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sexta-feira, setembro 11, 2026
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Varejo

Top 4 da ABRAS acelera expansão no Ceará

De Administrador SH 10 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Projeto de inaugurar muitas lojas na região ganha força com a implantação de um CD na área

Grupo Mateus está rondando a Região Metropolitana de Fortaleza. Após a negociação com o município de Maranguape, a marca é confirmada para Maracanaú com uma unidade e mais um Centro de Distribuição de 50 hectares.

Um dos cinco maiores grupos de supermercados do País, o Grupo Mateus entrou no Ceará por Tianguá e já contabiliza a quinta loja no Estado.

Com Maracanaú, seria a sexta unidade, mais o primeiro CD no Estado. A ideia é que o Centro de Distribuição atenda a logística do Grupo Mateus no Ceará.

E caso a de Maranguape seja confirmada, a rede de atacarejo partiria para a sétima inauguração somente no Estado.

Em julho, o Grupo Mateus inaugurou em Quixeramobim, que foi a quinta loja no Ceará. No total, 190 vagas de emprego foram abertas.

Com a inauguração da loja em Quixeramobim, o Grupo Mateus passa a dispor de 222 lojas, sendo 70 de varejo, 49 de atacarejo e 102 de eletro.

Por estado, são 125 lojas no Maranhão, 75 no Pará, 13 no Piauí, 5 no Ceará, 2 na Bahia, i em Pernambuco e i em Sergipe.

Somente em 2021 foram inauguradas 44 lojas. Para sustentação do avanço do Grupo em 6 novos estados do Nordeste, foram inauguradas sede administrativas em Recife e Salvador.

Além disso, os Centros de Distribuição já estão em funcionamento nos municípios de Cabo de Santo Agostinho-PE e em Feira de Santana-BA.

Nos estados do Maranhão, Pará, Piauí, Ceará, Bahia, Pernambuco e Sergipe, a empresa atua com operações no varejo de supermercados, atacarejo (“cash and carry”), atacado, móveis e eletrodomésticos, indústria de panificação, central de fatiamento e porcionamento.

A história da marca teve início com o trabalho de um engraxate, ex-torneiro mecânico, garimpeiro e vendedor de cachaça nascido em Imperatriz, interior do Maranhão.

Fonte: O Povo

10 de agosto de 2022 0 Comentários
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IndústriaShopper

Sanilux amplia portfólio com escova sanitária limpa fácil e escova sanitária Facilita

De Administrador SH 10 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Unindo praticidade e eficiência, Sanilux amplia o portfólio de escovas sanitárias e lança dois novos produtos, que garantem uma limpeza profunda no vaso sanitário

Com o objetivo de trazer aos consumidores soluções práticas e eficientes, além de design moderno e tecnologias inovadoras que otimizam a limpeza do banheiro, a Sanilux, uma das marcas da Bettanin, lança a Sanilux Escova Sanitária Limpa Fácil e a Sanilux Escova Sanitária Facilita que chegam para agregar no portfólio de escovas sanitárias, que agora conta com 7 SKUs.

A Sanilux Escova Sanitária Limpa Fácil foi desenvolvida, segundo a empresa, para permitir o alcance das partes mais difíceis do vaso sanitário, sem que seja necessário tocar a louça sanitária, tornando a higienização eficiente e segura. O acessório possui cerdas resistentes, base emborrachada e design minimalista, garante a empresa.

Já a Sanilux Escova Sanitária Facilita possui cabo de polipropileno e cerdas sintéticas circulares, características que transformam a limpeza da borda do vaso sanitário prática e eficiente, otimizando o tempo durante a higienização do lar. Ela também é refil da Sanilux Escova Sanitária Limpa Fácil.

