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Negócios

Aposte nos cappuccinos: jovens adoram a bebida

De Administrador SH 19 de julho de 2022
Escrito por Administrador SH

De olho nas pesquisas, Nestlé coloca nas gôndolas produtos em cinco sabores, inclusive resgatando memórias afetivas

Práticos e deliciosos, os clássicos cappuccinos de Nescafé ganham novos sabores. A marca se uniu a outras 4 icônicas da Nestlé® e, juntas, colocam no mercado mixes com receitas inéditas e textura supercremosa.

A combinação de café, leite, chocolate e canela – receita tradicional brasileira e perfeita para começar ou terminar o dia de maneira mais gostosa – encontra os diferentes sabores de outras marcas da multinacional que são adoradas pelos brasileiros.

O resultado são eles:

Nescafé Cappuccino Chocolate Dois Frades, com o chocolate em pó da Nestlé® que é o favorito no preparo de doces e bolos e, agora, estará no Cappuccino.

Nescafé Cappuccino & Negresco, com o aroma irresistível do biscoito que tem um sabor sem igual.

Nescafé Cappuccino Tradicional, o clássico que todo mundo ama com um toque delicioso de canela.

Nescafé Cappuccino & Moça Doce de Leite, com a cremosidade no ponto para criar doces e novas histórias.

Nescafé Cappuccino & Alpino, o mais puro chocolate Nestlé® com típico sabor dos Alpes Suíços.

Os produtos ganharam nova embalagem e têm como base o café de origem 100% responsável, que já é tradição em Nescafé. Uma nova maneira de ter sempre por perto uma bebida rápida de preparar, quentinha e deliciosa.

“Só uma empresa como a Nestlé consegue juntar marcas tão poderosas como Alpino, Moça, Dois Frades e Negresco para criar uma experiência inigualável no segmento de Cappuccinos!”, diz Valdir Nascimento, Head de marketing de Nescafé e Starbucks at Home na Nestlé.

Sensação de conforto. O relançamento vai ao encontro de dados da Nestlé que apontam uma crescente acima de 20% na procura por Cappuccinos, demanda liderada por um público cada vez mais jovem, de 25 a 44 anos.

Outra pesquisa valiosa foi a realizada em 2021 pelo Instituto Axxus que confirma que café não é apenas a bebida mais consumida no Brasil depois da água, mas que continua sendo a mais apreciada. De acordo com o estudo, o consumidor continua demonstrando uma relação emocional e afetiva com a bebida e que a experiência de beber café é um dos prazeres da vida.

Fonte: GNP

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Negócios

Neogrid constata os menores estoques do Varejo dos últimos dois anos

De Administrador SH 19 de julho de 2022
Escrito por Administrador SH

Em tempos de inflação, lotar as prateleiras tem sido uma tarefa bem complicada e o consumidor já se deu conta disso

Com a demanda em queda livre por conta da inflação, as redes de supermercados têm trabalhado com estoques menores e buscado equilibrar pedidos, ao encomendar apenas a previsão do que o consumidor vai de fato comprar. Com essa maior seletividade, porém, tem aumentado a queda de braço entre lojistas e indústria, que tem sido mais criteriosa nos descontos para grandes encomendas.

Os mercados têm acertado em suas previsões. O índice geral de rupturas (produtos que faltam nas prateleiras) calculado pela Neogrid, empresa especializada em cadeias de suprimentos, teve ligeira queda em junho e ficou em 11%, comparado aos 11,5% de maio. Esse não é um indicador de desabastecimento, mas, sim, de faltas pontuais, que ocorrem em razão de estoques menores e entregas postergadas.

Segundo Robson Munhoz, diretor da Neogrid, o varejo alimentar vem trabalhando com o menor índice de estoques em dois anos. “As varejistas não estão mais comprando por oportunidade, mas sim por necessidade. Diversas indústrias têm limitado os volumes e, por isso, os descontos concedidos têm sido mais criteriosos”, afirma.

Para ele, as varejistas estão aprendendo a calcular a demanda do ponto de vista do consumidor. “É um ensaio mais apurado sobre o que de fato vende”, diz. “Estão aprendendo a entender a demanda principalmente pelo uso de tecnologia.”

