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segunda-feira, maio 25, 2026
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GenteNegócios

Coop implementa novo modelo de gestao

De Administrador SH 14 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Associação com quase 1 milhão de cooperados traça novas estratégias para ampliar divisas e nichos de mercado

A Coop adotou no início deste ano um novo modelo organizacional orientado por processos e para reforçar e contribuir com as metas traçadas em seu planejamento estratégico, a diretoria do Negócio Supermercado passou a contar, desde 1º de agosto, com duas cadeiras.

O posto de diretor de Operações de Supermercado e Supply Chain passou a ser ocupado por Marco Aurélio Prometti e o de diretor comercial de Supermercados, por Carlos Dante Proveti.

Para o diretor geral Pedro Mattos, abastecer e vender são processos complexos. “Por isso, vimos a necessidade de diretorias separadas para que cada uma possa ter foco total em suas áreas de atuação. Entre os benefícios que a reorganização traz para a nossa cooperativa estão maior eficiência, ganho em rentabilidade, melhor atendimento aos cooperados e clientes e maior velocidade e efetividade no relacionamento com os fornecedores”, explica Pedro Mattos.  

Marco Aurélio Prometti é formado em Administração com habilitação em Comércio Exterior e possui várias especializações, como MBA em Gestão Estratégica de Negócios pela FGV, pós-graduação em Marketing e capacitação executiva em Supply Chain pela USP. Conta com mais de 30 anos de experiência, passando por empresas nacionais e multinacionais, atuando na gestão de toda a cadeia de suprimentos.

Carlos Dante Proveti é graduado em Administração de Empresas pela Universidade Católica de Petrópolis (RJ), possui vasta experiência em empresas de grande porte, com ênfase no setor de varejo e atacado, acumulando mais de 30 anos de vivência nas áreas de Operações e Comercial. Tem passagens por grandes redes de varejo, inclusive já trabalhou em diversos estados do Brasil como diretor regional de operações e comercial.

Atualmente, a Coop possui mais de 900 mil cooperados ativos, 30 lojas de supermercado, sendo 23 no Grande ABC, uma em Piracicaba, duas em São José dos Campos, duas em Sorocaba, duas em Tatuí e um atacarejo em São José dos Campos, além de três postos de combustíveis e 81 drogarias em operação. Por ser uma cooperativa, seu principal objetivo é oferecer os melhores serviços a preços justos, além de reverter benefícios aos cooperados e à comunidade. 

14 de agosto de 2022 0 Comentários
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ESG

Nem toda multinacional cumpre metas de reduzir o uso plástico

De Administrador SH 14 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Estudo europeu revela que muita gigante do setor de alimentos passa longe dos próprios desafios imputados para uma cadeia produtiva sustentável

Investigação da DW aponta que dois terços das promessas de redução do uso de plástico em embalagens não foram cumpridas por multinacionais europeias. A multinacional francesa de alimentos Danone fez uma promessa ambiciosa em 2008: dentro de um ano, 50% do plástico usado ​​nas garrafas de água da empresa deveria ser de material reciclado. O relatório de sustentabilidade da Danone classificou a medida como “uma alavanca para reduzir o peso das embalagens e diminuir as emissões de CO2”.

O plano teria sido um passo na direção certa na luta contra a poluição global por plásticos. O plástico não é apenas um dos principais produtos feitos a partir de combustíveis fósseis – como petróleo e gás natural -, mas também um dos mais duradouros.

As garrafas de plástico, por exemplo, podem levar até 450 anos para se decompor. Os microplásticos resultantes prejudicam tanto animais quanto humanos, poluindo oceanos, solo e até o ar. E a indústria de alimentos e bebidas é uma das maiores poluidoras por plásticos do mundo.

De acordo com a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), 79 milhões de toneladas de resíduos plásticos foram descartadas diretamente no meio ambiente em 2019: no solo e nos oceanos, por meio da queima a céu aberto ou em aterros sanitários. Isso representa mais de um quinto do total de resíduos plásticos de todo o mundo.

As empresas estão cumprindo suas promessas de serem mais sustentáveis?

A DW e a Rede Europeia de Jornalismo de Dados analisaram algumas das maiores fabricantes de alimentos e bebidas da Europa para descobrir.

Esse não foi o caso, por exemplo, da Danone. Em 2009, ela estipulou uma meta para o uso de plásticos reciclados: “O grupo pretende atingir 20% a 30% em 2011”, consta do relatório de 2009. “E, por fim, 50%.”

Quando a firma não consegue atingir o plano, ela reduz novamente a meta. E de novo. Em 2020, a Danone ainda usava apenas 20% de plástico reciclado em suas garrafas de água em todo o mundo. E, para 2025, 16 anos após seu primeiro prazo autoimposto, a Danone estabeleceu uma meta familiar: 50% de plástico reciclado em garrafas de água.

Danone não responde a questionamentos

A Danone não respondeu aos pedidos de resposta sobre essas discrepâncias. No total, a DW e seus parceiros identificaram 98 comprometimentos sobre plásticos assumidos nos últimos 20 anos por 24 empresas de alimentos e bebidas sediadas na Europa. Mais da metade dessas promessas foi feita apenas nos últimos anos, tendo como meta o ano de 2025.

No caso de 37 promessas que já deveriam ter sido cumpridas, o histórico não é bom: 68% ou falharam claramente ou nunca mais foram mencionadas. Quando as companhias não cumprem suas promessas, elas geralmente não mencionam o fato abertamente. Em vez disso, abandonam silenciosamente a meta, mudam seu escopo ou adiam o prazo.

