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GenteLojas

Grupo Mateus foca no bem-estar dos colaboradores com a Campanha Setembro Amarelo

De Administrador SH 5 de setembro de 2022
Escrito por Administrador SH

Com muita informação, empresa traz atividades e ações para conscientizar sobre a importância do equilíbrio emocional e como ele reflete em várias áreas

Para o grupo Mateus, é fundamental informar e conscientizar sobre o suicídio. É comprovado que falar do assunto ajuda na prevenção.

Com essa finalidade, a rede realizou a abertura da Campanha Setembro Amarelo em São Luís, e no formato online transmitido para todo o Grupo com uma live comandada pelo Gerente de Saúde, Segurança e Meio Ambiente, Allan Bueno.

Na oportunidade foi divulgada uma série de ações que serão realizadas no mês de setembro, como: blitz nas lojas para distribuição de folders e outros materiais de orientação, plantões psicológicos, lives e até mesmo um cinema com a temática.

O Mateus também fechou parceria com a Estância BelaVista que através da plataforma You possibilitará atendimentos psicológicos online acessíveis aos nossos colaboradores, a fim de dar suporte ao nosso Núcleo de Saúde Emocional que já faz esse trabalho.

Toda sexta haverá uma atividade específica para todos os colaboradores.

A importância da felicidade, saúde mental e equilíbrio emocional são alguns temas já previstos para serem trabalhados nas próximas semanas, em palestras virtuais a serem transmitidas pelo canal no Grupo Mateus no YouTube.

O gerente de saúde, segurança e meio ambiente do Grupo Mateus, Allan Bueno, explica que o objetivo é reforçar o bem-estar dos colaboradores do Grupo Mateus. “Nós entendemos que a saúde emocional influencia em todos os âmbitos, inclusive no físico e no social. Se um desses pilares está comprometido, esse trabalhador é afetado. Esse trabalho enfatiza tudo o que nós temos trazido até então, de campanhas de saúde e segurança para a companhia como um todo”, relata.

Saúde emocional

A Campanha do Setembro Amarelo é parte, ainda, das ações do núcleo de saúde emocional do Grupo Mateus, cujas atividades foram iniciadas durante a pandemia, como forma de dar suporte aos colaboradores e atender às necessidades daquele momento. Naquela época, foram contratados psicólogos para dar suporte emocional aos funcionários. “O núcleo surge como resultado dessas ações desenvolvidas de forma interna”, explica Allan Bueno.

Atualmente, o núcleo conta também com funcionários do Grupo Mateus e tem, entre seus pilares de atuação, atendimento psicológico presencial e virtual; plantões psicológicos; visitas às lojas para ações de mobilização em saúde emocional; e psicoeducação, trabalhando a saúde emocional para a formação de novos líderes – este último, atrelado às ações da UniMateus, espaço de capacitação profissional da companhia.  “Nós estamos pensando de uma forma bastante ostensiva e monitorando sempre nossos indicadores de saúde emocional”, conclui.

5 de setembro de 2022 0 Comentários
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LojasNegócios

GPA desconhece planos do Casino de vender seus ativos

De Administrador SH 4 de setembro de 2022
Escrito por Administrador SH

Devido à rumores, as ações do grupo ficaram entre as 10 mais valorizadas no dia na B3

O Grupo Pão de Açúcar informou na “que não tem conhecimento de informações acerca de decisão de venda da companhia pelo Casino e nem da possibilidade de uma oferta de um terceiro pela companhia e que tais informações se tratam de meras especulações de mercado”.

A manifestação da empresa ocorre após ser consultada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre notícia veiculada na edição de sexta do Estadão, sobre a existência de um plano do Casino para a venda dos ativos do GPA.

Segundo o comunicado, em relação a “possíveis venda de ativos da companhia, a notícia veiculada não apresenta nenhuma novidade. Conforme é de conhecimento do mercado, a companhia está sempre olhando oportunidades de monetização de ativos, como a mencionada venda da participação na Cnova.”

E complementa: “No entanto, neste momento, exceto pela venda dos pontos Extra Hiper e dos estudos para segregação de Éxito mencionados na notícia e que já foram devidamente divulgados ao mercado, não existe nenhuma decisão ou processo em andamento que se configure como um como um fato relevante”.

As ações do GPA subiram 5,11% nessa sexta na B3, entre as dez maiores valorizações do dia.

O PLANO

As possibilidades em torno do processo de venda dos negócios do grupo francês Casino são mais complexas e amplas, e passam por um acerto de várias “pontas” ao mesmo tempo, apurou o Valor. O desenho que vem sendo pensado, reservadamente entre as partes, ainda no campo da análise, envolve uma possível negociação da operação do Casino na França para o Carrefour global, e a saída de Abilio Diniz da sociedade no Carrefour, de maneira a se desvincular e estar livre para a compra do GPA. O que pode ocorrer com a entrada de fundos num pacote maior.

Apesar de ser um processo que dependeria de muitas etapas para avançar, parte do movimento pode ter começado, diz uma fonte.

Em junho, o Casino informou uma reorganização da operação na França para uma “simplificação” das sociedades. Segundo duas fontes, isso está dentro de uma estratégia de divisão dos ativos do Casino em quatro áreas principais, e negociá-las, ou buscar um outro rumo aos ativos em bolsas locais, separadamente. São elas: França, Brasil, Grupo Éxito e braço digital (Cnova). Oficialmente, o grupo francês disse em junho que todas as suas subsidiárias de distribuição de alimentos (inclui redes como Franprix e Monoprix) ficarão sob uma holding conjunta 100% detida pelo Casino Guichard-Perrachon.

O veículo apurou que essa ideia de simplificação está dentro desse plano maior de destravar valor dos ativos no mundo e poder vendê-los, se necessário.

Isso pode ser o pontapé inicial para Jean-Charles Naouri, CEO do Casino, avançar num acordo de venda do braço da França ao Carrefour, a depender de um entendimento com Alexandre Bompard, o CEO do Carrefour, e fechar outro acordo com Abilio Diniz, envolvendo o GPA.

Abilio, Naouri e Bompard

Qualquer movimentação passa necessariamente por Bompard, que teria ganhado força maior no Carrefour nos últimos anos, dentro do conselho de administração e nas discussões estratégicas. Neste momento, não há uma negociação em andamento, mas houve uma aproximação entre Naouri e representantes do Carrefour no último um ano.

A pandemia acabou postergando maiores contatos, mas há uma “janela já aberta”, nas palavras de uma fonte a par do tema.

Por esse desenho, Bompard continuaria dando as cartas na França, com uma operação maior (a depender de um aval do governo francês para o negócio), que é o seu desejo. E de forma paralela, haveria a saída de Abilio do Carrefour global, num movimento que já estaria sendo pensado também por outras razões.

Abilio tinha a ambição de fazer mais mudanças no Carrefour e implementar outro ritmo, algo que até avançou desde a sua chegada, no fim de 2014, mas ainda esbarra numa estrutura de tomada de decisões lenta e visões diferentes sobre certos temas.

Segundo uma fonte, não estaria fora de hipótese Abilio deixar sua posição no Carrefour Brasil, caso um negócio de fusão da rede com o GPA levasse a alguma dificuldade frente ao Cade, órgão antitruste. Fora do Carrefour, ele retornaria ao GPA — para alguns, ainda é o sonho de Abilio a sua volta à empresa da família.

A dúvida de pessoas a par do assunto é até que ponto um acordo com Abilio envolveria o Assaí.

