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segunda-feira, setembro 21, 2026
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Varejo

Mambo desce a serra e faz delivery nas praias do litoral

De Administrador SH 11 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Estratégia visa fidelizar o cliente que pode optar por comprar pela internet e receber onde passa as férias

A Rede de Supermercados Mambo, reconhecida por oferecer produtos da mais alta qualidade e as melhores experiências de compra aos seus clientes, segue com a campanha Projeto Verão até o final do mês de fevereiro em suas lojas físicas da capital paulista, assim como em seu canal de e-commerce.

Além de uma série de promoções em diversos setores, principalmente nas seções que trazem produtos sazonais, mais consumidos nos meses de verão, a novidade para o período de oportunidades fica por conta das cidades que passaram a ser contempladas pelo serviço de entregas. Os clientes que estiverem em cidades litorâneas como Santos, Guarujá e Praia Grande, no litoral sul; e Bertioga, Riviera de São Lourenço, São Sebastião e Ubatuba, no litoral norte, poderão efetuar suas compras pelo e-commerce do Mambo e recebê-las onde estiverem hospedados. O interior paulista, especialmente a região do Condomínio Boa Vista, próximo a Cotia, também faz parte da ação.

“Sabemos que muitos esperaram por essas férias e nada como poder descansar de fato, sem a preocupação de ter que ir ao supermercado. Ou ainda, pensar em dividir o espaço no carro com as compras, com tantos itens de viagem para levar. Nosso e-commerce está completamente estruturado para atender essas demandas, com todas as promoções que preparamos também para nossas lojas físicas”, comenta Daniele Motta, diretora de marketing do Supermercados Mambo.

Durante o Projeto Verão, nos quatro finais de semana de janeiro, a rede terá também uma ação promocional nas praias de Bertioga, com a distribuição de brindes e cupons de desconto para compras. Entre os produtos que participam da temporada de oportunidades da rede, estão frutas, sucos, bebidas em geral, sorvetes e itens de perfumaria como protetores solares, hidratantes e repelentes. Para mais informações,  www.mambo.com.br. 

11 de janeiro de 2022 0 Comentários
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Pessoas

Carrefour oferece 300 bolsas de estudo em tecnologia para pessoas negras

De Administrador SH 11 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Programa de capacitação antirracista integra acordo com o Ministério Público do Rio Grande do Sul

O grupo Carrefour Brasil abriu 300 inscrições para bolsas de estudo para capacitação em tecnologia para pessoas negras. A ideia da empresa é aumentar a presença de pretos e pardos no mercado. As inscrições podem ser feitas até o dia 30 de janeiro de 2022 e faz parte de uma parceria com a startup educacional DIO.me (Digital Innovation One) intitulada Transforma Tec.

O principal objetivo da ação é combater o racismo, colocando em prática o compromisso da rede de supermercados firmado após o incidente que levou à morte por asfixia do cliente João Alberto Silveira Freitas, negro, morto em uma unidade de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, do Carrefour, em uma abordagem violenta arquitetada por dois seguranças. 

Veja como se inscrever

As inscrições são abertas para pessoas que se autodeclararem pretas e pardas, de baixa renda e tenham interesse em se desenvolver na área de tecnologia. Além disso, será necessário:

• Ter idade entre 18 e 30 anos, ser negro ou pardo .

• Apresentar comprovadamente renda per capita igual ou inferior a 1,5 salário-mínimo.

• Ter concluído no mínimo o Ensino Fundamental II (equivalente ao 9º ano).

• Residir nas cidades de Porto Alegre/RS, Salvador/BA, São Paulo/SP, Recife/PE e Manaus/AM ou em municípios próximos.

• Ter disponibilidade para se deslocar até a instituição parceira,caso tenha necessidade de usar a estrutura do laboratório para seu processo de aprendizagem.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por meio deste site . Clique aqui e se inscreva!, totalmente online, com foco em pessoas negras de todo o país, com idades entre 18 e 30 anos.

É preciso ter acesso a um computador para realizar as atividades da plataforma e disponibilidade para assistir às aulas que serão ministradas nos períodos da manhã e/ou tarde. As aulas começam em março e vão até outubro de 2022.

Cursos oferecidos 

O aprendizado contribui para que os alunos trabalhem em todas as etapas de projetos, podendo ser em banco de dados, servidor, armazenamento em nuvem, entre outros.

Todo o conteúdo do curso terá como base os fundamentos do nível básico em desenvolvimento de software, com foco em Fullstack Java, React e Cloud.

Assim, será possível criar habilidades e conhecimentos com foco em vagas que exigem conhecimentos em back-end e front-end, ramos promissores no mercado de trabalho. 

As aulas serão 100% online e haverá um suporte técnico para tirar as dúvidas dos alunos e também uma plataforma com todo o conteúdo programático.

Combate ao racismo

O objetivo do grupo Carrefour é colocar em prática o compromisso de combate ao racismo, tendo em vista que a presença de pessoas negras ainda é baixíssima nas profissões que envolvem tecnologia.

Segundo estudo da organização PretaLab em parceria com a ThoughtWorks, cerca de 32% das equipes de tecnologia não têm pessoas negras em sua composição.

“Para nós é muito importante construir pontes que facilitem o acesso da população a melhores condições de vida e à educação e renda. A tecnologia é o segmento que mais cresce no mundo, sendo altamente competitivo, e temos como objetivo ampliar a representatividade dentro deste campo. Ações como esta são fundamentais para expandir nosso compromisso com o fomento da população negra e combate ao racismo, por meio de ações concretas com impacto a curto, médio e longo prazo, que visam transformar a vida dos participantes e das comunidades onde vivem”, diz Cristiane Lacerda, Diretora de Recursos Humanos do Grupo Carrefour Brasil.

Sobre o Transforma Tec

O Transforma Tec é um programa totalmente online, com duração de 6 meses, que conta com acesso a uma trilha de capacitação personalizada para as demandas do mercado de tecnologia.

Com uma metodologia focada em desenvolver talentos da área, utiliza atividades, projetos e vídeo aulas práticas para aprender do zero com o acompanhamento de especialistas e monitores durante toda a formação.

As bolsas incluem chips com conexão à internet e também um cartão pré-pago para compra de uma cesta de alimentação. Dentro do programa, a Dio.me oferecerá total suporte para os estudantes.

Fonte: Olhar Digital

11 de janeiro de 2022 0 Comentários
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Varejo

Carrefour marca território e reforça formato de hipermercado

De Administrador SH 10 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Primeira campanha publicitária do ano cutuca a concorrência e alavanca outros negócios do grupo no
Brasil

Em sua primeira campanha do ano, o Carrefour, maior ecossistema do varejo alimentar do país, aposta na atriz Claudia Quintino, que participou de propagandas de outra rede varejista por mais de uma década, para reforçar a importância do formato de hipermercados para as operações da companhia no Brasil.

A nova campanha “Vem fazer Carrefour”, desenvolvida pela Publicis, convida os consumidores a conhecer as lojas e ofertas da rede — com um reforço especial para os hipermercados.

