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quarta-feira, setembro 16, 2026
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Varejo

Supermercado é inaugurado dentro de shopping no interior do PR

De Administrador SH 3 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Oitava unidade da rede estreia propondo novas experiências aos clientes

O Shopping Cidade Maringá inaugura nesta terça-feira o Molicenter Supermercados em meio a um projeto de expansão que conta com mais de 20 novas operações desde 2021.

Será a primeira unidade do Molicenter em Maringá. A rede já conta com sete lojas, sendo quatro em Arapongas, duas em Apucarana e uma em Assaí.

Contando com o MoliClube, que garante vantagens exclusivas para os cadastrados, o Molicenter é um supermercado completo nos setores de bebidas, mercearia, higiene, perfumaria, hortifruti, limpeza e padaria, além de ter opções variadas de congelados, condimentos e conservas, frios, pet shop e açougue, entre outros.

A superintendência do Shopping Cidade destaca que a inauguração do supermercado aumentará ainda mais as opções para os clientes.

“A escolha do Molicenter por instalar a sua primeira unidade em Maringá no nosso shopping é de grande importância para o nosso plano de expansão, que prevê novas marcas e nos mais variados segmentos. Isso é positivo para os negócios e principalmente, para quem nos visita e encontra tudo o que precisa no mesmo lugar”, comenta.

O funcionamento do Molicenter será de segunda a sábado, das 8h às 22h, e domingos, das 8h às 20h.

Fonte: GMC online

3 de maio de 2022 0 Comentários
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Varejo

Feijão é o protagonista da vez no prato do brasileiro

De Administrador SH 3 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Mudança de cardápio em todo o país faz cliente buscar substitutos que caibam no bolso

Nas prateleiras dos supermercados, o preço dos alimentos e, principalmente, o da carne bovina não param de subir. A proteína animal tem se tornado cada vez mais inacessível para ir à mesa das famílias brasileiras, que são acostumadas ao tradicional arroz, feijão e bife. O jeito, devido à carestia, tem sido mudar o cardápio, reduzindo o consumo da carne vermelha, ou até mesmo tirando de vez esse item do prato, e, no lugar, colocar uma concha a mais de feijão.


Em 2020, o consumo de carne bovina registrou queda de 10%, na comparação com o ano anterior. Esse dado representou a maior redução em 16 anos, conforme um estudo feito pelo especialista de consultoria agrícola do Itaú Unibanco, César de Castro Alves. Levantamento do Datafolha aponta que 85% dos entrevistados diminuíram o consumo de algum alimento em 2021. Desse total, 67% reduziram o consumo de carne vermelha.


É o caso do motorista José Pacheco da Silva, 47, que cortou drasticamente a compra de carne. “Caiu uns 50% o consumo e a frequência também. Tenho tentado substituir a carne bovina por frango, porco e ovo. Eu compro muito feijão, mesmo estando mais caro agora”, explica o morador da Estrutural.


Moradora do Recanto das Emas, a aposentada Terezinha Bezerra, 70 anos, vem sentindo o impacto da alta dos preços da carne e também procura a substituição quando o orçamento aperta. “A gente não deixa de comprar carne mesmo cara, porque não pode ficar sem, né? O preço está um absurdo não só da carne, mas de tudo. Às vezes, a gente troca a carne pelo frango, uma verdura e, assim, vai levando a vida O feijão não pode faltar, mas a carne também não”, afirma.


Especialistas reconhecem que a queda de consumo de carne bovina e a substituição por outros alimentos ocorrem devido aos altos preços dos alimentos e ao desemprego elevado. Com a inflação batendo recordes, a desigualdade aumenta e os mais pobres são os que mais sentem essa carestia desenfreada.


E essa mudança é uma rotina na vida do açougueiro Edilson Damasceno, 45, que observa diariamente uma tendência dos consumidores em substituir a carne vermelha pelas aves e, para não deixar de ter uma proteína no prato, alguns optam por opções mais acessíveis, como a carne moída.


“Os clientes estão trocando a carne bovina por frango. Ainda que elas também tenham aumentado o preço, não estão tão caras quanto a carne bovina. O que mais aumenta as vendas aqui é a carne moída. Ela está vendendo bastante, porque é mais barata e vem em menor quantidade, em uma bandeja pequena. E, aí, os clientes fazem essa troca”, conta Damasceno.


Pobreza


No ano passado, 27,6 milhões de brasileiros estavam na pobreza, segundo o último levantamento realizado pelo Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas (FGVSocial). Ou seja, 13% das pessoas no país encerraram 2021 vivendo com até R$ 290 por mês, o maior patamar desde 2012.


“Uma parte do aumento dos preços da carne vem do custo das rações, que também está subindo. Outra explicação está no preço do frete. Sabemos o quanto o diesel ficou mais caro e toda a produção agrícola é escoada para os centros urbanos em cima dos caminhões. Então, uma parte desse frete mais caro se materializa em aumento no preço final para o consumidor”, afirmou André Braz, economista do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGVIbre).


