SuperHiper
  • Seções
    • ABRAS
    • Shopper
    • Consumo nos Lares
    • Gestão
    • ESG
    • Eventos
    • Pessoas
    • Tendências
    • Política
    • Inovação
    • Varejo
    • Tecnologia
    • Indústria
  • Sala SuperHiper
  • Newsletter
  • Revista
  • Anuncie
  • Contato
  • Seções
    • ABRAS
    • Shopper
    • Consumo nos Lares
    • Gestão
    • ESG
    • Eventos
    • Pessoas
    • Tendências
    • Política
    • Inovação
    • Varejo
    • Tecnologia
    • Indústria
  • Sala SuperHiper
  • Newsletter
  • Revista
  • Anuncie
  • Contato
quinta-feira, outubro 1, 2026
SuperHiper
SuperHiper
SuperHiper
  • Seções
    • ABRAS
    • Shopper
    • Consumo nos Lares
    • Gestão
    • ESG
    • Eventos
    • Pessoas
    • Tendências
    • Política
    • Inovação
    • Varejo
    • Tecnologia
    • Indústria
  • Sala SuperHiper
  • Newsletter
  • Revista
  • Anuncie
  • Contato
ESG

JBS antecipa em cinco anos meta de desmatamento ilegal zero

De Administrador SH 1 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

O compromisso será adotado em toda a cadeia produtiva incluindo fornecedores nos biomas do Cerrado, Pantanal, Caatinga, Mata Atlântica e Amazônia

A JBS, segunda maior empresa de alimentos do mundo, anunciou que antecipou de 2030 para 2025 sua meta de desmatamento ilegal zero para a cadeia de fornecimento de bovinos, incluindo os fornecedores terceiros, nos biomas Cerrado, Pantanal, Mata Atlântica e Caatinga, mesmo prazo já estabelecido para a Amazônia.

Segundo a companhia, a antecipação se deve ao avanço da Plataforma Pecuária Transparente, que estende o monitoramento aos “fornecedores dos fornecedores de gado”, com uso de tecnologia blockchain.

“Fomos surpreendidos positivamente”, disse à Reuters o diretor de Sustentabilidade da JBS, Márcio Nappo, sobre a adesão da plataforma de monitoramento entre os pecuaristas.

Ele afirmou que a adesão foi positiva tanto na Amazônia quanto nos demais biomas, permitindo avançar no monitoramento das fazendas, inclusive de fornecedores terceiros, em uma velocidade mais rápida do que se esperava inicialmente.

“Estamos em um momento maduro da cadeia de valor, de fornecimento… O pecuarista entendeu que ele precisa respeitar a regularização ambiental e fazer negócio com um mercado mais amplo”, afirmou ele.

Nappo ressaltou que não vê a sustentabilidade como um diferencial de competitividade, “mas claro que quem não atender essa agenda ESG (sigla em inglês para ambiental​, social e governança) vai ter cada vez mais dificuldade de colocar seu produto no mercado”.

Ele também disse que, até 2025, a companhia deve se empenhar em auxiliar os pecuaristas na resolução de passivos ambientais, por meio da assistência técnica prestada pelos “Escritórios Verdes”.

“Os avanços na cadeia de fornecimento se alinham ao Compromisso Net Zero 2040, anunciado pela JBS em março deste ano”, reforçou a empresa.

Nesta semana, a concorrente BRF anunciou medida semelhante, com o compromisso de zerar suas emissões líquidas de carbono até 2040.

Fonte: Por Nayara Figueiredo, Reuters

1 de julho de 2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
ESG

Bimbo inova e coloca fitilho sustentável nos pães

De Administrador SH 1 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

A ação pioneira no mercado brasileiro atinge 48% da produção dos alimentos

A Bimbo Brasil lança o primeiro fitilho 100% reciclável do mercado. A mudança começou a ser implementada em abril deste ano e já contempla 48% da produção da companhia.

“Esta solução segue o nosso objetivo de gerar valor por meio de práticas que alimentam a economia circular e reduzem impactos ao meio ambiente, bem como entregar e manter o mesmo frescor do produto com a segurança do fechamento da embalagem. Estamos saindo de um material que tem arame e plástico PVC em sua composição para um fitilho 100% reciclável”, afirma Alejandro Lacorte, diretor de marketing e inovação da Bimbo Brasil.

A medida integra o planejamento da companhia em se tornar cada dia uma empresa mais sustentável e segue a filosofia do Grupo Bimbo de ser uma empresa sustentável, altamente produtiva e plenamente humana.

1 de julho de 2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Tecnologia

Aja rápido e recupere a venda do carrinho abandonado

De Administrador SH 1 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Índice de abandono do carrinho no Brasil de 85% é maior que a média internacional de ecommerce que gira em torno dos 77%, aponta a empresa Barilliance

Entra ano, sai ano e o carrinho abandonado continua sendo a pedra no sapato do e-commerce, seja no Brasil ou em qualquer lugar do mundo. Em 2021, esse tema segue na pauta.

A empresa de soluções para e-commerce Barilliance publica estatísticas sobre o abando de carrinho desde 2016, que são atualizados anualmente. De acordo com os levantamentos apresentados, essa taxa gira em torno de 77%. No Brasil, alguns estudos apontam que o índice de abandono do carrinho é ainda mais alto que a média internacional, chegando a cerca de 85%.