10 de agosto de 2022 0 Comentários
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TecnologiaVarejo

Centenária camponesa do Leite Moça é a mais nova influencer digital

De Administrador SH 10 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

A partir de agora, como embaixadora, a Moça vai entregar um conteúdo muito doce e afetivo nas redes sociais

A camponesa Moça, do Leite Moça, será influenciadora digital com redes próprias para dar receitas doces e dicas de empreendedorismo

Não é de hoje que as inteligências artificiais estão assumindo status de influenciadoras digitais. E como em qualquer área, existem aquelas que se destacam mais e entram no imaginário coletivo. Atualmente a Lu, conhecida como Magalu, do Magazine Luíza, talvez seja a mais conhecida do público. Também tem a Bia, do Bradesco, a Aura, da Vivo, a Mara da Amaro, a Nat, da Natura e a Ully U, da Ultragaz, que realizam até debates entre elas no Twitter – o último foi para combater o assédio. Já sendo desse universo, elas, é claro, têm suas próprias redes sociais.

Agora, é a vez de figuras do passado se modernizarem e entrarem nessa onda digital. Nesta quinta-feira, 11, será lançada a versão de inteligência artificial da Moça, a camponesa que há mais de um século estampa as latas do Leite Moça, leite condensado da Nestlé.

“Dar vida a Moça tem como objetivo evoluir a conexão com os consumidores, que inclusive deram o seu nome, sendo uma parceira no dia a dia, trazendo soluções e inspiração”, diz Keila Broedel, Executiva de Marketing de Culinários na Nestlé. Segundo a marca, a nova “influenciadora” vem como uma espécie de embaixadora de “momentos doces”, interagindo com as pessoas em mídias sócias próprias, especialmente mulheres, na criação de receitas de doces e ainda dando dicas de empreendedorismo.

Para transformar a Moça em uma inteligência artificial, a Nestle escolheu a Vetor Zero, empresa de animação 3D, que partiu de uma estética ultrarrealista com figurino contemporâneo para a personagem, mas inspirado no original. “Juntamente com Moça, pudemos auxiliar em todo o processo de criação e concretização da versão humanizada da camponesa”, comenta Carol Sevciuc, Diretora de Transformação Digital.

Fonte: Simione Blanes, Veja

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Varejo

XP aposta em alta do consumo até 2023

De Administrador SH 9 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Mercado de trabalho aquecido e benefícios sociais vão fomentar os negócios do varejo

Um relatório da XP, elaborado pelo economista Rodolfo Margato, aponta que o consumo das famílias deverá aumentar 2,6% em 2022 e 0,7% em 2023, devido à melhoria no mercado de trabalho, às transferências adicionais de recursos do governo para famílias vulneráveis, através do aumento do Auxílio Brasil, e da utilização de parte da poupança acumulada durante a pandemia.

Diante deste cenário, apesar da persistência da inflação alta e das condições financeiras mais apertadas, as atividades de varejo devem ter desempenho superior.

“Atividades mais ligadas à renda devem permanecer em território positivo neste semestre, incluindo alimentos e bebidas; produtos farmacêuticos, de higiene e cuidados com a saúde; combustíveis; vestuário e calçados”, aponta Margato.

Fonte: O Globo

9 de agosto de 2022 0 Comentários
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Varejo

Mercado nacional do vinho permanece aquecido ante o período pré-pandemia

De Administrador SH 9 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Ainda assim, especialistas se queixam de ligeira queda no primeiro semestre de 2022

À primeira vista, o resultado do mercado de vinhos no primeiro semestre pode parecer uma decepção: de janeiro a junho, foram vendidos pouco mais de 200 milhões de litros da bebida, o que representa uma queda de 4% na comparação com igual período do ano passado. Porém, no confronto com 2019, a alta ainda é de 28%. De qualquer forma, a retração fez parte do mercado questionar se o “boom” que o vinho teve na pandemia ficou para trás.

“Estávamos em um patamar muito alto. O mercado virou o ano estocado e os problemas econômicos brasileiros agravaram isso”, afirma Felipe Galtaroça, presidente da Ideal Consulting, especializada em dados do setor de bebidas. Além disso, houve um reajuste no preço dos importados, que ficaram cerca de 20% mais caros.