Quando as metas não puderam ser verificadas, a DW entrou em contato com a empresa responsável – e, quando houve esclarecimento, atualizou os dados. As empresas que não comentaram sobre as metas permaneceram rotuladas como “não está claro”.

Esses números conferem com estudos sobre outros setores: em 2021, a União Europeia investigou alegações de sustentabilidade em sites de empresas de setores como vestuário, cosméticos e eletrodomésticos – e descobriu que 42% das alegações eram potencialmente exageradas, falsas ou enganosas.

Dos objetivos supostamente alcançados, alguns eram mais jogadas de marketing do que melhorias de longo prazo. Há, por exemplo, a cervejaria belga Anheuser-Busch InBev, fabricante de marcas como a americana Budweiser, a Corona e a Beck’s. Em 2017, ela anunciou a promessa de “proteger 100 ilhas da poluição marinha por plásticos até 2020”.

Na prática, a AB InBev não se envolveu em proteção de longo prazo. Em vez disso, organizou 214 ações únicas de limpeza de praias em 13 países, e em seguida declarou os esforços como sucesso, um ano antes do previsto.

“Muitas empresas usam a limpeza de praias para se autopromover”, observa Larissa Copello, responsável por campanhas de políticas da ONG ambientalista Zero Waste Europe. “Mas são eles que estão colocando todo esse lixo nas praias.” A Zero Waste Europe defende, ao invés disso, “fechar a torneira” para reduzir o uso de resíduos plásticos nas embalagens.

Apenas 19 das 98 promessas identificadas pela DW visam reduzir as embalagens plásticas ou a quantidade de plásticos virgens, e a maioria delas ainda está programada para uma data futura.

A DW registrou comprometimentos de 24 firmas, 16 das quais se propuseram produzir embalagens de plástico reciclável. Contudo isso não garante que o material realmente será reciclado.

“Se não houver infraestrutura para coletar esses produtos separadamente, eles não serão reciclados”, comenta Copello. O mesmo se aplica a produtos supostamente degradáveis ​​ou compostáveis: “Pelo menos aqui na Bélgica, não há coleta separada para itens compostáveis ​​ou biodegradáveis. Eles simplesmente acabam no lixo.”

Em um terço dos compromissos documentados, as empresas prometeram usar uma proporção maior de plástico reciclado em suas embalagens – o que, para Copello, já seria um avanço.

E alguns pequenos passos foram dados: a italiana Ferrero, por exemplo, começou a aumentar a quantidade de plástico reciclado em suas embalagens secundárias a partir de 2010. A fábrica de envasamento suíça Coca-Cola HBC lançou uma garrafa 100% reciclada para quatro de suas marcas de água em 2019, depois de anunciar a medida no ano anterior.

Compromissos voluntários não são suficientes

Em geral, a demanda por plástico reciclado permanece baixa, e os preços, altos, tornando mais lucrativo para as empresas usar plásticos recém-produzidos.

As iniciativas voluntárias não são suficientes, afirma Nusa Urbancic, diretora de campanhas da Fundação Changing Markets, com sede em Bruxelas, que trabalha para expor práticas corporativas irresponsáveis ​​e faz lobby por uma legislação mais abrangente sobre plásticos.

“Em vez de usar seu poder, dinheiro e recursos para impulsionar soluções, muitas vezes as empresas fazem o oposto”, disse Urbancic. “Elas se escondem atrás de compromissos voluntários para evitar fazer as mudanças que deveriam fazer.”

Na verdade, contou Urbancic, os compromissos voluntários são frequentemente uma tática consciente para procrastinar e se desviar da legislação progressiva.

Legislação impulsiona uso de plástico reciclado

Apesar da pressão dos fabricantes de plásticos, a União Europeia aprovou recentemente uma legislação ambiciosa: e acordo com a diretiva sobre plásticos de uso único, por exemplo, itens descartáveis, como sacolas plásticas, talheres e canudos, não podem mais ser distribuídos nos mercados da UE. Isso segue o exemplo de países africanos como a Eritreia, que proibiu as sacolas plásticas em 2005; Ruanda, em 2008; e Marrocos, em 2009.

A diretiva europeia também inclui a meta de incorporar pelo menos 25% de plástico reciclado em garrafas PET até 2025, e em 30% em todas as garrafas até 2030.

A nova legislação provavelmente explica em parte o rápido aumento dos compromissos sobre plásticos. “Ela fez as empresas perceberem que precisam intensificar seus esforços para atingir essas metas”, diz Urbancic. Agora, as próprias empresas estão até mesmo pedindo melhores sistemas de reciclagem para ajudá-las a cumprir suas obrigações legais.

Incentivo à “lavagem verde”

Mais iniciativas também estão inserindo promessas voluntárias das empresas em bancos de dados públicos. A União Europeia compila os comprometimentos na Plataforma Europeia de Partes Interessadas da Economia Circular, e a Fundação Ellen MacArthur, com sede no Reino Unido, coleta as iniciativas sobre plásticos dos signatários de seu programa Compromisso Global.

As promessas feitas à fundação variam muito em seu escopo. A Unilever, por exemplo, declarou que sua meta é reduzir o uso de plásticos recém-produzidos em 50%, de 2020 a 2025, mas a Ferrero prometeu apenas 10%. Já a produtora francesa de vinhos e destilados Pernod Ricard ofereceu apenas uma redução de 5%.

Copello, da Zero Waste, e Urbancic, da Fundação Changing Markets, consideram os compromissos voluntários solicitados pela Fundação Ellen MacArthur como menos eficazes do que a legislação vigente. Urbancic chamou essa estratégia de “política do pau e da cenoura”.