Apuramos que Naouri até aceita negociar a França , mas quer manter Assaí hoje, porque vê potencial de Assaí ser muito maior do que é (maior até que GPA no passado), e poderia se desfazer do negócio num outro patamar de preço.

A questão também é se Abilio teria interesse, ou tamanho de cheque, para um pacote incluindo a posição de cerca de 40% do Casino no Assaí, o que colocaria a sua volta ao GPA em outro patamar.

No campo de negócios um pouco menores, mas que reforçam esse movimento com os ativos, o Casino já se desfez, há cerca de um mês, de sua posição na sua operação de energia GreenYellow, por 600 milhões de euros, e esse veículo apurou que deve se desfazer do site do Monoprix, rede de moda da empresa, para os franceses do grupo Beaumanoir. As conversas estão em andamento.

O Casino ainda tem outras opções na mesa, envolvendo outras redes europeias, caso esse desenho com Carrefour não avance.

Dívidas e renegociações

Parte dessa movimentação tem, como pano de fundo, a liquidação das dívidas da Rallye na França, a holding do Casino. A empresa obteve, em 2018, uma proteção contra credores, espécie de recuperação judicial, e tem um plano de alienação de ativos até o fim de 2023.

Essa reestruturação de dívidas diz respeito à França e ainda resta pagar 1,2 bilhão de euros de um total de 4,5 bilhões de euros. Há meses o Casino vem pagando e se desfazendo de ações e ativos, numa relação que parece estar numa boa fase com bancos, bem melhor do que no começo desse processo.

Uma fonte afirma que os planos de Naouri não têm relação apenas com alavancagem na França. Ele já teria decidido dar outro rumo aos seus negócios e à sua fortuna, após um período turbulento de negociações com bancos e frente à investidores, e não tem um DNA de varejista, mas cabeça de financista.

Paciência e “timing”

Dentro desse plano, ainda entra o futuro de Éxito e Cnova. O mercado pode acreditar que esses são pontos centrais do plano do Casino, mas são um capítulo de um possível novo redesenho de forças do varejo no país.

No Éxito, o projeto em estudo, como já publicado pela imprensa internacional no ano passado, é a separação da empresa, que faz parte do GPA, para um re-IPO na bolsa colombiana, mas apenas quando a janela de mercado reabrir, portanto possivelmente entre 2023 e 2024.

Esse “spin-off” pode ajudar a destravar valor da rede e elevar a sua liquidez, e, eventualmente, avançar para uma negociação do ativo, caso existam interessados.

Na Cnova, o Casino já disse que planeja aumentar a liquidez do papel, numa oferta de ações quando uma janela de mercado aparecer, e GPA tem 34% das ações da empresa, o que seria positivo para os acionistas do GPA e vem sendo aguardado pelos investidores.

O que é bom ficar claro ao mercado é o conjunto de condições necessárias para que todo esse jogo de xadrez, envolvendo decisões de Naouri, Bompard e Abilio, possa avançar.

Há anos, eventuais acordos envolvendo essas empresas não saíram do campo dos rumores por diversas razões. Há um detalhe hoje, que pode fazer diferença: os planos individuais de cada um dos três, e o ambiente mais favorável a eventuais acordos. “Abilio e Jean nunca estiveram tão bem desde a separação”, diz uma fonte, sobre o fim do acordo de sociedade em 2012.

De qualquer forma, quanto ao “timing” relativo aos planos dos ativos no Brasil, Colômbia e França, é bom os investidores terem alguma dose de paciência porque ainda há muitas peças soltas, e são diferentes empresas e empresários com suas próprias agendas, e é pouco provável que isso destrave completamente no curto prazo.

Fonte: Adriana Mattos, Valor

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Negócios

Como ficam as margens no 3º tri?

De Administrador SH 4 de setembro de 2022
Escrito por Administrador SH

Maior parte dos varejistas reduziu os ganhos diante a disparada da inflação para não perder vendas, apura Economatica

A escalada da inflação em 2022 e, especialmente, no segundo trimestre do ano, fez o varejo mexer nas suas margens de lucro. Em abril, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) atingiu o pico de 12,13% em 12 meses, para fechar junho em 11,89% no acumulado anual.

De acordo com levantamento feito pela consultoria Economatica para a Folha, dos 29 varejistas com ações negociadas na Bovespa, 21 reduziram no segundo trimestre a sua margem bruta (diferença entre a receita e o custo da mercadoria vendida), seja em relação ao primeiro trimestre do ano, seja em comparação ao segundo trimestre de 2021.

O levantamento apontou que, entre abril e junho deste ano, os varejistas aplicaram margens brutas entre 10,5% e 67,6%. No período, o indicador apresentou reduções entre 0,1 ponto percentual (p.p.) e 7,5 p.p.

“As reduções na margem bruta indicam que o varejo procurou segurar em parte o aumento da inflação e não repassá-lo na sua totalidade ao consumidor, a fim de não perder vendas”, disse Carlos Vieira, analista-chefe da TC Economatica.

De acordo com Vieira, a tendência é que agora, no segundo semestre do ano, com o incremento do pagamento do Auxílio Brasil de R$ 600 na economia, as varejistas voltem a recompor suas margens –ou seja, repassar todo o custo da inflação.

“Ao mesmo tempo, as empresas tendem a absorver a redução do custo do frete, proporcionada pela queda no preço dos combustíveis”, diz o economista.

A pesquisa da Economatica, uma das maiores provedoras de informações financeiras do país, levou em conta a classificação setorial internacional NAICs Nível 1, onde se encontram a maior parte das varejistas de capital aberto.

As empresas Americanas, C&A, Dimed (dona da rede de farmácias Panvel), Enjoei, Magazine Luiza, Pague Menos, RaiaDrogasil e Via (Casas Bahia e Ponto) não reduziram suas margens no segundo trimestre. Dessas 8, porém, 3 apresentaram queda na receita líquida (Via, Magazine Luiza e Americanas) e 3 registraram prejuízo no período (Magazine Luiza, Americanas e Enjoei).

Quanto ganhou o varejo no 2º trimestre

Margem bruta de 21 dos 29 varejistas na Bolsa recuou na comparação com o 1º tri de 2022 e/ou com o 2º tri de 2021

EmpresaSegmento BovespaReceita no 2º tri.22, em R$ milhõesVariação da receita no 2º tri.22 x 1º tri.22, em %Variação da receita 2º tri.22 x 2º tri.21, em %Margem bruta no 2º tri.22, em %Variação da margem bruta no 2º tri.22 x 1º tri.22, em p.p.Variação da margem bruta no 2º tri.22 x 2º tri.21, em p.p.Lucro líquido do 2º tri.22, em R$ milhões
AlliedEletrodomésticos1.269-7,2-16,9014,40,30-0,124
AssaíAlimentos13.29116,132,3016,10,2-1319
CarrefourAlimentos25.27926,33518,1-0,5-1,20620
D1000 FarmaMedicamentos e outros produtos374,614,436,3033,92,5-0,412,3
EmbparMaterial de transporte21929,6-10,7021,20-27-1,5
Eurofarma–1.675-2311,7063,80-3,1-0,70139,70
Lojas GrazziotinTecidos vestuário e calçados217,872,6011,554,2-1,200,149,2
Grupo MateusAlimentos5.20213,6039,722,60,2-0,60261,2
Grupo SBF/CentauroProdutos diversos1.4638,830,345,80-0,4-0,832,1
Grupo IMC (restaurantes)Restaurante e similares621,527,539,534,808,5-1,3-4,80
Le BiscuitProdutos diversos178,57,41344,30-0,70-3,6-37,2
Lojas MarisaTecidos vestuário e calçados731,4025,620,542,30-0,601,40-27,8
Lojas RennerTecidos vestuário e calçados3.62638,8045,760,80-0,21,8360,40
Minasmáquinas/Mercedes-BenzMaterial de transporte203,70366,510,5-1,30,7011
Mobly Móveis e DecoraçãoProgramas e serviços148,70-2,7-15,338-1,10,5-27,8
CDB/Grupo Pão de AçúcarAlimentos10.1160,5-14,825,8-0,10,4-173
Lojas Quero-QueroProdutos diversos556,12,9012,1033,6-0,70-6-4,4
Track&FieldVestuário131,416,839,254,1-5,9-5,517,3
VivaraAcessórios469,4039,129,7067,60-0,1-0,589
ViveoMedicamentos e outros produtos1.9462,4020,4016,71-6,3045,7
WLM/ScaniaMaterial de transporte461,5113,60-14,413,4-7,51,634,4

