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terça-feira, maio 26, 2026
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Negócios

Em janeiro, grupo vai abrir um atacarejo injetando R$ 40 milhões

De Administrador SH 3 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Loja será aberta em cidade com 130 mil habitantes e contará com 22 checkouts, amplo estacionamento e mix variado de produtos

Santa Cruz do Sul vai ter mais um grande empreendimento abrindo as portas nos próximos meses. É o atacarejo Via Atacadista, que planeja inaugurar a primeira unidade na Região Central do Estado até o fim de janeiro de 2023. O empreendimento, localizado no Bairro Arroio Grande, entre as avenidas Presidente Castelo Branco e Euclydes Kliemann. A área construída será de 11 mil metros quadrados, com quase um terço desse total destinado para o setor de vendas.

O presidente do Grupo Passarela, Alexandre Simioni, confirmou que a filial da rede catarinense em Santa Cruz vai gerar até 140 empregos diretos. As contratações vão começar em outubro, quando profissionais virão para o município iniciar a seleção. “Três meses antes da abertura, em outubro, vamos começar a divulgar as vagas no nosso site. Teremos em Santa Cruz uma central do nosso RH que será responsável por contatar quem se candidatar. Algumas funções já começam a trabalhar em novembro em outras lojas da rede para aprender”, disse.

Ao todo, o investimento ultrapassa R$ 40 milhões. Além da aposta em uma área de venda maior, a unidade terá 200 vagas de estacionamento, sendo quase a totalidade coberta. Para atendimento no caixa, serão 22 guichês. De acordo com Simioni, os clientes podem esperar muitas novidades. “Estamos levando para Santa Cruz do Sul o que existe de melhor. O nosso atacarejo é um pouco diferente, mais completo. Além do preço de atacado, ele se caracteriza muito com um supermercado, pois temos um grande mix de produtos, uma padaria completa, açougue com presença do açougueiro, marcas consagradas.”

Santa Cruz como “filé” do Rio Grande do Sul

Ao falar sobre a escolha de iniciar as operações na Região Central por Santa Cruz do Sul, o presidente do Grupo Passarela não poupou elogios ao município. “É o filé do Rio Grande do Sul. Uma cidade que todo mundo fala muito bem. Comecei a frequentar, ver as oportunidades, e realmente é uma cidade que se destaca no Rio Grande do Sul. Tem uma economia muito pujante e um povo trabalhador. O povo está de parabéns pela cidade”, destacou.

Mais investimentos na região

Com 32 anos de atuação em Santa Catarina, o Grupo Passarela, que comanda o Via Atacadista, já tem lojas no Rio Grande do Sul nos municípios de Erechim, Bento Gonçalves, Farroupilha e Caxias do Sul.

Conforme Simioni, a aposta em atacarejos se deve ao atual cenário econômico do país. Ele confirmou, inclusive, que Venâncio Aires vai ser a próxima cidade da região a ter um atacado da rede. “A gente entende que a questão econômica é predominante. O povo está buscando economia, comprar mais barato. No atacarejo você consegue otimizar, pois tem menos funções e esse custo a menos você acaba passando para o consumidor. O modelo atacarejo veio para ficar. Lá no início, por exemplo só se vendia para CNPJ. Hoje, 95% da nossa venda é consumidor final.”

Fonte: Gazeta, Guilherme Bica e Ronaldo Falkenback

3 de agosto de 2022 0 Comentários
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Negócios

Indústria de doces saudáveis se rende ao cash & carry

De Administrador SH 3 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Empresa projeta crescimento de 31% no faturamento em relação ao ano passado

A Flormel, de doces saudáveis, está entrando no atacarejo. A marca amplia ainda seu portfólio com novas linhas, como a zero açúcar, e deverá ter seus biscoitos vendidos para a Gol e distribuídos a bordo a partir de setembro. Com isso, a produção na fábrica em Franca, interior de São Paulo, crescerá 15% este ano.

