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Negócios

Lucro do Assaí cresce 4,6% no 2 triº

De Administrador SH 27 de julho de 2022
Escrito por Administrador SH

O resultado financeiro líquido ficou negativo em R$ 221 milhões, piora de190,8%, considerando o aumento dos juros de dívidas contratadas e pelo maior volume de dívida bruta.

O Assaí Atacadista registrou lucro líquido de R$ 319 milhões no segundo trimestre deste ano, o que representa alta de 4,6% em relação ao mesmo período de 2021.

Considerando a exclusão de créditos fiscais no segundo trimestre do ano passado, o lucro avançou 20,7%. A exclusão considera o reconhecimento de créditos fiscais de R$ 62 milhões referentes à exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS e da Cofins.

A receita líquida da companhia avançou 32,7% no comparativo anual, para R$ 13,29 bilhões. O faturamento é duas vezes maior que o montante do segundo trimestre de 2019, no período pré-pandemia. Já receita bruta cresceu 33% ante o segundo trimestre de 2021 e alcançou R$ 14,5 bilhões.

De acordo com o Assaí, os números refletem a alta de 14,7% das vendas nas mesmas lojas, impulsionada pelo aumento de volumes e do fluxo de clientes, especialmente do público corporativo (B2B).

O Assaí abriu 4 novas unidades no período, chegando a um total de 220 lojas ao final do segundo trimestre. A companhia destaca também as primeiras conversões de hipermercados, em Ceilândia (DF) e Campina Grande (PB), que adicionaram 11 mil metros quadrados na área de vendas total.

O Ebitda foi de R$ 944 milhões entre abril e junho, alta de 23,7% em relação ao mesmo período do ano passado. No critério ajustado, o Ebitda cresceu 29,9%, para R$ 978 milhões, e a margem Ebitda se manteve estável em 7,4%.

As despesas com vendas, gerais e administrativas somaram R$ 1,2 bilhão, crescimento de 25,4%. A companhia afirma que a queda de 0,6 ponto percentual na margem líquida, para 9%, representa uma “forte queda da despesa”, considerando o avanço da expansão.

O resultado financeiro líquido ficou negativo em R$ 221 milhões, piora de190,8%, considerando o aumento dos juros de dívidas contratadas e pelo maior volume de dívida bruta.

A geração de caixa operacional foi de R$ 2,79 bilhões nos doze meses findos em junho de 2022, avanço de 59,4. O nível de alavancagem, medido pela razão entre dívida líquida e Ebitda ajustado, ficou negativo em 2,72 vezes ao final do segundo trimestre de 2021.

Fonte: Ana Luiza de Carvalho, Valor

27 de julho de 2022 0 Comentários
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Negócios

Assaí inicia entrega das lojas convertidas do Extra

De Administrador SH 27 de julho de 2022
Escrito por Administrador SH

Cidades do Centro-Oeste e do Nordeste são as primeiras do país a receber a nova bandeira

Aberturas de lojas em Ceilândia (DF) e Campina Grande (PB) inicia as entregas do primeiro bloco de conversões, que prevê a abertura de até 40 unidades convertidas e 15 mil novos empregos ao longo de 2022

O Assaí Atacadista anuncia a abertura de suas primeiras lojas do processo de conversão, de hipermercados para atacarejos, dos 70 pontos comerciais adquiridos em 2021 do Extra Hiper. A unidade de Ceilândia (DF) abre suas portas nesta terça-feira, dia 26 de julho, e na sequência será a vez da loja Campina Grande Mirante (PB) no dia 28 de julho. 

Com as novas lojas, o Assaí dá início às entregas do primeiro bloco de conversões, que prevê a abertura de até 40 unidades convertidas e a geração de mais de 15 mil novos empregos até o fim de 2022, reafirmando a alta capacidade de execução da Companhia.

Todos os pontos convertidos passarão por reformas para abrigarem o novo modelo de loja do Assaí, contemplando mudanças desde melhorias na estrutura até a modernização do ambiente interno para proporcionar uma melhor experiência aos(às) clientes.