Mais negociações

O vice-presidente institucional da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), Marcio Milan, afirmou que a entidade tem estimulado os associados a negociar mais intensamente com a indústria. A lógica é entender os aumentos de preços e identificar determinadas altas injustificáveis. Ele diz que as negociações têm sido mais longas, exigido mais informações e que isso não tem causado desabastecimento nas lojas.

“Não identificamos falta de produtos em razão da maior negociação de supermercados com indústria”, afirmou. Ainda assim, eventuais quebras no fornecimento podem acontecer de maneiras pontuais. “Ruptura é algo inerente à operação dos supermercados. Em momentos inflacionários, normalmente há uma tendência disso aumentar”, diz.

Isso ocorre porque, na tentativa de melhorar o preço de compra da mercadoria, os estoques diminuem e faltam determinados itens nas gôndolas até que se chegue a um acordo com o fornecedor. Como a demanda está menos aquecida, porém, essas quebras estão menos frequentes. O consumo nos lares brasileiros subiu 0,39% em maio em relação ao mesmo mês de 2021. Na comparação com o mês imediatamente anterior, porém, houve queda de 3,47%, influenciada pela sazonalidade. Os dados são da pesquisa Consumo nos Lares Brasileiros da Abras.

Para Joelson Sampaio, professor de economia da FGV, o cenário de inflação eleva o desafio para indústria e varejo na mesa de negociações. “As varejistas têm de aumentar a pesquisa e comparação de preços e produtos para conseguir melhorar as negociações. O atual momento demanda mais estratégias para se obter um bom planejamento.”

Mesmo com a perspectiva de melhora da crise do combustível, por conta da recente medida do governo envolvendo o ICMS, a continuidade da ruptura na cadeia produtiva deve seguir tendo impacto para o varejo e a indústria, afirma. “A falta de insumos e produtos na indústria acaba dificultando as negociações”, diz.

O que falta

A indisponibilidade do leite longa vida nas gôndolas dos supermercados em junho atingiu o maior patamar em um ano, e o segundo maior desde janeiro de 2019. De acordo com dados da Neogrid, a falta do item nas prateleiras registrou índice de 19,4% em junho, ante 18,8% no mês anterior. Outro produto que também registrou alta de ruptura em junho, de 19,4% – a segunda maior no ano –, foram os ovos, que acabam substituindo a proteína animal em muitas mesas. Em maio, o índice foi de 17%.

No caso do leite, Munhoz afirma que a ruptura elevada deve se manter até o fim deste trimestre. Entre os motivos, estão estiagem, aumento no custo da ração do gado e do valor do leite no varejo. “Isso afeta também parte dos derivados, como leite condensado, iogurte, queijos, entre outros”, afirma.

Já os ovos obedecem a outro fenômeno: “O dólar aumentando, a situação ainda de guerra na Ucrânia, a inflação elevada e o aumento nas tarifas de luz causam efeitos em toda a cadeia de abastecimento. A indústria não consegue sustentar aumentos e precisa repassar parte do custo – com supermercados registrando margens muito apertadas e também não conseguindo segurar o reajuste dos valores. Isso afeta o consumidor final – que passa a buscar mais ofertas, marcas mais baratas, troca proteínas pelas mais em conta”, diz Munhoz.

Diferentemente do leite que, no mesmo período do ano passado estava em um patamar parecido de rupturas (em 19,2% frente os 19,4% de agora), os ovos estão 2,4 pontos porcentuais acima do registrado em junho de 2021.

Fonte: Talita Nascimento e Juliana Estigarríbia, Estadão

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Internacional

Vendas de itens de supermercados crescem no Amazon Prime Day

De Administrador SH 19 de julho de 2022
Escrito por Administrador SH

Neste período promocional, 17% dos consumidores compraram itens de supermercados; no Brasil, faturamento bateu Black Friday do ano passado

Números iniciais do Amazon Prime Day mostram que, no mercado americano, as vendas de produtos de supermercados cresceram 2,2% no período promocional promovido pela empresa. A informação é da Numerator, com base em pedidos efetuados nas primeiras 32 horas da campanha. Segundo a Amazon, as vendas globais no Prime Day movimentaram US$ 1,7 bilhão nas vendas próprias (1P) e mais de US$ 3 bilhões no total (incluindo os sellers do marketplace).