Alexandra Cassoni, CEO da empresa, explica que não será preciso expansão fabril, pois o aumento de dois para três turnos vai absorver a demanda.

A Flormel estima ampliar em 31% o faturamento este ano sobre 2021, quando ficou em R$ 78 milhões. Deste percentual, 15% vêm da inovação, 10% do atacarejo e o restante de novos negócios, como o contrato com a aérea.

O atacarejo, diz Alexandra, reforça a estratégia de democratizar os itens e alcançar novos consumidores a um tíquete menor. Pela primeira vez, a empresa lançou produtos a partir de R$ 2,49. O mínimo era de R$ 4,90.

Fonte: Pense Grande, O Globo

3 de agosto de 2022 0 Comentários
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Negócios

Carrefour lança curso de inovação para pessoas negras

De Administrador SH 3 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Multinacional visa pessoas que concluíram o Ensino Fundamental 2 com idade entre 18 e 30 anos

O grupo Carrefour Brasil, em parceria com a startup educacional Digital Innovation One (DIO), está com inscrições abertas para bolsas de estudo em curso de inovação, exclusivas para pessoas negras. A oportunidade é para quem tem entre 18 e 30 anos, tenha concluído o Ensino Fundamental II e esteja em situação de vulnerabilidade social.

Os interessados devem se inscrever até o dia 28 de agosto pelo site.

Além da bolsa, os selecionados receberão um cartão pré-pago com o valor mensal de R$ 180, sendo R$ 60 voltados para custos com internet, e R$ 120 para alimentação.

As aulas acontecerão de segunda a sexta-feira, durante três meses, no turno da manhã. Ao final do programa, os alunos poderão participar de uma feira de inovação na qual haverá uma competição entre os melhores projetos práticos desenvolvidos durante o curso.

3 de agosto de 2022 0 Comentários
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NegóciosTecnologia

Qual o impacto do 5G nos negócios da Ambev?

De Administrador SH 3 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

O grupo estuda sua aplicação na indústria 4.0 e em todo os processos das cervejarias no país

Sem investimentos massivos e ainda estudando as possibilidades para seus negócios, a Ambev espera que a tecnologia 5G ajude acelerar a extração de dados das cervejarias e os ganhos obtidos com ela, disse Eduardo Horai, vice-presidente de tecnologia (CTO, na sigla em inglês) da companhia, durante o Ambev Tech & Cheers, evento de tecnologia da companhia realizado hoje em São Paulo.

“A gente está testando ainda, é um pouco cedo para falar. Mas tem um futuro promissor. Estamos avaliando todas as frentes para conseguir conectar nossas cervejarias de uma maneira mais rápida”, disse o executivo em entrevista.

De acordo com Horai, há um desafio “muito grande” tanto de dados que uma cervejaria produz quanto da inteligência que esses dados geram. “Acreditamos que o 5G vai conseguir habilitar de uma maneira eficiente em termos de custo e também numa velocidade excelente para a gente aumentar nosso funil de dados.”

A principal aposta do executivo para o uso do 5G é na indústria 4.0. “Conexão para que as cervejarias sejam plataformas digitais dentro do nosso ecossistema e conseguirem se comunicar com nosso sistema de previsão de demanda.”

Atualmente a companhia coleta 20% dos dados gerados em suas cervejarias — um percentual que permite, segundo Horai, obter ganhos de eficiência e qualidade sem pressionar mais os custos. Até três anos atrás, esse trabalho era feito manualmente, por um operador que coletava os dados das máquinas duas vezes ao dia e fazia uma média. Hoje, com o processo já automatizado, sensores coletam os dados em tempo real, o que permite identificar falhas na mesma hora em que elas acontecem. “O 5G vai nos habilitar a fazer esse envio de dados e coleta de uma maneira mais massiva.”

Embora a controladora AB InBev já utilize a tecnologia em outros países, como a China, Horai diz que a Ambev ainda está estudando os investimentos a serem feitos em 5G.

