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quarta-feira, maio 27, 2026
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Internacional

Varejistas fazem promoções em combustíveis para aumentar fidelidade

De Administrador SH 7 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Programas de recompensas trazem benefícios extras em período de alta do preço do petróleo

*Renato Müller

Com a elevação do preço dos combustíveis em todo o mundo por causa da invasão da Ucrânia, oferecer benefícios para que os clientes abasteçam seus veículos se transformou em um chamariz interessante para os programas de fidelidade do varejo.

Nos Estados Unidos, por exemplo, o Walmart oferece um desconto de US$ 0,10 por galão para os clientes do seu programa Walmart+ em postos conveniados em todo o país. Já a rede de autopeças Advanced Auto Parts oferece um desconto de US$ 0,05 por galão em compras acima de US$ 50 nas lojas da rede.

Mais agressivo, o clube de atacado BJ’s Wholesale oferece US$ 0,50 de desconto por galão para membros de seu programa fidelidade em compras acima de US$ 100. Na rede de supermercados Kroger, o programa de fidelidade Boost, lançado em novembro passado, oferece pontos em dobro na compra de combustíveis nos postos instalados no estacionamento das lojas.

Com o preço médio do galão de gasolina em US$ 4,14 (há um ano, estava em US$ 2,89), um desconto de US$ 0,10 (2,4%) pode ser atraente para boa parte dos consumidores. “O varejo é um negócio de oportunidades, e o preço dos combustíveis oferece um incentivo para atrair clientes e estimular a fidelidade do público”, comenta Eric Dzwonczyk, colíder global para as áreas de restaurantes, hospitalidade e lazer da empresa de consultoria AlixPartners.

Além de trazer mais fluxo imediato para os pontos de venda, esse tipo de ação também tem um impacto econômico significativo – que pode ser revertido em compras adicionais de supermercados. Segundo um estudo do JPMorgan Chase, para manter o mesmo padrão de consumo, os americanos precisam gastar US$ 23 bilhões a mais por ano a cada 10% de aumento no preço dos combustíveis.

A oferta de descontos em combustíveis parece estar funcionando. Na Advanced Auto Parts, por exemplo, mais de 12,6 milhões de clientes fidelidade têm acesso ao benefício, que vem sendo um pilar para atrair novos consumidores para as lojas. Já a rede de supermercados Bojangles, do sul dos EUA, está oferecendo US$ 1 milhão em cupons de descontos de US$ 10 para quem compra as refeições tamanho-família oferecidas nas lojas. “O varejo vem tendo retorno com essas ações, e irá continuar a procurar formas de atrair mais público mesmo depois que os preços dos combustíveis se normalizarem”, acredita Dzwonczyk.

7 de junho de 2022 0 Comentários
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Negócios

Por que as vendas cresceram nos mercados de bairro e lojas autônomas?

De Administrador SH 7 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Estudo do Sebrae mostra os motivos desse incremento passada a pandemia

Os tradicionais mercadinhos de bairro ganharam mais importância na vida dos brasileiros e um maior espaço na economia nos últimos anos. Segundo um levantamento feito pelo Sebrae, o número de novos empreendimentos no comércio varejista em bairros cresceu 12% entre 2020 e 2021, com predominância daqueles que vendem produtos alimentícios, como minimercados, mercearias e armazéns.

“Ressalto, principalmente, o papel das compras menores, aquelas semanais. O poder de compra do brasileiro vem diminuindo e não há mais espaço para a compra mensal. Com a alta dos preços dos alimentos e do combustível, o cliente se desloca, no máximo, para um mercadinho do próprio bairro, onde adquire o necessário”, explica Vicente Scalia, analista da Unidade de Competitividade do Sebrae.

Fundado há 27 anos no município de Eldorado do Sul (RS), o Codebal Supermercados investiu em melhorias para oferecer experiência e um atendimento diferenciado aos clientes.

Com seis filiais e mais de 200 colaboradores, a sua unidade-conceito, o Codebal Center, representa 20% do negócio. Entre os diferenciais, a unidade oferece puxador de carrinho mais confortável, padaria com pães de fermentação natural, orgânicos, produtos a granel e até uma estação de produtos e bebidas naturais que oferece Kombucha (bebida fermentada feita a partir do chá preto adoçado) feita na hora.

A pesquisa do Sebrae aponta ainda que o destaque entre as novas empresas abertas ficou para os Microempreendedores Individuais (MEI), que passaram de 38 mil novos empreendimentos formalizados em 2018 para 56.371, em 2021. No mesmo período, 40 mil empresas fecharam as portas em 2018, contra 17.676, em 2021.

Mercados autônomos

As restrições impostas pela pandemia impulsionaram a transformação digital. Uma inovação que ganhou força foram os minimercados de condomínio, que permitem compras rápidas sem a necessidade do atendimento de um funcionário, com o pagamento via caixa eletrônico ou por meio de aplicativo.

Criada em 2020, em Balneário Camboriú (SC), a startup Minha Quitandinha já inaugurou 20 lojas de janeiro a março, somando 89 unidades em todo o País. A expectativa é abrir mais 20 unidades nos próximos dias e alcançar 150 minimercados neste ano, com um faturamento da rede de R$ 10,5 milhões.