“As empresas não são obrigadas nem mesmo a revelar informações básicas, como suas pegadas plásticas. E os dados publicados não são verificados de forma independente.” Assim como outros esquemas voluntários, há o risco de o esquema ser usado como uma cortina de fumaça para facilitar a assim chamada “lavagem verde” e atrasar uma mudança real, critica a especialista.

Desacelerando o aumento da produção de plásticos

A Changing Markets recomenda que, no mínimo, as iniciativas voluntárias estabeleçam metas ambiciosas de participação, garantam que os membros informem seus progressos e tornem as empresas publicamente responsáveis por seu desempenho.

Nos próximos anos, a União Europeia planeja implementar uma legislação mais completa sobre plásticos no âmbito do Plano de Ação para a Economia Circular, que incluirá metas para a reciclagem de plásticos e medidas para evitar o desperdício de embalagens. E mudança é extremamente necessária: a produção global de plásticos ainda está crescendo e a previsão é que continue assim nas próximas décadas.

Para desacelerar ainda mais esse incremento, outros países precisariam seguir o exemplo. Dados mostram que as empresas só mudam de tática se pressionadas pela legislação, prestação de contas pública e exigências dos consumidores.

O próximo teste decisivo será em 2025, quando elas terão que cumprir suas promessas atuais sobre plásticos. Algumas agora são obrigatórias, pelo menos dentro da União Europeia.

Fonte: Julia Merk, DW, IstoÉ

Este projeto é uma colaboração entre vários meios de comunicação da Rede Europeia de Jornalismo de Dados. Enquanto DW foi líder do projeto, Alternatives Economiques, EURACTIV, Interruptor, OBC Transeuropa, Openpolis e Pod črto foram parceiros.

14 de agosto de 2022 0 Comentários
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Negócios

Tradicional Circuito de Corridas com maratona de revezamento está de volta às ruas

De Administrador SH 14 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

GPA anuncia retomada dos eventos que reúnem milhares de pessoas para outubro e novembro, após suspensão de dois anos

No segundo semestre, o Pão de Açúcar retoma uma das corridas de rua mais tradicionais do País, o Circuito de Corridas Pão de Açúcar. Realizado desde 1993, a maratona de revezamento da rede de supermercados teve um hiato de dois anos por conta da pandemia de Covid-19 e retoma o circuito em outubro e novembro, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Atletas e fãs de corrida de rua com interesse em participar da 28ª Maratona Pão de Açúcar Revezamento, ou em inscrever os (as) filhos (as) para a 24ª Corrida Pão de Açúcar Kids, devem acessar o site (paodeacucar.com/corridas) e preencher o cadastro.

O tradicional percurso de 42km em voltas completas, divididas de acordo com o número de integrantes da equipe – que pode ser em grupos de dois, quatro ou oito participantes, de forma que cada corredor (a) percorre 21km, 10km ou 5km, respectivamente. O lote promocional de inscrições para a Maratona de Revezamento de São Paulo custa R$ 99,99 e o primeiro lote sai por R$ 139,99, sendo que quem é Cliente Mais ganha 40% de desconto, pagando R$ 60,00 no promocional e R$ 80,00 no lote cheio. No Rio, o lote promocional custa R$ 89,99 e o primeiro lote, R$109,99, enquanto Cliente Mais paga R$ 54,00 no promocional R$ 65,00 no cheio. Já na Corrida Kids, em São Paulo, o valor promocional é de R$ 79,99 e o cheio, R$ 99,99, enquanto Cliente Mais paga R$ 48,00 e R$ 60,00, respectivamente. O kit de inscrição vem com camiseta oficial e mochila, além de chip para monitoramento de tempo e trajeto percorrido por cada participante.

Este ano, o Circuito de Corridas Pão de Açúcar terá uma ação social em conjunto com o Instituto GPA, braço social do GPA, grupo controlador da rede. Cada participante será convidado (a) a levar, no dia de retirada do seu kit, 1kg de alimento não perecível e as doações serão direcionadas para instituições parceiras do Instituto GPA. Em São Paulo, a instituição beneficiada será a CREN que faz enfrentamento a Desnutrição através da Educação Nutricional. E, no Rio de Janeiro, será a ONG Redes da Maré, que atende mais de 140mil famílias que residem no conjunto de 16 favelas da Maré.

“Este é um ano muito especial para o Pão de Açúcar, estamos resgatando pilares fundamentais da marca para seguir avançando do ponto de vista de inovação e relação com nossos clientes. O Circuito de Corridas faz parte da história do Pão e é um dos maiores símbolos do pilar de bem-estar, justamente por ser uma maratona de revezamento para iniciantes, que promove o espírito de equipe, e estamos muito felizes de retomar o Circuito”, comenta Cleia Marquardt, Gerente de Marketing do Pão de Açúcar. Ela complementa: “Acreditamos que felicidade pode ser tanta coisa, inclusive participar de uma das corridas de rua mais tradicionais do País. Convidamos todos que têm interesse, sejam atletas ou aspirantes a corredores, venham participar e se divertir, porque é um momento gostoso e de interação”.

Percurso

Em São Paulo, a 28ª Maratona de Revezamento Pão de Açúcar terá largada no dia 20/11, no mesmo percurso da edição anterior, pela Avenida República do Líbano, considerado um sucesso pelos participantes, com trechos menos íngremes e mais arborizados. Todos que completarem a prova, independentemente de sua classificação, ganham medalhas de participação, e as três primeiras equipes de cada categoria ganham medalha e troféu com a posição alcançada.

Já a 24ª Corrida Pão de Açúcar Kids é voltada para crianças de 1 a 14 anos e será no dia 1/10, exclusivamente em São Paulo, na USP. As crianças percorrem diferentes distâncias, variando de 50 a 400 metros, de acordo com a faixa etária. Feita nos moldes das corridas profissionais, com kit contendo camiseta, mochila, número de peito e chip, a Corrida Pão de Açúcar Kids premiará todos os atletinhas com medalhas.