Fonte: Economatica

Na opinião do consultor em varejo Alberto Serrentino, sócio da Varese Retail, o principal movimento do segundo trimestre foi o aperto na margem líquida (percentual do lucro líquido em relação à receita total).

“Grande parte das empresas de varejo têm algum nível de despesa financeira associada a crédito aos clientes ou ao financiamento da operação”, diz Serrentino. “Com a disparada dos juros, essa despesa financeira ficou muito maior e comprime a margem líquida.”

No caso de grandes varejistas como o Carrefour, que viu a margem bruta diminuir no segundo trimestre do ano, Serrentino acredita que foi uma medida estratégica. “Segurar os preços foi claramente uma iniciativa para não perder participação de mercado”, afirmou.

Procurado, o Carrefour não atendeu ao pedido de entrevista. Também não atenderam a reportagem as empresas Grupo Pão de Açúcar, Assaí, Renner, Marisa, SBF/Centauro, IMC, Track & Field e Grupo Mateus.

5G E COPA DEVEM MOVIMENTAR VENDA DE ELETRÔNICOS, APOSTA ALLIED

A varejista eletrônicos Allied confirma que o maior problema tem sido o custo do dinheiro. “O custo do crédito foi o principal fator para comprimirmos as margens no primeiro e no segundo trimestres”, afirma Silvio Stagni, presidente da Allied.

Segundo ele, a inflação dos eletrônicos é lastreada em dólar e, apesar de alguns picos de alta da moeda este ano, não houve uma grande variação em relação ao ano passado.

Ao mesmo tempo, o mercado de eletrônicos apresentou um desempenho excepcional nos anos de 2020 e 2021, lembra, por conta do aumento das atividades online. “Agora voltamos ao patamar de 2019, com a diferença de enfrentarmos uma taxa de juros bem maior.”

A empresa tem um ecommerce próprio (Mobcom), é revendedora autorizada das marcas Apple, Google, HyperX e Xiaomi em grandes marketplaces, e opera 160 pontos de venda da Samsung no país.

O executivo, porém, está otimista com o segundo semestre. “A chegada do 5G movimenta o mercado de smartphones, aumentando o tíquete médio da categoria”, afirma.

Como exemplo, ele cita o levantamento da consultoria GfK, que apontou preço médio de R$ 1.350 para um smartphone 4G, enquanto um aparelho 5G custa R$ 3.055.

Stagni lembra que em novembro ocorre o tradicional melhor momento para as vendas de TVs, a Copa do Mundo, que neste ano será realizada no Catar.

“Infelizmente, a data coincide com outro momento de peso para os eletrônicos, a Black Friday”, afirma. “A gente acaba perdendo uma data, mas, de qualquer forma, as margens devem começar a melhorar.”

Para o consultor em varejo Eugênio Foganholo, da Mixxer Desenvolvimento Empresarial, neste terceiro trimestre o consumo ainda está andando de lado.

“Mas os últimos meses do ano devem se mostrar bem aquecidos”, diz Foganholo. “Depois das eleições, com a definição de um novo mandato presidencial, independentemente de quem assume, o consumidor vai ficar com a confiança renovada”, afirma o consultor.

Na visão de Foganholo, segmentos que demandam financiamento, como eletrônicos e material de construção, devem ser mais favorecidos. “Ainda que, objetivamente, não haja muito dinheiro disponível”, diz.

Carlos Vieira, da Economatica, concorda que as festas de fim de ano e o aumento da geração de emprego devem impulsionar o varejo no último trimestre, com destaque para os segmentos de vestuário e cosméticos. “Mesmo que estes empregos não venham acompanhados de aumento da renda.”

Já Alberto Serrentino acredita que a perspectiva do segundo semestre depende do cenário de juros para o próximo ano. “A inflação já está cedendo, embora com base em medidas temporárias e considerando a variável combustíveis”, diz.

“Mas se o preço do combustível seguir um movimento de acomodação e queda no mercado internacional, e caso não haja qualquer outra turbulência global que provoque novos surtos inflacionários, a inflação brasileira pode observar uma tendência de queda, com recuo nos juros”, afirma. “O que melhoraria imediatamente o cenário para o varejo, com um alívio nas despesas financeiras.”

Fonte: Daniele Madureira, Folha SP

4 de setembro de 2022 0 Comentários
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InternacionalNegócios

Alimentos amassados e prestes a vencer ajudam no orçamento das famílias americanas

De Administrador SH 4 de setembro de 2022
Escrito por Administrador SH

Inflação e sustentabilidade têm levado mais clientes às lojas especializadas, aumentando as vendas e evitando o desperdício

Em um mundo onde um pote de manteiga de amendoim custa US$ 1 a mais do que no ano passado e o preço de um litro de leite convencional chega a US$ 1,59 em algumas cidades, pagar US$ 1,49 por uma caixa gigante de flocos de arroz crocantes pode parecer uma boa ideia, mesmo que seja agosto e o cereal seja tingido de vermelho e verde para o Natal.

Nessas lojas, negócio é negócio

Com os preços nos supermercados dos Estados Unidos 13,1% mais altos do que um ano atrás, segundo o índice de preços ao consumidor de julho, um novo grupo de clientes descobriu as alegrias e as armadilhas de fazer compras em lojas de resgate de alimentos, onde uma caixa amassada nunca é um problema, as datas nas embalagens são meras sugestões e tentativas de marketing questionáveis saem de vista (cápsulas de café com sabor de bolinho de chocolate com creme?).

As lojas, que trafegam no que os principais varejistas de alimentos chamam de “invendáveis”, operam numa zona cinzenta entre bancos de alimentos para pessoas de baixa renda e grandes redes de descontos como a importadora alemã Aldi ou a Dollar General, que cresceu para mais de 18 mil lojas.

Com nomes como Sharp Shopper, Dented Can e Stretch-a-Buck, as lojas de resgate de alimentos têm sido uma salvação para famílias com orçamentos apertados e as naturalmente parcimoniosas. Compradores aventureiros em busca de pechinchas as usam para caçar tesouros culinários. Agora, os cansados da inflação estão se somando a eles.

Maggie Kilpatrick, uma blogueira e professora de culinária em St. Paul, em Minnesota, que tem doença celíaca, visitou uma loja de resgate de alimentos pela primeira vez em junho, depois que o custo de seus produtos sem glúten favoritos disparou. Alguém em um grupo “sem glúten” do Facebook mencionou uma loja de resgate a mais de 30 quilômetros de distância.

“Fiquei chocada”, disse ela. “Havia muitas coisas sem glúten, orgânicas e de alta qualidade que você nunca pensou que encontraria nessa pequena loja em Fridley, Minnesota.”

