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Varejo

Grupo Mateus inaugura quatro lojas em menos de uma semana

De Administrador SH 5 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Uma das lojas do Mix Atacarejo com quase 16 mil m² foi aberta em Floriano no
Piauí com mais de 600 vagas no estacionamento e gerando 354 postos de trabalho diretos

Em menos de uma semana, o Grupo Mateus abriu dois Mix Atacarejo e dois Eletro Mateus. A primeira inauguração da semana aconteceu em Ananindeua, região metropolitana de Belém, no estado do Pará.  Por lá chegaram um Mix Atacarejo e Eletro Mateus.

Já na última foi a vez da cidade de Floriano, no Piauí, receber mais uma loja do Grupo Mateus no município. O novo Mix Atacarejo abriu as portas exatamente uma semana antes da cidade completar 124 anos de emancipação política.

A loja conta com 15.639,60m² de área construída, salão de vendas de 5.156,12m², estacionamento com capacidade para 615 vagas, sendo 312 para carros, 303 para motocicletas e bicicletário.  “É uma loja que segue a proposta inovadora do Grupo Mateus. Com espaço amplo, layout moderno e uma grande variedade de produtos, o Mix Atacarejo de Floriano chega para marcar a história de nosso município”, afirma Nélio Maia, gerente de loja.

Junto com o  Mix Atacarejo, a cidade ganhou a sua segunda unidade do Eletro Mateus, um ano depois da chegada do Grupo ao município. Seguindo uma demanda complementar para os clientes de varejo, a loja oferece eletrodomésticos, eletrônicos, celulares, móveis e artigos de bazar.

Geração de emprego

Diante de um cenário de pandemia, onde o desemprego no país mantém recorde de 14,7% e atinge 14,8 milhões de brasileiros, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o novo Mix Atacarejo chega na cidade gerando 354 novos postos de empregos diretos, favorecendo o aquecimento da economia local e produzindo renda.

Aos 32 anos, Viviana Borges foi uma das florianenses que conquistou uma vaga no quadro de colaboradores do Grupo Mateus. Depois de sete anos desempregada, Viviana encontrou no Grupo a oportunidade de mudar sua história. “Quando eu soube que Floriano iria receber mais uma loja do Grupo eu não pensei duas vezes, logo cadastrei meu currículo no site e fiquei na expectativa. No dia que recebi a ligação do RH falando que eu havia sido aprovada foi uma emoção tão grande. Após tanto tempo fora do mercado de trabalho, hoje posso dizer que tenho muito orgulho de fazer parte de uma das maiores redes varejistas do Brasil”, comemora a auxiliar de loja.

Além da geração de emprego, o Grupo Mateus segue crescendo de forma expressiva, especialmente, nas regiões Norte e Nordeste do Brasil. “Cada nova loja inaugurada é a conclusão de mais um passo em nosso plano de expansão, que segue em ritmo acelerado. A chegada de nossas lojas também é sinônimo de novos postos de emprego, crescimento e valorização da economia local”, destaca Ilson Mateus, presidente do Grupo Mateus.

Mais que números

A história do Grupo Mateus começou em agosto de 1986, em Balsas-MA, numa pequena mercearia, e hoje é composto por 182 lojas em operação distribuídas em supermercados, atacarejo, atacado, móveis e eletrodomésticos, e-commerce, indústria de panificação e centros de fatiamento e porcionamento.

Após a persistência do visionário Ilson Mateus, presidente do Grupo, aquele empreendimento de apenas 50m² se tornou a 4ª maior empresa de varejo alimentar do Brasil, gerando todos os anos milhares de postos de emprego.

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Varejo

GoodBom inaugura 12ª loja em Mogi Guaçu com investimento de R$ 32 milhões

De Administrador SH 5 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

A Rede de Supermercados chega à Mogi Guaçu, região de Campinas, gerando 250 empregos diretos e 50 indiretos. O patriarca italiano da Família Gigo abriu sua primeira loja há sessenta anos no interior paulista

O Supermercado GoodBom inaugurou sua 12ª loja em Mogi Guaçu. Localizada na avenida Rodrigo Mazon, no loteamento comercial Itaguaçu, a tradicional rede de supermercado do interior Paulista realizou um investimento de R$ 32 milhões na construção de sua nova unidade que possui uma estrutura moderna e estacionamento amplo.