Com isso, as lojas ganham espaços climatizados, iluminação aperfeiçoada, corredores maiores e amplos estacionamentos para carros e motos – marcas da geração de lojas mais modernas da empresa. Além disso, novos serviços serão incorporados para trazer mais facilidades e complementar a cesta de compras com mais economia.

No caso de Ceilândia e Campina Grande Mirante, as duas novas lojas contam com Açougue, Cafeteria e serviços de frios.

Sobre o Assaí Atacadista  

O Assaí é uma empresa de atacarejo que atende pequenos(as) e médios comerciantes e consumidores(as) em geral que buscam economia tanto na compra de itens unitários, como em grande volume. Com crescimento de 15,8% em receita bruta em 2021, está presente nas cinco regiões do País com 221 lojas distribuídas em 23 estados (mais o Distrito Federal. Possui mais de 60 mil colaboradores(as) e, mensalmente, recebe 30 milhões de clientes em suas lojas. Em 2022, o Assaí foi considerado o melhor atacadista em duas pesquisas realizadas pelo Instituto Datafolha: “Os Melhores de São Paulo – Serviços” (em que vence por 7 anos consecutivos); e “O Melhor da Internet no Brasil”. Também recebeu pelo 2º ano consecutivo o Prêmio Consumidor Moderno de Excelência em Serviços ao Cliente e tornou-se uma empresa certificada com o selo Great Place to Work. O Assaí está entre as 20 marcas mais valiosas do país em ranking anual promovido pela Interbrand e está na 17ª colocação entre os maiores faturamentos em receitas líquidas do país.

27 de julho de 2022 0 Comentários
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Negócios

Dispara venda de miojo e indústrias expandem portfólios

De Administrador SH 27 de julho de 2022
Escrito por Administrador SH

Euromonitor Internacional projeta o dobro do crescimento do macarrão instantâneo em relação à massa seca

Vendido por menos da metade do preço das massas secas, o macarrão instantâneo – popularmente conhecido por miojo – vai ganhando espaço na cesta de compras do brasileiro, que busca alternativas para o bolso mais apertado. Dona das marcas Adria, Vitarella e Isabela, a M. Dias Branco viu o volume de vendas desse produto crescer 35% de janeiro a abril, quando comparado ao mesmo período de 2021. Já a Nissin, líder desse segmento, está ampliando o portfólio.

Dados da consultoria de consumo Kantar mostram que, em 12 meses acumulados até abril, as unidades vendidas de massa instantânea cresceram 1% enquanto todos os outros tipos de macarrão tiveram queda. O maior recuo em unidades é justamente o da massa seca tradicional, como o espaguete, por exemplo: queda de 0,5%.

“Massa instantânea tem preço médio e valor percebido mais baixos. Está acontecendo uma troca diretamente da massa tradicional para consumir massa instantânea”, diz Beatriz Loureiro, gerente sênior de contas da Kantar. De acordo com a consultoria, o preço por unidade da massa instantânea é 53,2% mais barato que o da massa tradicional.

O miojo ganhou 2,1 pontos percentuais de lares, para 91% das casas brasileiras, enquanto a massa tradicional seca se mantém estável, recuando 0,1 ponto percentual de penetração, sendo comprada em 83% dos lares. “Massa instantânea deve continuar crescendo por vir como alimentação para a família inteira por um preço mais baixo e também pela praticidade”, acrescenta Loureiro.

Durante o primeiro ano da pandemia, a receita da categoria cresceu 13,9% em 2020, acima dos 8,5% de massas secas, um reflexo do isolamento social, aponta a consultoria de consumo Euromonitor. Em 2021, a receita das vendas das massas secas cresceu em ritmo mais intenso, 11,6%, para R$ 7,84 bilhões, acima dos 9% do miojo, para R$ 3,06 bilhões.

“Em 2022 notamos que o crescimento deve ser maior que o registrado em 2021 devido à queda do poder de compra do consumidor e à escalada inflacionária. As pessoas estão substituindo refeições completas por macarrão instantâneo, que é mais barato”, diz Mikaely Correa, analista de alimento e nutrição na Euromonitor International. A projeção é que as vendas, em valor, do macarrão instantâneo cresçam 7,2% ante de 4,2% de avanço das massas secas no Brasil neste ano.

