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terça-feira, setembro 15, 2026
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Varejo

Pela primeira vez, rede investe em cash & carry fora da RM de BH

De Administrador SH 5 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Inauguração da décima nona loja será quarta-feira com a geração de 150 postos de trabalho

Curvelo foi a cidade escolhida para ganhar a primeira loja do cash & carry Apoio Mineiro no interior de Minas Gerais. A nova unidade terá pré-inauguração no dia 8 de junho para comerciantes pré-cadastrados e será aberta ao público no dia 9 de junho.

De acordo com o vice-presidente do Grupo Supernosso, Rodolfo Nejm (foto), foram cerca de R$30 milhões em investimentos, e a nova unidade irá gerar 150 empregos diretos na cidade. “E serão muitas novidades, não apenas para os mais de 80 mil habitantes de Curvelo, mas também para os moradores das cidades vizinhas”, afirma. “Vamos levar para a região uma grande variedade de produtos de qualidade, um açougue de primeira linha, adega de vinhos qualificada e variado cardápio de cervejas especiais”, ressalta Nejm.

A unidade do Apoio Mineiro, no formato de atacarejo, que une a modalidade atacado e varejo numa loja só, também terá atendimento direcionado especialmente aos comerciantes e transformadores da região: “Com a nossa chegada, os pequenos empresários não precisarão mais se deslocar para Belo Horizonte, a fim de reabastecer seus negócios. Nossa loja terá preços especiais para compras em maiores quantidades, que poderão ser feitas na hora, na própria loja, ou através do sistema de televendas com a entrega em seus estabelecimentos”, destaca.

Já para os consumidores diretos, a loja de Curvelo terá a modalidade de vendas “Clique e retire”. Assim, é possível comprar pelo Apoio Entrega e retirar na unidade física em horários pré-agendados, com mais segurança e sem enfrentar filas. “A pandemia mudou muito a forma que o consumidor faz compras. Ele é cada vez mais omnichannel, ou seja, está em vários canais ao mesmo tempo e procura pela personalização do seu modelo de compra ideal. E o Apoio Mineiro vem se preparando, desde 2013, para atender aos clientes da forma que ele preferir”, afirma. Segundo Nejm, o aplicativo Clube Apoio, por exemplo, versão moderna do modelo cash&carry praticado na loja, também irá apontar promoções exclusivas e as outras ofertas do Apoio”.

Polo comercial

O Apoio Mineiro faz parte do Grupo Supernosso, que conta com 40 lojas do Supernosso, 18 unidades do Apoio Mineiro e mais 13 lojas do Momento Supernosso. Até então, todas as unidades eram na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A loja do Apoio Mineiro em Curvelo será a primeira de diversas unidades do grupo que serão inauguradas pelo interior mineiro.

“A cidade é um importante polo comercial e econômico, com grande potencial de crescimento em função de sua matriz econômica bastante diversificada. Possui mão de obra qualificada, qualidade de vida, bons sistemas de saúde e educação, boa infraestrutura urbana e segurança pública. Esses fatores fizeram com que o grupo viesse para a região. Nossa unidade irá atender não só ao município, mas a todas as cidades do entorno, sempre com o propósito de facilitar o abastecimento de lares e negócios”, conclui o vice-presidente.

Fonte: Amis

5 de junho de 2022 0 Comentários
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ESG

Indústria láctea injeta recursos na sustentabilidade ambiental

De Administrador SH 5 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Com práticas responsáveis, a marca pioneira em colocar no mercado “produtos zero lactose”, renova seus protocolos em prol da natureza

Mais do que a qualidade e o sabor, a Piracanjuba se preocupa cada vez mais em ofertar opções que são produzidas com responsabilidade ambiental. Só no ano de 2021, 10,7 milhões foram investidos em novos projetos sustentáveis.

E continua em 2022, exemplo disso é que, nos próximos meses, será implementada a troca de todo o papel branco das caixas de embarque pelo modelo pardo. A produção de papel reciclado demanda um menor consumo de recursos naturais em relação ao papel de fibra virgem: 50% de economia de água e 33% de contenção no uso de energia elétrica. Além disso, a cada tonelada produzida de papel reciclado, evita-se o corte de 20 a 24 árvores.

“Falar de ações ambientais na rotina de produção é assunto constante nas pautas. Temos várias iniciativas ambientais e, por isso, queremos avançar na questão da governança que, para nós, é transparência e apresentação de resultados. Por isso, os investimentos são crescentes e as práticas cada vez mais otimizadas.

Atualmente, o gasto de água nos processos é de 2,0 litros por quilo de matéria-prima processada, enquanto, na literatura, esse número vai até 6 litros. Além disso, ainda em relação aos recursos hídricos, 89,7% de toda a água retirada dos rios para a operação é devolvida com os devidos tratamentos realizados”, ressalta Jefferson Dias de Araújo, Gerente de Meio Ambiente.

Em 2022, quando a data em comemoração ao Meio Ambiente completa 50 anos, a Piracanjuba celebra o dia 5 de junho com vários resultados sustentáveis, que reforçam a aderência às metas e compromissos mundiais de preservação dos recursos. “Celebrar a data com ações efetivas tem grande valor, afinal, mostra que tiramos ideais do papel e colocamos em prática.

Hoje, 100% das embalagens enviadas para o mercado são recicláveis e 71,4% delas são de origem renovável. Além disso, 100% do papel e papelão utilizados nas embalagens possuem certificação FSC, confirmando que são provenientes de florestas responsáveis.  A Piracanjuba também mantém zero impacto com desmatamento, já que 100% de toda a biomassa utilizada nas fábricas para geração de vapor é de origem reflorestada”, complementa Jefferson.

Em mais uma das práticas de sustentabilidade, em 2020, a Sede Administrativa recebeu a certificação LEED Platinum, na categoria New Construction. A construção é o prédio mais sustentável da América Latina e alcançou 97 pontos na validação internacional, confirmando que a estruturação e o funcionamento operam de acordo com critérios ambientais.

