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Varejo

Makro está de partida! Santander venderá as lojas do grupo holandês SHV

De Administrador SH 13 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Várias redes encontram-se interessadas no negócio com as 24 lojas do tradicional grupo atacadista que está no país desde a década de 70

A rede de atacado Makro está vendendo todos os seus pontos comerciais em São Paulo, e com isso o grupo holandês SHV, dono da cadeia, deve deixar o mercado de atacado no Brasil, caso as negociações avancem. A empresa está pedindo quase R$ 3 bilhões pelas 24 lojas, equivalente a todo o faturamento bruto anual, um preço considerado “fora de uma faixa razoável”, segundo fontes ouvidas envolvidas na transação. Procurado, o Makro informa que não comenta rumores de mercado.

Uma das mais tradicionais atacadistas do Brasil, no país desde os anos 70, a companhia quer deixar o setor dois anos após ter vendido 28 lojas para o Carrefour por R$ 1,95 bilhão, no começo de 2020, mas mantido a operação no estado paulista para tentar acelerar os negócios localmente.

Aumento da competição, especialmente com os líderes Atacadão e Assaí, que operam com maiores escalas e fortes ações comerciais, e um ritmo de crescimento abaixo do esperado levaram a empresa a abrir conversas com grupos do setor cerca de um ano atrás.

O Santander está intermediando as conversas pelo lado da companhia, mas, até o momento, não foi apresentado interesse formal em todos os 24 imóveis à venda. Nesta semana termina o prazo para as redes apresentarem as propostas. O  negócio foi oferecido, pelo menos, a Atacadão, Assaí, Fort Atacadista (Grupo Pereira) e Grupo Muffato.

Pelos cálculos do mercado, os cerca de R$ 3 bilhões equivalem a um valor médio por loja de mais de R$ 120 milhões, quase o dobro dos investimentos na construção de uma loja nova média (R$ 40 milhões a R$ 50 milhões) e equipamentos (R$ 15 milhões), sem incluir a compra do terreno. Outra conta envolve o valor das empresas comparáveis. “O Assaí vale em bolsa hoje 40%, 45% da venda bruta, e o Atacadão um pouco mais, mas eles querem 100% da receita. E o Extra acaba de vender 70 pontos por R$ 4 bilhões, e mesmo considerando que no Extra há reformas, e no Makro nem tanto, ainda está fora de uma faixa razoável”, diz uma fonte a par do tema.

O Makro vem considerando a força e posição estratégica de seus pontos em São Paulo, em regiões de alto potencial de crescimento, como São José dos Campos, Araraquara e Ribeirão Preto, além do estado atual dos imóveis, que passaram por reformas recentes e já terem público fiel no local. “Há algumas unidades boas, não há dúvida, mas vai ser difícil alguém levar tudo. Quem olhou prefere a compra ‘picada’ [de algumas unidades], mas não está claro se eles querem”, diz outra fonte.

“As redes regionais com interesse de crescer futuramente em São Paulo, como Fort e Muffato, têm caixa, mas não querem dar um passo desse tamanho ainda, então o ‘timing’ do Makro não é dos melhores”, afirma. Fundos de private equity também foram sondados nos últimos meses.

O Atacadão, apesar de ter avaliado os imóveis, não pretende agora se envolver em outra aquisição de grande porte tendo sua transação com o Big em fase final de análise do Cade, o órgão antitruste. E o Assaí ainda está em fase de reformulação das 70 lojas do Extra, que deve tomar boa parte da agenda da empresa.

O Makro buscava uma melhora mais acelerada em sua operação em São Paulo para iniciar uma negociação dos ativos posteriormente — já após a venda de parte dos imóveis parte dos imóveis para o Carrefour, dois anos atrás. “Eles entendiam que, ficando só com São Paulo, que é um mercado que dá muito dinheiro no atacarejo, daria para acelerar o negócio, melhorando resultado, antes de partir para uma venda. Só que a concorrência apertou muito, tem gente abrindo loja todo o mês, e com muita escala e força de negociação nas mãos”, diz um consultor.

Caso deixe a operação de atacado, a SHV continuará a operar no Brasil em outros segmentos, como gás.

Fonte: Adriana Mattos, Valor

13 de abril de 2022 0 Comentários
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Varejo

Consumo cresce nos atacarejos e cliente que pode, estoca

De Administrador SH 13 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Levantamento da Nielsen registra a movimentação das redes com seus diversos formatos no primeiro trimestre em tempos de inflação elevada

Um mapeamento das vendas do varejo no primeiro trimestre, realizado pela NielsenQI e obtido com fontes do setor, mostra que o comércio de autosserviço (que inclui supermercados) finalmente parou de perder volume de vendas, mas por conta de uma relação de dependência ainda maior do desempenho do atacarejo e das farmácias. Não foi um movimento de recuperação generalizado, indicando que a inflação ainda compromete os números do setor no ano.