O ambiente inflacionário favorece as vendas da categoria. Essa também é a percepção do diretor de marketing da Nissin Foods no Brasil, Yosuke Kawai. A empresa, que já é a maior fabricante de macarrão instantâneo no Brasil, com mais de 60% do mercado, segundo a Euromonitor, resolveu ampliar seu portfólio. Além dos miojos de saquinho e em copo, com sua marca Cup Noodles, a empresa lançou agora o Nissin UFO, um yakissoba que precisa só de água quente para preparo e vem em embalagem que serve como uma espécie de tigela, um modelo já comum no Japão, país de origem da fabricante.

Segundo Kawai, o mercado de macarrão instantâneo cresceu 20,4% no Brasil nos últimos cinco anos. Já a linha de copos cresceu 166,2% no mesmo período. Apesar desse desempenho, a linha de copos é responsável hoje por 6% da participação da empresa no mercado de macarrão instantâneo no país. No Japão, esse percentual chega a 66%, o que mostra que há espaço para destravar crescimento na categoria, diz o diretor.

O UFO, que chega agora aos supermercados, tem preço médio de R$ 6,99, acima dos R$ 4 e R$ 2 do copo e da embalagem tradicional, respectivamente. São três sabores: carne com molho japonês; curry indiano; e legumes com molho oriental. “O macarrão instantâneo tem a característica de ser acessível. O UFO é mais caro, mas é uma refeição mais completa. Unimos preço acessível e refeição completa”, diz o executivo. O produto varia de 95g a 97g por unidade.

A fabricante de massas M. Dias Branco também tem observado um crescimento da massa instantânea em patamar acima da média da indústria de alimentos também no curto prazo. De acordo com o diretor de marketing, Fábio Melo, a empresa se consolidou como a segunda maior fabricante com 8,3% de participação de mercado. De janeiro a abril, além do volume ter crescido 35%, o valor saltou 56,8%, em comparação ao mesmo período do ano anterior, diz o diretor citando números da Nielsen IQ.

“Esse mercado atende a inúmeras necessidades e perfis de consumidores e entrega uma equação de valor muito interessante. É uma refeição bastante democrática e acessível, tem preparo simples e prático”, diz o diretor. A fabricante tem versões de macarrão instantâneo das marcas Vitarella, Adria, Isabela, Fortaleza e Richester.

O crescimento de demanda também tem vindo com aumento de custos. Kawai, da Nissin, cita os preços mais elevados do trigo e do óleo de palma no acumulado do ano. Esses insumos começaram a dar sinais de recuo em junho, segundo levantamento da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), mas ainda estão em patamares altos.

“A situação atual é muito difícil. Por isso temos trabalhado para manter o produto acessível. Temos buscado ganhar eficiências no processo produtivo, como aumentando o número de fornecedores”, diz ele. A Nissin tem duas fábricas no Brasil, uma em Ibiúna (SP) e outra em Glória do Goitá (PE).

Melo, da M. Dias Branco, diz que a empresa tem “algumas fortalezas e vantagens competitivas” por sua escala, pela cadeia verticalizada e pelo portfólio de mais de 20 marcas, “que navegam em faixas de preço e perfis de consumidores distintos”. Para lidar com esse cenário de custos no entanto, além de tentar “preservar preços, a companhia tem feito embalagens de maior volume.

A indústria vem reajustando preços. De acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o macarrão instantâneo ficou 23,14% mais caro neste ano, até junho, enquanto a inflação do item macarrão subiu 18,60%. Procurada, a Selmi, dona da marca Renata, não se pronunciou. A empresa está

entre as três maiores em valor de vendas de macarrão instantâneo segundo a Euromonitor. A Nestlé, dona da marca Maggi – que também era uma das maiores em vendas -, diz que a companhia tirou o item de linha entre 2018 e 2019.

