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quarta-feira, setembro 30, 2026
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Tendências

Consumo em supermercados no pós-Covid ainda é incerto

De Administrador SH 29 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Varejistas precisam entender como preferências pessoais e percepção de risco impactam cada cliente para encontrar novas formas de interagir com o público

Com a vacinação em andamento em todo o mundo, aumenta a expectativa de quando deixaremos a pandemia para trás. Na visão de Genevieve Aronson, VP de Global Thought Leadership da Nielsen IQ, porém, talvez a Covid-19 faça parte de nossas vidas para sempre. “Mesmo com o aumento da vacinação, o surgimento de novas variantes tem ampliado a percepção de que conviveremos por muito tempo com o vírus. Isso tem levado muitos países a rever suas políticas de saúde e os consumidores a mudar sua perspectiva”, analisa ela em artigo publicado na americana Supermarket News.

Sem regras tão rígidas de isolamento social quanto na primeira fase da pandemia, decisões individuais ganham importância no comportamento e nos padrões de consumo. “Em nossos estudos, temos identificados uma grande disparidade na forma como diferentes consumidores pretendem escolher produtos, trabalhar e fazer compras. Com isso, as empresas têm a oportunidade de entender como a percepção de risco e a visão sobre o vírus alteram o engajamento dos clientes com produtos, serviços e marcas”, afirma Genevieve.

Segundo a Nielsen IQ, hoje convivem pelo menos três mindsets diferentes, em todo o mundo, a respeito da Covid-19:

Confortáveis: são os que querem voltar à vida pré-Covid e desejam mais interação social. Frustrados com restrições permanentes, impõem menos barreiras a si mesmos no dia a dia.

Cautelosos: priorizam a flexibilidade de avaliar decisões do dia a dia e mudam seus níveis de restrição de acordo com a percepção de risco em cada momento. Sentem um conflito em como proceder em um ambiente em movimento constante e buscam formas criativas de equilibrar a segurança e uma vida com menos restrições.

Preocupados: continuam muito atentos aos impactos da pandemia sobre o dia a dia e, por isso, mantêm em vigor suas práticas de prevenção, proteção e isolamento. No futuro, continuarão a limitar suas possibilidades de exposição ao vírus, reduzindo interações sociais ao mínimo necessário.

Para Genevieve, uma dica importante para reconhecer diferentes perfis de clientes é analisar hábitos que se transformaram em rituais e que mostram quais comportamentos relacionados à pandemia passam a ser frequentes. A conclusão é clara: “precisamos estar muito atentos ao comportamento dos consumidores, para podermos entender exatamente como oferecer soluções para eles”, completa.

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Pessoas

Projeto da Nestlé acolhe colaboradores afetados pela pandemia

De Administrador SH 29 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Iniciativa da multinacional visa dar suporte psicológico para ajudar funcionários a lidar com o luto em função de perdas geradas pela Covid-19

Nestlé desenvolve projeto com a realização de encontros virtuais para ajudar colaboradores a trabalharem com a dor do luto diante a pandemia da Covid-19 e a morte de 550 mil vidas. Além das perdas em massa em curto espaço de tempo, as dificuldades de se despedir na iminência da morte, bem como a restrição nos rituais funerários, podem dificultar a experiência de luto.

Foi pensando nesse cenário e no impacto na saúde mental de seus colaboradores que a Nestlé criou o Projeto Supera. Conduzido pela House of Feelings, a primeira escola e sentimentos do mundo. E a participação não é restrita a apenas colaboradores, mas também aos seus familiares: um universo de mais de 56 mil vidas impactadas.

O objetivo é mostrar que a Nestlé tem responsabilidade não apenas com os colaboradores, mas também com as pessoas do seu convívio mais próximo, como os parentes. “Nosso compromisso é de ajudar a gerenciar essa dor, respeitando o momento e trazendo acolhimento, para que seja menos doloroso”, explica Katia Regina, gerente de Benefícios e Bem-estar da Nestlé.

Para o primeiro encontro, realizado há quase dois meses, foram convidados os colaboradores da área de Gestão de Pessoas de todas as divisões, como também seus familiares, e participaram 54 pessoas

Com a duração de uma hora, a sessão teve um tom leve e orientativo. Os participantes tiveram a oportunidade de expor seus sentimentos, contando suas experiências.

