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terça-feira, setembro 15, 2026
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Tendências

Amazon aumenta foco no setor de supermercados

De Administrador SH 12 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Varejista reforça expansão dos formatos Fresh e Go, estimulada por avanço de 17% nas vendas

Os números do primeiro trimestre de 2022 mostram que uma grande transformação vem acontecendo na Amazon, maior varejista online do mundo. A empresa disse que seu faturamento avançou 7% na comparação anual, para US$ 116,4 bilhões. Excluindo os efeitos das variações cambiais, o crescimento foi de 9% sobre o primeiro trimestre de 2021.

Enquanto as vendas online recuaram 3%, para US$ 51,1 bilhões, as vendas em lojas físicas, incluindo as bandeiras supermercadistas Whole Foods, Amazon Fresh e Amazon Go, avançaram 17% na comparação anual, para US$ 4,6 bilhões. Com isso, a empresa completou quatro trimestres seguidos de expansão de dois dígitos nas vendas em seus supermercados.

O crescimento consistente das vendas de alimentos fez com que a Amazon anunciasse, há poucos meses, o fechamento de suas lojas físicas não alimentares (Amazon Books, Amazon 4 Star e lojas pop up) e colocasse o pé no acelerador na abertura de supermercados. No primeiro trimestre, foram 8 novas lojas Amazon Fresh, sendo uma delas a primeira loja “carbono zero” do mundo, além de uma Amazon Go de grande superfície.

O conceito Just Walk Out (lojas sem checkout) também foi implementado em duas unidades Whole Foods e em pontos de venda de outras redes, como a WHSmith no aeroporto de La Guardia, em Nova York.

12 de maio de 2022 0 Comentários
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IndústriaVarejo

Dover-Roll lança nova campanha de mídia

De Administrador SH 12 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Peças integram o produto ao dia a dia atribulado das pessoas

A marca de sacos para lixo Dover-Roll, lança sua nova campanha de comunicação, tendo como temática a vida atribulada diária, sempre com muitos afazeres e pressa, onde boas escolhas e bons produtos podem fazer a diferença.

Através do tema “Desenrola com Dover-Roll”, indústria busca como tornar a rotina mais “desenrolada”, com os produtos da marca.

Focada no público feminino, principal comprador de saco de lixo, a campanha aborda o uso do produto em situações humanizadas e com pitadas de humor dentro do lar, principal local de consumo dos produtos da categoria.

O pacote completo de mídia integrará 8 filmes longos e curtos, anúncios de rádio, revistas e jornais e material de merchandising para o ponto de venda. Já no ar, em redes sociais, contará ainda com a parceria de influenciadoras digitais, criando conteúdo com a mesma temática.

As peças da campanha também podem ser usadas ou adaptadas para veiculação nas mídias e canais dos varejistas revendedores dos sacos para lixo Dover-Roll, sendo uma boa oportunidade de “desenrolar” as vendas aos consumidores nas lojas.

Assista os vídeos da campanha no canal do YouTube Dover-Roll:

https://www.youtube.com/channel/UCxMbsZHauk00cQmt93JwWsw

Para saber mais sobre Dover-Roll e a campanha “Desenrola”, acesse: sac@dover-roll.com.br, www.dover-roll.com.br

12 de maio de 2022 0 Comentários
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Varejo

Grupo vai investir R$ 100 milhões em cidade com 450 mil habitantes

De Administrador SH 11 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Com sistema de iluminação natural, espaço promete sustentabilidade em meio a construção moderna para circulação diária de milhares de clientes

A rede de supermercados Mart Minas, com sede em Contagem e que, neste ano, expandiu suas operações para além de Minas Gerais, ao adquirir parte do Dom Atacadista, uma das maiores redes do segmento no Rio de Janeiro, está trazendo sua bandeira de atacarejo para Betim, com duas lojas previstas para começarem a operar na cidade no segundo semestre deste ano.

A primeira unidade da marca será construída na avenida Edmeia Matos Lazzarotti. O projeto está em análise na prefeitura, e a obra deve se iniciar nos próximos meses, segundo o município. A instalação dessa unidade terá como contrapartida a construção de uma nova via que vai interligar a Edmeia ao bairro Jardim Brasília. Já a outra operação, cujo projeto também está sendo analisado, ficará às margens da Via Expressa, próximo ao hospital Mater Dei. Juntos, os dois empreendimentos receberão aporte de R$ 100 milhões e devem gerar 400 postos de trabalho, sendo cem diretos e 300 indiretos, para o município.

