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quarta-feira, setembro 16, 2026
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ABRASEventos

Grupos regionais se destacam no Brasil, mostra Ranking da ABRAS no Smart Market

De Administrador SH 10 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Dados da NielsenIQ apontam crescimento significativo seja em formato ou região do país

*Renata Perobelli

“Enquanto as grandes cadeias fecharam lojas em 2021, as regionais abriram mais de 200 novos pontos de venda em todo o Brasil. Entretanto, os negócios das cadeias regionais são mais orgânicos, com 59% do crescimento L4L nas mesmas lojas”, explicou Roberto Butragueño Revenga, diretor de Varejo da NielsenIQ em palestra no Smart Market ABRAS.

Ano após ano, os varejistas regionais ja vêm se destacando com um crescimento altamente lucrativo. Dados da NielsenIQ mostram que dois terços das vendas do autoserviço nacional acontecem nesse segmento de lojas. Detalhe: com comportamentos diferentes nas cinco regiões do país.

O grande destaque, segundo o executivo, é a manutenção do ritmo de aberturas, com novas lojas (tanto de AS como de C&C) vs grandes cadeias que tiveram em alguns casos até fechamento de lojas e mudanças de estratégia de bandeiras.

Mesmo com abertura de lojas, os regionais conseguem ainda ter um crescimento forte em mesmas lojas.

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ABRASEventos

Eficiência operacional indica a evolução das empresas durante Smart Market

De Administrador SH 10 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

O mapa com informações da nova pesquisa com a performance do setor revela que existem muitas oportunidades para as empresas alcançarem cada vez mais eficácia nos resultados  

*Roberto Leite

Para debater o resultado de eficiência operacional do setor no ano de 2021, de 98,13%, e fazer uma leitura do mapa de oportunidades apresentado pela Pesquisa de Eficiência Operacional, durante o Fórum de Eficiência Operacional no Smart Market, o vice-presidente Administrativo e Institucional da ABRAS, Marcio Milan, colocou em pauta alguns pontos do mapa de alavancas e oportunidades para serem exploradas pelo ex-coordenador do Comitê de Perdas e Desperdícios da ABRAS, Gernaldo Gomes, também coordenador de Riscos, Compliance e Prevenção de Perdas da Coop; Romualdo Teixeira, CEO da RTC Brasil, empresa de consultoria para o varejo, e para o vice-presidente de Ativos Setoriais da ABRAS, Rodrigo Segurado.

“Estamos falando de um setor altamente eficiente e queremos destacar as alavancas para melhorar essa eficiência, vamos olhar todo esse universo de informações. Quando a gente olha a linha das alavancas, no mapa das oportunidades, fica muito claro que na quebra operacional temos as maiores oportunidades para conseguir melhorar a eficiência”, ponderou Milan.

Gomes foi instado pelo vice-presidente da ABRAS a analisar alguns dados da pesquisa, avaliando o mapa de oportunidades. Em primeiro lugar, o ex-coordenador do Comitê de Perdas da ABRAS, Gernaldo Gomes, pontuou que a nova configuração da pesquisa é uma mudança grande de cultura, uma das principais mudanças dos últimos anos. “Agora paramos de olhar o copo meio vazio para olharmos com muito foco para a eficiência do nosso negócio, óbvio que sempre há oportunidade de melhoria”, afirmou.

Em sua opinião, o resultado de 98,13% de eficiência operacional, mostra o quanto as empresas evoluíram ao longo dos anos e o quanto que existe ainda de oportunidades. E para olhar essas oportunidades, destacou Gomes, foi feito um desdobramento com as principais alavancas e onde é preciso atuar com maior foco, com os três pilares já conhecidos: pessoas, processos e tecnologia, além de outro pilar importante, que é inovação, sugeriu Gomes.

“Com essa árvore de informações, de alavancas, que foi muito bem-criada, a gente vê exatamente onde está a oportunidade. Dentro da quebra operacional, temos 44% de prazo de validade, e aí tem bastante oportunidade mesmo. Isso faz com que a gente consiga, de uma forma muito estratégica, entrar em várias áreas da cadeia de valor, desde o cadastro, comercial, logística, e a própria operação de loja, onde as coisas acontecem, identificar quais as principais causas.”

Gomes identificou um outro ponto extremamente importante de mudança de conceito. Se antes era falado em perdas não identificadas, agora se fala em desvio operacional, e com isso é possível procurar onde está ocorrendo esse desvio, quais as oportunidades, inclusive de medição do negócio. “A gente sabe que o que não se mede não é possível gerenciar, se não consegue medir, não consegue chegar nas causas-raízes. Com essa nova abordagem dessa pesquisa, a ABRAS está nos dando um grande norte pra gente atuar exatamente nas causas.”