O patriarca italiano da Família Gigo abriu sua primeira loja há quase sessenta anos em Sumaré, mas a história da Família começa em 1932, quando seu Hermenegildo Gigo abandona a lavoura e decide abrir o armazém Casa Gigo. Em 1960, abriu o primeiro supermercado moderno da região.

Além de aumentar a oferta de opções aos clientes, o GoodBom chega à cidade com a geração de 250 empregos diretos e outros 50 indiretos, o que resultará em um investimento anual de R$ 6 milhões na cidade, conforme enfatizou o prefeito Rodrigo Falsetti que participou da cerimônia de abertura do supermercado e disse feliz com a vinda do estabelecimento. “Nós agradecemos pela rede ter acreditado em nossa cidade”, disse Falsetti.

Já o vice-presidente da rede, João Mateus Gigo, ressaltou a importância de Mogi Guaçu na região. “É uma cidade que está em crescimento e nós não poderíamos ficar de fora disso fecha aspas ponto.

Gigo ainda esclareceu o porquê de a rede escolher Mogi Guaçu para ter a 12ª loja do Good bom que já possui uma unidade bem próxima como a de Mogi Mirim.  “Nós vemos muito potencial na cidade. E apesar de já termos uma unidade tão próxima como a de Mogi Mirim, nós entendemos que os públicos são distintos e esperamos prosperar aqui tanto quanto prosperamos em Mogi Mirim”, frisou o vice-presidente o vice-prefeito.

Fonte: Gazeta Guaçuana

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ESG

Ambev prioriza startups com foco em sustentabilidade

De Administrador SH 5 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Terceira ediçao da Aceleradora 100+ busca aumentar o uso racional da água ao longo de sua cadeia de produçao para atingir novas metas programadas para 2025; startups selecionadas podem testar modelo de negócio  

Para fabricar um litrão de Skol, a Ambev precisa de quase 2,5 vezes a medida de água. Em tempos de mudanças climáticas e alterações no regime de chuvas, reduzir o uso de água está na ordem do dia da cervejaria.

Em busca de alternativas para esse e outros desafios ambientais, a Ambev lançou a terceira edição da Aceleradora 100+ para selecionar startups em estágio inicial com projetos que possam ajudar a companhia a atingir suas metas de sustentabilidade.

Até 2025, o objetivo da Ambev é aumentar a eficiência do uso de água nas regiões de estresse hídrico. Nessas áreas, a cervejaria quer produzir um litro da bebida com 2 litros de água. Atualmente, a Ambev precisa de 2,4 litros de água para um litro de cerveja — a média da indústria global é 3,4 litros.

As startups escolhidas para o programa da Aceleradora 100+, que contempla até um mês e meio de imersão — com aulas com executivos da cervejaria e de fundos de investimentos —, poderão testar o modelo de negócios com a ajuda da Ambev.

Não há um número fechado de startups que podem participar do programa — as inscrições vão de 5 a 23 de julho e as escolhidas serão conhecidas em agosto —, mas o objetivo é que as companhias estejam no mesmo estágio de maturidade, entre pré-seed e série A, diz Carolina Pecorari, diretora de sustentabilidade da Ambev.

Nas duas primeiras edições do programa, 39 startups passaram pela aceleradora da Ambev — 21 em 2019 e 18 no ano passado. “Não há uma quantidade definitiva. Priorizamos a qualidade, igual no nosso programa de traine”, afirma.

Alguns frutos da Aceleradora 100+ já apareceram. A startup FNM, que participou da edição de 2019 do programa de aceleração, firmou um acordo com a Ambev em janeiro para fornecer mil veículos elétrico — entre caminhões e vãs — até 2023 para a cervejaria fazer a entrega de bebidas. Ao todo, a Ambev já investiu R$ 10 milhões para viabilizar os programas da Acelaradora 100+.