No Rio de Janeiro, a 12ª edição da corrida acontece dia 16/10, no Monumento aos Pracinhas, localizado no Aterro do Flamengo, tendo como cenário um dos pontos mais bonitos da Cidade Maravilhosa. Todos que completarem a prova, independentemente de sua classificação, ganham medalhas de participação, e as três primeiras equipes de cada categoria ganham medalha e troféu com a posição alcançada.

“Sabemos que a Covid-19 ainda não acabou, responsabilidade com nosso público e o cuidado com o bem-estar são nossas premissas, por isso decidimos voltar o Circuito aos poucos, focando esse ano somente nas em São Paulo e no Rio. Estamos otimistas de que será um sucesso e que ano que vem certamente poderemos seguir com nossa agenda completa, em todas as regiões, para compartilharmos a felicidade com todos!”, complementa Cleia.

Serviço | Circuito de Corridas Pão de Açúcar

Agenda São Paulo

28ª Maratona de Revezamento Pão de Açúcar

Data: 20/11/2022

Local: Obelisco (Parque do Ibirapuera)

Horário: 76h30

24ª Corrida Pão de Açúcar Kids

Data: 01/10/2022

Local: CEPEUSP – Centro de Práticas Esportivas da USP

Horário: 7h30

Agenda Rio de Janeiro

12ª Maratona de Revezamento Pão de Açúcar

Data: 16/10/2022

Local: Monumentos aos Pracinhas, Aterro do Flamengo

Horário: 7h

14 de agosto de 2022 0 Comentários
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ESGNegócios

Heinz implanta o ovo caipira em todo seu portfólio

De Administrador SH 14 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Com certificado de bem-estar animal, multinacional cumpre meta global de ESG

Após 2 anos de implementação junto à cadeia de suprimentos, chegam ao mercado as maioneses Heinz feitas 100% com ovos de origem caipira, recebendo também o selo Certified Humane que assegura o manejo humanizado nas granjas, ou seja, as galinhas poedeiras são criadas em ambiente em que elas possam expressar o seu comportamento natural: soltas, com acesso a áreas externas e garantia de medidas mínimas de espaços, acesso e poleiros. A iniciativa faz parte das metas globais de ESG da Kraft Heinz até 2025, implementando antecipadamente no Brasil, o objetivo de utilizar somente ovos de galinhas criadas nesse sistema chamado de “free range”.

Marília Zanona, Gerente de Inovação, contou sobre o desafio: “Inicialmente, não havia no Brasil fornecedores de ovos de origem caipira para suprir nossa demanda de ovos para produção das maioneses Heinz. Fizemos, então, um trabalho de localizar os produtores e apoiá-los na expansão da produção qualificada. E com a ajuda da ong Certified Humane, garantir a certificação e rastreabilidade da cadeia, fomentando assim todo o mercado de ovos caipiras certificados no Brasil.”

A marca Heinz observou que o consumidor tem se tornado cada vez mais atento e exigente quanto a qualidade e origem dos ingredientes nos produtos que consomem. De acordo com pesquisa do Instituto Akatu, 81% dos brasileiros estariam mais propensos a comprar produtos certificados com bem-estar animal. “Nossa missão é manter o consumidor no centro de todas as estratégias, por isso buscamos o aperfeiçoamento constante mantendo a alta qualidade dos nossos produtos”, comenta a executiva.

A Certified Humane Brasil foi parceira da marca na certificação dos fornecedores de ovos  caipira. A ONG atua garantindo para o consumidor que um alimento vem de produtores que atendem exigências objetivas para certificação de bem-estar animal. “Nós fazemos avaliações e vistorias periódicas nos produtores que certificamos, temos regras rígidas sobre ambientação, tratamento e alimentação dos animais, até mais duras que a legislação vigente. É por isso que o consumidor pode confiar quando vê nosso selo em qualquer produto”, explica Luiz Mazzon, diretor na Certified Humane Brasil.

Aproveitando o lançamento dos dois novos sabores de maionese, Alho tostado com ervas e Páprica defumada, a marca relança toda sua linha de maioneses, agora com o selo Certified Humane, feita 100% com ovos de origem caipira. “Nosso público já conhece a qualidade e superioridade da maionese Heinz. Inovamos na cadeia e na origem de um dos principais ingredientes, mantendo a origem natural e mantendo o sabor e a textura deliciosos”, finaliza Zanona.

Os novos sabores e embalagens com o selo Certified Humane já estão disponíveis em varejistas de todo o País.

Sobre a Heinz

Com mais de 150 anos oferecendo alimentos de qualidade, a Heinz está presente em mais de 200 países ao redor do mundo. Além do icônico ketchup – líder de mercado –, seu portfólio inclui outros condimentos, como maionese, mostarda e barbecue, além de molhos de tomate. Em 2015, a marca se tornou parte da Kraft Heinz Company, conglomerado resultante da fusão entre a Heinz Company e a Kraft Foods Group. Uma das maiores empresas alimentícias do mundo, a Kraft Heinz se dedica a produzir alimentos e bebidas de alta qualidade, oferecendo sabor e nutrição à todas as ocasiões. 