Mas quem entende do assunto afirma que dificilmente o País voltará para os patamares pré-pandemia. O vinho se caracterizou como a bebida da quarentena, mas parece ter vindo para ficar. Tanto foi assim que, em 2020, o vinho chegou à marca de 2 litros de consumo anual por habitante – marca baixa para os grandes consumidores, mas recorde por aqui –, e não desceu desse patamar.

Para Adilson Carvalhal Jr., diretor da importadora Casa Flora e presidente da BFBA, associação que reúne 150 empresas importadoras de vinho, a bebida se consolidou. “Esta queda é um ajuste, dado que o setor cresceu bastante na pandemia e entrou estocado em 2022.”

Presidente do grupo La Pastina, que também inclui a World Wine, Denilson Moraes também afirma que o vinho não vai voltar ao patamar de 2019. Os supermercados, porém, sentiram mais o baque. “O consumidor precisou reduzir a sua cesta básica diária, e o vinho, claro, não está nesta cesta. Mas o consumo do vinho caro não cai”, afirma Carlos Cabral, responsável pela seleção dos vinhos no grupo Pão de Açúcar (GPA).

No entanto, as vendas da Casa Flora cresceram 5% neste semestre. “Vendemos mais, mas não necessariamente importamos mais”, afirma Carvalhal Júnior. De acordo com João Roquette, sócio da importadora Qualimpor, a empresa não está encontrando dificuldade entre rótulos mais caros. “Crescemos 10% neste primeiro semestre”, afirma.

Moraes, da La Pastina, diz que o grupo se manteve no azul no primeiro semestre, com alta de 8% nas vendas. “Aproveitamos os dois anos da pandemia para trazer 300 novos rótulos para o nosso portfólio. Isso ajuda a crescer”, explica.

Consumidor precisou reduzir a cesta básica diária, e o vinho não está nesta cesta

Carlos Cabral, responsável pela seleção de vinhos do Grupo Pão de Açúcar (GPA

Novos clientes

Uma prova de que o mercado não está em uma queda sustentada, segundo German Garfinkel, da Wine, é o fato de o número de consumidores de vinhos estar em alta. Nos últimos dois anos, o Brasil ganhou 12 milhões de novos apreciadores de vinhos, para um total de 51 milhões. Os dados são da consultoria britânica Wine Intelligence.

Por ser uma empresa de capital aberto, a Wine ainda não pode divulgar os dados do primeiro semestre, mas seu principal executivo diz que houve crescimento. Nos primeiros três meses, a receita líquida da empresa, que chegou à liderança do mercado em 2021 ao comprar a importadora Cantu, cresceu 40,4%. Já o clube de vinhos da Wine chegou a 336 mil assinantes em maio de 2022 – no início da pandemia, eram 122 mil.

Fonte: Suzana Barelli, Estadão

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PessoasVarejo

Grupo comemora performance com distribuição de PPR aos colaboradores

De Administrador SH 9 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Entrega do bônus pela administração tem o objetivo de compartilhar o sucesso da rede que não para de crescer, diz executivo

Os quase 9 mil funcionários do Mart Minas acabam de receber a primeira parcela de 2022 do Programa de Participação nos Resultados (PPR), totalizando mais de R$ 6 milhões.

O PPR, desenvolvido durante mais de um ano, envolveu diversos setores e contou com a aprovação de 39 sindicatos de trabalhadores. “O objetivo é compartilhar o sucesso da rede, que não para de crescer”, declarou o Sócio-Diretor, Murilo Martins. “É a concretização de um dos projetos mais sonhados pela empresa e por todos os nossos colaboradores”, completou.  Já Rono Neves, também Sócio-Diretor, afirma que “mais uma vez vamos compartilhar o sucesso com todos os trabalhadores e vamos em frente, juntos ganhamos, juntos crescemos “.