“Nenhum de nós está preparado para falar sobre a morte. A proposta deste encontro é dar espaço para falar sobre o que dói é trocar o medo do desconhecido por respeito” explica uma das sócias da House of Feelings, Virginia Planet, sobre o objetivo do encontro.

“Estamos criando uma rede de apoio para ajudar as pessoas a passarem por esses tempos tão difíceis. Não temos como objetivo minimizar a dor, já que cada um tem o seu momento. Queremos mostrar acolhimento e empatia, não julgando o momento de cada um”, conta Katia.

E o resultado do encontro pode ser definido como um sucesso. O tempo determinado foi pouco, já que praticamente todos os presentes gostariam de compartilhar o momento que estavam passando. Uma pesquisa de satisfação foi feita e a classificação média foi de 4.57 estrelas, entre cinco estrelas.

O próximo encontro, ainda sem data marcada, vai incluir os colaboradores da área de vendas, repositores e merchandising. “As pessoas se sentem mais seguras ao compartilhar seus sentimentos, fortalecendo sua rede de apoio”, finaliza Katia.

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Varejo

“Coopetição” no uso de maquininhas de cartões mira interior do Nordeste

De Administrador SH 29 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH


Fintech Justa trabalha em parceria com o Pag Seguro na cessão, sem aluguel, das maquininhas para os pequenos comerciantes

A Justa, uma fintech de meios de pagamento criada há três anos, busca ser uma alternativa mais barata para os pequenos comerciantes que antecipam crédito nos bancões.

No arranjo de pagamentos, a Justa atua como uma subadquirente plugada à PagSeguro, angariando lojistas que faturem entre R$ 15 mil e R$ 50 mil por mês. Atualmente, são 10 mil clientes.

“É um modelo de “coopetição”. No frigir dos ovos, a PagSeguro compete comigo, mas eu complemento o negócio dela ao levar soluções para quem precisa”.

Para fazer a diferença para captar lojistas, a Justa aposta numa maquininha própria sem custo de aluguel ou aquisição. Como o nome de batismo da fintech dá a entender, a intenção é oferecer taxas mais simpáticas na antecipação de crédito.

A fintech, que também oferece uma conta digital, monetiza o negócio com as taxas de intermediação do cartão de crédito e com a antecipação de recebíveis performados — nesse caso, o funding vem da PagSeguro. Uma solução de link de pagamentos, criada no ano passado para resolver uma dor dos lojistas no auge da pandemia, é outra forma de monetizar o negócio.

Desde o surgimento, a Justa antecipou cerca de R$ 2 bilhões aos lojistas. Além da antecipação do crédito performado — baseado nas vendas já feitas —, a Justa também encontrou uma forma de atuar no chamado crédito fumaça, quando os comerciantes antecipam recursos com lastro no fluxo futuro. Nesse caso, a fintech origina o crédito e funding vende de parcerias com BTG+ Business, área do banco digital do BTG Pactual com foco em PMEs, e a gestora Captalys.

Fundada por Eduardo Vils e Thiago Teixeira — sócios que venderam a Cappta, uma companhia de tecnologia de meios de pagamento, à Stone —, a fintech desbravou o Nordeste com uma maquininha sem custo aos lojistas, numa escala que chega a alguns bilhões em pagamentos processados.

“A PagSeguro fez um trabalho brilhante de atender o ambulante e a Stone vem fazendo um trabalho importante de brigar com os bancos [que controlam Cielo, Rede e Getnet], mas o comerciante de bairro ainda é mal atendido”, avalia Vils, que viu nessa lacuna uma oportunidade para crescer.

Atualmente, as cidades do interior do Nordeste representam cerca de 40% da base de clientes da Justa, que processou R$ 500 milhões em pagamentos no ano passado e prevê quadruplicar esse montante em 2021.

Em uma aposta na proximidade do time comercial com os lojistas, a Justa já conta com uma equipe de 400 pessoas — desses, mais ou menos 200 são empregados diretos —, espalhados pelo interior.

“É preciso tato pessoal. O comerciante de bairro não vai contratar a máquina de cartão se ninguém for lá. Ele quer saber para quem reclamar se algo de errado”, diz o fundador da fintech, que está com mais 300 vagas abertas para expandir as operações.