Segundo o gerente de expansão da Mart Minas, Bruno Diniz Moreira, a cidade foi escolhida para receber as unidades por ter gerado, nos últimos anos, um ambiente favorável a investimentos de segmentos em mercados variados. “Betim vem se fortalecendo muito, adotando projetos de curto e longo prazos de infraestrutura. Percebemos que a atual gestão tem se preocupado bastante com o equilíbrio no crescimento, para que a cidade seja boa para trabalhar e boa para morar. Acreditamos muito nessa proposta”, pontua.

Infraestrutura

Erguidas em uma área coberta de cerca de 11 mil m² cada, as unidades serão construídas em uma estrutura com menos pilares de sustentação e terão telhas zipadas, que evitam goteiras. As operações também receberão piso de concreto protendido, que têm grande resistência, além de sistema de iluminação natural domus prismáticos, que oferece melhor ambiência e economiza energia.

Rede constrói avenida como contrapartida

Em contrapartida pela abertura das unidades, o Mart Minas já iniciou a construção de uma nova avenida, interligando a Edmeia à rua São Paulo, no Jardim Brasília. O novo corredor de trânsito, previsto para ficar pronto até o fim do ano, terá duas faixas de rolamento e uma de estacionamento em cada um dos sentidos, além de 900 m de comprimento e 28 m de largura.

“A instalação da unidade trará impactos na circulação de motoristas e pedestres. Por isso, foi exigida a construção do corredor de trânsito”, diz o secretário de Ordenamento e Habitação de Betim, Marco Túlio Freitas.

Segundo a Secretaria de Meio Ambiente, a via será construída em uma área quase toda localizada em um terreno particular, e, como prevê a legislação federal que protege a Mata Atlântica, 30% da área total de mata será preservada.

“A empresa também vai compensar a obra: para cada árvore suprimida serão plantadas três mudas de grande porte de árvores nativas e, para cada hectare de mata suprimida, a empresa adquiriu em Betim dois hectares, que serão preservados perpetuamente”, diz. A rede também construirá um trecho da Via Icaivera.

Fonte: O Tempo

11 de maio de 2022 0 Comentários
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Varejo

Grupo abre 45ª loja com 14 mil m²

De Administrador SH 11 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Companhia oferece uma apresentação do Ballet Boshoi durante inauguração de atacarejo para encantar o cliente

Joinville, no Norte de Santa Catarina, vai ganhar mais um atacado. O Grupo Koch, que hoje é um dos maiores varejistas de alimentos do Brasil, inaugura nesta quinta-feira (12), o Komprão Koch Atacadista no município.

Será a 45ª loja do grupo no Estado e ficará localizada na Avenida Santos Dumont, nº 1.170, bairro Bom Retiro, zona Norte da cidade. A loja ficará aberta das 7 às 22h. Porém, no dia da inauguração, as portas abrirão às 9h. Neste dia, haverá uma apresentação dos dançarinos do Ballet Bolshoi.

O Grupo investiu cerca de R$ 35 milhões neste novo atacado que ocupa uma área de 14 mil m².

Mais de 150 vagas de emprego

O novo atacado gerou 155 vagas de empregos diretos e cerca de 400 indiretas, segundo o Grupo Koch, movimentando o setor econômico da cidade.

“Estamos muito felizes com a nossa chegada em Joinville. Por acreditar no potencial dessa região, ampliamos nossa cobertura com mais esta unidade, mantendo a nossa essência que é de ofertar um grande mix de produtos de qualidade e com preços competitivos. Em nossa unidade, os joinvilenses passarão a contar também com um hortifrúti de primeira, uma das especialidades da bandeira, além de açougue com carnes fresquinhas”, explicou o presidente do Grupo Koch, José Evaldo Koch.

Com uma arquitetura moderna, ambiente climatizado, corredores amplos e de fácil acesso aos produtos, o Komprão conta, ainda, com estacionamento gratuito com 230 vagas de automóveis. Além disso, são 26 checkouts, sendo seis deles de autoatendimento, em que o próprio cliente pode finalizar as compras com maior agilidade.

Ações sociais

No primeiro mês de atividade do Komprão, será promovido o “Chineque do Bem”. Todo lucro da venda do produto, durante esse período, será revertido para o Lar Abdon Batista. Além disso, o Lar também participará do projeto “Troco do Bem”. Por meio dele, receberão doações por um ano, onde será acrescido 5% do valor arrecadado.

Cartão

O Komprão Koch Atacadista oferece o cartão que dá descontos e ofertas exclusivas e até 45 dias para pagar, conforme seu melhor dia de compra. O cartão é feito na hora ou pelo WhatsApp (12) 2136-0100.

