro, a loja terá 9,7 mil metros quadrados de área total e vai gerar 210 empregos diretos.

Com esta loja, a bandeira Macromix somará nove lojas já no mês que vem.

Dessas vagas, 185 já estão preenchidas, mas ainda há 28 em aberto. São oportunidades para açougueiro, padeiro, supridor, assistente de segurança alimentar, entre outros cargos.

A média salarial é de R$ 1.454 para cargos operacionais e de R$ 1,8 mil para aqueles que exigem conhecimento técnico. Os interessados devem enviar currículo para o e-mail recrutamento@unidasul.com.br.

Gerente de recursos humanos da Unidasul, Maria Augusta de Cesaro enfatiza o plano de carreira que incentiva o crescimento interno dos funcionários.

Fonte: Giane Guerra, GauchaZH

12 de agosto de 2021 0 Comentários
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Varejo

Após lucro recorde, JBS mira em novas proteínas

De Administrador SH 12 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Empresa quer acelerar aquisições iniciada com o acordo para adquirir a companhia australiana produtora de salmão Huon Aquaculture

A JBS, maior processadora de carne do mundo, está ansiosa para comprar mais produtoras de peixe com o objetivo de incluir produtos de margens mais altas no portfólio.

A empresa quer acelerar a “curva de aprendizado” a ser iniciada com o acordo para comprar a produtora australiana de salmão Huon Aquaculture, anunciado na semana passada. Depois disso, quer se aprofundar no segmento de rápido crescimento, disse o diretor-presidente da JBS, Gilberto Tomazoni, em entrevista.

“Nosso objetivo é nos tornarmos pelo menos um dos três maiores produtores globais”, disse, acrescentando que a maioria dos ativos mais atraentes neste segmento estão na Noruega, Chile, Canadá e Escócia.

O executivo minimizou a preocupação de que a aquisição da Huon possa fracassar com o aumento da participação do magnata da mineração Andrew Forrest na produtora de salmão, o que poderia bloquear o negócio. A estratégia de Forrest de bem-estar animal e produção sustentável “também é uma prioridade absoluta para a JBS”, disse Tomazoni, e a medida do investidor não foi vista pela JBS como um obstáculo à compra.

A empresa, que investiu US$ 2,2 bilhões (R$ 11,5 bilhões) desde 2020 em aquisições – incluindo a oferta de US$ 314 milhões pela Huon -, tem caixa para continuar a onda de compras no mesmo ritmo ou ainda mais rápido sem comprometer sua alavancagem, disse o diretor financeiro da JBS, Guilherme Cavalcanti, na mesma entrevista.

Fonte: Bloomberg, Exame

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ESG

Ambev recorre à startup para aumentar produção sustentável

De Administrador SH 12 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Empresa argentina foi selecionada pela companhia para desenvolver projetos de embalagens que reduzem em 50% as emissões de gás carbônico

Com a meta de ter 100% das embalagens retornáveis ou feitas majoritariamente de conteúdo reciclado e diminuir a poluição plástica, a Ambev firmou parceria com a startup growPack para o desenvolvimento de embalagens fabricadas com compostos orgânicos da própria natureza.

Um projeto-piloto será lançado em outubro com embalagens fabricadas com biomaterial em pontos de venda de São Paulo. A ideia é validar a embalagem com os consumidores para produção em escala já em 2022.

Com uma economia bio-baseada, ou seja, ciclo de vida completamente sustentável, a embalagem é produzida com rejeitos agrícolas, basicamente palha de milho, de forma 100% mecânica (sem químicos e efluentes). O descarte acontece de maneira completamente compostável ou reciclado junto na cadeia do papel.

“Estamos testando novas soluções, considerando matérias-primas sustentáveis para a produção de embalagens e ampliação da cultura do retornável até atingir nossa meta zero de emissões plásticas até 2025”, conta Rodrigo Figueiredo, vice-presidente de Suprimentos e Sustentabilidade da Ambev.

Programa Aceleradora 100+

A produção das embalagens com o biomaterial consome 80% menos água, reduze em 50% as emissões de gás carbônico (CO2) e economiza 25% de energia elétrica em comparação com o papel cartão. Em 2020, a Ambev atingiu 45% de conteúdo reciclado nas embalagens de PET, 47% nas embalagens de vidro e 74% nas latas de alumínio no Brasil.