Romualdo Teixeira, da RTC Brasil, analisando a Pesquisa de Eficiência Operacional, acrescentou que o mapa com todas as informações apresentadas não é um mapa final. “Estamos incluindo determinados indicadores importantes para fazer parte dessa eficiência, dessa busca de ganho. Dentro desse contexto, hoje estamos apresentando um mapa que não é final, ele vai crescer com a inclusão de vários outros indicadores. E isso vamos construir juntos com todo do setor, desenvolvendo esse mapa. O que a gente precisa agora é monetizar, criar de fato indicadores que sejam sustentáveis e que façam de fato sentido nosso negócio.”

Dentro da quebra operacional, Teixeira pontuou que há uma grande oportunidade, que é de conhecimento que essas oportunidades giram em torno de perecíveis, e que em não perecíveis existem grandes situações também. “E quando se fala em eficiência operacional a gente começa a incluir determinados indicadores que fazem com que a prevenção trate e consiga negociar com diversas áreas, como comercial, logística, operações, mas tratando na mesma página, compreendendo que é preciso ter diálogo entre as áreas, olhar com foco o indicador, só com informação a gente não consegue navegar nessas áreas de forma efetiva”, analisou o CEO da RTC. Ele considerou que o propósito da criação da área de eficiência operacional está fundamentada e baseada exatamente dentro desse contexto.

Completado a análise de Romualdo Teixeira, o vice-presidente de Ativos Setoriais da ABRAS, Rodrigo Segurado, disse que o mapa vai crescer, incorporando questões de eficiência que hoje não são consideradas justamente porque estávamos tratando no espectro de perdas, mas quando ampliamos o espectro para eficiência operacional da empresa, outras questões podem compor esse mapa, onde as alavancas ficam claras. Precisamos identificar quais são as alavancas que produzem muito ganho de eficiência pra que a gente dedique força e energia e tempo nelas. Por isso eu diria que o grande passo que estamos dando para o setor é celebrar a alta eficiência e a consciência dessa eficiência.

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Tendências

No Canadá, Walmart aposta em wearables na logística

De Administrador SH 10 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Varejista adota tecnologia para agilizar processos de separação e envio de pedidos online

*Renato Müller

No varejo online, todo segundo conta. Com esse mantra em mente, o Walmart está testando, em 130 lojas no Canadá, um sistema que utiliza scanners “vestíveis” para facilitar e agilizar o processamento de pedidos online. A ideia é dar mais ergonomia ao picking de produtos, permitindo que os colaboradores usem as duas mãos para pegar os produtos e “bipem” os produtos de forma prática.

Os scanners são usados como anéis e o colaborador responsável pela separação dos produtos aperta um botão com o polegar para ativar a leitura de cada item. A ideia é implementar a tecnologia nas 408 lojas do Walmart no mercado canadense. “Esse é apenas um exemplo de como estamos integrando dispositivos wearable em nossos processos de trabalho”, comenta Olivia Lynch, diretora de omnilojas da empresa.

Não está claro se o sucesso da iniciativa nas lojas canadenses poderá fazer com que a tecnologia seja usada também no mercado americano. Para a consultora Carol Spieckerman, a adoção de wearables no Walmart reflete o fato de que uma série de tecnologias está para chegar ao varejo, com impacto direto na experiência de compra dos consumidores. “O uso de ferramentas mais sofisticadas aumenta a produtividade de atividades repetitivas e dá mais tempo para que os colaboradores reforcem o contato com os clientes”, acredita.

De acordo com a consultoria Deloitte, o uso de wearables no varejo deverá ser impulsionado por soluções que aumentem a produtividade das operações internas e que melhorem a experiência do cliente. Entre as potenciais aplicações estão a melhora na comunicação entre os colaboradores nas lojas, o uso das duas mãos em uma série de atividades (economizando tempo) e mais facilidade no planejamento de mudanças no layout ou no planograma das lojas. Já a PwC indica, em outro relatório, que os wearables serão, em pouco tempo, uma parte essencial de praticamente toda a experiência de varejo.

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ESGVarejo

JBS investe pesado em carne de laboratório

De Administrador SH 10 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

No Brasil, a base será em Florianópolis com o Centro de pesquisas para área de alimentos

No final do ano passado, a JBS fez um movimento importante para se posicionar no embrionário, porém crescente e promissor mercado de proteína cultivada, ao adquirir o controle da espanhola BioTech Foods.