O Diretor Comercial e de Marketing, Filipe Martins, destacou que a performance global do Mart Minas foi atingida e agora é hora de compensar a todos por esta importante conquista. “O PPR é um reconhecimento à dedicação dos colaboradores. Essa iniciativa de implementar o PPR na empresa está alinhada à nossa missão de aumentar o poder de compra das pessoas. As metas previstas foram atingidas e todos os funcionários contratados até junho receberam o bônus potencial referente ao primeiro semestre de 2022”, conclui.

Para o Diretor de Operações, Danilo Belizário, “seguindo o jeito Mart Minas de atender, seguindo nossa missão e nossos valores, o grupo irá cada vez mais longe. Sabemos que no Mart Minas missão dada aos nossos colaboradores é missão cumprida”. 

Com 21 anos de mercado, o Mart Minas está entre as principais cadeias supermercadistas do país e a terceira maior em Minas Gerais, segundo o ranking da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS). Até o final do ano, o grupo tem planos de inaugurar mais sete lojas no estado, mantendo o ritmo de expansão, cuja meta é chegar a 75 unidades até o final de 2025.

Hoje a rede possui quase 9 mil funcionários e 800 fornecedores. Em março deste ano, adquiriu parte da DOM Atacadista, rede que já conta com 10 lojas no estado do Rio de Janeiro.

Fonte: Amis

9 de agosto de 2022 0 Comentários
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Gestão

Comportamento da população passa por sérias mudanças com a inflação do primeiro semestre

De Administrador SH 9 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

CNI mostra que 45% dos brasileiros pararam de comer fora de casa, entre outras modificações no orçamento doméstico

Com o orçamento apertado, um em cada quatro habitantes no país não consegue pagar todas as contas no fim do mês. A constatação é de pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com o Instituto FSB Pesquisa, que aponta redução nos gastos com lazer, roupas e viagens.

De acordo com a pesquisa, sair do vermelho está cada vez mais difícil. Isso porque apenas 29% dos brasileiros poupam, enquanto 68% não conseguem guardar dinheiro. Apesar disso, 56% dos entrevistados acreditam que a situação econômica pessoal estará um pouco ou muito melhor até dezembro.

O levantamento também mostrou que 64% dos brasileiros cortaram gastos desde o início do ano e 20% pegaram algum empréstimo ou contraíram dívidas nos últimos 12 meses. Em relação a situações específicas, 34% dos entrevistados atrasaram contas de luz ou água, 19% deixaram de pagar o plano de saúde e 16% tiveram de vender algum bem para quitar dívidas.

Outros hábitos foram afetados pela inflação. Segundo a pesquisa, 45% dos brasileiros pararam de comer fora de casa, 43% diminuíram gastos com transporte público e 40% deixaram de comprar alguns alimentos.

Entre os que reduziram o consumo, 61% acreditam na melhora das finanças pessoais nos próximos meses. O otimismo, no entanto, não se refletirá em consumo maior. Apenas 14% da população pretende aumentar os gastos até o fim do ano.

Pechincha

Entre os itens que mais pesaram no bolso dos entrevistados nos últimos seis meses, o gás de cozinha lidera, com 68% de citações. Em seguida, vêm arroz e feijão (64%), conta de luz (62%), carne vermelha (61%) e frutas, verduras e legumes (59%). Os combustíveis aparecem em sexto lugar, com 57%. No caso dos alimentos, a percepção de alta nos preços de itens como arroz, feijão e carne vermelha aumentou mais de 10 pontos percentuais em relação à pesquisa anterior, em abril.

Com a alta dos preços, a população está recorrendo a um hábito antigo: pechinchar. Segundo a pesquisa, 68% dos entrevistados admitiram ter tentado negociar um preço menor antes de fazer alguma compra neste ano. Um total de 51% parcelou a compra no cartão de crédito, e 31% admitiram “comprar fiado”. Os juros altos estão tornando o crédito menos atrativo. Menos de 15% dos brasileiros recorreram ao cheque especial, crédito consignado ou empréstimos com outras pessoas.