“O Grupo Carrefour Brasil acredita na importância dos diferentes formatos de lojas e suas adaptações, levando em consideração as necessidades e os diferentes perfis de cliente, em cada um dos momentos de compra, seja abastecedora ou repositora, além das características de cada localidade e região do país”, explica Geraldo Monteiro, diretor de operações do Carrefour Brasil.

“O formato hipermercado está presente em todos os momentos ao longo da vida dos clientes e atende a todos os públicos, com sua amplitude de sortimento que traz desde produtos mais baratos até produtos premium, todos com preços competitivos. A qualidade de seus perecíveis é outro ponto que se destaca, além de todo o complemento de Eletro, Bazar e Têxtil”.

“O fato de outros players do mercado terem deixado de investir no formato faz com que tenhamos ainda mais espaço para consolidar nossa participação, que já vem acontecendo com contínuos ganhos de market share, mantendo um bom nível de serviço e ajustando sortimento e preço”, explica Monteiro.

“Nossa operação de hipermercado apresenta uma boa rentabilidade operacional, que fica ainda melhor quando incluímos todas as sinergias desses espaços, como postos de combustíveis, drogarias, o Banco Carrefour e as nossas operações de galerias comerciais”, completa.

“A gente quer abraçar com muito carinho os clientes que ficaram órfãos da marca que saiu do mercado”, afirma Geraldo Monteiro. Ele não revela quanto foi investido na campanha, que inclui comerciais de TV, rádio, mídia impressa e digital, nem quanto pretende ampliar em vendas com a conquista dos clientes.

O executivo frisa que não se trata de uma provocação contratar a garota-propaganda de um ex-concorrente. Por meio da atriz, familiar a esses consumidores, a ideia é mostrar a transformação pela qual as 100 lojas de hipermercado da rede passaram nos últimos anos. O mote da campanha é “Vem fazer Carrefour”, recomendado por Claudia, tendo como pano de fundo a economia proporcionada por ir às compras na rede.

Jaime Troiano, presidente da consultoria Troiano Branding, avalia como “delicada” a aposta do Carrefour de usar a ex-garota-propaganda de um ex-concorrente para captar consumidores. “Não acredito que uma pessoa consiga transportar clientes de uma marca para outra, a não ser que ela tenha um nível de reconhecimento e prestígio muito poderoso – e não sei se é o caso dela”, afirma. Segundo o Carrefour, não foram feitas pesquisas que atestem a força da garota-propaganda junto aos consumidores e sua contratação foi mais uma oportunidade.

Levando em conta todo o ecossistema da companhia, o formato contribui para alavancar a base de clientes de outras unidades do Grupo Carrefour Brasil. Para o Banco Carrefour, o hipermercado se apresenta como porta de entrada para a operação financeira do Grupo.

Ao mesmo tempo, esse formato se insere, geralmente, em um ambiente multiuso de conveniência e praticidade, fortalecendo também o Carrefour Property, unidade de negócios que atua na gestão e desenvolvimento do portfólio imobiliário da companhia.

Nesses espaços, os clientes, além de ir ao mercado, encontram fácil acesso a uma série de outros serviços, como academias, lotéricas, bancos, salão de beleza, mecânica, praça de alimentação, lavanderias, lojas de roupas, games, perfumaria, casa de câmbio, agência de viagens, entre outras facilidades que buscam resolver situações do cotidiano em um único espaço.

Modelo

Com a estabilização da economia, o modelo de hipermercado perdeu força, pois as compras passaram a ser mais frequentes e em lojas de vizinhança. Nos anos 1990, veio o atacarejo, mistura do atacado com o varejo, que passou a suprir a compra de mês com preço cerca de 10% menor.

Apesar dessas transformações no varejo, o presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo, Eduardo Terra, diz que o hipermercado não morreu, mas se adequou e pode voltar a ter uma certa força.

Na sua avaliação, a investida do Carrefour é uma estratégia inteligente, desde que consiga combinar preço baixo com prestação de serviço e variedade de sortimento. O atacarejo ficaria em desvantagem nos dois últimos quesitos. Além disso, a rede francesa ficou sozinha nacionalmente no segmento após a saída do Extra.

Campanha “Vem fazer Carrefour”

A nova campanha do Carrefour destaca os principais atributos da rede em relação à concorrência, tais como preços baixos, economia, qualidade, produtos frescos, variedade e ofertas exclusivas.

De acordo com Daniel Milagres, diretor de Marketing do Carrefour Brasil, com o fechamento de lojas da concorrência, essa é uma grande oportunidade para a companhia apresentar os diferenciais dos hipermercados Carrefour e conquistar novos clientes.

“O novo momento da marca com a retomada do ‘Faz Carrefour’ vem num contexto muito importante para os brasileiros, no qual economia e qualidade se fazem ainda mais necessários. É uma marca que se posiciona, que está ao lado dos brasileiros e que mostra isso por meio dessa campanha, que ressalta os principais atributos e convida o cliente, por meio da Claudia, a conhecer e se encantar pela qualidade, preços baixos, e acessibilidade do Carrefour.”

Fonte: Cia e Estadão

10 de janeiro de 2022 0 Comentários
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Varejo

Grupo Imec planeja abrir duas lojas este ano

De Administrador SH 10 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Atacarejo regional já marca presença no interior e região metropolitana

Quem passa pela avenida da Zona Sul de Porto Alegre se pergunta: o que vai abrir no grande pavilhão no mesmo empreendimento onde a rede de farmácias São João abriu a loja número 900 no começo de dezembro? Será um atacarejo que está com 160 vagas de emprego abertas.

Atacarejos, que combinam venda de maior volume e quantidade de produtos de atacado e a pegada do autosserviço de supermercado, vêm proliferando em diversas regiões do Estado.

A fachada em vermelho voltada à avenida Edgar Pires de Casto, perto de rótula com a avenida Juca Batista, dá a pista da marca: será mais uma unidade do Desco Super&Atacado, que pertence ao grupo Imec, de Lajeado, que também atua em supermercados. A rede está chamando a loja de Desco Juca.

Será a segunda filial da bandeira na Capital. A primeira fica na rua Ramiro Barcelos, em direção à Zona Norte, onde abriu em dezembro no número 430. Nas duas unidades na Capital, o grupo diz que vai gerar 250 empregos diretos e 120 indiretos.

A previsão de ter mais uma operação já havia sido noticiada pelo Imec no primeiro semestre de 2021. A estimativa é abrir até março, segundo apurou a coluna.

A chegada da operação vai elevar a disputa por clientes na região, que vive expansão residencial nos anos recentes. Próximo ao futuro Desco, tem um supermercado Zaffari. Mais à frente, na Edgar Pires de Castro, estão posicionadas bandeiras de bairro, como o Super Kan Supermercados.

O Imec é o quarto maior grupo do setor de supermercados do Estado e 54º do País, segundo o ranking da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) de 2021 (em 2020, estava na 56ª posição).

