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quarta-feira, setembro 30, 2026
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Tendências

Lojas físicas são essenciais para conquistar confiança dos consumidores

De Administrador SH 9 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Mesmo com o aumento das compras online de produtos de supermercados, redes de lojas têm papel importante no relacionamento com os clientes

Redes de supermercados como Kroger e Whole Foods estão entre os varejistas considerados mais confiáveis pelos clientes nos EUA, em parte porque o grande número de lojas físicas facilita a conexão com os consumidores – especialmente aqueles que ainda não confiam em empresas com uma presença 100% online. Essa é a conclusão de um estudo realizado pela empresa de pesquisas Morning Consult.

O levantamento mostra que 34% dos americanos simplesmente não compram em empresas que não possuem presença física. Entretanto, mesmo com a vacinação da população e a volta a uma vida mais normal, boa parte dos consumidores continuará comprando online. O percentual de clientes que afirmam fazer toda ou a maior parte de suas compras pela internet saltou de 13% para 24% durante a pandemia, e não deverá voltar para o nível pré-crise.

Por outro lado, 73% dos entrevistados dizem que empresas que possuem uma atuação omnichannel são mais confiáveis, pois colocam os interesses dos clientes em primeiro lugar. Isso faz com que as lojas físicas tenham um papel importante para conquistar a confiança e a fidelidade dos clientes. Ainda assim, existe espaço para evoluir: o varejo americano de supermercados fica atrás de empresas de outros setores, como Home Depot, Lowe’s e Ace Hardware (materiais de construção), Amazon, Walmart, Target e Costco (que vendem alimentos mas têm um mix muito mais amplo).

9 de agosto de 2021 0 Comentários
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ESG

A próxima fronteira do plant based é o mar

De Administrador SH 9 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Categoria já aporta recursos de 70 milhões de dólares na Europa e nos Estados Unidos

“Isso vai ser um problema para nós”, disse um executivo de marketing de uma empresa que vende atum depois de dar uma mordida no tomate desidratado com especiarias da foodtech Mimic Seafood. Para a cofundadora da empresa, sediada em Madri, Ida Speyer, foi o melhor elogio que ela poderia receber para o produto que, apesar de parecer atum, não tem nada do mar — exceto por um extrato de alga.

A categoria de substitutos de peixes é só uma fração do mercado de proteína alternativa. Mas as vendas de “frutos do mar” à base de vegetais nos Estados Unidos cresceram 23% em 2020, indo para US$ 12 milhões. Os dados da instituição sem fins lucrativos Good Food Institute, mostrou a Bloomberg, ilustram um setor em franca ascensão. No primeiro trimestre deste ano, por exemplo, o investimento na categoria atingiu US$ 70 milhões — mais do que nos últimos dois anos juntos.

O produto da startup espanhola, chamado Tunato, é fabricado a partir de uma variedade de tomate especial. Ele é cultivado no sul da Espanha e se assemelha ao atum de sushi, em forma e em tamanho, quando fatiado.

Ainda é um segmento pequeno quando comparado ao de carne vegetal nos Estados Unidos – as alternativas à carne bovina, suína e outras teve um 2020 com US$ 1,4 bilhão em vendas. Preocupações com o consumo de carne vermelha, antibióticos na pecuária e mudanças climáticas têm feito mais consumidores a ficarem sem carne pelo menos uma vez por semana.

O peixe, com sua fama de ser saudável para o coração, não tem má reputação – mas os temores da pesca excessiva, consumo de metais pesados e microplásticos, alimentados por documentários como o Seaspiracy da Netflix, estão preparando a mudança.

Além de veganos e flextarianos, os peixes vegetais também são vendidos como opção para grávidas, por exemplo, para evitar a ingestão de mercúrio, ou para um consumidor com alergia a frutos do mar. As grandes corporações já notaram isso.

A gigante Tyson Foods comprou uma participação minoritária na New Wave Foods, fabricante de camarão vegetal, em 2019 — esse ano, a marca anunciou sua nova linha de hambúrgueres e linguiças vegetais. Em março, o grupo tailandês Thai Union, dono da marca Chicken of the Sea, lançou sua linha baseada em plantas — a OMG Meat —, incluindo tortas de caranguejo e hambúrgueres de peixe, com planos para um camarão vegano ainda este ano. O atum não pescado da Nestlé está disponível em partes da Europa, enquanto o varejista sueco Ikea vende caviar vegano, derivado de algas marinhas.