14 de agosto de 2022 0 Comentários
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EventosNegócios

Brasil em Código promove inovação e tecnologia

De Administrador SH 12 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Evento realizado em 10 de agosto, foi organizado pela GS1 Brasil e reuniu executivos das principais associações, indústria e do varejo

O Brasil em Código, evento organizado pela Associação Brasileira de Automação – GS1 Brasil e a Korde, apresentou no último dia 10 de agosto, um intercâmbio de experiências e conteúdo, e reuniu os executivos das principais associações, indústria e varejo. Realizado em um novo formato, a proposta era trazer um Festival de Tecnologia com o objetivo de definir as melhores práticas na gestão de pessoas, no varejo, na indústria e nos marketplaces.

Contou com 80 estandes e um pitch para apresentações e network, onde o foco foi ideias, soluções e tecnologias para transformar o mundo dos negócios. Com um formato de arena aberta, o palco foi dividido em cinco espaços, ficando a parte da manhã e o encerramento com o Palco Global, e na parte da tarde, a área de palestra foi dividida com os seguintes temas: Inovação na Indústria, Transformação no Varejo, Conexão no Marketplace e ESG+TECH.

A apresentação do evento ficou por conta do Top Voice do LinkedIn, Mark Tawil, que conectou palestrantes e os assuntos de forma leve e disruptiva, e que teve na parte da manhã: a Humanware com Renan Hannouche e Dante Freitas, onde o fator humano deve ser o foco dos negócios; João Carlos Oliveira, presidente da GS1; Miguel Lopera, da GS1 Global, com um panorama sobre a revolução do código de barras no mundo. Fechando a primeira parte do evento, Ricardo Geromel, mostrou o cenário chinês e sua importância para os negócios do país.

Na parte da tarde, o palco Transformação no Varejo iniciou com um panorama do mercado, trazendo as novidades e inovações, como a o novo formato no modelo de loja, com a formação de um novo sistema e visualizando o comportamento das novas gerações, além de dois painéis que discutiram a transformação do setor e no momento de compra do consumidor.

Fechando o evento, a GS1 trouxe o rock star Mark Schulman, baterista de artistas como Pink, Cher e Billy Idol, e como a postura do rock, sua atitude e identidade pode ajudar no mundo dos negócios.

Confira entrevistas e uma cobertura especial no programa TV SuperHiper da próxima semana.

12 de agosto de 2022 0 Comentários
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GenteLojasNegócios

Grupo Mateus anuncia novo CEO após balanço trimestral positivo

De Administrador SH 12 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Jesuíno Martins Borges Filho, que ocupava o cargo de diretor comercial e de operações, assume a posição e fundador vai para o conselho

O Top 4 do Ranking da Abras 22 anunciou logo cedo mudanças na sua estrutura organizacional. Jesuíno Martins Borges Filho, assumirá a posição de CEO (Diretor Presidente) da companhia, e o fundador Ilson Mateus deixa o cargo para ser presidente do conselho de administração. E para Vice-Presidente de Finanças e Diretor de Relações com Investidores, Tulio José Pitol de Queiroz assume a partir de 22 de agosto de 2022. Esta notícia é divulgada após o balanço trimestral positivo.

Sobre a alteração na posição de CEO, Ilson Mateus comenta: “O Jesuíno vem se preparando para esse momento há dez anos. Passou por vários setores da empresa, desempenhando sempre um papel muito importante na história do Grupo. Sua promoção sinaliza a continuidade dos negócios e da Cultura da Companhia.”

Sobre a chegada de Queiroz, Mateus acrescenta: “Estamos discutindo a posição de VP de Finanças há algum tempo. Decidimos trazer um profissional renomado depois de uma profunda pesquisa no mercado. Decidimos pelo Tulio pois claramente se identifica muito com o nosso jeito de pensar e de fazer as coisas. Vai desempenhar um papel fundamental nesta nova fase da empresa.”

O novo CEO, Jesuíno Martins Borges Filho, iniciou sua carreira profissional dentro do Grupo Mateus em 1997, onde atuou em diversos cargos de gerência e diretoria desde então, detendo vasto conhecimento dos negócios do Grupo Mateus e do processo de crescimento consolidado nos últimos anos. Atualmente, Jesuíno acumulava os cargos de Presidente do Conselho de Administração e VP Comercial e de Operações.

Com quase 20 anos de experiência no setor de varejo, Tulio Queiroz possui amplo conhecimento sobre temas como Metodologia de Gestão, Estrutura de Capital, Governança, Produtos e Serviços Financeiros, entre outros. É Formado em Administração de Empresas pela Fundação pela Getúlio Vargas (EAESP), com MBA pela FIA. Antes de se juntar à Companhia, atuou como Diretor Executivo Financeiro e de Gestão (CFO) do Grupo Guararapes-Riachuelo, acumulando também a função de Diretor de Relações com Investidores (DRI) e a posição de Diretor Presidente da Midway Financeira.

Adicionalmente, o Conselho de Administração também aprovou a proposta de indicação do atual Diretor Presidente e Vice-Presidente do Conselho de Administração, Ilson Mateus Rodrigues, para o cargo de Presidente do Conselho de Administração, e Ilson Mateus Rodrigues Junior, conselheiro, para o cargo de Vice-Presidente do Conselho de Administração. Vale mencionar que o  novo CEO deixará o cargo de Presidente do Conselho de Administração, permanecendo, como membro efetivo desse órgão.

Ações do Grupo Mateus sobem 12% após resultado do 2T22

As ações do Grupo Mateus chegaram a ter alta expressiva de 12%, cotadas em R$ 5,30, após a empresa apresentar resultados acima do esperado no segundo trimestre e anunciar mudanças na sua diretoria.

A empresa registrou lucro líquido de R$ 264 milhões no segundo trimestre, alta de 38,6% na comparação anual. As receitas da rede de supermercados que atua no Norte e Nordeste somaram R$ 5,2 bilhões, crescimento de 39,7% sobre o mesmo período de 2021.