O grupo faturou R$ 889,1 milhões em 2020 (último dado disponível), tinha 2,4 mil funcionários e quase 30 mil metros quadrado de área de vendas.

No pavilhão pré-moldado, está prevista uma lotérica. O atacarejo será a âncora do pequeno complexo.

A marca tem mais oito atacarejos situados em Lajeado, Encantado, Bento Gonçalves, Charqueadas, Taquara, Montenegro, Esteio e Santa Cruz do Sul, as três últimas abriram em 2021. No seu site, o grupo informa que vai abrir outra filial em Alvorada, na Região Metropolitana.

A loja de atacado e supermercado vende 7 mil itens de mercearia, higiene e limpeza, perecíveis e bazar e atende consumidores finais e empreendedores que abastecem pequenos negócios.

Na filial “Juca”, os postos que estão abertos são para auxiliar de limpeza, operador de empilhadeira, açougueiro, auxiliar de açougue, operador de caixa, auxiliar de hortigranjeiros, auxiliar de padaria, auxiliar de fiambreria, repositor, auxiliar de depósito, fiscal de caixa, fiscal de prevenção de perdas, agente de prevenção de perdas, conferente de frente de caixa, auxiliar administrativo de recebimento, conferente, tesoureiro, assistente de estoque e auxiliar de televendas.

As vagas são para quem tem escolaridade de Nível Fundamental e Médio. Interessados podem se candidatar pelo https://imec.compleo.com.br/Visualizar/105474.

Fonte: Patrícia Comunello, JC

10 de janeiro de 2022 0 Comentários
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Varejo

Consumo de iogurte anda melhor do que o esperado, revela Kantar

De Administrador SH 10 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

No ano passado, a indústria de lácteos freou o repasse de preços aos consumidores

O consumo de lácteos costuma diminuir no país em períodos de inflação e desemprego altos. Apesar disso, o iogurte tem mostrado certa “resiliência” na crise atual: o produto conquistou espaço nobre na cesta de perecíveis dos brasileiros e, assim como frangos, linguiças e queijos, passou a ser um dos itens que os consumidores demoram mais para abandonar, indicam dados da empresa de inteligência de mercado Kantar.

Mas, resiliência do produto à parte, a indústria de laticínios terá um desafio nada desprezível em 2022: manter a fidelidade dos consumidores de iogurte, posição consolidada na década passada, e aumentar as vendas em um momento em que precisa repassar os custos represados do último ano.

Os preços do leite cru – principal matéria-prima para esses fabricantes – e as despesas com energia, combustível e embalagens, entre outras, têm pesado nas planilhas de custos. “O ano passado será lembrado pelas altas no campo, pela baixa rentabilidade para o produtor e, também, pela dificuldade dos laticínios em repassar aos derivados o aumento do preço do leite cru”, afirma Natália Grigol, pesquisadora do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), em boletim recente.

Na média Brasil, o preço do leite pago ao produtor – ou seja o desembolso da indústria – ficou em R$ 2,2596/litro no intervalo de janeiro a novembro, 18,1% acima da média do mesmo período de 2020 (dado deflacionado pelo IPCA de novembro). Nesse mesmo intervalo, os laticínios receberam apenas 1,7% a mais pelo UHT e 1,9% pelo muçarela, cita o Cepea.

A tendência é que o iogurte continue a ser um dos itens perecíveis mais presentes na lista de supermercado dos brasileiros, avalia Carolina Silvestre, diretora da divisão Worldpanel da Kantar. “O iogurte continue a ser um dos itens perecíveis mais presentes na lista de supermercado dos brasileiros, avalia Carolina Silvestre, diretora da divisão Worldpanel da Kantar. “O iogurte está entre os produtos que o brasileiro demora mais para abandonar por considerá-los importantes”, explica.

Entre outubro de 2020 e setembro de 2021, dado mais recente coletado pela empresa, a comercialização de iogurtes no país totalizou 592 mil toneladas, volume 1,3% maior que o dos 12 meses anteriores. O avanço, pequeno, é sintoma do cenário macroeconômico desfavorável, mas, em receita, o segmento movimentou R$ 6,6 bilhões, ou 13% a mais na mesma comparação. De outubro de 2019 a setembro de 2020, o volume havia diminuído quase 4%.

Esse aumento de receita foi resultado direto da alta de preços, diz a diretora da Kantar. Apenas no terceiro trimestre do ano passado, o preço médio das unidades comercializadas aumentou 11,6%.

Arte: Valor

Mesmo com a perda de poder de compra dos brasileiros, o iogurte ainda está na lista de supermercado de mais de 70% das famílias do país, de acordo com a Kantar. No verão de 2021, informa a empresa, o alcance chegou a 72,8%.

Neste verão, estação em que o consumo do produto costuma crescer, a demanda deverá seguir firme, diz Carolina Silvestre. Quem consome e tem condições de manter o produto na lista de compras, explica, reduz o volume de compra ou troca de marca antes de abrir mão do produto.

Fonte: Érica Polo, Valor

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Tendências

O impacto dos supermercados inteligentes na vida dos clientes e lojistas

De Administrador SH 10 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Como a tecnologia está mudando a forma de comprar onde as pessoas ocupadas da Geração Z não querem ficar na fila e os mais jovens da Geração Y, dispensam qualquer interação na loja  

Bem-vindo aos supermercados do futuro. Eles podem parecer e se sentir como os supermercados a que estamos todos acostumados – e estocar o mesmo pão, manteiga e bananas – mas essas lojas agora estão equipadas com mais de £ 1 milhão da mais recente tecnologia que seus patrões prometem acabar com nossa maior frustração (filas) e nosso crime mais persistente (furto em lojas).

Jill French, uma secretária jurídica na casa dos 30 anos, vestindo um terno azul-marinho elegante e boina combinando, acaba de deixar um Tesco Express no viaduto Holborn, em Londres, de mãos vazias. São quase 18h30 de uma quinta-feira e, como dezenas de outros, French apareceu para algumas coisas essenciais a caminho de casa. “Eu só entrei para comprar macarrão, leite e alguns brócolis”, diz ela. “Mas havia uma fila tão grande que fiquei frustrado e saí.”

A oito minutos a pé está outro Tesco Express quase idêntico, onde não há filas. Esta loja é a mais inteligente de todos os 2.700 Tescos do Reino Unido.

Não há caixas (com autoexame ou tradicional), sem assistentes de caixa e – em teoria – sem chance de furto. Esta Tesco, chamado GetGo, é preenchido com milhares de câmeras, prateleiras pesadas e tecnologia de inteligência artificial que observa cada movimento seu, descobre o que você comprou e cobra diretamente quando você sai.

Não é apenas a Tesco que está testando esses novos supermercados “inteligentes”. Os varejistas em todo o Reino Unido e no resto do mundo estão correndo para implantar tecnologia rival. O modelo para todos eles são semelhantes.