Recentemente, a gestora americana Tiger Global liderou um aporte na foodtech chilena NotCo, que atualmente produz leite, maionese, sorvete e hambúrguer veganos — nomes como Lewis Hamiltons, Roger

Federer e Jeff Bezos também foram atraídos. Os planos da empresa para o segmento de “não pescados” devem ter início no ano que vem, com substitutivo para produtos como atum, salmão e carne de caranguejo. Na NotCo, o que despertou o fundador Matías Muchnick para o segmento foram dados como a morte de golfinhos durante a pesca predatória de atum, que vira um enlatado com metais pesados.

Produtos empanados também estão se proliferando no mercado de carne vegetal com empresas como Beyond Meat e Impossible Foods. Isso porque é mais fácil imitar carnes moídas e temperadas, como hambúrgueres e salsichas, do que cortes de músculos inteiros, como peito de frango e filé mignon — e o mercado de peixes à base de plantas descobriu o mesmo.

“É muito mais fácil recriar um hambúrguer de carne suculento e denso do que um filé de peixe delicado e em flocos”, disse Jen Lamy, gerente sênior da Iniciativa de Frutos do Mar Sustentável do Good Food Institute, à Bloomberg.

Embora as opções no mercado de proteína vegetal cresçam a cada dia, os preços ainda são mais salgados. A chave para essa paridade está justamente no aumento da produção e na chegada a novos mercados. Para David Yeung, o ponto de inflexão deve acontecer daqui a dois ou três anos. Ele é fundador e CEO da OmniFoods, empresa sediada em Hong e conhecida por sua carne de porco vegana mas que agora está iniciando em frutos do mar.

Como esses produtos são originalmente ricos em vitaminas e minerais, as startups veganas precisam garantir que os mesmos nutrientes estejam presentes em suas réplicas. Enquanto a francesa Odontella utiliza algas em seu salmão defumado para garantir ômega 3, a OmniFoods aposta em óleo de canola de boa qualidade chegar ao mesmo resultado.

Se os frutos do mar à base de vegetais mantiverem sua taxa de crescimento, eles podem alcançar a participação da carne vegetal no mercado convencional na próxima década, diz Lamy, do Good Food Institute. A tecnologia “ainda não está lá”, diz ela, mas o setor está progredindo, acrescentou.

Fonte: Por Luiza Ferraz. Pipeline Valor

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Varejo

Mateus promove tour para atrair investidores

De Administrador SH 9 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Objetivo é apresentar o modelo de negócio inaugurado em 1986 no Maranhão para atrair capital nacional e estrangeiro

Com sede no Maranhão e com números que a tornam uma gigante do varejo nacional o Grupo Mateus foi uma das principais aberturas de capital de 2020 e mobilizou todos os grandes nomes da Faria Lima, em operação liderada pela XP. O resultado foi uma das maiores ofertas de ações na Bolsa brasileira: a abertura de capital que movimentou R$ 4,6 bilhões e foi uma das mais comentadas de 2020.

Agora, quase um ano mais tarde, a companhia fundada em 1986 por Ilson Mateus – que, antes de abrir seu negócio de alimentos, chegou a ser garimpeiro em Serra Pelada, no Pará – luta para ser continuar a ser lembrada pelos investidores e pelos executivos de importantes fundos do País.

Como a maioria das gestoras do Brasil estão concentradas na Faria Lima, coração financeiro de São Paulo, e no Leblon, o correspondente no Rio de Janeiro, os gestores não conhecem a operação do Mateus no dia a dia. Ou seja: os tomadores de decisão dos grandes bancos não fazem compras em suas lojas, como ocorre com Pão de Açúcar e Carrefour, por exemplo. Logo, a rede de atacarejos e atacados percebeu que precisaria traçar uma estratégia para seguir viva na memória dos investidores.

Desde que chegou à companhia, neste ano, esse tem sido o trabalho de Marcelo Korber, gerente de relações com investidores do Grupo Mateus. A meta é manter a comunicação em dia, informando, por exemplo, mensalmente detalhes sobre o crescimento da rede – hoje, já são 182 lojas em operação.