“Nosso modelo de negócio foi feito para garantir praticidade, economia de tempo e segurança. Cuidamos para que a tecnologia envolvida seja simples e todos consigam usar a loja tranquilamente, não importa o perfil”, afirma Douglas Pena, CRO da Minha Quitandinha.

Com mais de 700 SKUs a depender do tamanho da loja, os minimercados da Minha Quitandinha trabalham com um mix que vai desde congelados a itens de limpeza e higiene pessoal. “Esse mix é desenhado e alterado constantemente de acordo com o comportamento dos clientes de cada loja por meio de análise de dados. Conseguimos atender todas as necessidades que um supermercado de bairro atende e muito mais do que somente uma loja de conveniência ou uma vending machine”, explica Pena.

O executivo destaca que, além de oferecer itens essenciais que facilitam a rotina do consumidor, a rede busca trabalhar com preços atrativos, apesar da comodidade de ter uma loja a poucos passos da sua porta.

Além de condomínios, a rede inaugurou um mercado autônomo destinado ao público em geral no estacionamento do Barra Norte Hotel, em Balneário Camboriú (SC). A loja conta com uma variedade de 350 tipos de produtos, que vão desde bebidas a congelados, itens de higiene pessoal e limpeza, durante 24 horas nos sete dias da semana.

“Acreditamos que essa será uma oportunidade de aumentar a visibilidade tanto para esse novo modelo de varejo como para a empresa. Até o momento, tínhamos lojas apenas em ambientes controlados. Será um grande aprendizado esse molde para, quem sabe, contribuir futuramente com a expansão dessa tendência para outras frentes varejistas”, diz Pena.

A Market4u é outro exemplo de empresa atua com mercados autônomos. Presente em mais de 100 municípios, a rede cresceu 100% em 2021 e atingiu a marca de 2.000 unidades, entre próprias e franqueadas.

Para 2022, o objetivo da Market4u é encerrar o ano com 10 mil unidades pelo País, o que resultaria em um crescimento de 500%. Para atingir essa meta, a companhia pretende contratar 200 novos funcionários, com prioridade para a área de tecnologia.

Outro exemplo é a Smart Break, que já tem mais de 300 lojas na Grande São Paulo e na capital paulista. A empresa começou a atuar em 2018 dentro de empresas e inaugurou o primeiro micromercado autônomo em condomínio em 2019.

Atualmente com atuação em condomínios residenciais e empresariais, incluindo hotéis e academias, a startup viu seu faturamento crescer mais de 600% no último ano ante 2020 – mas os modelos de bairro, situados em condomínios, representam 80% do faturamento total.

Não são só as startups que investem nesse segmento. O Carrefour tem acelerado a abertura de lojas autônomas em condomínios residenciais em relação à expansão dos pontos convencionais com a bandeira Express.

Embora não revele valores ou número de lojas que serão abertas, a companhia informou que o investimento nesse modelo será maior do que o de loja de conveniência.

Fonte: Larissa Féria, Mercado & Consumo

7 de junho de 2022 0 Comentários
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Negócios

Oito dicas para ajudar o varejo a driblar a inflação

De Administrador SH 7 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Varejistas devem ter coragem de mudar práticas comerciais para se adequar ao novo momento

Tempos adversos exigem dos varejistas uma ampla compreensão das necessidades e hábitos dos clientes, assim como a coragem de mudar as práticas comerciais para que o ônus de fatores externos como a inflação não seja apenas repassado aos consumidores. Esses momentos históricos também estabelecem a urgência de um novo pensamento, novas lideranças e novas aplicações de insights por meio de uma legítima abordagem Customer First.

No entanto, cada uma destas etapas deve ser embasada na ciência de dados e implementada com prioridade máxima, afirma o presidente da Dunnhumby para a América Latina, Adriano Araújo.

Pensando nisso, recomendo 8 estratégias e táticas-chave que os varejistas devem seguir neste momento de pressão sob as taxas inflacionárias:

1. Atualize seu entendimento sobre cliente

Repense as segmentações dos clientes e como se comunicar com eles. Nem todos sentirão a inflação da mesma forma e muitos só irão perceber o impacto no valor total da compra quando chegarem ao caixa. Assim, cabe aos varejistas avaliarem os novos hábitos de compras, por exemplo:

• Mudanças na frequência, gasto e fidelidade – incluindo retenção ou churn; transformações na segmentação dos clientes, como o aumento da quantidade de consumidores sensíveis a preços e o impacto nos gastos por pessoa; novos canais de compras e mudanças nas vendas por formato/ bandeira ou canal em função do novo comportamento do consumidor; e atitudes, necessidades e mentalidades resultantes da experiência durante a pandemia.

2. Revise a estratégia do consumidor e plano comercial

A partir desta atualização do conhecimento sobre o consumidor, os varejistas também devem revisitar sua estratégia e se fazer perguntas para mover seus negócios, como:

• Ainda estamos focados no grupo estratégico certo de clientes ou devemos mudar para pensar mais sobre os consumidores que buscam melhor custo-benefício ou que são sensíveis a preços? Devemos melhorar alguma de nossas promessas da marca aos clientes, por exemplo, ‘preços baixos todos os dias’, sabendo que os compradores estão buscando por um valor ainda melhor? E como podemos fazer isso?