Primeiro, você deve baixar um aplicativo, registrar um cartão de crédito e escanear um código QR no seu telefone para entrar pelos portões do tipo estação de trem. As barreiras impedem quem não tem o aplicativo de entrar na loja. Uma vez lá dentro, a tecnologia segue você pela loja gravando cada item que você pega (e coloca de volta). Quando terminar, você simplesmente sai e, após alguns minutos, seu telefone avisa sobre quanto você gastou.

Os supermercados dizem que as pessoas com pressa e facilmente frustradas estão clamando por uma experiência de compra melhor e sem complicações, e se essas lojas experimentais forem bem-sucedidas, elas irão lançar a tecnologia em todo o país.

Hoje todas as lojas, grandes ou pequenas, seguem um conceito semelhante. Mas nossas necessidades de varejo estão evoluindo.

Os dias da “grande loja semanal” acabaram, com os britânicos indo ao supermercado pelo menos duas vezes por semana, de acordo com o YouGov, enquanto uma minoria crescente admite aparecer mais de duas vezes por dia.

A nova geração de lojas de IA deve responder a essas mudanças, mas há perigos em mexer em um dos últimos níveis sociais restantes?

Os supermercados são mais do que apenas lugares para comprar alimentos; eles fornecem um espaço para uma mistura diária de pessoas de diferentes classes e origens em nosso mundo cada vez mais isolado.

Se a IA assumir o controle, aqueles sem acesso ao smartphone mais recente serão excluídos do grande caldeirão do supermercado? Será que idosos solitários perderão a conversa amigável com o caixa, que pode ser a única conversa do dia?

As pesquisas corroboram o palpite dos varejistas sobre nossas frustrações com as compras. Uma pesquisa recente da empresa de embalagens DS Smith descobriu que mais de um terço das 2.000 pessoas entrevistadas sairiam da loja em vez de esperar cinco minutos na fila do caixa, e 46% disseram que ficaram tão irritados com a fila que considerariam não ir de volta para a loja novamente.

Laura Saunter, analista sênior de varejo da empresa de análise de tendências de consumo WGSN, diz que os supermercados passaram anos tentando estourar as filas porque são o “principal problema” dos clientes.

Muitos de nós estão agora tão impacientes que esperar alguns minutos para que um assistente de caixa fique livre pode parecer um aborrecimento inaceitável em um mundo onde a tecnologia domina e se espera gratificação instantânea.

As lojas de IA enviarão funcionários de caixa da mesma forma que o operador de elevador?

“Essas lojas são posicionadas para pais da geração Y que estão ocupados; eles querem entrar e sair, não querem perder seu tempo”, diz Saunter. E os mais jovens, geração Z, simplesmente não querem interagir com o pessoal da loja.”

A Tesco já testou a tecnologia em seu supermercado exclusivo para funcionários em Welwyn Garden City por mais de um ano. A Amazon tem 15 lojas que usam tecnologia semelhante, incluindo uma quase do outro lado da rua da Tesco em Holborn.

As equipes de análise dos supermercados parecem ter uma queda pelo bairro do centro de Londres, com a Sainsbury’s também abrindo um supermercado inteligente experimental na mesma rua no final de novembro.

A corrida começou. Aldi está se preparando para abrir uma loja inteligente semelhante em Greenwich, no sul de Londres. Morrisons está testando sua própria visão da tecnologia, com o codinome Projeto Sarah, em sua sede em Bradford, e planeja lançar rapidamente dezenas de pequenas lojas em locais movimentados.

Outras duas lojas da Amazon abriram em Chingford e East Sheen pouco antes do Natal. Um recente vazamento de documentos internos revela que esses são apenas pequenos passos na rua principal do Reino Unido para a Amazon, que foi fundada pelo segundo homem mais rico do mundo, Jeff Bezos, em 1995 e agora é o segundo maior varejista do planeta, coletando vendas de mais de US $ 1,2 bilhão (£ 900 milhões) todos os dias.

A gigante da Internet, Amazon, está planejando abrir cerca de 60 lojas no Reino Unido no próximo ano, seguidas por 100 em 2023 e outras 100 em 2024, de acordo com um relatório do blog Business Insider. A Amazon há muito tempo é acusada de tentar matar as ruas, encorajando todos nós a comprar quase tudo online. Mas será que seu desejo de abrir lojas físicas poderia revitalizar nossos centros urbanos?

Todos os supermercados afirmam que a tecnologia foi projetada para facilitar a vida dos clientes, mas os especialistas afirmam que o desejo real é melhorar seus resultados, já que podem reduzir a folha de pagamento e economizar alguns dos £ 5,5 bilhões perdidos todos os anos com furtos em lojas e roubo de funcionário.

Os itens roubados com mais frequência de lojas do Reino Unido incluem destilados, bifes de lombo, lâminas de barbear, cosméticos, fórmulas infantis e baterias, de acordo com o Center for Retail Research (CRR). O queijo também está no top 10, com bries elegantes e camembert envelhecido frequentemente roubados para pedidos de restaurantes.

Os varejistas na Escandinávia estão à frente do Reino Unido, abrindo lojas sem assistentes de caixa, guardas de segurança ou qualquer outro membro da equipe presente. Em vez disso, os clientes usam seus telefones para abrir as portas de lojas semelhantes a contêineres, fazer compras completamente sozinhos e ouvir o bipe da notificação de contas em seus telefones.

Em menos de três anos, a startup Lifvs , sediada em Estocolmo , abriu 29 das pequenas lojas em vilarejos remotos em toda a Suécia, que em alguns casos perderam suas últimas lojas de esquina há décadas. Giulia Ray, uma apicultora da vila de Veckholm, 60 milhas a leste de Estocolmo, disse que a abertura da “caixa de compras” da Lifvs aumentou, em vez de diminuir, o espírito comunitário. “Você entra e pega algo, e talvez outra pessoa esteja aqui e você possa bater um papo”, ela diz enquanto pega o essencial e reabastece as prateleiras com seu próprio mel ao mesmo tempo.

Embora equipar supermercados com a nova tecnologia custe cerca de £ 1 milhão por loja, as empresas que a instalam afirmam que ela se pagará em 18 meses porque, com sorte, eliminará o roubo. “Com essa tecnologia, você não pode realmente roubar, sabemos quem está na loja e onde estão todos os produtos”, diz Yair Holtzer, que ajudou a desenvolver a tecnologia para a Trigo, uma empresa israelense que montou a loja Tesco e está trabalhando com outros grandes varejistas em todo o mundo.

“Com esses sistemas, ele evita não apenas furtos em lojas, mas também erros, erros e fraudes de funcionários”, diz ele. “Esses são problemas que todos os varejistas têm e podem ser resolvidos.”

Os supermercados perdem cerca de 1,4% de sua receita anual combinada de £ 200 bilhões para “redução” – código da indústria para roubo de cliente ou funcionário e erros administrativos.

O professor Joshua Bamfield, diretor do CRR, diz que os supermercados achavam que haviam encontrado uma solução para a frustração da fila e os altos salários com a introdução de máquinas de auto varredura que foram lançadas no início dos anos 2000 e agora são onipresentes. “Mas é muito fácil para os clientes pular alguns itens sem ler o código de barras”, diz ele. “É muito fácil escapar impune de coisas que você não seria capaz de fazer em uma caixa registradora com equipe.”