Detentora de uma tecnologia regenerativa, a growPack participou da  segunda edição do programa Aceleradora 100+ em 2020.  Nas duas primeiras fases, a Ambev investiu mais de R$ 12 milhões em projetos que trouxeram soluções inovadoras como o desenvolvimento de novas embalagens, caminhões elétricos, agricultura sustentável dentre outros.

“A Aceleradora 100+ foi além de trazer ideias inovadoras para solucionar os desafios de sustentabilidade propostos, ele nasceu com o objetivo de quebrar estigmas do ecossistema de startups, unindo pessoas comuns e estimulando o empreendedorismo”, diz Figueiredo.

Mas, mais do que dinheiro, a cervejeira entrou também como ‘cliente-anjo’ da startup, se comprometendo a comprar um dos seus produtos em grande quantidade e trazendo tração comercial ao negócio.

Fundada em 2018 na Argentina, a empresa ficou em segundo lugar no último programa de aceleração da Ambev, concluído em março deste ano.

“Conseguimos achar esses empreendedores de alto impacto, com um produto que tem todas as características de resistência necessárias. E o protótipo se viabilizou também economicamente”, diz Rodrigo Figueiredo, vice-presidente de sustentabilidade e suprimentos da Ambev para América Latina.

O produto criado em parceria com a Ambev foi o “bio ring”, uma espécie de suporte para encaixe de seis latas de cerveja para substituir o pack de plástico ou de papelão.

Entre outras metas, a Ambev prometeu que até 2025 pelo menos 50% de suas embalagens serão feitas de material reciclado, além de eliminar ou neutralizar a poluição plástica de 100% delas.

Processo

Neste primeiro momento, o que a GrowPack faz é usar a palha do milho que iria para o lixo — ou, pior, seria queimada — e, a partir de um processo que dispensa produtos químicos, criar uma pasta que é compostável e totalmente moldável.

Os dois ingredientes principais extraídos da palha são a celulose e a lignina, esta última um componente com propriedade de resistência, uma espécie de cimento natural. Como o biomaterial é moldável, ele se presta a variadas aplicações, como embalagem para delivery de refeições, por exemplo.

“Nosso modelo é de ‘farm to market’”, diz o argentino Exequiel Bunge, de 28 anos, CEO da GrowPack. Isso quer dizer que, a partir da tecnologia, a empresa está desenvolvendo a cadeia de fornecimento no agro e o mercado consumidor.

Toda a palha de milho necessária para a fase de piloto e atendimento inicial à Ambev virá de uma sementeira de milho do interior paulista. No futuro, conforme a produção ganhe escala, o material dispensado pelos agricultores ligados à própria Ambev deverá ser aproveitado, ou mesmo o bagaço da cevada que sobra nas fábricas da cervejeira. “Com a mesma tecnologia, podemos usar muitos tipos de biomassa”, diz Bunge.

A rodada seed é de US$ 1,2 milhão e tem como líderes a Ambev e um empresário argentino do agronegócio. O dinheiro será usado na implantação da primeira fábrica da GrowPack, num condomínio industrial em Vinhedo, a cerca de 100 quilômetros da capital paulista, para onde Bunge se mudou recentemente.

Nos próximos meses chega o maquinário importado que permitirá à startup moldar os produtos localmente — na fase de testes, a pasta era enviada ao exterior para moldagem.

Os bio rings serão testados em alguns pontos de venda em São Paulo ainda em 2021 e, a partir de 2022, a ideia é começar a usá-lo para valer em pelo menos uma das marcas de cerveja. “Em termos de custo, a solução é até mais barata do que a embalagem de papelão de celulose, por causa da disparada do preço das commodities”, diz Figueiredo.

A produção das embalagens da GrowPack consome 80% menos água do que uma embalagem de papel cartão, reduz em 50% as emissões de gás carbônico (CO2) e economiza 25% de energia elétrica, segundo as duas empresas. “São essas ações que vão ajudar a gente a atingir nossos compromissos de sustentabilidade”, diz Figueiredo.

A fábrica terá capacidade de produzir até 2 milhões de unidades por mês, o que a startup espera atingir em meados do próximo ano. A partir daí, o plano é partir para uma nova rodada de captação para ampliar a capacidade de produção, diz Bunge.