Antes disso, em 2015, uma das fábricas da empresa, na cidade de Bela Vista de Goiás (GO), ganhou uma das Estações de Tratamento de Efluentes mais modernas do país. “No local, é feita a coleta e o aproveitamento energético de biogás, gerado no tratamento anaeróbio de efluentes, reduzindo assim o impacto dos gases causadores do efeito estufa. Em 2021, foram gerados 3,88 milhões de Nm³ (normais metros cúbicos) de biogás. Isso corresponde a 69,8 milhões de toneladas de carbono equivalente, deixadas de ser enviadas para a atmosfera a cada ano”, finaliza o Gerente de Meio Ambiente.

Fonte: Milk Point

5 de junho de 2022 0 Comentários
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PessoasVarejo

Mudanças no primeiro escalão do Carrefour. Conheça o novo time que passa a contar com 33% de mulheres na liderança

De Administrador SH 2 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Novo Comitê Executivo promete mais agilidade, simplificação e digitalização da companhia

Em fato relevante divulgado na noite desta quinta-feira, o Carrefour Brasil anunciou mudanças importantes no Comitê Executivo da companhia.

O COMEX será ampliado para 12 executivos e executivas, que responderão diretamente ao presidente, refletindo os pilares estratégicos da empresa. A futura composição da nova liderança apresentará um equilíbrio entre profissionais que fazem parte do Grupo Carrefour Brasil, colaboradores que vêm do Grupo BIG e executivos do mercado.

A participação de mulheres no topo da liderança da companhia também será ampliada, passando a representar 33% do total dos executivos, contemplando áreas corporativas e áreas de negócio.

A nova estrutura terá, ainda, duas cadeiras transversais a toda companhia: Digital e Transformação. A nova área de Transformação trará mais agilidade e simplicidade aos processos internos, sendo responsável por acompanhar os projetos estratégicos de transformação da companhia.

Stephane Maquaire, presidente do Grupo Carrefour Brasil, comentou: “Queremos construir uma nova empresa que seja fundamentada nas fortalezas dos dois grupos. O novo COMEX materializará a nossa decisão de fazer uma integração verdadeira e não apenas uma aquisição. A nova estrutura também refletirá o quanto estamos comprometidos com o processo de simplificação, agilidade e digitalização da companhia, trazendo cada vez mais a experiência do cliente para o centro das nossas ações.”

Ana Hieaux (nova integrante)

General Counsel, cadeira que engloba jurídico, compliance, controles internos, licenciamento e auditoria interna. A executiva tem mais de 20 anos de experiência profissional, tendo atuado como advogada por quase 15 anos em escritórios de advocacia de renome e ocupado o cargo de Diretora Jurídica Global em uma multinacional brasileira no segmento de proteína animal, de 2015 a 2018. Ana ocupava a cadeira de Diretora Jurídica no Grupo Carrefour Brasil desde de 2018.

Carlos Mauad

CEO do Banco Carrefour Soluções Financeiras, braço financeiro do Grupo Carrefour. Possui sólida experiência em meios de pagamento alternativos, atuando ao longo de 6 anos de como vicepresidente comercial da Smiles. Iniciou sua carreira como trainee do Citibank e Credicard em 2006 passando por diversas estruturas, desde operações até as áreas comerciais.  

Catia Porto

Vice-presidente de Recursos Humanos do Grupo Carrefour Brasil. Com 25 anos de experiência na área de Recursos Humanos, Catia trabalhou por 8 anos na Nokia do Brasil, em nível local, regional e global. Ainda assumiu a Vice-Presidência de Recursos Humanos e Latam do UnitedHealth Group, em 2016, onde atuou junto à diretoria executiva. Entre o final de 2019 e o início de 2022, Catia esteve à frente da Vice-Presidência de Recursos Humanos do Grupo BIG.

Daniel Mora (novo integrante)

CEO do Varejo. Com mais de 30 anos de experiência no varejo, trabalhou 25 anos no Grupo Carrefour, dedicando-se às áreas Comercial, Operações e Marketing. Durante esse período, Daniel atuou no Brasil, na Colômbia, no México e, mais recentemente, na França. Em sua mais recente experiência trabalhou no grupo BIG e também no Wallmart como Diretor Executivo Comercial.

David Murciano

Vice-presidente de Finanças e Relações com Investidores do Grupo Carrefour Brasil desde junho de 2021. Começou sua carreira na Arthur Andersen. Murciano foi CFO do Carrefour na Espanha em 2018. Além disso, possui 11 anos de experiência no Grupo, atuando também na França, na Bélgica e na Turquia.

Liliane Dutra (nova integrante)

CEO do Carrefour Property, área imobiliária e ativos do Grupo Carrefour Brasil. Possui mais de 20 anos de experiência no setor de Shopping Centers, trazendo uma expertise em gestão, desenvolvimento imobiliário, redevelopments, expansões e revitalizações de empreendimentos. Liliane atuou como líder executiva em empresas do segmento de Real Estate, como Multiplan, BRMalls, Brookfield e Ancar Ivanhoe Shoppings Centers. Antes de assumir a cadeira no COMEX, Liliane era Diretora Executiva do Carrefour Property.

Marcelo Tardin (novo integrante)

Chief Transformation Officer do Grupo Carrefour Brasil. Com extensa experiência internacional nas áreas de Tecnologia, Operações e Gerenciamento de Projetos, ocupando posições executivas em mais de 4 países, em empresas multinacionais. Já ocupou os cargos de VP de Tecnologia e Serviços Compartilhados na Anheuser-Busch InBev/ Ambev e VP de Operações e Expansão na Dr Consulta. Desde 2019, Marcelo é Diretor Executivo Administrativo do Grupo BIG.

Marco Oliveira

CEO do Atacadão. Formado em Administração de Empresas, com MBA pelo IBMEC (Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais), Marco Oliveira iniciou sua carreira na área de Recurso Humanos e acumula experiência de mais de 30 anos no setor do varejo. O executivo está no Grupo Carrefour Brasil desde 1991.