Outro fator que influencia a carestia da carne, segundo o economista do FGV Ibre, é a exportação. “Digamos que aqui as rações fiquem baratas e o frete já não seja mais um problema. Se o país está exportando muito para outros países, diminui a oferta de carne no mercado brasileiro e isso faz com que o preço suba. Então, essa dinâmica de exportação é algo importante que a gente deve ter sempre no radar” explica.


Braz lembrou que, em 2021, foram exportadas pouco mais de um milhão e meio de toneladas de carne, gerando uma receita para o país de aproximadamente US$ 8 bilhões. Desse total, quase a metade, 49%, da carne exportada pelo Brasil, no ano passado, teve como destino a China. O país asiático ainda chegou a suspender, por alguns meses, a compra da carne brasileira, devido às suspeitas de casos da doença “vaca louca” nos bovinos, o que ajudou a evitar uma disparada ainda maior nos preços em 2021.


Orçamento apertado


Para Rodrigo Stuckert, economista da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, “com a inflação em alta e o desemprego ainda persistente, as famílias têm enfrentado um orçamento mais apertado, diminuindo o consumo de carne bovina”. Ele explica que a alta recente do custo desse alimento também tem relação com a guerra na Ucrânia, que aumentou os preços do milho e da soja, que representam boa parte dos custos de produção dos rebanhos, por meio da ração composta por esses cereais.


Segundo levantamentos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o preço da carne vermelha aumentou, em média, 9,98%, durante o ano passado. As outras proteínas que poderiam ser substitutas da carne bovina também sofreram alta. O preço dos ovos, por exemplo, disparou em 24,8%.


No entanto, de acordo com dados da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), mesmo com esse forte aumento dos preços, o consumo do ovos de janeiro a agosto de 2021, foi quase 20% superior ao das proteínas provenientes do boi.

Fonte: Isabel Dourado e Raphael Pati, Correio Braziliense

3 de maio de 2022 0 Comentários
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Varejo

Saiba detalhes da fábrica de doces, molhos e condimentos que se instalará no NE

De Administrador SH 3 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Companhia vai usar uma marca regional para atrair novos clientes a partir de junho

A Predilecta Alimentos, com sede em Matão (SP), reforça a sua atuação no Nordeste, com a instalação de uma fábrica e a criação da empresa Nordeste Mais Alimentos, voltada ao atendimento da região. A fábrica, localizada em Rio Largo (AL), a 30 quilômetros de Maceió, recebeu investimento próprio de cerca de R$ 45 milhões e será inaugurada em junho.

Incluindo formação de estoque de produtos prontos e de matérias-primas, o valor investido triplica, disse Leonardo Bolzan Gonçalves, sócio da Nordeste Mais Alimentos. A unidade terá capacidade para produzir 3,5 mil toneladas de produtos alimentícios por mês.

De acordo com Bolzan, a unidade vai produzir inicialmente produtos derivados de goiaba, batata e atomatados. A empresa vai aproveitar a estrutura para levar para o Nordeste linhas de produtos que ainda não foram lançadas na região de todas as marcas do grupo. Bolzan cita como exemplo a oferta de molhos e condimentos em sachês para uso individual – um formato de consumo bastante usado no Nordeste.

A operação em Alagoas também vai englobar a distribuição e venda por atacado das marcas do grupo. A companhia é dona das marcas Predilecta, Etti, Salsaretti, Cajamar, Stella D’Oro, Show Cau e Só Fruta. Ao todo, são produzidos 250 itens, entre molhos, atomatados, vegetais em conserva, condimentos, doces, geleias, gelatinas, achocolatados em pó, sopas e macarrão instantâneo.

As vendas são mais concentradas no Sudeste. Com a nova fábrica, a Predilecta pretende acelerar o crescimento de vendas no Nordeste, mercado que comporta 20% dos consumidores do país.

“A expectativa é que o faturamento dessa unidade representará de 5% a 8% do faturamento total do grupo no início”, afirmou Bolzan. Quando estiver em plena capacidade, a produção da companhia pode aumentar em 18%.

A companhia não divulga dado de receita. O executivo disse apenas que a Predilecta fechou o ano passado com crescimento de 14% e neste ano espera um aumento nas vendas de 20%, incluindo a operação do Nordeste. Fontes do mercado estimam que a Predilecta tenha faturamento na casa dos R$ 2 bilhões.

No Brasil, a empresa lidera o segmento de doces (como goiabada) e é vice-líder no segmento de atomatados. De acordo com dados da Euromonitor International, a empresa possui 10,1% de participação no mercado de doces e conservas. Na categoria de atomatados, a participação é de 10,9%. Em molhos prontos, a fatia é de 9,5%. No segmento total de molhos e condimentos, a participação é de 4%.