“Não estamos investindo massivamente. Estamos estudando possibilidades ainda. A tecnologia é muito legal, mas qual a dor que ela vai resolver? Isso que estamos tentando entender. Acredito muito nessa parte do industrial, em especial para lugares remotos, como algumas de nossas cervejarias que estão em locais de pouca infraestrutura de conexão.”

Fonte: Valor

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Negócios

Mais pessoas estão comprando alimentos nos supermercados para fazer a marmita

De Administrador SH 3 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Conheça dados do aumento no consumo de farnel no trabalho diante a disparada da inflação

Mais de 20% dos trabalhadores entrevistados em uma pesquisa da Sodexo dizem que começaram a levar marmita para o trabalho após o avanço da inflação.

Do total, 65% afirmam que têm o costume de levar quentinhas para o serviço, enquanto 17% comem em restaurantes com prato feito e 15% que compram refeição por quilo.

Mais de 40% deixaram de frequentar restaurantes nos finais de semana por não terem condições financeiras.

Em junho, a inflação no país cresceu 0,67% e chegou a 11,89% no acumulado de 12 meses. A alta foi influenciada pelo preço dos alimentos para consumo fora do domicílio, que subiu 1,26%.

Fonte: Painel, FSP

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Negócios

Rede regional investe na abertura da 27ª unidade ainda este mês

De Administrador SH 3 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Supermercado amplia serviços aos clientes com refeições rápidas e frutas frescas para consumo imediato

Após a inauguração da sua nona loja em Porto Alegre – e quarta na região do 4° Distrito –, no mês passado, a Rede UniSuper já prepara o próximo passo da sua expansão. Em agosto, a marca abrirá o seu 13º supermercado em Canoas, o terceiro no bairro Mathias Velho, ampliando a presença na cidade que detém o maior número de empreendimentos da rede.

Com esta unidade, o grupo chegará a 27 lojas próprias – além das 12 licenciadas – e fechará o ano com investimento total de R$ 17 milhões em novas operações.

“Este supermercado seguirá o mesmo padrão apresentado no 4° Distrito, em Porto Alegre. O foco é oferecer ainda mais serviço ao cliente, como, por exemplo, refeições rápidas para levar ou serem consumidas no local, frutas frescas e prontas para o consumo, uma linha de queijos especiais e um açougue completo com área de atendimento e autosserviço”, afirma o presidente da Rede UniSuper, Sandro Formenton.

Na nova operação vão trabalhar 60 pessoas em postos diretos, mas a expectativa é de que, para cada nova oportunidade, outras quatro se agreguem à cadeia, como entregadores, fornecedores e prestadores de serviços. Seguindo o padrão da loja modelo recém-inaugurada em Porto Alegre, o novo endereço no bairro Mathias Velho terá estacionamento para mais de 50 vagas, um açougue com carnes selecionadas, um hortifruti com frutas e legumes sempre frescos e a padaria que já é uma referência na rede.

A abertura de supermercados neste padrão marca um novo momento da UniSuper, que se consolidou como rede em agosto do ano passado após um processo de fusão e reorganização societária. Com este movimento, a companhia foi reconhecida no Ranking 2021 da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas) na categoria maior crescimento de R$ 500 milhões a R$ 700 milhões. “A inauguração da nossa terceira loja no bairro mais populoso de Canoas reforça a nossa identidade, que é estar muito presente na vizinhança de nossos clientes, nas suas comunidades e nas suas vidas, como a opção escolhida por quem busca qualidade e economia”, contextualiza Formenton.

Fonte: Amanhã

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Internacional

Supermercados britânicos extinguem etiquetas de validade de FLV

De Administrador SH 3 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Com a entrada da Waitrose, praticamente toda rede varejista deixa para o cliente avaliar se o produto está bom ou não para o consumo

Está bom ou vencido? Mais um supermercado britânico decide acabar com as etiquetas que indicam até quando alimentos frescos devem ser “preferencialmente” consumidos.