Investigue um pouco, e até mesmo os amigos e conhecidos mais respeitáveis ​​contam uma história de furto – desde o professor da escola primária do sul de Londres que faz questão de roubar um item em cada loja até o escritor que levou um tapinha no ombro de um segurança que ‘ eu a vi tocar na tela por uma banana quando ela ensacou duas.

Um estudo realizado pelo departamento de criminologia da Universidade de Leicester descobriu que o roubo em lojas com máquinas de auto-checkout era entre 33 e 147% mais alto do que aqueles com caixas apenas tradicionais. Os pesquisadores também descobriram que o número de máquinas de autoverificação disponíveis para uso estava relacionado ao nível de furto.

Em resposta, as lojas reduziram o número de máquinas de checkout disponíveis por funcionário, o que, diz Bamfield, explica por que os supermercados costumam colocar adesivos fora de serviço nos terminais em funcionamento.

Supermercados, incluindo o Tesco, também começaram a instalar telas em self-checkouts mostrando uma transmissão ao vivo de clientes digitalizando seus itens. “Eles estão lembrando você de que cada ação que você realiza está sendo filmada”, diz Bamfield. “É como a loja dizendo: ‘Tem certeza que quer roubar?’”

Não são apenas os clientes que roubam. A pesquisa de Bamfield mostra que cerca de £ 1,4 bilhão por ano é perdido com furtos em lojas, seguido de perto por £ 1,3 bilhão em furtos de funcionários. A nova tecnologia foi projetada para lidar com isso também.

“Pode não parecer tão óbvio, mas uma grande parte dos roubos se deve ao pessoal que está roubando e, ao remover o pessoal das caixas, essa tecnologia eliminará essa perda”, diz ele.

Bamfield acredita que a técnica mais comum que a equipe usa para roubar é conhecida na indústria como “switcheroo”.

“Um tio dirá ao sobrinho do caixa: ‘Entrarei na loja amanhã à tarde e gostaria de um desconto’”, explica ele. “Quando o tio vier ao caixa, o sobrinho terá um adesivo com código de barras para uma melancia ou laranja ou algo na palma da mão e, enquanto finge escanear as garrafas de uísque escocês do tio, o sobrinho irá escanear o adesivo de melancia.”

Bamfield, que passou uma carreira trabalhando com varejistas e escreveu um livro sobre furtos em lojas (Waterstones descreve seu título de 2012, Shopping and Crime como “um estudo interdisciplinar do crime no varejo como um fenômeno cultural”), não tem certeza do novo checkout- supermercados gratuitos conseguirão eliminar completamente o furto em lojas.

“Eu estava em uma conferência de varejo em Norwich e um dos palestrantes mostrou a imagem de uma dessas novas lojas e disse: ‘Bem, isso é o fim do furto.’

Mas, ainda não sabemos quão boa essa tecnologia será na redução de roubos. ”

O furto em lojas, que foi documentado pela primeira vez no século 16, começou a aumentar em 2014 depois que a lei foi alterada para definir “furto de baixo valor” como uma ofensa sumária. Isso significa que as forças policiais podem decidir não investigar roubos em lojas de mercadorias com valor inferior a £ 200.

Qualquer pessoa pego roubando menos de £ 200 em mercadorias ainda pode ser presa e pode ser processada, mas o comportamento anti-social, crime e ato de policiamento de 2014 permitem que eles se declarem culpados pelo correio. A polícia da Inglaterra e do País de Gales registrou 374.000 incidentes de furto em lojas em 2019 (os últimos números disponíveis), ante 317.000 em 2013, antes da mudança da lei.

Os varejistas responderam com mais tecnologia. A Sainsbury’s está experimentando a tecnologia de “detector de ocultação” de aprendizado de máquina para monitorar e registrar quando os clientes colocam um item no bolso e alertar os guardas de segurança da loja em tempo real.

A Sainsbury’s diz que sua parceria experimental de 30 lojas com a startup de inteligência artificial do Reino Unido ThirdEye ajudou a reduzir o roubo em seus corredores de bebidas alcoólicas em 47%. Razwan Ghafoor, cofundador e executivo-chefe da ThirdEye, diz que a tecnologia ajuda a tornar o CCTV mais inteligente.

“Você pode ter centenas de câmeras em uma loja, mas qual feed você deveria assistir?” Ghafoor disse ao telefone de Heathrow enquanto embarca em um avião para Nova York no dia seguinte à venda da ThirdEye para um rival maior, Standard AI, por milhões de libras. “Ensinamos o sistema a aprender quando alguém pega um item e o coloca no bolso. O sistema sinalizará e enviará um clipe de quatro segundos para um humano investigar. Isso significa que a equipe de segurança pode assistir a muito menos filmagens e se concentrar nas filmagens de que precisam assistir. ”

Sem filas, menos furtos em lojas, contas salariais mais baixas: os benefícios desta nova geração de supermercados de alta tecnologia são claros. Mas os ativistas estão preocupados, eles representam mais um passo na marcha do Reino Unido em direção a uma “sociedade de vigilância cotidiana”.

“Ir ao supermercado é uma das coisas mais corriqueiras e cotidianas que fazemos. O fato de a vigilância e a coleta de dados em tal espaço estarem sendo normalizadas é profundamente preocupante”, disse Emmanuelle Andrews, diretora de políticas e campanhas do grupo de direitos humanos Liberty. “O shopping deve ser um dos grandes niveladores, onde o empresário de terno elegante fica ombro a ombro com o aposentado de benefícios. Todo mundo tem que comprar comida, mas com essa tecnologia só quem tiver smartphone e cartão de crédito poderá fazer compras lá. ”

No curto prazo, os maiores perdedores com esta revolução tecnológica provavelmente serão o exército britânico de 270.000 trabalhadores de caixa, a maioria dos quais mulheres. A pandemia já atingiu duramente os trabalhadores do varejo, com cerca de 190.000 empregos perdidos desde o início do primeiro bloqueio em março de 2020. O Escritório de Estatísticas Nacionais (ONS) identificou empregos de caixa em supermercados como entre os que correm maior risco de serem substituídos pela automação. com 65% dos empregos de operador de caixa ditos estarem em perigo.

“A tecnologia sem caixa é projetada especificamente para eliminar empregos e economizar dinheiro”, disse o Dr. Carl Benedikt Frey , economista da Universidade de Oxford e especialista em automação em cuja pesquisa as estatísticas do ONS se baseiam. Até 47% de todos os trabalhos poderiam ser feitos por máquinas “nas próximas uma ou duas décadas”, acredita ele. Frey prevê que os trabalhadores do caixa provavelmente serão os primeiros a perder seus empregos para os robôs, ao lado de funcionários de bar, trabalhadores agrícolas e mecânicos de costura.