A rede Koch é a maior do Estado e está entre os 15 maiores do Brasil, segundo ranking recentemente divulgado pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), tendo unidades em 23 municípios do Estado. A rede é reconhecida como um dos melhores lugares para se trabalhar, tendo conquistado o selo GPTW (Grate Place To Work).

Fonte: ND, Joinville

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ABRASEventos

Líderes no foco do debate durante primeiro painel do Smart Market

De Administrador SH 11 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Meritocracia, valores em um negócio e educação foram tópicos discutidos durante o painel Cultura e Liderança no primeiro dia de Smart Market

*Fernanda D’Angelo Lopes

O painel Cultura e Liderança foi o primeiro tema debatido no Smart Market, evento realizado pela ABRAS que tem como propósito elevar a performance do setor supermercadista.

O presidente da ABRAS, João Galassi, ancorou o debate, formado por Luiz Coelho Coutinho, presidente do Grupo Coutinho, Ederson Muffato, diretor do Grupo Muffato, Pedro Lourenço de Oliveira, presidente dos Supermercados BH Comércio, Chalim Savegnago, presidente dos Supermercados Savegnago, e Manoel Martins, diretor-executivo da BRF.

Durante a uma hora de discussão foi falado sobre os desafios do setor supermercadista para formação da cultura e quais são os principais obstáculos para formação da liderança, além de tocar na questão da meritocracia e dos valores em um negócio. “Um dos nossos principais valores é humildade e respeito, não dá para ganhar dinheiro desrespeitando isso, não dá para ganhar dinheiro passando por cima dos valores e da cultura, que é algo para nós essencial.”, destacou Luiz Coelho Coutinho, presidente do Grupo Coutinho. Para ele, quando se trata de resultados, 70% dizem respeito ao comportamento dos colaboradores.

O empreendedor falou também da importância da educação ao longo do desenvolvimento da carreira dos colaboradores. “Boa parte dos 15% da nossa liderança média é o primeiro emprego, e ali a gente trabalha muito forte o valor da educação. O desafio é não só reter os colaboradores, mas também educá-los no sentido de entender o propósito e valores como ombridade e respeito.”, reforçou Luiz Coelho Coutinho.

Com 25 mil funcionários em toda sua rede, Pedro Lourenço de Oliveira, presidente dos supermercados BH Comércio, disse que desde o dia em que abriu a primeira loja, há 26 anos, não tiveram uma crise na companhia. Essa performance elevada tem relação com a forma como os funcionários são tratados. “O tratamento entre todos os funcionários é igual, desde o que está no primeiro emprego até o colaborador que está há anos na minha empresa, sempre com integridade e respeito.”, revelou. Para o executivo, determinadas atitudes vão além dos resultados. “A loja pode estar com um excelente resultado e se os funcionários são maltratados o gerente perde o emprego dele. As pessoas têm que ser respeitadas e bem tratadas de forma igual, independentemente do nível hierárquico em uma organização.”, reforçou.

Em uma empresa, o caminho natural é o do desenvolvimento, uma vez que a cultura e os valores da organização estão alinhados com os dos funcionários. Partindo desse pressuposto, Manoel Martins, diretor-executivo da BRF no Brasil, reforça a importância da meritocracia. “Nós temos um controle muito grande de contratação. Então, por exemplo, vou contratar uma equipe de vendedor, quanto tempo esse vendedor fica na companhia, em quanto tempo ele é promovido e em quanto tempo ele sai ou ele pede para sair. Isso mostra um pouco do cuidado que temos com pessoas e revela também um conceito muito forte de meritocracia. Dentro da companhia hoje temos uma preocupação muito grande de quantas pessoas, de fato, estamos promovendo e quantas pessoas não evoluem.”, observou.

O crescimento de um negócio supermercadista envolve também a “boa relação com fornecedores e quem fabrica”, destacou Ederson Muffato, diretor do Grupo Muffato. “Se essas duas coisas não pararem de pé o negócio do varejo de comprar e criar uma experiência para o consumidor acaba ficando pelo caminho.”, refletiu Muffato. 

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ABRASEventos

Custo de aquisição de um cliente é maior frente as novas concorrências, diz especialista em evento de alta performance da ABRAS

De Administrador SH 11 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Tema foi abordado durante palestra do Smart Market, quando indústria e varejo se reuniram para abordar as novas temáticas do setor

Os players ganhadores no último ano não podem ficar restrito no seu próprio sucesso e em geral para todos, tanto varejo quanto indústria, devem estar ainda mais atentos à concorrência e pensar na questão com muita mais amplitude. Palavras do diretor de Varejo Vertical e E-commerce da NielsenIQ, Roberto Butragueño Revenga.