Para as startups, a participação é uma oportunidade de receber treinamentos em temas como tributação. Um chamariz da terceira edição é a possibilidade de receber treinamento de gestores de fundos de venture capital. Nas primeiras versões, a própria Ambev dava as aulas de como fazer um pitch. “Agora, vão ouvir dos fundos o que eles esperam ouvir num pitch”, enfatiza Pecorari.

Ao final do programa, as startups fazem o pitch num Demo Day — a melhor recebe um prêmio de R$ 100 mil. “É um ganha ganha para todo mundo. Temos a solução que ajuda nos nossos desafios, o meio ambiente ganha e a sociedade ganha”, resume a diretora da Ambev.

A Plataforma Parceiros pela Amazônia (PPA) e o Quintessa, uma aceleradora de negócios de impacto, são parceiros da cervejaria no Aceleradora 100+.

Fonte: Por Luiz Henrique Mendes, Pipeline, Valor

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Shopper

Famílias da Região Centro-Oeste passam melhor pela pandemia

De Administrador SH 4 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Kantar aponta que o agronegócio favorece a menos dívidas e recursos extras quando cruzados dados de receita e despesa, mas sete a cada dez brasileiros estão endividados no restante do país

A região Centro-Oeste é a única do Brasil a apresentar uma relação positiva entre a renda e os gastos dos domicílios, o que significa que as pessoas podem guardar dinheiro ou gastar com extras, mostra Estudo da Kantar. O Domestic View analisou sete áreas no que se refere a despesas que impactaram o bolso durante a pandemia em 2020, incluindo alimentação, moradia, serviços públicos, higiene pessoal e limpeza.

Nos três estados – Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul – e no Distrito Federal, a renda média mensal foi R$ 2.150, enquanto os gastos ficaram em R$ 1.885. Isso provavelmente se deve à produção agrícola, que quase dobrou em 10 anos e que no ano passado apresentou recordes nas colheitas de soja e milho e o mais numeroso rebanho bovino nacional.

Fomentados pela cadeia do agronegócio, os lares locais são na maioria de classe média, independentes e mais equipados, em comparação aos demais do país. 54% deles não receberam auxílio governamental – a taxa mais alta entre todas as áreas analisadas pela Kantar -, e nos 46% que o receberam 74% dos gastos foram com alimentação, habitação e serviços públicos. O consumo de carnes, aves, ovos e peixes representou 32%, seguido pelo de frutas, legumes e verduras, com 16%, salgadinhos e doces (8%) e pratos congelados prontos (5%).

Considerando o Brasil todo, o estudo indica que 67% dos lares brasileiros estão endividados, e esse número sobe para 69% se considerarmos somente as classes C e DE.

O consumo de alimentos e bebidas dentro do lar, higiene e limpeza caseira representaram quase 60% dos gastos nas classes DE em 2020, enquanto despesas em lazer, habitação e bebidas dentro de casa ficaram concentradas nas classes AB.

As classes DE foram mais impactadas com gastos com habitação, passando de 18% em 2019 para 22% em 2020, e no setor de alimentação aumentaram o consumo de frutas, legumes e verduras, igualando esses gastos aos das classes AB.

Ainda no setor de habitação, o estudo aponta um importante movimento da classe DE migrando do aluguel para o financiamento, passando de 5% dos gastos em 2019 para 12% em 2020, reflexo de juros baixos e taxas atrativas para aquisição de moradia própria ou para investimento, que levaram a um aumento do mercado de financiamento imobiliário em 2020. Enquanto isso, as classes AB diminuíram gastos com trabalhadores domésticos (-3 p.p. em relação a 2019) e com manutenção/reforma (-8 p.p.).

O aluguel de imóveis representou ¼ dos gastos de quase 17% das famílias no ano passado, principalmente das classes CDE. Os lares das classes AB e DE que pagam aluguel diminuíram gastos com alimentação e priorizaram outras cestas de consumo, como bebida alcoólica e artigos de limpeza nas classes AB, e higiene pessoal e FLV (frutas, legumes e verduras) nas classes DE. A classe C foi a única que manteve os gastos com alimentação, mesmo pagando aluguel, com destaque para doces, salgadinhos e pratos prontos congelados.