O grupo concorre diretamente com a gigante multinacional Kraft Heinz, que no início de abril concluiu a compra da Hemmer, empresa catarinense de molhos, condimentos e conservas. A Kraft Heinz concorre com as marcas Heinz, Quero, BR Spices e Hemmer. No Brasil, a Kraft Heinz e a Hemmer geram receita da ordem de R$ 1,5 bilhão.

Bolzan disse que o nome Nordeste Mais Alimentos foi escolhido como uma forma de aproximar mais a empresa dos consumidores da região. “A operação de Minas Gerais foi denominada Minas Mais e teve uma aceitação muito boa. A expectativa é conseguir uma aproximação maior com o público do Nordeste”, afirmou o executivo. A Minas Mais Alimentos foi criada em 2013 e produz atomatados, conservas e doces.

Bolzan acrescentou que, com a operação nova no Nordeste, as unidades do Sudeste terão capacidade disponível para ampliar também a oferta de produtos para o Centro-Sul do país.

A fábrica de Alagoas começa a operar com 110 pessoas. Incluindo o número de empregos indiretos, a expectativa é de que a unidade gere 400 novos postos de trabalho em Estado. No país, a Predilecta emprega 1,3 mil pessoas. O grupo atualmente mantém parceria com cerca de 350 produtores rurais para o fornecimento de matérias-primas. “Assim como todas as demais regiões onde temos unidades, vamos desenvolver áreas para plantio no Nordeste”, afirmou o executivo.

Além da fábrica em Alagoas, a Predilecta possui unidades em Patos de Minas (MG), Guaíra (SP), Itápolis (SP), Matão (SP), Araçatuba (SP) e Morrinhos (GO).

Fonte: Cibele Bouças, Valor

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Varejo

Cumprindo metas, varejista abre 52º atacarejo

De Administrador SH 1 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Loja vai oferecer um mix de dez mil produtos, muitos regionais, à população de consumidores finais, transformadores e microempresários

Presente em todas as regiões do estado, o Mart Minas reforça sua presença no Norte de Minas. Neste dia 3 de maio, terça-feira, a rede abre sua segunda unidade em Montes Claros, maior cidade da região.Esta será a 52ª loja da bandeira em Minas Gerais e vai funcionar na avenida Independência, 2.222, Independência.

Seguindo o padrão de atendimento tanto no atacado quanto no Atacado e Varejo, o empreendimento terá 5.200 metros de área de venda, 26 checkouts e mais de 400 vagas de estacionamento.  

A segunda loja em Montes Claros seguirá o layout padrão da rede e disponibilizará um mix de itens de mercearia, bomboniere, bebidas, higiene e beleza, limpeza, frios e laticínios. “Serão mais de 10 mil opções de produtos à disposição de donos de bares, pizzarias, padarias, hotéis e consumidores finais, com uma ampla variedade de marcas regionais e líderes de mercado, sempre com a opção de compra no varejo e no atacado” detalha o Diretor Comercial e Marketing da empresa, Filipe Martins.

“Frutas e verduras, selecionadas e sempre frescas, completarão a experiência de compra dos clientes, que também encontrarão itens de confeitaria, bazar e embalagens”.

A entrada de mais uma loja Mart Minas no município faz parte do plano de expansão da empresa, conforme afirma Martins: “Está prevista a abertura de 10 unidades em Minas Gerais em 2022”.

Atualmente são 51 lojas que atendem mensalmente mais de 2 milhões de pessoas.  “Além de ter expressiva importância na geração de empregos e renda nas cidades onde atua, o grupo movimenta positivamente a economia regional, valoriza a produção local e ajuda projetos sociais das cidades onde atua por meio, dentre outros, do projeto “‘Troco Solidário”, no qual a população escolhe, com votação nas redes sociais, as instituições beneficentes que serão prestigiadas”.

Presente no mercado há 20 anos, o Mart Minas é líder no segmento de atacado e varejo mineiro. Em março, a rede ultrapassou as fronteiras mineiras e anunciou a aquisição de parte do Dom Atacadista, uma das mais importantes redes do segmento no Rio de Janeiro.

Fonte: Amis

1 de maio de 2022 0 Comentários
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Varejo

Grupo inaugura 40ª unidade no RS

De Administrador SH 1 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Rede premiada pela Agas entrega nova loja na Região Metropolitana de Porto Alegre

A Rede UniSuper acaba de inaugurar mais uma loja em Canoas. Situada na Avenida Rio Grande do Sul, 5250, no Bairro Mathias Velho, a unidade é resultado da aquisição de uma loja Super Paranaense e passou por uma reforma para deixá-la no padrão UniSuper, tanto na sua fachada como na comunicação visual interna.

A loja conta com 800 metros quadrados de área de venda e 50 vagas de estacionamento, além disso, 48 colaboradores trabalham no empreendimento.