“Estamos em um cenário de fidelidade desafiadora, o custo de aquisição de um cliente é maior diante as novas concorrências que surgem”, explica o especialista em consumo durante o Smart Market.

“O cliente tem cada vez mais novas alternativas e todos temos menos oportunidades de ganhar o consumidor que vai menos ao PDV ainda com orçamento reduzido. Além disso, temos novos concorrentes roubando o bolso de nosso consumidor, marketplaces como Mercado Livre, Amazon, além de especialistas como Magalu e Via Varejo entrando no segmento, sendo para eles seu principal driver de crescimento potencial. Tem também a evolução da venda direta da indústria ao consumidor final pulando o varejista; atacarejo com sortimento hiper, hiper com preço atacarejo; farmácia com categorias de impulso… Resumindo, um entorno cada vez mais desafiador que demanda ainda mais inteligência de mercado de todos nós com uma utilização cada vez assertiva e aprofundada dos dados”, finalizou Revenga.

 Em tempo: a chave para o crescimento é o conhecimento amplo e contínuo do consumidor, assim como a abertura de mais lojas.

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Varejo

Indústria reduz embalagem e mantém o preço de inúmeros produtos

De Administrador SH 11 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

A estratégia, que ganhou o nome de “reduflação”, é motivo de queixas na internet

Menos pelo mesmo preço. A velha tática da indústria de reduzir embalagens para fazer o preço dos produtos caber no bolso dos consumidores se multiplicou em meio à recente disparada da inflação. O IPCA, índice usado nas metas de inflação do governo, subiu 1,06% em abril e já acumula alta de 12,13% em 12 meses.

São menos fósforos na caixa, biscoitos que encolheram e frascos mais leves do lava roupas. A estratégia, que já ganhou o apelido de “reduflação” virou alvo dos internautas, e as queixas viralizaram na internet.

A prática também é acompanhada pelo governo que, para evitar a maquiagem de preços, endureceu as regras e passou a exigir dos fabricantes informações mais claras, e por mais tempo, sobre mudanças nas embalagens.

Só uma publicação recente no Twitter sobre o “sumiço” de 40 fósforos da caixa da marca Fiat Lux, que agora tem só 200 unidades, recebeu mais de 52 mil curtidas.

Nos supermercados, os exemplos de redução de tamanho se multiplicam. O Goiabinha, biscoito clássico da Piraquê, teve sua embalagem reduzida de 100g para 75g. O Wafer de Chocolate “encolheu” de 160g para 100g.

Aviso na embalagem por seis meses

Na concorrente Nestlé, a estratégia foi a mesma. Os biscoitos das marcas Bono e Nesfit ficaram menores 10% e 20%, respectivamente. O achocolatado Nescau, da mesma fabricante, diminuiu em 7,5%.

Para combater inflação: Governo estuda zerar tarifas de importação de mais 11 produtos

Na seção de molhos e condimentos, novos cortes. O molho de tomate refogado Salsaretti teve redução de 40g, ou 12%. Nas gôndolas de produtos de limpeza, o lava roupas líquido Brilhante e o sabão glicerinado Ypê perderam 10% de volume cada (100ml e 20g, respectivamente).

A prática não é ilegal. A maquiagem de preços só fica caracterizada caso os fabricantes não sigam as regras de informar claramente sobre as mudanças.

Portaria baixada no ano passado pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça, endureceu as regras para evitar que o consumidor seja induzido a erro.

O documento determina que a informação de redução de volume deve constar no rótulo do produto por seis meses a partir da data de alteração, escrito em caixa alta, negrito e seguindo outros critérios de legibilidade para que o cliente possa ser informado da mudança.

Até então, a exigência era de que as informações constassem na embalagem por três meses.

“O consumidor, geralmente fiel a determinada marca, não percebia a diminuição da quantidade”, explica a Senacom, em nota. “O lapso temporal aumentou para seis meses pois entende-se que os três meses anteriores não eram suficientes”.

Medo de perder clientes

A prática de reduzir ou alterar as embalagens é chamada de reduflação, ou “redução + inflação”. Mesmo que o preço final da embalagem seja mantido, como a quantidade é menor, na prática o item ficou mais caro.

Ulysses Reis, coordenador do Núcleo de Varejo e Supermercados da FGV Rio explica que a estratégia não é nova, e que se intensifica em períodos inflacionários.

— As empresas ficam com medo de subir os preços e perderem clientes para marcas menores e mais baratas, porque uma vez que o cliente migre para o concorrente, esta pode se tornar a marca mais querida.