3. Repense sua estratégia e táticas de categoria

Os resets de categoria estão entre as táticas mais significativas para ajudar os varejistas a garantir que eles mitiguem o repasse total da inflação para os clientes; esses ganhos e benefícios são perceptíveis em médio prazo. Para isso, é fundamental o uso da ciência e das estruturas embasadas em dados para definir estratégias de categoria e produto buscando o equilíbrio correto de variedade, inovação, marca própria, preço e promoção.

• A substituibilidade é a ciência de como os compradores únicos ou similares percebem um produto, olhando para compras cruzadas entre dois itens da mesma categoria, na mesma cesta ou separada, para determinar quais são substituíveis ou complementares. Ela comprova que até 20% do sortimento pode ser excluído sem consequências negativas para os clientes ou para os resultados comerciais. A aplicação desta ciência faz com que o sortimento seja ainda mais efetivo, permitindo a eliminação de produtos duplicados que atendem a uma mesma demanda. Isso melhora a percepção de valor e a experiência na loja, simplifica as escolhas dos consumidores e auxilia os clientes a encontrarem os produtos certos para as suas necessidades e orçamentos.

Também cabe aos varejistas ajudar os clientes a encontrar alternativas mais baratas, por exemplo, usando a ciência de complementaridade de produtos e serviços de API para permitir recomendações personalizadas em todos os aplicativos e canais online.

4. Ofereça mais Marcas Próprias

A presença e a disponibilidade de produtos de marca própria é uma grande defesa contra a inflação, com benefícios até maiores do que uma cesta total mais barata no caixa. Uma ampla variedade de itens de marca própria também pode proporcionar uma sensação de poder de escolha dentro do sortimento do varejista, algo que, por si só, já melhora a percepção de valor. Mesmo quando um cliente não opta por um produto da marca da loja, a consciência de uma alternativa de melhor preço/qualidade tem um impacto positivo na percepção do cliente, especialmente em tempos inflacionários.

Assim, os varejistas devem apresentar uma real vantagem de preço dessas marcas (por exemplo, entre 15-20% mais barata que as demais) e posicionarem elas com um fluxo lógico e consistente na prateleira, sempre à esquerda das marcas nacionais. Para os estabelecimentos que não tiverem uma marca própria, a mesma estratégia vale para uma marca de entrada.

5. Garanta a competitividade dos preços nos itens certos

A lista KVI, composta pelos itens que contribuem para a percepção de valor, deve ser revisitada considerando as necessidades e hábitos dos clientes, em especial neste momento, visto que muitos deles podem ter se alterado durante a pandemia.

Os clientes sensíveis a preço percebem que esse período inflacionário é particularmente difícil, de modo que um investimento maior nos preços do KVI, assim como reinvestir em preços para produtos essenciais e nas categorias que impulsionarão o volume podem ser boas estratégias.

Outra boa maneira de manter-se competitivo é introduzir preços exclusivos para membros de forma a recompensar a fidelidade desses clientes, otimizando o investimento e melhorando a percepção da vantagem. Uma abordagem eficaz através de ciência de dados ajudará a definir e converter algumas promoções para reduzir o preço e aumentar a percepção de preços baixos. Importante que os canais online reflitam também os preços na loja e não haja divergências, particularmente nos KVIs.

6. Revisite o Plano de Promoções

Use a ciência de dados para balancear como os preços e promoções trabalham juntos a fim de entregar valor ao cliente. Promoções ruins demandam maior trabalho na loja, aumentam a complexidade e podem prejudicar essa percepção. Aos varejistas cabe a missão de oferecer menos promoções, porém mais eficientes. Algumas categorias e produtos funcionam em uma “estratégica baseada em PBTD (preço baixo todo dia)”, enquanto outras se beneficiam mais com promoções.

Promoções são necessárias para entusiasmar os consumidores e estimular a demanda em determinadas categorias – mas não em todas. Por isso, obter a fórmula de promoção versus preço em cada categoria usando Customer Data Science será ainda mais necessária. Assim, os varejistas devem criar ofertas personalizadas e promoções direcionadas para aumentar a frequência e os gastos. Um plano de comunicação que equilibre os drivers de imagem de preço pode ser usado tanto na mídia em massa quanto em comunicações personalizadas.

• É importante que os varejistas facilitem o entendimento das promoções, já que a maioria executa diferentes tipos ao mesmo tempo como descontos percentuais, “Leve Mais Pague Menos”, etc. Oferecer muitas ofertas gera confusão nos consumidores, é complexo para os operadores e impacta custos em toda a empresa. No universo dos clientes dunnhumby, por exemplo, as melhores práticas se concentram em oferecer consistentemente apenas de 3 a 4 tipos de promoção. A simplicidade ajuda a melhorar a percepção de valor para os clientes .

Além disso, durante os tempos inflacionários, todas as formas de combos devem ser aplicadas de forma muito estratégica. Por exemplo, algumas promoções “Leve 3 /Pague 2” não aumentam o gasto total da cesta, mas outros formatos de promoção podem aumentar.