A partir de setembro, o Waitrose deixará a critério da clientela avaliar se os produtos de uma lista de mais de 500 tipos de frutas e legumes estão em boas condições para serem levados à mesa.

A marca é uma das últimas entre os grandes que ainda não tinham dado esse passo. A medida tem por objetivo reduzir o desperdício e diminuir os preços dos produtos em um momento em que a inflação se mantêm no maior nível dos últimos 40 anos.

Isso não quer dizer que os consumidores vão ser obrigados a comer produtos velhos. Existem duas etiquetas distintas. A da data de validade propriamente dita, que está mantida por questão sanitária. Ela indica que um determinado produto não pode mais ser consumido depois daquela data, pois pode fazer mal à saúde.

Mas há também aquela que recomenda até quando o produto deve ser preferencialmente consumido. Não é de hoje que elas fazem confusão na cabeça do consumidor e, por isso, muita gente joga fora itens que poderiam perfeitamente ser consumidos, como frutas e legumes.

De acordo com a ONG Programa de Ação Dejetos & Recursos, WRAP, na sigla em inglês, 4,5 milhões de toneladas de alimentos que poderiam ser consumidos são jogados fora anualmente. A entidade afirma que o desperdício alimenta a mudança do clima e custa dinheiro ao consumidor.

Dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), indicam que todos os anos um terço da produção alimentar é desperdiçada no mundo.

É aquela velha discussão que todo mundo já teve em casa um dia. Até quando comer um produto que está na geladeira? Se for uma fruta, legume ou iogurte, em princípio, todos são capazes de reconhecer pelo cheiro ou pelo gosto. Mas isso não causará doenças ou morte. Já há supermercados no Reino Unido que dizem que as pessoas devem cheirar o leite para saber se ainda está bom.

No início de 2019, houve uma grande polêmica sobre o tema no país. A ex-primeira-ministra Theresa May disse em público que retirava aquela camada de mofo que dá sobre as geleias de frutas e comia assim mesmo. Muita gente torceu o nariz. Todo mundo tinha uma opinião sobre o assunto. Muitos defenderam à época que ninguém morreu por ter comido geleia como a ex-premiê.

A INICIATIVA DO WAITROSE NÃO É A PRIMEIRA NO REINO UNIDO

O primeiro foi o Tesco, que, em 2018, retirou as etiquetas de “consumir preferencialmente até” de 100 produtos. O Marks & Spencer fez o mesmo mês passado com 300 tipos de frutas e legumes. O problema é que o movimento promete ser ainda mais amplo e, certamente, aos olhos de muitos, mais controverso.

A etiqueta “use by” ou o equivalente à data de validade segue valendo e serve para mostrar que determinado alimento não pode ser consumido depois da data marcada na embalagem. Tem que estar presente em produtos microbiologicamente perecíveis. Há itens que devem exibi-la de maneira inequívoca como, por exemplo carne, peixe, crustáceos ou queijo frescos. Mas cabe aos produtores decidir se e qual etiqueta pretendem usar.

Em janeiro deste ano, o supermercado Morrisons ousou e avisou que estava retirando a “data de validade” de 90% de suas marcas próprias de leite para estimular os consumidores a fazerem o que chamaram de teste do olfato. Assim, evitariam o desperdício do produto. Já o Co-Op disse que estava trocando as etiquetas de “validade” de seus iogurtes pelas de “consumir preferencialmente até”.

Tudo isso ainda pode causar muita polêmica. É preciso saber se esse movimento significa que os supermercados vão jogar menos itens fora e, por isso, oferecer descontos ao consumidor em tempos de inflação alta, a mais elevada em 40 anos. E mais: como garantir que, apesar dessa flexibilização, que pode ser até justa em muitos casos, o consumidor vai continuar consumindo alimentos seguros para a sua saúde? No Brasil, o uso da data de validade é ponto pacificado. Mas as expressões “consumir preferencialmente antes de”, ou “consumir antes de”, aos olhos do Código de Defesa do Consumidor não são claras, o que tem levado o Ministério Público a questionar o seu uso.