Ele continua:

—  Então, como estratégia, as empresas reduzem a embalagem e continuam vendendo no preço anterior. Também tem a ver com a queda do poder aquisitivo: se a pessoa não consegue comprar a mesma quantidade de antes, compra menos, e o fabricante já se adapta a essa realidade.

Produtos como o biscoito wafer de chocolate da Qualitá e a aveia em flocos regulares da Taeq, ambas pertencentes ao grupo Pão de Açúcar, são exemplos de itens provenientes de marcas das varejistas que tiveram o tamanho diminuído. O biscoito perdeu 25g, 18% do conteúdo, e a aveia perdeu 30g, o que corresponde a 15% a menos de volume.

Reis salienta que produtos de marcas próprias do varejista também devem ter uma atenção extra:

— Elas não estão sujeitas a regras tão rígidas de controle de quantidade como as marcas industriais. Essas últimas têm imagem, marketing, público formados, enquanto as marcas próprias, como são chamadas as varejistas, são percebidas pelo público como ofertas. Estamos falando de marcas próprias de supermercados pois no caso das de grifes ou de luxo esse raciocínio não se aplica — esclarece.

O que dizem as empresas

A Swedish Match, detentora da marca Fiat Lux, disse que a redução do número de fósforos ocorreu em agosto de 2021 e foi destacada de maneira visível nas embalagens, respeitando o dever de informar ao consumidor.

A empresa justificou que a redução se deu por motivos técnicos do produto, adequação aos padrões do mercado e consumo sustentável de recursos naturais, salientando que a respectiva adequação do preço foi repassada aos revendedores e essa redução deveria chegar até o consumidor final.

A Piraquê informa que as novas embalagens do Goiabinha e do Wafer de Chocolate têm como objetivo cobrir o avanço dos custos de produção, especialmente devido à alta do trigo e demais commodities, evitando o aumento de preço dos produtos nas gôndolas.

Esse movimento não altera a receita dos produtos ou qualquer outra característica sensorial, diz.

A Nestlé informou que a adoção de novos formatos e tamanhos de embalagens tem como objetivo acompanhar as tendências de mercado, garantir a adequação a inovações tecnológicas ou também padronizar a gramatura dos produtos das marcas, de forma a manter sua competitividade.

“Todas as mudanças ocorrem em conformidade com a legislação vigente”, disse a empresa em nota.

A Salsaretti informou que acompanhou o “que está sendo praticado por outras marcas”: “As mudanças realizadas seguem todos os padrões e normas exigidos pela legislação brasileira, como pode ser observado nas advertências contidas na rotulagem”.

A Ypê disse que sua linha de sabão em barra foi relançada com “novos benefícios”, como “evolução na ergonomia”: ” Mesmo com todo cenário de aumento expressivo do preço dos insumos, a Ypê procurou repassar o mínimo possível ao consumidor.”

A Unilever, fabricante do lava roupas Brilhante, disse em nota que a embalagem do refil líquido foi modificada em 2019, seguindo todas as normas estabelecidas pela legislação vigente.

O Grupo Pão de Açúcar informa que as adequações feitas pelas marcas exclusivas Taeq e Qualitá estão em linha com as tendências do mercado e são desenvolvidas para ter o melhor custo x benefício (custar até 30% menos que as marcas líderes) e esta alteração na gramatura dos produtos está em linha com o posicionamento de manter estes preços competitivos.

Fonte: Camilla Alcântara e Taís Codeco, O Globo

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Varejo

Consumo “ampulheta” para driblar a inflação

De Administrador SH 11 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Marcas intermediárias perdem espaço nos carrinhos, diz NilsenIQ

A inflação que se consolida na casa dos dois dígitos no Brasil tem gerado um estilo de consumo diferente no país: o “ampulheta”. Neste sentido, cresce a venda de produtos nos extremos: os mais baratos, para enfrentar a alta de preços disseminada na maior parte das categorias, e os premium, que entram como compensação pela economia feita fora de casa. As marcas intermediárias perdem espaço, segundo a consultoria Nielsen|IQ.

No primeiro trimestre deste ano, por exemplo, em comparação ao mesmo período do ano passado, cresceu o consumo de pratos semiprontos (alta de 116% em valor e de 68% em volume), segundo a consultoria Nielsen|IQ. Por outro lado, caiu a venda de arroz em valor (-13%), mas cresceu 6% em volume –um claro sinal de que as pessoas estão substituindo as marcas tradicionais pelas mais baratas.