A nova loja é a 40ª unidade, a 12ª na cidade de Canoas. As lojas da Rede UniSuper estão distribuídas em 14 cidades do Rio Grande do Sul, com a maior parte na região metropolitana de Porto Alegre.

A UniSuper recebeu o Prêmio Agas, da Associação Gaúcha de Supermercados, por obter melhor faturamento entre R$ 500 milhões e R$ 700 milhões.

Fonte: Agas

1 de maio de 2022 0 Comentários
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Varejo

Dispara o consumo de cerveja sem álcool no Brasil

De Administrador SH 1 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Uma importante cervejaria já produz aqui o maior volume do produto a nível global e a variedade só cresce nos supermercados

Até pouco tempo atrás, cerveja sem álcool soava como piada. Quem se aventurava pela seção de bebidas do supermercado encontrava poucas opções, todas com gosto distante da bebida original. Evitar a ressaca tinha lá suas vantagens, é claro, mas não representava uma alternativa saborosa.

Agora, a situação mudou da água para o vinho — o que era ruim melhorou muito. Maior variedade de rótulos e olhar atento de algumas das maiores empresas do mercado transformaram as geladas sem álcool em produtos de qualidade reconhecida e, como não poderia deixar de ser, rentáveis para a indústria cervejeira. De fato, há forte demanda por esse tipo de bebida.

Um levantamento feito pelo Euromonitor a pedido do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv) mostra que a produção quase dobrou de 2019 para 2021 (veja o quadro). O Brasil, terceiro maior produtor de cervejas do mundo, atrás de China e Estados Unidos, adotou de vez a versão sem álcool, que passou a ser alvo até de produtores premiados.

A Dádiva, de Várzea Paulista, no interior de São Paulo, eleita em 2020 a melhor cervejaria do Brasil pelo site RateBeer, foi pioneira em unir o universo das bebidas artesanais com o público que busca alternativas sem álcool.

A empresa lançou recentemente uma golden ale, um estilo popular em países como Bélgica, França e Reino Unido por seu sabor frutado e aroma de lúpulos. “Optamos por não produzir uma pilsen ou uma lager, e a decisão foi bem-aceita”, diz Luiza Tolosa, sócia-fundadora da Dádiva. “A demanda inicial foi enorme e tivemos quebra na produção algumas vezes.” Agora, o rótulo faz parte de uma linha especial da cervejaria que é vendida em supermercados e bares.

A legislação determina que a bebida precisa ter menos de 0,5% de álcool para ser vendida como tal. Para chegar a esse resultado, os cervejeiros usam leveduras específicas que consomem apenas um tipo de açúcar, a glicose, disponível na mistura de malte de cevada e água que inicia o processo de fabricação. Essa etapa da fermentação retira o gosto adocicado e torna o resultado mais próximo daquele a que o consumidor está acostumado.

Existem outros métodos mais complexos que deixam a cerveja absolutamente sem álcool. É o caso do processo adotado pela Heineken. Os ingredientes e a receita-base são os mesmos presentes em seu rótulo tradicional, mas a cervejaria usa, após o processo de fermentação, um equipamento que retira todo o álcool por meio da chamada destilação a vácuo.

Depois, aromas naturais são acrescentados para tornar o resultado quase indistinguível do original. O maquinário é caro e poucas empresas têm acesso a ele, mas o investimento deu resultado. A semelhança de sabor entre as duas versões é tamanha que a sem álcool do para o rótulo.

A forte penetração da Heineken e o pioneirismo de cervejarias como a Dádiva ajudaram a tornar o segmento mais maduro e, portanto, mais cobiçado. Com isso, é possível encontrar bebidas fora da curva. A A Doktor Bräu, de Congonhal, em Minas Gerais, está lançando uma fruitbeer (estilo que leva frutas na receita) sem álcool, com pouca caloria e isotônica. “Já tínhamos experiência com cervejas low carb, mas fui atrás da opção mais saudável possível”, afirma Nuberto Hopfgartner, fundador da empresa. Para divulgar a novidade, fechou parcerias com esportistas e grupos de corrida.

A estratégia pode parecer inusitada, mas não é inédita. Nos Estados Unidos, a Athletic Beer foi criada com a proposta de oferecer uma cerveja sem álcool como bebida ideal para o pós-treino e construiu uma comunidade em torno de atividades ao ar livre e preservação de trilhas para caminhada.

Antes, a fabricante alemã Erdinger também apostou no público esportista para popularizar sua cerveja sem álcool. O rótulo, assim como outros clássicos da Alemanha, como a weissbier da Paulaner, é uma das alternativas importadas encontradas por aqui. Ou seja: agora, dá para evitar a ressaca sem abrir mão de uma boa cerveja.