Fonte: Mercado & Consumo, Reset por Vanessa Adachi

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Tecnologia

Linx cria vertical para mercados de vizinhança

De Administrador SH 12 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Solução para o segmento de pequenos supermercados, incluindo lojas autônomas, faz a gestão completa dos estabelecimentos

A Linx, fornecedora de tecnologia para o varejo, acaba de criar uma nova vertical de negócio, a “Mercado de Proximidade”, dedicada a desenvolver e implementar softwares e ferramentas que solucionem as dores desses varejistas que se posicionam perto do consumidor final. A nova frente de negócio oferecerá tecnologia de ponta a ponta para os mercados de vizinhança, como lojas de conveniência, minimercados, açougues, bombonieres, padarias, lojas de bebidas, empórios, mercearias e até lojas em condomínios. A aposta vem para posicionar a empresa em um nicho novo, mas que deve ganhar ainda mais força após a pandemia.

“A conveniência deixou de ser exclusiva para postos de combustíveis. O novo consumidor, que se fortaleceu na pandemia, quer tudo próximo e rápido. Por isso, esses comércios, que cresceram tanto nos últimos anos, devem ganhar ainda mais espaço no mercado”, explica Samuel Carvalho, gerente de Mercados de Proximidade da Linx.

Dados da Nielsen revelam que em 2019, mercados de vizinhança derivados de hipermercados e supermercados somavam mais de 3.100 unidades no Brasil, o que representou um crescimento de 35% em três anos. E a tendência é esse número aumentar. Além disso, uma pesquisa da Accenture de agosto de 2020 revelou que 56% das pessoas estão mudando os hábitos para comprar mais do comércio local e 79% planejam comprar ainda mais nesses estabelecimentos após a pandemia, que segue acelerando as transformações. Para exemplificar como o varejista do setor também está mudando o comportamento, dados da GFK Brasil revelaram que 37,9% dos donos de pequenos estabelecimentos fizeram mudanças no mix de produtos nas lojas em 2020, e 11,5% ampliaram ofertas para produtos mais buscados por conta da pandemia.

Soluções específicas para o setor

Com o rápido crescimento dos comércios do gênero e a pressa para se posicionar no mercado, o varejista não tem se atentado à importância do sistema de gestão, principalmente se não é um franqueado. “Cada setor do varejo tem suas particularidades para a gestão do negócio. Não é diferente com o Mercado de Proximidade: esse setor funciona de um jeito bastante específico e precisa de soluções que enderecem seus problemas”, pontua Carvalho.

De acordo com o especialista, os principais desafios desse varejista estão na digitalização da operação, cadastro de produtos, controle de estoques, implementação do delivery e sistema adequado para expandir o negócio. “Quando você vai no mercadinho do condomínio, você quer encontrar o item procurado e fazer tudo rápido; e o varejista quer simplicidade para ver o estoque e conciliar os meios de pagamento, por exemplo. Mesmo tendo um visual moderno, até mesmo com lojas autônomas, ainda há uma barreira importante para digitalizar a gestão do negócio, o que é importante não só para a experiência do cliente, mas também para otimizar os esforços, facilitando processos e permitindo um olhar mais estratégico. O delivery deve estar presente nesse planejamento, integrando catálogos com grandes players do setor para aumentar o alcance da loja”, explica.

Para solucionar os gargalos, a nova vertical chega junto ao lançamento do Linx Empório, primeira solução dedicada aos mercados de proximidade. Com três opções de pacote para adesão – Pop, Pro e Autônoma -, a ferramenta oferece um sistema de gestão completo com simplicidade, eficiência, escalabilidade e automatização. “A Linx Empório elimina alguns problemas que impactam diretamente nas vendas, como a instabilidade de internet, com um PDV que não precisa de conexão. Como é um setor já mais avançado no conceito de autonomia, também já incluímos no portfólio dessa solução o fornecimento de totens de autoatendimento, agilizando processos e oferecendo mais liberdade para o consumidor na hora de comprar”, comenta Carvalho.