Embora as vendas no Prime Day sejam historicamente um momento forte para o setor de eletroeletrônicos, 17% dos consumidores compraram itens de supermercados, contra 14,8% no ano passado. Entre os 5 itens mais vendidos estão batatinhas fritas da Frito-Lay e sabão para máquina de lavar louças Dawn Powerwash. Os itens de marca própria da Amazon responderam por 38% dos produtos de supermercados vendidos na plataforma nestes dias de promoção. Em 2021, os cinco itens mais vendidos eram de marca própria, mas nenhum em supermercados.

Os números também mostram um aumento no tíquete médio durante o Prime Day, de US$ 47,14 para US$ 53,14 por pedido, sendo que 42% dos pedidos foram abaixo de US$ 20 e 13% ficaram acima de US$ 100.

Sucesso no Brasil

No mercado brasileiro, o Prime Day aconteceu pela terceira vez e faturou 2,1 vezes mais que a edição do ano passado. Somente no primeiro dia, as vendas ficaram 80% acima do movimentado na Black Friday do ano passado. Pela primeira vez, as vendas de itens dos sellers na plataforma brasileira superaram as de produtos 1P. Entre os produtos mais vendidos na categoria de itens de consumo ficaram canetas marca texto, cervejas e bebidas lácteas com proteína.

Um dos destaques foi a vertical de apoio ao empreendedorismo: a loja “Apoie Pequenos Negócios” ofereceu produtos de pequenos lojistas e 15% das vendas foram destinadas para a Central Única das Favelas (Cufa), organização social presente em mais de 5.000 comunidades no país.

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Negócios

Heineken foca na sofisticação do consumo

De Administrador SH 19 de julho de 2022
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Cervejaria aposta em produto que tem crescido a dois dígitos no mercado nacional

Terceiro maior mercado em volume de cerveja no mundo – atrás apenas de China e Estados Unidos -, o Brasil viu o consumo de cervejas premium e puro malte crescer nos últimos anos. A sofisticação do hábito de consumo ocorreu, principalmente, na pandemia, quando o consumidor passou a redirecionar sua rotina para dentro de casa.

Segunda maior cervejaria do Brasil, a Heineken tem uma estratégia de crescimento focada no portfólio de marcas premium. Segundo Sandra Franco, gerente de Key Account On Premise da marca, Heineken, Devassa e Amstel crescem anualmente a duplo dígito. “Nosso plano é manter essa curva. E, neste momento, estamos trilhando a mesma trajetória para a categoria premium mainstream: as marcas Amstel e Devassa”, afirma.

Sandra destaca que, com a chegada da Tiger, uma das principais marcas globais da companhia, a ideia é continuar liderando essa curva de crescimento da categoria.

O grupo também está de olho no crescimento de marcas artesanais, que tem caído no gosto do consumidor brasileiro. Acompanhando esse movimento, a Heineken tem atuado com as marcas Eisenbahn e Baden Baden, levando diversos estilos de cerveja, como American IPA, Golden Witbier, Chocolate Bock, Weiss, Red Ale e Stout. Com Blue Moon, a Heineken trouxe a icônica Witbier e com Lagunitas, completa a linha de cerveja IPA.

“Nós queremos levar ainda mais qualidade para os consumidores e democratizar o acesso ao universo das cervejas artesanais, categoria com maior potencial de crescimento no Brasil. No nosso ponto de vista, esse desenvolvimento é positivo tanto para o setor quanto para os consumidores, pois estimula o desenvolvimento de uma categoria reconhecida pela qualidade e diversidade de sabores e aromas”, afirma Sandra.

Novas categorias

Outra aposta da Heineken é na categoria de cerveja zero. Ao identificar o potencial de crescimento, o grupo lançou a Heineken 0.0.

“Até 2020, a categoria de cervejas zero álcool era praticamente um nicho de mercado e seguia em constante queda. Com o lançamento de Heineken 0.0, a tendência mudou por completo e a categoria voltou a se desenvolver com crescimento de duplo dígito”, conta a executiva.

Já o lançamento da Amstel Ultra, com baixo teor de calorias, veio atender aos consumidores que buscam mais equilíbrio no dia a dia. “A nossa aposta com a marca tem como objetivo desenvolver e liderar esta promissora categoria de cervejas com baixos teores de calorias e carboidratos, que atrai cada vez mais a atenção dos consumidores”, diz Sandra.