“O que temos feito é nos comunicar mais. Aumentamos, por exemplo, o contato com as casas de análise independentes”, comenta Korber. Do lado das pessoas físicas, o movimento tem ajudado: já são 72 mil acionistas, um dos maiores números na Bolsa brasileira.

Ao vivo

Korber comenta também que a empresa estuda a realização e viagens com gestores, no jargão do mercado os “non-deals roadshows”, como são chamadas as reuniões com investidores sem uma operação atrelada. A ideia é mostrar “in loco” o gigantismo do Grupo. O próximo passo, afirma o gerente de RI, é atrair os estrangeiros, que hoje têm pouca representação no capital da empresa.

Fonte: Fernanda Guimarães, Estadão

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Varejo

BRF faz investimento milionário no Rio Grande do Sul

De Administrador SH 9 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Valor será dividido em quatro unidades fabris. Produtores parceiros da empresa devem aportar quantia semelhante para melhorias estruturais

Gigante do setor de alimentos, a BRF anunciou o investimento de R$ 171 milhões na operação que tem no Rio Grande do Sul. Além disso, os produtores que atuam com a empresa devem aportar outros R$ 181 milhões nas suas estruturas para aumento de capacidade.

As unidades que receberão recursos ficam em Marau e Serafina Corrêa, no norte do Estado, e em Lajeado, no Vale do Taquari, além de uma nova fábrica de rações em Gaurama e modernização de outra em Arroio do Meio. O aporte está previsto para ocorrer, principalmente, em 2021.

Outra unidade de rações, a de Arroio do Meio, também no Vale do Taquari, receberá investimentos para modernização.

Segundo a empresa, assim como a compra do Grupo Hercosul, esses investimentos são parte dos esforços para concretizar o plano Visão 2030, no qual a BRF pretende triplicar o faturamento até 2030.

“Vamos continuar crescendo no Rio Grande do Sul, onde nossos produtores integrados também movem fortemente a economia. Queremos estar cada vez mais próximos dos gaúchos”, afirmou, em nota, o CEO Lorival Luz.

Em junho, a BRF comprou a Hercosul, indústria gaúcha de rações para cães e gatos fundada há 20 anos. A aquisição ocorreu por meio da subsidiária BRF Pet e foi concluída semana passada. Já o anúncio do novo investimento foi feita recentemente por Lorival Luz e pela vice-presidente Grazielle Parenti ao governador Eduardo Leite.  Dona de marcas como Sadia e Perdigão, a BRF atua em 117 países.

Fonte: Por Giane Guerra, GZH

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ESG

Com medidas simples, Bimbo gera impacto ambiental expressivo

De Administrador SH 9 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Como consequência de iniciativas de alto impacto para o meio ambiente, companhia obterá economia milionária anual

Focada em reduzir os impactos de suas operações no meio ambiente, a Bimbo Brasil alterou a gramatura de algumas de suas embalagens e passou a utilizar 2 mil toneladas a menos de plástico no primeiro trimestre de 2021.

Com a mudança, a companhia reduziu em 24% a utilização da matéria-prima nas embalagens de bisnagas. A ação impactou também na emissão de gases, pois os pallets passaram a comportar mais unidades e a quantidade de viagens para transporte dos produtos diminuiu. Dessa forma, a empresa deixa de emitir 1.700 kg/CO2 por ano.

No próximo semestre, o plano de sustentabilidade será expandido para outras categorias de produtos. As embalagens de Rap 10 (Tortilhas), divisão na qual a empresa é líder no Brasil e responsável por inaugurar uma nova categoria de mercado, o valor de diminuição da gramatura da embalagem corresponderá a 8%.

Devemos expandir esse projeto nos próximos meses para alguns produtos dentro da categoria de doces e, com isso, a previsão é que haja uma redução de emissão de 1.066 kg/CO2.”

“Iniciamos o ano com foco na estratégia de sustentabilidade da Bimbo Brasil para garantir a implementação dos projetos no curto prazo. Estamos muito satisfeitos com os resultados alcançados até agora e teremos outras grandes mudanças nos próximos meses. Estamos trabalhando para ter um programa sólido e de alto impacto positivo na cadeia”, explica Alfonso Argudín, diretor geral da Bimbo Brasil.