De acordo com o presidente da CNI, Robson Andrade, os rescaldos da pandemia de covid-19 e a guerra na Ucrânia comprometeram a recuperação econômica do país. A aceleração da inflação levou à alta dos juros, o que tem desestimulado o consumo e os investimentos. Em contrapartida, afirma Andrade, o desemprego está caindo, e o rendimento médio da população está se recuperando gradualmente, o que dá um alento para os próximos meses.

O levantamento, encomenda do pela CNI ao Instituto FSB Pesquisa, é o segundo realizado no ano com foco na situação econômica e nos hábitos de consumo. Foram entrevistados presencialmente 2.008 cidadãos, em todas as unidades da Federação, de 23 a 26 de julho.

Fonte: JC

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Varejo

Bacalhau da Noruega – saúde e sabor em um alimento 100% natural

De Administrador SH 9 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Marca representada pelo Conselho Norueguês da Pesca é símbolo de origem e qualidade dos produtos exportados pelo país

O autêntico Bacalhau da Noruega é o Gadus morhua, pescado nas águas geladas e cristalinas dos mares que circulam o Polo Norte. Lá, os peixes crescem devagar desenvolvendo sabor e textura perfeitos apreciados por chefs e especialistas no mundo todo.

Considerado o bacalhau mais nobre do mundo, o Gadus morhua mantém seu valor nutritivo graças ao processo especial de salga e secagem, que tem como objetivo retirar apenas a água do peixe, preservando suas proteínas, vitaminas e minerais.

Durante o procedimento, o Bacalhau da Noruega é salgado diversas vezes. No primeiro contato, o sal se dissolve, deixando o Bacalhau em uma salmoura. O peixe é prensado para que toda a água seja retirada, depois é enxaguado e escovado, e o processo de salga se inicia novamente.

Todo o método é realizado em um ambiente refrigerado para garantir a conservação do produto. Após passar semanas no processo de salga, o Gadus morhua é prensado mais uma vez para retirar a água, salgado e levado para a secagem. Recentemente, esse procedimento foi movido para o interior das instalações, para garantir melhores resultados.

O processo de salga e secagem é 100% natural, utilizando apenas peixe, sal e nada mais. Até 90% do sal usado na conservação do Gadus morhua é dissipado durante o dessalgue do peixe, por isso é importante que seja feito corretamente, com o intuito de apreciar o máximo do sabor e da qualidade do autêntico Bacalhau da Noruega.

O Gadus morhua é um peixe de águas frias, então é importante que o dessalgue seja feito em água gelada e dentro da geladeira, trocando duas vezes por dia, no mínimo, seguindo a orientação de 24h por cm de altura da parte mais grossa da posta. Após dessalgar, é possível congelar o peixe, pois dessa forma, terá sempre pronto para qualquer preparo

Ideal para quem busca uma alimentação saudável equilibrada, o Bacalhau da Noruega é fonte de proteína, cálcio, ferro, ômega 3, iodo, selênio, além de ter um baixo teor de gordura.

Saúde e sabor em um alimento 100% natural – inclua o autêntico Bacalhau da Noruega na sua alimentação.

Para saber mais sobre o autêntico Bacalhau da Noruega, acesse nosso site: www.bacalhaudanoruega.com.br e as redes sociais: Instagram: @bacalhaudanoruegabrasil e Facebook: @BacalhauDaNoruega

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GestãoVarejo

Pesquisa aponta aumento na intenção de compra para o Dia dos Pais

De Administrador SH 8 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Associação Comercial de São Paulo mostra que 41,6% dos entrevistados irão presentear mais com canecas, chocolates e bebidas

Pesquisa de intenção de compras para o Dia dos Pais, encomendada pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) à PiniOn, aponta que este ano 41,6% dos entrevistados em todo o país pretendem gastar mais do que em 2021, enquanto 39,1% desejam o oposto. Foram entrevistadas 1.693 pessoas.

Os entrevistados responderam a um questionário sobre intenção de comprar, ticket médio, forma de pagamento e tipo de presente.