De acordo com o Grupo Mateus, a melhora nos indicadores operacionais é resultado do plano de expansão da companhia, que contou com quatro inaugurações, além da maturação das lojas já existentes, com vendas mesmas lojas crescendo 16,7% em um ano.

Os números foram mais fortes que o esperado para o período, principalmente por conta de menores despesas operacionais, diz a XP. Eles destacam também que todos os segmentos de atuação do Grupo Mateus tiveram bons resultados.

Os analistas Danniela Eiger, Thiago Suedt e Gustavo Senday escrevem que as vendas nas lojas do varejo foram maiores que Carrefour Brasil e GPA, enquanto que no atacarejo ficou em linha com Assaí e um pouco abaixo do Atacadão.

Fonte: Valor

12 de agosto de 2022 0 Comentários
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EconomiaNegócios

Via cresce baseada em omnicanalidade no segundo trimestre de 2022

De Administrador SH 12 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Dados publicados revelam oitavo trimestre consecutivo de lucro operacional da empresa detentora das Casas Bahia, Ponto e Extra.com.br

A Via proprietária das redes Casas Bahia, Ponto e Extra.com.br, apresentou o relatório de resultados do segundo trimestre de 2022, que mostrou que a empresa segue, pelo oitavo trimestre consecutivo, registrando lucro líquido operacional. O grande destaque do documento são os efeitos da estratégia de omnicanal, ou seja, a convergência das vendas em canais físicos e online.

Neste trimestre, a empresa atingiu a marca de 28 milhões de clientes – um aumento de 4,4% frente ao mesmo período do ano passado – e GMV total de R$ 11 bilhões. A companhia anunciou também que atingiu o breakeven da operação de marketplace, com receita de R$ 177 milhões, 143 mil sellers e 53 milhões de itens.

A cauda longa já representa dois terços dos pedidos, com crescimento de 79% em relação ao ano passado. O EBITDA atingiu R$ 748 milhões, crescimento de 54% se comparado ao mesmo período do ano passado. O lucro operacional, registrado pelo oitavo trimestre consecutivo, foi de R$ 16 milhões. A margem bruta ficou em 31,4%.

A companhia hoje contabiliza 22 mil vendedores online, cujas vendas, neste trimestre, representaram R$ 1,6 bilhão, ou 31,6% do GMV da venda online. No 3P, o vendedor online foi responsável por 22% do GMV e, no 1P, atingiu participação ainda maior: 35% do GMV.

Nesse trimestre, foram inauguradas 10 lojas físicas em cidades das regiões Norte, Nordeste e Sul que ainda não tinham presença das marcas do grupo. No primeiro semestre de 2022, são 32 novas lojas.

As entregas do marketplace realizadas pela plataforma de soluções logísticas da Via, o Envvias, saíram de 5% no 2T21 para 30% no 2T22 e a companhia antecipa que, em julho, esse percentual já chegou a 37%. O fulfillment, recém-lançado após a aquisição da logtech CNT, já representa 16% do Envvias.

O crediário da Via atingiu R$ 5,6 bilhões, avanço de 18% frente ao ano passado, com inadimplência saudável e estável. Nas vendas dos produtos 1P, o crediário digital cresceu 2,4 vezes em relação ao ano anterior. No 3P, para o qual o crediário digital foi lançado no fim de 2021, a solução já representa 2,2% das vendas.

Já o empréstimo pessoal, em seu primeiro ano, atingiu a marca de R$ 329 milhões concedidos e mais de 190 mil contratos. A perda sobre a carteira encerrou o 2º trimestre em 4,7%, estável se avaliado ano a ano e na sazonalidade do período.

O banQi, carteira digital da Via, ultrapassou a marca de 5,4 milhões de contas e registrou TPV d R$ 3,7 bilhões.

O segundo trimestre foi encerrado com o caixa de R$ 4,3 bilhões, incluindo recebíveis de cartões e outros créditos, enquanto a dívida ficou em R$ 3,8 bilhões, com 65% dos vencimentos no longo prazo ante 26% no mesmo trimestre do ano anterior.

O indicador de alavancagem financeira medido pelo caixa líquido/EBITDA ajustado dos últimos 12 meses ficou em 0,3x e a empresa reforça que possui uma posição saudável de estrutura de capital, com índices de alavancagem em patamares inferiores aos seus covenants financeiros.

No segundo trimestre, foram gerados R$ 591 milhões de caixa operacional e o fluxo de investimento foi de R$ 138 milhões, destinados principalmente para tecnologia e a abertura das 10 novas lojas.

Nos últimos três anos, período em que a administração atual está à frente da Via, as vendas online saíram de 19% para 50% do GMV. Já a base de sellers aumentou em 29 vezes e o oferecimento de sortimento foi ampliado de 2 milhões para 53 milhões em estoque.

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EconomiaLojasNegócios

Grupo Mateus atinge receita de 2,9 bi no 2T22 com os atacarejos, 47,5% a mais que 2021

De Administrador SH 12 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

O EBITDA ajustado do 2T 22 foi de R$ 353 milhões, com um crescimento de 38,5% no período

O atacarejo registrou mais um trimestre de forte crescimento, com uma receita total de R$ 2,9 bilhões, 47,5% a mais que no 2T 21. O segmento continua a ser o mais representativo do Grupo, com uma participação de 50% na receita bruta total.

“A assertividade do plano de expansão tem se mostrado através de uma forte performance de vendas, com a receita bruta do trimestre registrando um crescimento de 39,3%”, disse Ilson Mateus, CEO e Fundador do grupo Mateus.