Maria Alicia Lima (nova integrante)

Diretora executiva de Relações Institucionais e Comunicação Corporativa. Com mais de 25 anos de experiência em empresas multinacionais, Maria Alicia já ocupou os cargos de vice-presidente Jurídica da Amil, General Counsel na UnitedHealth Global e diretora Jurídica, Relações Institucionais e Comunicação da Souza Cruz.

Samuel James

Chief Digital Officer do Grupo Carrefour Brasil. Iniciou sua carreira em 2010 no Groupon UK, onde foi diretor regional. Após o Groupon, no Reino Unido e Irlanda, onde supervisionou a integração da Hassle.com após a aquisição. Ainda em 2017 Samuel retornou ao Brasil como Head of Marketplace para o Uber e, em 2019, foi nomeado Diretor de Marketplace para LATAM. Em abril de 2022, o executivo assumiu como Chief Digital Officer do Grupo Carrefour Brasil.

Sébastien Durchon

Chief Integration Officer. Começou sua carreira em 1999, na empresa de auditoria Mazars et Guerard. De outubro de 2008 a abril de 2011, trabalhou no Fives, grupo de engenharia industrial como Diretor de Consolidação e Contabilidade da empresa. Ingressou no Grupo Carrefour (França) como diretor de Consolidação em 2011 e, dois anos depois, tornou-se diretor interino de Controle Financeiro. Em abril de 2015, foi nomeado vice-presidente de Finanças do Grupo Carrefour Brasil.

Vitor Faga (novo integrante)CEO do Sam’s Club. Ampla experiência como executivo, com mais de 12 anos em posições de diretoria executiva, incluindo CFO e head de negócio. Trabalhou em diferentes setores, incluindo infraestrutura e saúde e, desde 2010 atua no setor de varejo. Nas empresas onde atuou, implementou ações de redesenho de estratégia, transformação de negócios e mudança cultural. Conta com ampla experiência internacional já tendo morado em 4 países. Vitor ocupava o cargo de CFO no Grupo BIG desde 2020

Como serão os negócios na rede daqui para frente?

O comando do Carrefour Brasil disse nesta terça-feira (07), em teleconferência com jornalistas, que a expectativa é que, num período de 18 meses, a fase de integração com o grupo Big possa ser finalizada. “Não vamos fazer tudo até fim do ano, mas vejo um período de 18 meses para todo o trabalho, para em fevereiro de 2024 a integração já estar atrás de nós”, disse o presidente do Carrefour, Stéphane Maquaire.

Sobre os próximos passos da gestão na unificação das estruturas — que precisa passar por questões de integração de culturas, sistemas de tecnologia e logística, por exemplo — o executivo afirmou que serão feitos contatos com parceiros, como indústrias, e reuniões entre as equipes das companhias “para conectar as áreas da empresa”. Mas não deu mais detalhes de cronogramas.

Ainda reforçou que a marca Sam’s Club, que é do Walmart e veio junto com a compra do Big, continuará a operar e que a empresa vem trabalhando para a venda das 14 unidades identificadas pelo Cade como sendo necessária após análise do acordo com Big.

“Agora estamos fazendo com que as coisas aconteçam, após aprovação do Cade [da compra do Big]”, disse na entrevista Abilio Diniz, membro do conselho da rede.

Maquaire ainda afirmou que o momento é de “um novo time executivo”, com equilíbrio entre executivos do Big, do Carrefour e do mercado. Na administração da rede, a varejista vai aumentar em um terço a sua estrutura, passando de 9 para 12 pessoas. A nova estrutura terá, ainda, duas cadeiras transversais a toda a empresa, em digital e transformação (para simplificar processos internos e acompanhar os projetos estratégicos).

“Para nós o passo é de continuidade do projeto e de trajetória iniciada com Walmart no país”, disse Patrice Etlin, que lidera a gestora Advent, sócia da empresa, e que era a controladora do Big até a venda.

O que diz o novo vice-presidente do Conselho, Abílio Diniz?

O novo conselho de administração apresentado pelo Grupo Carrefour Brasil, cuja formação está na pauta da próxima assembleia de acionistas, traz componente do varejo local para a empresa, e busca aumentar mais a agilidade na tomada de decisões — um processo que já vem em evolução no grupo no mundo desde a última troca do comando global.

Este será o colegiado com maior número de brasileiros como membros, desde a abertura de capital do Carrefour, cinco anos atrás.

“Hoje os executivos da França vêm ao Brasil e queremos que exista essa troca, seja da França ou de outros países. Queremos um ‘board’ local, porque varejo é local, mas com expertise global. Teremos a França aqui conosco, e um conselho tão grande é por isso”, disse Abilio Diniz, indicado para vice-presidente do conselho de administração do grupo, na entrevista ao lado de Patrice Etlin, que lidera a gestora americana Advent no país, e de Stéphane Maquaire, CEO da empresa no Brasil.

“O poder de decisão desceu ao board […]. Vamos apoiar especialmente no comitê de finanças”, diz Etlin. Abilio deve liderar o comitê de gestão e pessoas — o terceiro comitê é de auditoria.

Foi indicado para a presidência do colegiado o CEO do grupo no mundo, Alexandre Bompard, que vem implementando uma política de tomada de decisões mais ágeis de desde 2017 (algo que era uma crítica do mercado ao grupo no passado) e de consolidação do Carrefour por meio de fusões e aquisições.

Estarão no colegiado no país 13 membros (hoje são 10) — sete da França e seis do Brasil, se considerar o terceiro membro independente, ainda a ser anunciado, também brasileiro.

Saem seis nomes, substituídos por outros indicados, e ainda são adicionadas mais três cadeiras. Haverá três membros independentes.

Segundo o empresário, o novo colegiado deve auxiliar em questões mais estratégicas da integração com o Big.

Fato relevante publicado nesta terça-feira (07) pelo Carrefour informa que o atual conselho aprovou a convocação de assembleia geral extraordinária , ainda sem data, para deliberar sobre a eleição dos novos membros.