Fonte: Raquel Brandão, Valor

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Negócios

GPA usa o BEES para chegar ao pequeno varejista

De Administrador SH 26 de julho de 2022
Escrito por Administrador SH

Plataforma B2B da Ambev disponibiliza hoje 400 itens de 40 indústrias entre as mais diversas categorias

O Grupo Pão de Açúcar (GPA) e a Ambev fecharam parceria para comercialização de produtos do grupo varejista no BEES, plataforma B2B desenvolvida pela Ambev. A ideia é que com esse meio micro, pequenos e médios empreendedores se abasteçam de uma forma mais prática. Com a parceria, mais de 1 milhão de pontos de venda poderão comprar itens do GPA.

O grupo varejista terá, até o início do quarto trimestre, uma loja virtual dentro do aplicativo que ampliará a variedade de produtos que são vendidos no app. Além disso, também ajudará estabelecimentos de todo o Brasil a terem uma alternativa a mais para abastecerem seus negócios.

Entre os itens da marca própria do grupo que serão comercializados estão produtos de higiene, mercearia, todo o portfólio de vinhos e outras categorias. A parte de entrega será operacionalizada pela GPA Log, empresa de logística do grupo, que já possui a perícia na entrega de produtos de supermercado.

“Esse modelo de negócio nos permite fazer um abastecimento para o mercado B2B, chegando a pequenos varejistas, complementando o sortimento e oferecendo mais acesso a produtos por meio de uma plataforma de grande abrangência como é o BEES. Avaliamos que há um grande potencial de crescimento nessa parceria”, destacou Marcelo Pimentel, CEO do GPA.

Atualmente a BEES já oferece mais e 400 itens na plataforma, de 40 indústrias, de diversas categorias, além das bebidas da Ambev. A venda dos produtos do Grupo Pão de Açúcar dentro da plataforma começará com disponibilidade para entrega na Região Metropolitana de São Paulo.

“A Ambev e o GPA são parceiros de longa data e a entrada do GPA no BEES vai ajudar a facilitar ainda mais a vida do pequeno e médio varejo, que passa a contar com uma oferta de produtos mais ampla para abastecerem seus negócios”, finalizou Jean Jereissati, CEO da Ambev.

Fonte: Mercado e Consumo

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Negócios

CSD inaugura amanhã 21ª loja

De Administrador SH 26 de julho de 2022
Escrito por Administrador SH

Supermercado chega ao interior paulista após analisar perfil socioeconômico do público na região

Aguardada por consumidores da cidade e da região, a inauguração da loja do Amigão Supermercados em Tupã será nesta quinta-feira (dia 28), às 8 horas, e os clientes serão brindados com uma série de promoções exclusivas de inauguração em todos os departamentos. Será a 21a loja da rede, que opera no interior de São Paulo e pertence a uma das maiores redes supermercadistas do Brasil, a Companhia Sulamericana de Distribuição (CSD).
Com 7,8 mil metros da área construída, incluindo uma galeria comercial, a obra levou quase um ano para ficar pronta. Só a área de vendas do supermercado soma quase 2 mil metros quadrados. Além disso, os clientes contarão com mais de 200 vagas de estacionamento, entre automóveis e motocicletas.
Os dias promocionais da rede serão ofertados na loja de Tupã: ‘Terça e Quarta Verde’, com variedade de hortifruti com preços especiais; e ‘Sexta Filé’, com cortes de carne com preços diferenciados. Na rotisseria própria, os clientes encontrarão opções de pães, bolos, tortas, mousses e refeições. Outra opção será o e-commerce, que estará disponível em www.amigaoonline.com a partir do dia da inauguração. Outros diferenciais serão o cartão próprio da rede e o clube de benefícios Clube+, com ofertas exclusivas para os usuários.
Para o diretor-presidente da CSD, Carlos Tavares Cardoso, a nova loja reafirma o compromisso da rede em continuar expandindo a operação no interior de São Paulo. “Tupã é a 12a cidade que escolhemos para instalar uma loja da rede, depois de um estudo minucioso de indicadores econômicos e sociais. Estamos inaugurando um supermercado moderno, espaçoso, com variedade de produtos e atendimento de qualidade que agregam diferenciais ao nosso atributo de preço. Estamos confiantes no investimento e estamos gerando 180 vagas de emprego”, comenta.
A loja fica na avenida Lélio Pizza, 1.450 e tem como gerente Cassio Ronali da Silva Xavier. O horário de funcionamento será de segunda-feira a sábado das 8 às 21 horas e aos domingos das 8 às 20 horas.