Não se esqueça dos produtos naturais e frescos. À medida que os consumidores enfrentam a inflação variável mesmo dentro de uma categoria, é importante que os varejistas instituam preços seletivos e esforços promocionais para perecíveis e itens frescos no mix de cestas.

7. Sua ‘Transformação Digital’ também significa adicionar serviços úteis

Hoje e no futuro, as expectativas dos clientes em torno do digital não se limitam apenas aos canais online. Inovações digitais que facilitem as compras, sejam mais rápidas, seguras e de menor contato serão mais eficientes.

• Cada vez mais, os clientes buscam varejistas que oferecem aplicativos úteis e que facilitem sua jornada, desde o planejamento como Lista de Compra, passando por recomendações para ajudar e facilitar as escolhas como Minhas Promoções, até mesmo guias com curadoria, como Alternativas mais baratas.

• Outra forma de simplificar a vida do cliente é substituir os cartões de fidelidade, cupons de descontos e comprovantes de recompensa, por uma identificação única (ex. CPF), e entregar os anúncios com promoções personalizadas através de um app. Outra tendência é o uso de Self-Scan através de aplicativos móveis, checkouts de autoatendimento e quaisquer tecnologias adicionais que reduzam o contato humano.

Todos esses serviços digitais também podem ajudar a gerenciar os custos de mão-de-obra das lojas e de publicidade, diminuindo a pressão para aumentar os preços para os clientes, mantendo a rentabilidade em tempos de inflação.

8. Considere novas mecânicas de recompensa e fidelidade

Existem duas novas mecânicas de fidelidade que beneficiam os clientes que fazem compromissos de longo prazo para obter uma maior estabilidade nos preços, e que os varejistas devem considerar para atenuar os aumentos de preços, especialmente em tempos de inflação:

• As assinaturas podem ajudar a ganhar ou manter a fidelidade. Os principais modelos já existentes em lojas, e que estão emergindo em supermercados, são os que oferecem cash back e serviços gratuitos, os que entregam bônus aplicáveis na loja e descontos maiores para compras com recorrência.

• Taxas de entregas com custo fixo é outra alavanca importante para ganhar a fidelização do cliente, visto que existe uma base de consumidores que mudou drasticamente para compras digitais. Esses “custos fixos” visam manter uma fatia maior de gastos dentro do varejista, ajudando os compradores online a economizar dinheiro em taxas de entrega e dar opções para diferentes prazos.

Fonte: Adriano Araújo, Presidente da Dunnhumby para a América Latina – Meio e Mensagem

7 de junho de 2022 0 Comentários
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Negócios

Foco total no setor de bebidas na Semana do Dia dos Namorados

De Administrador SH 6 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Vendas de vinhos e cervejas vivem um bom momento com o arrefecimento da pandemia

Após meses em queda, a venda de bebidas alcoólicas voltou a crescer no Brasil, impulsionada pela Páscoa e pelo Carnaval fora de época em abril. A retomada foi possível graças ao arrefecimento da pandemia e, para a economia do país, representou uma alta de 5,2% no setor de bebidas, contribuindo também para que a produção industrial crescesse em abril, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com a proximidade do Dia dos Namorados, as expectativas são positivas para o setor e toda a cadeia, como bares, restaurantes e supermercados.

Segundo levantamento da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), na Páscoa, os volumes de vendas de vinhos importados cresceram 15,6% e de cervejas, 14,3%. O presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Paulo Solmucci, afirma que os donos dos estabelecimentos estão notando uma melhora gradual e contínua ao longo dos últimos três meses.

“Em janeiro e fevereiro, tivemos a Ômicron e as pessoas continuavam em casa, com medo da contaminação. Com o passar dos meses, as coisas foram melhorando e nós vimos esse crescimento proporcional na venda das bebidas. E em abril, tanto a Páscoa, quanto o Carnaval aconteceram em um momento de reabertura e do fim de todas as restrições, então tivemos uma grande retomada do movimento nos bares, no comércio em geral”.

De acordo com dados da associação, a venda de cervejas caiu 20% em janeiro e em fevereiro em relação aos mesmos meses do ano passado. Em março, foi identificada uma alta de 5% e em abril, a tendência é que haja um crescimento ainda maior.

“Geralmente, essa data é a que mais vendemos bebidas, de maior faturamento, porque as pessoas comemoram ao longo de todo o dia, de manhã até a noite, diferente dos outros feriados, que costumam ser celebrados durante o almoço”.

Para Gilberto Braga, economista do Ibmec RJ, o aumento se deve pelo fim das restrições ligadas ao combate à Covid-19: “a queda das regras de distanciamento, do uso de máscaras, estimulou a volta das atividades públicas, a confraternização entre as famílias e com isso, o consumo de bebidas alcoólicas”.

De acordo com a Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF), publicada nesta sexta-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor de bebidas foi o que mais cresceu em abril deste ano. Com alta de 5,2%, o segmento contribuiu para o crescimento de 0,1% da indústria brasileira em relação a março, quando houve aumento de 0,3%.