Mas a incorporação da empresa, concluída após aprovação dos órgãos de controle da Espanha, marcou apenas o primeiro movimento da JBS na produção de alimentos a partir de células animais.

O segundo movimento está sendo dado agora, no Brasil, com um investimento de US$ 60 milhões para a criação do JBS Biotech Innovation Center, um centro de pesquisas voltado para a área de alimentos.

A ser instalado em Florianópolis, o local terá como foco o desenvolvimento de tecnologia própria para a produção de proteínas cultivadas, disse Eduardo Noronha, head global de inovação e excelência operacional da JBS, ao NeoFeed.

“Sendo o maior produtor de proteína do mundo, a gente entende que tem que ser protagonista em qualquer iniciativa que tem a ver com produção de alimentos, com tecnologia”, afirma.

O centro de pesquisa de Florianópolis é o movimento mais relevante até o momento da JBS na parte de proteína cultivada. No ano passado, quando anunciou a compra da BioTech Foods, a empresa informou que iria implementar um centro de pesquisa e desenvolvimento em proteína cultivada no Brasil. No total, a JBS separou US$ 100 milhões para os dois projetos.

Os investimentos da JBS estão baseados numa projeção da ONU de que, até 2050, a população mundial vai atingir 10 bilhões de pessoas, um crescimento de 35% em relação aos números atuais. E o consumo de proteína, no mesmo período, vai crescer 70%.

“Se esse crescimento [de demanda] acontecer, esse mercado de proteínas no mundo vai passar de US$ 1,2 trilhão em 2050”, diz Noronha. “Nossas motivações são dar alternativas aos consumidores no mundo inteiro, da proteína tradicional, plant based e outras.”

O JBS Biotech Innovation Center será instalado em um terreno de 40 mil metros quadrados no centro tecnológico do Sapiens Parque, espaço concebido pelo governo de Santa Catarina para abrigar projetos de empresas e startups em áreas de tecnologia.

O projeto será liderado pelos doutores Luismar Marques Porto, que será o presidente do JBS Biotech Innovation Center, e Fernanda Vieira Berti, como vice-presidente do centro de pesquisa. Porto já foi cientista visitante da Harvard University e do Massachusetts Institute of Technology (MIT). Já Fernanda tem passagem pelo Research Institute I3Bs e criou startup incubada no Vale do Silício que desenvolve produtos baseados em medicina regenerativa e células-tronco para o tratamento de animais.

No primeiro momento, a JBS vai concentrar esforços na construção de instalações especializadas para o desenvolvimento de tecnologia 100% nacional para a produção de carne cultivada e da planta piloto, bem como na aquisição dos insumos necessários para a realização das pesquisas. Mas a ideia é ir além.

“Nesta primeira fase vamos estar focando nos laboratórios para a produção de proteína cultivada, mas depois ele tende a se ampliar para diversas outras áreas, com foco em biotecnologia”, diz Fernanda Vieira Berti, vice-presidente do JBS Biotech Innovation Center.

O centro deve gerar mais de 100 empregos diretos, incluindo vagas de alta qualificação profissional, inicialmente com 25 especialistas-doutores apenas para o projeto de pesquisas em proteína cultivada.

Futuro da carne

O investimento da JBS na produção de proteína cultivada partiu do entendimento de que a tecnologia ficou mais acessível. Segundo Noronha, o primeiro hambúrguer de carne cultivada, produzido em 2013, custou cerca de US$ 85 mil a unidade.

Atualmente, um quilo de proteína cultivada custa em torno de US$ 1 mil e a tendência, com o desenvolvimento da tecnologia, é que este valor caia ainda mais.

“Estamos acompanhando o desenvolvimento dessa tecnologia de proteína cultivada há vários anos e entendemos que ela está num nível de maturidade que a gente consegue entrar com nossos recursos e acelerar o desenvolvimento dela”, complementa.

A JBS estima que os primeiros produtos à base de proteína cultivada devem chegar às gôndolas dos supermercados a partir da segunda metade de 2024, via BioTech Foods.

Para viabilizar esse cronograma, a JBS está investindo US$ 40 milhões para construir uma nova fábrica na Espanha com capacidade de 1 mil toneladas por ano.

“No caso do Brasil, o projeto está começando agora, mas a gente acha que pode acelerar e chegar muito próximo desse período”, diz Noronha.