Um pacote com duas baguetes de uma marca que ela adora costuma ser vendido por cerca de US$ 6,99. Ela pegou três por US$ 5. A manteiga vegana custava US$ 1,99, cerca de US$ 5 a menos do que ela pagaria no Whole Foods Market.

“Entendo por que as pessoas ficam viciadas nisso”, disse ela

Muitas dessas lojas são pequenas e algumas não usam scanners de preços no caixa nem aceitam cartões de crédito, por isso, ter uma visão geral das vendas em todos os EUA é um problema. Uma análise de 405.101 recibos enviados por consumidores ao aplicativo de recompensas Fetch mostrou que o número de famílias que compraram em lojas de resgate no primeiro semestre deste ano foi mais de 8% maior que no ano anterior.

O gerente da Dickies, pequena rede da Carolina do Norte, disse que as vendas aumentaram 36% em relação ao verão passado. Outros gerentes de loja relataram aumentos de dois dígitos. “Tenho visto entrar muita gente que nunca esteve aqui antes”, disse Nicholas Duke, 27, gerente do que até recentemente se chamava Price Is Right nesta região turística nas montanhas Blue Ridge.

Os proprietários recentemente rebatizaram a loja de Uplifting Deals (Negócios Animadores). É parte de um plano de rebranding que eles esperam que atraia novos compradores, inclusive pessoas que antes poderiam torcer o nariz para lugares que vendem tubos de carne moída congelada por US$ 2 o quilo, limões amarelados e uma mistura de artigos, de tomates enlatados a vidros de molho de chef famoso por US$ 0,99.

“Estamos tentando melhorar a imagem e mostrar às pessoas que pode ser uma experiência de compra real”, disse Duke.

Em outra reviravolta, as lojas de alimentos recuperados estão atraindo consumidores ambientalmente conscientes decididos a fazer o possível para reduzir os US$ 161 bilhões em alimentos que o Departamento de Agricultura estima serem despejados todos os anos em aterros sanitários.

É por isso que Lynne Ziobro iniciou há dois anos o site Buy Salvage Food (Compre comida resgatada). Ela mantém um mapa nacional de lojas de alimentos recuperados e oferece orientação sobre maneiras de reduzir o desperdício.

“A maioria das pessoas que visitam meu site está procurando maneiras de economizar dinheiro em mantimentos, e espero poder conscientizá-las sobre o desperdício alimentar enquanto estão lá”, disse ela.

A ideia surgiu depois que ela ficou frustrada ao ajudar um amigo a encontrar um varejista para vender suas nozes saborizadas, que a Amazon estava retirando da plataforma à medida que a data de validade se aproximava. As visitas ao seu site, disse Ziobro, mais que triplicaram desde o ano passado e hoje giram em torno de 11 mil por mês.

Um punhado de novas empresas preocupadas com o desperdício adotaram o conceito de loja de resgate online, enviando promoções em carnes e laticínios, estouros de estoque e alimentos de agricultores que poderiam ser descartados.

“Acho que a mentalidade do guerreiro contra o desperdício de alimentos anda de mãos dadas com os que buscam valor”, disse Abhi Ramesh, que fundou a empresa de entregas em domicílio Misfits Market em 2018. A empresa está crescendo rapidamente e já enviou mais de 14 milhões de encomendas desde que começou.

Como qualquer comprador de resgate inteligente sabe, as datas nas embalagens de alimentos geralmente não significam muito. Seja “vender até”, “consumir antes de” ou “expira em”, elas se destinam a ajudar as lojas e os fabricantes a controlar o estoque e a informar aos consumidores quando um produto está com qualidade máxima.

O governo dos Estados Unidos não exige ou regula datas em nenhum alimento, exceto fórmulas infantis. A maioria dos estados tem regras sobre datas de validade de alimentos, mas elas variam muito.

No ano passado, o Congresso começou a considerar uma regra nacional uniforme que usaria apenas duas frases: “Melhor se usado até” para indicar qualidade e “usar até” para indicar quando um alimento pode se tornar impróprio para consumo. A Refed, organização que pesquisa o desperdício de alimentos, disse que um padrão universal acabaria com a confusão que leva as pessoas a gastar US$ 29 bilhões em alimentos seguros e comestíveis a cada ano.

“Não há nada de errado com alimentos recuperados ou algo que já passou da data”, disse Sarah Kaplan, 29, que administra as quatro lojas de alimentos de sua família em Asheville. “Fui criada com isso toda a minha vida e não morri.”

Veteranos das compras de resgate sugerem que os recém-chegados conheçam a loja e os funcionários, que podem indicar as verdadeiras pechinchas.

Confie em si mesmo e não em rótulos, dizem eles. Descubra em quais dias a mercadoria é entregue na loja e chegue cedo para obter a melhor seleção. E certifique-se de escolher uma boa loja. Elas variam de redes com cujas lojas poderiam estar em bairros ricos a mercearias com prateleiras desordenadas e legumes amassados.

“Eu disse a muitos dos meus amigos e colegas de trabalho: ‘Você precisa estar disposto a verificar as coisas que não estão boas para descobrir o que está”, disse Molly Nicholie, diretora executiva da Projeto de Agricultura Sustentável dos Apalaches, com sede em Asheville.

Embora ela aprecie as economias, Nicholie gosta de procurar. Durante sua incursão mais recente, encontrou meio quilo de manteiga tipo europeu embrulhada em papel alumínio por US$ 2,50. A caixa de transporte, que continha 16 quilos, foi aberta e uma embalagem rasgada, então o distribuidor vendeu a caixa inteira para um corretor de alimentos resgatados.

As corretoras de alimentos podem ser pequenas –algumas pessoas ambiciosas com um caminhão e algumas conexões em um armazém de distribuição para restaurantes. Outras são operações sofisticadas que trabalham diretamente com gigantes de alimentos como Hormel ou Mondelez.

Os produtores precisam descarregar grandes quantidades de estoque extra porque reformularam um produto ou modificaram a embalagem. Às vezes, as previsões de vendas mudaram. Os fabricantes vendem para lojas ou corretores que concordam em manter os alimentos fora do varejo normal para que a estratégia de preços e a imagem da marca não sejam prejudicadas.

Alguns donos de lojas de resgate têm relacionamentos diretos com cadeias de supermercados que precisam se livrar de alimentos que não conseguiram vender com desconto ou que se aproximam do prazo de vencimento. Alguns proprietários compram pão diretamente da pessoa que dirige uma rota de entrega local.

É um sistema imprevisível, cuja moeda é reputação, conexões e correria. E tem sua parcela de maus atores.

“Eu conheci pessoas que apagavam datas da maionese”, disse David Fox, presidente da Java Holdings, liquidatária de alimentos e mercadorias em Los Angeles. Ele começou há 31 anos trabalhando para uma empresa que vendia latas amassadas de vegetais de fábricas de conservas do norte da Califórnia que foram atingidas pelo terremoto de 1989.

Hoje sua empresa tem 11 funcionários, vários centros de distribuição e a capacidade de reembalar e rotular mercadorias excedentes para esconder os nomes de marcas nacionais. Quando a pandemia interrompeu as viagens, deixando linhas de cruzeiros e companhias aéreas com toneladas de refeições congeladas e tonéis de suco de laranja, ele encontrou compradores. Quando a PepsiCo aposentou a marca Aunt Jemima em 2021 por causa de suas conotações racistas, ele liquidou 50 caminhões de melado e massa para panquecas.