Entre os gastos com serviços públicos, energia elétrica foi o que mais pesou no bolso do brasileiro durante 2020. As classes mais baixas foram as mais afetadas, chegando a uma variação de 30% em relação a 2019.

O estudo Kantar Domestic View entrevistou de maneira online 5.779 lares no final de 2020. A amostra representa 57 milhões de lares brasileiros.

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Varejo

Copacol quer dobrar a receita até 2025, para R$ 10 bilhões

De Administrador SH 4 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

A cooperativa que reúne produtores de aves e peixes no país pretende faturar este ano R$ 7 bilhões

A Cooperativa paranaense de aves, peixes e suínos, a Copacol pretende atingir R$ 10 bilhões em faturamento em 2025. O valor estimado anunciado pelo diretor-presidente, Valter Pitol, está alicerçado na missão da Cooperativa, desenvolvendo ações de cooperação no agronegócio, buscando continuamente a excelência dos produtos e serviços, proporcionando satisfação aos clientes, gerando renda e bem-estar aos cooperados, colaboradores e parceiros.

“Planejamos de maneira responsável um crescimento seguro. Em fevereiro fizemos toda uma análise das nossas atividades e tivemos uma definição dos rumos a serem tomados, estabelecidos no plano estratégico. Vamos praticamente dobrar nosso faturamento em cinco anos, graças ao ganho na produção, industrialização e participação no mercado, que geram oportunidades aos cooperados, emprego e tributos aos municípios”, afirma Pitol.

Em 2020, o faturamento da Copacol foi de R$ 5,6 bilhões. Mesmo com as dificuldades ocasionadas pela pandemia e com a elevação dos custos de produção, a Cooperativa estima chegar neste ano a um faturamento próximo de R$ 7 bilhões.

As metas ESG da Copacol

A Copacol quer crescer juntos com os associados, esse é o fundamento do RG Copacol, que sistematiza as ações para garantir equilíbrio econômico e financeiro para cooperados, colaboradores, clientes e comunidade: R de Rentabilidade de 5% e G de Geração de Valores. Esse ciclo encerra em 2023, quando será implantado um novo propósito desafiador para o desenvolvimento das atividades.

Anualmente, os gestores estabelecem metas nas atividades agroindustriais, que envolvem a produção de cereais, insumos, aves, pescados, suínos e leite.

Sobre a produção por setor, a Cooperativa estima aumento considerável na produção de peixes (230 mil/dia até 2025), com a nova estrutura em Toledo; maior participação na suinocultura, com investimentos na Central Frimesa, e ampliar a industrialização de aves, que representa 60% do faturamento bruto da Cooperativa. Também estão estabelecidas estratégias para o recebimento de grãos, produção de sementes e rações, bem como outros negócios da empresa.

A Cooperativa mantém programas voltados aos colaboradores, clientes, parceiros, elevação da produtividade entre os cooperados e projetos de esporte e cultura com 35 mil crianças e adolescentes até 2023. Com relação ao meio ambiente há investimentos em geração de energia renovável, uso racional de recursos naturais e ampliação da área de preservação.

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Tendências

Varejista americana usa esqueleto robótico na logística

De Administrador SH 4 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Nos Estados Unidos, a Rede Ahold Delhaize adota mais de 250 equipamentos que reduzem esforço físico dos times de fulfillment

Em filmes como “Aliens – o Resgate”, “Matrix – Revolutions” e “O Limite do Amanhã”, os personagens principais utilizavam máquinas que potencializavam os movimentos das pessoas. Exoesqueletos que aumentavam a força e davam capacidades sobre-humanas. Em um exemplo de “a vida imita a arte”, a rede americana de supermercados Ahold Delhaize está adotando 250 esqueletos robóticos para suas equipes nos Centros de Distribuição.

Criados pela Verve Motion, os equipamentos diminuem o esforço que os colaboradores precisam fazer no picking dos pedidos online e na reposição das lojas físicas. Nos testes realizados no ano passado, a tecnologia diminuiu entre 30% e 40% a carga nos músculos das costas dos profissionais. O resultado é uma melhor postura, redução das lesões por esforço repetitivo, menos cansaço e mais produtividade.