A empresa também diminuiu a aplicação de tintas e solventes nas embalagens. Com isso, deixou de utilizar mais de 800 mil quilos de tinta por ano e mais de 1.500 toneladas de solvente por ano.

Em 2021, a Bimbo Brasil lançou ainda o primeiro fitilho sem arame do mercado de pães brasileiro, tornando-se 100% reciclável. A mudança começou a ser implementada em abril deste ano e já contempla 48% da produção da companhia.

A iniciativa faz parte do planejamento da empresa em se tornar cada dia alinhada às práticas ESG do mercado e segue a filosofia do Grupo Bimbo de ser uma empresa sustentável, altamente produtiva e plenamente humana.

Há quase uma década, a Bimbo Brasil atua ainda em prol da sustentabilidade, por meio do apoio ao programa Dê a Mão para o Futuro, da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC), que trabalha em parceria com catadoras e catadores de materiais recicláveis.

Essa iniciativa foi desenvolvida como uma alternativa viável para as associadas da ABIHPEC no gerenciamento de resíduos sólidos pós-consumo. Ele tem como objetivo colaborar com a melhoria do panorama nacional em relação à correta destinação de resíduos sólidos urbanos, ajudando a reduzir o volume de materiais recicláveis que seriam destinados aos aterros.

O programa também busca viabilizar a reciclagem das embalagens pós-consumo; desenvolver ações destinadas a apoiar programas de geração de trabalho e renda e que promovam a inclusão social, a melhoria das condições de trabalho e qualidade de vida dos catadores de materiais recicláveis.

Com a participação no programa, apenas em 2020, a Bimbo conseguiu recuperar 22,3% das embalagens (equivalente a uma mais de uma tonelada) com relação a todos os produtos vendidos nesse mesmo ano.

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Indústria

Sorriso apresenta novas embalagens e sabores tropicais

De Administrador SH 9 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Alinhado com o novo posicionamento da marca, estabelecido em 2020, Sorriso apresenta novos sabores 100% brasileiros e inéditos no mercado adulto de saúde bucal

O creme dental Sorriso inicia um novo processo de inovação alinhado ao seu reposicionamento e apresenta Sorriso Tropical, linha com dois novos sabores 100% brasileiros. Os lançamentos fazem parte do reposicionamento de Sorriso, que busca exaltar a marca genuinamente brasileira. Com códigos e elementos que trazem mais brasilidade em suas comunicações, além de sabores tropicais, a marca tem como objetivo reforçar sua origem nacional, feito por e para brasileiros.

“Sorriso Tropical é um lançamento único pensado por brasileiros para o mercado nacional, os dois novos sabores trazem refrescância e foram desenvolvidos  após diversos estudos, entendendo de perto as preferências do consumidor. O resultado inédito é a combinação de ser uma marca brasileira e a busca constante por inovação”, declara o gerente de Cremes Dentais da Colgate-Palmolive, Welner Alves.

Os novos sabores, garante a empresa, são inéditos para o mercado: Citrus (limão com hortelã) e MIX (melancia com limão) são resultados de uma profunda pesquisa de preferências do público nacional e investimento em inovação, e proporcionam aos consumidores uma nova experiência na hora da escovação, principalmente para quem busca opções além das já tradicionalmente conhecidas no mercado.  A brasilidade de Sorriso também está expressa nas novas embalagens que trazem um conceito disruptivo, com design moderno e colorido.

“Com os novos sabores buscamos reforçar o posicionamento da marca, que tem como principal objetivo mostrar a nossa brasilidade e resgatar essa herança da marca. Afinal, Sorriso é a única marca de cremes dentais 100% brasileira e que pode se apropriar desse território”, completa Welner.

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Indústria

Miolo lança Cabernet Franc

De Administrador SH 9 de agosto de 2021
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Lançamento da Safra 2020 estreia com Selo de Indicação de Procedência da Campanha Gaúcha, revelando o terroir de Santana do Livramento

A Miolo Wine Group apresenta ao mercado o vinho Miolo Single Vineyard Cabernet Franc Safra 2020, uma bebida de coloração vermelho-violáceo, e que traz, segundo a empresa, presença marcante de frutas em comporta e algo de pimenta preta, características de um autêntico Cabernet Franc. As 29.880 garrafas numeradas chegam estreando o Selo de Indicação de Procedência da Campanha Gaúcha, atestando a origem e a identidade deste terroir.