Três redes ouvidas, de atacarejo e de drogarias, que vêm buscando entender melhor o comportamento de compras, perceberam um maior movimento de estocagem de produtos em março, pelo cliente com algum recurso livre disponível, para se proteger de novas escaladas dos preços nas lojas.

Isso antecipou parcela da venda para o mês passado, em medicamentos (que todos os anos são reajustados em abril), e em alimentos não perecíveis, frente à expectativa de que a guerra no leste europeu encarecesse mais os produtos. No atacarejo, essa estratégia ficou mais evidente entre as pessoas jurídicas – clientes como bares, restaurantes e pequenos varejistas – que puderam fazer estoque.

Os dados mostram períodos diferentes, o que amplia a análise. No acumulado de 2021, as vendas de supermercados e hipermercados em valor cresceram 1,2%, e no primeiro bimestre de 2022, subiram 0,9% – após um início de ano fraco, como grandes redes já relataram. Já de janeiro a março, o avanço alcançou 1,3% sobre o ano anterior. O volume, no entanto, recuou 6,6% no primeiro trimestre.

Ocorre que supermercados grandes e médios até aceleraram taxas de crescimento após o fim de 2021, mas o hipermercado encolheu ainda mais do que o verificado no ano passado, puxando para baixo os números totais. Isso pode se refletir nos resultados do primeiro trimestre de varejistas mais dependentes do canal.

Nos hipermercados, houve uma retração de 3,4% na venda acumulada em valor em 2021 sobre 2020. De janeiro a março deste ano, o recuo acelerou, atingindo 7,1%. No mesmo período do ano passado, o varejo físico começou a fechar seus pontos, com a segunda onda da covid, e isso favoreceu os hipermercados, mas de forma menos representativa do que na primeira grande onda da pandemia.

Não há dados em volume vendido nos hipermercados na análise, mas uma rede nacional do setor ouvida menciona que a retração média no segmento, até março, ficou em dois dígitos baixos no começo deste ano. Afetam o modelo a concorrência dos atacarejos, mais eficientes e de 10% a 15% mais baratos, e o efeito da venda de eletrônicos nessas lojas, em período de forte retração na demanda.

A rede de hipermercados Extra, do GPA, deixou de operar em fevereiro, com a venda de 70 lojas ao Assaí, mas o Carrefour mantém os negócios no segmento (o grupo só comenta seus números na publicação dos trimestres). Cerca de 28% das vendas brutas do Carrefour vêm de supermercados e hipermercados.

Já entre as redes de atacarejo, o levantamento mostra uma alta de 21,1% nas vendas em valor – acima da taxa de 15% em 2021 e de 18,5% no primeiro bimestre. Não se trata apenas de efeito do repasse de aumento de preços, apesar de os reajustes estarem ocorrendo regularmente desde o ano passado. Houve aumento de 8,6% em volume vendido no primeiro trimestre.

O segmento ainda carrega, com folga, os melhores números do comércio no ano – superando, inclusive, dados fortes das farmácias, que avançaram 11,5% de janeiro a março em vendas em valor e de 7,5% em volume. Pode ser sinal positivo para os números do Atacadão, rede do Carrefour, e do Assaí nos balanços do período.

Nos produtos eletroeletrônicos, vendidos nos hipermercados, outra categoria que tem sido foco de atenção dos analistas, a NielsenQI relatou queda de quase 30% em valor e de 25% em volume vendido, de janeiro a março, sinal de que ainda há dificuldades em acelerar essa demanda, num ambiente de crédito mais caro. Semanas atrás, Via (dona das redes Casas Bahia e Ponto) e Magazine Luiza sinalizaram melhora no desempenho das lojas após fevereiro.

Fonte: Adriana Mattos,Valor

13 de abril de 2022 0 Comentários
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ESG

Gigante do cash & carry prioriza a sustentabilidade

De Administrador SH 13 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

A rede Assaí revela seu comprometimento com agenda climática e a adequação tecnológica para reduzir as emissões de carbono

Com o objetivo de avançar ainda mais em seu planejamento de eficiência energética, o Assaí Atacadista anuncia a compra de mais de 200 mil certificados internacionais de energia renovável. A aquisição segue o International REC Standard (I-REC), sistema global de certificação e rastreamento de atributos ambientais de energia renovável, o qual garante aos consumidores que a energia comprada foi considerada “limpa”, ou seja, sem emissões de gases causadores do efeito estufa.