O relatório atualizado sobre o tema mostra que o assunto é complexo e que a efetividade das ações para revertê-lo também varia. Por isso, é fundamental revisar incansavelmente os inúmeros aspectos que influenciam na taxa de sucesso do seu comércio online e realizar ações que gerem resultados.

Principais motivos para abandono de carrinho

Quem trabalha no setor de e-commerce tem consciência de que são inúmeros os fatores que podem levar o cliente a desistir da compra. Mas você sabe quais são os principais? O levantamento mostra os seguintes resultados para os motivos de abandono de carrinho:

Custos inesperados de frete: 25%

Ter que criar um cadastro: 22%

Estava pesquisando e a intenção é comprar depois: 17%

Preocupação quanto à segurança do pagamento: 15%

Checkout longo e confuso: 9%

Não achou o cupom de desconto: 8%

Prazo de entrega longo: 4%

Como os dados explicitam, seu cliente vai embora quando não encontra informações claras, quando seu site é difícil de usar (ou pouco prático) ou quando encontra entraves relacionados ao pagamento.

Carrinho abandonado traz dor de cabeça no e-commerce

Nossa experiência na Elo mostra que ainda são muitos os comércios eletrônicos em que o checkout pode melhorar. Essa é uma etapa crítica porque o consumidor já está decidido, mas, quando se trata de colocar seus recursos efetivamente para fechar a compra, precisa se sentir seguro e confortável para levar o negócio adiante.

Se, na etapa de pagamento, ele não encontrar um meio que o agrade, por exemplo: boleto, crédito, débito, Paypal, pode desistir da compra. Ou, se decidir usar cartão, mas não encontrar sua bandeira entre os ícones exibidos pela loja, automaticamente conclui que ela não é aceita. E, acredite, são muitos os casos em que várias bandeiras são aceitas, mas elas não estão sendo exibidas e, por isso, a compra não é feita.

Também se tratando de sinalização no checkout, existem os casos em que, ao digitar o número do cartão, a plataforma destaca automaticamente a qual bandeira o cartão pertente. Acontece que, em alguns sites, essa automação está desatualizada e a bandeira destacada é diferente da bandeira que está no cartão do consumidor. A reação natural é de desconfiança e pode provocar o abandono do carrinho.

Essa desconfiança também pode ocorrer em alguns casos em que, para realizar o pagamento, o cliente é direcionado para uma página diferente, com identidade visual muito distinta do restante do site. O mesmo vale para os itens de segurança do comércio eletrônico. É fundamental que o site seja seguro e que haja comunicação visível destacando esse atributo.

Cuidar de todos esses elementos retira eventuais barreiras para a compra e ela flui mais facilmente, aumentando suas chances de conclusão.

O cliente abandonou o carrinho. O que fazer?

Como já disse neste texto, é importante não desistir da compra mesmo quando o cliente está inclinado a fazê-lo. Por isso, existem inúmeras técnicas de marketing que podem (e devem) ser utilizadas para reverter a situação.

Uma que merece ser ressaltada é o uso de e-mails. Devido à saturação de mensagens nas caixas de entrada e à taxa relativamente baixa de abertura de e-mails de forma geral, o e-mail marketing é um canal muitas vezes subutilizado pelas empresas. No entanto, dentro de uma estratégia de e-commerce, ele tem papel fundamental para aumentar o índice de compras concluídas.

De acordo com o levantamento citado anteriormente, as taxas de abertura de e-mails enviados para reverter o abandono de carrinho são incrivelmente altas. Em todos os anos do levantamento, elas se mantiveram acima de 40%. Além disso, 21% das pessoas que abrem clicam nesses e-mails e a taxa de conversão em vendas também é alta, variando entre 8% e 9%.

Isso deixa clara a importância do uso de dados no marketing. Ao reconhecer quando um cliente está interessado em um produto, com automatização é possível atraí-lo novamente e concluir a jornada de compra.

Vale ressaltar que essa estratégia só será efetiva se o e-commerce tiver antes captado o e-mail desse cliente. De novo, vamos lembrar do que sabemos sobre taxa de abandono e levar em conta que o consumidor não está disposto a realizar cadastros longos. Entretanto, para essa ação, você só precisa de um dado: o e-mail. Oferecer descontos na primeira compra para quem cadastra seu e-mail é uma alternativa para ter acesso a esse dado. Também facilita muito dar a opção de se logar utilizando o Google ou o Facebook.

Nesses e-mails, é importante criar mensagens muito atrativas que estimulem a conclusão do pedido. Você pode avisar que restam poucos itens em estoque, pode contar que o preço do que o cliente estava procurando abaixou e pode também contar que oferece desconto, múltiplas formas de pagamento e parcelamento.

Segundo a pesquisa, criar uma sequência de e-mails para serem enviados nas primeiras horas é muito efetivo:

A taxa de conversão é de 20,3% se o primeiro e-mail acionado for enviado dentro de 1 hora após o abandono do carrinho em comparação com uma taxa de conversão de 12,2% se o e-mail for enviado após 24 horas do abandono.