“Estou viciado”, disse ele. “Meu melhor amigo chama isso de cassino.”

Fonte: Kim Severson, NYT – FSP

4 de setembro de 2022 0 Comentários
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Negócios

Pequenos atacarejos se multiplicam nas grandes cidades

De Administrador SH 4 de setembro de 2022
Escrito por Administrador SH

Marcas desconhecidas se fixam em áreas pouco atrativas para as megaempresas do ramo

Até novembro de 2020, o terreno do n.º 140 na rua Eulálio da Costa Camargo, no bairro do Limão, na zona norte de São Paulo, era ocupado por um galpão onde eram despejados os entulhos recolhidos em caçambas espalhadas pela capital paulista. Há pouco mais de um ano, no entanto, o espaço se transformou no endereço de um atacarejo – modelo também conhecido como autosserviço – e passou a atender tanto os pequenos lojistas, como donos de lanchonetes, quanto ao público final.

Foi na pandemia que a JMW Foods resolveu dar um “upgrade” no próprio negócio: de distribuidora de alimentos resolveu investir em um atacarejo. Foi uma mudança motivada pela pandemia de covid-19, de acordo com a empresa. Com os clientes do setor de alimentação com as lojas fechadas por causa do isolamento social, o jeito foi ampliar os horizontes e encontrar novos consumidores.

O terreno no bairro do Limão, que já pertencia à companhia, facilitou esse processo. “Foi o jeito que encontramos de continuar vendendo e pagando os boletos”, resume o gerente geral da única loja da JMW Foods, Cleiton Nascimento. “Hoje nosso público principal são os restaurantes e lanchonetes aqui do entorno, além dos moradores do bairro.”

Assim como a JMW Food, outros pequenos atacarejos estão abrindo as portas em áreas não tradicionais para o modelo de negócio. Se no passado os endereços das redes como Assaí, Atacadão, Roldão e Makro estavam localizados em áreas mais afastadas, como em rodovias e próximos a trevos de cidades, agora os autosserviços começam a se instalar mais perto da casa dos clientes, em regiões de maior densidade populacional e em bairros de diferentes poder aquisitivo.

A Associação Brasileira dos Atacadistas e Distribuidores (Abad) entende que negócios de menor porte tentam “surfar a onda” de popularidade do modelo, impulsionada pela alta da inflação nos últimos anos. “Os pequenos devem ganhar mercado principalmente nas regiões menores onde as redes não têm atratividade para investir em novas lojas”, diz a associação.

Consumidor prefere economia ao ‘luxo’

Apesar de o modelo de negócio ter nascido com a função de atender os “transformadores”, que vão revender posteriormente as mercadorias, ao longo dos últimos anos, dada a possibilidade de economizar, o modelo de autosserviço tem atraído os clientes do tipo pessoa física. O atacarejo, com isso, vem se sofisticando: um sinal forte dessa tendência é o movimento de sofisticação empreendido pelo Assaí nas lojas que a rede comprou do Extra Híper, bandeira que o Grupo Pão de Açúcar (GPA) resolveu desativar.

Essa preferência pelo atacarejo aparece claramente em dados da NielsenIQ. O levantamento aponta que, em 2022, o modelo já atinge 67% dos lares dos brasileiros, tendo crescido 5 pontos porcentuais desde 2019, no pré-pandemia. Neste mesmo período, a utilização do serviço de hipermercados no mercado nacional caiu 4 pontos percentuais, chegando a 42% este ano.

Em 2015, quando o levantamento começou a compilar dados do setor, a disseminação do autosserviço no Brasil era de 47%. Nos últimos sete anos, portanto, o modelo cresceu 20 pontos porcentuais; enquanto isso, a utilização dos hipermercados, na mesma comparação, ficou estacionada em 42% dos lares.

Na avaliação do consultor de varejo Eugênio Foganholo, sócio da Mixxer Desenvolvimento Empresarial, novas marcas de atacarejo estão captando o público antes fiel ao modelo de supermercado. Agora, segundo ele, as pessoas estão dispostas a abrir mão da experiência de compras pela economia no preço da nota no final. “Esse é um movimento que já vem acontecendo há algum tempo”, diz.

De olho nessa mudança no perfil dos clientes, o empresário Fábio Dias decidiu mudar o foco do negócio de sua família. Há 28 anos atuando no ramo de supermercados em Sorocaba, no interior Paulista, ele investiu R$ 3 milhões na construção de uma nova loja para vender itens no atacado, no mesmo município. “Antes eu comprava de revendedor, agora vou direto nas fábricas e negocio o melhor o preço. Assim, consigo repassar os descontos para quem compra no atacado”, relata.

A estimativa inicial do empresário era de começar a ver retorno do investimento no atacarejo em até dois anos, mas o desempenho da loja surpreendeu. Em 11 meses de operação, o negócio já se sustenta sozinho. Por isso, Dias refez as contas e se prepara para lançar a segunda unidade focada no atacado, com investimento inicial de R$ 1 milhão. “Nós percebemos que os nossos clientes do mercado também gostavam de comprar em quantidade, para economizar”, afirma.

No caso do atacarejo JWM Foods, os planos também são de expansão. Depois de ampliar o tamanho da primeira loja e aumentar as vendas em 40% nos últimos seis meses, a companhia vai inaugurar uma segunda unidade em Cajamar, na região metropolitana de São Paulo, conforme adianta o gerente da empresa. “Vamos inaugurar no próximo mês. Já estamos com quase tudo pronto, faltam só alguns detalhes de decoração”, afirma Nascimento.

Gigantes do atacarejo avançam rapidamente

A entrada dos atacarejos nos bairros não é, no entanto, uma movimentação exclusiva dos pequenos varejistas. Quem também acompanha de perto essa mudança é o Assaí. No ano passado, a companhia comprou 71 lojas da bandeira de hipermercados Extra e se prepara para chegar em regiões onde o preço dos terrenos costuma ser mais caro. O investimento nessas aquisições, anunciado em 2021, foi bilionário.

Conforme conta o diretor de operações para o sudeste do Assaí, Luís Carlos Araújo, a aquisição das unidades acelerou o processo de expansão da bandeira e possibilitou a chegada em endereços mais nobres. “A localização das lojas sempre foi algo importante para o nosso negócio”, diz. “A compra do Extra, para nós, veio principalmente para entrar nos grandes centros. Cada vez mais nós queremos atingir o consumidor final.”

Diferentemente do JMW Foods e do Atacado Dias, ambos com menos de 2 mil metros quadrados de loja, as novas unidades do Assaí terão entre 6 mil e 10 mil metros quadrados.

Aumento no custo de operação

Para agradar os consumidores, as empresas têm ampliado os serviços disponíveis, introduzindo espaços para padarias e açougues, além de ampliar o “mix” de produtos ofertados nas lojas. Nas futuras unidades da rede do Assaí, principalmente nos endereços em áreas nobres das cidades, até o número de rótulos de vinho da adega foi ampliado para atrair os clientes.

Para o consultor Foganholo, essas facilidades podem afetar o principal diferencial competitivo dos atacarejos, que costumam ofertar preços mais baixos justamente por ter operações mais enxutas. “Quanto mais serviços, maior é a despesa operacional e menor o desconto nos produtos”, avalia.

