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quinta-feira, setembro 10, 2026
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GestãoVarejo

Gestão eficiente ajuda o varejo a vender mais

De Administrador SH 18 de outubro de 2022
Escrito por Administrador SH

Ficar atento aos processos internos e controle de gastos devem fazer parte do planejamento estratégico da empresa

O varejo é um dos setores da economia que vem crescendo ano após ano. Mesmo com a pandemia de Covid-19, o segmento conseguiu se adaptar, adotar soluções tecnológicas que fizeram com que as empresas automatizassem processos que antes eram feitos de forma arcaica e assim continuar lucrando.

Segundo os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as vendas do varejo brasileiro tiveram um crescimento de 1,4% em 2021. Já de acordo com a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), feita pelo IBGE, no primeiro semestre de 2022, o comércio varejista teve alta de 1,4% nas vendas. Os segmentos de destaque estão livros, jornais, papelaria e revistas (18,4%); tecidos, vestuário e calçados (17,2%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos (8,4%).

 “Agora, para o segundo semestre, as perspectivas são muito positivas, visto que há algumas datas importantes, como Copa do Mundo, Black Friday e Natal, que costumam atrair mais movimento para as lojas”, afirma Thiago Campaz, é CEO e co-fundador do VExpenses. De acordo com a Associação Brasileira do Varejo (ABV), a expectativa do setor é que as vendas aumentem em até 12% no segundo semestre deste ano, em comparação aos primeiros seis meses.

Mas, para que as empresas consigam atender esses objetivos, é preciso que haja muito planejamento e estratégias comerciais e de marketing para a divulgação dos itens a serem comercializados. E, como a atenção dos gestores estão 100% voltadas a isso, em alguns momentos a gestão interna dos processos e controle de gastos pode acabar ficando em segundo plano. O maior problema é que essa gestão é fundamental para a saúde financeira das lojas e para garantir ganhos saudáveis ao negócio.

Para tanto, é importante que os responsáveis pela área utilizem métodos que consigam centralizar os custos, como por exemplo os cartões corporativos e empresariais. Por meio dessas ferramentas, é possível monitorar as despesas em tempo real, atribui-las às filiais e centros de custos corretos, automatizar a prestação de contas e a contabilidade, diminuir os riscos de quebra de caixa negativa, ter a visão dos gastos em uma única plataforma e acompanhar todas as informações por meio de dashboards e relatórios.

Além disso, nesses casos é recomendado contar com mais de um cartão, permitindo que sejam atribuídos a diferentes usuários, para que assim seja possível personalizar os limites e controles dos gastos e ainda receber alertas de segurança caso algo esteja fora da normalidade. Afinal, ao deixar de utilizar um único cartão para os pagamentos de todos os gastos da empresa e passar a atribuir um cartão para cada loja e/ou departamento, ganha-se muito mais visibilidade sobre as despesas da loja toda e/ou das filiais, evitando assim prejuízos muito maiores no caixa.

Dessa maneira, com o uso de soluções tecnológicas, os lojistas conseguem controlar a entrada e saída dos valores financeiros, melhorar o fluxo de despesas internas e evitar perdas de dinheiro por má conduta ou fraudes, principalmente em um período que há um aumento considerável na demanda e muitas vezes as informações dentro das lojas podem se perder.

“O setor varejista precisa se preocupar com as questões internas e com os gargalos que ocorrem no processo de gestão, para que assim seja possível manter a saúde financeira dos negócios e garantir assim que os negócios consigam lucrar, mesmo que as despesas sejam altas também. Mas isso só acontece com organização e planejamento”, conclui Campaz. 

Fonte: Thiago Campaz, é CEO e co-fundador do VExpenses

18 de outubro de 2022 0 Comentários
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Varejo

Novo livro traça panorama das mudanças estratégicas do varejo

De Administrador SH 17 de outubro de 2022
Escrito por Administrador SH

“Varejo, transformação digital e pandemia” de Eduardo Terra aponta caminhos para um futuro cada vez mais digital. Confira a entrevista exclusiva para o site da SuperHiper

Em março de 2020, o varejo brasileiro e o mundo entraram em uma nova fase. Não é exagero dizer que a pandemia foi um divisor de águas, pois fez com que a transformação digital dos negócios passasse a ser fundamental para a sobrevivência das empresas. E, nessa transformação, empresas e consumidores avançam rumo a um futuro que ainda não está totalmente decifrado, mas que, certamente, exigirá mais resiliência, adaptabilidade e capacidade de inovação.

No livro “Varejo, transformação digital e pandemia – um panorama das mudanças do setor mais dinâmico da economia e do que o futuro nos trará”, Eduardo Terra apresenta uma série de análises e reflexões sobre o momento atual e as perspectivas para o varejo e os negócios. Escritos em formato de artigo durante os últimos dois anos, esses pensamentos trazem insights sobre como empresas e pessoas podem aproveitar este momento da melhor forma para preparar um futuro melhor.