Este ano o percentual dos que pretendem comprar presentes no Dia dos Pais subiu de 32,2% no ano passado para 35,3% este ano. Por outro lado, houve aumento também sobre os que não pretendem comprar. Em 2021, 42% disseram que não comprariam presentes, enquanto este ano são 49,3%. Os indecisos saíram de 19,4% no ano passado para 15,4% este ano.

O valor dos presentes deve ficar entre R$ 50 e R$ 150, de acordo com a maioria dos entrevistados (71,8%). O resultado da pesquisa também mostrou que em 43,4% dos ouvidos na pesquisa darão preferência pela compra presencial e em pequenos estabelecimentos e, 60,9%, em lojas físicas.

“A intenção de compras para equipamentos digitais, tais como celular, computador, notebook e tablets está menor. Isso é explicado pela queda na renda, provocada pelo desemprego, pela maior inflação e encarecimento do crédito”, aponta o economista da ACSP, Ulisses Ruiz de Gamboa.

Os presentes mais citados continuam roupas, calçados e acessórios (41,9%), perfume (29,5%), relógio (15,7%), almoço em restaurante (13,7%) e chocolates (11,6%). O item menos comprado será óculos de sol (6%).

Intenção de compras no Estado de São Paulo

A pesquisa de intenção de compras da ACSP ouviu entrevistados no Estado de São Paulo. O recorte aponta que, de maneira geral, os consumidores continuam menos a dispostos para comprar de forma parcelada. A maioria prefere pagar à vista, no débito ou no pix. “Essa menor intenção de parcelamento das compras pode ser associada aos juros e menores prazos de financiamento”, analisa Ruiz de Gamboa.

No estado de São Paulo, ao contrário da amostra nacional, a maioria dos entrevistados (46,8%) declarou não ter pretensão de gastar mais do que em 2021. Quem respondeu que vai gastar com presente, 66,7% disseram que farão pagamento à vista e apenas 33,3% vão parcelar.

A preferência pelos itens segue a mesma ordem da pesquisa nacional: roupas, calçados e acessórios (39,7%), perfume (28,7%), relógio (10,3%), almoço em restaurante (17%) e chocolates (8,5%). Foram ouvidas 895 pessoas. Confira a tabela do Estado de São Paulo completa abaixo.

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GestãoVarejo

Grandes indústrias precisam se posicionar em relação à política de preços e a gestão de custo

De Administrador SH 8 de agosto de 2022
Escrito por Administrador SH

Empresários devem agir rápido para não ficar fora do mercado e perder mais espaço para a concorrência

“Foi preciso desligar o piloto automático dois anos atrás e ligar a direção manual […]. Você tem que ficar o mais ágil possível porque não sabe o que pode acontecer. É o desconhecido que me mantém mais preocupado, em estar pronto para reagir”, disse Mark Schneider, CEO da Nestlé, ao ser questionado por um analista, dias atrás, o que o afligia antes de dormir, num ambiente de inflação disseminada. “Hoje não é uma discussão simples tratar de preços, em alguns casos é uma discussão dura”, dizia a investidores o CEO da Danone, Antoine de Saint-Affrique, um dia antes da fala de Schneider. “E há uma combinação certa e sofisticada [na definição de reajustes], para que não fiquemos fora do mercado”.

O que se viu nos últimos dias, por horas a fio, em teleconferências de resultados das maiores indústrias de consumo do mundo foi um esforço em tentar mostrar reação ao difícil quadro atual. Os CEOs precisaram se posicionar, em parte, porque analistas colocaram a política de preços e a gestão de custo no centro da discussão.

A crise da pandemia e a guerra no Leste Europeu expuseram a necessidade de as empresas enfrentarem algo que as gestões atuais não haviam encarado até então: uma escalada inflacionária em mercados consumidores muito diferentes, em termos de estruturas de custos, de hábitos, de tolerância a reajustes, e num quadro de estagflação já beirando o risco de recessão. “A inflação não foi um fator complicador em todas as crises recentes. Mas ela é hoje, com tensões convergindo entre o segundo semestre de 2022 e de 2023”, escreveu num artigo na semana passada, Austin Kimson, vice-presidente da consultoria Bain & Company.