Vils estima que o mercado de cartões movimente cerca de R$ 2 trilhões por ano, sendo um terço nas pequenas e médias empresas. Como, na média, 70% do mercado antecipa recursos, o volume endereçável da fintech é da ordem de R$ 200 bilhões. O objetivo da Justa é se colocar entre as seis maiores do país até 2023 — em números atuais, significaria R$ 16,8 bilhões, processando pagamento de 70 mil lojistas.

Por enquanto, a Justa vem crescendo com os R$ 40 milhões investidos por sócios e de anjos, mas recursos externos serão necessários para ganhar tração. “Estamos discutindo a hora certa para uma captação. Até março do ano que vem, deve ter algo”, prevê o fundador. Outras companhias do segmento já seguiram esse caminho – a Blu levantou R$ 300 milhões com a gestora americana Warburg Pincus, e a fintech Hash, de maquininhas customizadas, já havia captado US$ 15 milhões.

As companhias têm buscado capitalização num momento de mudanças relevantes no mercado de cartões. Em decisão que entrou em vigor em junho, Banco Central determinou a visibilidade do registro de todos os recebíveis de cartões, o que pode reduzir o custo de antecipação aos lojistas. Os comerciantes, que até então só conseguiam antecipar com as adquirentes que processaram os pagamentos — beneficiando os bancos que controlam Rede, Cielo e Getnet —, poderão tomar crédito de mais atores, um trunfo que a Justa quer explorar.

Fonte: Por Luiz Henrique Mendes, Pipeline Valor

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Eventos

Evento da ABRAS detalha os caminhos da eficiência energética

De Administrador SH 28 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Live Supermeeting contou com a participação da Autonomia Total e das redes varejistas Condor (PR) e Jaú Serve (SP)

Mais eficiência, menos perdas e mais rentabilidade para o negócio. O caminho para se obter essa trinca poderosa no ramo varejista foi trilhado durante o encontro ocorrido nesta terça-feira (27) na 7ª Live Supermeeting ABRAS, transmitida ao vivo pelo canal da entidade no Youtube. O tema principal foi Como aumentar sua eficiência e reduzir as perdas e contou com as presenças de Fernando Saldanha, diretor de Expansão da Autonomia Total, patrocinadora do evento, e dos varejistas Eder Motin, controller do Condor Supermercados (PR) e Lilia Coelho, controller da rede Jaú Serve (SP). Celso Furtado, vice-presidente de Vendas e Marketing da ABRAS, foi o anfitrião do encontro e deu início às discussões do grupo.

O primeiro a se manifestar foi Fernando Saldanha, da Autonomia Total, que destacou que ali estava para compartilhar algumas dicas de como os varejistas podem aumentar a margem de lucro e reduzir as perdas com base nas soluções de eficiência energética desenvolvidas pela companhia. “O que é eficiência energética? É fazer mais com menos”, perguntou e já respondeu Saldanha, em sua primeira participação no evento.  

Após o pontapé inicial de Saldanha, o moderador Gernaldo Gomes, coordenador do Comitê de Prevenção de Perdas e Desperdícios de Alimentos ABRAS e profissional da Coop, ressaltou sobre a competitividade nos dias de hoje com o comércio eletrônico em alta e também as já conhecidas margens apertadas praticadas no setor. Diante de tal cenário, investir em prevenção de perdas é o caminho. “O que a gente não tem mais dúvida é que isso deve ser feito de modo estratégico. Cada vez mais a gente precisa aumentar a produtividade. Ou seja, fazer mais com menos ou no mínimo fazer mais com o mesmo, diminuir todos os gastos, despesa, custo, perdas”. Para Gomes, o varejista precisa observar e discutir sobre o conceito de perda ampliada porque o supermercadista já tem a margem baixa, então a solução é trabalhar despesas como a conta de energia elétrica, por exemplo. “Como pagar menos, gastar menos, ser mais produtivo e reduzir os desperdícios? É sobre isso que vamos conversar hoje”, enfatizou o moderador da live.

Para descobrir como os convidados investem e têm maior eficiência energética, Gomes perguntou para Lilia Coelho, da Jaú Serve – que tem também formação em engenharia elétrica – como que os supermercadistas podem atuar para minimizar esse gasto tão relevante para o negócio e como isso ocorre dentro da rede paulista.  