Os supermercados têm oferecido empregos estáveis ​​para gerações de britânicos excluídos de funções de alta qualificação, proporcionando rendas modestas, mas confiáveis ​​- e a perspectiva de avanço – em comunidades afetadas pelo declínio da manufatura.

Frey teme que uma implantação nacional de lojas de IA enviaria o funcionário do caixa da mesma forma que o operador do elevador, que até hoje é a única das 270 descrições de cargos listadas no censo dos EUA de 1950 a ser completamente eliminada pela automação.

“Achamos que essa mudança futura não tem precedentes, mas na verdade o que está acontecendo reflete o que vimos na Revolução Industrial e no esvaziamento dos empregos de renda média”, diz ele. “A tecnologia é muito diferente, mas os efeitos na economia são bastante semelhantes.”

De volta àquele Holborn Tesco, entre os familiares mantimentos diários, está chegando uma mudança que pode anunciar a maior revolução na forma como compramos mantimentos desde a abertura do primeiro supermercado em 12 de janeiro de 1948. Como seus predecessores, os supermercados inteligentes dizem que ser projetado para tornar nossas vidas mais fáceis. Mas é hora de permitir que o vendedor acompanhe o operador do elevador até a obsolescência, ou podemos todos aprender a esperar um pouco mais e curtir uma conversa amigável no caixa?

Fonte: Rupert Neate, The Guardian

10 de janeiro de 2022 0 Comentários
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ESG

PepsiCo utiliza embalagens de salgadinhos e garrafas PET em carroceria de caminhão

De Administrador SH 10 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Protótipo desenvolvido aqui no Brasil integra meta global de reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 40% até 2030

A PepsiCo, alinhada às suas metas globais de sustentabilidade, inova mais uma vez e lança um protótipo de carroceria de caminhão sustentável, feita com plástico reciclado, mais especificamente de BOPP e garrafas PET, materiais usados nas embalagens de salgadinhos e refrigerantes de suas marcas.

Esta é uma iniciativa pioneira no mercado e faz parte da transformação estratégica da companhia, o PepsiCo Positive, que visa gerar valor sustentável por meio de três pilares: Agricultura positiva, Cadeia de valor positiva e Escolhas positivas.

A agenda consolida as ações da empresa em toda a sua cadeia produtiva e coloca a sustentabilidade no centro dos negócios, o que inclui o desenvolvimento da economia circular e o reforço de sua frota sustentável, que hoje já é uma das maiores do setor de bens de consumo no Brasil e no mundo.

O protótipo foi desenvolvido utilizando como base embalagens recicladas de produtos da empresa na composição. Para a fabricação da carroceria, as embalagens de BOPP e PET passaram por processo químico que, misturados a outros componentes, reduzem a quantidade de fibra de vidro utilizada na fórmula original.

Este material passou por diversos testes a fim de assegurar sua segurança e durabilidade, entre eles o de envelhecimento artificial estimado em 10 anos, elasticidade e condução de calor, obtendo resultados positivos e demonstrando a possiblidade de utilizá-lo em larga escala em sua frota.

Para o projeto foram utilizados cerca de 3 quilos de embalagens plásticas de BOPP – o que representa cerca de 750 unidades de bolsas de salgadinhos, e 18 Kg de plástico PET – aproximadamente 368 garrafas. Novos experimentos estão sendo realizados para aumentar ainda mais a utilização destes recicláveis na composição da fibra, que pode consumir até 99% menos energia em kW/h na sua produção em comparação a carroceria convencional feita de alumínio.

“A preocupação com o Planeta está no centro dos esforços da PepsiCo e na área de transportes estamos cada vez mais atentos a essa necessidade de mudança para uma frota mais sustentável. Ações como essa reforçam o nosso compromisso com a sustentabilidade e, também, com a economia circular do plástico, material para o qual buscamos alternativas para que não se torne lixo e possa ser ressignificado. Apenas com o projeto de carroceria sustentável pretendemos reciclar aproximadamente 5 toneladas de plásticos em um ano.” afirma Anderson Pinheiro, Diretor de Transportes da PepsiCo Brasil.

PepsiCo expande frota de veículos elétricos e movidos a GNV

A PepsiCo também anuncia a compra de vinte caminhões elétricos e cinco movidos a GNV para reforçar sua frota sustentável. Dezenove veículos elétricos são da JAC Motors, modelo iEV 1200T, do qual a empresa já havia adquirido dez unidades em 2020 e um da Volkswagen, modelo e-Delivery11, primeiro caminhão elétrico 100% nacional. Os 5 veículos movidos a GNV (gás natural veicular), ou gás biometano, são da SCANIA e são do mesmo modelo que a companhia adquiriu 18 caminhões no ano passado. A empresa foi a primeira a usar caminhões movidos a gás natural e umas das pioneiras no uso de caminhões elétricos em sua frota, o que reforça o seu compromisso com a mitigação dos impactos causados pelas emissões de CO2 na atmosfera e com a sustentabilidade em toda sua cadeia de valor.

Todas essas ações vêm ao encontro de meta global da PepsiCo de reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 40% em toda a sua cadeia produtiva até 2030.

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Varejo

Snacks crescem em participação e indústrias reforçam portfólios

De Administrador SH 9 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Euromonitor estima que a categoria movimentou R$ 80 bilhões em 2021

O lanche entre as refeições está abrindo o apetite da indústria de alimentos. Há razão para isso. O mercado de snacks – salgadinhos prontos e para consumo rápido – não para de crescer. Somente em 2021, a projeção da consultoria Euromonitor é de que a categoria tenha movimentado R$ 80 bilhões, 11% acima do que faturava há cinco anos. Para os próximos cinco anos, até 2026, a estimativa é de que as vendas cheguem a R$ 89,3 bilhões, um novo salto de 11,6%.

A Yoki, marca brasileira do grupo norte-americano General Mills, resolveu aumentar sua participação na categoria com pipocas prontas, um produto em que já era líder na versão in natura e para microondas, com 47,3% do mercado. A companhia lançou três sabores de pipocas salgadas já prontas.

A avaliação na Yoki é de que a categoria ainda não é tão disseminada no país e tem potencial para atingir novos públicos. De acordo com a empresa, em outros países a pipoca pronta já é mais consumida do que a de microondas ou a que é feita na panela. Um exemplo são os Estados Unidos, onde as pipocas movimentam US$ 3 bilhões, quase 10% do mercado de salgadinhos do país.

“O consumidor consome snacks tanto dentro do lar quanto fora. É um produto bem coringa. Com avanço da vacinação e a retomada das atividades, o mercado deve se aquecer mais”, diz a diretora de marketing da General Mills, Priscila Pizzano.

A aposta na pipoca pronta leva em consideração o fato do consumidor encarar o produto como um “snack sem culpa”, diz Pizzano. O produto da Yoki promete apenas 37 calorias por xícara.

O plano de marketing envolveu degustação pois o consumidor tinha receio de que a pipoca fosse murchar. Foram dois anos de pesquisa para desenvolver o produto e os técnicos chegaram a um milho diferente daquele que é feito no micro-ondas – ele tem mesmo casquinha quando é estourado na fábrica, em um sistema que usa ar. A companhia também tem investido em pesquisa e desenvolvimento dos grãos de milho para melhor resultado.