Na prática, os I-RECs vendidos pela GreenYellow, empresa global especializada em energia solar, comercialização, gestão de energia e eficiência energética, foram utilizados na sede administrativa e em 194 lojas do Assaí que integram o Mercado Livre de Energia e estão presentes nas cinco regiões do país. A ação reduziu as emissões de carbono na atmosfera em 2021, contribuindo para a jornada de descarbonização da matriz de consumo do atacadista.

“No Assaí, estamos comprometidos com a agenda climática e trabalhamos com um plano de modernização de tecnologias e utilização de fontes mais limpas de energia em nossas operações”, declara Lucas Attademo, gerente de Contas Públicas e Galerias do Assaí Atacadista.

Segundo ele, o Assaí finalizou o ano de 2021 com 92% de consumo oriundo do Mercado livre de Energia e a utilização dos I-REC garante esses impactos ambientais positivos e a transparência do processo.

A emissão de I-RECs é realizada pelo dono do ativo renovável ao comprovar a geração no período, sendo 1 REC equivalente a 1 MWh.  “Ao comprar os certificados, o Assaí pode comprovar a proveniência da energia consumida, neste caso, de fontes hídrica e eólica, reduzindo, assim, as emissões de Escopo 2 da empresa”, diz Roberto Zerkowski, diretor-presidente da GreenYellow.

De acordo com Zerkowski, a GreenYellow atua em toda cadeia, desde a emissão de I-RECs dos ativos e de terceiros, até à comercialização dos certificados para grandes consumidores.

Meta

A companhia conta, ainda, com a meta de reduzir em 38% as suas emissões de carbono até 2030, com base no total emitido por suas operações no ano de 2015, considerando escopos 1 e 2.

A iniciativa, atrelada à remuneração variável dos executivos do Assaí, segue o compromisso do controlador do atacadista, o grupo francês Casino. Em linha com essa meta, o Assaí já registrou redução de 8,2% em 2021 em relação a 2020, mesmo diante de uma expansão histórica no ano passado — foram abertas 28 novas lojas — o que representou um recorde para a empresa e para o setor de Cash&Carry. Atualmente, o Assaí possui mais de 210 lojas em funcionamento no país.

O resultado é fruto de ações como a modernização dos sistemas de refrigeração nas lojas, uso de iluminação 100% em LED; e fachada de vidro e telhas translúcidas, que garantem o melhor aproveitamento da luz natural, contribuindo para a diminuição do consumo de energia.

Outro destaque é a continuidade do processo de migração das lojas para o Mercado Livre de Energia, que teve início em 2019 e, atualmente, já está disponível em 194 lojas. Com ele, as unidades passam a contar com uma energia mais limpa, que utiliza matrizes 100% renováveis provenientes das fontes eólica, solar, biomassa e pequenas hidrelétricas.

Além disso, o Assaí também conta com 7 usinas solares em operação com a GreenYellow em suas lojas nos estados de PA, RJ, GO, PR e MT. Todos os painéis fotovoltaicos foram instalados na cobertura dos estacionamentos das unidades e geram energia que abastece parte da operação.

A mais recente delas foi a usina de Rio Verde, que teve sua operação iniciada em dezembro de 2021 e foi instalada no telhado da unidade da companhia na cidade do mesmo nome, em Goiás. A usina conta com 2.160 painéis solares, responsáveis por gerar 1,1 GWh anuais e que serão utilizados unicamente nesta loja, ou seja, no modelo de autoconsumo.

Fonte: Bússola, Exame

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Varejo

Indústria de massas e biscoitos fatura R$ 50 bi em 2021

De Administrador SH 13 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Entretanto, volume de vendas caiu no segundo ano da pandemia como contabiliza a Abimapi

A Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados) divulga as informações do desempenho do setor, referentes ao ano de 2021. O levantamento realizado pela consultoria Nielsen, apontou que juntos, os segmentos movimentaram R$ 50,4 bilhões, 13% acima do valor do faturamento alcançado em 2020 (R$ 44,6 bilhões) e 4,8 milhões de toneladas em volume de vendas, 1,4% a menos que o ano anterior (4,9 milhões de toneladas). Neste balanço, a Associação adicionou à suas estatísticas mais uma categoria auditada: farinha de trigo doméstica.

Em 2020 com a chegada da pandemia, as parcelas do auxílio emergencial pelo governo federal foram determinantes para as vendas do setor. Já o ano de 2021 apresentou cenário de dualidade do avanço da vacinação em conjunto com o encerramento do auxílio emergencial, impactando renda. “A indústria enfrentou desafios, foi um ano de constante aumento do dólar, instabilidade política o que resultou em um cenário de alta na inflação e crise econômica em 2021 fatores que influenciaram diretamente no consumo dos brasileiros”, contextualiza Claudio Zanão, presidente-executivo da Abimapi.