Fonte: RFI, FSP

3 de agosto de 2022 0 Comentários
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Negócios

Coca-Cola dá um gás às empreendedoras com um aporte de R$ 200 milhões

De Administrador SH 2 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

A capacitação do pequeno varejo é um dos focos da atual campanha dos 80 anos da empresa no país

A fabricante de refrigerantes Coca-Cola está ampliando seu programa de capacitação de pequenos empreendedores, batizado de “Coca-Cola dá um gás no seu negócio”. Nesta nova fase, que comemora os 80 anos da empresa no país, o foco está especialmente nas mulheres que atuam na área de alimentação, inicialmente com dois projetos de formação e aceleração de negócios em Porto Alegre (RS) e Salvador (BA).

O investimento no programa neste primeiro ano deve girar em torno de R$ 150 milhões a R$ 200 milhões. As ações fazem parte de um ciclo de investimentos de R$ 3 bilhões anuais no país, que fomentam projetos de impacto social e ambiental.

“Para a gente, o pequeno varejo é o coração do negócio, em que as marcas se conectam com as pessoas. Alguém que te apoia no início vai ser seu parceiro de forma sustentável”, diz Luis Felipe Avellar, presidente da Coca-Cola para os países do Cone Sul da América Latina ao veículo de imprensa.

A plataforma digital é aberta a pequenos varejistas e empreendedores informais que queiram aprender mais sobre digitalização de processos, gestão de estoques e capital de giro, além de ter acesso a conteúdo do Sebrae e da Abrasel, associação que representa bares e restaurantes. O objetivo no primeiro ano é atingir 300 mil clientes do Sistema Coca-Cola, o que representa quase metade da base de clientes da companhia.

Já os projetos com empreendedoras das capitais gaúcha e baiana são desenvolvidos pelas engarrafadoras de cada região, a Coca-Cola Femsa e a Solar, respectivamente. Em um ano, a meta é beneficiar 4.150 mulheres, com as iniciativas sendo estendidas a outras seis capitais. Além de Salvador e Porto Alegre, os projetos vão contemplar empreendedoras de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (SP), Curitiba (PR), Recife (PE), Manaus (AM) e Brasília (DF).

Em Porto Alegre e região metropolitana, o projeto “Empreenda como uma mulher” abriu vagas para 500 empreendedoras — com inscrições esgotadas em três dias. Em seis meses, as empreendedoras terão 14 encontros online e presenciais, que contemplam ferramentas teóricas e práticas de empreendedorismo e gestão.

Já o projeto “Meu negócio é meu país”, em Salvador, tem inscrições abertas até dia 21 de agosto e visa promover o empoderamento feminino, em especial entre as mulheres negras e pardas. O objetivo é também impulsionar a culinária regional, explica Avellar. A capacitação é dividida em treinamentos, encontros e mentorias, tendo como parceiros a marca Kuat e a Aliança Empreendedora. Para capacitação on-line serão escolhidas 630 mulheres, das quais 30 serão selecionadas para processo de aceleração, com assessorias individuais e prêmio de R$ 3 mil para investimento em melhorias do seu negócio.

De acordo com Avellar, o fortalecimento dos pequenos negócios também é essencial para esse momento de retomada. O isolamento social impôs desafios a bares e restaurantes. Muitos deixaram de existir, mas tantos outros surgiram da necessidade de parte da população de empreender. Essa reconfiguração do chamado “canal on premise” exige, agora, adaptação da indústria de bebidas frias, cujo consumo fora do lar é uma das principais fontes de receita.