Neste livro, seus insights estão organizados em artigos curtos que tratam de 3 grandes temas: as transformações pelas quais o mundo vem passando; os novos valores necessários para lidar com estes novos tempos; e as alternativas estratégicas para o varejo neste mundo pós pandemia. Uma leitura rápida e direto ao ponto, que reúne os pontos mais importantes para a evolução dos negócios e, por meio de QR Codes, apresenta uma série de conteúdos estendidos, como vídeos, estudos e pesquisas.

Confira a entrevista exclusiva com o autor, Eduardo Terra:

Aproveitando o lançamento, a SuperHiper fez uma entrevista exclusiva com Eduardo Terra. Neste bate-papo, o autor nos contou como foi escrever o livro, quais as novidades devemos enfrentar e o que devemos esperar do 5G. Confira na íntegra:

SuperHiper: Como surgiu a ideia de escrever o livro, foi antes ou durante a pandemia?

Eduardo Terra: Eu estudo, trabalho e falo de varejo há muito tempo, pelo menos 10 anos. O que percebi, quando veio a pandemia, é que iríamos passar e passamos por um momento único, pois vivemos uma aceleração de anos em meses. Aquilo que já vinha acontecendo, do ponto de vista da transformação, que tinha um ritmo e uma velocidade, passou a ter uma grande aceleração. A ideia do livro foi retratar um pouco esta transformação acelerada, onde muita coisa aconteceu. O consumidor passou a usar ainda mais tecnologia, os canais digitais. No canal alimentar ficou mais evidente, mesmo os supermercados estarem abertos, ele (o consumidor) entendia que a jornada digital era mais segura. Durante dois anos estivemos em pandemia sempre com picos, restrições, e com isso os hábitos mudaram, forçando o consumidor para jornadas mais digitais, o que crescer o e-commerce, como um todo. No Brasil, era em torno de 4% do varejo e hoje representa 15%. Isso dá uma ideia do salto que demos, por conta desta mudança de hábitos. E no livro, eu falo um pouco também do que está por vir, como é o caso do 5G, do metaverso, para mostrar que não devemos parar, que a pandemia foi um evento de aceleração importante, mas que devemos ter outros eventos que continuarão acelerar o processo.

SH: Não dá para voltar mais atrás, mas o que você diria para as pessoas que são mais resistentes a estas transformações.

ET:  Na verdade, a tecnologia está cada vez mais fácil, mais intuitiva, mais barata, mais presente, e que o caminho é irreversível. E que cada um tem que fazer no seu tempo. Por isso há uma evolução, o varejo físico vai continuar sempre existindo. O que é importante não confundir digitalização/ transformação digital com e-commerce. Comprar pela internet, é um pedaço da digitalização. Mesmo este consumidor mais resistente que não compre on-line, ele tem boa parte dos seus hábitos digitalizados, por exemplo, ele acessa ofertar pelo WhatsApp, ele conhece marcas, ofertas, pelas redes sociais, ele pesquisa na Internet, e isso já faz parte da jornada de compra digitalizada. O que há 10 ou 15 anos atrás era por panfleto, rádio ou TV. Mesmo quem não compra online, tem parte de sua jornada digitalizada de alguma forma. Ele é impactado pela digitalização e pela tecnologia. Comprar pela internet é um capítulo da digitalização, não é único.

SH: Qual é o cenário que você vê para o varejo pós-pandemia?

ET: É um cenário de incerteza e transformação que definem ele. Vivemos em um mundo em constante transformação, de velocidade, de incerteza, e de muita tecnologia. O que não podemos achar que a pandemia foi um episódio único, isolado, e que terminou por aqui. E que a tecnologia estabilizou e vai andar devagar, isto não é verdade. Teremos outros capítulos, como é o caso do 5G e outras questões que vão continuar acelerando a transformação. O cenário é de incerteza, mas no sentido de que não sabemos muito ver o que está por vir. O Metaverso é um dos exemplos que vem de aplicação de tudo isso. O que eu tenho dito muito é diante de incertezas e transformação, ou nós apavoramos ou nos apaixonamos por isso. Mas é melhor se “apaixonar”, porque fica mais fácil.

SH: Como você vê o 5G no cenário do varejo?

