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quarta-feira, setembro 30, 2026
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Indústria

Leão lança linha de Chás Leãozinho

De Administrador SH 30 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Os chás são uma opção saudável e diversificada para as crianças e toda a família

A Leão Alimentos e Bebidas investe na nova linha de Chás Leãozinho, ampliando o público do seu portfólio com uma nova proposta cheia de sabor, funcionalidades e bem-estar. Desenvolvido a partir de ingredientes sem cafeína, açúcar e sódio, de acordo com a empresa, os chás são opções de bebidas saudáveis para as crianças durante a rotina diária e atendem os gostos de toda a família.

A linha é lançada com três opções, nos sabores Morango & Maracujá, Amora & Framboesa, e Laranja Cor de Rosa. Em formato de sachê, com rendimento de 300ml, e de fácil manuseio, podem ser preparados com água em temperatura natural, gelada e quente. Após cinco minutos de infusão, a bebida está pronta para beber.

“Pensando nos alimentos e bebidas consumidas pelas crianças ao longo de todo o dia, em casa, na escola, antes e após a prática de uma atividade física, desenvolvemos uma bebida natural e de simples preparo com sabores que atendem o paladar das crianças”, comenta o executivo responsável pelo desenvolvimento de novos negócios, da Leão Alimentos e Bebidas, Marcelo Correa.

As embalagens elaboradas especialmente para esta linha propõem interatividade entre os pais e filhos. Ao apontar uma câmera do celular para o QR Code da caixa, é possível ver imagens em realidade virtual com informações sobre os chás.

30 de julho de 2021 0 Comentários
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Indústria

Copacol aposta em praticidade na cozinha

De Administrador SH 30 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Marca aposta no sabor e praticidade para cooperar com os amigos e a família

Essa é a estratégia da Copacol ao desenvolver produtos exclusivos à base de frango para conquistar ainda mais os consumidores que buscam alimentos saudáveis e precisam de agilidade na cozinha.

A novidade é o Peito de Frango a Passarinho Temperado, com embalagem de 800 gramas, pronta para ir para a panela, air fryer ou forno. Além de iguarias especiais, a empresa informa que os cortes são congelados um a um, ficando “soltinhos na embalagem”. O tempero, segundo a Copacol, segue um rigoroso padrão de qualidade, sem a adição de glúten, atendendo a um crescente público cada vez mais atento a saúde e bem-estar durante as refeições do dia a dia.

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Varejo

Consumidor compra menos pressionado pela inflação e corte na renda

De Administrador SH 30 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

GPA registra queda de 12% nas vendas brutas e o concorrente Carrefour encolhe 7%

Após a forte onda de consumo em 2020, supermercados e hipermercados vêm registrando queda nas vendas desde maio, reflexo não só da base forte de comparação, mas do aperto na renda e da pressão inflacionária ainda em patamares altos. O GPA, dono do Extra e Pão de Açúcar, teve queda de 12,1% nas vendas brutas no país de abril a junho sobre o ano anterior – recuo mais forte que o projetado por alguns analistas. O Carrefour encolheu 7,3%.

O setor estima voltar a crescer a partir de setembro ou outubro. Para atrair mais tráfego às lojas, há um aumento nas promoções.

Mesmo com essas pressões, que deveriam limitar reajustes de preços, grandes e médias cadeias vêm relatando novos pedidos de aumentos da indústria, em itens que até então, não sentiam tanto a recente escalada nos preços.

O mercado já esperava uma queda nas vendas por causa dos números fortes de 2020, mas chama a atenção a intensidade em certos casos. “Há de fato uma redução de consumo. Calculamos uma retração de 10% nas vendas dos supermercados de janeiro a junho em São Paulo, sendo que 8% vêm do ‘efeito covid’, da base de comparação, e 2% de efeitos macroeconômico que puxam isso mais para baixo”, disse Rodrigo Mariano, economista da Associação Paulista de Supermercados (APAS).

Nas vendas brutas, em relação a 2019, há uma alta pequena, de um dígito a dois dígitos baixos, a depender da rede, mas em termos nominais. Na comparação com 2019, as vendas brutas do Carrefour (no braço de varejo) avançaram 11% de abril a junho (sem descontar a escalada da inflação no intervalo). No GPA, há recuo de 0,2%.

Na rede Hirota Food, as vendas caem desde maio, e em junho, o recuo foi de 7% sobre 2020. Sobre 2019, há aumento de 5%. Apesar disso, o desempenho sobre 2019 não vem sendo comemorado. “Quando se foi tão bem, como em 2020, a queda agora não é fácil. E há uma preocupação com o desempenho daqui para frente”, afirma Helio Freddi Filho, gerente geral do Hirota Food.

“Há menos dinheiro circulando e sentimos isso. O auxílio emergencial veio bem menor neste ano e há a reabertura de restaurantes que também nos impacta. Após um 2020 maravilhoso, ficamos mal-acostumados”, diz. “Estamos lançando ofertas novas e não interrompemos os investimentos porque acreditamos que é uma fase ruim, e a venda deve ir voltando”.