Pensando na fidelização dos clientes, a solução também possibilita um controle preciso para criação de promoções, descontos e programas de fidelidade nos mercados de vizinhança. “Para o consumidor, é uma experiência mais ágil e personalizada, pois ele terá mais autonomia durante a compra. Nos dias de hoje, entregar uma jornada de consumo sem atritos é essencial para não perder a oportunidade de expandir a carteira de clientes, independentemente do tamanho do seu negócio”, finaliza o executivo da Linx.

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Varejo

Americanas compra Natural da Terra

De Administrador SH 11 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Atualmente, a maior rede de hortifrutigranjeiros do país possui 73 lojas em quatro estados e sete mil colaboradores

A Americanas S.A. anunciou na noite desta quarta-feira que assumiu 100% das ações da rede varejista Hortifruti, especializada em alimentação fresca.

Nos últimos 12 meses, terminados em 30 de junho de 2021, a rede Hortifruti Natural da Terra apresentou uma receita bruta de R$ 2 bilhões.

A Hortifruti Natural da Terra é a maior rede varejista especializada em produtos frescos com foco em frutas, legumes e verduras do Brasil, possuindo uma rede de 73 lojas em quatro estados (RJ, SP, MG e ES), que inclui a marca Hortifruti e a Natural da Terra.

Segundo a Americanas, a aquisição é um movimento estratégico da empresa para ser relevante no dia a dia dos clientes e expandir seu alcance.

A aquisição da totalidade das ações do Hortifruti Natural da Terra será realizada mediante o pagamento em recursos financeiros no valor de R$ 2,1 bilhões.

“A aquisição é um movimento estratégico da Americanas para ser ainda mais relevante no dia a dia dos clientes. Essa iniciativa está em linha com o nosso propósito de somar o que o mundo tem de bom para melhorar a vida das pessoas e nos permite participar de diferentes momentos na jornada de consumo, aumentando a base de clientes ativos, a frequência de compras e expandindo o nosso alcance”, afirma Miguel Gutierrez, CEO da Americanas.

A Hortifruti Natural da Terra possui uma base de clientes com alta recorrência, que compram em média 34x ao ano, com gasto mensal de R﹩125. A HNT possui mais de 7 mil SKUs e 3 formatos de lojas: 54 Lojas Tradicionais, que oferecem experiência de compra e sortimento completos; 18 Lojas Leves, lojas menores que atendem a necessidade da feira do dia-a-dia; e 1 Dark Store, que atende apenas aos pedidos digitais.

As lojas são abastecidas por uma plataforma logística proprietária que entrega diariamente em toda a rede – do campo para as lojas em até 24 horas – garantindo que os produtos estejam sempre frescos.

“A criação da Americanas S.A. gera mais poder de fogo, atraindo potenciais vendedores, facilitando a integração e expande o nosso mercado endereçável. Nossos ativos únicos (gente e cultura, base de clientes e plataformas de negócios) impulsionam a expansão de novos negócios e marcas, por meio de nosso motor de M&A. A aquisição do Hortifruti Natural da Terra vai abrir novas frentes de crescimento e rentabilidade.”, diz Anna Saicali, CEO da IF, motor de inovação da Americanas. “A HNT possui um time altamente qualificado e com vasta experiência no setor”, completa Anna.

Com a aquisição da Hortifruti Natural da Terra, foram identificadas diversas oportunidades de sinergias, complementando o sortimento de produtos frescos e saudáveis nas lojas da Americanas e impulsionando a operação online da Americanas Mercado.

Além disso, permite a expansão da integração com a fintech AME, aumentando a oferta de produtos e serviços financeiros nas lojas da HNT (cartão de crédito, recarga de celular, cartões de conteúdo, crédito para pessoa física, entre outros).

Em 2020, a rede Hortifruti Natural da Terra realizou 16% de suas vendas por meio de canais digitais. A empresa estruturou um modelo omnichannel, que facilitou o acesso e a compra pelos consumidores de seus produtos, principalmente das linhas de alimentos frescos, com níveis de satisfação muito altos. Esse modelo contribuiu para o rápido crescimento e aumento da percepção de qualidade na prestação de serviços durante a pandemia da Covid-19.