De acordo com a Nielsen, alimentos foi a cesta que mais penalizou o orçamento do consumidor, que presenciou nos últimos anos um aumento de cerca de 30%. A cesta básica foi a mais impactada com alta nos preços, comprometendo uma parcela maior do dinheiro gasto no varejo o consequentemente o crescimento em volume para o mercado. Com os lares mais vulneráveis, houve redução no tamanho da cesta e ticket médio, com os consumidores recorrendo a canais de proximidade.

Dados da Kantar WorldPanel apontam que os destaques positivos de 2021 foram os canais atacarejo e pequeno varejo, que conquistaram maior número de novos lares no ano passado. O atacarejo atingiu 73% das casas brasileiras, mas os novos compradores (26,6%) consomem menos nesse ponto de venda.

O pequeno varejo conquistou 7,6 milhões de novos lares compradores em relação ao ano pré-pandemia (2019) e hoje representa o maior valor total gasto (23,6%) pelo brasileiro nos canais de compra de bens de consumo massivo (FMCG).

Claudio Zanão destaca que 2020 foi um ano atípico em consequência da pandemia. Os produtos da cesta saltaram em volume de vendas. Entre março e abril os carrinhos ficaram mais cheios. As pessoas estocaram comida com medo do desabastecimento e passaram a fazer o maior número de refeições em casa, em virtude das medidas de isolamento social para controle da covid-19.

Quando comparadas as estatísticas entre 2019 X 2021, a cesta ABIMAPI apresentou crescimento de 24% em faturamento e 3,5% de aumento no volume de vendas. “Nós já esperávamos uma queda em volume em 2021, pelo ano anterior fora da curva que tivemos. Em 2022 começamos com sinais de reaquecimento da economia proporcionado pela vacinação, porém o brasileiro ainda enfrenta os impactos econômicos trazidos pela pandemia. Até o final deste ano a expectativa é de um crescimento médio de 2% a 3% em volume e de 5% a 6% em faturamento”, pontua Claudio Zanão.

Biscoitos

A indústria de biscoitos atingiu R$ 22,6 bilhões e 1,51 milhão de toneladas de produtos, aumento de 12% em faturamento e retração de 1% em volume de vendas na comparação com 2020 (R$ 20,2 bilhões e 1,53 milhão de toneladas), respectivamente.

“O movimento de estocagem de alimentos, compras em maior volume com pacotes ‘tamanho família’ de biscoitos que observamos no início da pandemia em 2020 deu lugar a embalagens menores em 2021 por conta de preço unitário mais barato”, explica Zanão.

A busca pelo sabor e indulgência são os principais responsáveis pela retomada no consumo, impulsionando o alimento em momentos de socialização.

Massas Alimentícias

O setor de massas alimentícias registrou aumento de 11,5% em faturamento e retração de 1,7% em volume de vendas, quando comparados com os valores de 2020 (R$ R$ 11,3 bilhões e 1,37 milhão de toneladas), atingindo R$ 12,6 bilhões e 1,34 milhão de toneladas (em 2021), respectivamente.

“O hábito de cozinhar em casa passou a ser uma atividade mais frequente e as massas seguem conquistando os lares nas principais refeições pela praticidade e conveniência. O macarrão vira opção com bom custo-benefício em meio a alta das commodities. Entre os tipos, com o preço unitário mais baixo, as instantâneas se destacaram com um aumento de 2,9% em volume frente a 2020 por oferecer ao consumidor uma opção de refeição mais barata”, diz Zanão.

Pães & Bolos Industrializados

Em 2021, as indústrias de pães movimentaram um total de R$ 9,5 bilhões – receita 18,4% a mais que em 2020 (R$ 8,1 bilhões e 612 mil toneladas) – resultante da venda de 648 mil toneladas de produtos, com crescimento de 5,9%. Já a categoria de Bolos Industrializados alcançou R$ 1,36 bilhões em faturamento e 45 mil toneladas em volume de vendas.

“Ganhamos ocasiões de consumo com os sanduíches fazendo parte do almoço ou jantar do brasileiro. O café da manhã se consolidou como hábito e impulsionou o crescimento do setor de pães. Entre os destaques estão as bisnaguinhas impulsionadas pela volta às aulas. Os bolos industrializados se destacaram pela praticidade e prazo de validade dos produtos, que acabou se tornando fator determinante”, afirma Zanão.