Durante o 2T 22, o Grupo Mateus inaugurou 4 lojas e encerrou o período com 222 lojas em operação. As aberturas representaram um crescimento de área de vendas de 25,3% em relação ao 2T 21.

Entre os estados onde a presença do Grupo já é mais consolidada, o Maranhão recebeu uma nova loja de Eletro, localizada em São José de Ribamar, enquanto a capital paraense, Belém, deus as boas-vindas a uma nova operação de Atacarejo. Essas inaugurações mostram que ainda existem oportunidades para adensarmos ainda mais nossas rotas nessas regiões. Já no Ceará, onde o Grupo operava três atacarejos até o final do 1T 22, inauguramos nossa primeira loja de Super, na cidade de Crateús, disse Ilson Mateus, CEO e fundador do grupo Mateus.

Ainda no segundo trimestre, a companhia expandiu suas operações para um novo estado da Regional Nordeste. Sergipe deu as boas-vindas à sua primeira loja do Grupo, um Atacarejo localizado na capital Aracaju. Essa inauguração representou a chegada do Mateus ao seu sexto estado além do Maranhão. Durante o segundo semestre, a companhia continuará trabalhando no plano de expansão da regional, com aberturas nos estados onde já atua e, também, com a entrada em dois novos estados: Alagoas, onde as duas primeiras inaugurações já ocorreram em julho, e Paraíba.

Receita Bruta

A receita bruta do Grupo atingiu um novo recorde durante o 2T 22 e totalizou R$ 5,8 bilhões, com um crescimento de 39,3%. A performance robusta é resultado, principalmente, do forte plano de expansão, com 4 inaugurações durante o 2T 22, o que totalizou 20 lojas novas no primeiro semestre e 41 nos últimos 12 meses. Além disso, a maturação das lojas já existentes também teve um efeito positivo no desempenho do trimestre.

Durante o 2T 22, o Grupo também observou uma aceleração na performance da base de mesmas lojas, com um crescimento de 16,7%, em comparação a 1,8% reportado no 2T 21.

No acumulado dos 6 meses, a receita bruta do Grupo somou R$ 11 bilhões, com um crescimento de 37,8%. O crescimento de mesmas lojas foi de 13,6%.

Nos últimos doze meses, foram inauguradas 12 lojas (8 durante os 6M 22), que junto das lojas em maturação, contribuíram para a forte performance do atacarejo no 2T 22.

Nos seis primeiros meses do ano, o segmento registrou uma receita bruta de R$ 5,5 bilhões, com um crescimento de 42,8%.

A base de mesmas lojas também teve um desempenho positivo no período, com um crescimento de 14,8%. No acumulado do ano, a performance de SSS foi 12,0% (versus 5,0% nos 6M 21).

Lucro Bruto

Durante o 2T 22, o lucro bruto totalizou R$ 1,2 bilhão, com um crescimento de 36,1%. A margem bruta foi de 22,6%, pressionada em 60 bps quando comparada ao 2T 21.

A performance foi impactada por uma série de fatores:

– inflação, dado que o Grupo continua com sua estratégia de não repassar integralmente o aumento dos preços para o consumidor final;

– aumento da participação do atacado nas lojas híbridas ou que possuem balcão de venda;

– desempenho do segmento de atacado, que continuou com uma forte performance ao longo do 2T 22;

– lojas em maturação com uma maior representatividade na receita.

Nos 6M 22, o lucro bruto foi de R$ 2,2 bilhões, um aumento de 31,9%. A margem bruta do período foi de 22,5%, pressionada em 100 bps versus os 6M 21.

EBTIDA

O EBITDA ajustado do 2T 22 foi de R$ 353 milhões, com um crescimento de 38,5% A margem EBITDA ajustada ficou em 6,8%, estável em relação ao 2T 21. Os ajustes do período, que somaram (R$ 4,0 milhões) e referem-se a:

– Contratação de uma consultoria para dar suporte ao Grupo na operação de sale leaseback e built to suit, através da qual a companhia vendeu uma loja e terrenos;

– Contratação de consultoria de planejamento tributário e assessoria jurídica;

– Recuperação de PIS/COFINS, oriundos de créditos de vale-transporte, referente ao período de 2017 a 2021.

– Já no acumulado do ano, o EBITDA ajustado cresceu 29,6% e totalizou R$ 616 milhões, com uma margem de 6,3%, impactada em 0,4 ponto percentual versus os 6M 21.

Lucro Líquido

O lucro líquido do 2T 22 totalizou R$ 264 milhões, com um crescimento de 38,6%. A margem líquida foi de 5,1%, estável em relação ao 2T 21.

No acumulado do ano, o lucro líquido somou R$ 463 milhões, 33,4% a mais que nos 6M 21. A margem líquida foi pressionada em 0,2 ponto percentual e ficou em 4,7%.

Investimentos

Durante o 2T 22, os investimentos do Grupo totalizaram R$ 229 milhões, 20,2% a menos que no 2T 21. O principal motivo para a redução foi a queda observada na linha de novas lojas e terrenos, consequência de dois fatores: a menor quantidade de lojas abertas no trimestre, versus o mesmo período do ano passado, e a estratégia da companhia de optar por mais construções no modelo built to suit.

No acumulado do ano, os investimentos somaram R$ 553 milhões, uma queda de 15,5% em comparação aos 6M 21.

Durante o trimestre, o Grupo finalizou operações de sale leaseback, referentes à venda de uma loja e terrenos,que totalizaram R$ 79 milhões retornando para o caixa da empresa.

Endividamento

É importante destacar que, em julho de 2022, a companhia finalizou a emissão de um CRI de R$ 800 milhões. Esse valor será utilizado para reforçar o caixa do Grupo e dar suporte à estratégia de expansão.