Lilia Coelho disse o que, no fundo, todo mundo pensa: “Ninguém quer desperdício e perda em casa, no trabalho, no país e em lugar nenhum porque isso só traz prejuízos”. E, segundo ela, não é preciso ter uma formação em engenharia elétrica para dar conta do problema. É preciso tentar entender as causas do consumo energético. “Por que será que uma unidade, que tem metragem e equipamentos semelhantes das demais, está consumindo mais?”, indagou Lilia, que na sequência respondeu que “é necessário identificar as causas e buscar as melhores oportunidades para que a gente possa reduzir esse gasto”.

Com base em sua experiência, a executiva comentou que gosta muito de usar indicadores comparativos entre suas lojas. Lilia Coelho compartilha com os convidados e a plateia virtual que primeiro faz uma comparação de gasto de consumo de energia de uma loja com a outra, com base na metragem de cada uma delas. “Também posso fazer a comparação com base no número de check-outs da loja porque hoje o checkout é o medidor de quanto, mais ou menos, tem capacidade de venda. Ninguém vai ter check-out sobrando, porque seria ineficiente, e nem faltando, porque também seria ineficiente”, explica Coelho. Outros bons indicadores, de acordo com a controller, é analisar se a varejista está pagando energia que não está sendo usada. Nesses casos, ela recomenda – caso não haja um conhecedor técnico dentro da empresa – fazer uma parceria com profissionais do ramo para que a energia possa ser consumida de forma adequada.

Para Eder Motin, da rede Condor, Gomes questionou sobre o mercado livre e quais são as estratégias aplicadas na rede paranaense. Motin fez questão de iniciar a sua fala trazendo o conceito de despesa como sendo “um sacrifício para se obter a receita. Ou seja, o gasto com a energia é um sacrifício que tem que ser bem feito, a gente tem de otimizar ele com produtividade”. O executivo compartilhou que na média nacional de varejo, o gasto energético é a terceira conta. Isto é, ela representa 35% das despesas. Motin revelou que quase todas as lojas da rede Condor estão no mercado livre. “As seis que faltam já estão contratadas. Quando iniciamos, em 2010, a gente tinha 1,05 ponto percentual sobre a receita. Hoje, essas mesmas lojas estão em 0,86 p.p da receita. Se a gente trazer isso para valor e falar em percentual, estou com 18,21%, ou seja, quase 20% de economia do mercado livre”, contabilizou Motin.

Outro ponto básico, porém, fundamental, trazido pelo executivo foi sobre a instalação de lâmpadas led, que duram 20 vezes mais do que as normais. Motin também discutiu sobre os domus prismáticos. “Eles são como uma cobertura de ônibus, só que são transparentes e ficam no telhado. A luz entra na loja e há um sistema de iluminação dimerizada, que se ajusta automaticamente. Ou seja, quando a luz solar entra, em alguns momentos apagam as luzes dentro da loja. Além disso, eles filtram os raios solares e ultravioletas. Deixa o ambiente mais agradável”, explica em detalhes o executivo do Condor.

Com mais de duas mil pessoas online –representadas porprofissionais do varejo desde a base até CEO – e um tema um pouquinho mais complexo, Gernaldo Gomes pediu para o especialista Fernando Saldanha explicar o que é eficiência energética e quais os passos que o varejista precisa percorrer para garantir essa eficiência energética. As explanações de Fernando Saldanha e as demais observações e opiniões de Eder Motin e de Lilia Coelho sobre o assunto você poderá conferir em detalhes na matéria completa na próxima edição da revista SuperHiper.

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Varejo

Lucro do Assaí dispara 62% no segundo trimestre

De Administrador SH 28 de julho de 2021
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Rede também anunciou meta ousada de inauguração até dezembro    

A rede de atacarejo Assaí teve alta de 62% no lucro líquido do segundo trimestre ante mesmo período de 2020, para 305 milhões de reais, informou a companhia nesta terça-feira.

No semestre, atingiu R$ 545 milhões, um aumento de +81%, muito superior ao incremento de vendas e EBITDA ajustado, com margem de 2,8% e expansão de +0,9p.p.

A geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado foi de 793 milhões de reais, crescimento de 33% na comparação anual.

A companhia, controlada pelo francês Casino, inaugurou no trimestre três lojas, ampliando a base total no país para 187 unidades. A empresa afirmou que tem mais 25 novas lojas em fase de obras em 14 Estados, mantendo o plano de expansão deste ano, que envolve 25 a 28 aberturas. Nos últimos 12 meses, 19 lojas da bandeira foram abertas pelo país.