Especialistas reforçam a necessidade de avaliar a situação de cada cadeia, frente à média, e o prazo de duração estimado para essa fase. “Em São Paulo, achamos que esse retorno das vendas pode ser mais rápido que no resto do país, como o Nordeste, que sentiu muito mais a queda do ‘coronavoucher’. Mas em geral, há muitos efeitos negativos conjuntos no setor”, diz Mariano. “Existe uma abertura gradual de restaurantes e ele é um concorrente direto. E há os concorrentes indiretos, como os shoppings que foram reabrindo e, com eles, voltou a demanda de segmentos que ficaram parados em 2020, e agora ‘roubam’ a venda dos supermercados. Não é que há uma super demanda por roupas em shoppings, até porque a renda caiu. Mas um gasto ou outro volta, e isso tudo vai se somando nas projeções de orçamento das famílias”, diz ele. A inflação dentro do lar foi de 15%, em 12 meses até junho, em São Paulo.

Em entrevista ao Valor, o presidente do GPA, Jorge Faiçal, diz que, no segundo trimestre, a rede foi afetada pela queda na renda e pelo aumento do desemprego – além do efeito estatístico da base de 2020. As vendas brutas no país encolheram 12,1% de abril a junho, para R$ 7,1 bilhões, e o lucro líquido diminui de R$ 357 milhões, um ano antes, para R$ 13 milhões.

Ontem, no pregão na B3 após a publicação dos dados, a ação do GPA fechou em queda de 7,4% – a maior do pregão -, puxando outras varejistas para baixo. O papel do Carrefour, que havia divulgado seus dados na terça-feira, recuou 1,54%.

A venda bruta nos supermercados Pão de Açúcar caiu 24,1%, e na rede Extra recuou 13,9%, no segundo trimestre, em relação a igual período de 2020. Os destaques positivos foram o braço de minimercados e o on-line, com alta de 27,7% e 32%, respectivamente. A empresa já identificou retorno das promoções no setor, que tinham desaparecido das gôndolas dos grupos no ano passado, ajudando a “turbinar” as margens.

“Nos últimos seis meses, a inflação se manteve alta e o desemprego bateu em taxas históricas. Nas famílias de classe C, as compras de alimentos atingiram 60%, 70% do ‘share of pocket’ [gasto mensal da família]”, afirma Faiçal. “Ainda houve troca de mercadorias para as mais baratas neste ano e troca de canais, para o atacarejo. Há um abandono de produtos que foram conquistas no passado como iogurte e os sucos de caixinha, e está todo mundo voltando com promoção”, disse.

Analistas entendem que o GPA sentiu mais esse baque do que o Carrefour, mas conseguiu ser mais rentável no trimestre. A margem bruta ficou quase estável (no Carrefour caiu) e a margem Ebitda, que mede lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação, subiu 0,6 pontos no GPA, para 8,3%. No braço de varejo do Carrefour, caiu 1,6 ponto, para 6,5%.

“Nós sentimos um pouco mais [a venda] no trimestre porque tenho um portfólio com loja mais premium [Pão de Açúcar], e também minha venda migrou para o online, onde cresci 32% no trimestre [o Carrefour cresceu 16,4%]”.

O GPA disse que já identificou alguma recuperação na demanda por alimentos nos hipermercados em junho em relação a 2020 e 2019. E projeta para o Pão de Açúcar uma retomada neste ano, porém um pouco mais lenta. Nas lojas de vizinhança, serão 20 aberturas do Minuto Pão de Açúcar em 2021, um número que o grupo ainda não havia divulgado.

O comando do Carrefour levanta razões semelhantes às do GPA para entender seu desempenho. Afirma que, além do efeito da base, precisou absorver impactos da inflação alta e do fechamento de áreas dentro das lojas, por conta de decretos de certos municípios impedindo a venda de itens não essenciais. Mas vê seu desempenho como “satisfatório” ao considerar o ambiente atual.

A respeito das pressões inflacionárias, segundo o Assaí[RPB1] , controlado pelo Casino, e o Atacadão, do grupo Carrefour, os reajustes de preços não se desaceleraram como se previa. “Há uma inflação importante estabilizada, mas há custos dolarizados ainda pressionando. A ideia é ser o último a repassar qualquer coisa”, disse a analistas na quarta-feira, José Roberto Müssnich, presidente do Atacadão.

Era esperada uma desaceleração nessa velocidade de repasses ao longo do primeiro semestre, mas ela não veio como se previa, disse ao Valor, Belmiro Gomes, CEO do Assaí. “A gente esperava uma acomodação maior nos preços. Indústrias de produtos com insumos ligados a dólar, e que não vinham aumentando, agora falam nisso, como itens de limpeza, incluindo sabão em pó e detergentes. Estamos dizendo a eles que não cabe no bolso do consumidor”, afirmou.

Na semana passada, a Unilever disse a analistas que vem reajustando preços de forma “muito forte”, na América Latina, e particulamente no Brasil. A empresa é dona de marcas como Omo, Comfort, Lux e Cif.

Na avaliação das grandes cadeias, a expectativa é que, nos próximos meses, esses repasses aconteçam lentamente, para não afetar mais demanda e, com isso, a recuperação nas vendas vá ganhando um pouco mais de força.

Fonte: Por Adriana Mattos, Valor


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Varejo

Magalu começa a operar dentro de supermercados

De Administrador SH 30 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Para ampliar ainda mais sua capilaridade, varejista ativa modelo de quiosque com mix seleto em lojas do setor

A rede varejista Magalu fechou uma parceria com a rede de supermercados Semar para instalar quiosques da marca em 21 lojas da rede alimentícia. O processo começou nesta quinta-feira, com a inauguração nas três primeiras lojas.