ET: O 5G é muito importante no varejo. Diferente do que muitos acham, ele não é o 4G mais rápido, ele é uma mudança estrutural da maneira com que o acesso à Internet se dará. Em alguns países, como China, já começamos a ver isso, porque o 5G trará ultra conexão, não só nossa com as lojas, empresas, mas ele conectará as coisas. Teremos as lojas conectadas, os produtos conectados. Nós já temos um varejo muito orientado para dados, e a quantidade de dados, com produtos, lojas, tudo conectado, tudo ficará mais forte. Porque o 5G além de ser mais rápido, ele resolve a questão da latência, que é o delay, esse tempo de transmissão que impede, por exemplo, que um drone seja pilotado porque a pessoa que opera pode errar e deixar cair uma mercadoria, que um carro autônomo seja pilotado. Com o 5G esta latência vai praticamente a zero. Com ele, passaremos a ter uma série de aplicações possíveis como entregar autônomas, transportes autônomos, a questão da saúde, do entretenimento, terá mais abrangência, pois o 5G terão frequências de acesso muito maiores. Resumindo: teremos uma internet muito mais ampla, mais barata, que gastará menos energia, com muito menos latência. Isso é infraestrutura. Com isso, virão as aplicações, com empresas desenvolvendo softwares, tecnologia, que usarão esta internet 5G para poder funcionar. O Metaverso é um exemplo disso, drones, a Internet das Coisas. E vem um varejo novo, nascendo a partir do 5G, que este ano se tornará realidade.

SH: Você tem algum exemplo desta realidade. O que vem sendo feito nos países que já tem o 5G?

ET: Você começa a ter, por exemplo, em um supermercado tradicional onde você tem consumidores, teoricamente, com sinal monitorado, você terá todas as gôndolas, todos os itens, todos os produtos, toda a infraestrutura da loja com uma espécie de chip, conectado com a Internet das Coisas, e tudo isto monitorado, você transforma isso em uma inteligência, e saberá quem pegou determinado produto, a quantidade, quem fez determinada coisa, e você passa a ter uma loja mais inteligente. Outro exemplo, é a realidade virtual, possibilitando ao cliente navegar dentro de uma loja em e-commerce, como se estivesse dentro dela. O e-commerce ficará com muito mais experiência.  O uso dos óculos de realidade virtual associado ao 5G, possibilitará que você seja transportado a uma realidade quase real, você conseguirá vai sentir como se estivesse dentro desta loja mesmo. O 5G irá potencializar o e-commerce, dados, irá potencializar muita coisa.

SH: Qual o conselho que você dá para o empresário se preparar com estas novas transformações.

ET: Primeiro, não achar que o avanço da tecnologia parou na pandemia, tem gente que está achando isso, que a pandemia foi um acelerador e que agora as coisas irão parar. Isso não é verdade. Segundo conselho, não se apavorar, tentar entender, se apaixonar pela tecnologia, e ver como uma oportunidade. O terceiro conselho, é tentar colocar os pés no chão, buscar parcerias, ideias, iniciativas que resolvam dores reais do seu negócio com todas as tecnologias que aí estão.

Varejo, transformação digital e pandemia, de Eduardo Terra

Serviço:

  • Varejo, transformação digital e pandemia – Um panorama das mudanças do setor mais dinâmico da economia e do que o futuro nos trará
  • Autor: Eduardo Terra
  • Editora Literare Books
  • Número de páginas: 172
  • Preço: R$ 44,90
  • À venda nas principais livrarias físicas e digitais.
17 de outubro de 2022 0 Comentários
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Varejo

Grupo carioca amplia número de lojas em outubro

De Administrador SH 17 de outubro de 2022
Escrito por Administrador SH

Rede Supermarket gera 80 empregos diretos com a unidade que acaba de ser aberta no RJ

Rede Supermarket inaugura mais uma loja em Niterói, no bairro Engenho do Mato. Ocupando 2.000 m² de área construída, sendo 800 m² de área de venda, a nova loja, localizada na Avenida Irene Lopes Sodré, 5.329, oferece 28 vagas de estacionamento e um mix variado de produtos em seções de cereais, açougue, mercearia, hortifrúti, padaria e higiene e limpeza.

Gerando mais de 80 empregos diretos, a nova unidade, que conta com oito checkouts, terá também climatização inteligente e atendimento de excelência, visando oferecer maior conforto no atendimento aos clientes da região. 

“O objetivo da Rede Supermarket é estar sempre perto do seu público, gerando conveniência e comodidade para as pessoas. Assim, a chegada da nova loja visa atender a todas as necessidades dos moradores da região, oferecendo inovação e um mix de produtos de qualidade e com preços acessíveis, além das ofertas especiais e exclusivas, seguindo o slogan de toda a rede, ‘É preço, é perto, é Supermarket’”, diz o Presidente da Rede Supermarket, Paulo Bonifácio.

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Varejo

Lojas de vizinhança ocupam espaço relevante na vida dos consumidores

De Administrador SH 17 de outubro de 2022
Escrito por Administrador SH

Pesquisa revela que o pequeno varejo segue em forte crescimento mas precisam investir na digitalização

Por muito tempo prevaleceu a ideia de que os grandes varejistas iriam engolir os pequenos mercados de bairro. Mas a verdade é que o pequeno varejo ainda ocupa um espaço relevante na vida dos consumidores brasileiros e oferece uma série de oportunidades para a inovação, segundo pesquisa realizada pela Flourish Ventures.