Assim como os cinco demais rótulos que integram a linha, o Miolo Single Vineyard Cabernet Franc nasce de um único vinhedo, trazendo a tipicidade do lugar. Plantado em 1999 e conduzido em espaldeira, tem orientação solar Sudeste/Nordeste, com uma densidade de 2.525 plantas por hectare.

 “Estrear com o Cabernet Franc nesta linha já com a IP da Campanha Gaúcha é motivo de orgulho e reflete todo trabalho desenvolvido por anos. Apostamos em Santana do Livramento, aprendemos com o solo e o clima da região e montamos uma equipe altamente qualificada. Tudo isso porque a Família Miolo sempre acreditou no projeto”, destaca o diretor-superintendente da Miolo Wine Group, enólogo Adriano Miolo.

O lançamento, de acordo com o enólogo, acompanha muito bem massas como Penne à Matriciana, Espaguete à Puttanesca, além de pizzas clássicas e carnes. Alcatra assada na brasa, filé mignon, entrecot, carnes suculenta, em especial uma picanha e um delicioso churrasco gaúcho. Também harmoniza com queijos maduros e de massa dura.

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Indústria

Sopas Vono ganha três novas versões

De Administrador SH 9 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

A Vono, marca de sopas da Ajinomoto do Brasil amplia seu portfólio com o lançamento da linha

Vono Individual com Sódio Reduzido, que conta com três versões: Abóbora com Carne e Batata com Carne, ambas com redução de 25% de sódio, e Mandioquinha com Cebola e Salsa, que reduziu 30% do sódio em relação à opção tradicional. Os novos produtos, explica a empresa, atendem a busca por naturalidade, e a composição é descrita por uma lista de ingredientes mais simples, com itens que são conhecidos pelo consumidor. São voltados para quem busca uma sopa prática, saborosa e com redução de sódio, sem abrir mão do sabor. A embalagem destaca os benefícios e fácil preparo, bastando adicionar água fervente.

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Varejo

JBS coloca no cardápio salmão australiano

De Administrador SH 6 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Compra da maior produtora do pescado por U$ 315 milhões diversifica mercado da companhia tradicional em carne processada

A JBS acaba de adquirir 100% da Huon Aquaculture, segunda maior produtora de salmão da Austrália e listada na Bolsa de Valores do país. A transação, com valor de mercado de US$ 315 milhões (R$ 1,6 bi) e um enterprise value de US$ 403 milhões (R$ 2,1 bi), já foi aprovada pelos acionistas majoritários e tem previsão de ser concluída no final de 2021, com a aprovação dos demais acionistas e das autoridades australianas. O anúncio ao mercado ocorreu na última sexta-feira.

“Trata-se de um movimento estratégico, que marca a entrada da JBS no negócio de aquicultura. Vamos repetir o que fizemos anteriormente com frango, suínos e produtos de valor agregado – para deixar nosso portfólio ainda mais abrangente. A aquicultura será uma nova plataforma de crescimento dos nossos negócios”, afirma Gilberto Tomazoni, CEO Global da JBS. 

Verticalmente integrada, a Huon marcará o início da produção própria de peixes pela JBS, que já conta com o processamento de bovinos, aves, suínos e ovinos em unidades espalhadas pelo mundo. A Huon investiu mais de AU$ 350 milhões nos últimos cinco anos em infraestrutura operacional de ponta e práticas sustentáveis no ciclo de produção de salmão, posicionando a empresa para um crescimento sustentável.

Ao todo, a Huon possui 13 locais de produção e 3 unidades de processamento de produtos de valor agregado. O salmão, por exemplo, é vendido em filés e pode ser encontrado em embalagens a vácuo no varejo, assim como produtos defumados ou ovas de salmão.