Os indicados são Alexandre Bompard (presidente), Abilio Diniz (vice-presidente), Matthieu Malige, Laurent Vallée, Jérôme Nanty, Claire du Payrat, Elodie Perthuisot, Stéphane Maquaire, Eduardo Rossi, Patrice Etlin, Claudia Almeida e Silva (membro independente), Vânia Neves (membro independente), Vânia Neves (membro independente), e, por último, um cargo vago (membro independente).

Fonte: Adriana Mattos, Valor

2 de junho de 2022 0 Comentários
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ESGPessoas

Ações ambientais de grupo varejista têm adesão crescente dos clientes

De Administrador SH 2 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Dentro do programa ESG, a companhia que opera 3 bandeiras no Brasil, ampliou sensivelmente a doação de alimentos

O supermercado é o principal canal de abastecimento dos lares brasileiros. Para fornecer alimentos saudáveis e com segurança, desde perecíveis, ao não perecíveis, material de higiene, limpeza, dentre outros, uma cadeia entre produtor, indústria e varejo é estabelecida e gera impactos socioambientais. Neste 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, é importante refletir sobre hábitos de consumo, corrigir e evoluir comportamentos, em prol da sustentabilidade do planeta.

Para a rede varejista Cencosud Brasil, que opera bandeiras como GBarbosa, Perini e Mercantil Atacado, a simbologia da data fomenta práticas do dia a dia, com a implantação de projetos e ações de responsabilidade socioambiental.

Reduzir, reciclar e reutilizar são frentes encaradas pela rede supermercadista. Uma das metas é a redução de desperdício de alimentos com a consequente doação de produtos em totais condições de consumo. No primeiro trimestre de 2022 as bandeiras da Cencosud Brasil doaram 53 toneladas de alimentos, um aumento de 256% em comparação ao primeiro trimestre de 2021.

Com a alta da inflação de 12,2% nos últimos doze meses, o Brasil voltou ao mapa da Fome da ONU e o índice de insegurança alimentar do brasileiro disparou para 6 pontos percentuais, segundo pesquisa em 160 países, do Gallup World Pool. Foi criada uma Comissão para viabilizar iniciativas socioambientais estratégicas para a companhia. Um trabalho sério, de consistência cotidiana e compromisso com resultados reais, como é o caso da doação de alimentos para quem mais precisa deste apoio nesta fase macroeconômica que atravessamos.

A reciclagem também é um pilar importante dentro da Cencosud Brasil e tem a colaboração direta das comunidades no entorno das lojas. De janeiro a março desse ano foram recicladas 2.316 toneladas de papel, plástico, alumínio e ferro. E os clientes têm colaborado com esta via de descarte consciente: 1.700 kg de lâmpadas foram coletadas para reciclagem nos pontos de venda nos três primeiros meses do ano, um aumento de 885% na participação da coleta seletiva. Outro dado sensível de mudança de hábito foi a opção pela sacola retornável, com a venda de 159 mil ecobags de janeiro a março de 2022.

Sustentabilidade no supermercado 

Já na operação das lojas, o programa de Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos – RAMA tem sido uma realidade que engloba 100% da rede em Sergipe, Bahia e no Rio de Janeiro. Frutas, verduras e legumes estão devidamente identificados quanto à sua origem e atende ao monitoramento de resíduos químicos da região onde foi cultivado e distribuído. Essa gestão dos fornecedores promove transparência em toda a cadeia e junto ao consumidor. 

A rede teve um consumo de 21.824 MWh de energia renovável no 1º tri de 2022, representando 73,4% do total. Para este resultado, a Cencosud Brasil dispôs de 45% das lâmpadas em LED, 97% dos expositores refrigerados através de plugins com 59% destes, com fechamento de vidro.

2 de junho de 2022 0 Comentários
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ESGVarejo

Coca-Cola investe pesado para aumentar uso de embalagem retornável

De Administrador SH 2 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Com isso, CC América Latina se torna líder no uso do produto sustentável que fomenta a economia circular e hoje representa 20% do total de vendas no Brasil

Para estar alinhada à visão por um Mundo Sem Resíduos e estimular de forma significativa o uso de embalagens retornáveis, em fevereiro deste ano, a Coca-Cola Company anunciou uma meta global:  que até 2030, no mínimo, 25% do seu portfólio comercializado seja produzido com embalagens retornáveis. Como resultado deste empenho, a Coca-Cola América Latina assume a liderança neste compromisso global e comunica que, em 2021, 34% do volume de vendas na região foi de embalagem retornáveis. No Brasil, atualmente, as retornáveis representam cerca de 20% do total de vendas.

Como objetivo de fortalecer essa meta e visando que a América Latina alcance o patamar de 40% no uso de retornáveis nos próximos anos, em conjunto com seus parceiros engarrafadores, a Coca-Cola Company anuncia um investimento de aproximadamente US$500 milhões para aumentar a disponibilidade de embalagens retornáveis nesta região, o que contempla a expansão da oferta em supermercados e em novos canais digitais, disponível atualmente no Brasil para consumidores do Rio de Janeiro.

“Compartilhamos com os consumidores o nosso compromisso em enfrentar os impactos da geração de resíduos. É exatamente isso que estamos tentando reforçar ao investir, por meio das nossas marcas, em ações que têm como propósito estimular as pessoas a optarem por embalagens retornáveis, sempre que possível”, explicou Javier Meza, SVP de Marketing da Coca-Cola América Latina.

As embalagens representam 30% da pegada de carbono da empresa no total e, ao utilizar menos recursos, as retornáveis estão entre uma das maneiras mais eficazes de reduzir a emissão de gases. Dentro deste contexto, a companhia quer incentivar a consciência na América Latina sobre como a retornabilidade tem um impacto positivo na pegada ambiental e no fomento da economia circular, visto que é um modelo de produção e consumo que envolve reutilizar materiais existentes pelo tempo que for tecnicamente possível, estimulando, desta forma, a extensão do ciclo de vida dos produtos e reduzindo resíduos.