“Recentemente investimos em nossa fábrica de Pouso Alegre, ampliando em 30% nossa capacidade”, disse a executiva. Foram investidos R$ 12 milhões nessa fábrica de que só produz pipoca. Está funcionando desde o início de 2021.

A Yoki não é a única a apostar em snacks. A M. Dias Branco, tradicional fabricante de biscoitos, disputa esse mercado. “Não queremos ser a M. Dias Branco dos biscoitos”, diz Fábio Melo, diretor de marketing. O plano é transformar a Latinex, empresa comprada em setembro do ano passado, em um “player importante”.

Entre os produtos da Latinex estão os da marca Fit Food, de snacks saudáveis, e as batatas chips Tyrrell’s, importada e com sabores sofisticados como a de trufa negra – um pacote de 150 g custa cerca de R$ 25. “Tem valor agregado bastante importante, preço-médio alto e rentabilidade. É uma categoria de foco e crescimento expressivo.”

Produtos de maior valor agregado e com apelo de saudabilidade são duas tendências do mercado, diz Gregory Ribeiro, analista do setor de alimentos da Euromonitor. “Vemos também a crescente relevância de produtos plant-based e veganos.”

Para o analista, a volta mais à vida fora de casa deve mesmo favorecer o segmento, que conseguiu se encaixar à lista de compras para consumo dentro dos lares por meio das vendas on-line. “Itens embalados em pacotes individuais e também categorias de consumo por impulso devem ter demanda crescente neste retorno. São esperados lançamentos focando em formatos para esse consumo for matos para esse consumo fora de casa.”

Uma das líderes na categoria, a PepsiCo fez 16 lançamentos em 2021 e espera seguir em ritmo similar em 2022. “Hoje, vemos uma mudança de comportamento do consumidor, que está mais aberto ao consumo de snacks salgados. Isso representa uma excelente oportunidade para investir”, diz Cecília Dias, sua vice-presidente de marketing para snacks. Hoje, 55% da receita global da PepsiCo vem de alimentos, com os salgadinhos como carro-chefe. Até setembro o volume de vendas dessa categoria cresceu 3% na América Latina.

Fonte: Raquel Brandão, Valor
               

9 de janeiro de 2022 0 Comentários
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Tendências

Cliente quer linha de marca própria saudável e premium

De Administrador SH 9 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Supermercados americanos investem em produtos exclusivos, sustentáveis e aprimorados 

Os varejistas de supermercado nos Estados Unidos continuam a evoluir e expandir suas ofertas de marcas próprias, adicionando centenas de novos produtos e incorporando mais atributos que os consumidores estão buscando, como fontes sustentáveis e rótulos de ingredientes limpos.

Grande parte do crescimento mais forte das vendas de marca própria ocorreu em departamentos das lojas mais afastadas, à medida que as empresas adicionaram mais carnes, produtos, delicatessen e itens de padaria de marca própria, todos com crescimento de vendas de dois dígitos. Mas as vendas de produtos de marca própria em lojas de centro também continuaram em uma forte trajetória em muitas categorias, incluindo alimentos congelados, bebidas, produtos de beleza e mercadorias em geral.

Os varejistas de supermercado nos Estados Unidos continuam a evoluir e expandir suas ofertas de marcas próprias, adicionando centenas de novos produtos e incorporando mais atributos que os consumidores estão buscando, como fontes sustentáveis e rótulos de ingredientes limpos.

“O crescimento nessas categorias confirma que as marcas dos varejistas estão atendendo às necessidades dos consumidores por conveniência e com opções melhores para você”, disse Peggy Davies, presidente da Private Label Manufacturers Association.

Entre as categorias de marca própria de loja central, as seguintes mostraram o maior crescimento de vendas no período de 52 semanas até outubro, de acordo com dados da PLMA:

. Licor, com alta de 5,8%, para US $ 53,5 milhões;

• Mercadoria geral, alta de 2,9%, para US $ 25,2 bilhões;

• Alimentos congelados, alta de 2,3%, para US $ 16,2 bilhões;

• Bebidas, com aumento de 2,3%, para US $ 9,9 bilhões, e

• Cuidados de beleza, alta de 1,8%, para US $ 3,7 bilhões.

Mercearias de rápido crescimento, como Aldi, Lidl e Trader Joe’s, elevaram o padrão das marcas próprias nos Estados Unidos, e muitos operadores de supermercados tradicionais seguiram seu exemplo. A Kroger Co., por exemplo, anunciou recentemente que o Home Chef se tornou sua quarta marca de loja de bilhões de dólares, e a empresa disse que continuava a crescer sua linha Simple Truth de itens naturais e orgânicos, bem como sua linha gourmet / especialidade de Seleção Privada. A empresa adicionou 200 SKUs de marca privada apenas no terceiro trimestre, disse Rodney McMullen, CEO, em recente teleconferência.

Davies, da PLMA, disse que espera que os varejistas de alimentos continuem a expandir suas marcas, citando como exemplos a nova linha sem glúten da Hy-Vee, Good Graces, bem como novas ofertas à base de plantas da Sprouts Farmers Market e Publix, e as recentes da Tops com expansão da linha de cafés Origins, que passa a contar com 54 variedades. Enquanto isso, a mercearia do Texas HEB lançou o Field & Future by HEB, uma nova linha de produtos ecológicos para casa e cuidados pessoais.

“Para onde quer que você olhe, os varejistas estão investindo mais tempo, esforço e dinheiro em produtos sustentáveis e ecológicos, linhas sem glúten, expansão de opções veganas / vegetais, bem como produtos de origem ética para oferecer a transparência que os consumidores estão exigindo”. disse Davies.

Os varejistas têm enfatizado cada vez mais o marketing e merchandising de suas ofertas de marca própria, disse Davies, apontando que a Amazon muitas vezes coloca suas próprias marcas no topo das páginas de pesquisa, enquanto Wakefern, pai do banner ShopRite, promove sua linha Paperbird de produtos domésticos com Anúncios de TV.

Os esforços de marcas próprias dos varejistas ocorrem em um momento em que a inflação dos preços dos alimentos está levando muitos consumidores a se tornarem compradores mais exigentes e à medida que alguns produtos de marca enfrentam pressões da cadeia de suprimentos.

“Existem alguns fatores que impulsionam a demanda do consumidor por marcas próprias – inflação de alimentos, menor disponibilidade de outras marcas devido aos desafios da cadeia de suprimentos em toda a indústria e maior qualidade e sofisticação das marcas de marcas próprias”, disse Jason Cunningham, vice-presidente de marcas próprias da SpartanNash

O distribuidor e varejista com sede em Grand Rapids, Michigan, conduziu recentemente um estudo de um ano de suas ofertas de marca própria e introduziu uma nova iniciativa estratégica de marcas próprias em 2021.