“O Assaí alcançou resultados robustos no trimestre, mantendo crescimento consistente com rentabilidade e geração de caixa, conforme apresentado nos últimos períodos. Iniciamos ainda o plano de expansão 2021 com a abertura de 3 lojas e mais 25 em fase de obras, dando continuidade à expansão orgânica, que continua sendo um importante motor de crescimento. Além disso, tivemos importantes conquistas em ESG, como o anúncio da meta de redução de 30% das emissões de carbono até 2025, atrelada à remuneração variável da liderança, e a adesão ao Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+”, explicou Belmiro Gomes, Diretor Presidente do Assaí.

A receita líquida disparou 22%, para cerca de 10 bilhões de reais, com a margem bruta subindo 0,9 ponto percentual, a 17,1%.

O desempenho foi obtido com um crescimento das vendas mesmas lojas 9,2% no período, apesar de restrições provocadas por medidas de isolamento social ao longo do trimestre.

Fonte: Por Alberto Alerigi Jr, Reuters

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Varejo

Vendas do Carrefour no segundo trimestre somam R$ 19,5 bilhões

De Administrador SH 28 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Bandeira Atacadão fortalece sua contribuição no resultado do grupo. Vendas do atacarejo crescem pelo quarto trimestre seguido

As vendas consolidadas do grupo Carrefour Brasil atingiram R$ 19,5 bilhões no 2T21, crescimento de 10,7% em relação ao mesmo trimestre do ano passado (9,4% sem gasolina). Isso vem em cima de um crescimento de 15,4% no 2T20 (18,3% sem gasolina), acumulando 28% de crescimento em dois anos.

Esse desempenho ocorre em meio a um ambiente volátil devido à pandemia de COVID-19, que impactou o 2T21 com: restrições em nossas lojas que variaram em cada região do país; inflação alta, mas em desaceleração, de 15,3% (índice de inflação IPCA de alimentação em domicílio em 12 meses, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE); e uma base comparável difícil contra o 2T20.

As vendas do grupo Carrefour cresceram 3,4% na comparação like-for-like (ex-gasolina), um desempenho satisfatório no ambiente atual, superando o forte crescimento de 14,9% no 2T20. Isso foi suportado pelo crescimento de 10,2% no Atacadão, registrando crescimento de dois dígitos pelo quarto trimestre consecutivo, que compensou a queda de -11,4% no LfL do Varejo, explicada principalmente pela forte base de comparação, já que o segmento de não alimentar cresceu 52,2% em base LfL no período (-24,5% no 2T21).

A estratégia de expansão da rede continuou e no 2T21 abrimos 19 lojas Atacadão (das quais 17 conversões Makro), 1 atacado de entrega e 1 loja de proximidade, que nos últimos 12 meses adicionaram mais 6,5% de crescimento. A rede total de lojas do Grupo Carrefour Brasil atingiu 753 lojas em junho de 2021.

O faturamento do Banco Carrefour atingiu R$ 11,8 bilhões, o que representa um notável aumento de 50,2% a/a, impulsionado tanto por cartões de crédito (Carrefour e Atacadão) quanto por outros produtos, principalmente concentrados em crédito pessoal. Isso reflete a importância do ecossistema para todos os nossos negócios.

As vendas brutas do Atacadão no 2T21 atingiram R$ 14,1 bilhões, impulsionadas pelo crescimento de 10,2% LfL – o quarto trimestre consecutivo de crescimento de dois dígitos – e 9,5% de expansão, impulsionado pelo plano de expansão acelerado com a abertura de 19 lojas e 1 atacado de entrega no trimestre (incluindo 17 conversões da loja Makro, completando as conversões mais rápido do que o esperado).

Este forte crescimento foi alcançado num ambiente de desaceleração da inflação e restrições de movimento devido à pandemia da COVID19, demonstrando mais uma vez a força do modelo e a assertividade da decisão estratégica tomada no passado para melhorar a competitividade.

Em um período de 2 anos, o crescimento das vendas do Atacadão atingiu 35,9% (19,7% LfL), demonstrando a atratividade deste formato e a precisão da nossa estratégia comercial.