“Uma embalagem retornável tem um ciclo de “idas e voltas” das fábricas para reutilização. Neste ciclo, as retornáveis de plástico podem ser usadas 20 vezes e as de vidro 35 vezes. Ou seja, esse dado mostra o quanto a operação circular com as retornáveis tem um impacto significativo no ambiente. Após todos esses ciclos, as garrafas ainda são destinadas para a reciclagem”, afirma Rodrigo Brito, gerente sênior de Sustentabilidade Cone Sul da Coca-Cola América Latina. “Como empresa, nossa missão é expandir e disseminar ainda mais como funciona essa operação, a fim de que mais pessoas possam conhecer e adotar essas embalagens e hábitos. Vale destacar que ambas as garrafas, tanto as retornáveis como as recicláveis, devem ser levadas aos pontos de venda e/ou descartadas corretamente para que a circularidade aconteça”, finaliza Brito.

Desta forma, a Coca-Cola adere à celebração pelo mês do Meio Ambiente e encoraja as pessoas a usarem garrafas retornáveis. “O uso de retornáveis evita a produção de 10 bilhões de embalagens na América Latina anualmente e pode reduzir em até 45% a pegada de carbono e 45% da hídrica, quando comparada as não retornáveis”, comenta Ángela Maria Zuluaga, Sr. Vice-Presidente, Assuntos Públicos, Comunicações e Sustentabilidade da Coca-Cola América Latina. América Latina se torna líder mundial no uso de embalagens retornáveis

Em 2021, a Coca-Cola América Latina atingiu 34% no volume de vendas de retornáveis;

Para expandir sua capacidade de produção de embalagens retornáveis, sistema Coca-Cola está investindo cerca de $500M de dólares na região;

Para estar alinhada à visão por um Mundo Sem Resíduos e estimular de forma significativa o uso de embalagens retornáveis, em fevereiro deste ano, a Coca-Cola Company anunciou uma meta global:  que até 2030, no mínimo, 25% do seu portfólio comercializado seja produzido com embalagens retornáveis. Como resultado deste empenho, a Coca-Cola América Latina assume a liderança neste compromisso global e comunica que, em 2021, 34% do volume de vendas na região foi de embalagem retornáveis. No Brasil, atualmente, as retornáveis representam cerca de 20% do total de vendas.

Como objetivo de fortalecer essa meta e visando que a América Latina alcance o patamar de 40% no uso de retornáveis nos próximos anos, em conjunto com seus parceiros engarrafadores, a Coca-Cola Company anuncia um investimento de aproximadamente US$500 milhões para aumentar a disponibilidade de embalagens retornáveis nesta região, o que contempla a expansão da oferta em supermercados e em novos canais digitais, como o Na sua casa by Coca-Cola, disponível atualmente no Brasil para consumidores do Rio de Janeiro.

“Compartilhamos com os consumidores o nosso compromisso em enfrentar os impactos da geração de resíduos. É exatamente isso que estamos tentando reforçar ao investir, por meio das nossas marcas, em ações que têm como propósito estimular as pessoas a optarem por embalagens retornáveis, sempre que possível”, explicou Javier Meza, SVP de Marketing da Coca-Cola América Latina.

As embalagens representam 30% da pegada de carbono da empresa no total e, ao utilizar menos recursos, as retornáveis estão entre uma das maneiras mais eficazes de reduzir a emissão de gases. Dentro deste contexto, a companhia quer incentivar a consciência na América Latina sobre como a retornabilidade tem um impacto positivo na pegada ambiental e no fomento da economia circular, visto que é um modelo de produção e consumo que envolve reutilizar materiais existentes pelo tempo que for tecnicamente possível, estimulando, desta forma, a extensão do ciclo de vida dos produtos e reduzindo resíduos.

“Uma embalagem retornável tem um ciclo de “idas e voltas” das fábricas para reutilização. Neste ciclo, as retornáveis de plástico podem ser usadas 20 vezes e as de vidro 35 vezes. Ou seja, esse dado mostra o quanto a operação circular com as retornáveis tem um impacto significativo no ambiente. Após todos esses ciclos, as garrafas ainda são destinadas para a reciclagem”, afirma Rodrigo Brito, gerente sênior de Sustentabilidade Cone Sul da Coca-Cola América Latina. “Como empresa, nossa missão é expandir e disseminar ainda mais como funciona essa operação, a fim de que mais pessoas possam conhecer e adotar essas embalagens e hábitos. Vale destacar que ambas as garrafas, tanto as retornáveis como as recicláveis, devem ser levadas aos pontos de venda e/ou descartadas corretamente para que a circularidade aconteça”, finaliza Brito.

Desta forma, a Coca-Cola adere à celebração pelo mês do Meio Ambiente e encoraja as pessoas a usarem garrafas retornáveis. “O uso de retornáveis evita a produção de 10 bilhões de embalagens na América Latina anualmente e pode reduzir em até 45% a pegada de carbono e 45% da hídrica, quando comparada as não retornáveis”, comenta Ángela Maria Zuluaga, Sr. Vice-Presidente, Assuntos Públicos, Comunicações e Sustentabilidade da Coca-Cola América Latina.

2 de junho de 2022 0 Comentários
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Varejo

Mais um unicórnio de varejo alimentar deixa o país

De Administrador SH 2 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Após 3 anos, startup de supermercado online acaba de anunciar encerramento das operações por aqui

Nesta quinta-feira, 2, a startup peruana Favo anunciou oficialmente o encerramento das operações no Brasil. Com a partida, a empresa demitiu 170 funcionários no país, mantendo cerca de 40 pessoas no time.

Em terras brasileiras desde 2019, a empresa tinha a proposta de conectar indústrias e mercadinhos de bairro, em uma das primeiras apostas no chamado social commerce na América Latina. O negócio atraiu investidores de peso nos últimos anos, como Tiger Global e GFC, que já aportaram em gigantes como Facebook, Airbnb, Spotify e Nubank.