Fonte: Filipe Brasil, CNN

6 de junho de 2022 0 Comentários
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LegislaçãoNegócios

Cuidado para não se enrolar com os “vencidinhos”

De Administrador SH 6 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Procura disparou nos últimos meses pelos produtos mais em conta, mas não descuide da legislação

O aumento generalizado dos preços dos itens básicos de alimentação, somado a inflação econômica histórica vivenciada por praticamente todas as classes sociais brasileiras, alavancaram os conhecidos “vencidinhos” ou “FIFOs”, mercados que comercializam produtos – perecíveis ou não – próximos ao vencimento e, em contrapartida, concedem descontos atrativos que viabilizam a economia dos consumidores em adequação aos novos orçamentos enxutos.


A despeito das justificativas políticas e econômicas para este cenário, para suprimir as necessidades básicas, os estabelecimentos especializados neste tipo de “venda para consumo rápido” hoje são facilmente encontrados, principalmente em bairros periféricos.


E não é só, grandes redes de supermercados já dedicam partes físicas ou gondolas de seus estabelecimentos para a comercialização de produtos próximos ao vencimento: de acordo com os dados divulgados pela Associação Brasileira de Supermercados, 88,6% dos supermercados rebaixam os preços dos produtos próximos ao vencimento para evitar eventual desperdício.


Com este contexto posto, não há como evitar o alvoroço e crescimento desenfreado de grandes e pequenos empresários que vislumbram uma real oportunidade de investimento, criando uma estrutura de negócio em torno da compra e venda de produtos próximos ao vencimento.


Todavia, gestores e potenciais gestores deste nicho específico do mercado não devem esquecer que já existe uma legislação jurídica (em especial cível e criminal) e administrativa que regula as relações de consumo, e a sua violação pode ser um erro fatal que colocará fim a um negócio de elevado de lucro.
Diferentemente do que ocorre com as demais esferas do Direito, as repercussões das operações irregulares dos “FIFOs” no âmbito penal podem trazer diretamente aos seus administradores – pessoas físicas – verdadeiros percalços.

Se não, vejamos.


Usualmente, pequenos comerciantes e lojas recém-formadas não fornecem notas fiscais aos seus consumidores – o que pode ser justificado, por exemplo, pela ausência de know how sobre gestão de negócio. Ocorre que tal prática é crime, previsto no art. 1º, V, da Lei 8.137/90, e possui como pena reclusão de dois a cinco anos, além de multa.
Neste mesmo contexto, não é difícil encontrar estabelecimentos que não apresentam preocupações com o recolhimento de impostos ou atentam-se ao preenchimento correto dos livros fiscais – ambas as condutas também são delitos previstos nos arts. 1º e 2º da Lei 8.137/90, com penas que variam de seis meses a 5 anos de reclusão, além de multa.


De mais a mais, ainda sob a ótica criminal, os cuidados não devem voltar-se apenas ao cumprimento das legislações fiscais – muito presentes – em nosso país.


No cotidiano logístico de tais comércios é necessária atenção especial aos produtos que estão sendo comercializados pois, apesar de possuírem como principal diferencial a proximidade da data de vencimento para oferecimento de maior desconto, estes não devem ser postos à venda quando já vencidos ou em condições que impossibilitem o consumo.


Não por outro motivo a Lei 8.137/90 também traz, em seu art. 7º, IX, a previsão de que é crime “vender, ter em depósito para vender ou expor à venda ou, de qualquer forma, entregar matéria-prima ou mercadoria, em condições impróprias ao consumo”, sob pena das pessoas responsáveis por tal ato serem sentenciadas com uma pena de dois a cinco anos de detenção, além de multa.


Além disso, sobre este último ponto importa destacar que há previsão expressa na lei de punição na modalidade culposa, ou seja, ainda que o responsável pelo gerenciamento dos produtos à venda não tenha atuado com a intenção de deixar propositalmente expostos alimentos já vencidos, a mera atuação negligente (“esquecer de retirar o produto vencido da exposição”), pode acarretar no processamento criminal da pessoa física responsável.


Por outro lado, não há como esquecer que o próprio consumidor opta, mediante as circunstâncias econômicas, a adquirir estes produtos próximos de serem expirados. Neste caso, torna-se inevitável a ventilação da tese, ainda pouco trabalhada no cenário brasileiro, da heterocolocação em perigo consentida.


Em apertada síntese, de acordo com esta tese, nos casos em que o ofendido (consumidor que se arrisca em comprar alimentos próximos ao vencimento) deixa-se colocar em perigo por terceiro (administrador dos “vencidinhos”), tendo consciência plena dos perigos envolvidos – em especial nos casos em que o produto já está vencido e a informação está amplamente exposta -, é questionável a aplicação ou não da lei penal.


Por óbvio, a complexidade da teoria aprofunda-se, inclusive, em outros requisitos (como, por exemplo, ambos – autor e vítima – devem conhecer o risco em igual medida), ademais os tribunais pátrios rechaçam com veemência a culpabilidade concorrente da vítima.


Quanto ao Código de Defesa do Consumidor (“CDC”), inclusive, os donos dos “vencidinhos” devem ter atenção redobrada sobre seus deveres e obrigações perante os compradores.


Em primeiro lugar, é direito do consumidor, e obrigação do estabelecimento, nos termos do inc. III do Art. 6º do CDC, a “informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade, tributos incidentes e preço, bem como sobre os riscos que apresentem”, isto é, os estabelecimentos devem apresentar de forma clara que tais produtos estão sendo comercializados próximos à data de vencimento.