A parceria expande a presença do Magalu nas regiões paulistas do Vale do Paraíba, Litoral Norte e Alto Tietê. A operação contará com área de estoque da empresa, o que dará ao cliente a opção de retirar direto nas lojas as compras feitas pelos canais digitais da companhia. “Com as inaugurações de lojas dentro da rede Semar, o Magalu se consolida como a maior rede física de varejo do País, com quase 1.400 pontos físicos de venda”, afirma Fabrício Garcia, vice-presidente de operações do Magalu. “A estratégia é um caso típico de ganha-ganha, porque melhoramos a experiência de compra tanto dos clientes Magalu quanto dos clientes Semar.”

Com a parceria, a rede Semar amplia a oferta de produtos aos 2 milhões de clientes que circulam mensalmente por suas unidades. “Além de ampliar a oferta de itens em nossas lojas, aumentaremos o fluxo de clientes, nos tornando ponto de retirada de compras feitas no e-commerce do Magalu”, afirma Marco Antoun, diretor administrativo do Semar.

Parceria com Lojas Marisa

O Magalu já conta com parceria semelhante com a rede de lojas Marisa. São mais de 170 quiosques da companhia dentro da rede de moda. Com esse formato, o Magazine Luiza consegue expandir a base de clientes nas regiões nas quais os parceiros têm forte presença. A empresa é responsável por toda a operação dos quiosques, desde a estratégia comercial, oferta de produtos, faturamento, financiamento, logística, contratação e gestão dos colaboradores. “Esse é um formato que podemos escalar, porque temos oportunidades em redes semelhantes em diferentes Estados e o modelo não demanda grande investimento”, diz Garcia.

Os clientes do Semar também poderão contar com os produtos de consórcio do Magalu. Será possível adquirir planos de consórcio de carros, motos, caminhões, imóveis, maquinário agrícola, além de serviços, como viagens, festas e intercâmbios.

Com a abertura das lojas Magalu dentro do Semar, serão oferecidas 21 vagas para gestores de negócios, que são os representantes de vendas do Consórcio Magalu. Os gestores serão contratados em regime PJ com benefícios como comissões, oportunidades de participação em treinamentos e capacitação e portfólio de produtos (imóveis, carros, eletrodomésticos e outros serviços), além de campanhas de incentivo e premiações para os melhores profissionais.

Fonte: Mercado e Consumo

30 de julho de 2021 0 Comentários
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ESG

Carrefour dá novo passo em sua agenda de rastreabilidade

De Administrador SH 30 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Rede começou a vender o primeiro lote de carne 100% livre de desmatamento, rastreada desde o nascimento do bezerro

Maior comprador de carne bovina do Brasil, o Carrefour coloca à venda os primeiros lotes da proteína rastreada desde o nascimento do bezerro. O produto faz parte da linha Sabor & Qualidade, fruto de uma parceria da varejista com a Iniciativa para o Comércio Sustentável (IDH).

O projeto começou efetivamente no segundo semestre de 2018. Naquele momento, Carrefour e IDH selecionaram 450 produtores de bezerro de Mato Grosso com propriedades de, no máximo, 300 hectares. A carne que começa a ser vendida agora é a dos animais que nasceram no início do projeto, que já recebeu € 3,5 milhões em investimentos.

Nessa primeira etapa de comercialização, os itens da linha Sabor & Qualidade estarão disponíveis na loja da rede no Shopping Interlagos, na zona sul de São Paulo. Os produtos têm QR Codes em suas embalagens que informam o nome e geolocalização da fazenda que originou o bezerro e sua Guia de Trânsito Animal (GTA), que mostra o caminho do animal até o abate.

Cerca de 6 mil bovinos já foram abatidos no âmbito da iniciativa. “Começamos com algo de nicho para depois criar escala”, disse Lucio Vicente, diretor de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade do Grupo Carrefour Brasil, ao Valor.

Segundo ele, a varejista pretende atender às necessidades de um consumidor cada vez mais preocupado com a origem de seu alimento. “Fizemos questão de que esse produto entrasse em uma linha de marca da empresa focada em qualidade”, afirma.

De acordo com a diretora executiva do IDH Brasil, Daniela Mariuzzo, o projeto deu prioridade a pequenos criadores para incluir esses produtores nas discussões sobre sustentabilidade e ajudá-los na regularização da produção.

Com a iniciativa, Carrefour e IDH oferecerão capacitação e treinamento especializado. Os pecuaristas participantes recebem assistência técnica para assuntos agronômicos, ambientais e fundiários.

Os envolvidos no projeto frisam que, apesar de a carne vendida neste momento ter sido abatida em parceria com a Marfrig, os pecuaristas são livres para escolher a quais frigoríficos venderão o gado.

O Carrefour e o IDH Brasil já estão elaborando o próximo passo da iniciativa, que consistirá em um protocolo nacional com procedimentos e processos que garantam as boas práticas socioambientais desde o nascimento do bezerro.

No Brasil, o Carrefour integra diferentes iniciativas voltadas à sustentabilidade da carne. Desde 2007, a empresa faz parte Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável (GTPS), que reúne diversos setores da cadeia da carne. Três anos depois, o grupo assumiu o compromisso global pelo desmatamento zero para soja, carne, óleo de palma e madeira, suas principais cadeias de abastecimento.