No Brasil, o negócio era tocado pela empreendedora brasileira Marina Proença, que deixou uma carreira bem-sucedida em grandes empresas de tecnologia como Netshoes e Clickbus para empreender em negócios de impacto social como a Mercado Favo.

Já no Peru, a liderança é de Alejandro Ponce, investidor peruano fundador da Nexus, um dos principais fundos private equity com atuação em Lima, capital do Peru.

No final de 2021, a Favo inaugurou um novo centro de distribuição, sete vezes maior que o anterior, e antecipou planos de chegar a todas as capitais e grandes centros urbanos do Brasil em 2022 (até então, funcionava apenas na capital), além de expandir suas operações para o México. Agora, com o anúncio de encerramento no Brasil, a Favo continuará existindo apenas no país latino vizinho.

Em nota, a empresa lamentou o encerramento das operações, mas disse acreditar na reabertura no futuro. “Acreditamos que vamos restabelecer o nosso negócio no País em breve, assim que as condições macroeconômicas permitirem”, escreve a Favo.

“Muito embora tenhamos tentado encontrar caminhos dos mais diversos para nossa operação no Brasil, lamentavelmente nos deparamos com um cenário em crescente dificuldade. Portanto, nós, da Favo, comunicamos que vamos reestruturar a operação no Brasil a partir de hoje, 02 de junho de 2022, mantendo normalmente em funcionamento a Favo no Peru. Essa reestruturação está sendo feita para que possamos honrar todos os compromissos assumidos no País”.

Apesar de ter demitido a maior parte da força de trabalho brasileira, a Favo afirma que os 40 funcionários mantidos, ou 20% do time, foram realocados para a operação do Peru e irão também planejar a reestruturação e volta da empresa ao Brasil.

Momento delicado para as startups

A Favo agora entra para uma extensa lista de empresas de tecnologia que não conseguiram driblar os efeitos da crise e, portanto, tiveram de enxugar a mão de obra. Ao lado da peruana estão empresas como Loft, Facily, QuintoAndar, Liv Up e VTEX. Em comum, todas tiveram que voltar duas casas e reconfigurar um plano de negócios em momento não tão favorável para as startups globalmente, mesmo que tenham recibo enxurradas de investimentos há pouco tempo ou tenham conquistado o título de unicórnio há pouco.

A percepção do mercado é de que as captações serão cada vez mais raras, o que força empreendedores a queimarem o caixa para manter a sobrevivência do negócio. Longe de ser uma realidade restrita ao mercado brasileiro, a maré baixa das startups acende um alerta global. Em carta aberta divulgada a fundadores de seu portfólio de investidas, a aceleradora Y Combinator, uma das mais proeminentes do Vale do Silício, pede cautela. 

Fonte: Maria Clara Dias, Exame

2 de junho de 2022 0 Comentários
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ESG

Rede de atacarejo adota energia limpa e reduz impacto ambiental 

De Administrador SH 2 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Às vésperas do Dia Mundial do Meio Ambiente, Tonin enumera as práticas desenvolvidas nas suas 18 unidades

O Tonin, uma das maiores redes de atacarejo do interior de São Paulo e Sudoeste de Minas Gerais acredita no efeito positivo da sustentabilidade nos negócios, por isso, sempre buscou alternativas que minimizassem ou reduzissem a zero qualquer impacto ambiental gerado pela empresa.

 Pensando em sustentabilidade e também na utilização de energia limpa, desde 2016, o Tonin acessa energia 100% limpa e renovável em suas unidades graças à parceria com a Witzler Energia. Ao atuar no Mercado Livre de Energia, a empresa deixou de emitir 6.470,4 toneladas de CO2 na atmosfera e obteve dupla certificação verde emitida pela Witzler Energia e Serviço Brasileiro de Certificações (SBC). São eles:

O Certificado de Uso de Energia 100% Renovável atesta que as unidades do Tonin que participam do Mercado Livre de Energia, utilizam apenas energia oriunda de fontes 100% limpas e renováveis.

O Certificado de Redução de Emissão de CO2 atesta que a empresa, justamente pelo uso de energia limpa e renovável nas unidades que estão no Mercado Livre de Energia, evitou que 6.470,40 toneladas de CO2 fossem lançadas na atmosfera. Essa redução equivale ao plantio de 755 campos de futebol em árvores.

“A preocupação com o meio ambiente sempre esteve presente no Tonin e essa parceria com a Witzler nos trouxe uma oportunidade de reduzir drasticamente o impacto ambiental, além de uma considerável economia, pois agora compramos uma energia de custo bem menor do que a adquirida de forma convencional”, afirma Marcos Cezar Cattani, gerente de operações e despesa da rede.

De acordo com ele, no último trimestre deste ano, houve uma economia média de 34,5% e no último mês, a economia foi acima de 39%. “No projeto, como um todo, desde que iniciamos no Mercado Livre de Energia, tivemos uma economia de acumulada de R$ 18 milhões, um saldo extremamente positivo, ainda mais se contarmos o volume de CO2 que deixamos de emitir na atmosfera. O resultado foi positivo em todos os aspectos”, diz Cattani. 

A atuação no Mercado Livre de Energia e eficiência energética é um projeto consolidado na empresa e estará contemplado em todas as lojas a serem inauguradas futuramente. “Estamos muito satisfeitos com o resultado econômico e também ambiental, ficamos felizes em vermos o quanto contribuímos para que o ambiente da nossa sociedade fique melhor”, diz Cattani.

Para ele, ações relacionadas às agendas de ESG (Environmental, Social and Governance, em que E é de Ambiental, S de Social e G de Governança) devem estar sempre no radar das empresas que buscam um equilíbrio entre o meio ambiente, a sociedade e os resultados financeiros. “É um tripé importantíssimo e que agrega muito valor à marca”, finaliza.

Além dessa, a Rede Tonin tem outras iniciativas sustentáveis, para conhecê-las, acesse o site corporativo www.luiztonin.com.br.