Sobre a rede de supermercados
O Amigão Supermercados pertence à Companhia Sulamericana de Distribuição (CSD), empresa detentora das bandeiras Supermercados Cidade Canção (Paraná), São Francisco Supermercados (Mato Grosso do Sul) e Stock Atacadista (Paraná e São Paulo).
A CSD é uma das maiores redes supermercadistas do país, segundo o ranking da Associação Brasileira de Supermercados. Com sede em Maringá/PR, conta com 64 lojas e emprega mais de 9 mil funcionários.

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Negócios

Carrefour apura lucro líquido de R$ 600 mi no 2º trimestre

De Administrador SH 26 de julho de 2022
Escrito por Administrador SH

Retomada do comércio presencial alavancou o faturamento no período atesta a multinacional

O Carrefour Brasil (CRFB3) teve lucro líquido atribuído aos controladores de R$ 600 milhões, valor que representa avanço discreto de 1,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Excluindo o Grupo BIG, o lucro líquido ajustado foi de R$ 631 milhões no período, alta de 6,5% na comparação anual. O balanço trouxe, em boa medida, o que já era esperado pelos analistas: aumento significativo de receita na comparação anual, com margens menores em razão tanto da inflação quanto do aumento dos juros, que afetaram a dívida da companhia (especialmente em um momento que a aquisição do BIG exigiu um desembolso de R$ 4,4 bilhões do Carrefour).

Em relação às vendas líquidas, o dado consolidado é o de R$ 24 bilhões no período, aumento de 35,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. O Atacadão vendeu R$ 16,6 bilhões no período (avanço de 29,8%) e a unidade de varejo vendeu R$ 5,6 bilhões (avanço de 16,1% ante o mesmo período de 2021).

A receita líquida avançou 35% na comparação anual e chegou a R$ 25,2 bilhões. O valor está acima das estimativas do mercado: o BTG esperava R$ 22 bilhões e, o Itaú BBA, R$ 21,1 milhões. 

As despesas gerais e administrativas totalizaram R$ 2,9 bilhões no trimestre, aumento de 28% ano a ano, refletindo principalmente a expansão do Atacadão, segundo a companhia. A margem bruta no período teve queda de 1,4 ponto percentual, para 19%. Ainda na parte de gastos, o aumento dos valores com manutenção (85,9%) está relacionado principalmente à aceleração da expansão do Atacadão ao longo do último ano, além do aumento da inflação, que impactou os custos da companhia, de acordo com as informações do balanço. Também houve, em junho, o pagamento de R$ 4,4 bilhões referente à aquisição dos ativos do Grupo BIG.

O Ebitda ajustado avançou 24,5% no período, para R$ 1,7 bilhão. Excluindo o Grupo BIG da conta, o resultado seria de R$ 1,6 bilhão, avanço de 17,5% na comparação anual. O valor representa um recorde para o trimestre, segundo o Carrefour. A retomada do comércio presencial colaborou para o resultado, com melhora do desempenho em todas as verticais: Atacadão, Varejo e Banco Carrefour.

A margem Ebitda, entretanto, teve queda de 0,7 ponto percentual, fechando o trimestre em 7,1% — valor em linha com as estimativas de mercado.

No trimestre, a companhia investiu R$ 658 milhões, valor em linha com o mesmo período do ano anterior, refletindo o plano de expansão orgânica do grupo. Ao todo, o Carrefour inaugurou seis novas lojas de atacadão na Bahia, em Pernambuco, São Paulo e Rio Grande do Norte. Com as bandeiras de super e hipermercados, foram inauguradas 4 lojas no estado de São Paulo.