“O Brasil foi bem mais impactado pela inflação do que outras economias mundiais”, diz Roberto Butragueño, diretor de varejo da NielsenIQ.

Em um levantamento feito pela consultoria para medir o peso da inflação sobre o consumidor em 100 países, o Brasil foi o que apresentou a maior variação em 2021 sobre o ano anterior: alta de 24,6% no preço médio por unidade em produtos de consumo (alimentos, bebidas e itens de higiene e limpeza).

“O brasileiro quer e precisa economizar. Mas tem procurado aliar essa redução de gastos a algumas recompensas. Em vez de sair para um bar, por exemplo, compra a sua cerveja preferida e a toma em casa, daí o aumento no consumo de cervejas premium e artesanais”, diz Butragueño. “É um consumo ampulheta, em que o mais caro e o mais barato crescem, em detrimento de marcas de valor médio.”

Neste cenário, perdem espaço as marcas médias, tradicionais, e crescem aquelas que custam 20% a mais e as que custam 20% menos.

Para não deixar de consumir a marca preferida, muitas vezes o consumidor troca de tamanho, em busca de uma versão reduzida. Ou aumenta o consumo de embalagens tamanho família, que apresentam um custo menor por unidade. “Faz parte deste comportamento a busca por compra em atacarejos, que oferecem um preço médio menor que o dos supermercados tradicionais”, afirma o executivo.

Segundo Butragueño, não se trata necessariamente de consumir o mais barato sempre, mas sim de procurar a melhor relação custo-benefício. “Para lidar com a redução do poder de compra, o consumidor está fazendo mais conta, avaliando no que gastar”, diz.

ECONÔMICOS PÓS-PANDEMIA CRESCERAM MAIS NO BRASIL DO QUE NO MUNDO

Durante a pandemia, o número de consumidores no mundo que se tornaram “novos restringidos” (passaram por uma degradação da situação financeira e começaram a controlar os gastos) atingiu 46%. No Brasil, este índice foi muito maior, 62%.

Já aqueles “protegidos cautelosos” (que sofreram baixo ou nenhum impacto na situação financeira, mas mesmo assim passaram a observar mais os gastos) somaram 27% no mundo e 25% no Brasil.

O país se distancia da média mundial nos extremos: os “previamente restringidos” (que já administravam de perto seus gastos antes da pandemia e mantiveram o comportamento) somam 17% no mundo e 9% no Brasil; enquanto os “protegidos irrestritos” (cuja situação financeira ficou estável ou até melhorou durante a pandemia, e não precisam controlar seus gastos) são 9% no mundo e 3% no Brasil.

Entre os “novos restringidos” no mundo, 68% perceberam que o custo dos mantimentos aumentou nos últimos seis meses. No Brasil, 87% tiveram essa percepção. Como resultado, praticamente todos mudaram sua maneira de fazer compras para gerenciar as despesas: 97% no mundo e 98% no Brasil, segundo a Nielsen|IQ.

Na busca pelo melhor “custo-benefício”, diz Butragueño, o consumidor faz mais pesquisa online de preços e muitas vezes decide comprar pela internet. “Também reduz as idas ao ponto de venda, voltando a fazer a compra do mês, tão comum na década de 80, época de inflação em alta”, afirma.

No gerenciamento das despesas, está a redução do consumo fora do lar e de serviços supérfluos, segundo o executivo. “Para as empresas, é importante evoluir o portfólio de produtos, buscando ser relevante em todo o espectro de preços”, afirma. “Também é preciso se concentrar na comunicação dos principais benefícios do produto, pelos quais o consumidor esteja disposto a pagar.”

Mas, ao mesmo tempo, afirma Butragueño, as empresas não podem deixar de pensar em inovação. “Há cinco anos, ninguém diria que os aplicativos de entrega de comida atingiriam esta representatividade no mercado, mesmo em um cenário de pandemia sob controle”, diz.

“Da mesma maneira, a preocupação com a saudabilidade é uma tendência sem volta. Os consumidores não vão querer deixar de consumir coisas gostosas, mas querem que elas sejam cada vez mais saudáveis.”

Fonte: Daniele Madureira, Folha SP

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Varejo

Mateus quer vender os imóveis para fazer caixa

De Administrador SH 10 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

No 1T22, grupo cresceu 29% em número de lojas e em teleconferência, empresário Ilson Mateus mostrou apetite voraz do grupo por novas praças

A Paramis Capital negocia um acordo com o Grupo Mateus na área imobiliária, por meio de uma operação de “sale leaseback”, que constitui num contrato de venda de imóveis ao fundo e locação dos mesmos locais à rede por longo prazo, apurou o periódico. Isso permite que o grupo monetize imóveis, como suas lojas, com entrada de recursos no caixa, reduzindo alavancagem.