Mercado Livre de Energia ou ACL – Ambiente de contratação livre de energia

É um ambiente de negociação de energia elétrica no qual os consumidores têm liberdade para escolher seu fornecedor de energia e negociar diretamente com ele todas as condições dos seus contratos como preço, demanda, quantidade contratada, período de suprimento, condições de pagamento etc.

Atualmente no Brasil apenas consumidores empresariais que demandem mais de 500kW por mês de energia elétrica podem acessar o Mercado Livre de Energia. Essa demanda é representada por contas de energia mensais em torno de R$ 30.000,00 ao mês. Uma boa notícia é que a faixa inicial de acesso ao Mercado Livre de Energia deve diminuir significativamente no curto prazo o que permitirá que milhares de empresas passem também a usufruir desse ambiente de liberdade, economia e sustentabilidade.

Outra boa notícia é a tramitação em caráter de urgência da PL 414 de 2021, que prevê o que convencionou-se chamar de “portabilidade da conta de luz” para todos os consumidores de energia brasileiros, empoderando empresas ou pessoas ao atribuir liberdade de escolha e livre negociação a todos e democratizando o acesso a fontes de energia limpas e renováveis.

Sobre a Rede Tonin

Fundada em 1962 pelo empresário Luiz Tonin, em São Sebastião do Paraíso (MG), a Rede Tonin é uma empresa familiar que já está na terceira geração de diretores e tem forte atuação no interior de Minas Gerais e São Paulo.

Atualmente, a empresa opera 18 lojas nos formatos supermercado e cash & carry (conhecido como “atacarejo”, fusão das palavras atacado e varejo) e emprega aproximadamente 2.200 colaboradores. Seu processo de expansão prevê a construção de novas lojas em Araraquara, Pirassununga, Porto Ferreira, Jaboticabal, Bebedouro, São Sebastião do Paraíso e mais um Centro de Distribuição (CD) em Jardinópolis para atender lojas do Estado de São Paulo. Nos próximos anos, a meta é chegar a 40 lojas.

2 de junho de 2022 0 Comentários
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Varejo

Jack Daniel’s adere à moda dos drinks em lata para conquistar jovens clientes

De Administrador SH 2 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Criado há 150 anos, tradicional destilado do Tennessee se moderniza e chega em 3 versões para abrir o apetite dos novatos

A Jack Daniel’s está trazendo ao Brasil pela primeira vez a versão pronta para beber de dois dos drinks mais conhecidos preparados com o Whisky: Jack and Coke e o Jack Honey Lemonade. As novidades chegam em latinhas, que trazem as identidades dos produtos principais e os nomes dos sabores “Cola” e “Lemonade”.

As latinhas “Jack Cola” e “Jack Lemonade” chegam em edição de 330ml e prometem facilitar e proporcionar novas ocasiões de consumo dos produtos de Jack. Os itens já fazem muito sucesso lá fora e já eram vendidos de maneira importada por distribuidores terceiros por aqui por valores bem elevados.

As bebidas prontas de Jack Daniel’s chegam inicialmente apenas para o estado de São Paulo e tem preço sugerido de R$ 12,99. Os itens já podem ser encontrados nas principais redes varejistas de todo o país.

Fonte: GP

2 de junho de 2022 0 Comentários
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ESG

Multinacional vai descarbonizar produção na fábrica brasileira

De Administrador SH 2 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Investimento integra projeto global da companhia de reduzir partículas até 2030

A Ferrero, companhia italiana dona das marcas Ferrero Rocher, Nutella, Kinder e TicTac, está prometendo gastar € 6,5 milhões (R$ 33,3 milhões) para “descarbonizar” sua única fábrica no Brasil.

A unidade fica em Poços de Caldas (MG). Na primeira etapa do projeto, prevista para acabar em setembro, haverá a redução de 15% das emissões de carbono. Essa “perna” vai custar € 400 mil. Depois, haverá mais duas etapas cujo plano será zerar as emissão de dióxido de carbono (CO2) na produção até 2025.

A “descarbonização” se dará no chamado escopo 1. Ele engloba emissões causadas diretamente pelo processo produtivo, como a queima de combustíveis para a fabricação dos doces.

Considerando-se toda a estrutura da Ferrero ao redor do mundo, as emissões de escopo 1 representam apenas 7,1% das emissões totais da companhia. O maior impacto se dá no escopo 3 (91%) — algo comum em várias empresas, já que essa categoria é muito mais ampla. O escopo 3 engloba emissões indiretas, compreendendo todo o ciclo de vida dos produtos, mesmo aquelas que não são de responsabilidade direta da empresa.

Globalmente, a Ferrero se comprometeu a reduzir o volume absoluto das emissões de escopos 1 e 2 em 50% até 2030, tendo como base o ano de 2018. Outro compromisso é reduzir em 43% a intensidade das emissões no mesmo prazo, tendo como parâmetro a pegada por tonelada de produtos fabricados pela companhia. 

Fonte: Capital, O Globo

2 de junho de 2022 0 Comentários
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Varejo

Supermercados reveem estratégias e varejo se adapta ao bolso do cliente

De Administrador SH 1 de junho de 2022
Escrito por Administrador SH

Neste primeiro semestre, clientes transformaram seus hábitos para abastecer o lar seja na loja física ou no comércio eletrônico

No ambiente de inflação elevada, a alta dos preços deixou de ser um tema relevante apenas para as famílias com menor rendimento. Os reajustes estão hoje na pauta de todas as camadas da população brasileira e vêm provocando mudança de hábitos na hora das compras, desde o dia das compras até o formato de loja. A transformação na maneira de abastecer o lar tem impactado as estratégias comerciais de redes de supermercados, que correm para se adaptar.

Segundo estudo realizado pela Fronte Pesquisa na primeira quinzena de maio, já são 93% dos brasileiros que percebem os produtos mais caros nas lojas e no e-commerce. Os dados, obtidos com exclusividade pelo Broadcast, mostram que as adaptações ao novo contexto foram feitas por 89% das pessoas e em todas as camadas sociais: 73% das pessoas de classe mais alta mudaram algum costume na hora de encher o carrinho de compras. No recorte de renda média alta, foram 76%; enquanto entre os de classe média baixa, 85% fizeram alguma mudança. Nas classes de renda baixa, foram 90%.