“Estou muito orgulhoso do trabalho realizado pela nossa equipe, que nos colocou em um novo patamar de reconhecimento por nossos consumidores e investidores. A chegada de um player com o tamanho da Americanas S.A., uma empresa líder e pioneira no varejo físico e digital do Brasil, representa o reconhecimento do valor que construímos”, diz Thiago Picolo, CEO da Hortifruti Natural da Terra.

A transação, que envolve o pagamento de aproximadamente 2,1 bilhões de Reais de equity value, será submetida nos próximos dias ao CADE-Conselho Administrativo de Defesa Econômica.

No fato relevante divulgado ao mercado, a Americanas afirma que a rede oferece “conveniência, atendimento diferenciado e alta recorrência de compra, por meio da capilaridade, localização estratégica das lojas e integração digital”.

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Varejo

Grandes redes aceleram investimentos no varejo alimentar de Minas Gerais

De Administrador SH 11 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Expansão para o interior acontece simultaneamente por dois grupos na mesma semana

O progresso da expansão do varejo alimentar em Minas Gerais é visível principalmente no interior e para todos os formatos de loja. Acaba ser inaugurada na cidade de Pedro Leopoldo, a terceira loja da rede Supermercados BH.

O estabelecimento tem uma área de venda superior a 1200 m², 12 checkouts e amplo estacionamento contendo 105 vagas.

A nova estrutura conta com linhas variadas de produtos nos setores de padaria, açougue, hortifruti, limpeza, higiene pessoal, bazar, bomboniere, bebidas, pet shop e perfumaria, todos de excelente qualidade, variedade e preço justo, pilares essenciais que definem o propósito do grupo.

Além de todos os benefícios que a nova loja trouxe para Pedro Leopoldo, o empreendimento gerou 100 vagas de emprego para os moradores da região.

A nova unidade do BH fica na rua Agenor Teixeira da Costa, 352, no Bairro Campinho, na região metropolitana de Belo Horizonte.

Bahamas Mercado

Já na Zona da Mata Mineira, a bandeira Bahamas Mercado chega a Muriaé. A loja, de número 66 do grupo e a terceira localizada no município de Muriaé, foi construída com mais de 1.000m² de área de venda, 15 checkouts e 40 vagas cobertas de estacionamento.

Cem empregos diretos foram gerados pelo empreendimento localizado na Avenida Vicente Alves, 1, no bairro Prefeito Hélio Araújo, Muriaé.

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Tendências

Qual será o futuro do trabalho no setor de alimentos?

De Administrador SH 11 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Pandemia muda prioridades de varejistas e indústrias e aumenta desafio da contratação e retenção de talentos

Varejistas e indústrias de alimentos estão enfrentando, em todo o mundo, uma série de desafios para a retomada do trabalho em condições normais no pós-pandemia. Segundo um estudo realizado pela Deloitte para o Food Marketing Institute (FMI), as redes de supermercados americanas acreditam que a disponibilidade de talentos (44%), a retenção de talentos (40%) e o treinamento em novas tecnologias (39%) são os maiores desafios a serem superados nos próximos meses.

De acordo com o relatório “Future of Work: the State of the Food Industry”, a retenção de talentos também é a maior preocupação da indústria (45%), seguida pela atração de profissionais com habilidades digitais (36%). Para atrair e reter talentos, a oferta de modelos híbridos de trabalho que dão flexibilidade aos profissionais vem sendo considerada essencial.

O estudo também mostra que indústria e varejo admitem que seus profissionais precisam ter mais habilidade no uso de tecnologias. A diferença é que o varejo, de modo geral, pretende treinar suas equipes nas habilidades desejadas, enquanto a indústria quer contratar profissionais com o perfil desejado.

“Na pandemia, o foco estava em fazer o máximo possível para atender à demanda dos clientes com o que cada varejista e indústria tivesse dentro de casa”, conta Barb Renner, vice-chairman e líder da indústria de bens de consumo na Deloitte. “Agora é hora de otimizar a performance e preparar os negócios para o futuro, com novas habilidades, adaptabilidade e resiliência”, completa.

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ABRAS

ABRAS apresenta sua nova marca

De Administrador SH 11 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Nova identidade visual foi concebida para expressar a força, o dinamismo e o espírito inovador de uma entidade que está em constante movimento

Assim como o varejo, a ABRAS está em constante evolução, atualmente tão bem traduzida pela ampliação do seu protagonismo e liderança frente a temas estratégicos para o setor e para o País.