Fonte: Larissa Féria, Mercado e Consumo

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Negócios

Rede cria “Entrega Turbo” e acelera os negócios

De Administrador SH 19 de julho de 2022
Escrito por Administrador SH

Plataforma recheada com descontos agrega valor à marca que fatura com agilidade para o cliente

O Verdemar aprimora a experiência de compras do cliente no e-commerce e anuncia o “Entrega Turbo”, um serviço que vai levar ao cliente bebidas geladas em até 30 minutos. São diversas opções de refrigerantes, energéticos, cervejas e destilados. Todos enviados geladinhos, pronto para consumo.

O serviço ainda está na fase piloto e à disposição na unidade Sion. Para aproveitar a novidade, basta o cliente acessar o site www.verdemaratevoce.com.br, ir na aba “Entrega Turbo” e consultar a disponibilidade de produtos e entregas na sua região. O serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 11h às 21h30; sábado,  das 10h às 21h30; e aos domingos e feriados, das 10h às 20h30.

A novidade foi trazida para complementar as outras modalidades já disponibilizadas pelo Verdemar. No e-commerce da rede, os clientes contam com a “Entrega Agendada”, na qual podem escolher o melhor horário para receber suas compras em casa, e a  “Entrega Express”, que os permite receber suas compras de até 15 volumes em até 2 horas, a partir do horário da confirmação do pedido. A disponibilidade dos serviços podem ser consultadas pelo site do Verdemar Até Você. As entregas são feitas seguindo as políticas de segurança e cuidado da rede.

Lançado em junho de 2020, o e-commerce do Verdemar disponibiliza mais de 20 mil itens que incluem mercearia, bem-estar, bomboniere, padaria artesanal, adega, importados, produtos de fabricação própria, entre outros itens. A plataforma também oferece descontos especiais para os clientes.

Fonte: Amis

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Negócios

Saiba como anda o Varejo de Alimentos no Brasil Central

De Administrador SH 18 de julho de 2022
Escrito por Administrador SH

Região cresce com lojas de todos os formatos, mas serviços Premium precisam se destacar para encantar os clientes

O setor supermercadista apresentou expansão em Campo Grande em modalidade específica. De acordo com levantamento da Associação Sul-Mato-Grossense de Supermercados (Amas), foram abertos nos últimos cinco anos 11 novos atacarejos em Campo Grande.  

O número é alto, segundo a organização, levando em consideração o tamanho da Capital. Segundo especialistas consultados, a tendência é repetida Brasil afora, principalmente em cidades com regiões independentes, como é o caso de Campo Grande. A inflação também influencia na procura por opções mais baratas.  

Para não perder consumidores, os supermercados precisam focar em públicos mais específicos e oferecer diferenciais, como sushi, cartas de vinho e frutas importadas, por exemplo.  

Em estudo realizado pela Radar Scanntech Brasil foi revelado que, no mês de abril, o fluxo de consumidores em supermercados e atacarejos regionais voltou ao cenário pré-pandemia. A junção de atacado e varejo em um mesmo espaço é uma tendência em todo o País.  

O mestre em Economia Eugênio Pavão explica que a principal ideia do formato é aproveitar a questão geográfica. “Para se aproximar das regiões populosas e reduzir os altos custos da modalidade super/hipermercado, que dificultava as compras pela distância do mercado consumidor”, disse.

“Campo Grande representa um potencial importante para o setor, com grandes vazios urbanos sendo alocados para esse tipo de negócio, levando a modalidade atacarejo para as regiões distantes do Centro, mas bem povoadas”, explicou Pavão.

Ainda de acordo com o economista, há uma limitação para a ocupação do território com os formatos de comércio de alimentos.  

“O limite do atacarejo será a ocupação do território municipal e a disponibilidade de infraestrutura, sendo esta estrutura um desafio para as redes de pequenos e médios mercados”.  

A rede Fort Atacadista, por exemplo, já inaugurou duas novas lojas em Campo Grande neste ano.  

SUPERMERCADOS

Segundo a Amas, Campo Grande tem 231 supermercados, sendo a inauguração da loja do Pão de Açúcar, realizada na sexta-feira, a única na Capital neste ano. Já Mato Grosso do Sul tinha até janeiro deste ano 1.124 supermercados.  

O presidente da Amas, Denyson Prado, diz que, com o crescimento do número de atacarejos no Brasil, inclusive em municípios do interior, as lojas de supermercados e minimercados têm de se reinventar.  