Fonte: Wesley Gonsalves, Estadão

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NegóciosTecnologia

Vendas por lives surpreendem rede regional

De Administrador SH 4 de setembro de 2022
Escrito por Administrador SH

Método do virtual commerce aguça o desejo das pessoas do outro lado do vídeo

A rede de supermercados Dalben, sediada em Campinas, interior de São Paulo, tem apostado no virtual commerce para alavancar as vendas em datas comemorativas, como o Dia dos Namorados e Dia dos Pais, e crescer, cada vez mais, no território digital

O virtual commerce consiste nas vendas por vídeos, que podem ser transmitidos ao vivo (live commerce) ou gravados e editados, podendo ser veiculados e disponibilizados tanto no site quanto nas redes sociais da varejista.

A rede já realizou diversas ações em seu site utilizando a tecnologia e metodologia de virtual commerce da Oli, abrindo a possibilidade do cliente assistir a live, consuma o conteúdo, interaja com os apresentadores e finalize as compras no site sem sair das transmissões ao vivo.

Com a tecnologia, a rede de supermercados registrou nas últimas lives um impulsionamento das vendas em até 128%, com uma alta de 10% no tíquete médio das compras. As ações combinadas já resultaram em um crescimento de cerca de 107% no volume de transações com a transmissão do conteúdo gravado do virtual commerce.

Criada em 2021, a Oli já realizou mais de 130 lives e tem projeção de faturar R$ 25 milhões neste ano. Além da Dalben, a empresa tem no portfólio clientes do setor de moda, varejo e bens de consumo, como Riachuelo, Anacapri, Casas Bahia e Mary Kay.

A empresa possui a estrutura para todas as etapas da produção de uma virtual shopping, fazendo o desenvolvimento da estratégia da campanha, conteúdo, seleção e treinamento de influenciadores, além de contar com estúdios próprios para as gravações.

“O diferencial do virtual commerce é que ele vai além da live, transmissão ao vivo. A ação se inicia com a transmissão do conteúdo ao vivo e pode reverberar por meio do conteúdo gravado no site por tempo indeterminado, deixando a ação com uma cauda longa. O vídeo gravado após a live no Dalben já chegou a converter valores similares da transmissão ao vivo”, afirma Ludmilla Tavares, head de Marketing da Oli.

De acordo com um levantamento feito pela empresa de tecnologia para o varejo Linx, o primeiro trimestre de 2022 registrou um aumento de 12% no número de pedidos do comércio online e um salto de 8% na receita total das vendas online em supermercados, em comparação com o mesmo período do ano passado.

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Negócios

Carrefour entrega lojas convertidas do Maxxi

De Administrador SH 4 de setembro de 2022
Escrito por Administrador SH

O custo de transição para o Atacadão saí em média por 10 milhões de reais

O Grupo Carrefour Brasil entrega as primeiras quatro lojas convertidas do atacarejo Maxxi para a bandeira Atacadão. Elas fazem parte de um total de 124 lojas adquiridas do Grupo Big (antigo Walmart) que serão transformadas em outras bandeiras ao longo de dois anos, ao custo de R$ 2,1 bilhões.

Essa transição de marcas de um atacarejo para outro, porém, é uma das reformas mais baratas. Em média, gasta-se R$ 10 milhões e a expectativa é de que o mesmo espaço passe de R$ 23 mil em vendas por m², para R$ 35 mil. O Assaí, principal concorrente do Atacadão, também está numa fase de modernização de lojas, tendo inaugurado as primeiras conversões de lojas do Extra.

Para turbinar o visual das lojas, o CEO do Carrefour Brasil, Stephane Maquaire, garante que a mudança não se tratou apenas de trocar a cor vermelha pela laranja na fachada. A operação foi transportada para um modelo de custos bem definido, com corredores mais largos, wi-fi para os clientes, além de incorporar facilidades como balanças na boca dos caixas, o que evita filas internas na área de hortifruti, e pagamento via Pix.

Além disso, as lojas vão passar a oferecer cerca de 10 mil produtos. Antes, o Maxxi trabalhava com uma diversidade menor, em torno de 6 mil itens. Também é um movimento já visto no Assaí, que incorporou até seção de vinhos às lojas.

A vantagem é que essas melhorias não envolvem mudanças estruturais, o que permite que a loja fique aberta durante a maior parte do processo. Em junho, quando foi concluída a compra do Big, a companhia informou ao mercado que para trocas de bandeiras eram necessários apenas 3 dias de fechamento.

Mais serviços em atacarejo: vale a pena?

Maquaire afirma que, apesar dos serviços oferecidos hoje nos atacarejos deixarem a operação das lojas um pouco mais caras, o aumento de vendas projetado tem a capacidade de diluir esses custos.

Ao todo, a companhia herdou do Big, 58 atacarejos. Nessa primeira leva, 38 vão mudar para a bandeira do Atacadão. Essa manutenção de 20 estabelecimentos com a marca original do Grupo Big gerou algum desconforto de investidores, que consideraram o portfólio de marcas resultante da aquisição algo complexo.

No entanto, o CEO da companhia defende que os passos estão sendo dados aos poucos e que, após finalizar essa etapa de 124 conversões, que envolve outras bandeiras e formatos, o grupo vai avaliar uma próxima leva de reformas.

Sobre possíveis conversões de suas lojas de hipermercados Carrefour para o “formato vencedor do Atacadão”, Maquaire afirma que o grupo está atento a essas oportunidades, mas que hoje o foco está em converter as lojas adquiridas.

São 80 hipermercados Big a serem transformados nessa primeira leva de conversões. Desses, 28 vão migrar para o formato do Atacadão, 47 em hipermercados Carrefour e 7 em Sam’s Club, sendo que duas lojas terão hipermercado e clube de compras lado a lado.

“Acreditamos que o formato de hipermercado ainda faz sentido em determinadas regiões”, afirma Maquaire.

Fonte: Talita Nascimento, Terra

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Negócios

Carrefour tem aval do Cade para vender lojas Assun

De Administrador SH 4 de setembro de 2022
Escrito por Administrador SH

Companhia não divulgou inicialmente os possíveis candidatos ao negócio

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) recomendou a aprovação sem restrições da venda de quatro lojas do Carrefour Brasil ao grupo gaúcho Asun, segundo despacho do Diário Oficial da União.

A venda das lojas, cujas localizações específicas não são públicas nos documentos do processo, fazem parte de acordo que o Carrefour Brasil fez com o Cade para desinvestimento de 14 pontos como condição para aprovação do órgão regulador da aquisição do Grupo BIG, concluída em junho.

Apesar de condicionantes à aprovação, o Carrefour Brasil teve permissão para concluir o negócio antes de finalizar as vendas das lojas.

O Carrefour Brasil não havia divulgado inicialmente ao mercado quem seriam os compradores das lojas.

Fonte: Reuters

4 de setembro de 2022 0 Comentários
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ESGNegócios

Rock in Rio projeta reciclar 4,5 milhões de copos plásticos

De Administrador SH 1 de setembro de 2022
Escrito por Administrador SH

Parceria da Heineken com Coca-Cola, Natura e Brasken vai de encontro aos propósitos de sustentabilidade das cias

A união das marcas prevê a reciclagem de cerca de 4,5 milhões de copos plásticos produzidos para os sete dias do festival. O material recolhido na Cidade do Rock será transformado pela Braskem em matéria-prima circular para a produção de embalagens de desodorantes corporais perfumados de diversas marcas da Natura.

Para que a iniciativa seja eficaz, o engajamento do público será fundamental. Pensando nisso, neste ano os esforços das empresas serão redobrados no chamado para que as pessoas se mobilizem em torno do tema e participem ativamente desse movimento como agentes de transformação.