Em segundo lugar, é obrigação do estabelecimento, enquanto disponibiliza o produto para a venda, mantê-lo adequado para o consumo e armazenado de acordo com as condições estabelecidas pelo fabricante, ainda que se trate de um produto próximo ao vencimento. Os produtos que apresentam riscos (exemplo: grãos que apresentam insetos), ainda que dentro do prazo de validade, não poderão ser comercializados, nos termos do Art. 8º do CDC.


Em terceiro lugar, os produtos, ainda que próximos ao vencimento, devem conservar as características indicadas na embalagem. Em outras palavras, os produtos não podem apresentar disparidade com a indicações constantes do recipiente, da embalagem, rotulagem ou mensagem publicitária.


No caso de comercialização de produto em dessemelhança com seu recipiente, embalagem, rotulagem ou mensagem publicitária, resta configurada a responsabilidade pelo vício do produto, podendo o consumidor exigir a substituição das partes viciadas, conforme o Art. 18 do CDC.


Por sua vez, a comercialização de produtos com defeitos na apresentação ou acondicionamento, ou pela insuficiência ou falta de informações sobre sua utilização e riscos, gera a chamada responsabilidade pelo fato do produto, podendo o consumidor ser ressarcido pelos danos que vier a sofrer, consoante o Art. 12 do CDC.


No primeiro caso, existe uma responsabilidade solidária, isto é, em regra toda a cadeia de fornecimento (inclusive os estabelecimentos “FIFOs”) responde perante o consumidor. No segundo caso, existe uma responsabilidade objetiva, ou seja, tal qual a punição na modalidade culposa da Lei 8.137/90, em regra a cadeia de fornecimento é responsável perante o consumidor independentemente da existência de culpa.


As violações indicadas acima podem acarretar, inclusive, repercussões penais previstas no Art. 61 e seguintes CDC. Ao omitir informação relevante sobre a natureza, característica, qualidade, quantidade, segurança, desempenho, durabilidade, preço ou garantia de produtos, por exemplo, o Art. 66 do CDC estipula uma pena mínima (na modalidade culposa) de detenção de um a seis meses ou multa.


Por fim, em uma eventual tentativa de reaver perante seus fornecedores os prejuízos sofridos junto aos consumidores, os estabelecimentos “vencidinhos” não poderão se utilizar do CDC, por não serem reputados como “consumidores” nos termos da lei: deverão utilizar, em contrapartida, o Código Civil, e os preceitos presentes neste diploma legal, como o da responsabilidade civil.


Ao nosso ver, não se demonstra necessário a criação de novos documentos legislativos que tornem mais burocráticos e engessados a disponibilização de produtos a pronto consumo e baixo custo a população atada às altas econômicas, pois as normas já existentes demonstram-se mais do que suficientes para proteção aos consumidores diretos.


Por outro lado, administradores de tais estabelecimentos não devem desistir de estruturar seus negócios em conformidade com a lei – tributárias, penais, cíveis, administrativas, etc. -, sob pena de futuramente verem ruir este novo nicho com potencial alto de lucro.


Mais do que nunca o planejamento legal e a manutenção de um programa interno de conformidade às normas tornam-se essencial para o crescimento dos “vencidinhos”.

Fonte: Blog do Fausto Macedo, Estadão

6 de junho de 2022 0 Comentários
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Internacional

Busca por pontos comerciais leva varejista a oferecer “recompensa”

De Administrador SH 6 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

No Reino Unido, rede de descontos Lidl quer pagar comissão a qualquer pessoa que identificar bons pontos para suas novas lojas

*Renato Müller

A rede alemã de hard discount Lidl tem um plano agressivo de expansão no mercado inglês. E, para abrir 200 PDVs e chegar à meta de 1.100 lojas em operação no país até 2025, a empresa decidiu pedir ajuda de uma forma diferente.

Em vez de confiar somente nas indicações de estudos de geolocalização e em consultorias imobiliárias, a varejista decidiu oferecer uma recompensa para qualquer pessoa que identificar locais até então não mapeados onde seja possível abrir uma unidade da rede. A empresa se dispõe a pagar 1,5% do valor de compra do terreno ou 10% do aluguel do primeiro ano, o que somaria cerca de US$ 28 mil.

“Queremos ouvir todas as boas sugestões, independente de onde vierem”, afirma Richard Taylor, diretor de expansão da rede. O crescimento da Lidl, sexta maior supermercadista britânica, acontece em um momento em que as big four locais (Tesco, Sainsbury’s, Asda e Morrisons) estão mais focadas em acelerar suas operações omnichannel e ganhar rentabilidade na estrutura já existente do que em abrir novas unidades.

Enquanto isso, Lidl e sua rival alemã Aldi aceleram a expansão orgânica, aproveitando um momento de alta no custo de vida da população local para atrair mais clientes com seu posicionamento de preços muito baixos. E o esforço tem rendido frutos: segundo dados da Kantar, Aldi e Lidl tiveram, de fevereiro a abril, mais de 1 milhão de visitantes adicionais em relação ao mesmo período do ano passado.