“A Amas entende que essas lojas precisam focar mais em atendimento, qualidade, sortimento e mix diferenciado, pois competir em preço com os atacarejos é difícil”, ressaltou.

Dados da Junta Comercial de Mato Grosso do Sul (Jucems) apontam que, nos primeiros seis meses deste ano, foram abertas 4.746 empresas no Estado. O diretor-presidente da Jucems, Augusto César Ferreira de Castro, diz que é possível notar uma expansão do segmento supermercadista/atacadista em MS.  

“Creio que uma grande rede vem para fortalecer o segmento, o que sinaliza a questão do ambiente de negócios no Estado. Está bem consolidado, e a confiança dos empresários é possível de notar quando uma rede tão grande acredita no nosso mercado”, disse Castro.  

Christiane Cruz Citrângulo, diretora de Operações do Pão de Açúcar, ressalta a boa localização da nova loja da rede.  

“A gente acha que ela é muito estratégica e que a gente não poderia perder essa localização. Essa é uma loja que tem entrada aqui pela frente [Rua Maracaju] e entrada lá pelo fundo [Rua Antônio Maria Coelho]”.  

Para ela, ainda há a oportunidade de reutilizar o espaço do segundo andar, com entrada para a Rua Antônio Maria Coelho. O estabelecimento em questão era um Extra Hipermercado.  

“A gente fez a loja no térreo com a possibilidade de trazer novas lojas no piso de cima. Então, a gente vai conseguir valorizar muito um ponto que já é bem localizado e tem um estacionamento amplo”.  

Conforme apurou o Correio do Estado, uma nova loja do Pão de Açúcar será instalada na Avenida Afonso Pena.  

Denyson Prado diz que é possível enxergar um crescimento no número de supermercados. “Temos visto várias inaugurações acontecendo nos últimos anos. A rede é muito antiga, conhecida nacionalmente e uma das primeiras do ranking da Abras [Associação Brasileira de Supermercados], sendo muito fortes no quesito vendas”.  

A rede Extra tinha duas lojas na Capital, sendo a primeira substituída pelo Pão de Açúcar, e a segunda vai se tornar um Assaí Atacadista, conforme fontes consultadas.  

CONSUMO

O consumo nos lares mantém a trajetória de crescimento e acumula alta de 2,02% de janeiro a maio, resultado alinhado às projeções do setor supermercadista, que prevê crescimento de 2,80% no ano, aponta o indicador nacional de consumo da Abras.

Em comparação com abril, o mês de maio registrou queda de -3,47% no consumo. De acordo com análise da entidade, o recuo se deve, principalmente, ao impacto positivo e natural causado pela Páscoa no consumo e pelo reflexo da inflação nos alimentos, que reduz o poder de compra da população.

Na comparação com o mesmo período de 2021, o consumo teve alta de 0,39%. Todos os indicadores são deflacionados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“A recuperação do emprego e a recuperação da renda, junto à necessidade de aquisição de alimentos, produtos de higiene e limpeza, etc., ajudam o crescimento do consumo”, concluiu Pavão.

O médico José Neder considera que é importante valorizar os mercados locais. “Sempre passo aqui [no antigo Extra] e, com as novas variedades e qualidade dos produtos, devo vir ainda mais vezes”.  

4,7 MIL EMPRESAS ABERTAS

Dados da Junta Comercial apontam que, nos primeiros seis meses de 2022, foram abertas 4.746 empresas no Estado.

2,8% de crescimento

O setor supermercadista prevê crescimento de 2,80% neste ano, segundo a Associação Brasileira de Supermercados.

Fonte: Correio do Estado

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Negócios

Supermercados aperfeiçoam estratégias para driblar a inflação

De Administrador SH 17 de julho de 2022
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Grupo realiza evento oferecendo desconto médio de 26% nos itens da cesta básica

Negociação com fornecedores tem sido uma válvula de escape para os supermercados amenizarem o repasse da alta de preços aos consumidores. Nesta linha, o Grupo Imec, dono de supermercados e também dos atacarejos Desco Super&Atacado, está apostando em uma ação que batizou de “Batalha contra Inflação”. O lançamento dela coincide com a segunda metade do mês, quando, tradicionalmente, o cliente já aperta os gastos, bem observou à coluna o CEO Leonardo Taufer. 

– Temos discutido muito internamente sobre como podemos atenuar os impactos da inflação dos alimentos na mesa dos nossos clientes. Convidamos os fornecedores para embarcarem nessa ação em prol dos clientes – diz o executivo. 