Farinha de Trigo

A farinha de trigo doméstica, registra maior aumento de preço médio entre as cestas, fator que acarreta a perda de presença nas classes C e DE. A categoria atingiu em 2021, um total de R$ 4,2 bilhões – receita 9,6% a mais que em 2020 (R$ 3,8 bilhões) resultante da venda de 1,28 milhão de toneladas de produtos.

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ESG

Campanha une sociedade civil e Estado para correto descarte de embalagem

De Administrador SH 13 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Entidades e Ministério do Meio Ambiente vão trabalhar em várias frentes para incutir o hábito da reciclagem nas pessoas

O Ministério do Meio Ambiente e a Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas não Alcoólicas (Abir) assinaram um acordo de cooperação técnica para realização de campanhas de conscientização sobre o descarte adequado de embalagens.

O acordo também prevê apoio às ações do plano nacional de combate ao lixo no mar e do programa nacional “Rios +Limpos”. Tampas, lacres e argolas de garrafas, garrafas e garrafas PET representam 20% dos itens coletados

A primeira campanha, intitulada “Crie esse Hábito”, será lançada em maio nas redes sociais da Abir e do MMA, com objetivo de auxiliar a sociedade no descarte consciente de embalagens utilizadas em casa.

A Abir é representante de 71 fabricantes de bebidas não alcoólicas, que respondem por 90% do mercado. Entre as empresas estão Coca-Cola, Pepsico, Ambev e Heineken, além de médias e pequenas regionais. Para o secretário de qualidade ambiental do Ministério do Meio Ambiente, André França, a capilaridade do setor representa um grande potencial para aumentar o engajamento das pessoas com o tema.

De acordo com o presidente da associação, Victor Bicca, o acordo reitera os esforços da indústria para a preservação ambiental. Segundo a Abir, as associadas recuperaram 23,6% de todo o material de embalagem utilizado nos últimos dois anos, totalizando mais de 176 mil toneladas. Neste mesmo período, R$ 16,7 milhões foram investidos em programas de apoio a cooperativas de catadores de materiais recicláveis.

Ainda de acordo com Bicca, além da coleta e recuperação de embalagens, o setor de bebidas tem aumentado a aposta nas embalagens retornáveis. Depois de utilizadas, elas passam por processos de limpeza, desinfecção, controle de qualidade e inspeção e voltam a uso. Esse processo garante que as garrafas retornáveis PET possam ser usadas 15 vezes e as de vidro, 35.

Fonte: Raquel Brandão, Valor

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Varejo

Conheça os motivos que levaram o cliente a rever os gastos para a Semana Santa com ovos, bacalhau e pescados

De Administrador SH 13 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

A festa em Família vai acontecer, mas com menor variedade de pratos como retratam as pesquisas do Ibevar e da Hibou

A alta da inflação e a queda do poder aquisitivo diminuíram o interesse dos brasileiros em gastar nesta Páscoa. Uma projeção realizada pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar) indica queda de 6,7% na intenção de compra nesta Páscoa em relação ao mesmo período do ano passado. A pesquisa indicou ainda mudança na preferência dos consumidores na escolha de marcas de chocolate e dos ovos. 

Para o presidente do Ibevar, Claudio Felisoni de Angelo, o aumento da inflação e a consequente diminuição do poder de compra do consumidor são os principais fatores causadores desse cenário. “As necessidades e prioridades das pessoas mudaram e, assumindo que os itens sazonais de Páscoa são supérfluos, podem ser deixados de fora dos orçamentos”, comenta, em nota à imprensa. 

A retração de intenção de compra nessa Páscoa reflete também o fim do auxílio emergencial, que impulsionou as projeções do ano passado em relação a 2020. A análise da curva – iniciando na pré-pandemia até 2022 – mostra que a intenção de compra havia subido 7,3% na comparação 2018/2019 com queda de 48,3% em 2020, com a chegada da pandemia, recuperação de 51,7% em 2021 e novo recuo este ano.

A pesquisa identifica também mudanças na preferência de marcas de chocolate nesta Páscoa. Após dois anos seguidos como terceira mais escolhida pelo consumidor, a Lacta passa a liderar o ranking, trocando de posição com a Nestlé, enquanto a Ferrero Rocher assume a vice-liderança. A busca por chocolates caseiros manteve-se igual no ranking de marcas e subiu uma posição quando a análise é sobre a escolha de ovos de chocolate.

Fonte: Estadão

Pulso da Páscoa

Pesquisa “Pulso da Páscoa” constatou que 57% dos brasileiros estão com bolso apertado e farão menos compras nesta Semana Santa.