De acordo com o estudo, os chamados “mercadinhos de bairro” ou mercados de vizinhança estão presentes no dia a dia dos clientes. No Brasil, 92% dos consumidores entrevistados planejam manter ou aumentar as compras em mercearias – durante a pandemia, 80% dos clientes compraram a maior parte de seus mantimentos no pequeno varejo. Além disso, 46% dos consumidores brasileiros frequentam o mercado de seu bairro diariamente.

No entanto, o levantamento mostra que tanto lojistas quanto clientes acreditam que o pequeno varejo precisará agilizar a adoção de tecnologias digitais para permanecer relevante e competitivo, dando continuidade ao movimento de digitalização iniciado na pandemia. Segundo a pesquisa, 65% dos lojistas brasileiros usam aplicativos de mensagem para se comunicar com fornecedores ou consumidores, enquanto 38% usam aplicativos e websites para comprar estoque. Olhando para frente, 35% dos lojistas planejam aumentar o uso de ferramentas digitais para vendas online, comunicação e delivery nos próximos 12 a 24 meses.

A pesquisa estima que, quando o pequeno varejo se tornar digital, os lojistas poderão aumentar seus lucros em 60% a 100%. Porém, há um atraso na implementação devido a outras tarefas empresariais urgentes, preocupações com segurança de dados, falta de familiaridade e limitações de acesso.

Países Emergentes

Além do Brasil, a pesquisa analisou o desempenho de mercearias no Egito, Índia e Indonésia. Ao todo, foram 1.600 entrevistados, sendo 800 lojistas e 800 consumidores. O estudo global foi feito em parceria com a Bain & Company e a 60 Decibels e, no Brasil, contou com a participação da Mercê do Bairro.

A procura crescente por serviços e compras no pequeno varejo e a necessidade de digitalização desses estabelecimentos foram tendências identificadas em todos os locais analisados, que se enquadram na categoria de países emergentes.

De todos os consumidores entrevistados, 94% planejam continuar comprando ou comprar ainda mais nos pequenos mercados, ao passo que 80% dos lojistas do setor anseiam hoje por melhores ferramentas financeiras digitais.

Os dados dos quatro países revelam ainda que:

● 50% dos consumidores frequentam o pequeno varejo de seu bairro diariamente e 24% utilizam regularmente uma conta na loja para a realização de compras a crédito;

● 71% dos consumidores compraram mais mantimentos no pequeno varejo durante os lockdowns decorrentes da covid-19;

● 73% dos consumidores concordam plenamente que o pequeno varejo é vital para sua comunidade, valorizando a proximidade, a conveniência e o serviço. Quando se trata de aprimoramento tecnológico, a pesquisa apontou que, em todos esses países, 55% dos lojistas usam aplicativos de mensagem em seus negócios e 75% planejam aumentar seu uso nos próximos 12 a 24 meses

Fonte: Digitalizando o Pequeno Varejo 2022, pesquisa realizada pela Flourish Ventures

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Varejo

Assaí amplia presença na região oeste de São Paulo

De Administrador SH 17 de outubro de 2022
Escrito por Administrador SH

Nova loja na Raposo Tavares conta com serviços de Açougue e Empório de Frios, e amplia opção de abastecimento para a região metropolitana paulista, incluindo Cotia e Osasco

O Assaí Atacadista inaugurou sua 10ª loja este ano no estado de São Paulo, sendo a 5ª na capital paulista. Localizada na Avenida Marechal Fiuza de Castro, próximo ao Km 13 da Rodovia Raposo Tavares, a unidade representa a chegada da marca na região do Butantã, na Zona Oeste da cidade, e divisa para outros munícipios da Grande São Paulo. Deste modo, a empresa segue com o seu plano de expandir para grandes centros urbanos e polos econômicos.

A nova unidade conta com mais de 5,8 mil m² de área e foi inaugurada no local onde antes havia um hipermercado. O prédio foi reformado, resultando em um espaço interno com climatização e iluminação aperfeiçoadas, pé-direito alto e corredores largos e espaçosos. A empresa incluiu também um mix variado de serviços, como Açougue, Cantinho do Churrasco, Empório de Frios e Adega de Vinhos. Foram gerados ainda cerca de 500 empregos diretos e indiretos, priorizando a contratação de colaboradores(as) que trabalhavam no antigo local e que manifestaram interesse em trabalhar na rede.