A ação contempla diversas comunicações de conscientização em relação à reciclagem, começando pela comunicação do festival que vem incentivando o engajamento do público pelo descarte correto dos resíduos não apenas nas lixeiras, mas também nos 4 pontos de descarte espalhados pela Cidade do Rock onde a Braskem também estará presente.

Os copos da Coca e da Heineken também estampam uma mensagem de incentivo ao público para a realização do descarte correto do material. Também como incentivo, os materiais plásticos descartados na ação da Braskem poderão ser trocados por pontos que se transformam em brindes e experiências especiais para curtir o evento.

Após o descarte feito pelo público, a Comlurb fará o gerenciamento para destinação dos resíduos plásticos às cooperativas parceiras do Rock in Rio Brasil 2022. Essas, por sua vez, farão a separação e darão o destino correto para que o processo de transformação destes resíduos em resina circular da Braskem seja realizado com sucesso pela Clean Plastic.  Para garantir essa operação, a Reutiliza Já estará fazendo todo o processo de rastreabilidade dos resíduos, alimentando a plataforma Block Chain e dando transparência ao processo. Ao final da transformação, a resina reciclada será entregue à Natura para a fabricação de embalagens de produtos de cuidados pessoais.

“Uma das nossas metas de sustentabilidade é a circularidade. Como marca, assumimos o compromisso de que, até 2030, 80% das embalagens de vidro sejam circulares. A implantação de um sistema de economia circular, inclusive para as garrafas long necks, é um empenho prioritário da Heineken®. Levar essa ideia para o Rock in Rio e contribuir para um evento mais equilibrado ambientalmente é uma satisfação para nós”, afirma Eduardo Picarelli, diretor da Business Unit da marca da Heineken® no Brasil.

“A redução de resíduos é um compromisso de longa data da Natura, primeira empresa brasileira de cosméticos a oferecer refis de produtos há mais de 35 anos. Hoje, a circularidade é uma das nossas três causas, chamada Mais Beleza, Menos Lixo. Atualmente, 81% de todo o material de nossas embalagens já é reutilizável, reciclável e compostável, e a meta é chegar a 100% até o final da década. Também temos o compromisso de ser uma empresa carbono zero até 2030. Transformar esses resíduos em embalagens de desodorantes corporais de diversas linhas da Natura, portanto, reafirma a nossa crença de que o lixo não é o fim, mas um novo começo. Estamos muito orgulhosos dessa ação conjunta no maior festival de música e entretenimento do mundo porque acreditamos que engajar as pessoas para as transformações que queremos ver na sociedade é fundamental”, afirma Denise Coutinho, diretora de Marketing da Natura.

“A Coca-Cola assumiu o compromisso público de até 2030 zerar o impacto de todas as embalagens da marca no planeta. Esse objetivo, que faz parte da visão Mundo Sem Resíduos, é um grande desafio para nós e não vamos conseguir fazer isso sozinhos. Não se trata apenas de reduzir o nosso impacto, mas sim, ser uma força maior para enfrentar os desafios a longo prazo. Por isso, os consumidores também têm um papel fundamental nessa jornada de economia circular.  Entendemos que eventos como o Rock in Rio e festivais icônicos de música, são ótimas oportunidades para engajarmos as pessoas com o tema e promovermos o lado educacional sobre impacto socioambiental. Nós, com outras grandes marcas, estamos reforçando o cuidado com o nosso planeta também nas horas de diversão e nosso compromisso com o meio ambiente. Entre as metas da The Coca-Cola Company estão a expansão dos produtos recicláveis para todas as embalagens, a incorporação de pelo menos 25% de material reciclado nas embalagens PET da companhia até 2025 e alcançar a destinação correta para 100% das embalagens colocadas no mercado até 2030. Estamos juntos nessa”, pontua Katielle Haffner, Head de Sustentabilidade, Relações Públicas e Comunicações da Coca-Cola Brasil.

“Essa iniciativa está diretamente relacionada com as metas que a Braskem assumiu para os próximos anos em prol da economia circular. Faz parte do nosso compromisso conscientizar a sociedade sobre o uso e descarte consciente de resíduos plásticos e engajar a todos nessa tarefa que é coletiva. Se a intenção do Rock in Rio é fazer um mundo melhor, queremos ser parte disso, pois acreditamos que é possível, sim, desde que tenhamos a colaboração e parceria de todos os setores da cadeia”, afirma Ana Laura Sivieri, diretora de marketing e comunicação da Braskem”

Roberta Medina, vice-presidente executiva do Rock in Rio afirma que a ação é mais um passo dado pelo Rock in Rio em direção a um mundo melhor. “Somos uma marca cada vez mais comprometida em ajudar na construção de um mundo melhor e somos agentes ativos nessa construção. Desde a edição de 2011, já conseguimos alcançar a marca média de 80% de resíduos desviados de aterro. Este ano, além das iniciativas com os recicláveis, estamos destinando para compostagem o resíduo orgânico dos caterings artístico e de fornecedores. Apenas na montagem já temos menos 650 kg de resíduos orgânicos para o aterro. Temos convicção de que só conseguiremos fazer melhor a cada dia se toda a cadeia produtiva estiver envolvida e se essas iniciativas estiverem ao alcance de mais e mais empresas. Essa união de várias empresas em prol de um mesmo objetivo é um bom exemplo de como isso pode acontecer.”

A reciclagem de resíduos sólidos reduz os impactos ambientais relacionados à extração de recursos naturais utilizados para a fabricação de novos produtos. Reciclar é uma solução acessível, funcional e de impacto. Importante lembrar que esse é um projeto que também traz benefícios sociais, além dos ambientais.

Essa não é a primeira vez que os copos do evento serão transformados em produtos de beleza. Na edição de 2019 do festival, os copos da Heineken foram transformados em tampas do desodorante corporal da linha Humor da Natura, também com a atuação da Braskem no processo da reciclagem e do Rock in Rio e seus parceiros na gestão e separação dos resíduos.

Entenda o caminho da reciclagem de matéria-prima:

  • Rock in Rio com os seus parceiros implementam um vasto projeto de gestão de resíduos;
  • Resíduos são separados corretamente pelo público na Cidade do Rock ou são entregues em um dos pontos de troca por brindes;
  • Resíduos recicláveis são encaminhados para cooperativas parceiras contratadas pelo Rock in Rio;
  • Cooperativas separam os copos e formam fardos;
  • Reutiliza Já acompanha todo o processo e assegura a rastreabilidade
  • Braskem compra o material das cooperativas garantindo geração de renda, transporta e converte os copos em resina reciclada;
  • Fornecedores de embalagem da Natura compram a resina reciclada da Braskem e produzem peças;
  • Natura compra as peças produzidas com resina reciclada e as transforma em produtos na fábrica de Cajamar, em São Paulo;
  • Consultoras de Beleza Natura vendem os produtos com embalagem produzida a partir da resina reciclada. Além de gerar renda, a iniciativa reduz o impacto ambiental e estimula o consumo consciente entre os clientes.

Gestão de Resíduos no Rock in Rio

A aguardada 9ª edição brasileira do Rock in Rio acontece em setembro deste ano. Mais que a grandiosidade como encontro de música e entretenimento, o Rock in Rio é também um festival comprometido com a sustentabilidade. É o primeiro evento da América Latina e um dos primeiros do mundo a ser certificado pela ISO 20121 — Sistema de Gestão de Eventos Sustentáveis — e envia para reciclagem 80% de todos os resíduos gerados durante sua realização, tendo como meta para 2030 desviar todos os seus resíduos de aterro. A gestão de resíduos é uma das operações mais relevantes do Rock in Rio e já destinou para reciclagem 1,9 mil toneladas de resíduos em todas as edições.