Segundo ele, o Imec garantiu aos fornecedores de que todo o desconto seria repassado ao consumidor. Além disso, Taufer informa que a rede de supermercados reduziu as margens para que o efeito sobre os preços fosse maior. Pela simulação, uma compra de R$ 611,85 sairia por R$ 485,58, com descontos bem concentrados em itens de cesta básica e produtos de limpeza, Nesse sábado (16), havia filas nas lojas. Segundo o empresário, a ideia é fazer a ação uma vez ao mês.

Fonte: Giane Guerra, GZH

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Negócios

Conheça a principal oferta nas inaugurações de lojas

De Administrador SH 17 de julho de 2022
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Redes enxergam nesse momento a chance de fidelizar o cliente para suas unidades em meio à forte concorrência

Neste último final de semana, durante inauguração da segunda unidade do supermercado Pão de Açúcar, em Campo Grande, a aposta para atrair clientes foi reduzir o preço de vários produtos, incluindo o litro do leite, que tem sido um dos principais vilões no orçamento familiar, nas últimas semanas.

O mercado fica na Rua Maracaju, no Centro, em prédio antes ocupado por um hipermercado do Extra. Em janeiro, o GPA (Grupo Pão de Açúcar) decidiu fechar esses estabelecimentos e focar em unidades menores. Os atacarejos, no entanto, serão expandidos na rede Assaí, cujo controle acionário é do mesmo grupo francês, o Casino.

A diretora de operações do novo Pão de Açúcar, Christiane Cruz Citrângulo, afirma que a rede possui um “perfil de compra” diferenciado de outros mercados, como os atacarejos, com produtos importados e “diferenciados”, tais como vinhos ou sushis.

Segundo ela, espera-se inaugurar 100 novas unidades em todo o Brasil, até 2024. Atualmente, ela afirma que o GPA avalia construir novas lojas em Campo Grande. “A gente avalia onde estão as pessoas no ‘perfil do Pão de Açúcar’ e a gente prospecta.” –

Inauguração – No entanto, a estratégia, ao menos de hoje, foi reduzir o preço de diversos produtos. O litro de leite Parmalat integral foi de R$ 6,99 para R$ 5,79, com a restrição de quatro fardos, com seis unidades cada, por cliente.

Outras marcas, no entanto, são vendidas a R$ 7,99, como o leite Ninho integral ou o Piracanjuba desnatado.

Por volta das 7h, horário em que o mercado abre, havia pouco movimento de consumidores. A cuidadora de idosos Leila Cabanha, de 65 anos, foi uma das primeiras a chegar, por esperar que teria mais gente. “Geralmente, inauguração enche muito, então cheguei às 7h, para garantir. Vim atrás do leite por conta do preço.”

A estudante Rafaela Scaff, de 22 anos, achou o preço “chamativo” e pegou dois fardos do produto. Ela relata que estava com expectativa de apenas conhecer o mercado. O mesmo aconteceu com a supervisora de cobrança Elizandra Rodrigues, de 42 anos, que levou apenas um fardo. “Vim conhecer o supermercado. Não vim atrás do leite, mas o preço me chamou a atenção.”

A loja

Essa segunda unidade em Campo Grande foi inaugurada no local onde antes funcionava uma unidade de hipermercado. O ponto foi convertido na nova bandeira após uma reforma total para trazer o mais moderno modelo de operação da rede de supermercado (G7), que redesenha completamente a experiência de consumo e revitaliza o fluxo de clientes, e vem para fortalecer a presença da marca no dia a dia da cidade e da vida dos campo-grandenses.

O ponto conta com mais de 2.000 m² de área de vendas. O novo Pão de Açúcar tem o setor de alcoólicos e espaço pet e utensílios ampliados para melhor aproveitamento do espaço. São 120 colaboradores entre diretos e terceirizados, e os funcionários da antiga operação foram realocados e continuam na loja. 

A rede tem o compromisso de ser cada vez mais multicanal, dando ao cliente a escolha de comprar onde e como preferir, seja nas lojas, no site (www.paodeacucar.com)  ou no aplicativo Pão de Açúcar Mais, que oferece descontos exclusivos e personalizados, que podem ser ativados no momento da compra.