Em 2017, a varejista passou a fazer parte também do Grupo de Trabalho dos Fornecedores Indiretos (GTFI). Nele, integrantes da cadeia discutem ações de rastreabilidade, monitoramento e transparência da pecuária no país.

Fonte: Por José Florentino, Valor

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Varejo

Coca-Cola amplia ações na pandemia com apoio à vacinação e combate à fome.

De Administrador SH 30 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Recursos destinados a ações humanitárias no Brasil chegam a R$ 55 milhões de reais e beneficiam a população mais vulnerável

Coca-Cola amplia ações na pandemia um apoio à vacinação e combate à fome. Recursos destinados a ações humanitárias no Brasil chegam a 55 milhões de reais e beneficiam a população mais vulnerável. Em março de 2020 quando o Brasil e o mundo começaram a sentir os impactos sociais e econômicos provocados pela pandemia de Covid-19, Coca-Cola Brasil decidiu usar a tradição e a força da sua marca a serviço da solidariedade.

Além de ajudar seus principais parceiros duramente afetados pelas medidas necessárias para a contenção da doença, a empresa destinou recursos para ações de apoio à saúde e de combate à fome.

No total, entre março do ano passado e junho deste ano, foram disponibilizados 55 milhões de reais. Para beneficiar o maior número possível de pessoas a Coca-Cola e o Instituto Coca-Cola Brasil contam com uma rede de ONGs parceiras, entidades e outras grandes empresas.

“Logo no início da pandemia percebemos que seria necessária a mobilização de todos, inclusive das grandes empresas para sair mus dessa situação juntos. Em março de 2020, quando ainda não fazíamos ideia de quanto tempo a crise sanitária se estenderia, sabíamos que precisávamos agir com rapidez para ajudar as comunidades mais vulneráveis”, diz Silmara Olívio, vice-presidente de relações corporativas da Coca-Cola.

Em fevereiro deste ano, Manaus, onde funciona a maior fábrica de concentrados de Coca-Cola do mundo, entrou em colapso em decorrência da falta de oxigênio para as pessoas internadas com Covid.

A empresa, que há mais de 30 anos mantém projetos de apoio à comunidade local, doou usinas. E cilindros de oxigênio, além de materiais hospitalares EPIs. Agora, o foco é garantir que a vacina chegue às regiões mais afastadas.

“Em nossa mais recente ação no estado, a Coca-Cola Brasil se juntou ao movimento Unidos pela vacina e, com recursos da The Coca-Cola Fundation está apoiando cerca de 51 municípios no interior. Estamos chegando a municípios que tem uma logística muito particular para acesso, onde a empresa já atua e conhece as características locais, facilitando o trabalho”, afirma Silmara Olívio.

A ação beneficia cerca de 1,8 milhão de pessoas. Em 13 dos 51 municípios estão comunidades que fazem parte da cadeia de produção do guaraná, incentivada e apoiada pela Coca-Cola Brasil gerando emprego para mais de 300 famílias.

Paralelamente, o Instituto Coca-Cola Brasil realiza diversas ações no combate à fome no Amazonas e em outros estados. Nos meses de maio e junho, o ICCB, ao lado da ONG Gastromotiva e do Instituto PHI, distribuiu 51 mil refeições para pessoas em situação de extrema vulnerabilidade em Manaus.

Toda a comida foi preparada por profissionais formados pela ONG e nas cozinhas das próprias casas com o suporte do projeto Cozinhas Solidárias, da Gastromotiva.

“Sei do impacto na vida delas. Essas pessoas não vão esquecer que teve um dia um grupo da Cozinha Solidária Gastromotiva e da Coca-Cola Brasil que se preocupou com esse povo tão necessitado”, diz Marlene Cavalcante cozinheira que participou do projeto.

Ação da cidadania

A Coca-Cola Brasil também lançou no final de maio a iniciativa “Por todas as mesas” para doação de 2,5 bilhões de refeições com bebida a ONG ação da cidadania por um prazo de 2 meses. Usando a força da sua marca, a Coca-Cola doa 50 centavos de cada pedido que contenha produtos nas plataformas de entrega de comida iFood, Rappi, Uber Eats, Aiqfome eWabi. Além disso, ofereceu R$ 1 milhão em vouchers de R$ 5 para os pedidos feitos em restaurantes pequenos cadastrados no iFood.

As refeições com bebidas estão sendo distribuídas pela ONG Ação da Cidadania por meio da prestigiada campanha “Brasil sem fome” a instituição conta com uma rede de mais de 2000 entidades parceiras espalhadas por 26 estados e Distrito Federal.

Com mais de um mês da ação “Por todas as mesas“, a ONG já atua com mais de 280 entidades em 16 estados e no Distrito Federal. “Essa parceria inédita fortalece ainda mais a nossa contribuição para famílias que sofrem com a pobreza extrema.

A conscientização de empresas tão representativas como a Coca-Cola sobre a fome é resultado de uma corrente de solidariedade que a população tanto precisa neste momento”, diz Kiko Afonso diretor executivo da Ação da Cidadania.

Silmara destaca que, por meio da distribuição de alimentos, desde 2020, o ICCB impactou 13,6 bilhões de pessoas em parceria com mais de 100 instituições. “A pandemia nos provou a importância de agir coletivamente. Para gerar impactos reais na vida das pessoas”, diz.