No primeiro momento, a proteína cultivada chegará inicialmente aos consumidores na forma de alimentos preparados, como hambúrgueres, embutidos, almôndegas, entre outros, mas o centro de pesquisas de Florianópolis vai se dedicar a pesquisar tecnologias que possam transformar a proteína em cortes conhecidos.

“Estrutura para criar um músculo para ter um bife são outras tecnologias para serem desenvolvidas, que a gente está trabalhando em paralelo”, diz Noronha.

Fonte: Neofeed

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Varejo

Mateus reforça expansão robusta para o ano

De Administrador SH 10 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Companhia divulga balanço do primeiro trimestre com a abertura de 16 novas lojas

O Grupo Mateus registrou lucro líquido atribuído aos controladores de R$ 196,7 milhões no primeiro trimestre de 2022, avanço de 26,5% ante igual período do ano passado. A receita líquida da rede de varejo alimentar somou R$ 4,58 bilhões no período, crescimento de 36,2% na base anual.

Em termos brutos, o aumento foi de 36,1%, para R$ 5,17 bilhões, montante recorde, segundo o grupo, impulsionando pela expansão de lojas e pela maturação das demais unidades abertas no ano passado.

O faturamento bruto no trimestre foi impulsionando pelo atacarejo, somando R$ 2,51 bilhões, 37,6% acima do visto de janeiro a março de 2021. O segmento representou 49% da receita bruta.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) chegou a R$ 262 milhões nos primeiros três meses de 2022, 25,2% acima do observado um ano antes. A margem do Ebitda caiu 0,5 ponto percentual (pp), a 5,7%.

A varejista destacou que abriu 16 lojas no trimestre, chegando a 218 em operação ao fim de março. O Grupo Mateus viu as despesas com vendas e administrativas avançarem 32,7% no período, para R$ 822,6 milhões, puxadas pelos custos com pessoal.

A varejista encerrou março com dívida líquida de R$ 425 milhões, acima dos R$ 162 milhões vistos ao fim de 2021, com uso de caixa para financiamento do projeto de expansão do grupo e diante a contratação de empréstimos ao longo do trimestre.

Ilson Mateus, CEO e fundador do Grupo, destacou que o 1T22 foi “um marco histórico para a trajetória do Grupo Mateus”. Segundo ele, a empresa deu um “um grande passo no plano de expansão, com a inauguração das três primeiras lojas na Região Nordeste”: “essas três lojas representam uma nova fase para nossa companhia e nos colocam em linha com nosso projeto de expandir nossas operações para todo o Norte e Nordeste”.

“Para o resto de 2022”, segue Ilson, “vamos dar segmento ao nosso robusto plano de expansão, consolidando a presença do Grupo em nossa região e gerando mais valor para nossos funcionários, acionistas e fornecedores”.

Fonte: Valor e Infomoney

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Varejo

Conheça detalhes do balanço trimestral do Assaí

De Administrador SH 10 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

No período, grupo abriu cinco novas lojas, constrói sete unidades e inicia a conversão de 40 pontos que eram do Extra

O Assaí registrou lucro líquido de R$ 214 milhões no primeiro trimestre deste ano, o que representa queda de 10,8% em relação ao mesmo período de 2021. A companhia afirma que a margem líquida de 1,9% confirma “a resiliência do modelo de negócio em um cenário de alta dos juros”.

A receita líquida avançou 21,1% no comparativo trimestral, para R$ 11,4 bilhões. A receita, como já anunciado pelo Assaí em sua prévia operacional, atingiu patamar recorde.

A companhia afirma que a receita reflete a performance das 32 lojas inauguradas nos últimos 12 meses e as vendas nas mesmas lojas, que avançaram 6,7% no trimestre. A área total de vendas somou 991 mil metros quadrados, alta de 22% no comparativo trimestral.

O Ebitda somou R$ 744 milhões entre janeiro e março, crescimento de 16,3% ante o mesmo período do ano passado. No critério ajustado, contabilizando o resultado de outras despesas e receitas operacionais, o Ebitda cresceu 17,3%, para R$ 752 milhões.

O resultado financeiro líquido ficou negativo em R$ 202 milhões, quase três vezes os R$ 70 milhões negativos registrados no primeiro trimestre de 2021.

O nível de alavancagem, medido pela razão entre a dívida líquida e o Ebitda ajustado, ficou negativo em 2,2 vezes no período. O Assaí afirma que o resultado é explicado pelo aumento do nível da dívida bruta em razão do maior patamar de investimentos e dos pagamentos relacionados à aquisição de pontos comerciais de hipermercados.