O resultado esperado é de 17,7% se o segundo e-mail acionado for enviado após 24 horas de abandono em comparação com uma taxa de conversão de 7,7% se o segundo e-mail for enviado após 48 horas ou mais.

Pode-se contar com uma conversão de 18,2% se o terceiro e-mail acionado for enviado dentro de 72 horas após o abandono.

Fonte: Por Fillipi Nobre, Ecommerce Brasil

1 de julho de 2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Shopper

Metade dos brasileiros usam celular durante a jornada de compra

De Administrador SH 1 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Desde o início da pandemia, houve um incremento de 36% nas compras online através do smartphone, ferramenta essencial para os clientes usarem o ecommerce

A adoção de smartphones e uma infraestrutura de pagamentos digitais em rápido desenvolvimento colocam o Brasil em destaque em relação a economias de países mais desenvolvidos, principalmente quanto à forma e preferência dos consumidores para realizar suas pesquisas de preço e compras. Praticamente metade dos brasileiros, para ser mais exato, 48% das pessoas usam o celular antes de tomar qualquer decisão sobre a próxima aquisição, da consulta ao negócio. Isso é quase o dobro da participação encontrada nos outros mercados (Reino Unido, EUA e Austrália), onde os consumidores são muito mais propensos a tomar suas decisões indo à loja.

Os dados formam o Índice Global de Compras Digitais – Edição Brasil*, elaborado pela Cybersource, solução da Visa especializada em gerenciamento de pagamentos digitais, em colaboração com a PYMNTS.com.

Chama atenção que o brasileiro é o consumidor que mais utiliza o celular para compras online. Aqui, 20% usam o smartphones e 10% o computador. No Reino Unido, 17% dos clientes preferem o mobile e 22% o notebook. Nos Estados Unidos, 16% e 25% respectivamente assim como na Austrália, com 13% e 18%.

A preferência por compras digitais e pelo celular continua a crescer, aumentando 33%, com um incremento de 36% especificamente para compras realizadas via telefone celular, desde o início da pandemia no país.

“Com a análise do Índice, fica claro que o consumidor brasileiro tem preferência pelo ambiente virtual e pelo uso de smartphones para consultas e realização das suas compras diárias. Uma oportunidade significativa para o comércio varejista digital no Brasil impulsionar as vendas no mobile, criando conteúdo e design específicos, além de ofertas de meios de pagamento seguros a serem disponibilizados nos dispositivos móveis. Tudo para proporcionar uma experiência fluida e segura para o consumidor”, comenta Fernando Pantaleão, vice-presidente de Vendas e Soluções da Visa do Brasil.

Houve ainda um declínio de 17% na proporção de consumidores brasileiros que preferem comprar em lojas físicas, muito por conta da comodidade que as compras online proporcionam. Essas mudanças foram observadas, principalmente, entre pessoas com idade média de 42 anos: 39% das que migraram para o digital eram de menor renda e 35% de alta renda.

No entanto, a pesquisa sugere que os mais jovens (até 37 anos) e com renda mais elevada estão liderando a adoção digital no país. Cerca de 50% dos jovens de alta renda realizaram suas últimas compras por meio de canais móveis ou online, uma participação quase duas vezes maior do que a de outros brasileiros. Além disso, 74% afirmaram que preferem esse ambiente para fazer compras.

Ao observar ainda as formas de pagamento mais utilizadas em cada canal, o cartão de crédito é amplamente usado no e-commerce por 62% dos brasileiros, enquanto o débito online é usado por 14%. Já os pagamentos com carteiras digitais e card on file (cartões cadastrados em sites ou aplicativos), correspondem a 7% (versus 10% nos EUA) e 4% (versus 20% nos EUA), respectivamente. Já nas compras em lojas físicas, constatou-se que a preferência por meios eletrônicos de pagamento (cartões de crédito e débito) somam quase 55% da preferência dos consumidores, versus pouco mais de 31% de preferência por dinheiro em espécie.

Segurança que faz a diferença

O novo padrão de autenticação 3DS 2.0, que autentica o pagador em compras online, trazendo ainda mais segurança no início do processo de pagamento, tem contribuído para o crescimento do pagamento digital no e-commerce, possibilitando ainda a aceitação de cartões débito nesse canal. A solução possibilita aos estabelecimentos comerciais online enviar até 10 vezes mais dados sobre a transação para o emissor do cartão, o que gera mais confiança na hora de aprovar esses pagamentos. Hoje no Brasil, 93% das credenciais Visa estão habilitadas para autenticação e vários marketplaces já fazem uso da solução.

“A partir desse processo de autenticação, e por conta de outras soluções que temos implantado, tanto do lado do emissor, quanto dos e-commerces, as transações online tornam-se a cada dia mais seguras e rápidas, privilegiando a experiência do consumidor. Estamos apostando alto nessa evolução e lançando cada vez mais soluções desenvolvidas para melhorar a experiência do cliente”, completa o executivo.

*A pesquisa foi realizada com 2.105 consumidores no Brasil, entre 25 de novembro e 16 de dezembro de 2020, e com e 502 estabelecimentos, de 4 de novembro a 18 de dezembro de 2020.