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Varejo

Consumidor vai atrás de preço e GPA liga o alerta

De Administrador SH 30 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Presidente da companhia descarta popularização do Pão de Açúcar e defende preço baixo no formato hipermercado

O GPA, dona das redes Extra e Pão de Açúcar, disse nesta quinta-feira, em teleconferência de resultados, que a operação de hipermercados foi afetada pela base forte de comparação de 2020 e, nos supermercados Pão de Açúcar, houve efeito da migração de consumidores para outros canais, como atacarejos e até outros supermercados. Por isso, houve queda nas vendas no grupo no segundo trimestre — a retração ficou acima do verificado no concorrente Carrefour, salientaram analistas em relatórios hoje.

“Para Pão de Açúcar, estamos cautelosos com o resto do ano, e mais animados para o ano que vem. Ainda esperamos redução gradual no terceiro trimestre, mas agosto e setembro melhor que julho. O quarto trimestre deve ser melhor que terceiro trimestre”, disse o presidente Jorge Faiçal.

“As pessoas estão voltando das férias, então deve haver perda em julho, mas um ganho em agosto, então em setembro vai melhorando, porque a base de setembro teve queda em 2020”, disse ele.

Sobre a rede Pão de Açúcar, a companhia está migrando lojas para o modelo mais moderno (geração sete) com 25 migrações no segundo trimestre e mais 25 até o fim do ano — e esse modelo se recupera melhor hoje.

“A queda de vendas em Pão de Açúcar no segundo trimestre é pontual, entendemos que a rede é a nossa ‘joia da coroa’ e continuará a ser”, disse. O executivo citou preocupação com a fase atual, mas entende que é uma fotografia do momento, e as medidas que vem sendo tomadas, sobre reformas e foco no on-line, devem fortalecer a marca da companhia.

Para analistas, a empresa sentiu, em linhas gerais, o efeito estatístico dos números fortes em 2020, quando o início da pandemia fez a demanda

disparar nas lojas, mas a empresa, ao crescer menos que o seu rival direto no trimestre, pode ter sentido mais o cenário difícil para o setor. O aspecto positivo no Brasil, dizem analistas, foi a rentabilidade acima da estimativa do mercado, efeito da queda de despesas — apesar de, ao incluir a operação colombiana de Exito no total, essa margem final ter ficado abaixo do projetado, como salientou a XP em relatório.

“Foi um período com muito desafio no ‘topline’ mas conseguimos sair de um lucro líquido de R$ 8 milhões no primeiro semestre de 2020 para R$ 94 milhões nesse ano”, disse o executivo.

Faiçal afirmou que a companhia busca um hipermercado mais barato, mantendo uma política definida meses atrás, para tentar recuperar as vendas em algumas lojas, mas voltou a afirmar que a rede não irá virar atacarejo. Isso porque, entre diferentes razões, as ações comerciais mais combativas, como é comum no atacarejo, não se estendem a toda a operação do hipermercado.

“Há dois meses, o nosso hipermercado volta a ganhar participação, então há um movimento de recuperação”, diz o executivo, após defender um posicionamento mais agressivo em preços. “Hipermercado caro é hipermercado morto”.

O GPA ainda disse que vai expandir parcerias no on-line para perecíveis e não alimentos. E afirmou que o acordo fechado com o fundo da Península, em arbitragem iniciada há quatro anos, libera lojas para sublocação, conversão e “minihubs” maiores. Houve um ajuste de preços pago pelo GPA ao fundo em valor pequeno, segundo fontes, relativos a cálculos passados, como antecipou o Valor semanas atrás.

Segundo o executivo, a expansão do on-line — o canal é 8% das vendas da empresa, e era 1,7% há dois anos — canibaliza lojas, segundo controle feito pelo CPF dos consumidores, mas isso não é preocupação, diz ele, porque no site o cliente compra mais produtos. A empresa alcançou vendas brutas totais na plataforma de R$ 1,4 bilhão em 12 meses. Cerca de um terço da venda da empresa hoje ocorre pela entrega rápida, e a empresa se autodenomina líder no on-line alimentar.

Loja de vizinhança

O GPA destacou ainda medidas que a empresa vem tomando em reforma de pontos, acelerando aberturas e no on-line, no sentido de buscar equilibrar o momento de queda em vendas na empresa no segundo trimestre.

“Vamos acelerar aberturas de Minuto Pão de Açúcar, já falamos que serão 100 em 3 anos, mas teremos pelo menos 20 neste ano”, disse Faiçal. O modelo teve um desempenho melhor que as outras cadeias no segundo trimestre e no ano, em parte reflexo da maior demanda em lojas menores, de bairro, como efeito do “home office”.

A venda bruta nessas lojas de vizinhança do GPA (Minuto Extra, Minuto Pão de Açúcar e o programa Aliados, uma parceria com lojas de bairro) subiram 27,7% de abril a junho, mas Pão de Açúcar caiu 24,1%, e Extra recuou 13,9%.

Os supermercados Mercado Extra e Compre Bem caem 2,7%.

O presidente do GPA ainda destacou os resultados positivos com a estratégia anunciada, meses atrás, de abrir parcerias com mais aplicativos de entrega, como iFood, Rappi, e plataformas como Corner Shop e Mercado Livre, fechadas neste ano. ”Nós vamos expandir parcerias para perecíveis e não alimentos”, disse, sem detalhar.

O GPA tem 500 lojas com parceiros de última milha, que utilizam a loja como base de coleta, pouco mais da metade do total da empresa, em 871 pontos em junho no país.