A empresa já vem mencionando no mercado a investidores e analistas que analisa uma operação nessa modalidade, sem dar maiores detalhes. A informação do comando a analistas é que há um contrato de “sale leaseback” em análise que poderia girar em torno de R$ 200 milhões, e que deve ser fechado no segundo trimestre.

Nos últimos meses, a empresa vem tentando equilibrar necessidade de acelerar crescimento de vendas, com rentabilidade e com investimentos em expansão, como o CEO, Ilson Mateus Rodrigues, disse em entrevista exclusiva em fevereiro ao jornal.

Relatório da XP ressalta que a companhia reportou uma queima de caixa de R$ 243 milhões de janeiro a março, principalmente explicada por “investimentos em capital de giro, apesar de notar que o grupo está trabalhando para reduzir os níveis de estoque” e com investimentos. A empresa ainda planeja ir para dois novos estados no segundo trimestre (Alagoas e Sergipe).

Ao fim do primeiro trimestre, eram R$ 618 milhões em saldo final de caixa, versus R$ 1,8 bilhão um ano antes.

Em março, a empresa tinha pouco mais de R$ 1 bilhão em dívida bruta e R$ 620 milhões em caixa e aplicações, portanto com dívida líquida de R$ 425 milhões, 162,3% acima de dezembro.

A relação entre dívida líquida e lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação foi de 0,1 vez em dezembro para 0,4 em março.

Procurado, o grupo diz que não se manifestará sobre o assunto. Paramis também não comentou.

Em abril, o periódico informou que a Paramis Capital preparava o lançamento de seus fundos imobiliários. A expectativa da empresa, que tem histórico de mais de R$ 3 bilhões de operações financeiras no setor imobiliário, seria captar R$ 650 milhões em 2022.

Companhia abriu 16 lojas no primeiro trimestre deste ano, alta de 29% no número total

O diretor-presidente do Grupo Mateus, Ilson Mateus Rodrigues, destacou que a rede continua com sua estratégia de crescimento de lojas. “Continuamos a estratégia de adensamento, mas agora avançando para novos Estados (como Pernambuco e Bahia). A gente abriu lojas também nas regiões onde a gente já estava com adensamento forte”, disse, durante teleconferência para apresentar os números do primeiro trimestre.

O grupo abriu 16 lojas no primeiro trimestre deste ano, alta de 29% no número total. No primeiro trimestre do ano passado foram abertas 11 lojas. A receita bruta no trimestre considerando o indicador mesmas lojas apresentou crescimento de 12,7%.

Segundo o executivo, o grupo mantém firme seu foco na expansão e conseguiu atingir a marca de 49 lojas abertas em 12 meses. Para o segundo trimestre, há inaugurações planejadas no Maranhão, Pará e Ceará, além da chegada em mais dois novos estados, Alagoas e Sergipe.

José Morgado Filho, diretor financeiro e de relações com investidores, defendeu que a rentabilidade e margem bruta da empresa têm sido comprometidas pela alta da inflação, assim como a abertura de lojas – que levam cerca de 6 meses para maturar.

“[O cenário da margem bruta] vai depender da inflação. A gente sabe que está tendo pressão grande, mas acreditamos que a inflação logo vai diminuir e nosso atacado logo vai começar a maturar e performar mais”, disse.

Nos próximos trimestres, entretanto, Morgado defendeu que a margem bruta deve se manter perto do que o registrado no primeiro trimestre. O grupo registrou uma margem bruta de 22,3% no primeiro trimestre deste ano, queda de 1,5 ponto percentual na comparação anual.

Morgado destacou ainda que as vendas no segundo trimestre estão avançando rapidamente . “Estamos muito otimistas. Esperamos que as vendas venham melhor no segundo trimestre [contra o primeiro]. Já vimos isso em abril e no começo de maio. Temos crescimento mesmas lojas bem acima do que a gente esperava”, disse.

O Grupo Mateus registrou lucro líquido atribuído aos controladores de R$ 196,7 milhões no primeiro trimestre de 2022, avanço de 26,5% ante igual período do ano passado. A receita líquida da rede de varejo alimentar somou R$ 4,58 bilhões no período, crescimento de 36,2% na base anual.