1 de julho de 2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Gestão

“Banco” da Ambev decola e pode dobrar de tamanho

De Administrador SH 1 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Donus atinge 80 mil contas digitais em junho e passa a oferecer empréstimo para bares e restaurantes. Também estuda um marketplace de serviços e vai, no futuro, abrir a fintech para outros setores da indústria.

Em um momento em que boa parte das empresas querem ter uma fintech para chamar de sua, a Donus está começando a descer redonda na estratégia da Ambev. Lançada no ano passado como uma iniciativa da Z-Tech, braço de corporate venture capital e de inovação da maior cervejaria do Brasil, a fintech atingiu 80 mil contas digitais em junho.

Parece um número pequeno quando se olha para tudo o que envolve a Ambev. Em especial, quando se observa o tamanho do mercado potencial: 800 mil bares e restaurantes que são atendidos pelos vendedores da dona das cervejas Skol, Brahma e Antarctica. Mas a conta digital, que entrou no ar no começo de 2020, só começou a avançar neste ano.

Agora, a fintech começa a escalar a operação e a adicionar cada vez mais serviços financeiros para esse contingente de pequenos bares e restaurantes, muitos deles à margem do sistema bancário. “Vamos dobrar esse número até o fim do ano”, diz Mauro Bizatto, CEO da Donus, que assumiu a fintech em setembro do ano passado, em entrevista ao NeoFeed.

A conta digital gratuita é a porta de entrada para uma série de serviços financeiros que a Ambev quer oferecer para donos de bares e restaurantes. Hoje, a Donus já fornece um cartão de débito gratuito e uma maquininha de pagamento.

Desde o começo do ano, a Donus está fazendo testes com empréstimos junto a esse público. As taxas começam em 1,5%, sem a necessidade de garantia. O funding do crédito é da própria Ambev. A aposta da fintech é no relacionamento de décadas que bares e restaurantes mantêm com a cervejaria.

A Donus desenvolveu algoritmos que analisam o histórico de relacionamento para evitar o risco de calote. “Temos apenas cinco meses e a performance da carteira é super saudável”, afirma Bizatto, que não abre o volume de empréstimos feito até agora. “Vai evoluir bastante, pois estamos tateando e testando.”

Nesse primeiro momento, o foco da fintech é no próprio ecossistema de clientes da Ambev. Tanto que a Donus desenvolveu uma solução que permite que os comerciantes façam pagamento direto à Ambev sem a necessidade de gastar com taxas de transferências. Explica-se: por serem negócios pequenos, que muitas vezes fazem compras de baixo volume, a maioria dos pagamentos é feito com dinheiro em espécie.

Outra iniciativa, colocada no ar em junho deste ano, foi  a extensão de pagamentos de boletos da Ambev. Atualmente, o comerciante paga na hora da entrega do produto. Com esse serviço, ele pode prorrogar a fatura por um período que vai de três até 15 dias – há uma taxa envolvida na transação.

“Existe uma oportunidade gigante para toda grande empresa que queira oferecer serviços financeiros”, diz Bruno Diniz, sócio da consultoria Spiralem. “No caso da Donus, ela atende um percentual grande de donos de bares e restaurantes que não são bem atendidos pelas soluções bancárias tradicionais.”

Nesse sentido, Diniz enxerga o iFood, que lançou também uma conta digital, como um potencial concorrente da Donus, por atender um público semelhante. “As duas operações têm a chance de tomar muita conta dos bancos por conhecerem bem esse público”, afirma o consultor.

Mas a Donus não quer ficar restrita ao público que é cliente da Ambev – em tese, qualquer estabelecimento comercial já poderia abrir uma conta digital na fintech da cervejaria, mas isso não é incentivado.

A intenção da Donus é começar a atender outras indústrias. É um plano de longo prazo, admite Bizatto, mas que já tem conversas em curso. “A mesma dor do estabelecimento da Ambev vai valer para outras indústrias”, diz o CEO da Donus. O foco sempre será o pequeno e médio comerciante.

Mas, antes de abrir a Donus para outros setores, o objetivo é aumentar a sua base de clientes em seu público preferencial. Em 2022, o objetivo é atingir 50% dos 800 mil bares e restaurantes atendidos pela Ambev.

Aos poucos, a fintech vai começar a oferecer mais serviços. Um deles é a criação de um marketplace diferente da Bees, uma plataforma B2B que permite fazer pedidos sem intermediários de produtos para bares e restaurantes – inclusive de concorrentes da Ambev.

A ideia de Bizatto é construir um marketplace de serviços para bares. “São serviços como o de eletricistas, de obras e para arrumar a geladeira do comerciante”, diz Bizatto. “Mas para isso eu preciso ter uma base maior.”

Braço de inovação

A Donus faz parte da Z-Tech, iniciativa criada pela AB InBev, dona da Ambev, como um hub de inovação. Sua missão é digitalizar o pequeno varejo, buscando soluções para que sejam mais eficientes ou possam reduzir seus custos.

Com presença nos Estados Unidos, México e Brasil, os investimentos da Z-Tech se concentram em startups que ajudem o universo que vai de bares a restaurantes e de padarias a supermercados.

No Brasil, já fez quatro investimentos. Um deles foi na Lemon, uma plataforma que facilita a conexão entre a geração de energia limpa e os pequenos e médios negócios com o uso de tecnologia.