As vendas totais do GPA Brasil atingiram R$ 7,1 bilhões de abril a junho, queda de 12,1%, sendo que as “mesmas lojas” caíram 10,5%. Ao se tirar o impacto da covid-19, que a empresa calcula, o número ainda não “vira”: há queda de 1,8%.

O canal on-line foi um dos destaques positivos, com alta de 32%, ligado ao crescimento da multicanalidade e expansão das parcerias com “last millers”, que a rede vem acelerando.

A empresa ainda lembra que houve o efeito de medidas restritivas mais rígidas para o combate à aceleração da covid-19, incluindo decretos que obrigaram o fechamento de lojas. Houve efeito, por exemplo, no Pão de Açúcar, em cidades do interior, os decretos afetaram várias cidades e diversas redes, mas cadeias com maior presença em municípios que tomaram essa medida podem ter sentido mais.

Fonte: Por Adriana Mattos, Valor

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Varejo

Ambev se surpreende com vendas na pandemia

De Administrador SH 30 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Marcas premium puxaram os volumes e a receita total cresceu 36% no segundo trimestre

Apesar das temperaturas mais baixas no segundo trimestre deste ano em comparação a anos anteriores e as restrições ainda impostas pela pandemia da covid-19, o volume de cerveja da operação da Ambev no Brasil registrou um crescimento de 12,7%, para 20,22 milhões de hectolitros. O volume é 10,9% superior ao do mesmo período de 2019 e 14% acima de 2018.

A empresa atribui o aumento das vendas aos lançamentos, que representaram mais de 20% do faturamento, liderado pela Brahma Duplo Malte, destacou a empresa em seu relatório de resultados. “Nosso portfólio de marcas premium cresceu aproximadamente 35%, impulsionado por Corona, Becks, Stella Artois e Original”, acrescentou. A receita líquida da divisão cresceu 25,8%, para R$ 6,45 bilhões, com a receita por hectolitro saltou 11,6%.

Acima das expectativas

Globalmente, o desempenho da Ambev no segundo trimestre superou as expectativas do mercado, cuja previsão já era de números fortes. A fabricante das cervejas Brahma, Skol e Budweiser registrou um crescimento de 19% no volume total de cerveja, com apenas o Canadá apresentando dificuldades — por lá, o volume caiu 0,9%. Dos 10 mercados em que atua, sete cresceram acima do segundo trimestre de 2019, quando não havia a covid-19.

A receita total cresceu 36,2%, para R$ 15,71 bilhões e o lucro líquido atribuído aos acionistas foi de R$ 2,89 bilhões, 135% acima do mesmo período de 2020. O resultado líquido, porém, foi beneficiado por um crédito tributário de R$ 1,60 bilhão, sendo R$ 1,22 bilhão registrados em outras receitas operacionais e R$ 385 milhões em receitas financeiras.

Não alcoólicos

Se o resultado da divisão de bebidas não alcóolicas da Ambev no primeiro trimestre foi melhor do que o previsto, mas ainda considerado aquém do potencial, no segundo trimestre a direção da empresa observou “uma recuperação saudável” do negócio.

O volume da divisão havia crescido apenas 0,8% no primeiro trimestre ante mesmo período de 2021. Agora, o crescimento do segundo trimestre ante mesmo período do ano anterior foi de 26,1%, para 6,49 milhões de hectolitros. Ante o primeiro trimestre deste ano, o avanço do segundo trimestre foi de 0,15%. A divisão é dona de marcas como Guaraná Antártica e Sukita.

“O retorno gradual do consumo fora de casa ajudou o crescimento do volume de nossas marcas premium, especialmente em embalagens one-way [sem retorno], impulsionando positivamente o mix de marcas. Nossa plataforma BEES [de conexão com pequenos comércios] continuou a se expandir e nos conectar com mais clientes, o que nos permitiu alcançar o nosso maior número de compradores de [não alcóolicos] “, afirmou a companhia em seu relatório de resultados.

Margens pressionadas

Como previsto por analistas em seus relatórios, as margens da companhia ficaram mais pressionadas neste trimestre. A margem bruta consolidada caiu 0,7 ponto percentual, para 49,3%. As ações da companhia caíam 3% no fim desta manhã, influenciadas por esse indicador.

Parte dessa queda é explicada pelo aumento do custo dos produtos vendidos (CPV) por hectolitro em 15,7%, devido aos impactos esperados de câmbio e commodities. A linha de despesas gerais, administrativas e de vendas cresceu 35,6%, afetada por acréscimos de remuneração variável, despesas de distribuição e investimentos em vendas e marketing.

A margem Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), no entanto, também ficou acima das previsões. O Credit Suisse previa margem Ebitda de 22% e o BTG P actual de 28%. A margem Ebitda registrada foi de 33,7%, 4,9 pontos percentuais acima do segundo trimestre de 2020.

Presidente da Ambev comenta a alta das marcas premium

O crescimento das marcas de maior valor agregado, o chamado portfólio premium, é algo que deverá ser mais estrutural e de longo prazo, afirmou Jean Jereissati, presidente da Ambev, na tarde desta quinta-feira (29), em teleconferência de resultados.

O segmento teve crescimento de 35% no trimestre, “um bom crescimento”, nas palavras do executivo.

“O que vimos durante a pandemia foi justamente a resiliência do core [marcas principais]. O crescimento do premium é algo mais estrutural e de longo prazo. Estamos investindo muito nas marcas antes de qualquer aumento de participação, para, de fato, ter um negócio sustentável no longo prazo.”