O Assaí Raposo Tavares conta com um mix de mais de 9 mil produtos, entre alimentos, bebidas, itens de higiene pessoal e limpeza, produtos de bazar, linha automotiva, linha pet e eletroportáteis, além de embalagens e descartáveis. E, também, amplia o acesso para quem busca economizar com a sua “política de dois preços” – isto é: o “preço de atacado” (quando adquire mais de um volume de um mesmo item) ou “varejo” (quando compra em pequena quantidade). Nos dois casos, o preço chega a ser, em média, de 10 a 15% mais barato do que comparado ao varejo tradicional.

A nova loja conta com 36 caixas de pagamento (com opções de passagem rápida para até 15 itens) e mais de 450 vagas de estacionamento gratuito para carros e motos.

Entre os serviços implementados no Assaí Raposo Tavares estão o Açougue, com mais de 100 opções de cortes de carnes bovinas, suínas e aves, além de atendimento especializado conforme a necessidade do(da) cliente. E, também, o Cantinho do Churrasco – em um mesmo local estão todos os itens para facilitar a vida dos(as) churrasqueiros(as), como carvão, sal grosso, temperos, cooler, tábuas e espetos (e o melhor: ao lado do açougue, para que fique tudo organizado e fácil de encontrar). Já o Empório de Frios oferece atendimento para a venda de frios, laticínios e embutidos fatiados ou fracionados, tudo ao gosto do(a) cliente, além da possibilidade de compra diretamente na gôndola de autosserviço. Outra novidade é a Adega de Vinhos, com mais de 300 rótulos disponíveis, uma variedade selecionada para atender aqueles(as) que apreciam a bebida.

Com esta abertura, são 237 lojas em todo o Brasil, sendo 91 no Estado de São Paulo. Para este ano, estão previstas, ainda, a abertura de novas unidades no interior do Estado de São Paulo (como Campinas e Sorocaba), além de bairros tradicionais da capital, como Penha e Tatuapé.

17 de outubro de 2022 0 Comentários
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GestãoVarejo

Consumo aquecido de tilápia agrega valor aos mercados nacional e internacional

De Administrador SH 16 de outubro de 2022
Escrito por Administrador SH

Pescado de cativeiro mais produzido no Brasil será um dos temas da Seafood Show Latin America que começa hoje em SP

A exportação de pescado brasileiro seguiu em alta em agosto, quando foram registradas 37.643 toneladas de embarques de itens diversos de pescado. O número representa alta de 26,12% no volume quando comparado ao mesmo período do ano passado. As informações são do Painel do Pescado.
 

Em julho, a exportação de pescado do Brasil já havia ampliado 27,57% no volume quando comparado ao mesmo período do ano passado. Em junho, o salto foi de 29,7%. Para Ramon Amaral, proprietário da Brasfish Indústria e Comércio de Alimentos, de Santa Fé do Sul, no interior paulista, são inúmeras possibilidades. “O pescado é a quarta proteína consumida no Brasil e no mundo é a primeira. Tem muito campo, muita coisa a ser feita com relação à qualidade, a abertura de novas oportunidades com desenvolvimento de embalagem, de negócio”, analisa.
 

Amaral, que participará do painel “Produção, comércio e perspectivas para os principais itens de pescado”, durante a Seafood Show Latin America, de 17 a 19 de outubro, no Pro Magno Centro de Eventos, em São Paulo, conhece bem a realidade do setor. Sua empresa atua em todas as áreas do segmento, desde a manipulação genética à alevinagem (produção de alevinos), cria, recria e engorda, frigorífico, fábrica de ração e logística até o ponto de venda. “Temos um poder de rastreabilidade muito grande, que nenhuma empresa no Brasil tem”, garante. “Vendemos pele, escama, filé, aperitivos, pururuca, bolinho, ou seja, temos uma cultura de agregar valor em todos os cortes e produtos que a tilápia pode oferecer. Acredito muito no pescado”.
 

Tilápia tem preços em alta
 

O mercado interno de tilápia, o peixe de cativeiro mais produzido no Brasil, está com alta de preços, como lembra Felipe Junqueira Franco, sócio da BTJ Foods, que também participará do painel durante a Seafood Show. “O filé de tilápia está num momento de retomada de equilíbrio da oferta e demanda, com tendência de aumento de preço”, afirma.
 

De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada — CEPEA da USP, em Piracicaba, com o aquecimento da demanda interna e a oferta restrita de peixes, as cotações da tilápia subiram em todas as regiões em agosto. A menor disponibilidade do peixe no peso ideal para o abate e o aumento na demanda por parte da indústria, especialmente na segunda quinzena, impulsionaram as cotações durante todo o mês, conclui o estudo.
 

No Norte do Paraná, o valor pago ao produtor pela tilápia in natura teve média de R$ 7,93 por quilo em agosto, 0,76% maior do que o de julho. Na região dos Grandes Lagos, noroeste do estado de São Paulo e divisa de Mato Grosso do Sul, a cotação média foi de R$ 7,74 o quilo, aumento de 1,04% na comparação mensal.
 