A JBS já atua na Tasmânia com uma unidade de processamento de bovinos em Longford. É a segunda aquisição da Companhia na Austrália neste ano. Em abril comprou a Rivalea, líder na produção de suínos. Desde 2014, a empresa é dona da Primo Smallgoods, que tem um portfólio de marcas fortes. A JBS está no país desde 2007, quando adquiriu as operações da Swift. “Há uma grande complementaridade com as outras atividades que já desenvolvemos na Austrália, passando pelas iniciativas que envolvem relacionamento com clientes, distribuição e marketing”, afirm Brent Eastwood, CEO da JBS na Austrália

Em março, a Seara, no Brasil, anunciou o início da distribuição de produtos no segmento de peixes e frutos do mar, com produtos como salmão, tilápia e camarão, entre outros. Agora, com a aquisição na Austrália, a JBS passa a ter produção própria. “São 33 anos de experiência da Huon com uma produção sustentável, de alta tecnologia, produtos de qualidade superior amplamente reconhecidos pelo consumidor australiano, num setor com ótimas perspectivas de crescimento no mundo todo”, diz Tomazoni. Além da participação expressiva no mercado australiano, 15% da produção da Huon é destinada para exportação.

De acordo com a FAO (Agência das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), nos próximos dez anos, o consumo per capita de peixes deve crescer 5% globalmente. Na Oceania, essa taxa deve alcançar 7% e, na China, 15%. O consumo global per capita de peixes é maior que o de aves, suínos ou carne bovina. Por ano, ultrapassa 20 kg, segundo a FAO. Para 1,5 bilhão de pessoas, os pescados representam 20% da ingestão média de proteína, enquanto esse número supera mais de 15% para 3 bilhões. Segundo projeção da FAO e da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), já em 2023, os peixes para consumo humano produzidos pela aquicultura vão superar o que é obtido da captura na pesca em mares e rios.

As operações da Huon se destacam pelo monitoramento das atividades de seus locais de produção. Em 2014 lançou um painel interativo de sustentabilidade, na época uma iniciativa inédita em todo o mundo. Hoje a ferramenta inclui dados sobre o desempenho da empresa, investimento em pesquisas, além de informações sobre a fauna nos cursos d’água com que a Huon interage. A economia circular também é prioridade da companhia. Resíduos do processamento viram rações, petiscos para pets e vão para compostagem, se tornando base de fertilizantes.

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Varejo

Minimercado em condomínio amplia mix de produtos gourmet

De Administrador SH 6 de agosto de 2021
Escrito por Administrador SH

Grupo Enxuto já chegou à 15 lojas na região de Campinas em containers e módulos

De olho na experiência do consumidor, o Grupo Enxuto foi o pioneiro em lançar o projeto de lojas em contêineres instalados em condomínios. Agora a varejista chega à 15ª unidade da bandeira Enxuto Aqui, mas constrói dessa vez a sua primeira loja modular inaugurada no condomínio de luxo Talipô Exclusive Club, em Campinas.

A loja tem como modelo o minimercado, com produtos selecionados para abastecer os armários dos consumidores com itens práticos, rápidos e emergenciais – os chamados needs for today, porém, com um mix bastante diversificado e completo, com produtos de higiene, limpeza, congelados, hortifruti, adega, espaço bebê, entre outros.

Para se ter uma ideia, o modelo contêiner possui 30 metros quadrados e cerca de 1 mil produtos à disposição dos moradores; já a nova loja modular possui 50 metros quadrados, quase o dobro com cerca de 1,4 mil itens.

As unidades do Enxuto Aqui também atendem o serviço Enxuto Drive (Clique & Retire), onde o cliente faz as compras via e-commerce e retira na loja do condomínio. Os produtos são conferidos e armazenados aguardando a retirada dos clientes. Para realizar suas compras, o cliente acessa o site (enxuto.com.br) e seleciona sua cesta entre os mais de 8 mil SKUs disponíveis.

A modalidade é ideal para o momento e as restrições impostas pelo combate à pandemia, já que os consumidores podem comprar online e retirar seus produtos sem precisar entrar na loja, reduzindo assim a interação humana.

A expectativa da empresa é expandir seu conceito de inovação que, além das lojas de rua, também está cada vez mais presente em condomínios da região de Campinas (SP). O Enxuto é pioneiro com esse modelo de negócio, que alia tecnologia e inovação com o self checkout, comodidade, senso de urgência, além da facilidade com compras online com retirada. 

“Estamos de olho na necessidade de compra do nosso público e é por isso que nossos projetos têm dado tão certo. Hoje, com a tecnologia, é possível entender ainda mais os nossos clientes e proporcionar experiências agradáveis e diferenciadas”, afirma Letícia Guilhermino, diretora de Marketing e Novos Negócios do grupo.

6 de agosto de 2021 0 Comentários
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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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