Ele diz que a companhia está empolgada, porque está crescendo rapidamente de “maneira muito sustentável”. “Posicionamento de marca crescendo de maneira sustentável e o aumento de volume vem na sequência”, disse.

Questionado sobre o cronograma de inovações para o segundo semestre, ele afirmou que o que há de mais relevante é a aposta em saúde e bem-estar. “Queremos ter mais produtos”, disse, citando como exemplo o lançamento nacional da cerveja de baixa caloria Michelob Ultra na época dos Jogos Olímpicos. A marca chegou primeiro ao mercado catarinense, depois ao paulista e foi expandindo.

Confiantes

Jereissati reforçou a visão otimista da companhia, que no segundo trimestre deste ano registrou recorde de volume produzido.

“Nosso momento é real e será colocado à prova no segundo semestre, mas estamos confiantes”, disse.

Em relatório, a equipe do BTG Pactual escreveu: “Um ano após o início da pandemia, e com várias iniciativas comerciais produzindo o que parecem ser resultados excelentes até agora, os volumes e os preços estão se recuperando mais do que poderíamos ter imaginado. Mas embora pareça que parte disso possa ser estrutural também acreditamos que parte não é.”

“Nossa fatia de mercado é muito forte e achamos que Brasil está num novo nível de volumes e participação de mercado. A reabertura [de bares, restaurantes e outros serviços] tende a ser positiva para nós e estamos otimistas quanto a isso. Geograficamente, as tendências estão a nosso favor”, argumentou Jereissati, na teleconferência.

Questionado se a empresa conseguiria manter o ritmo, dado que a indústria de cerveja também começa a melhorar com a retomada dos serviços, o executivo afirmou que a expansão da indústria tem sido puxada pelos volumes da companhia. Ambev registrou um avanço de 12,7% no volume de cervejas no Brasil.

“O que estamos vendo é que a cerveja, no Brasil, está saudável na abordagem com o consumidor, não está perdendo share [participação de mercado].” Ele afirma que a companhia foi “ousada” a, pouco antes da pandemia da covid-19, ter decidido acelerar a abordagem em novos canais e ocasiões de consumo em mercados com diferentes níveis de amadurecimento.

“No final, é uma combinação da indústria com a inovação, como, por exemplo, a Stella Artois sem glúten, que traz mais consumidores. Fico otimista em termos de indústria para o segundo semestre.”

BEES

Criada recentemente pela Ambev, o BEES, plataforma de venda B2B para pequenos comerciantes, conseguiu registrar bons números no segundo trimestre e segue como aposta da cervejaria para ampliar seus negócios.

“No Brasil, o BEES agora é usado por mais de 70% dos nossos clientes ativos — e também nos ajudou a atingir um número recorde de compradores de cerveja e NAB [não alcóolicos] em junho”, escreveu a empresa, em seu relatório de resultados.

Questionado na teleconferência de resultados, o presidente da companhia afirmou que “o mercado endereçável é enorme”.

Segundo ele, isso se dá porque o mercado é bastante fragmentado e o líder nessa indústria tem de 3% a 4% de participação. “Trazemos um nível de serviço que é inédito e não tem paralelo. Tem muito menos a ver com concorrência e muito mais a ver com serviço melhor para o pequeno varejista.”

Reforma do IR

O diretor financeiro da Ambev, Lucas Lira, disse que ainda é muito cedo para especular como a reforma do imposto de renda vai evoluir e quais impactos pode ter nos negócios da companhia.

De acordo com a versão mais atual da proposta, alguns setores, incluindo o de bebidas, perderiam alguns incentivos fiscais que estão em vigor. O presidente da Câmara, o deputado Arthur Lira (PP-AL) afirmou que a diretoria de relações com investidores tem recebido perguntas sobre o tema.

Ele aproveitou para destacar que o resultado neste trimestre, cujo lucro chegou a R$ 2,89 bilhões, foi beneficiado por um crédito tributário de R$ 1,6 bilhão, sendo a quantia de R$ 1,22 bilhão registrada em outras receitas operacionais e R$ 385 milhões, em receitas financeiras. Esses créditos estão relacionados à exclusão do ICMS na base de cálculo

Fonte: Por Raquel Brandão, Valor

30 de julho de 2021 0 Comentários
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Varejo

Novo supermercado online chega ao Brasil para acirrar concorrência no varejo alimentar

De Administrador SH 29 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH


Grupo colombiano já tem centro de distribuição em São Paulo e foca em entregas rápidas

A startup Merqueo chega ao mercado brasileiro para intensificar a concorrência no varejo alimentar e também nos apps de entrega.Intitula-se o primeiro supermercado 100% online da América Latina.

Nos próximos doze meses, serão investidos US$20 milhões na operação brasileira. Dentro deste aporte estão contemplados um centro de distribuição, já existente na Vila Leopoldina com 3,5 mil m², e a expansão complementar com sete dark stores de apoio para a cadeia de distribuição e entrega de produtos na região. “Hoje já cobrimos 50% da cidade de São Paulo e, nos próximos meses, nossa expectativa é expandir fortemente a área de cobertura.

“O setor brasileiro de supermercado online tem grande potencial: atualmente, apenas 1% das compras de supermercado são feitas online. Queremos ser líderes da categoria nos próximos anos e esperamos vender US$ 1 bilhão nos próximos 4 anos.”, afirma Miguel McAllister, CEO e fundador do Merqueo (em destaque na foto).