A Hibou – empresa de monitoramento de pesquisas, em parceria com a Score Retail, empresa de data retail da B&Partners co, divulga a edição do Pulso de Páscoa que compreende a necessidade e prioridades dos consumidores na data, para esta data o Pulso contou com a participação de 1323 pessoas de nove cidades.

De início, para entender melhor os hábitos sociais das pessoas, a pesquisa perguntou quais das atividades habituais de Páscoa fazem parte da comemoração. O almoço em família se destaca com 63% e ainda o almoço com a troca de ovos/chocolates: 29%. Pratos típicos no almoço de domingo aparecem com 24%; ir à missa, 14%; caça aos ovos com as crianças, 13%; churrasco em casa, 11%; viajar com a família se mostrou uma opção quase nula com 3% e troca de presentes sendo não apenas ovos e chocolates, 2%.

E o bolso para a comemoração deste ano?

O consumidor ainda se encontra em recuperação dos anos pandêmicos e cauteloso em relação aos gastos e se resguardando em momentos especiais com a família, 57% declararam estarem mais apertado e com isso fará menos compras; 16% disseram que embora estejam apertados financeiramente, vão manter a tradição de família; 22% estão igual aos anos anteriores, nada mudou; para 5% , a vida está melhor mas vai manter os hábitos de família e 0% declararam estarem melhor e vai aproveitar para gastar um pouco mais.

Quais formatos de chocolate você costuma comprar na Páscoa?

A questão dos preços também aparece no “top 3” e os consumidores parecem variar muito em relação ao formato, sempre em busca do melhor custo-benefício. Ovos e coelhos de chocolate ficam em primeiro lugar com 29% das preferências. Também foram citadas as caixas de bombom (28%), o que estiver com melhor preço (27%), se focam nas promoções (21%), barras de chocolate avulsas (18%), barras para derreter e fazer em casa (6%), cesta/kit com produtos de diversas marcas (6%), kit pronto de alguma marca que gosta (3%), monto uma caixa com produtos da mesma marca (1%) e outros, como artesanais e caseiros, 3%. 8% não compra outros tipos de chocolate.
 

Quais fatores são mais importantes na hora de comprar chocolates de Páscoa?

Em disparada, o fator Preço, indicado por 48% dos optantes, seguido com Promoção (preço especial), por 33%. Ao que parece os consumidores estão deixando suas preferências de sabor e marca em segundo plano, visto que houve um aumento de preço significativo em relação a 2021. Assim, Ser do chocolate que eu gosto (ex: Alpino, Diamante negro) aparece com 30%; Sabor de preferência: 28% e Marca do fabricante: 17%.
 

Até mesmo a vontade e pedidos específicos de sabores e brindes ficam para trás nessa Páscoa, com a Opinião/pedido dos filhos sendo 10%; Ser do mesmo sabor/marca que comemos normalmente: 10%; Brinde: 7%; Ter uma apresentação elegante: 6%; Promoção (sorteio): 5%; Ser temático: 5%; Ser vegano: 4%; Sem açúcar: 4%; Ter disponível no mercado: 4%; Sem lactose: 2% e Embalagem para presente: 2%
 

Por fim, a questão que sempre permeia o varejo para entender as mudanças de hábitos dos consumidores: Onde irá comprar seus chocolates/ovos de Páscoa?

Na loja física: 64%

Pela internet (com entrega): 10%

Formato pick-up (encomendar e retirar): 6%

Não se aplica: 24%
 

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Tendências

Sustentabilidade é oportunidade para supermercados

De Administrador SH 12 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Varejo pode ter papel importante na transformação da cadeia de alimentação, mas envolvimento precisa começar pelo alto escalão das empresas

As ações das empresas rumo a um futuro mais sustentável têm aumentado sua visibilidade e valor econômico. Colocar em prática todo o potencial é complicado, porém: com mais de 500 milhões de pessoas envolvidas em toda a cadeia, o setor de alimentação responde por 34% das emissões globais de gases de efeito estufa.

“Acredito que os supermercados estão em uma posição única para serem uma força de mudança em direção à sustentabilidade dos negócios”, afirma o relatório The State of Grocery Retail Europe 2022, publicado pela McKinsey. Segundo o estudo, este é um “momento da verdade” que exige que os líderes das redes supermercadistas coloquem a sustentabilidade como uma prioridade estratégica.

Uma prioridade que não tem relação somente com criar um mundo melhor, mas também tem um impacto econômico positivo: o estudo afirma que, embora apresente potenciais riscos, os benefícios de adotar medidas sustentáveis podem trazer um aumento de 25% a 30% nos lucros das redes supermercadistas ao longo desta década.