Sabor sem culpa

Com técnicas específicas para evitar ou retirar o álcool durante a produção, cervejarias de portes variados garantem a qualidade de suas receitas

PAULANER WEISSBIER

Na cerveja de trigo da tradicional fabricante alemã, a versão sem álcool mantém o mesmo perfil de sabor e aromas. É um dos bons rótulos importados que o consumidor brasileiro encontra nos bares e supermercados

HEINEKEN 0.0%

O processo de produção retira o álcool da cerveja ao usar técnicas de destilação a vácuo. Com isso, a Heineken consegue reproduzir a sua receita tradicional. O Brasil aprovou — é o maior mercado do mundo.

DOKTOR BRÄU ISOTONIC FRUITBEER

Pensada para o público esportista, a cerveja leva frutas vermelhas, tem baixo teor calórico e é produzida sem álcool, além de conter sais minerais encontrados em isotônicos. A divulgação da bebida tem sido feita por corredores profissionais

DÁDIVA GOLDEN ALE

Eleita a melhor cervejaria do Brasil por dois anos consecutivos, a Dádiva foi precursora ao lançar um estilo diferente sem álcool. A empresa fugiu do estilo pilsen e lager para criar uma golden ale, popular em países como Bélgica e França.

Fonte: André Sollitto, Veja

1 de maio de 2022 0 Comentários
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Varejo

Coca-Cola e Ambev reprovam fim do incentivo para fabricantes de refrigerantes

De Administrador SH 1 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Norma dividiu entidades do setor de bebidas não-alcóolicas do país neste final de semana

A decisão do governo de cortar o incentivo tributário de fabricantes de concentrados de refrigerantes instalados na Zona Franca de Manaus (ZFM) reforçou a divisão entre as associações de empresas do setor. Entidade que representa as multinacionais criticou a medida e dos fabricantes nacionais elogiou a decisão do Executivo.

Em nota, a Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas não Alcoólicas (Abir) afirmou que a medida do governo sinaliza falta de previsibilidade e insegurança jurídica em um momento no qual o Brasil precisa resgatar credibilidade e atrair investidores.

A entidade, que representa a Ambev e a Coca-Cola, ainda informou que foi surpreendida com a decisão do governo e que não tem se furtado de dialogar na busca de soluções para preservar o modelo de desenvolvimento regional.

“O ataque infundado à ZFM e, em especial e discriminatório à indústria de não alcoólico, prejudica não só o Estado do Amazonas, mas sim todo o país. Perde a Amazônia, perde o Brasil”, afirmou a Abir.

A Associação de Fabricantes de Refrigerantes do Brasil (Afebras), por outro lado, comemorou a decisão do governo. Em nota, o presidente da entidade, Fernando Rodrigues de Bairros, o incentivo tributário beneficiava somente grandes multinacionais do setor de bebidas.

“O decreto começa a trazer justiça tributária ao setor de bebidas. A partir de agora as indústrias nacionais podem concorrer em pé de igualdade com as multinacionais como Coca-Cola e Ambev em relação aos impostos federais”, afirmou.

Fonte: Antonio Temóteo, Estadão

1 de maio de 2022 0 Comentários
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Tendências

Perecíveis se tornam diferencial estratégico de supermercados

De Administrador SH 1 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Principais redes americanas ampliam investimentos na área de fresh food para gerar fidelização e aumentar vendas

A redução de 3% nas vendas de alimentos no varejo americano no final do ano passado, por causa da inflação, levou as principais redes do setor a repensar suas estratégias e, com isso, reforçar a oferta de hortifrutis. Vista como o principal potencial de diferenciação das marcas em um varejo cada vez mais competitivo, a categoria vem ganhando corpo e até mesmo fazendo parte da estratégia de atração de clientes em outros setores, como os pet shops.

Itens de fabricação regional são um ponto importante nessa tentativa das empresas em gerar diferenciação e atrair clientes – até mesmo para as operações online, o que gera o desafio adicional de fazer o consumidor confiar que alguém fará uma boa seleção de produtos para ele.

Em alguns casos, os resultados já estão aparecendo: a Albertsons, por exemplo, disse em sua conferência com analistas do primeiro trimestre que as vendas de itens frescos cresceram 2,8% acima da média da rede na comparação anual. Mas não basta apenas ter bons produtos: a empresa vem investindo na simplificação de processos e pelo planejamento automatizado dos estoques de perecíveis para ter produtos mais frescos na quantidade certa.

Na rede Kroger, as vendas de alimentos também ficaram acima da média no primeiro trimestre deste ano, com destaque para itens como queijos e sushi – apontando para a tendência de transformação dos supermercados em “centros de compras” de alimentos, competindo também com bares e restaurantes.

“Os consumidores querem ter em suas casas produtos com qualidade de restaurante para preparação em casa. Essa é uma oportunidade para termos melhores margens em perecíveis”, disse Rodney McMullin, CEO da varejista. “Estamos acelerando nossas iniciativas em perecíveis locais, sustentáveis e de alta qualidade para lojas selecionadas em todo o país”, completa.