O app reúne mais de 4.000 produtos de diversas categorias como, por exemplo, hortifruti, itens essenciais da despensa, lácteos, carnes, produtos de higiene e cuidados para a casa. A compra é facilitada com pagamento pelo App ou no recebimento da encomenda via máquina de cartões (débito ou crédito) ou em dinheiro.

A startup “rosa choque” tem como objetivo revolucionar a experiência de se fazer supermercado online no Brasil, com preços competitivos. E o faz por meio de seu modelo de negócios pure player, no qual tem o domínio de ponta a ponta da operação, e cuja experiência já soma mais de quatro anos no mercado da Colômbia (onde a companhia foi fundada, em 2017) e um ano no México.

A startup negocia os produtos diretamente com os produtores, sem intermediários, e os armazena em seu centro de distribuição próprio, localizado em São Paulo. Por meio de uma robusta rede de dark stores de apoio, realizará a distribuição e entrega a toda a área de cobertura na região metropolitana.

Ao fazer supermercado com o Merqueo, o consumidor tem a comodidade de receber seu pedido em casa, com total segurança de que todos os produtos serão entregues com qualidade e seguindo os protocolos de higiene e segurança sanitária. O Merqueo possui equipe própria de operações, transportadores e entregadores que se encarregam de levar as encomendas em caixas seladas até a porta dos consumidores.

A empresa conta com uma tecnologia de desenvolvimento próprio, que garante a visibilidade do estoque de produtos em tempo real, garantindo que o pedido do consumidor será entregue em sua totalidade, sem eventuais trocas de itens em falta, por exemplo.

“Estamos muito entusiasmados em começar nossas operações no Brasil, onde temos grandes expectativas, tanto em termos de investimento como de crescimento. Queremos democratizar a melhor experiência online de supermercado para os consumidores brasileiros. O fato de termos controle integral, desde a compra, armazenagem, tecnologia e entrega nos permite oferecermos preços muito competitivos e ofertas agressivas todos os dias com um serviço de alta qualidade”, afirma Miguel McAllister, fundador e CEO da Merqueo.

O app oferece 3 modos de entrega: ultra (a partir de 15 minutos), expressa (a partir de 60 minutos) e programada (agendada),

29 de julho de 2021 0 Comentários
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Varejo

Plataforma omnicanal da Cencosud fortalece varejo regional

De Administrador SH 29 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Nova unidade de negócios com inteligência artificial traça estratégias publicitárias para diversos ecossistemas da rede

A Cencosud, com o apoio estratégico da Accenture, lança a Cencosud Media, uma nova unidade de negócios que busca gerar estratégias publicitárias por meio de una plataforma tecnológica com modelos avançados de analítica e inteligência artificial, seguindo a tendência dos principais varejistas dos Estados Unidos e Europa.

“Cencosud Media é uma nova divisão de negócios regional que faz parte da estratégia digital que temos desenvolvido. Buscamos oferecer ao mercado nossa plataforma tecnológica desenvolvendo, por meio de dados, modelos de analítica avançada e inteligência artificial que gerem novas estratégias publicitárias mensuráveis nos diversos canais do ecossistema da empresa. Além disso, esta nova unidade de negócio terá como objetivo maximizar os resultados de investimento publicitário das distintas divisões de negócio da Cencosud em todos os países”, afirma Matías Videla, CEO da Cencosud.

“Estamos seguros que Cencosud Media ajudará diversas marcas a acelerarem seus esforços de transformação digital com uma nova plataforma que complementa seus investimentos de marketing tradicional. Tudo com um olhar analítico focado na performance e baseado em dados”, comenta Nicolás Montero, Gerente de Advanced Analytics e Fidelidade da Cencosud.

Esta nova unidade de negócios nasce para fortalecer as capacidades digitais da companhia, além de uma série de iniciativas inovadoras, como a parceria com Cornershop e a criação do Jumbo Prime, Spid35 e Cencommerce, entre outras. Com o uso de “Big Data”, que se obtém das distintas unidades de negócios da Cencosud, será possível gerar estratégias de marketing mensuráveis nos diversos canais do Ecossistema Cencosud. Este centro de performance digital será responsável por otimizar os investimentos de marketing das distintas divisões de negócios da companhia e fornecer mais e melhores insights aos clientes para apoiar as tomadas de decisão.

Nicolás Goldstein, presidente executivo da Accenture Chile, explica que “Cencosud e Accenture trabalharam na implementação de modelos de analítica avançada, inteligência artificial e tecnologia para potenciar as capacidades digitais da Cencosud de realizar marketing omnicanal, com 100% de rastreabilidade, por meio de plataformas digitais”.

De acordo com dados de mercado, 80% dos clientes desejam ter experiências mais personalizadas, que podem ser alcançadas com este tipo de ação que melhora a experiência dos clientes, com conteúdo relevante e no momento certo, traduzindo-se em um impacto nas vendas.

“Aqui existem fornecedores com distintos graus de maturidade em termos de expertise em marketing digital e analítica avançada, então para muitos deles isso será uma ótima ferramenta para obter novas e melhores métricas para operar o negócio e conectar melhor com seus clientes, tanto em canais físicos quanto digitais”, indica Montero.

29 de julho de 2021 0 Comentários
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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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