O maior problema, porém, é como dar foco à sustentabilidade quando os esforços rumo à digitalização são vistos como ainda mais urgentes. Para a McKinsey, é preciso ter uma estratégia, encampada pela alta direção da empresa, com base em três aspectos: definir 5 temas-chave de sustentabilidade que tenham impacto em todo o negócio; determinar alavancas que possam ser usadas para aumentar a eficiência, o crescimento e as margens, ao mesmo tempo em que diminuem potenciais problemas; e criar um modelo operacional que permita que os supermercados façam uma transformação rumo à sustentabilidade do negócio.

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Varejo

Grupo anuncia expansão agressiva até 2023

De Administrador SH 12 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Rede desenvolveu amplo projeto que inclui a abertura de novas lojas, um CD e criação de centenas de empregos

Com abertura de mais cinco lojas em Uberlândia, a rede supermercadista Leal vai investir R$ 65 milhões até o fim de 2023 e promete abertura de 3,5 mil vagas de empregos diretos e indiretos. A empresa ainda vai construir um centro de distribuição na cidade do Triângulo Mineiro.

A primeira das novas lojas será inaugurada no próximo mês, no Bairro Gravatás, Zona Sul da cidade, com geração de 100 empregos diretos e 300 indiretos.

“Hoje, 90% dos nossos produtos são de produtores locais. É muito gratificante a gente poder crescer e investir na cidade. Eu cresci aqui e estamos com um plano muito arrojado, trazendo muitas inovações e coisas boas para a população. Além de novas lojas, temos nos modernizado para atender melhor os nossos clientes e proporcionar qualidade de trabalho aos colaboradores”, disse o diretor comercial da rede de supermercados Leal, Leandro Souza.

A projeção da empresa é que até o fim do próximo ano a expansão chegue com as demais quatro lojas nos bairros Jardim Holanda, Shopping Park, Novo Mundo e Jardim Célia. 

Com os novos investimentos, serão, ao todo, 10 lojas em Uberlândia, com 12 mil metros quadrados de área comercial. A rede de supermercados conta com cinco lojas na cidade, nos bairros Roosevelt, Tibery, Mansour, Santa Mônica e Alvorada.

O Centro de Distribuição será instalado no Distrito Industrial.

Fonte: Primeiro Jornal

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Varejo

Busca por grão dispara com inflação elevada

De Administrador SH 12 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Brasileiro tem adotado novos hábitos de consumo diante a queda no poder de compra

A entressafra deverá fazer o preço do feijão carioca aumentar até o fim deste mês no país e se estabilizar apenas em meados de maio, quando a segunda safra de Minas Gerais e do Paraná começar a chegar ao mercado. Teoricamente, o movimento frearia a demanda do consumidor final, mas não é o que tende a acontecer. A queda da renda da população e o temor com a inflação têm levado as pessoas a comprar mais feijão e a deixar de lado outras proteínas mais caras, como carnes e ovos.

A Horus, empresa de inteligência de mercado cujas análises são baseadas em dados que constam em cerca de 20 milhões de notas fiscais emitidas por mês, fez uma pesquisa que mostrou que a presença do feijão nos carrinhos dos supermercados espalhados por mil municípios do Brasil cresceu de forma expressiva em pouco mais de um ano.

Em março, o produto esteve presente em 9,9% das compras. No início de 2021, os percentuais foram de 6,9% em janeiro, 6,8% em fevereiro e 7% em março. E isso apesar da alta dos preços – que, de acordo com o IPCA, foi de 4,77% no caso do feijão carioca e de 3,05% do feijão preto em fevereiro de 2022 ante o mesmo mês do ano passado.

Diversificação dos tipos de feijão produzidos no Brasil pode se tornar um incentivo à ampliação das vendas ao exterior

O levantamento da Horus também aponta que, em média, a presença do item feijão nos carrinhos era de 2,1 (mais de dois pacotes) em fevereiro e 2,2 em março. Nos mesmos meses do ano passado, a média foi de 1,9.

Tentativa para dinheiro render

“Esse aumento no número médio de itens deve ser devido à volta das compras de mês, quando o consumidor se abastece em uma única ida ao supermercado, para fazer o dinheiro render mais. É um comportamento típico de períodos de inflação”, observa Luiza Zacharias, diretora de novos negócios da Horus.

Outra comparação que chama a atenção é com abril de 2021. Naquele mês, o feijão teve um pico de preços de R$ 8,32 o quilo, em média, no país e a incidência nos carrinhos foi de 7,4%, com média de 2 itens por compra. No Rio de Janeiro, grande consumidor da leguminosa, o valor chegou a R$ 11,28 o quilo e a incidência caiu para 6,8%, com média de 1,8 item por carrinho. “Isso mostra que a alta dos preços costuma frear o consumo, a não ser quando consumidor não encontra alternativa”, afirma Luiza.