Outra startup que faz parte do portfólio da Z-Tech é a Get In, um aplicativo que faz reserva online. A Menu, um marketplace de alimentos, bebidas e produtos de limpeza, acabou sendo incorporada pela Ambev.

No caso da Donus, ela foi criada dentro da Z-Tech, em uma estratégia de venture builder. Bizatto, que foi contratado para ser o CEO da fintech, veio do Santander, onde atuava no programa de fidelidade Esfera. Ele também tem passagens pelo Bradesco.

Ao chegar à Donus, a primeira grande diferença que notou no seu dia a dia foi a maneira de conversar com o cliente. Nos bancos, o contato acontecia em salas refrigeradas na frente do computador. Na Ambev, a ordem sempre foi gastar a sola de sapato e visitar os bares. “É uma prática semanal”, diz Bizatto.

Só assim, o executivo pode perceber que os comerciantes não entendiam o que era “cashback”, um benefício que recebiam quando pagassem a Ambev com a conta digital da Donus. A solução foi usar o bom e velho português: dinheiro de volta.

Dessas visitas aos varejistas, sacadas são tiradas. Um exemplo foi a reclamação de um comerciante, que fazia o pedido e nunca sabia quando a entrega seria feita. A única pista que ele tinha era quando a nota fiscal era faturada, um indicativo de que no dia seguinte o caminhão da Ambev passaria pelo bar.

“Agora, quando eu faço a carga do caminhão, envio um SMS ou uma notificação pelo aplicativo avisando que a entrega será feita no dia seguinte”, afirma Bizatto. “A nota faturada é a certeza da entrega.”

Fonte: Por Ralphe Manzoni Jr., Neofeed

1 de julho de 2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Varejo

Hora de ativar a parceria Inter & Stone

De Administrador SH 1 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

Depois de captar R$ 5,5 bilhões, o Inter vai oferecer funding para varejistas clientes da Stone, vender serviços bancários e investimentos para os clientes da adquirente e plugar sellers da Linx no Inter Shop

Mal acabou de captar R$ 5,5 bilhões em um concorrido follow on que teve uma demanda de R$ 13 bilhões, o Inter agora se prepara para usar esse dinheiro e colocar em prática os planos conjuntos com a Stone, a empresa de adquirência que investiu R$ 2,5 bilhões no banco digital e detém 4,99% da instituição financeira.

“Fomos muito vocais sobre a nossa reestruturação para ir à Nasdaq e a integração com a Stone”, diz João Vitor Menin, CEO do Inter, ao NeoFeed. E os projetos já devem começar a sair do papel. O banco deverá fornecer funding para as redes varejistas conectadas na Stone. “Vamos operar o recebível de cartão com eles”, diz Menin.

Só no primeiro trimestre deste ano, R$ 50,1 bilhões foram transacionados nas maquininhas da companhia fundada pelo empresário André Street. O potencial, tanto para Stone como Inter, é enorme.

O Inter ainda entraria oferecendo serviços bancários aos menores clientes da Stone. A ideia é proporcionar conta bancária, seguro, investimentos, o pacote completo para os menores varejistas, que ainda não contam com muitas ofertas. O universo de clientes que se abre é enorme. A Stone tem 722,3 mil clientes conectados em sua base.

Mas o pulo do gato poderá acontecer em uma das áreas em que o Inter tem apostado fortemente nos últimos tempos: a plataforma Inter Shop, que movimentou R$ 1,8 bilhão nos últimos 12 meses contados a partir do primeiro trimestre deste ano. Atualmente, o Inter conta com 200 sellers e esse número poderá saltar exponencialmente.

Isso porque o banco fundado pela família Menin pretende plugar em seu marketplace a base de varejistas que estão conectados nos sistemas da Linx, empresa comprada pela Stone, no fim do ano passado, por R$ 6,7 bilhões. A Linx, com muita força no varejo, tem mais de 60 mil clientes. “Vamos juntar o ecossistema de buyers com sellers”, diz Menin.

O banco conta com 12 milhões de clientes. Esse número deve crescer ainda mais. Na próxima semana, o Inter vai lançar o app para não correntistas, o que deverá fazer com que a instituição termine o ano com 20 milhões de clientes, dos quais 16 milhões de correntistas e outros quatro milhões de não correntistas.

Nos últimos três meses, 2 milhões de pessoas compraram na plataforma e a meta é terminar 2021 com um GMV de R$ 4 bilhões. Para atender a esse ritmo de crescimento, o Inter investirá em logística.

Parte será feita por empresas como Infracommerce ou Synapcom e a chamada última milha será feita por empresas que o banco pretende comprar. “O dinheiro do follow on será usado para crédito, M&A e crescimento”, diz Menin.

Quem acompanha os movimentos do banco, atesta para o histórico da instituição financeira. “Quando eles iniciaram a transformação deles, o mercado ficou receoso”, diz Renato Mendes, professor do MBA de Educação Executiva do Insper e CEO da consultoria F5 Business Growth. “Mas eles mostraram que têm capacidade de colocar os produtos no ar e de executar em alto nível.”