6 de junho de 2022 0 Comentários
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InternacionalNegócios

Na França, Carrefour mostra confiança sobre os negócios em 2022

De Administrador SH 6 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Para a matriz, o grupo nunca teve que enfrentar tantos desafios

O Carrefour vê 2022 com confiança enquanto trabalha em uma nova estratégia que permitirá intensificar uma expansão digital e ser mais resiliente diante de um ambiente cada vez mais incerto, disse o presidente do grupo francês nesta sexta-feira.

A empresa, que no ano passado não conseguiu se unir à canadense Couche-Tard e à francesa Auchan, tem os meios financeiros para se expandir como uma companhia independente, disse o presidente-executivo, Alexandre Bompard, a investidores.

“Nosso grupo nunca teve que enfrentar tantos desafios”, disse Bompard, citando, pandemia, crise climática e guerra na Ucrânia que têm provocado interrupções na cadeia de fornecedores e pressões inflacionárias.

Bompard afirmou que está trabalhando em um novo plano estratégico e realizando uma revisão de ativos como parte do processo. A empresa é o maior grupo supermercadista do Brasil e dona da bandeira de atacarejo Atacadão.

Em novembro, o Carrefour anunciou investimento de 3 bilhões de euros até 2026 para intensificar um processo de digitalização, um dos pilares do futuro plano estratégico que Bompard deve revelar no próximo semestre.

“O Carrefour vai se esforçar para proteger o poder de compra de seus clientes enquanto reforça seu modelo econômico”, disse ele.

A companhia poderá focar mais ainda em produtos de marca própria, atividades promocionais e programas de fidelidade, bem como em economia de custos, disse ele.

Bompard reiterou meta de gerar fluxo de caixa livre acima de 1 bilhão de euros em 2022. “O Carrefour não precisa de consolidação. Ele tem os meios para o seu desenvolvimento”, acrescentando que, embora o Carrefour tenha sido abordado no passado por rivais, “hoje não estamos trabalhando em nada”.

As ações do Carrefour acumulam alta de 20% este ano, mas ainda estão cerca de 10% abaixo do nível de quando Bompard assumiu o comando da companhia em julho de 2017.

Fonte: Reuters-Isto É

6 de junho de 2022 0 Comentários
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Negócios

Cencosud fortalece atacarejo com nova loja Mercantil

De Administrador SH 6 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Cash & carry repaginado conta com serviços, Eletro Show GBarbosa e farmácia

O Mercantil Atacado abriu sua nona loja e a quarta na capital baiana, na Av. San Martin. Com uma área de vendas superior a 3.500 metros quadrados, ela traz como novidades uma comunicação visual mais moderna, balcões de salgados, fatiados e açougue, farmácia e Eletro Show GBarbosa (formato exclusivo de eletro) e delivery com opção de Compre e Retire. Para aproveitar as promoções especiais de inauguração com mais comodidade, os clientes têm à disposição 15 caixas, quatro terminais de autoatendimento, Wi-Fi gratuito e 138 vagas de estacionamento coberto.

O mix reúne mais de 6.000 itens nas seções de hortifruti, mercearia, bazar, pet, bebidas, higiene, padaria, laticínios, perfumaria e limpeza. O destaque vai para a área de perecíveis, com uma mega ilha refrigerada de salgados e fatiados, e açougue. “Estamos orgulhosos em poder oferecer tantas novidades. No balcão de açougue, por exemplo, o cliente poderá escolher o corte de sua preferência por meio de uma experiência personalizada, tendo mais de 45 tipos de carne bovina, 10 suína e 12 de ave à disposição”, explica o diretor do Mercantil Atacado, Eduardo Wanderley. O açougue da San Martin integra o programa Açougue Nota 10 da Friboi, conferindo o padrão de excelência em qualidade, serviço e exposição das carnes comercializadas.

Para Eduardo, o serviço é um dos principais diferenciais da unidade. “Paixão por servir você, do seu jeito, é o propósito da companhia. Inspirados nisso, entregamos uma loja completa, que reúne o físico e o digital. Além do atendimento personalizado nos balcões de perecíveis, temos os self-checkouts, onde o próprio cliente poderá registrar suas compras, e os caixas exclusivos para Pessoa Jurídica. Quem prefere comprar online também pode escolher entre receber os pedidos em casa ou retirá-los em loja, o que for mais conveniente”, pontua. “A loja ficou espetacular! Vamos oferecer uma proposta de compra muito agradável para os nossos vizinhos. A equipe do Mercantil Atacado e da Cencosud Nordeste demostraram a qualidade profissional e compromisso com este projeto”, enfatizou o presidente da Cencosud Brasil, Sebastián Los.

Com 61 anos de operação, a rede de cash & carry possui oito lojas na Bahia (San Martin, Calçada, Pirajá, Ogunjá, Lauro de Freitas, Kalilândia, Cidade Nova e Juazeiro) e uma em Aracaju/SE. Desde 2007, o Mercantil integra a Cencosud Brasil, uma das maiores supermercadistas do país, à qual também pertencem as redes GBarbosa, Perini, Bretas, Prezunic, Spid e o Cartão Cencosud, negócio de Serviços Financeiros. “Fazer parte de uma multinacional nos proporciona sinergias que geram benefícios, comodidade e praticidade para os clientes. Ter uma Farmácia GBarbosa e um Eletro Show GBarbosa dentro do Mercantil, além de condições especiais de pagamento e crédito por meio dos nossos cartões, garantem uma experiência ainda mais completa”, pontua o diretor geral Nordeste da Cencosud Brasil, Celso Ferreira.