Os investimentos no período somaram R$ 3,54 bilhões, ante R$ 165 milhões no primeiro trimestre de 2021, e incluem cinco novas lojas, sete em construção e o início da conversão de 40 lojas de hipermercado Extra em Assaí.

Segundo o Assaí, o desempenho é resultado das dinâmicas comerciais e das iniciativas de controle de despesas adotadas pela companhia, que compensaram parcialmente o impacto da abertura recorde de lojas nos últimos 12 meses e a pressão gerada pelo contexto macroeconômico.

Fonte: Valor e Infomoney

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ABRASEventos

Smart Market revela os números do e-commerce de alimentos e bebidas

De Administrador SH 9 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Estudo da NielsenIQ mostra que o segmento deve permanecer aquecido

O e -commerce brasileiro cresceu 27% em 2021, totalizando R$ 182,7 bilhões em vendas com 12,9 milhões de novos consumidores.

Os dados são do Ranking ABRAS / NielsenIQ divulgados recentemente no Smart Market na FeComércio.

Os pedidos da cesta de alimentos e bebidas mais que dobraram de volume, tiveram crescimento de 107% e já representam 7% dos pedidos totais das vendas pela internet, via site ou apps.

Os números refletem que ainda há muito espaço para milhões de novos clientes das redes de supermercados e varejo de alimentos em todo o país. São clientes de diversas faixas etárias e classes sociais que desejam fazer compras via internet, app ou WhatsApp.

Vale destacar que as regiões Norte e Nordeste apresentaram crescimento acima de São Paulo, 31% e 23% respectivamente, mais familiarizado com o negócio.

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TendênciasVarejo

Preço global dos alimentos dispara e papel higiênico segue o mesmo caminho

De Administrador SH 9 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Números variam nos principais mercados internacionais ainda mais agora com a Guerra na Ucrânia

O Índice de Preços de Alimentos medido pela Agência das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) teve uma média de 158,5 pontos em abril de 2022, uma queda de 1,2 ponto (0,8%) em relação ao recorde alcançado em março, embora ainda 36,4 pontos (29,8%) acima do patamar de abril do ano passado.

A queda se deu pelo recuo nos preços do óleo vegetal, juntamente com uma ligeira queda no subíndice de preços de cereais. Enquanto isso, os subíndices de preços de açúcar, carnes e lácteos mantiveram altas moderadas.

O subíndice para cereais teve uma média de 169,5 pontos em abril, uma queda de 0,7 ponto (0,4%) em relação ao recorde alcançado em março (desde 1990). Segundo a FAO, a entrada da safra argentina de milho e a proximidade da safra de inverno no Brasil ajudaram na retração.

No caso dos óleos vegetais, o indicador ficou em 237,5 pontos em abril, com queda de pontos (5,7%) em relação ao recorde registrado em março. “A queda foi impulsionada pelos preços mundiais mais baixos dos óleos de palma, girassol e soja, que mais do que compensaram as cotações mais altas do óleo de canola”. Entretanto, a FAO ressalta que as incertezas sobre as exportações da Indonésia, o maior exportador mundial de óleo de palma, podem modificar o rumo dos preços dos óleos.

Na ponta da alta em abril, o subíndice de lácteos teve o oitavo aumento mensal consecutivo, com média de 147,1 pontos em abril, alta de 1,3 ponto (0,9%) em relação a março. “Em abril, a tendência de alta dos preços dos dos produtos lácteos continuou, impulsionada pela persistente falta de oferta global, uma vez que a produção de leite na Europa Ocidental e Oceania continuou abaixo de seus níveis sazonais”, diz a FAO.

O indicador para carnes teve média de 121,9 pontos em abril, um novo recorde, com alta de 2,7 pontos (2,2%) em relação a março. Todos as proteínas animais registraram alta, apoiadas no consumo forte, principalmente da China, e da menor oferta para abate de gado no Brasil.

Por fim, o subíndice para açúcar subiu pelo segundo mês consecutivo e atingiu a média de 121,8 pontos em abril, alta de 3,9 pontos (3,3%) em relação a março.

Papel Higiênico

Risco de escassez de celulose pode elevar o preço do papel higiênico

Segundo Walter Schalka, CEO da Suzano, maior produtora mundial, a Rússia é uma importante fonte de madeira para a Europa, e esse comércio está completamente bloqueado desde a invasão da Ucrânia

Os estoques de celulose estão caindo tanto em todo o mundo que a Suzano, maior produtora mundial, vê um risco de escassez de oferta, possivelmente elevando os preços de itens essenciais como lenços de papel e papel higiênico.