Um dos hábitos que sofreram mudança foi o dia de compra. A pesquisa da Fronte Pesquisa mostra que 41% das pessoas passaram a concentrar as compras no início do mês para aproveitar o salário. Outras 39% já tinham esse hábito e apenas 20% dizem não fazer isso hoje em dia. As duas primeiras semanas do mês são as preferidas por 62% para fazer as compras de maior volume. Para Eduardo Terra, presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), esse é um exemplo de mudança que interfere no planejamento dos varejistas do segmento.

“Essa concentração de compras no início de mês afeta, primeiro, operacionalmente o varejo. Isso gera um desafio grande de operar a loja, pois é preciso ter quadros maiores de funcionários em períodos específicos e menores em outros momentos. Comercialmente, há mais desafios de estoque. Há produtos que têm validade menor e é preciso tomar mais cuidado, por exemplo. O planejamento de compra e abastecimento se tornam mais críticos”, afirma. Outro exemplo de adaptação comercial, segundo o especialista, é que algumas redes passam a fazer ações promocionais quando as lojas estão mais vazias e o dinheiro do consumidor está mais escasso.

Ainda assim, a pesquisa indica que, mesmo tentando fazer as compras mais pesadas no começo do mês, os consumidores não têm ido menos ao supermercado. Na comparação com a vida antes da pandemia, passou de 27% para 39% o número de pessoas que têm feito várias compras pequenas durante o mês.

Compra concentrada no início do mês visa aproveitar salário

“Nosso entendimento é de que as pessoas concentram a compra no início do mês para aproveitar o salário, mas elas acabam tendo que voltar outras vezes ao mercado para compras pequenas, provavelmente porque alguns itens importantes não couberam naquela compra grande do mês”, avalia Fabio Caldas, sócio da Fronte Pesquisa. Ele observa ainda que é possível que o aumento do trabalho informal possa ter contribuído para que a renda ficasse mais espalhada ao longo do mês, impedindo parte das pessoas de fazer uma compra abastecedora o bastante para durar o mês todo, ainda que essa fosse a intenção.

Sobre o fato de até mesmo as classes de mais alta renda terem dito ter novos hábitos para lidar com a alta de preços, Caldas diz que, nesse caso, as mudanças costumam ser mais relacionadas ao fato do consumidor não achar justo pagar determinado preço por um produto, do que pela falta de recursos para adquiri-lo.

“O setor está em transformação para entender esses novos hábitos, já que estamos há cerca de 2 anos em inflação de quase dois dígitos e todo mundo tem sentido. Há a inflação de fato e a percepção de inflação. Está se falando muito de inflação na mídia, o que gera a sensação de que o dinheiro escapa pela mão. Assim, as pessoas começam a ter a sensação de que o dinheiro precisa ser usado ou aplicado rapidamente”, diz Terra, da SBVC.

Menos bebidas, carnes e frios no carrinho

A pesquisa avaliou também as mudanças na cesta de compras do consumidor. Entre os 67% que disseram buscar marcas mais baratas para economizar, por exemplo, 78% trocaram as marcas dos alimentos básicos, como feijão, arroz e açúcar. Outros 74% mudaram marcas de materiais de limpeza e 66%, de itens de higiene pessoal e beleza. A categoria em que o impacto da mudança de marca foi menor é a de produtos infantis, como fraldas, xampu e leite. Apenas 20% passaram a comprar esses produtos de marcas mais baratas.

Já os produtos de supermercado que saíram temporariamente da lista de compras do consumidor, devido à alta dos preços, foram artigos para o lar (que não fazem mais parte do carrinho de 40% dos pesquisados), bebidas (para 39% dos consumidores), carnes e peixes (para 36%) e frios e laticínios (para 33%).

Além disso, 52% afirmaram que passaram a pesquisar mais os preços em diferentes supermercados. Outros 31% já faziam isso antes e apenas 16% afirmam não ter esse hábito. Já 47% afirmaram ter passado a comprar mais em atacado ou atacarejo para conseguir preços menores, 33% já faziam isso e apenas 21% não faziam e não fazem isso hoje em dia.

“Sem dúvida, o atacarejo vem ganhando força pelo apelo de preço. Todo ano ele vem ganhando participação de mercado”, afirma Terra. Para ele, o formato que mais perde é o de hipermercados, que já vinha caindo em desuso.

Hábito de comparar preço pode favorecer comércio eletrônico

Segundo a pesquisa, é possível que o hábito de comparar mais os preços tenha beneficiado as compras online. Hoje, 37% das famílias pesquisadas já disseram ter o costume de fazer compras de supermercado online. Esse porcentual é ainda maior entre as famílias de renda média e alta (51% e 59%, respectivamente).

Entre os que são adeptos da compra online, iFood é o aplicativo utilizado por 69%, seguido dos aplicativos ou sites dos próprios mercados (48%). Caldas acredita que o fato de o aplicativo de entrega de refeições já estar presente nos celulares de muitos consumidores e ter alta recorrência de acessos faz com que seja uma das primeiras opções quando alguém decide comprar digitalmente. Além disso, o aplicativo oferece cupons de desconto para a compra de itens de supermercado.

Para Terra, isso não significa que os aplicativos próprios das redes de supermercados falharam. Ele diz que o empenho das redes varejistas com suas próprias plataformas de entrega é novo e que o uso está em crescimento.

O levantamento foi realizado pela Fronte Pesquisa, especialista em estudos de potencial de mercado, que diminuem o risco do investidor ao escolher um novo ponto comercial, e em pesquisas de estratégia de mercado. Foram ouvidos 1.005 internautas brasileiros de todas as regiões do País entre os dias 09 e 10 de maio de 2022. A margem de erro é de 3 pontos porcentuais, para mais ou para menos.

Fonte: Talita Nascimento, Broadcast-Estadão

1 de junho de 2022 0 Comentários
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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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