O plano de expansão está se acelerando e encerramos o segundo trimestre com 265 lojas (incluindo 31 atacados de entrega) após 20 inaugurações no período, incluindo as últimas 17 conversões de lojas do Makro. Conforme mencionado em Fato Relevante publicado em 24 de junho de 2021, os resultados iniciais das lojas convertidas foram extremamente satisfatórios e significativamente acima das estimativas iniciais.

A conversão e abertura ocorreram mais rápido que o esperado, em apenas 6 meses, e as vendas nos primeiros meses de operação indicam que a meta de maturação inicial será atingida até o final de 2021, o que nos levou a revisar nossas estimativas iniciais para cima. No release de resultados do 1T21, mencionamos que a aceleração da expansão deve resultar em uma contribuição para o crescimento da ordem de 10%-12% nos próximos trimestres; já no segundo trimestre essa contribuição aumentou para 9,5%.

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Varejo

Grupo Muffato amplia sua presença no Estado de São Paulo

De Administrador SH 28 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Com investimento robusto, rede paranaense inaugura mais um atacarejo em solo paulista

Rede Max Atacadista inaugura sua primeira loja em Ourinhos – a 14ª do grupo Muffato no Estado de SP. O atacarejo de grande porte da rua Cardoso Ribeiro, 861, Vila Boa Esperança, recebeu investimentos de R$ 45 milhões. A loja tem mais de 14 mil m² de área construída, 400 vagas de garagem em dois pisos, acessibilidade com elevador e rampa e cafeteria.

A nova loja fica em região de divisa com o Paraná e grande fluxo de compras entre os dois estados. Além dos moradores de Ourinhos, consumidores das cidades vizinhas se deparam com um atacarejo bem diversificado. “Estamos animados com a expansão da rede nesta região, tão importante para o interior paulista quanto para os paranaenses, com o intercâmbio entre as cidades em diferentes setores: compras, estudos, lazer… Em ótima localização, o Max Atacadista já mostra uma mudança positiva no entorno. O atacarejo irá fomentar novas oportunidades e bons negócios para a cidade; para pequenos e médios comerciantes, além da população”, comemora Ederson Muffato, diretor do Grupo mantenedor da rede.

A loja de Ourinhos é moderna, confortável e planejada para oferecer a melhor experiência de compras aos clientes. O Max Atacadista oferece um mix variado de produtos: são mais de 12 mil itens em alimentos, padaria, açougue, hortifruti, materiais de limpeza, higiene, bazar, acessórios para autos, pets e muitos outros. “Além de ser um momento importante, com a geração de 400 empregos entre diretos e indiretos e renda em meio a pandemia, garantimos o compromisso: o cliente leva mais, pagando menos! Sem dúvida, o atacarejo caiu no gosto dos consumidores e tem crescido, atraindo diferentes públicos com o objetivo de economizar sem abrir mão das marcas preferidas e produtos frescos, de qualidade. Vale a pena conhecer e conferir!”, convida Ederson.

A rede aceita todos os cartões de crédito, débito e os de benefícios (alimentação e refeição). Também tem o seu próprio cartão, o Crediffato: crédito com vantagens no pagamento e agilidade na transação com a operação digital na hora de pagar – sem a necessidade de um cartão “físico”. Com o Crediffato, o preço será sempre o de atacado, independentemente do número de unidades que o cliente desejar levar.

A rede está presente também em Fernandópolis, São José do Rio Preto, Catanduva, Votuporanga, Presidente Prudente, Araçatuba, Birigui e Mirassol.

Tomar conhecimento das novidades é fácil e rápido. A rede mantém multicanais de comunicação: os encartes de ofertas podem ser recebidos via WhatsApp ((14) 99189-2684), ou acessados pelo site; as novidades e promoções também são disponibilizadas, diariamente, nos canais oficiais do Instagram e Facebook. Já para pessoa jurídica, é possível baixar o aplicativo exclusivo de cotações no Google Play e App Store ou, ainda, utilizar o serviço de televendas (0800 727 9767) para efetuar as compras.

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Tendências

Vendas de alimentos crescem em canais alternativos

De Administrador SH 28 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Varejo americano vê expansão de dollar stores, lojas de descontos e atacarejo como canais de distribuição de alimentos

Nos Estados Unidos, existem 26 mil supermercados tradicionais, 900 menos que há 10 anos, segundo um levantamento da revista Progressive Grocer. O crescimento das vendas de alimentos tem acontecido em outros modelos de negócios: na última década, o número de lojas de conveniência avançou 5%, o de supercenters 18%, o de supermercados de descontos 61% e os supermercados gourmet saltou 133%.