Na Farmácia GBarbosa, por exemplo, os clientes terão acesso a mais de 6.000 itens de perfumaria, higiene pessoal, higiene infantil, leite especiais, medicamentos, genéricos, insulinas, descontos exclusivos de laboratório, além da presença de um farmacêutico durante o horário de funcionamento.

Dos 105 colaboradores que integram o Mercantil San Martin, mais da metade é composta por talentos internos, demonstrando as oportunidades de carreira dentro do grupo. Todos passaram por formação técnica presencial e plataforma digital de acordo com os cargos de atuação. “Estamos muito felizes, motivados e preparados para oferecer o melhor atendimento e mix de produtos ao público da região”, acrescenta Celso.

Nova marca, posicionamento e ofertas especiais

Para representar este novo momento da rede e fortalecer sua presença no mercado de cash & carry, o Mercantil investiu na modernização da comunicação visual, repaginou a marca com cores mais vibrantes, destacando o formato Atacado, e apresentou seu novo posicionamento, “Aqui você pode mais”. “Estamos empoderando os nossos clientes, declarando que, ao comprarem conosco, eles podem aproveitar mais ofertas, condições de pagamento especiais, descontos exclusivos no App, delivery, variedade e qualidade dos produtos, entre outras vantagens”, acrescenta Eduardo.

Em virtude da inauguração, tanto o site www.mercantilatacado.com.br quanto o App Mercantil Atacado estarão com ofertas especiais. Quem tem o Cartão Mercantil poderá parcelar alimentos, bebidas e hipel em até 3x sem juros e bazar em até 10x sem juros na loja San Martin. Os cartões aprovados no período de 4 a 19 de junho terão 30% no cupom de primeira compra (limitado a R$ 100), sem anuidade no primeiro ano.

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Negócios

Abertura de cash & carry agita interior da Paraíba

De Administrador SH 6 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Empreendimento foi aberto em cidade com 25 mil pessoas às margens da Rodovia BR-361

A inauguração do Gil Atacarejo, um dos maiores empreendimentos do Vale do Piancó, aconteceu no final de semana na cidade de Itaporanga (PB). O megamercado custou 15 milhões de reais e já iniciou os trabalhos com grandes promoções, oferecendo condições especiais aos clientes, a exemplo de cartão de crédito próprio com limite ofertado pelo atacarejo.

Além da parte de supermercado, o empreendimento dispõe dentro do estabelecimento de um setor de panificação, com padaria.

O empreendimento é do empresário sousense Gilson Araújo e de sua esposa Lidiane. A matriz é na cidade de Sousa, e chega a Itaporanga para aquecer a economia local e regional, com oferta de emprego para mais de 100 famílias.

A loja está localizada nas margens da rodovia BR-361, em frente ao monumento do Cristo Rei, saída para Piancó (PB).

Fonte: Folha do Vali e Diamanteonline

25 mil habitantes

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Negócios

Hora de incrementar as vendas com os quitutes juninos

De Administrador SH 6 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Inovar o cardápio e decorar o ambiente são algumas dicas que fazem a diferença

A temporada de festas juninas começou, para a alegria dos brasileiros que gostam de aproveitar o momento para se divertir com as brincadeiras, danças e comidas típicas. Após dois anos de pandemia, estamos voltando a celebrar presencialmente, e muito mais do frequentar festas, que tal aproveitar para incrementar as suas vendas?

Datas comemorativas são uma ótima maneira de impulsionar os seus clientes a comprar mais. Existem algumas maneiras de fazer isso com o tema junino, como decorar o seu estabelecimento. Aposte em bandeirinhas, toalhas xadrez e quitutes típicos de cortesia. Se o seu negócio é online, decore a embalagem e envie alguns doces junto com o produto após a compra. Desta maneira você cativará o cliente e, com certeza, ele vai recordar do seu negócio ao comprar novamente.

Crie cardápios diferenciados para a data. Festas Juninas são conhecidas, principalmente, pelas comidas típicas, como pé de moleque e canjica. Se você possui um restaurante ou uma lanchonete, produza algo novo e convide os seus clientes para experimentar. Todos estão animados com a volta dos eventos presenciais, crie uma festa de São João, escolha alimentos a base de milho e amendoim, e incremente o seu orçamento.

No seu supermercado, além de oferecer guloseimas juninas para degustação, você pode montar kits juninos. Escolha alimentos típicos, monte uma cesta temática e incentive os seus clientes. Eles podem presentear alguém, ou levar para o escritório e fazer uma festa junina no trabalho.

Apostar em novidades, algo diferenciado em datas como o dia de São João, além de aumentar o seu lucro no mês, marca a memória do consumidor como uma boa experiência. Desta maneira, o seu estabelecimento fideliza o cliente e se destaca no mercado.

Fonte: NSC

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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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