O aplicativo conta ainda com a plataforma de recompensas Meus Prêmios, com a coalização Stix, que permite trocas dos pontos stix por produtos exclusivos por meio da funcionalidade do aplicativo. Para se cadastrar no Pão de Açúcar Mais, basta realizar o download do app nas lojas Google Play ou Apple Store de maneira prática e rápida. Depois de logar no aplicativo, o cliente pode ativar as ofertas que tiver interesse e os descontos são aplicados automaticamente após a identificação pelo CPF nos caixas de atendimento em lojas físicas e também no e-commerce.

“Queremos atender os nossos clientes como, quando e onde eles quiserem. Dessa forma, a loja também estará integrada ao e-commerce, pelo qual os consumidores podem fazer a compra e ter a comodidade de receber em casa com a mesma qualidade da loja ou retirar na unidade. E, no atendimento físico, queremos receber os clientes como quem é de casa, por isso focamos na oferta de serviços de qualidade e ambiente aconchegante”, complementa Christiane.

O Pão de Açúcar ainda tem um cartão de crédito próprio, o Pão de Açúcar Mais Itaucard, que oferece opções diferenciadas de pagamento e parcelamento, descontos exclusivos e permite ao cliente acumular pontos no programa de incentivo e trocar por milhas das principais companhias aéreas. Na loja, ainda serão aceitos pagamentos via Pix, cartões de crédito e débito das principais bandeiras, dinheiro e vale-alimentação.

Fonte: Guilherme Correia e Izabela Cavalcanti, CG News

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Negócios

Arquiteto renomado assina projeto de loja milionária

De Administrador SH 17 de julho de 2022
Escrito por Administrador SH

Cidade turística que mais cresce no litoral brasileiro recebeu atenção especial para fazer a diferença dos clientes na região

A rede Bistek de Supermercados acaba de inaugurar a primeira unidade em Palhoça, litoral de Santa Catarina. O empreendimento recebeu investimento de R$ 70 milhões, tem 13,5 mil metros quadrados de área construída, 220 vagas de garagem e gerou 220 novos empregos diretos. A nova loja fica na avenida principal do bairro Pagani.

De acordo com o diretor de Marketing da rede, Wagner Ghislandi, a empresa projetou com atenção especial essa loja porque Palhoça é uma das cidades que mais crescem em Santa Catarina. A intenção é proporcionar uma experiência única aos clientes, em área de vendas de 4 mil metros quadrados, além da infraestrutura do entorno. O prédio foi projetado pelo arquiteto Manoel Dória, um dos maiores especialistas do país em arquitetura de varejo.

A estrutura metálica, construída com pequenas aberturas, garante ainda a iluminação natural do espaço. “Os prédios para o varejo são muito impactantes. Por isso a arquitetura tem um papel importante em criar uma referência representativa para as cidades e a região de forma objetiva, limpa e atemporal”, diz Manoel Dória.

Na área interna, a aposta são as cores quentes e aconchegantes e os ambientes atrativos, surpreendentes e nada monótonos, como o amplo espaço de floricultura. A loja garantirá ainda áreas estratégicas para os clientes, como uma adega, um açougue, uma padaria e um setor de frutas, verduras e legumes.

O novo supermercado conta, também, com infraestrutura de serviços de apoio com 24 espaços para restaurantes, cafés, lojas, academia e outros serviços.

“Palhoça é uma das cidades que mais crescem em Santa Catarina e desenvolvemos um projeto especial para marcar a chegada da rede e oferecer uma experiência única aos clientes”, destaca o diretor de marketing, Wagner Ghislandi.

Com 19 supermercados e quadro de 4,5 mil colaboradores, a rede Bistek nasceu em 1979 no município de Nova Veneza, Sul de Santa Catarina. Concentra atuação na faixa litorânea do Estado, com unidades desde Nova Veneza até Joinville, incluindo o Vale do Itajaí. Nos últimos anos, avança também no Rio Grande do Sul, onde já abriu unidades em Torres e Porto Alegre. Conta com moderno centro administrativo em Nova Veneza, açougue próprio e um centro de distribuição às margens da BR-101.

Fundada em 1979 por uma família de imigrantes italianos em Nova Veneza (SC), a rede Bistek de Supermercados tem hoje 19 lojas em 12 cidades catarinenses e duas unidades no Rio Grande do Sul (Torres e Porto Alegre). A empresa tem mais de 4,5 mil colaboradores.