Com isso, modelos “alternativos” já são 2,5 vezes mais presentes que as lojas tradicionais: são 65 mil lojas em outros formatos, contra os 26 mil supermercados convencionais. Mais importante que o número de lojas é sua participação nas vendas do setor. Segundo o Food Marketing Institute (FMI), os formatos não tradicionais são o canal mais importante de compra de alimentos para 61% dos clientes, contra 19% há 20 anos.

Assim como acontece no Brasil, vários fatores explicam o crescimento de outros formatos de venda de alimentos. Varejistas focados em preço baixo, como os clubes de atacado (Sam’s Club, Costco), ganham espaço ao lado dos varejistas de descontos (Aldi, Lidl) e das dollar stores (Dollar General, Family Dollar). Este último formato, por sinal, responde por 45% das 3.597 lojas abertas por grandes redes em todo o varejo americano, segundo dados da Coresight Research, e conseguem chegar a regiões de menor demanda, pois operam lojas pequenas e de baixo custo.

Na ponta do preço baixo, a competição deverá se tornar cada vez maior. Somente a rede Dollar General pretende ampliar a venda de alimentos frescos para 10 mil pontos de venda nos próximos anos, contra os atuais 1.300 PDVs. Já a Aldi, com mais de 2.000 lojas no varejo americano, pretende inaugurar outras 100 unidades até o fim do ano.

Como se não bastasse, 78% dos americanos aumentaram o uso de soluções omnichannel, como o “clique e retire”, em suas compras de supermercados durante a pandemia. Quase 70% dos consumidores pretendem continuar usando o e-commerce nas compras de alimentos em um volume igual ou superior ao atual. Com isso, a capacidade de oferecer pedidos online para retirada na loja, ou envio para a casa do cliente, será, em pouco tempo, essencial para todo supermercadista americano.

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Shopper

Pão de Açúcar escala startup para oferecer atendimento inclusivo

De Administrador SH 26 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Iniciativa visa melhorar a experiência de pessoas com deficiência e clientes da terceira idade

Há dois meses, o Pão de Açúcar oferece a seus clientes uma experiência de consumo mais inclusiva com a possibilidade de agendamento e avaliação de atendimento por meio de plataforma da Inclue. A iniciativa é direcionada para pessoas com deficiência e de terceira idade com necessidades específicas, e tem o objetivo de oferecer uma experiência positiva de consumo do início ao fim da jornada dos clientes dentro das lojas.

Para participar, os interessados devem acessar o portal www.inclue.com.br ou instalar o aplicativo do startup na Google Play e Apple Store, realizar o cadastro e o agendamento para ser atendido por um Atendente Inclusivo.

O projeto piloto teve início em janeiro de 2021 na loja do Pão de Açúcar da Av. Washington Luís, em São Paulo (SP), e desde maio de 2021 o projeto foi expandido para a loja de São Caetano do Sul, que fica na R. Maranhão, 975, no bairro Santa Paula.

O projeto surgiu a partir de um desafio do programa Innovation Network (IN) que faz parte das iniciativas do GPA Labs, área de inovação do GPA, que tem como objetivo consolidar a cultura de inovação e digital dentro do GPA, ao potencializar e capilarizar processos de inovação e transformação digital.

“Trata-se de um grupo interno de embaixadores de inovação com profissionais de todas as áreas da empresa, que formam uma rede para mapear possibilidades de soluções disruptivas em todos os processos da companhia. O programa existe desde 2019 e convida colaboradores a identificarem possíveis desafios em suas áreas de atuação, que poderiam ser superados por meio da inovação aberta, em parceria com outras empresas ou startups”, explica Monique Cavaletti, Head de inovação do GPA Labs

“Percebemos que, com o início da pandemia de Covid-19, os supermercados passaram a ter uma função social ainda mais importante nos bairros onde atuam, principalmente para os idosos, pessoas com algum tipo de deficiência e dificuldade de locomoção. Intensificamos atendimentos mais personalizados e entregas à domicílio, e a plataforma da Inclue complementa o cuidado e a atenção com esses públicos, Christiane Cruz Citrângulo, diretora de Operações do Pão de Açúcar.