O custo líquido da dívida totalizou R$ 320 milhões, valor R$ 241 milhões maior na comparação anual, refletindo tanto o aumento do nível de endividamento (com a aquisição do BIG) e o aumento das taxas de juros propriamente dito. Esse fator contribuiu para que o resultado financeiro líquido passasse de R$ 160 milhões no segundo trimestre do ano passado para R$ 400 milhões no período encerrado em junho.

A companhia encerrou o trimestre com uma alavancagem de 2,7 vezes. “Isso representa o pico do ano e mantemos nossa expectativa de fechar 2022 em não mais do que duas vezes”, afirma, no comunicado.

Banco Carrefour

O faturamento do banco Carrefour subiu 9,4% na comparação anual, totalizando R$ 12,9 bilhões. O incremento veio tanto do cartão Carrefour (aumento de 7,5% ou R$ 573 milhões) quanto pelo cartão Atacadão (aumento de 11,2% ou R$ 454 milhões).

Como reflexo de uma estratégia de crédito mais conservadora adotada desde dezembro e da diluição das despesas gerais e administrativas, o lucro líquido subiu 20,8% na comparação anual, para R$ 145 milhões.

Ainda assim, o banco destaca que a carga de risco totalizou R$ 513 milhões no período, alta de 36,8% na comparação anual devido ao aumento da carteira de provisões e aos níveis ainda elevados de inadimplência observados.

Fonte: Exame

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Negócios

Top 9 no Ranking da ABRAS abre 3 lojas de uma só vez

De Administrador SH 26 de julho de 2022
Escrito por Administrador SH

Inaugurações dos atacarejos vão acontecer na próxima semana em dois estados

No dia 2 de agosto, o Grupo DMA abre as portas de mais uma loja da bandeira Mineirão Atacarejo, em Belo Horizonte.  A nova unidade fica no Shopping Norte (avenida Vilarinho, 1300), em Venda Nova, local em que funcionava o Epa Plus.

A virada de bandeira para o formato de atacarejo, além de manter o atendimento aos clientes do Epa Plus, vai ser também uma boa opção para consumidores corporativos da Capital e de cidades próximas. É o caso de comércios como mercearias, padarias, bares, restaurantes e minimercados que demandam maiores volumes e têm no atacarejo um atendimento ideal para esse perfil de compras.

Brasil Atacarejo na Paraíba

Depois da inauguração do Mineirão Atacarejo em Belo Horizonte, dois dias depois (4 de agosto), a DMA vai inaugurar duas lojas do Brasil Atacarejo no mesmo dia. Uma será em João Pessoa (PB), localizada na rodovia BR 230, km 27, S/N. A outra, também na Paraíba, será aberta em Campina Grande – avenida Jornalista Assis Chateaubriand, 245, no bairro Liberdade.

Fonte: Amis

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Negócios

Para evitar desperdício de alimentos, há novas regras para vegetais embalados

De Administrador SH 25 de julho de 2022
Escrito por Administrador SH

Dispensa, pelo Ministério da Agricultura, já era prevista por norma da Anvisa

Produtores não precisam mais informar prazo de validade em vegetais frescos embalados, de acordo com portaria publicada nesta segunda-feira pelo Ministério da Agricultura. A dispensa já era prevista por norma da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e tem como objetivo evitar o desperdício de alimentos.

Segundo o secretário de Defesa Agropecuária, José Guilherme Leal, anualmente toneladas de frutas são perdidas no Brasil em razão da expiração do prazo de validade, sem que, no entanto, estejam impróprias para o consumo.

“A validade afixada nas embalagens não guardava relação com a qualidade do produto, uma vez que o próprio consumidor é capaz de observar se um produto hortícola está apto ou não ao consumo apenas pelo aspecto visual”, disse em nota.

Até a publicação da portaria, os produtos com prazo de validade vencido tinham que ser descartados e não podiam ser destinados a outros fins, como doação. Os comerciantes eram autuados pelos órgãos de defesa do consumidor quando encontravam nos estabelecimentos produtos embalados com prazo de validade expirado. Assim, muitas frutas como, por exemplo, uvas embaladas, tinham que ser destruídas.

Agora, os produtores estão dispensados de colocar a informação nas embalagens, mas os estabelecimentos comerciais continuam obrigados a vender apenas hortifrútis que atendam aos requisitos mínimos de identidade e qualidade.