“Essa tendência reflete no filé, mas ainda é sutil”, afirma Franco. “No entanto, esperamos a manutenção dessa tendência crescente de preços, afinal, houve uma fase muito ruim para o produtor, em termo de rentabilidade que chegou a vender o peixe muito próximo ao valor de produção e, muitas vezes, até mesmo abaixo. Isso fez ele tirar o pé no repovoamento, o que impacta na redução de oferta, que pressiona os preços para cima”.
 

Mas a empresa mostra preocupação com o momento da economia. “O poder aquisitivo da população está em baixa e isso reflete na demanda também. Ou seja, a demanda por cortes de maior valor, como o filé de tilápia, pode diminuir em função do poder aquisitivo menor. Por outro lado, o peixe inteiro, mais competitivo frente às demais proteínas, ajuda a sustentar um pouco a demanda”.
 

Credenciamento gratuito e exclusivo para profissionais do setor AQUI.

PROGRAMAÇÃO | Ao longo dos três dias de evento, a Seafood Show Latin America também vai oferecer mesas-redondas, painéis e debates abrangendo desde a indústria de processamento até a importação, varejo e food service. Confira abaixo alguns dos destaques da agenda.

  • Seafood Talk Show

13h às 14h30 -: painéis temáticos sobre comercialização de pescado

  • Seafood Service Show

16h às 18h: aulas-show com chefs de cozinha latino-americanos

  • IX Simcope — Simpósio de Controle de Qualidade do Pescado

13h às 20h: minicursos técnicos e painéis temáticos

  • Encontro ABGJ da Culinária Japonesa

14h30 às 16h – Lançamento da Semana da Gastronomia Japonesa em SP

  • Agrifutura: Pescado

15h às 16h – apresentação de pitches

A programação você confere no site da Seafood.

Apoio institucional: ABCC – Associação Brasileira de Criadores de Camarão, ABIPESCA – Associação Brasileira das Indústrias de Pescados, ABRAPES – Associação Brasileira de Fomento ao Pescado, Abrasel-SP – Associação de Bares e Restaurantes, Instituto de Pesca, Peixe BR, SIPESP – Sindicato da Indústria da Pesca no Estado de São Paulo e BaresSP.

Serviço

Seafood Show Latin America

De 17 a 19 de outubro – das 13h às 20h

Local:Pro Magno Centro de Eventos

Av. Profa. Ida Kolb, 513 – Jardim das Laranjeiras, São Paulo

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Shopper

Rede Savegnago atua no combate ao câncer de mama

De Administrador SH 16 de outubro de 2022
Escrito por Administrador SH

Campanha em parceria com o Hospital de Amor de Barretos prevê consultas e exames com foco na detecção da doença entre as mulheres

A rede Savegnago de Supermercados e o Hospital de Amor de Barretos, preocupados com a saúde da população, uniram forças a fim de proporcionar e facilitar a realização de exames com foco na prevenção e detecção precoce do câncer de mama. Até o dia 27 de outubro, oito lojas do Savegnago Supermercados receberão as unidades móveis do Hospital de Amor de Barretos.

A parceria – que faz parte da campanha Outubro Rosa – promoverá consultas, exames de mamografia e prestará orientações sobre a prevenção ao câncer de mama, de forma gratuita, para mulheres na faixa etária entre 40 e 69 anos, em unidades da rede nos municípios de Ribeirão Preto, Araraquara, Franca, Rio Claro e Limeira.

“Juntamente com o Hospital de Amor de Barretos reforçamos a importância da campanha Outubro Rosa por meio da conscientização e cuidado às nossas clientes e suas famílias. A prevenção é fundamental e vamos apoiar essa mensagem”, frisa o presidente-executivo da rede, Chalim Savegnago.

Segundo dados do INCA, até 2022, serão registrados cerca de 66.280 novos casos de câncer de mama no Brasil por ano. O tipo é o primeiro da lista que mais acomete as mulheres, mas também pode aparecer em homens.

Para o atendimento realizado na unidade móvel do HA haverá distribuição de senhas após o cadastro no balcão de atendimento das lojas do Savegnago, pois as vagas são limitadas. As interessadas em realizar o exame de mamografia devem estar munidas dos documentos: CPF, RG, cartão do SUS e comprovante de residência.

Prevenção e doação

Além de receberem orientações sobre o câncer de mama, os clientes do Savegnago terão a oportunidade de fazer doações à campanha Corrente de Amor, que arrecada fundos em prol do Hospital de Amor, e ainda concorrer a um veículo zero quilômetro.

“Durante o Outubro Rosa intensificamos a campanha de doação Corrente de Amor, reforçando o importante papel que o Hospital de Amor tem na prevenção, diagnóstico precoce e tratamento do câncer de mama e a Rede Savegnago é um grande parceiro desta causa”, diz Larissa Mello, coordenadora de Campanhas do Hospital de Amor.