1 de maio de 2022 0 Comentários
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PessoasVarejo

Longe das lojas há dez anos, Grupo Sendas está nos bastidores

De Administrador SH 1 de maio de 2022
Escrito por Administrador SH

Rede pioneira no setor supermercadista segue em vertentes mais modernas do comércio varejista

Já são dez anos sem a marca Sendas nas fachadas de supermercados do Rio, mas o grupo, fundado em 1960 por Arthur Antônio Sendas, filho de um português com uma brasileira, permanece, indiretamente, ligado ao varejo. Mais da metade do faturamento do grupo carioca é garantido com o aluguel de 55 lojas comerciais.

No local, a Sendas tem uma parceria com a Prologis, empresa de imóveis logísticos e industriais, em galpões localizados na avenida Arthur Antônio Sendas, homenagem ao patriarca do grupo, também conhecido como “seu Arthur”, morto em 2008. Foi a partir do bairro de São Mateus, em São João de Meriti, que o empresário construiu uma das maiores redes de supermercados do Brasil nos anos 1980.

A origem do negócio, ainda nos anos 1920, foi o Armazém Trasmontano, montado pelo pai, o português Manoel Antônio Sendas. Décadas mais tarde, à época da fusão do Sendas com o Grupo Pão de Açúcar, na época de Abílio Diniz, em 2003, o grupo era a quinta rede supermercadista do país. Nessa época, eram 86 lojas, sendo que 69 com a bandeira Sendas, além de hipermercados Bon Marché e lojas de material de construção Casa Show.

O condomínio logístico, que tem a Amazon como cliente, foi comprado por Sendas nos anos 1980 e fica em terreno de 700 mil metros quadrados. A gigante americana do e-commerce começou a operar no local em setembro do ano passado e o centro é um dos 12 da empresa no país. Além da Amazon, outra marca que garantiu espaço no centro de distribuição é a plataforma de compras on-line Shopee, que alugou galpão de quase 12 mil metros quadrados. São ao todo seis galpões com 185 mil metros quadrados de área construída.

A trajetória empresarial dos Sendas ganhou destaque recente com o lançamento da biografia “Arthur Sendas: uma história de pioneirismo e inovação”, da escritora e jornalista Luciana Medeiros, da editora Máquina de Livros. Arthur Sendas foi um dos pioneiros dos supermercados no país e chegou a ser porta-voz do setor presidindo, na década de 1980, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras).

Mas a influência do empresário foi além. Foi presidente da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), integrou o Conselho Monetário Nacional (CMN) — antes da configuração do conselho exclusivamente com membros do governo — e ocupou uma cadeira no conselho de administração da Petrobras. Torcedor fanático do Vasco da Gama – que reúne boa parte da comunidade portuguesa no Rio —, Sendas foi vice-presidente do clube. O empresário era uma personalidade conhecida no país quando morreu de forma trágica, assassinado pelo motorista do neto, em outubro de 2008.

Hoje, os negócios do grupo estão organizados na Sendas Empreendimentos. É uma holding familiar de capital fechado com participações em shopping centers (Grande Rio, também em São João de Meriti; e Del Rey, em Belo Horizonte), em um condomínio logístico na Via Dutra e em imóveis comerciais. A Sendas Empreendimentos também controla a Sendas S.A., que detém a maior parte dos imóveis remanescentes da rede de supermercados, e a Sendas Comércio Exterior, de armazenagem e exportação de café. O grupo não revela números como faturamento e lucro.

Os negócios do grupo foram concentrados sob o guarda-chuva da holding familiar depois de desfeita a união da Sendas com o GPA, dono da rede Pão de Açúcar, em 2011. Anunciado em 2003 como uma joint-venture e ainda hoje tratada como tal pela família, o negócio representou a compra dos negócios da Sendas pelo GPA. Foi criada a Sendas Distribuidora, em presa resultante dos ativos de ambos os grupos no Rio de Janeiro.

Em 2005, o grupo francês Casino comprou uma fatia de 20% do GPA. Após uma longa disputa com Abilio Diniz, maior acionista do GPA, o Casino acabou assumindo o controle do negócio. No livro, a autora conta que Arthur Sendas ficou afastado da operação e sentia falta do contato com a empresa e os funcionários. Essa mudança fez com que o patriarca recorresse à arbitragem para tentar vender toda a participação dele ao GPA uma vez que, pelo acordo de acionistas, isso seria possível no caso de mudança no controle acionário.

A decisão da arbitragem, porém, demorou e terminou sendo contrária a Arthur Sendas, que começou então a negociar sua saída do negócio. As discussões para a separação das empresas foram interrompidas com a morte do empresário, em 2008, e concluídas em 2011, com o anúncio da compra, pela Companhia Brasileira de Distribuição (CBD, empresa do GPA), das 250 milhões de ações remanescentes da Sendas Distribuidora.