Sobre o Grupo HEINEKEN no Brasil 

O Grupo HEINEKEN chegou ao Brasil em maio de 2010, após a aquisição da divisão de cerveja do Grupo FEMSA e, em 2017, adquiriu a Brasil Kirin Holding S.A (“Brasil Kirin”), tornando-se o segundo player no mercado brasileiro de cervejas. O Grupo gera mais de 14 mil empregos e tem 14 unidades produtivas no país, sendo 12 cervejarias, localizadas em Alagoinhas (BA), Alexânia (GO), Araraquara (SP), Benevides (PA), Caxias (MA), Igarassu (PE), Igrejinha (RS), Itu (SP), Jacareí (SP), Pacatuba (CE), Ponta Grossa (PR) e Recife (PE), duas microcervejarias em Campos do Jordão (SP) e Blumenau (SC). No Brasil, o portfólio de cervejas do Grupo HEINEKEN é composto por Heineken®, Heineken® 0.0, Sol, Amstel, Amstel Ultra, Kaiser, Bavaria, Eisenbahn, Baden Baden, Devassa, Schin, Glacial, No Grau, Lagunitas, Blue Moon e Tiger. O portfólio de não alcoólicos inclui Água Schin, Schin Tônica, Skinka e os refrigerantes Itubaína, Viva Schin e FYs. Com sede em São Paulo, a companhia é uma subsidiária da HEINEKEN NV, a maior cervejaria da Europa. Informações adicionais

Sobre a The Coca-Cola Company

The Coca-Cola® Company (NYSE: KO) é uma empresa completa de bebidas com produtos vendidos em mais de 200 países e territórios. O propósito da companhia é de refrescar o mundo e fazer a diferença. Vendemos várias marcas de bilhões de dólares em várias categorias de bebidas em todo o mundo, nosso portfólio de marcas de refrigerantes com gás inclui Coca-Cola®, Sprite e Fanta. Algumas de nossas marcas de hidratação, esportes, café e chá incluem Dasani, Smartwater, vitaminwater, Topo Chico, BODYARMOR, Powerade, Costa, Georgia, Gold Peak, Honest e Ayataka. Nossas marcas de nutrição, sucos, laticínios e bebidas à base de plantas incluem Minute Maid, Simply, inocente, Del Valle, fairlife e AdeS. Estamos constantemente transformando nosso portfólio, desde a redução do açúcar em nossas bebidas até o lançamento de novos produtos inovadores no mercado. Também buscamos impactar positivamente a vida das pessoas, comunidades e o planeta por meio da reposição de água, reciclagem de embalagens, práticas de fornecimento sustentável e reduções de emissões de carbono em toda a nossa cadeia de valor. Juntamente com nossos parceiros de envasamento, empregamos mais de 700 mil pessoas, ajudando a trazer oportunidades econômicas para comunidades locais em todo o mundo. Saiba mais em www.coca-colacompany.com e siga-nos no Twitter, Instagram, Facebook e LinkedIn.

Sobre a Natura

Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira de higiene e cosmética. Conta com 2 milhões de consultoras na América Latina, sendo líder no setor de venda direta no Brasil. Faz parte de Natura &Co, resultado da combinação entre as marcas Avon, Natura, The Body Shop e Aesop. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber a certificação de empresa B no mundo, em dezembro de 2014, o que reforça sua atuação transparente e sustentável nos aspectos social, ambiental e econômico. É também a primeira empresa brasileira a conquistar o selo “The Leaping Bunny”, concedido pela organização de proteção animal Cruelty Free International, em 2018, que atesta o compromisso da empresa com a não realização de testes em animais de seus produtos ou ingredientes. Com operações na Argentina, Chile, Colômbia, Estados Unidos, França, México, Peru e Malásia, os produtos da marca Natura podem ser adquiridos com as Consultoras, por meio do e-commerce, app Natura, nas lojas próprias ou nas franquias “Aqui tem Natura”. Para mais informações, visite https://www.natura.com.br ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedIn, Facebook e Instagram.

Sobre a Braskem

Orientada para as pessoas e para a sustentabilidade, a Braskem está engajada em contribuir com a cadeia de valor para o fortalecimento da Economia Circular. Os 8 mil Integrantes da petroquímica dedicam-se diariamente para melhorar a vida das pessoas criando as soluções sustentáveis da química e do plástico. A Braskem possui DNA inovador e um completo portfólio de resinas plásticas e produtos químicos para diversos segmentos, como embalagens alimentícias, construção civil, industrial, automotivo, agronegócio, saúde e higiene, entre outros. Com 40 unidades industriais no Brasil, EUA, México e Alemanha, a companhia exporta seus produtos para Clientes em mais de 71 países.

Sobre o Rock in Rio

O Rock in Rio foi criado para dar voz a uma geração e promover experiências únicas e inovadoras. Em 1985, o evento foi responsável por colocar o Brasil na rota de shows internacionais. Batendo recordes de público a cada edição e gerando impactos positivos nos países onde é realizado, se consagrou como o maior festival de música e entretenimento do mundo. Consciente do poder disseminador da marca, hoje o Rock in Rio pauta-se por ser um evento com o propósito de construir um mundo melhor para pessoas mais felizes, confiantes e empáticas num planeta mais saudável.

A internacionalização da marca começou por Portugal, Lisboa, em 2004, onde o evento acontece até hoje, seguido por Espanha (Madri) e pelos Estados Unidos (Las Vegas). No Rock in Rio, os números não param de crescer. Pelas Cidades do Rock já passaram mais de 10 milhões de visitantes nestas 21 edições. Em 37 anos, o festival ganhou o mundo e tornou-se um verdadeiro parque de experiências, mas muito além disso, cresceu e ampliou a sua atuação, sempre com o olhar no futuro.

Adotando e incentivando práticas que apoiam o coletivo, o Rock in Rio preza pela construção de um mundo melhor e se une a empresas que possuem este mesmo olhar e diretriz. Em 2013, foi reconhecido por seu poder realizador ao receber a certificação da norma ISO 20121 – Eventos Sustentáveis. Desde a primeira edição, já gerou 237 mil empregos diretos e indiretos e investiu, junto com seus parceiros, mais de R$ 110 milhões em diferentes projetos, passando por temas como sustentabilidade, educação, música, florestas, entre outros.

1 de setembro de 2022 0 Comentários
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LojasNegócios

Grupo catarinense amplia número de lojas

De Administrador SH 1 de setembro de 2022
Escrito por Administrador SH

Com investimento milionário, companhia entrega nova unidade agora em setembro

A Unibox Dinardelli irá abrir a sexta loja de atacarejo em Massaranduba-SC, no centro da cidade. A unidade terá 3.400 mil metros quadrados de área construída, conta com 11 Checkouts e mais de 100 vagas de estacionamento para automóveis, motos e bicicletas, o investimento será em torno de 17 milhões de reais.

A loja terá em aproximadamente 60 funcionários e vai oferecer em torno de 9500 itens diferentes, nos setores de açougue, padaria, frios, congelados, frutas e verduras, mercearia seca, bebidas e bazar. Um atacarejo completo para atender os consumidores, a gastronomia e outras empresas e comércio em geral.

A rede vai para a 6ª loja, sendo a matriz na cidade de Rio do Sul, uma loja em Indaial, 3 na cidade de Blumenau e agora uma unidade na cidade de Massaranduba. A empresa tem projetos de expansão para os próximos anos, do Vale do Itajaí sentido litoral.

1 de setembro de 2022 0 Comentários
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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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