A cada doação de R$10 para a instituição, feita diretamente no caixa do Savegnago, o doador recebe um número da sorte para concorrer ao prêmio: um veículo Jeep Renegade 0Km, que será sorteado no dia 31 de outubro.

“Temos um enorme orgulho da nossa parceria, desde 2021, com a campanha Corrente de Amor, em que é possível doar ao Hospital do Amor nos caixas das nossas 56 lojas, espalhadas por 20 cidades do estado de São Paulo. Bem como uma enorme gratidão aos nossos clientes por acolherem essa ação tão importante”, conclui Chalim Savegnago.

Dia 18 de outubro: Franca na loja 12 (Av. José da Silva, 3913 – Jd. Maria Rosa)

Dia 19 de outubro: Franca na loja 50 (Av. Paulo Roberto Cavalheiro Coelho, 1911 – Parque do Castelo)

Dia 25 de outubro: Ribeirão Preto na loja 9 (Rua Javari, 4819 – Antonio Marincek)

Dia 26 de outubro: Ribeirão Preto na loja 28 (Rua Acre, 1400 — Ipiranga)

Dia 27 de outubro: Ribeirão Preto na loja 20 (Av. Portugal, 2509 – Jd. São Luiz)

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ESGTendênciasVarejo

Rede líder no Canadá aposta em entregas autônomas

De Administrador SH 16 de outubro de 2022
Escrito por Administrador SH

Loblaws acredita que, já no ano que vem, terá caminhões sem motoristas levando produtos dos Centros de Distribuição para suas lojas

*Por Renato Müller

Às vezes, o futuro chega mais rápido do que pensamos. Na Loblaws, maior rede de supermercados do Canadá, esse certamente é o caso. A empresa fez uma parceria com a Gatik AI, fornecedora de veículos autônomos, e está automatizando uma rota de cerca de 11,5 km entre um Centro de Distribuição em Toronto e uma loja da bandeira Real Canadian na principal cidade do país.

“Esse projeto é resultado da nossa evolução nos últimos 5 anos”, afirma Gautam Narang, CEO da Gatik. A rota é complexa para a Inteligência Artificial, com cruzamentos de 4 vias, locais com pedestres, ciclistas e, evidentemente, todo o tráfego de automóveis da região. Um diferencial entre a abordagem da Gatik e a de concorrentes como a Waymo é que a parceira da Loblaws está focada em rotas curtas e fixas, que os caminhões de entrega utilizam com frequência. Para a empresa, dessa forma os desafios para a tecnologia são menores e é possível implementar mais rapidamente – embora a IA tenha dificuldades se, por algum motivo, aquela rota estiver bloqueada.

“No momento, o projeto não é nem mais caro, nem mais barato que a opção tradicional com motoristas”, revela David Markwell, diretor de tecnologia da Loblaws. “Quando aumentarmos a quantidade de caminhões utilizados e o número de rotas, aí sim poderemos ver um impacto financeiro”. Segundo o executivo, o modelo de entregas por veículos autônomos tem se mostrado particularmente útil para atender ao aumento da demanda por entregas expressas de compras de supermercados.

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TecnologiaVarejo

Benefícios em um cartão e crédito pré-aprovado para colaboradores e empresas

De Administrador SH 16 de outubro de 2022
Escrito por Administrador SH

Com Mercado Pago Benefícios, mais autonomia para os colaboradores usarem seus benefícios corporativos e simplificar a gestão para as empresas com custo zero

No dia a dia, é comum para quem recebe benefícios corporativos, como vales alimentação, refeição e combustível, ter que lidar com vários cartões e memorizar diferentes senhas na hora de usar seus benefícios.

Os desafios nesse sentido não são só para os colaboradores. Os RHs e as áreas administrativas das empresas também precisam estar atentos e dispor de ferramentas para superarem os desafios na gestão desses benefícios.

É nesse cenário que um dos maiores bancos digitais do Brasil chega com uma solução que simplifica a vida das equipes de gestão de benefícios das empresas e dos colaboradores: o Mercado Pago Benefícios, que consolida o saldo de todos os benefícios corporativos em um só cartão.

Vantagens para colaboradores e empresas

A proposta do Mercado Pago é dar mais autonomia aos colaboradores, permitindo que utilizem o valor dos benefícios em todos os lugares que aceitam o cartão bandeira Visa, ou seja, mais de 2 milhões de estabelecimentos no Brasil. Além disso, eles contam com as vantagens de fazer a gestão dos benefícios no app do banco digital, pagar por aproximação pelo smartphone (NFC) e com o cartão virtual, que é liberado antes mesmo do físico. E o melhor, tudo em um único cartão.