Este plano plurianual inclui o desenvolvimento de uma oferta de marca própria premium, desenvolvimento de item premium estratégico em categorias selecionadas, suporte de marketing aprimorado, grades de proteção de alta qualidade e ênfase na marca mainstream da empresa Our Family, disse Cunningham.

Seguindo tendências de consumo

As tendências que estão elevando as vendas de produtos em toda a loja do centro também estão impulsionando a demanda por itens de marca própria, disse ele.

“Estamos vendo muitas das mesmas tendências das marcas nacionais de CPG”, disse Cunningham. “Há uma demanda crescente por produtos de origem sustentável e sabores únicos ou divertidos e indulgentes.”

Como um exemplo das iniciativas de sustentabilidade em suas próprias marcas, a SpartanNash está usando materiais compostáveis ao apresentar cápsulas de dose única de seu café Our Family Traverse City Cherry, disse Cunningham.

A equipe de desenvolvimento de marca própria da empresa também busca criar itens únicos e originais, como variedades sazonais de edição limitada de seu sorvete Our Family. As introduções recentes incluem Mint Moose Tracks e Cherry Coffee Fudge Swirl, enquanto os sorvetes Candy Bar Overload e Brownie Moose Tracks devem estar disponíveis no início de 2022.

“A SpartanNash vê a inovação focada no cliente como nossa principal força, e queremos ter certeza de que nossos clientes podem aproveitar as novas tendências e escolher tudo o que precisam por um bom valor e sem comprometer a qualidade”, disse Cunningham.

A empresa também está lançando novas embalagens para toda a sua marca carro-chefe, Nossa Família.

“A indústria ultrapassou a era dos produtos de marca própria parecendo abaixo do padrão em comparação com as marcas nacionais”, disse Cunningham. “Nossa proposta de qualidade e valor rivaliza com as marcas nacionais, e queremos garantir que nossos produtos pareçam pertencer a esse contexto também.”

SpartanNash apóia suas próprias marcas com um menu robusto de soluções de marketing omnicanal, influenciadores de mídia social e outras estratégias digitais.

“Vemos um enorme potencial de crescimento na categoria de marca própria, e esses esforços, bem como várias estratégias adicionais, posicionam a SpartanNash e nossos clientes de varejo independentes para impulsionar a receita e a lucratividade incrementais nos próximos anos”, disse Cunningham.

Coborn’s expande a marca Four Brothers

A linha de marca própria Four Brothers na Coborn’s exemplifica a tendência em direção a produtos exclusivos, exclusivos de marcas próprias e especiais que os varejistas – e seus clientes – adotaram nos últimos anos.

“O que começou como uma pequena ideia em 2013 evoluiu e realmente ganhou mais força no último ano e meio do que nunca”, disse Dennis A. Host, vice-presidente de marketing da St. Cloud, Minnesota. empresa sediada, que opera 59 supermercados sob várias bandeiras no Upper Midwest.

A Coborn’s começou com um punhado de itens especiais perecíveis sob o rótulo Four Brothers, que leva o nome da terceira geração de irmãos Coborn: Bill, Ron, Dan e Bob, que são creditados com o crescimento significativo do negócio em meados de 1900. Desde então, a linha se expandiu para itens perecíveis e de armazenamento central, incluindo molhos, molhos para salada, xarope de bordo, especiarias e temperos e produtos assados embalados.

“Os produtos da variedade em constante expansão são realmente ‘especialidades acessíveis’”, disse Host. “Eles são um diferencial importante para nós.”

A Coborn’s trabalha principalmente com parceiros locais para desenvolver produtos para a linha, e suas equipes de marketing e merchandising trabalham juntas no design da embalagem e na criação de consciência da marca.

“Nossos hóspedes apreciam o apelo verdadeiramente local que o sortimento oferece, bem como a grande qualidade em que insistimos”, disse o anfitrião. “Somos muito rigorosos sobre o que recebe o rótulo dos Quatro Irmãos em termos de qualidade, sabor, ingredientes e embalagem.”

Ele disse que a Coborn’s tem vários novos itens planejados para a linha Four Brothers em 2022 que refletirão o compromisso da marca com o fornecimento local, valor e qualidade.

A Coborn’s, que também oferece marcas próprias da Topco Associates, tem visto um aumento na adoção de marcas próprias pelos clientes ao longo do tempo, disse a Host.

“Em vários casos, o hóspede pode nem perceber que o item que está comprando é considerado uma marca de marca própria”, disse ele.

A linha de pizzas congeladas Crav’n Flavor da Topco, por exemplo, oferece alta qualidade e embalagens fortes, disse ele, e a marca continua em expansão.

“Temos muitos convidados principais que têm uma grande afinidade com marcas privadas porque apreciam a qualidade e o valor, então vimos um crescimento contínuo das vendas de nossas marcas privadas, mesmo entre nossos melhores clientes”, disse Host.

Fonte: Mark Hamstra

9 de janeiro de 2022 0 Comentários
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Varejo

GPA promove o leilão dos bens do Extra através de lances eletrônicos

De Administrador SH 9 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

São mais de 30 mil ítens que podem ser arrematados até quarta-feira 

Após vender 70 lojas do Extra Hiper para o atacarejo Assaí por 5,2 bilhões de reais, o Grupo Pão de Açúcar está colocando em leilão milhares de itens remanescentes das unidades. Os bens podem ser arrematados até o dia 12 de janeiro, por meio de lances eletrônicos no site de leilões Superbid.

São 21 lotes, totalizando mais de 30 mil itens, pertencentes a diversas lojas do Extra Hiper nas regiões Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste. Há opções de mobiliário, peças, produtos de segurança, infraestrutura, balcões, compressores, ar-condicionado, gôndolas, fogões industriais, bancadas, entre outros.

Os lances iniciais variam de 118,8 mil a 940,4 mil reais. De acordo com os organizadores do pregão, os bens são um atrativo para mercados de pequeno, médio e grande portes, além de investidores, empreendedores e pessoas interessadas em revenda. Para mais detalhes dos lotes e do leilão, basta acessar este link.

Antes de colocar equipamentos em leilão, o Extra Hiper já havia feito uma mega liquidação para queima de estoque.

Em outubro, o Grupo Pão de Açúcar anunciou que iria desativar a marca Extra Hiper – que tinha 103 lojas, das quais 71 vão virar atacarejos do Assaí e as demais vão ser transformadas em supermercados.

Das lojas a serem desativadas, mais da metade fica em municípios com mais de meio milhão de habitantes, enquanto 25 estão na capital paulista.

O fim do Extra Hiper é mais um passo de um movimento de despedida dos hipermercados no país, em especial nas grandes cidades.

Fonte: Mariana Desidério, Exame

9 de janeiro de 2022 0 Comentários
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Publicação oficial da  Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS)

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SuperHiper é a publicação oficial do setor supermercadista, produzida pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) há 50 anos. É uma importante ferramenta utilizada pela entidade para compartilhar informações e conhecimento com todas as empresas do autosserviço nacional, prática totalmente alinhada à sua missão de representar e desenvolver os supermercados brasileiros.

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