Fonte: Rafael Walendorff, Valor

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Negócios

Lucro da Coca-Cola Femsa sobe quase 40% no 2º trimestre

De Administrador SH 25 de julho de 2022
Escrito por Administrador SH

As receitas totais da multinacional subiram cerca de 20% no período

As receitas totais da companhia cresceram 19,9%, para 57,31 bilhões de pesos mexicanos

O lucro atribuível aos acionistas da Coca-Cola Femsa somou 4,62 bilhões de pesos mexicanos no segundo trimestre, alta de 39,5% em relação ao mesmo período de 2021. O lucro por ação foi de 0,28 centavos de pesos mexicanos.

Segundo a empresa mexicana, o aumento foi impulsionado, principalmente, por uma redução no resultado abrangente de financiamento relacionado ao ganho no valor de mercado de instrumentos financeiros, à redução na despesa de juros, além de ganho cambial.

Na mesma base de comparação, as receitas totais da companhia cresceram 19,9%, para 57,31 bilhões de pesos mexicanos. Esse aumento deu-se pelo crescimento do volume, pelas iniciativas de precificação da empresa e por efeitos cambiais, impulsionados, principalmente, pela valorização da moeda brasileira, o real.

A Coca-Cola Femsa diz que esses fatores foram parcialmente compensados por uma queda na receita do segmento de cerveja relacionada à transição do portfólio da bebida no Brasil.

Os volumes consolidados ficaram 11,9% acima do visto um ano antes, somando 952,4 milhões de caixas, em reflexo, segundo a companhia, ao aumento de volume de dois dígitos no Brasil, Colômbia, Argentina e América Central, juntamente com o crescimento de volume em outras regiões de atuação da empresa.

No mercado da América do Sul foi registrada alta de 30,3% nas receitas totais e acréscimo de 18,4% em volume. Já no mercado do México e América Central foram apurados ganhos mais modestos, de 13,9% e 8,2%, respectivamente.

Fonte: Flavya Pereira, Valor

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InternacionalNegócios

Walmart reduz projeções para 2º tri

De Administrador SH 25 de julho de 2022
Escrito por Administrador SH

O Walmart reduziu projeções para o segundo trimestre e para o resto do ano fiscal diante os altos níveis de estoque e a alta da inflação e incluiu nas vendas líquidas um impacto cambial de cerca de US$ 1 bilhão.

A varejista americana espera perdas de US$ 1,8 bilhão no segundo semestre com base nas taxas de câmbio atuais. A empresa espera crescimento de 6% nas vendas em lojas comparáveis, excluindo combustível, nos Estados Unidos no segundo trimestre em relação ao ano anterior, mas o crescimento vem de itens menos lucrativos.

A receita operacional, excluindo as unidades vendidas, deve cair entre 10% e 12% no ano fiscal que termina em janeiro de 2023. Em maio, a empresa disse que esperava queda de 1% no lucro operacional, desconsiderando efeitos cambiais, abaixo da estimativa anterior de aumento perto de 3%.

A empresa ressaltou que as mudanças se devem a um mix mais pesado de alimentos e combustíveis, o que está afetando negativamente sua taxa de margem bruta.

A estimativa é que os lucros ajustados por ação para o segundo trimestre e para o ano fiscal devem cair de 8% a 9% e de 11% a 13%, respectivamente.

O presidente-executivo, Doug McMillon, disse que o setor de vestuário no Walmart dos Estados Unidos está exigindo mais dólares de remarcação. O executivo disse que a empresa prevê mais pressão sobre mercadorias, mas a varejista está na expectativa pelo início das vendas de material escolar no país.

A atualização das projeções do Walmart vem no momento em que consumidores estão cortando gastos em resposta à inflação recorde nos EUA.

A empresa divulga os resultados trimestrais em 16 de agosto.

Há pouco, as ações caíam quase 10% na bolsa de Nova York, cotadas a US$ 119 no pregão regular, os papéis fecharam em leve queda de 0,14%, a US$ 132,02.

Fonte: Dow Jones, Valor

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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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