Ao contrário do que acontece com as complicadas estruturas robóticas dos filmes, porém, os equipamentos usados nos Centros de Distribuição podem ser colocados no corpo em menos de 30 segundos e contam com uma bateria que suporta todo um turno de trabalho.

Essa não é a primeira iniciativa da Ahold Delhaize no uso de robôs para aumentar o desempenho de suas operações de supply chain. No início do ano, a Retail Business Services, uma empresa do grupo, desenvolveu um piloto para o uso de robôs que fazem a desinfecção de ambientes com raios ultravioleta em dois Centros de Distribuição nos EUA, ajudando nos procedimentos de higienização de ambientes contra Covid-1.

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Varejo

Mambo lança entrega turbo em 10 minutos

De Administrador SH 1 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Uma parceria com o aplicativo Rappi viabiliza a conveniência por meio de dark stores, atendendo aos novos hábitos dos consumidores

Os novos hábitos de consumo mudaram bastante a maneira como as pessoas fazem suas compras, evidenciando um serviço que há algum tempo tornou-se bastante requisitado: o delivery. Atenta a esse novo padrão de consumo, a Rede de Supermercados Mambo firmou uma parceria com o aplicativo Rappi, que já está em operação em todas as suas unidades com um diferencial para a loja do Itaim Bibi: a entrega em 10 minutos.

Por meio do canal de delivery, clientes podem acionar o botão Rappi Turbo com entrega em até 10 minutos. É possível encontrar mais de 200 itens, especialmente os produtos mais utilizados no dia a dia, e recebê-los em um intervalo de tempo ainda menor. O horário de atendimento é estendido quando comparado às lojas físicas, os pedidos podem ser feitos das 8h da manhã à meia noite. As outras lojas da rede, que contam com a versão padrão de entrega pelo aplicativo, estão localizadas nos bairros de Moema, Brooklin, Vila Madalena, Vila Leopoldina, Vila Romana, Perdizes, Morumbi e Tatuapé.

“Escolhemos o Rappi como parceiro, pois é o maior aplicativo dessa categoria e nos permite atender aos clientes com o alto nível de serviço, qualidade e agilidade que eles merecem. Entendemos que o consumidor do Mambo quer acesso aos nossos produtos por diversos canais de compra, buscando a mesma qualidade que encontra em nossas lojas e agora com mais conveniência com o Rappi Turbo”, declara Daniele Motta, diretora de marketing do Mambo.

“A ideia de lançar essa parceria com o Mambo está alinhada com a nossa estratégia de entregar, com um novo nível de serviço e praticidade, tudo o que o usuário precisa de imediato”, comenta Luiz Tavares, diretor de Supermercados, Farmácias e Bebidas do Rappi no Brasil. “Somos uma empresa focada no usuário e buscamos integrar ainda mais com a jornada do consumidor, oferecendo as melhores marcas e os melhores parceiros da indústria.”

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ESG

JBS antecipa em cinco anos meta de desmatamento ilegal zero

De Administrador SH 1 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

O compromisso será adotado em toda a cadeia produtiva incluindo fornecedores nos biomas do Cerrado, Pantanal, Caatinga, Mata Atlântica e Amazônia

A JBS, segunda maior empresa de alimentos do mundo, anunciou que antecipou de 2030 para 2025 sua meta de desmatamento ilegal zero para a cadeia de fornecimento de bovinos, incluindo os fornecedores terceiros, nos biomas Cerrado, Pantanal, Mata Atlântica e Caatinga, mesmo prazo já estabelecido para a Amazônia.

Segundo a companhia, a antecipação se deve ao avanço da Plataforma Pecuária Transparente, que estende o monitoramento aos “fornecedores dos fornecedores de gado”, com uso de tecnologia blockchain.

“Fomos surpreendidos positivamente”, disse à Reuters o diretor de Sustentabilidade da JBS, Márcio Nappo, sobre a adesão da plataforma de monitoramento entre os pecuaristas.

Ele afirmou que a adesão foi positiva tanto na Amazônia quanto nos demais biomas, permitindo avançar no monitoramento das fazendas, inclusive de fornecedores terceiros, em uma velocidade mais rápida do que se esperava inicialmente.