Diversificação

Marcelo Lüders, presidente do Instituto Brasileiro do Feijão e Pulses (Ibrafe), sempre afirma que o feijão é a proteína mais barata para os brasileiros, e que sua produção deveria ser incentivado por meio de programas oficiais, sistemas de irrigação e cultivo de variedades diferentes. “Os produtores não têm mercado internacional para vender o carioca, então seria importante ensinar o consumidor a comer o fradinho, o rajado, o preto, o caupi, o munge e o feijão branco, porque o excedente poderia ser exportável”, diz ele.

Essa diversificação também se refletiria nos preços. Neste momento, realça Lüders, a entressafra é de carioca, mas há feijão preto e caupi disponíveis. “O Brasil colhe apenas 18% da segunda safra de carioca agora em abril, por isso não tem essa variedade”.

O preço do feijão carioca ao produtor está atualmente entre R$ 350 e R$ 370 a saca, enquanto o preto sai em torno de R$ 300. No mesmo período de 2021, o produtor recebia R$ 271 pelo carioca e R$ 260 pelo feijão preto.

Safra

O Brasil tem três safras de cultivo da leguminosa por ano, e a área geral tem perdido espaço a cada ano. Em 2011/12, eram 1,5 milhão de hectares com o carioca. Em 2021/22, a Conab estima que as três safras da variedade terão 1,2 milhão de hectares, queda de 3,5% ante o ciclo passado e 20% abaixo do registrado há dez anos.

Com a soma de todas as variedades, a área é estimada em 2,9 milhões de hectares em 2021/22, 3,2% menos que no ciclo passado e 11% menor que em 2011/12.

Fonte: Fernanda Pressinott, Valor

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ESG

Danone coloca o ESG em primeiro lugar

De Administrador SH 12 de abril de 2022
Escrito por Administrador SH

Conservando o pioneirismo, empresa acaba de receber a certificação de Empresa B no Brasil

Atenta às tendências do mercado, a Danone decidiu submeter 100% de sua operação a uma rigorosa verificação, a fim de garantir que a companhia conseguisse cumprir as exigências da nova realidade.

Para isso, investiu na promoção de culturas empresariais abertas e colaborativas, gerando impactos maiores, exigindo a cooperação e parceria para alcançar, monitorar e medir o progresso de forma eficaz. Os esforços culminaram para que, em 2021, a companhia conquistasse a certificação de Empresa B, se tornando a primeira e única grande indústria de alimentos a receber este reconhecimento, no Brasil.

Utilizando critérios bastante rígidos, a certificação é dada por uma organização internacional independente e sem fins lucrativos, o B Lab — representado no Brasil pelo Sistema B — que consegue verificar de forma tangível e mensurável a busca do sucesso econômico de uma forma sustentável, unida ao progresso social.

A empresa passa por uma avaliação 360º, onde são analisados os pilares de Governança, Trabalhadores, Meio Ambiente, Relação com a Comunidade e Modelo de Negócio de Impacto.

“Temos muito orgulho em fazer parte do Movimento Global de Empresas B e de nosso pioneirismo e exclusividade no setor, aqui no Brasil. Para uma indústria de alimentos do tamanho da Danone, ser reconhecida com esta certificação é um desafio imenso, já que demostra não só a essência da empresa, mas, principalmente, o modelo de negócio de impacto, incentivando outras empresas a adotar soluções mais saudáveis, sustentáveis e regenerativas para as pessoas e o planeta”, revela Cibele Zanotta, Diretora de Assuntos Corporativos da Danone Brasil.

Um ano após a conquista deste importante reconhecimento, a Danone deseja continuar inspirando e incentivando outras empresas privadas a ingressarem na construção de uma economia mais igualitária, sustentável e regenerativa, com velocidade e urgência, formando uma rede de organizações com ideias semelhantes em direção a um modelo próspero e duradouro.

Ao longo deste período, a companhia pode afirmar que ser uma Empresa B, tem demonstrado a cada dia, ser um meio poderoso de atestar credibilidade, confiança e valor, fazendo com que brilhem os olhos daqueles que querem trabalhar, comprar e investir em instituições nas quais acreditam.

Consciente da importância de ser a primeira e única grande indústria de alimentos a receber tal certificação, no Brasil, a Danone deseja influenciar outras companhias a adotar um modelo de negócio mais inclusivo e sustentável, gerando voluntariamente impactos positivos para sociedade e para o meio ambiente. Por esta razão, faz questão de continuar agindo com responsabilidade e transparência, além de investir continuamente em melhorias.

12 de abril de 2022 0 Comentários
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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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