Para as empresas, além de entregar uma plataforma de gestão simples, ágil e segura, a solução não tem taxas ou tarifas escondidas, o que contribui para a economia da operação uma vez que não há gasto com a emissão de cartões ou cadastramento de colaboradores em empresas de benefícios.

Além disso, graças a uma série de investimentos em tecnologia, o Mercado Pago consegue garantir às empresas que o valor dos benefícios será usado para a finalidade designada.

Mercado Pago Benefícios também oferece crédito

Com o propósito de democratizar produtos e serviços financeiros que fazem a diferença no dia a dia de colaboradores e empresas, o Mercado Pago Benefícios também dá acesso a linhas de crédito pré-aprovadas*. Outro diferencial para os colaboradores é a possibilidade de solicitar um cartão de crédito. 

O acesso ao crédito pré-aprovado* está liberado para empresas e funcionários depois que o primeiro pagamento dos benefícios acontecer e sujeito à análise prévia. O valor do crédito poderá ser usado tanto para empréstimos como para compras na função crédito e há possibilidade de aumentar esse valor à medida em que o relacionamento com o Mercado Pago avança.

*Todas as solicitações de crédito estão sujeitas a análise prévia.

Conta digital grátis e completa  

Com o Mercado Pago Benefícios, os usuários ainda contam com diversas vantagens da conta  do banco digital, como acesso à crédito, saques sem cartão, recompensas no Mercado Pontos e uma série de vantagens exclusivas da conta, que não cobra taxas e oferece cartão de crédito sem anuidade. 

Acesse para saber mais e contratar o Mercado Pago Benefícios:  https://www.mercadopago.com.br/beneficios-corporativos

Acesse para conhecer as soluções de pagamento do Mercado Pago: https://www.mercadopago.com.br/ajuda/meios-de-pagamentos-vendedores_474

Saiba mais sobre a conta digital completa e gratuita Mercado Pago: https://www.mercadopago.com.br/

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ShopperVarejo

Grupo Muffato investe R$ 50 milhões em loja de grande porte

De Administrador SH 16 de outubro de 2022
Escrito por Administrador SH

Atacarejo tem um novo layout que reforça o posicionamento da marca número um do Paraná

Depois de inaugurar atacarejos em Cascavel, Apucarana e Cianorte, no mês de setembro, o Grupo Muffato avança no Paraná, entregando a segunda unidade do Max Atacadista de Ponta Grossa. Uma loja dinâmica, que oferece economia aliada à qualidade e praticidade.

O novo layout e posicionamento da marca valorizam a diversidade de consumidores que passaram a frequentar o atacarejo como forma de economizar no orçamento doméstico ou agregar renda, sem perder de vista os comerciantes.

O Max Jardim Carvalho é quinta unidade do Grupo Muffato na cidade núcleo dos Campos Gerais paranaenses. Para esta loja foram contratados mais de 200 colaboradores diretos e a estimativa é que os investimentos mobilizem mais 200 trabalhadores indiretos. Além disso, a obra já impactou a economia local, fortalecendo o comércio, o setor imobiliário e mobilizando fornecedores. 

“É o momento de oferecermos à população a oportunidade de economizar no valor final da compra. Além de atender comerciantes e transformadores, também estamos pensando nas famílias que precisam fazer o dinheiro render mais. Queremos contribuir para o desenvolvimento da cidade, gerando empregos e entregando uma loja moderna, com variedade, qualidade e bons preços”, avalia Eduardo Muffato, diretor do Grupo.

Foram investidos R$50 milhões nesta unidade, que tem área total de 20 mil m², com 12 mil m² de área construída e 350 vagas de estacionamento. Na área de vendas são 26 checkouts convencionais e mais 6 caixas rápidos. Dentro do conceito de atacarejo completo, o Max Jardim Carvalho também terá padaria com produtos frescos, açougue com atendimento no balcão, além dos cortes especiais, e setor de frios com variedade de fatiados somados a um mix de aproximadamente 15 mil itens.

Desde 1999 o Grupo Muffato atua em Ponta Grossa, primeiro com lojas de varejo e agora escala o setor de atacarejo, que possibilita ao consumidor final comprar produtos com preço de atacado. Isso porque o Max tem uma política que favorece a economia, apresentando três preços nas etiquetas:  atacado, varejo e preço de atacado para cliente Crediffato, em qualquer volume de compra (o cartão pode ser feito na hora). Também são aceitos cartões de crédito, débito e vale alimentação.

Sobre Grupo Muffato

O Grupo Muffato é o número um do Paraná e está entre as maiores redes varejistas do país. São 83 lojas entre varejo (Super Muffato) e atacarejo (Max Atacadista), dentre outros serviços. A rede atua em 33 cidades do Paraná e interior de São Paulo com 19 mil colaboradores diretos e mais de 10 mil empregos indiretos.

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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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