O consultor só alerta para um ponto de atenção. “É a expansão em múltiplas frentes, simultaneamente”, diz Mendes. De fato, o banco tem avançado em várias áreas ao mesmo tempo, na área de investimentos, no marketplace e em produtos bancários. Mas até agora o mercado tem aprovado a estratégia.

“Cada vez mais, o grupo está se tornando uma plataforma completa e líder no universo digital, levando-nos a reiterar nossa classificação de compra e a posição do Inter como uma de nossas principais escolhas”, escreveu Eduardo Rosman, analista do BTG Pactual, em seu mais recente relatório para investidores.

Em 15 de março de 2020, na maior queda, no auge da crise financeira gerada pela chegada do coronavírus ao Brasil, a ação do Inter chegou a ser cotada em R$ 2,83. Na terça-feira, 29 de junho, o papel fechou em R$ 24,63. Desde então, a valorização chegou a 770,32%. O valor de mercado da companhia é de R$ 55,3 bilhões.

Fonte: Por Carlos Sambrana, Neofeed

1 de julho de 2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Varejo

Assaí investe R$ 68 milhões em loja de 13 mil m² em Caldas Novas

De Administrador SH 1 de julho de 2021
Escrito por Administrador SH

A nova unidade faz parte da geração mais moderna da companhia que adota o conceito da melhor experiência para o seu cliente, mantendo sempre a proposta de preço baixo em um ambiente completamente climatizado

A primeira loja do Assaí em Caldas Novas-GO promete agitar o mercado, porque chega mantendo a proposta de preço baixo da companhia aliada a uma experiência de compra superior, o que faz do local o ponto ideal para que empresários, revendedores, transformadores e clientes finais encontrem o que precisam para seu negócio e sua residência.

A nova unidade faz parte da geração mais moderna de lojas da companhia, que evoluiu para proporcionar uma experiência de compra ainda melhor aos clientes. Destaque para a iluminação, a climatização e a ambientação. Este novo modelo se caracteriza ainda por corredores amplos, pé direito alto e câmaras frigoríficas grandes, que facilitam o descarregamento do produto e aumentam a capacidade de armazenamento das mercadorias na própria loja. Outro destaque é a quantidade superior de caixas de pagamento, serão 28 ckeckouts, além das mais de 400 vagas de estacionamento.

Localizada em uma posição estratégica da cidade, na Avenida Santo Amaro, nº 1.697, o Assaí Caldas Novas contratou 270 profissionais, todos moradores da cidade, sendo 17 deles pessoas com deficiência. Além da geração de emprego, a empresa também chega à cidade gerando novas possibilidades de negócios, como a contratação de transportadoras locais que ajudarão a unidade a estar com todos os estoques sempre em dia. “Além disso, na eventual reabertura plena do comércio pós-pandemia, a loja será o local ideal para que empreendedores da região, como os ligados ao setor de turismo, abasteçam o seu negócio a preços competitivos e com facilidade de pagamento”, explica Mauro Peixoto, Diretor Regional do Assaí.

O grande diferencial do Assaí é o preço competitivo, onde a companhia adota uma política de preços mais atraentes na comparação com o varejo tradicional e os produtos saem mais baratos quando comprados em determinado volume (dois ou mais iguais, dependendo do item).

“O Assaí chegou em Goiás no ano de 2010 e, desde então, temos investido continuamente na região. Estamos muito contentes de expandir a nossa empresa para a cidade de Caldas Novas, que será a nossa oitava loja no Estado, e mais ainda por apresentar um mix de serviços completo para a população local – como o televendas aos empreendedores, uma linha variada de produtos, serviço de açougue, diversas formas de pagamento e fornecedores de primeira qualidade”, detalha Peixoto. Ampla e climatizada, os clientes encontrarão na unidade mais de 7 mil produtos, entre alimentos, bebidas, itens de higiene pessoal e limpeza, produtos de bazar, linha automotiva, linha pet e eletroportáteis, além de embalagens e descartáveis. Serão aceitas diferentes formas de pagamento, como cartões de crédito e débito das principais bandeiras, dinheiro, vale-alimentação e via QR Code pelo app do PicPay.

De olho no bem-estar da população do entorno, foi realizada a desobstrução e limpeza da drenagem pública existente, mitigando problemas antigos de alagamentos na região, bem como melhorias nas calçadas de acesso à nova unidade.

Mais de 270 protocolos sanitários garantem a segurança dos clientes e colaboradores, para tanto o Atacarejo adotou uma série de medidas para evitar a propagação da covid-19. Antes mesmo de entrar na loja, o consumidor terá sua temperatura aferida e o carrinho de compras higienizado por um colaborador da rede e poderá higienizar as mãos com álcool em gel ou água e sabão em uma pia disponibilizada especificamente para esse fim. No interior da unidade, o cliente encontrará, ainda, sinalizações sobre boas práticas durante a compras, frascos de álcool em gel em diferentes pontos e adesivos na área dos caixas indicando a distância recomendada entre clientes nas filas. Como medidas adicionais, a loja também irá orientar os consumidores sobre a formação de filas na área externa e limitará o acesso em momentos de alta demanda a fim de evitar aglomerações.