Fonte: Acats e Economia SC

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Negócios

Indulgência alimenta crescimento de dois dígitos em indústria de guloseimas

De Administrador SH 17 de julho de 2022
Escrito por Administrador SH

Mercado brasileiro acaba de entrar no top 10 global da multinacional que busca novos doces para os países tropicais

A indústria de alimentos tem se apoiado bastante no conceito de indulgência, quando o consumidor busca satisfação e conforto na comida, o que aumenta em tempos mais difíceis. Setores como o de chocolate crescem bastante baseados nesse comportamento.

Em 2020, durante a pandemia, a frequência de compra cresceu 9,3%, de acordo com pesquisa da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab), realizada pelo Instituto Kantar. Justamente se apoiando no conceito de conforto da comida que o Grupo Ferrero — nascido há exatos 80 anos na Itália — busca crescer no País e chegar a 15% dos lares. E considerando o segundo semestre agitado economicamente (inflação e desemprego ainda em dois dígitos), politicamente (eleições) e esportivamente (Copa do Mundo), o cenário é promissor.

A Ferrero inaugurou sua fábrica no Brasil em Poços de Caldas (MG) em 1997. Responsável pela produção das marcas Nutella, Kinder Chocolate, Rocher e partes do Tic Tac, ela produziu no último ano fiscal da empresa 28 mil toneladas, aumento de 25% comparado ao mesmo período anterior. Mais de 80% dessa produção é destinada ao mercado interno.

O crescimento nasceu de um investimento de mais de 80 milhões de euros realizado em 2014, destinado para compra de maquinário e expansão. Com isso, veio o crescimento de 50% no volume de vendas nos últimos dois anos. No primeiro semestre de 2022, a empresa já apresentava faturamento 30% maior em relação ao ano passado. Isso colocou o Brasil enre os dez maiores mercados da Ferrero no mundo.

Consolidada na terceira posição nos segmentos em que atua e com atuais 13% de mercado, a Ferrero enfrenta os mesmos desafios de toda a indústria — aumentos no custo de produção, alta do dólar e dificuldades econômicas do brasileiro, um pacote que também influencia as decisões da empresa.

Mas na contramão da estratégia de muitos fabricantes, a Ferrero não irá mudar sua receita, que é a mesma globalmente, ou reduzir o tamanho do Rocher. Na visão do CEO da empresa para a América do Sul, Max de Simone, a qualidade segue sendo o principal diferencial da marca e isso não vale o barateamento do produto. “Nossa estrutura não permite um produto barato. Permite um produto de alta qualidade a preço justo.”

EQUAÇÃO DE QUALIDADE

Para a especialista Simone Galante, CEO da Galunion, consultoria em foodservice, “o consumidor pensa em uma equação de valor: ‘O que eu estou pagando pelo que estou recebendo’”. Essa troca leva em conta a marca e aquilo que ela traz em sua bagagem, bem como a origem do alimento, a qualidade do produto.

Para manter essa, a solução é repassar para o consumidor o aumento de preço, em uma delicada equação, que Max de Simone chama de arte e na qual o resultado precisa permitir alcançar o maior número de pessoas e manter o crescimento da empresa.

No caso brasileiro, a complexidade aumenta — além da conhecida agenda político-econômica, fatores climáticos também influenciam. Com aproximadamente 300 mil pontos de venda, a distribuição de portfólio é desigual. Das quatro linhas de produtos (Ferrero, Kinder, Nutella e TicTac), as regiões Sul e Sudeste recebem 100% dos itens. O que não ocorre com o restante do País — por causa do clima, alguns itens deixam de ser comercializados. Renato Zanoni, responsável pelas operações comerciais no Brasil, diz que nesse sentido eles tomam algumas decisões que são teoricamente contrárias ao desenvolvimento do business. “Porque a gente acredita mesmo que a qualidade faz a diferença”, afirmou Zanoni.

Para solucionar esse entrave, a solução está no desenvolvimento de novos doces, pensados para países tropicais. A promessa é que entre setembro de 2022 e maio de 2023 novidades cheguem ao mercado. Com isso a receita fica pronta. Novos produtos, indulgência e marketing, que tornou a Nutella presença garantida na confeitaria e no carrinho dos sonhos do brasileiro.

Fonte:Lara San’tAnna, Isto É Dinheiro

17 de julho de 2022 0 Comentários
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