Fonte: Adriana Mattos, Valor

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Varejo

Muffato sofistica negócio com loja gourmet

De Administrador SH 10 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Inauguração acontece nesta quarta-feira; Novo espaço tem arquitetura aconchegante e exposições interativas

Nesta quarta-feira, dia 11, às 08h, o Super Muffato inaugura uma nova loja Gourmet, que promete surpreender pela arquitetura e serviços conceituais. Não é a primeira loja gourmet do Grupo em Curitiba, mas esta traz uma experiência de consumo inédita. 

A unidade fica no Champagnat, Rua Martin Afonso, 2188, esquina com a Euclides da Cunha. O empreendimento deve gerar para Curitiba, mais de 180 novos empregos diretos e aproximadamente 200 empregos indiretos. 

É um prédio compacto e aconchegante, com arquitetura interna contemporânea cheia de referências artísticas. A experiência começa quando as portas se abrem. Elementos visuais e aromas frescos conduzem nossos sentidos entre as gôndolas. O cliente entra e já é abraçado por uma atmosfera sofisticada, funcional e relaxante. No setor de bebidas, expositores interativos facilitam o acesso a informações adicionais sobre os produtos. 

Seguindo a tendência de oferecer serviços multicanais – uma marca do Grupo Muffato – a nova loja Champagnat vai proporcionar aos clientes vendas por vários sistemas de entrega. Destaques para Muffato Delivery, em que o cliente compra pelo app ou site e recebe em casa, e o Muffato Express, que entrega até 15 itens em aproximadamente 30 minutos para quem mora no entorno, nos pedidos pelo aplicativo.

A loja do Champagnat também terá vendas pelo Whatsapp, com ajuda da assistente virtual Maia. Quem quer pedir pela internet e buscar na loja pode usar o Click and Collect.  No atendimento presencial estarão disponíveis três tipos de checkout: caixas convencionais, autocaixa e sistema Shop and Go. O objetivo é atender o cliente de maneira reconfortante no momento em que ele mais precisa: a rotina do dia a dia.

Além de um ambiente agradável, o mix de produtos é diferenciado, com foco no frescor. Destaques para o sushi e para a delicatessen com o menu de doces finos. Neste setor, haverá um checkout exclusivo para quem deu aquela passadinha rápida, só para buscar um lanche. Toda comodidade em uma localização privilegiada que atende quem está em trânsito, pela via rápida, e também os moradores do entorno.

Com esta loja, já são 82 unidades do Grupo Muffato nas regiões Sul e Sudeste do país. Para Eduardo Muffato, diretor do Grupo, “é gratificante poder entregar a Curitiba uma loja deste nível. E este é só o começo de um projeto de inovação que temos para a capital paranaense.” 

O toque Gourmet que o Muffato traz para você:

– Setor de saudáveis com Nutricionista: Tem alimentos perecíveis e secos sem lactose, sem glúten, sem açúcar, sem sódio e veganos, contando, ainda, com a presença de uma nutricionista para orientações exclusivas.

– Adega com Sommelier: Mais de 700 rótulos de vinhos e outros 220 de cervejas especiais, nacionais e importados. Temos um profissional especializado (sommelier) para auxiliar nas escolhas e harmonização das bebidas com os alimentos.

– Florista: O consumidor encontra buquês prontos no setor de floricultura e, em alguns horários, pode solicitar à profissional a montagem na hora. Além disso, nossas floristas orientam os consumidores em relação aos tipos e arranjos de flores. 

Tecnologia de ponta a ponta: 

APP Muffato: um aplicativo dinâmico que traz listas de compras, receitas, churrascômetro, Delivery Express, ofertas personalizadas de acordo com as preferências do cliente, eletroeletrônicos, além de descontos exclusivos. É usar para economizar ainda mais!

Shop and Go: Escolha seus produtos e escaneie o código com o celular, em nossas lojas Gourmet. Pague direto no aplicativo e finalize imprimindo seu cupom fiscal com o QR code no autocaixa. É rápido e fácil!

Mupay – Cashback: A conta digital do Muffato é grátis e faz tudo que qualquer outra conta de banco faz, só que mais barato! E ainda oferece cashback: em até 48h, parte do valor pago nas compras volta para o cliente.

Crediffato: A bandeira de crédito virtual do Grupo Muffato para pagamento com prazos exclusivos. 

Clubefato: Um clube de descontos exclusivos para clientes Muffato, com as famosas campanhas de selinhos. Cliente Clubeffato também tem acesso gratuito ao Wi-Fi nas lojas do Super Muffato. 

Click and Collect: Compre pelo site ou aplicativo e retire na loja.

Pagamento: No Muffato você paga com cartões de débito, crédito e tickets alimentação.

Rua Martin Afonso, 2188, esquina com a Euclides da Cunha 

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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