1 de julho de 2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Varejo

Maxxi Atacado inaugura a sua primeira loja em Araras

De Administrador SH 30 de junho de 2021
Escrito por Administrador SH

A loja de 4 mil m² gera 140 empregos e tem um estacionamento com 220 vagas  

Presente em onze estados, o Maxxi atacarejo abre sua primeira loja na cidade de Araras, interior paulista. Com uma área de vendas de mais de quatro mil metros quadrados, a rede do Grupo Big foca em consumidores e comerciantes de todos os tamanhos e segmentos.

“O formato atacarejo ganhou bastante força nos últimos tempos e acreditamos no potencial de crescimento ao reposicionar a marca com diferencial em sortimento, preço, atendimento, autosserviço e experiência de compra, focando em todos os públicos, desde pequenos a grandes comerciantes e consumidores finais”, explica Beto Alves, diretor-executivo de Atacado do Grupo BIG.

Com olhar na prestação de atendimento com qualidade, a nova loja emprega aproximadamente 140 pessoas, entre empregos diretos e indiretos. Com 220 vagas de estacionamento, o Maxxi Atacado de Araras combina preços baixos e sortimento composto por mais de sete mil itens incluindo alimentos, produtos de higiene e limpeza e perecíveis que atendem às necessidades tanto do consumidor como a dos comerciantes da região.

O estabelecimento que fica na Vila Michelin, opera com os elevados padrões de segurança sanitária que foram adotados por toda a empresa desde o início da pandemia, com absoluto foco na proteção de colaboradores e clientes contra o novo coronavírus. Entre as medidas adotadas, estão: controle do número de clientes na loja, instalação de placas de acrílico nos caixas, displays de álcool em gel, reforço na higienização dos carrinhos, desinfecção da unidade, uso de máscaras obrigatórias, entre outras ações.

30 de junho de 2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
ESG

Minerva Foods é primeira a ganhar selo por energia 100% renovável

De Administrador SH 30 de junho de 2021
Escrito por Administrador SH

Empresa é reconhecida pela operação totalmente sustentável através do selo do Instituto Totum

A Minerva Foods tem se esforçado para aplicar, de maneira prática, o ESG (sigla em inglês para definir critérios ambientais, sociais e de governança) em seu dia a dia. Agora, a jornada em busca de mais comprometimento socioambiental acaba de ganhar novos contornos: a empresa foi reconhecida como a primeira companhia brasileira a operar apenas com energia renovável em todas as unidades operacionais. A ação foi celebrada com o Selo Energia Renovável, emitido pelo Instituto Totum, em parceria com a Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) e a Associação Brasileira de Energia Limpa (Abragel).

O reconhecimento vem seguido de alguns critérios, como a garantia de que a empresa compra certificados de energia renovável (I-RECs) em quantidade suficiente para compensar o gasto energético de suas operações em todo o território nacional. Com a iniciativa, a empresa zerou 100% as emissões líquidas no escopo 2 — aquelas provenientes da aquisição de energia elétrica consumida. No caso da Minerva, a energia renovável adquirida vem de parques eólicos.

Para garantir a sustentabilidade, os certificados são chancelados pela REC Brazil, programa de certificação de energia renovável, que fica a cargo de garantir as boas práticas de desempenho, eficiência e atuação social também nas usinas eólicas que emitem os certificados.

“Esta é mais uma grande conquista, proveniente da agenda de ESG da companhia, que vem sendo intensificada ano após ano. O Selo de Energia Renovável visa fomentar o mercado nacional de energia gerada a partir de fontes renováveis, e contempla as empresas que têm se destacado com a promoção da sustentabilidade no abastecimento de energia”, diz Taciano Custódio, diretor de sustentabilidade da Minerva Foods.

Compromissos sustentáveis

O reconhecimento relacionado às energias renováveis vem para reforçar o compromisso da empresa com a sustentabilidade, segundo a Minerva.

No início de 2021, a companhia foi reconhecida como a segunda entre as principais empresas do setor de proteína animal com o menor vínculo com desmatamento em um ranking global da ONG britânica Global Canopy, ficando atrás apenas da JBS. O ranking elencou 500 empresas de todo o mundo que apresentam os menores riscos de exposição a fornecedores de commodities com algum risco florestal. A empresa faz isso com a ajuda da tecnologia de georreferenciamento, que garante a rastreabilidade de fornecedores diretos.

No ano passado, a empresa excedeu os limites da Amazônia e levou o monitoramento ao Cerrado, bioma que sofre com índices alarmantes de desmatamento e que já perdeu 50% de sua área original. A preocupação com a preservação do Cerrado também é reflexo direto da pressão de investidores e multinacionais por cadeias de menor impacto e comprometimento ambiental. Hoje já são 15 milhões de hectares monitorados em todos os biomas brasileiros e no Paraguai.

A matriz energética mais limpa também deve ajudar a companhia a mitigar seus impactos climáticos e atingir a meta de reduzir, até 2030, 30% das emissões de gases causadores de efeito estufa dos escopos 1 e 2.  Para os próximos anos, os investimentos dedicados a mitigar as emissões poluentes serão de 1,5 bilhão de reais.