A Rússia é uma importante fonte de madeira para a Europa, e esse comércio está completamente bloqueado desde a invasão da Ucrânia, segundo o CEO da Suzano, Walter Schalka. A madeira russa também perdeu certificações globais. Isso significa que os produtores de celulose na Europa, especialmente na Escandinávia, terão sua capacidade de produção reduzida.

“Os estoques de celulose vêm diminuindo gradualmente de tal forma que podem chegar a um ponto de ruptura mesmo ou escassez de celulose”, disse Schalka em entrevista. “Isso pode acontecer”.


No primeiro trimestre, a disponibilidade de celulose também foi afetada pelos problemas no transporte marítimo, ruptura na logística interna com greve de trabalhadores em diferentes partes do mundo e atrasos na entrada de novas fábricas.

Esses fatores, junto com uma forte demanda, provocaram um avanço de cerca de 40% nos preços da celulose chinesa no ano, segundo relatório do BTG Pactual.

O aperto no mercado de celulose é mais um golpe para os consumidores, que enfrentam uma alta generalizada de preços, desde alimentos até combustíveis.

Os produtores de celulose russos têm dificuldades para continuar operando em meio à falta de algumas matérias-primas, e um dos principais deles foi forçado a interromper as atividades temporariamente. À medida que a invasão da Ucrânia continua, mais interrupções no fornecimento são esperadas no Mar Negro.

Com isso, a demanda por celulose da América Latina cresce, mas os produtores da região não têm espaço para receber novos pedidos, pois já trabalham a plena capacidade. Para a Suzano, a demanda tem sido maior do que a empresa consegue atender, disse Schalka.

Como o papel, principalmente o papel higiênico, é um item essencial, espera-se que os impactos da inflação sobre a demanda sejam moderados. Mesmo assim, ainda não sentimos todos os efeitos da guerra na Ucrânia, observou Schalka.

“Isso ainda não afetou a demanda, mas não significa que não afetará”, disse.

Fonte: Bloomberg

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ABRASEventos

Atacarejo: bem perto de responder por metade das vendas no país, anuncia Smart Market

De Administrador SH 7 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Frente ao crescimento no formato, novos negócios têm ocorrido como a recente compra do Giga pelo Cencosud

Nunca o atacarejo esteve tão em voga, avalia o diretor de Varejo da NielsenIQ Brasil, Roberto Butragueño Revenga. Para ele, o cash & carry continua sendo um grande destaque na vida da Família brasileira.

Atualmente, computadas todas as vendas do varejo moderno alimentar, o C&C detém 44% de participação em valor nos negócios. Ou seja, bem perto de responder por metade das vendas de alimentos no país. Em média, historicamente 34% dos lares do C&C são de Classes AB.

Empresários perceberam essa mudança no rumo do brasileiro, não por opção, mas por necessidade, e correram abrir mais lojas. Segmento cresceu 26% em mãos de 70 varejistas em todo o país.  

Para Revenga, a competitividade em preços na disputa por milhões de clientes torna o cenário ainda mais desafiador para o canal.

7 de maio de 2022 0 Comentários
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ABRASEventos

Smart Market analisa os novos hábitos de consumo frente ao atual cenário econômico

De Administrador SH 7 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

NielsenIQ revela que o trade down é a operação repetida com maior frequência nas lojas

Durante apresentação de pesquisa no Smart Market da Abras, o diretor de Varejo Vertical da NielsenIQ, Roberto Butragueño Revenga, chamou atenção dos supermercadistas:  o consumidor adequa suas escolhas, adotando novos hábitos. A inflação elevada deixa o cliente preocupado e por consequência, muda sua rotina e adota novas esvolhas.

Estudos da NielsenIQ provam que houve uma redução no consumo fora do lar e o corte aos serviços supérfluos. Para fazer valer seu poder de compra, diversifica canais (incluindo on-line), buscando custo-benefício. Reduz as idas ao ponto de venda, efetuando a antiga compra do mês.

“Nas lojas, o consumidor revê o tamanho das embalagens, de olho nas opções que cabem no bolso. Com mais frequência, o cliente realiza o trade down, a troca por marcas mais baratas. Diante de todo esse cenário, reduz o volume de produtos e raciona a compra” conclui Revenga.

7 de maio de 2022 0 Comentários
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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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