E para expressar a essência de uma entidade que está em constante movimento, a ABRAS ganhou uma nova marca, que traduz com muita clareza a sua força, energia e excelência em tudo o que realiza. A entidade apresentou a sua nova identidade visual nesta quinta-feira, dia 5 de agosto, em um almoço reservado para um seleto grupo de convidados, em São Paulo.

A nova marca da entidade traz o azul, que transmite segurança e confiabilidade, e o amarelo, que representa otimismo e dinamismo. Os sentidos de união e força da entidade compõem os traços da marca, que se unem formando o verde da esperança que a ABRAS sempre mantém em impactar, positivamente, a sociedade com responsabilidade social, consciência ambiental e boa governança.

A marca ainda ganha uma nova tipologia que traduz em suas curvas a força inovadora de uma instituição em constante movimento, sem esquecer os mais de 50 anos de tradição superando desafios, mas cientes de que o momento é de reinvenção e protagonismo em gestão, inovação e tecnologia à serviço dos consumidores.

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Varejo

Vendas no comércio eletrônico batem recorde no primeiro semestre

De Administrador SH 11 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Negócios no período somaram R$ 53,4 bilhões, alta de 31% ante o ano anterior, de acordo com Ebit/Nielsen

O comércio eletrônico bateu recorde de vendas no primeiro semestre de 2021, atingindo R$ 53,4 bilhões, crescimento de 31% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo trabalhoelaborado pela Ebit | Nielsen e realizado em parceria com o Bexs Banco, empresa especializada em câmbio e soluções de pagamentos digitais internacionais.

O resultado semestral foi impulsionado sobretudo pelos aumentos de 22% no ticket médio – que passou para R$ 534 reais -, e de 7% no número de pedidos, atingindo a marca de 100 milhões. “O e-commerce passa agora por um período de consolidação após o crescimento expressivo do ano passado”, afirmou o líder de e-commerce da Ebit|Nielsen, Marcelo Osanai. “O consumidor, adaptado à comodidade do comércio eletrônico, compra de forma mais recorrente e busca produtos em diversas categorias”, acrescentou.

O número de novos consumidores se estabilizou no primeiro semestre deste ano: foram 6,2 milhões, levemente inferior aos 7,3 milhões no mesmo período do ano passado.

O curioso, no entanto, é que o novo consumidor entra com um apetite mais alto do que as pessoas que já estão acostumadas a comprar online. O ticket médio dos recém-chegados é levemente superior à média total, atingindo R$ 556.

As compras por celulares representaram mais da metade do faturamento total do e-commerce e do número de pedidos. No primeiro semestre as vendas no meio atingiram R$ 28,2 bilhões, crescimento de 28,4%, e os pedidos, 56,3%, alta de 8,7%. Já o ticket médio ficou em R$ 502, levemente abaixo do valor geral do e-commerce.

“O brasileiro está hiperconectado, consome conteúdo ao mesmo tempo em diversas telas, isso é o ambiente propício para o e-commerce. Ele assiste algo na televisão, acessa as redes sociais, vê um produto de interesse e realiza a compra. Tudo muito simples e ágil ao toque das mãos”, afirmou o executivo da Ebit|Nielsen

Os segmentos de Departamento e Esportivo se destacaram durante o primeiro semestre, com expansão de 37% no volume de vendas, e 14% no número de pedidos, e 48% de alta em vendas e 27% de crescimento em pedidos, respectivamente. Aparecem ainda os segmentos de Pet Shop, com alta de 56% no faturamento e 48% nos pedidos, Alimentos (+34% e +8%). Casa e Decoração teve alta de 155% em vendas e de 67% em pedidos.

A região Sudeste foi a que mais contribuiu com 51% do faturamento total, conforme os dados do estudo. No entanto, as regiões Sul e Norte foram as que mais cresceram durante o primeiro semestre, com altas de 57% e 52%, respectivamente.

“Isso mostra uma dinamização do comércio eletrônico e sua consequente expansão para todo o Brasil. Deixou de ser algo concentrado para ser massificado. Isso tudo graças à acessibilidade, facilidade e adaptabilidade do comércio eletrônico no país”, afirmou Osanai.

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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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