“Estamos em um momento maduro da cadeia de valor, de fornecimento… O pecuarista entendeu que ele precisa respeitar a regularização ambiental e fazer negócio com um mercado mais amplo”, afirmou ele.

Nappo ressaltou que não vê a sustentabilidade como um diferencial de competitividade, “mas claro que quem não atender essa agenda ESG (sigla em inglês para ambiental​, social e governança) vai ter cada vez mais dificuldade de colocar seu produto no mercado”.

Ele também disse que, até 2025, a companhia deve se empenhar em auxiliar os pecuaristas na resolução de passivos ambientais, por meio da assistência técnica prestada pelos “Escritórios Verdes”.

“Os avanços na cadeia de fornecimento se alinham ao Compromisso Net Zero 2040, anunciado pela JBS em março deste ano”, reforçou a empresa.

Nesta semana, a concorrente BRF anunciou medida semelhante, com o compromisso de zerar suas emissões líquidas de carbono até 2040.

Fonte: Por Nayara Figueiredo, Reuters

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ESG

Bimbo inova e coloca fitilho sustentável nos pães

De Administrador SH 1 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

A ação pioneira no mercado brasileiro atinge 48% da produção dos alimentos

A Bimbo Brasil lança o primeiro fitilho 100% reciclável do mercado. A mudança começou a ser implementada em abril deste ano e já contempla 48% da produção da companhia.

“Esta solução segue o nosso objetivo de gerar valor por meio de práticas que alimentam a economia circular e reduzem impactos ao meio ambiente, bem como entregar e manter o mesmo frescor do produto com a segurança do fechamento da embalagem. Estamos saindo de um material que tem arame e plástico PVC em sua composição para um fitilho 100% reciclável”, afirma Alejandro Lacorte, diretor de marketing e inovação da Bimbo Brasil.

A medida integra o planejamento da companhia em se tornar cada dia uma empresa mais sustentável e segue a filosofia do Grupo Bimbo de ser uma empresa sustentável, altamente produtiva e plenamente humana.

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Tecnologia

Aja rápido e recupere a venda do carrinho abandonado

De Administrador SH 1 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Índice de abandono do carrinho no Brasil de 85% é maior que a média internacional de ecommerce que gira em torno dos 77%, aponta a empresa Barilliance

Entra ano, sai ano e o carrinho abandonado continua sendo a pedra no sapato do e-commerce, seja no Brasil ou em qualquer lugar do mundo. Em 2021, esse tema segue na pauta.

A empresa de soluções para e-commerce Barilliance publica estatísticas sobre o abando de carrinho desde 2016, que são atualizados anualmente. De acordo com os levantamentos apresentados, essa taxa gira em torno de 77%. No Brasil, alguns estudos apontam que o índice de abandono do carrinho é ainda mais alto que a média internacional, chegando a cerca de 85%.

O relatório atualizado sobre o tema mostra que o assunto é complexo e que a efetividade das ações para revertê-lo também varia. Por isso, é fundamental revisar incansavelmente os inúmeros aspectos que influenciam na taxa de sucesso do seu comércio online e realizar ações que gerem resultados.

Principais motivos para abandono de carrinho

Quem trabalha no setor de e-commerce tem consciência de que são inúmeros os fatores que podem levar o cliente a desistir da compra. Mas você sabe quais são os principais? O levantamento mostra os seguintes resultados para os motivos de abandono de carrinho:

Custos inesperados de frete: 25%

Ter que criar um cadastro: 22%

Estava pesquisando e a intenção é comprar depois: 17%

Preocupação quanto à segurança do pagamento: 15%

Checkout longo e confuso: 9%

Não achou o cupom de desconto: 8%

Prazo de entrega longo: 4%

Como os dados explicitam, seu cliente vai embora quando não encontra informações claras, quando seu site é difícil de usar (ou pouco prático) ou quando encontra entraves relacionados ao pagamento.

Carrinho abandonado traz dor de cabeça no e-commerce

Nossa experiência na Elo mostra que ainda são muitos os comércios eletrônicos em que o checkout pode melhorar. Essa é uma etapa crítica porque o consumidor já está decidido, mas, quando se trata de colocar seus recursos efetivamente para fechar a compra, precisa se sentir seguro e confortável para levar o negócio adiante.