“Estamos num momento inflacionário, de pressão de custos. Para gente é importante continuar investindo no crescimento de receita via uma equação equilibrada de volume e preço. A gente tenta ser o mais responsável possível na gestão de preços e usando ferramentas de portfólio”, diz ele, citando aumento de participação de embalagens retornáveis e embalagens menores com preço de entrada.

“Ajuda a escolha do consumidor nesse portfólio com preços mais acessíveis. Temos bastante ferramental para entender as elasticidades, portfólio e tentar minimizar os impactos da inflação. Ainda é muito difícil prever melhorias, mas o que temos que ter é flexibilidade.”

Avellar diz, no entanto, que a situação no Brasil é melhor, sem quedas nos volumes. “Tivemos uma sequência de resultados muito positiva, tanto no primeiro quanto no segundo trimestre, com crescimento de receita e  volume. E, pelas nossas medições, temos ganhado participação de mercado nas principais categorias em que a gente atua”, diz, acrescentando que o desempenho do mercado brasileiro está em linha ou ligeiramente melhor do que o de outros países da região.

Ainda de acordo com o executivo o retorno do consumo fora do lar está em ritmo intenso, embora novas ocasiões de consumo em casa tenham surgido com a pandemia e vieram para ficar. “Hoje estamos vendo uma retomada da demanda muito forte, ainda em níveis inferiores ao pré-pandemia em tráfego e praticamente igual em termos de valores, mas tudo de forma crescente”, diz.

A expectativa, segundo ele, é de que o segundo semestre seja de retomada ainda mais forte, especialmente com comemorações de fim de ano e Copa do Mundo. “O pequeno varejo vai ganhar um novo fôlego com a Copa.”

Fonte: Raquel Brandão, Valor

2 de agosto de 2022 0 Comentários
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Negócios

Faturamento da Heineken cresce quase 10%, puxado pelo Brasil

De Administrador SH 2 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Produtos segmentados garantem à indústria holandesa o bom momento no mercado internacional

As vendas globais da cervejaria holandesa Heineken cresceram 9,7% em volume no segundo trimestre deste ano, para 70,4 milhões de hectolitros, puxadas por mercados como o brasileiro, onde houve avanço de dois dígitos.

A Heineken só divulga resultado financeiro do semestre. De acordo com os critérios IFRS, de janeiro a junho deste ano, a receita líquida cresceu 34,7% ante um ano antes, para € 13,48 bilhões de euros. O lucro líquido foi de € 1,26 bilhão, um avanço de 22,3%.

No Brasil, um dos principais mercados do grupo e o maior para a marca Heineken, a receita líquida (antes de itens excepcionais e amortização) cresceu entre 34% e 36% (“mid-thirties”), “impulsionada por preços acima da indústria, ‘premiumnização’ e crescimento de volume”, diz a empresa.

O volume de cerveja vendido superou o mercado, acelerando seu crescimento no segundo trimestre entre 20% e 23% e crescendo nesse mesmo patamar no total do primeiro semestre. Os portfólios ‘premium’ (Heineken) e ‘mainstream’ (Amstel, por exemplo) cresceram em volume cerca de 30%. As linhas de cervejas econômicas tiveram queda de pouco mais de 20% (“low-twenties”).

A Heineken reiterou sua projeção para 2022, em que prevê que sua margem operacional fique estável ou apresente uma melhora modesta em relação ao ano anterior. No semestre, a margem operacional (excluindo itens não recorrentes e amortizações) foi de 16%. Já para 2023, a projeção se altera, considerando um crescimento orgânico de lucro operacional de um dígito médio a alto.

A cervejaria observa que o atual ambiente inflacionário tem levado a ações significativas de precificação e gestão de receitas em todo mundo, para compensar o aumento na cotação dos insumos e outros custos.

Segundo o grupo, a demanda do consumidor tem sido resiliente no primeiro semestre, mas há um risco crescente de que a pressão sobre o poder de compra afete o consumo de cerveja. A empresa diz que sua política de preços e gestão de receitas tem conseguido compensar o aumento das commodities, que começam a sinalizar uma melhora, mas que há preocupação em relação ao preço do gás natural na Europa.