Fonte: Por Maria Clara Dias, Exame Invest

30 de junho de 2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
ESG

BRF se compromete a zerar emissões de gases até 2040

De Administrador SH 30 de junho de 2021
Escrito por Administrador SH

A empresa adotará ações escalonadas em toda a cadeia de produção com objetivo primário de reduzir até 2030, 35% das emissões diretas

A BRF comunicou nesta quarta-feira o compromisso de zerar o balanço de emissões de gases causadores do efeito estufa até 2040. O anúncio foi feito por Lorival Luz, CEO global da companhia, durante o 2º Fórum ESG organizado pela empresa.

“A questão climática é um desafio para todos. Cada um precisará fazer a sua parte, e o prazo para agirmos diminui a cada dia. A BRF vem se preparando para enfrentar a questão do aquecimento global há muito tempo, por isso temos consciência da relevância do anúncio que estamos formalizando hoje”, disse, durante o evento online. “Vamos reduzir as emissões de gases de efeito estufa e neutralizar as residuais”.

Segundo a vice-presidente global de relações institucionais, Grazielle Parenti, a empresa adotará ações em várias etapas de sua cadeia de produção. O objetivo será reduzir, até 2030, 35% das emissões diretas geradas pelas operações da empresa e as indiretas originadas pelo consumo de energia elétrica ou térmica, além de 12,3% das emissões indiretas, com neutralização das emissões residuais até 2040.

Quatro frentes serão prioritárias nos esforços: compra sustentável de grãos, fomento à agricultura de baixo carbono, aumento de uso de energia renovável e incremento da eficiência operacional. O processo de compra de grãos, informaram os executivos, terá novas diretrizes para que essa cadeia seja livre de desmatamento. A companhia não originará grãos do bioma amazônico de propriedades em que tenha havido desmatamento.

Em energia renovável, haverá investimentos nas fontes eólica e solar para que mais de 50% da energia consumida pela operação seja proveniente de fontes limpas até 2030. A empresa já havia anunciado em março uma parceria com o Banco do Brasil a oferta de R$ 200 milhões em li mite de crédito para financiar investimentos na instalação de painéis de energia solar nas granjas de 9,5 mil produtores integrados de aves e suínos. A expectativa é chegar a 700 granjas até o próximo ano. O uso de biogás parar gerar energia para essas estruturas é outra uma tecnologia que também ajudará a empresa a alcançar as metas.

Nas operações industriais, a BRF utilizará novas tecnologias de tratamento de efluentes e resíduos para reduzir as emissões de gases de efeito estufa. Já na parte logística, a empresa anunciou recentemente o novo centro de distribuição no Espírito Santo, o mais sustentável das operações e que servirá como modelo dos próximos e para nortear ajustes nos atuais, com painéis solares com capacidade para gerar até 1,5 megawatt de energia. A instalação terá, também, reaproveitamento de água, inovações na geração de frio e veículos com zero emissão de gás carbônico.

A empresa já vem fazendo mudanças. No evento, ela apresentou 22 compromissos no âmbito da Política de Sustentabilidade, divulgada no fim de 2020.

Hoje, segundo a companhia, cerca de 90% da energia elétrica que ela consome em escala global já vem de fontes renováveis. No ano passado, 3% foram de fontes não apenas renováveis, mas também limpas. Até o fim deste ano, a expectativa é que 25% da energia consumida seja gerada por fontes limpas.

Por Érica Polo, Valor

30 de junho de 2021 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestLinkedinWhatsappTelegramEmail
Mais recentes
Mais Antigas
banner para anunciantes
banner do canal whats
previous arrow
next arrow
  • Via Atacadista de R$ 30 milhões chega a Bento Gonçalves (RS)
  • Sorriso Fresh Gre-Nal é lançada em edição limitada
  • GPA passa a atuar com corretora de seguros própria
  • RedeCompras reabre atacarejo em Campina Grande e chega a João Pessoa
  • Ranking aponta Sadia e Perdigão como as marcas mais amadas do Brasil em carnes e derivados 
  • Ypê conecta cuidados com a casa a momentos de celebração no Círio de Nazaré
  • Jaú Serve chega à sua segunda loja em Descalvado

Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

logo-c-superhiper@2x.webp

SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

  • Seções
    • ABRAS
    • Shopper
    • Consumo nos Lares
    • Gestão
    • ESG
    • Eventos
    • Pessoas
    • Tendências
    • Política
    • Inovação
    • Varejo
    • Tecnologia
    • Indústria
  • Sala SuperHiper
  • Newsletter
  • Revista
  • Anuncie
  • Contato
  • Seções
    • ABRAS
    • Shopper
    • Consumo nos Lares
    • Gestão
    • ESG
    • Eventos
    • Pessoas
    • Tendências
    • Política
    • Inovação
    • Varejo
    • Tecnologia
    • Indústria
  • Sala SuperHiper
  • Newsletter
  • Revista
  • Anuncie
  • Contato

Leia a última edição

Abras

ABRAS em Ação nas Estaduais chega ao Rio Grande do Sul com...
“O grande desafio é o que fazer com os dados”
ABRAS’26 food retail future: confira os homenageados do Prêmio Advantage

Super atualizada. Hiper Conectada

Siga-nos
Linkedin Instagram Facebook Youtube Tiktok
SuperHiper
  • Home3 Homes
  • Home 1
  • SuperHiper