Em comum à maioria dos grupos, cujos balanços de abril a junho e do semestre foram publicados em julho, há aumentos de preço nos últimos meses de até dois dígitos (20%), no mundo e na América Latina, para compensar a alta em custos da cadeia de produção – o volume de vendas caiu.

O Brasil foi afetado pelas políticas de reajustes e é citado nas teleconferências pelos executivos de quatro das oito companhias que publicaram resultados. Estão nesse grupo Unilever, P&G, Kimberly-Clark, Nestlé, Danone, Coca-Cola, Whirlpool e Electrolux.

No mundo, cinco das oito companhias subiram preços e venderam quantidades menores de abril a junho, o que tende a reduzir alavancagem operacional e eficiência – apenas Coca-Cola, Nestlé e Danone reajustaram sem perder volume. Em junho, o ministro da Economia, Paulo Guedes, chegou a pedir que comércio e indústria dessem “um freio na alta de preços” e sugeriu atualizar as tabelas só em 2023. Na época, em conversas reservadas, executivos da indústria e do varejo descartaram a hipótese – é preciso recompor venda líquida e margem de lucro.

Analistas, ao comentar a dose dos reajustes, observam que as empresas estão dentro de um cálculo de perda “aceitável” de volume. E reconhecem que a inflação avançou mais do que previam. Ações comerciais têm sido revisitadas em espaço mais curto de tempo, inclusive com mudanças de rotas. Há um visível esforço por parte das indústrias de se agarrarem ao “valor” de suas marcas para sustentar suas estratégias.

Para Marcos Gouvêa, diretor-geral da consultoria Gouvêa Ecosystem, “empresas brasileiras navegam bem por esse cenário, porque é um ambiente que conhecem, mas não é regra”. Observa que “os CEOs, pelo mundo, estão tendo que avaliar mais, testar mais, rever rápido o que não funciona, num ambiente em que consumidor de várias partes do mundo está muito ressabiado e buscando o essencial pelo menor valor possível. E com muito mais opções de marcas”.

A expectativa é que os custos continuem pressionados e os repasses se estendendo pelo restante do ano, de forma disseminada no mundo. O Brasil que chega a representar metade das vendas dos grandes grupos, não deve ficar fora desse cenário.

Na Unilever, por exemplo, o CEO Alan Jope disse a investidores, no fim de julho, que a companhia repassou, até agora, 70% dos aumentos de custos sentidos na América Latina após a pandemia.

Houve aumento de 21,7% nos preços nos países latinos e o volume caiu 4%, com vendas crescendo 17%. Foi o maior reajuste para um trimestre desde 2017 na região. De janeiro a março, os preços já haviam subido 16,4% e o volume encolheu 5,7%. Jope diz que a perda em volume está “muito em linha com as expectativas” e ainda conta que foi preciso fazer esses reajustes na região “para proteger a capacidade de investir nas marcas” – o que também pode ser interpretado como forma de evitar baque maior em rentabilidade, que caiu no trimestre na América Latina.

A decisão de reajustar preços, em um cenário com risco de recessão, também foi citada pelo comando da Coca-Cola a analistas no fim de julho. James Quincey, seu CEO, diz que no mundo a empresa vem tentando não perder o “timing” dos repasses. No Brasil, dados do IPCA/IBGE mostram que refrigerantes e águas subiram quase 11% em 12 meses, até junho. Só em abril, subiram 2%.

“Nós temos hedge [proteção] para as commodities, mas temos visto inflação bem mais ampla no restante. E assim que eles repassam, nós passamos. E já repassamos um bocado. E continuaremos passando em cada país, porque eles são muito diferentes entre si”, disse o CEO da Coca.

É um ajuste fino, cujo risco maior é errar a mão e acabar perdendo mercado. “A maior dificuldade hoje é decidir quando e quanto aumentar preço porque há risco de repassar muito rápido e perder ‘share’ ”, disse Richard Pelz, sócio da Bain na Alemanha, numa apresentação na semana passada sobre os desafios da indústria.