Na atualidade, mais da metade do faturamento da holding, a Sendas Empreendimentos, vem do aluguel das lojas próprias dos supermercados, locadas inicialmente à empresa resultante da fusão, a Sendas Distribuidora, e depois ao GPA com o fim do acordo. Os contratos de locação têm duração de 20 anos, até 2024.

O patrimônio imobiliário formado por Arthur Sendas nos mais de 40 anos de sua rede – entre 1960 e o início dos anos 2000 — responde pela principal fonte de receita do grupo.

A maioria das locações de prédios da Sendas tem como cliente o GPA e o Assaí, rede de atacarejo controlada também pelo grupo francês Casino. Há ainda imóveis alugados ao Carrefour, Supermarket, Dom Atacadista e Hortifruti.

A atuação na área logística, na relação comercial com a Amazon, responde por quase 10% da receita e tem potencial de crescimento, diz Nelson Sendas, segundo filho de Arthur Sendas e que foi diretor comercial da rede de supermercados. Hoje ele é o vice-presidente da Sendas Empreendimentos, presidida pelo irmão, Arthur Filho.

“Meu pai não era só um dono de supermercado, ele procurava negócio em tudo o quanto é lugar. Para além do supermercado, começou com negócios de café, em shopping center. Nunca investiu em ações, sempre foi ligado na economia real, na geração de empregos”, diz ele, acrescentando que o mais novo negócio da holding reflete uma visão inovadora do pai quando comprou o terreno em São João de Meriti: “O grande apelo para fazer essa associação com a Prologis foi justamente o local onde fica. Ele percebeu que aquela área, entre a Linha Vermelha e a Via Dutra [no acesso ao Rio], era um ponto importante de distribuição. Isso, claro, antes da internet e do e-commerce, mas enxergava o potencial da área”, diz Nelson Sendas.

Com um perfil mais discreto do que nas décadas em que operava a rede de supermercados, a holding Sendas Empreendimentos tem como maior acionista, com quase 80% de participação, o espólio de Arthur Sendas. Mais de 13 anos depois da morte do empresário, o inventário ainda não foi concluído. O processo de partilha dos bens corre sob segredo de Justiça.

Fazem parte do espólio a viúva Maria Ablen Sendas, os três filhos ainda vivos, Arthur Filho, Nelson e Marcia, e o neto João Arthur Mello Sendas, filho de João Antônio Sendas, que morreu em 2003. O restante da holding tem participações dos irmãos de Arthur Sendas e descendentes. A terceira geração da família é formada por sete netos, com idades entre 20 e 33 anos.

A distância dos holofotes dá até uma certa tranquilidade, revela Nelson Sendas, depois de anos em que o sobrenome foi marca de supermercado. “Antigamente, em qualquer lugar que a gente chegava já falavam do supermercado. Hoje isso diminuiu um pouco. Somos mais fechados, mas continuamos seguindo com o legado que meu pai deixou, tocando os negócios. Continuamos a empreender, mas não na vista do grande público”, diz. Ele divide com o irmão Arthur Filho as decisões da holding.

Mesmo com essa maior discrição não são raros os consumidores do Rio, especialmente aqueles vizinhos de antigas lojas da rede Sendas, que se traem e dizem estar indo fazer compras no Sendas, deixando de lado as bandeiras atuais das lojas. A última unidade a perder o letreiro da marca foi a do Leblon, em setembro de 2011.

Dez anos depois do fim do acordo com o GPA, Nelson Sendas diz que a decisão que o pai tomou de se desligar daquele negócio foi o melhor para o grupo: “Meu pai tinha uma visão muito ampla, viu que podia estar fazendo coisas melhores. A operação não ia da maneira que gostaria. Ele estava certo. Depois de dois anos de negociação, saímos e para a gente foi bom”, diz Nelson Sendas.

Fonte: Lucianne Carneiro, Valor

1 de maio de 2022 0 Comentários
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ABRASEventos

Ranking ABRAS 2022: Conheça as 25 maiores empresas do setor

De Administrador SH 29 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Uma das novidades do Ranking deste ano é a inclusão de mais cinco empresas de Varejo de Alimentos.

Divulgação do Ranking Abras 2022 em SP, durante evento inédito de alta performance “Smart Market”, foi tomada por emoção e brilho nos olhos por todos os presentes na FeComércio na noite do último dia 27.

Afinal, 43 % do PIB brasileiro se reencontrou após dois anos de pandemia, muito trabalho e perdas de vidas em toda a cadeia.

A emoção e a alegria brotavam entre CEOs, diretores, gerentes e colaboradores principalmente no jantar que ocorreu após a divulgação oficial do Ranking. Abraços festivos para brindar o momento e a evolução dos negócios.