Assim, surgiu a oportunidade de se aproximar da startup Inclue, que há 2 anos trabalha com o tema no varejo. Junto com as áreas de Inovação e Recursos Humanos, a Inclue criou um programa de ensino para os profissionais do Pão de Açúcar, que contou com treinamentos presenciais e online, além de experiências reais em loja.

Com isso, também foi criado um Modelo de Execução para Receptividade, que contou com o lançamento de um Guia de Atendimento Inclusivo e um EAD. Nestes materiais, os profissionais do Pão de Açúcar encontram informações como sobre como atender pessoas com deficiências visuais, auditivas, físicas, com TEA, síndrome de Down e a terceira idade.

“A iniciativa está em linha com nossas diretrizes estratégicas de Diversidade. Acreditamos na inclusão e na promoção de diversidade em todas as suas formas, e isso se reflete nos esforços para oferecermos diariamente a melhor experiência de compra a cada um de nossos clientes”, afirma Mirella Gomiero, Diretora Executiva de Recursos Humanos, Serviços e Sustentabilidade do GPA.

Inicialmente, o projeto está disponível nas lojas da Avenida Washington Luís, 3919, em Santo Amaro (São Paulo/SP) e na Rua Maranhão, 975, no bairro Santa Paula (São Caetano do Sul/ SP).

Como tornar a experiência do consumidor mais inclusiva:

· Dirigir-se diretamente à pessoa com deficiência, não ao acompanhante como geralmente é feito.

· Melhorar o posicionamento das etiquetas dos produtos.

· Expor melhor sobre as características dos produtos aos deficientes visuais, assim como informá-los sobre as novidades e promoções

· Receber a pessoa com deficiência física logo no estacionamento, assim como ajudá-la a levar as compras ao carro

· Diminuir os ruídos no supermercado para atender pessoas dentro do TEA (Transtorno do Espectro do Autismo)

26 de julho de 2021 0 Comentários
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Varejo

Com novo atacarejo, rede acirra concorrência no norte de MG

De Administrador SH 26 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Instalado próximo à rodovia, loja com 15 mil m2 alcança população de oito cidades

Inaugurada, em Pirapora, a segunda loja do BH Atacado e Varejo no trevo da Rodovia BR 365 que liga Montes Claros ao Triângulo Mineiro, e à MG 496, de Pirapora à Corinto. Nesse momento atual da economia, o formato atacarejo recebe cada vez mais clientes que buscam sortimento e preço baixo.

Além da população de Pirapora, o local estratégico facilita o atendimento de clientes de cidades próximas como Buritizeiro, Várzea da Palma, Ibiaí, Jequitaí, São Romão, Lassance, entre outras no Norte de Minas Gerais.

A loja tem área de vendas de 3.500 metros quadrados; 18 checkouts, corredores espaçoso e ambiente climatizado. A unidade oferece ainda estacionamento com 260 vagas, numa área total de 15 mil metros quadrados.

O cliente tem à disposição um sortimento nas mais variadas linhas de produtos como limpeza, higiene pessoal, alimentação, bazar, bomboniere, bebidas, perecíveis, hortifrutigranjeiros, pet shop e perfumaria. A loja é ideal para consumidor final que compra no varejo ou em grandes quantidades e para o abastecimento de clientes corporativos como hotéis, bares, restaurantes, fazendas e comércios como minimercados e mercearias. 

A fim de proteger os clientes, colaboradores e fornecedores, a loja adota as determinações das autoridades sanitárias estaduais e municipais para prevenção contra o novo Coronavírus.

São medidas como: 

Higienização constante da loja;

Sinalização interna das normas de segurança e prevenção de contaminação;

Disponibilização de álcool gel em todos os setores da loja; 

Instalação de painel de acrílico para reduzir o contato direto ente clientes e operadores de caixa; 

Uso obrigatório de máscara por todos os colaboradores;

Controle de acesso de clientes através de fichas numeradas para evitar aglomeração no interior da loja; aferição da temperatura corporal e higienização das mãos de todos que acessam a loja; 

Aferição da temperatura corporal e higienização das mãos de todos que acessam o local.

O atacarejo BH em Pirapora fica na Av. Herculano Cintra Mourão, nº 2.900 – Bairro São João Batista. Funciona de segunda a sábado: das 7h30 às 20h e aos domingos, das 7h30 às 14h

Televendas: (38) 3743-2022 / www.supermercadosbh.com.br

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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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