Se, na etapa de pagamento, ele não encontrar um meio que o agrade, por exemplo: boleto, crédito, débito, Paypal, pode desistir da compra. Ou, se decidir usar cartão, mas não encontrar sua bandeira entre os ícones exibidos pela loja, automaticamente conclui que ela não é aceita. E, acredite, são muitos os casos em que várias bandeiras são aceitas, mas elas não estão sendo exibidas e, por isso, a compra não é feita.

Também se tratando de sinalização no checkout, existem os casos em que, ao digitar o número do cartão, a plataforma destaca automaticamente a qual bandeira o cartão pertente. Acontece que, em alguns sites, essa automação está desatualizada e a bandeira destacada é diferente da bandeira que está no cartão do consumidor. A reação natural é de desconfiança e pode provocar o abandono do carrinho.

Essa desconfiança também pode ocorrer em alguns casos em que, para realizar o pagamento, o cliente é direcionado para uma página diferente, com identidade visual muito distinta do restante do site. O mesmo vale para os itens de segurança do comércio eletrônico. É fundamental que o site seja seguro e que haja comunicação visível destacando esse atributo.

Cuidar de todos esses elementos retira eventuais barreiras para a compra e ela flui mais facilmente, aumentando suas chances de conclusão.

O cliente abandonou o carrinho. O que fazer?

Como já disse neste texto, é importante não desistir da compra mesmo quando o cliente está inclinado a fazê-lo. Por isso, existem inúmeras técnicas de marketing que podem (e devem) ser utilizadas para reverter a situação.

Uma que merece ser ressaltada é o uso de e-mails. Devido à saturação de mensagens nas caixas de entrada e à taxa relativamente baixa de abertura de e-mails de forma geral, o e-mail marketing é um canal muitas vezes subutilizado pelas empresas. No entanto, dentro de uma estratégia de e-commerce, ele tem papel fundamental para aumentar o índice de compras concluídas.

De acordo com o levantamento citado anteriormente, as taxas de abertura de e-mails enviados para reverter o abandono de carrinho são incrivelmente altas. Em todos os anos do levantamento, elas se mantiveram acima de 40%. Além disso, 21% das pessoas que abrem clicam nesses e-mails e a taxa de conversão em vendas também é alta, variando entre 8% e 9%.

Isso deixa clara a importância do uso de dados no marketing. Ao reconhecer quando um cliente está interessado em um produto, com automatização é possível atraí-lo novamente e concluir a jornada de compra.

Vale ressaltar que essa estratégia só será efetiva se o e-commerce tiver antes captado o e-mail desse cliente. De novo, vamos lembrar do que sabemos sobre taxa de abandono e levar em conta que o consumidor não está disposto a realizar cadastros longos. Entretanto, para essa ação, você só precisa de um dado: o e-mail. Oferecer descontos na primeira compra para quem cadastra seu e-mail é uma alternativa para ter acesso a esse dado. Também facilita muito dar a opção de se logar utilizando o Google ou o Facebook.

Nesses e-mails, é importante criar mensagens muito atrativas que estimulem a conclusão do pedido. Você pode avisar que restam poucos itens em estoque, pode contar que o preço do que o cliente estava procurando abaixou e pode também contar que oferece desconto, múltiplas formas de pagamento e parcelamento.

Segundo a pesquisa, criar uma sequência de e-mails para serem enviados nas primeiras horas é muito efetivo:

A taxa de conversão é de 20,3% se o primeiro e-mail acionado for enviado dentro de 1 hora após o abandono do carrinho em comparação com uma taxa de conversão de 12,2% se o e-mail for enviado após 24 horas do abandono.

O resultado esperado é de 17,7% se o segundo e-mail acionado for enviado após 24 horas de abandono em comparação com uma taxa de conversão de 7,7% se o segundo e-mail for enviado após 48 horas ou mais.

Pode-se contar com uma conversão de 18,2% se o terceiro e-mail acionado for enviado dentro de 72 horas após o abandono.

Fonte: Por Fillipi Nobre, Ecommerce Brasil

1 de julho de 2021 0 Comentários
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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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