Em 2021, o setor supermercadista faturou 611 bilhões 200 milhões de reais. Atendeu 28 milhões de consumidores com um time de 3 milhões 100 mil colaboradores diretos e indiretos em todo o país. São 92.588 lojas no Brasil e 237,8 mil checkouts.

Passado o Covid, 73% dos lares do mundo estão sofrendo os impactos diretos da inflação e sendo obrigados a realizar mudanças para adaptar o orçamento. É uma realidade que todos os formatos de varejo conseguiram ajudar os clientes.  Cesta Nielsen mostra que em 3 anos, a cesta de alimentos acumula preços quase 30% mais altos.

É uma realidade que todos os formatos de loja conseguiram acompanhar a inflação, tornando-a mais acessível aos clientes, explicou o Diretor de Varejo Vertical e  E-commerce da NielsenIQ, Roberto Butragueño, ao iniciar a apresentação dos dados da Pesquisa Ranking ABRAS/SUPERHIPER. Para ele, “ dias tranquilos no varejo são preocupantes”.

O Presidente da Abras, João Galassi, enalteceu a confiança do setor na entidade. “Estamos vendo um evento que reúne todas as comunidades de alta performance do setor supermercadista. Ou seja, nós estamos trazendo os executivos que fazem essa premiação acontecer, trazendo as suas discussões para dentro da ABRAS e levando a discussão de performance no setor e reunindo eventos já consagrados”, relatou Galassi.

Uma das novidades do Ranking deste ano é a inclusão de mais cinco empresas, de 20 para 25 companhias de Varejo de Alimentos. Segundo o vice-presidente Marcio Milan, a mudança acontece para potencializar e aumentar a representatividade do setor. Outro fato positivo deste ano é o crescimento de 36% de novas empresas que passam a integrar o Ranking.

Relação do Ranking Abras 2022

01 – Grupo Carrefour, Stéphane Maquaire – Presidente

02 – Assaí Atacadista, Anderson Castilho – Vice-Presidente de Operações

03 – GPA, Marcelo Pimentel – Presidente

04 – Grupo Mateus, Marcelo Korber – Gerente de Relação com Investidores

05 – Supermercados BH, Pedro Lourenço de Oliveira – Presidente

06 – Grupo Muffato, Ederson Muffato – Sócio-Diretor

07 – SDB Comércio de Alimentos, João Alberto Pereira – Sócio-Diretor

08 – Cencosud, Maurício Ungari – Leal Officer e Relações Governamentais

09 – DMA Distribuidora, Roberto Gosende – Diretor

10 – Companhia Zaffari Comércio e Indústria, Jodimar Zaffari – Diretor Executivo

11 – Tenda Atacado, Marcos Samaha – Presidente

12 – Mart Minas, Matheus Neves – Diretor Administrativo Financeiro

13 – Grupo JC/Costa Atacadão, Jorge Costa Neto – Diretor Geral

14 – Grupo Koch, José Edvaldo Koch – CEO

15 – Savegnago Supermercados, Sebastião Savegnago (Chalin) – Presidente

16 – Sonda Supermercado, Delcir Sonda – Sócio Proprietário

17 – Líder Comércio e Indústria, Fábio Sena Rodrigues – Diretor Financeiro

18 – Atacadão Dia a Dia, Edis Amaral Oliveira – Presidente

19 – Grupo Zaragoza, Cleber Gomez – Diretor Presidente

20 – Grupo Bahamas, Jovino Campos – CEO

21 – CSD – Companhia Sulamericana de Distribuição, Marcos Pozzi – Diretor Comercial

22 – Grupo ABC, Valdemar Martins do Amaral – Presidente

23 – Supernosso, Vinicius Aroeira – Diretor Financeiro

24 – Angeloni, Atanazio dos Santos Neto – Diretor de Expansão

25 – Atakarejo, Teobaldo da Costa – Presidente

Após a entrega dos 25 certificados, foi oferecido um jantar em um clima bem festivo onde a reportagem da Revista SuperHiper ouviu alguns empresários como o diretor do Grupo Muffato, Ederson Muffato. Para ele, o Ranking é motivo de orgulho, de compartilhar com o time de mais de 19 mil colaboradores. “Nos motiva cada vez mais a continuar trabalhando, inovando, crescendo e gerando emprego e renda no Paraná e interior de São Paulo”, salientou Muffato.

A emoção marcou o jantar como conta o diretor da DMA Distribuidora, Roberto Gosende. “Sinto muito orgulho diante de tanta gente competente, de tanta empresa, de tanta luta, de um país desse. Época de pandemia, dá orgulho da nossa equipe, do nosso trabalho, só agradecimento e orgulho nessa hora. É de emocionar!

A próxima edição da Revista SuperHiper, do mês de maio, trará a cobertura completa do Ranking ABRAS 2021 e todo o Smart Market, destacando todos os painéis e tudo que o foi debatido pelos convidados.  

29 de abril de 2022 0 Comentários
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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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