“Nosso programa de produtividade continua em ritmo acelerado, elevando o montante poupado para € 1,7 bilhão até o fim de 2022 em comparação com a base de custos de 2019. Isso continuará a compensar as pressões de custo e a permitir maiores investimentos em suporte à marca, nossa transformação digital e iniciativas de sustentabilidade.”

Fonte: Raquel Brandão, Valor

2 de agosto de 2022 0 Comentários
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ESGNegócios

Mais um estado brasileiro adota lei das sacolinhas 

De Administrador SH 2 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Com vistas à sustentabilidade, legislação proíbe a venda e distribuição de sacolas comuns 

O brasiliense começa a adotar novos hábitos na hora de ir às compras. A mudança deve-se à entrada em vigor da Lei Distrital n° 6.864, que proíbe o uso das sacolas comuns, fabricadas com materiais que agridam o meio ambiente.

A medida também altera a rotina dos comerciantes que deverão fornecer ou vender produtos feitos com material biodegradável ou biocompostável, que demoram menos tempo para se decompor.

Sancionada pelo governador do DF, Ibaneis Rocha, em 21 de junho de 2021, a Lei determina que “os estabelecimentos comerciais devem estimular o uso de sacolas reutilizáveis, assim consideradas aquelas que sejam confeccionadas com material resistente e que suportem o acondicionamento e o transporte de produtos e mercadorias em geral”.

Embora a legislação autorize o uso de produtos biodegradáveis, a orientação é que os supermercados vendam sacolas reutilizáveis, feitas com material resistente e não poluente. Segundo o presidente do Sindicato dos Supermercados do DF (Sindisu-per), Jair Prediger, as empresas associadas estão cientes e vão cumprir a determinação.

De acordo com a Lei, fica proibida a venda e a distribuição de produtos à base de polietileno, propileno, polipropileno ou matérias-primas equivalentes para acondicionamento e transporte de mercadorias compradas nos estabelecimentos.

As regras não se aplicam às embalagens de mercadorias, e o descumprimento das normas prevê punição com base na Lei dos Crimes Ambientais (Lei Federal n° 9.605/1998).

A regra passa a valer em cumprimento à Lei Distrital n° 6.864, sancionada no ano passado e que adiou para 31 de julho de 2022 a entrada em vigor da Lei das Sacolas Plásticas (n° 6.322/2019).

Prazo maior

Na última sexta-feira, representantes do setor produtivo do Distrito Federal e o deputado distrital Leandro Grass (PV), autor da Lei, se reuniram para debater os efeitos da nova regra.

O grupo optou por não alterar a redação, mas o parlamentar se comprometeu a apresentar um novo Projeto de Lei, prorrogando a aplicação de penalidades a partir de 1° de março de 2023.

Em nota, os representantes dos empresários afirmaram que a mudança “é importante para a preservação do meio ambiente, no entanto, a nova proposta visa dar um prazo mais flexível ao comércio para se adaptar à nova realidade, utilizando as sacolas atualmente em estoque”.

Também tramita na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CL-DF)o projeto de Lei n° 2.413/2021, que tenta estender o prazo de início da vigência para 1° de janeiro de 2023. A proposição ainda prevê que a legislação determine o material de confecção das sacolas – com origem em fontes renováveis e itens reciclados- e defina cores diferentes para elas, de modo a facilitar a identificação na coleta seletiva. Os trabalhos na Casa serão retomados amanhã, após o fim do recesso parlamentar.

Belo Horizonte foi a primeira cidade no país a proibir a distribuição de sacolas plásticas em supermercados, em 2011. De lá para cá, outras cidades brasileiras já passaram a adotar a medida.

Fonte: Correio Braziliense

2 de agosto de 2022 0 Comentários
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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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