12 de agosto de 2022 0 Comentários
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EconomiaLojasNegócios

Americanas tem prejuízo líquido de R$ 98 milhões no segundo trimestre de 2022

De Administrador SH 11 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Os dados revelam uma piora de 15,6% em comparação ao mesmo período de 2021

A Americanas S.A. registrou prejuízo líquido de R$ 98 milhões no segundo trimestre de 2022, uma piora de 15,6% ante o registrado no mesmo período de 2021. O Ebitda ajustado foi de R$ 843 milhões, com alta de 29,2% em relação ao apresentado um ano antes. A receita líquida, por sua vez, foi de R$ 6,7 bilhões, alta de 6,7%.

No trimestre, a receita bruta de vendas total (GMV, na sigla em inglês) foi de R$ 13,9 bilhões, um crescimento de 10,4%. O GMV Total é composto por R$ 3,5 bilhões das lojas físicas, com crescimento de 26,9%; e R$ 10,4 bilhões de comércio eletrônico, com alta de 5,7%.

O GMV vindo do estoque próprio da Americanas foi de R$ 4,4 bilhões, uma redução de 7,6%, já o de lojistas virtuais foi de R$ 6 bilhões, um crescimento de 18,3%.

A companhia afirma que a retomada do varejo físico, o resultado positivo da fintech Ame, a integração das empresas adquiridas e os ganhos obtidos com a combinação dos negócios contribuíram para o resultado de aumento do Ebitda.

No entanto, o resultado financeiro líquido atingiu R$ 555 milhões negativos, crescimento de 107,5% em relação ao mesmo período de 2021. “O resultado reflete basicamente os efeitos da elevação da taxa básica de juros”, afirma a companhia.

Em relação ao portfólio de lojas, no ano, a Americanas informou que teve 78 aberturas (16 da Americanas, 4 do Hortifruti Natural da Terra, 53 da BR Mania e 5 da Uni.co) e 68 fechamentos (8 da Americanas, 4 do Hortifruti Natural da Terra, 29 da BR Mania e 27 da Uni.co). Dessa maneira, a companhia encerrou o segundo trimestre de 3.591 lojas.

Fonte: Estadão Conteúdo

11 de agosto de 2022 0 Comentários
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ConsumidorLançamentosNegócios

Alvoar Embaré quer expandir seu mercado com a marca Camponesa

De Administrador SH 11 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

O foco da companhia é elevar as vendas do primeiro queijo de caixinha do Brasil

O queijo é um dos lácteos mais consumidos no mundo de acordo com a FIL/IDF (2020). Dos tipos mais simples aos mais sofisticados, o queijo está presente em diferentes momentos de consumo, desde pratos principais às sobremesas, ou até mesmo puro como aperitivos, ou base de cremes e patês.

Sua versatilidade conquistou os paladares mais exigentes e garantiu a presença na cesta de várias famílias, consolidando sua perenidade no mercado e mantendo um bom volume de vendas, mesmo em momentos atípicos como os que estamos vivendo. Segundo pesquisa desenvolvida pela Tetra Pak, em parceria com a consultoria global de mercado Lexis Research, no Brasil, 46% dos entrevistados afirmaram ter aumentado a ingestão do alimento durante a pandemia, índice ligeiramente acima da média global, de 1/3 dos entrevistados. Isso se deve à grande oferta de tipos e formatos, às novas opções de gramaturas e novas tecnologias empregadas nos processos de produção que ajudaram a popularizar ainda mais o queijo.

É com base nisso que a Camponesa, linha de lácteos da Alvoar Lácteos/Embaré, desenvolveu sua linha de queijos composta por: requeijão tradicional e light, queijo minas padrão, queijo meia cura, queijos cremosos no sabor bacon, cheddar, cebola caramelizada, muçarela fatiada e pelo queijo fresco de caixinha, pioneiro no Brasil,

“Nossa paixão por leite não é novidade. Estamos continuamente inovando e de olho nas oportunidades para ampliar nosso portfólio, sempre atentos às necessidades dos nossos consumidores. Nossa linha de queijos entrega, além de nutrição e sabor, toda a tradição e qualidade da marca Camponesa, já reconhecida pelo mercado”, comenta Adriana Antunes, gerente de marketing da Embaré.

O Queijo Fresco Camponesa é o primeiro queijo produzido em caixinha no país. Com textura macia, tem sabor suave e é muito saboroso. O produto possui um processo de fabricação totalmente automatizado, inédito no país, que lhe garante altos padrões de higiene, segurança alimentar e uma validade de 90 dias, maior que das outras opções de mercado.  

“Temos observado, nos últimos anos, mudanças significativas nos hábitos de compra e consumo. Aspectos como saudabilidade, desperdício, origem e segurança alimentar ganharam ainda mais força durante a pandemia. Esse produto atende todos essas quesitos observados pelos consumidores. Pensamos em cada detalhes, desde o seu processo de produção, totalmente automatizado, até o tamanho da porção oferecida. Tudo para oferecer uma opção de produto saudável, prático e acessível aos nossos clientes”, completa Adriana.

Sobre a Alvoar

A Embaré se uniu à Betânia, a maior indústria de lácteos do Nordeste, e formou um novo grupo, que reúne os valores e trajetórias vitoriosas de duas grandes marcas do setor lácteo nacional para criar uma das cinco maiores empresas de laticínios do Brasil: a Alvoar. O grupo atua no mercado lácteo brasileiro levando tecnologia, inovação e marcas amadas e líderes de mercado, potencializando relações e criando impacto positivo, que vai muito além de produtos que alimentam o corpo.

11 de agosto de 2022 0 Comentários
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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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