Nos países latinos, de abril a junho houve alta de 12% nos preços do portfólio da Coca-Cola e no valor do “mix” vendido (com efeito da hiperinflação da Argentina), e o volume cresceu 9%. De janeiro a março, já haviam repassado 19%.

Quincey disse que nos países latinos decidiu “alavancar campanhas de marketing atraentes”, depois da companhia ter perdido participação de mercado no início do ano. Após as ações, “as perdas melhoraram”.

Na busca por soluções de efeito rápido, a estratégia de investir mais em marketing vem sendo repetida por outras companhias, como a P&G, dona de marcas como Ariel e Pantene. Sua direção falou recentemente a analistas sobre ventos contrários “significativos” ao longo do ano, mas também citou a “superioridade irresistível” de seus produtos para mostrar “valor” aos compradores. A P&G aumentou preços no mundo em 8% de abril a junho e perdeu 1% em volume de vendas.

“Explorar a marca é uma forma de driblar a desconfiança, criar uma conexão com o consumidor. Mas é difícil saber se isso será bem-vindo num mercado tão pragmático e com marcas próprias mais maduras”, diz Gouvêa. “Uma das questões agora é como proteger o valor da marca e mostrar realmente diferenciação para as marcas de menor preço”, afirma Pelz.

Sobre isso, Schneider, da Nestlé, fez uma ressalva em sua conversa com analistas. Disse que “as cadeias de suprimentos de marca própria também estão sentindo o aperto e alguns deles ainda estão enfrentando problemas para se recuperar”. Para Schneider, tudo “está se movendo muito rapidamente” em relação a preços, hábitos, seguido dos problemas de inflação e da crise da cadeia de suprimentos – ou seja, muitas variáveis juntas ao mesmo tempo. “Geralmente os sistemas de uma grande empresa não estão prontos para isso”.

“Quero dizer, estávamos preparados como todo mundo para uma evolução mais suave”, ressaltando que outros reajustes devem ser feitos no segundo semestre.

Dentro dessa necessidade de saber a hora certa de se movimentar, a Kimberly-Clark, dona das marcas Neve e Intimus, fez ajustes na rota. A investidores, dias atrás, o comando disse que busca trabalhar a questão de forma “ponderada”, mas conta que houve “alguns atrasos dos concorrentes [no repasse] de preço nos países em desenvolvimento e nos emergentes, e com isso a participação de mercado enfraqueceu um pouco”. Isso foi feito com a intenção de priorizar a recuperação de margens de lucro.

“Reconhecemos que avançamos mais rápido do que alguns concorrentes […] E nossas diferenças de preços para eles estão aumentando um pouco”, disse o CEO Mike Hsu. “Estamos mantendo muita atenção a isso agora”. Nos países emergentes e em desenvolvimento, os preços subiram 12% de abril a junho (acima dos 9% geral), enquanto os volumes caíram 6%.

Saint-Affrique, da Danone, disse a analistas que em países como Rússia e Brasil há uma “enorme” elasticidade de volume e preços. Nesses casos, aumentos podem levar uma marca a perder vendas facilmente. “Lugares como EUA ou França há limitada a nenhuma elasticidade […]. Para ser honesto, é um pouco desconhecido o espectro dessa reação”, disse o CEO. A Danone diz que se “prepara para o pior”, olhando a força da marca, do portfólio e a sensibilidade dos clientes. “Isso é para ter certeza de que temos um portfólio pronto caso as coisas fiquem mais difíceis”.

Procuradas pelo Valor para falar dos resultados no Brasil, Danone, Nestlé, P&G, Unilever e Coca, não se pronunciaram. A Kimberly-Clark diz que não comenta dados segmentados e que os resultados do segundo trimestre refletem “os esforços de suas equipes em um ambiente desafiador e dinâmico”.

Fonte: Adriana Mattos, Valor

8 de agosto de 2022 0 Comentários
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