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Varejo

Marfrig investe na produção de carne nobre na Patagônia

De Administrador SH 13 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Unidade da companhia localizada em ilha remota no extremo sul do Chile abate 180.00 animais por ano

Considerada uma das carnes mais nobres da gastronomia, o cordeiro da Patagônia é macio, suculento e possui grande valor nutricional. Alinhada com a tendência gastronômica, a Marfrig — líder global em produção de hambúrgueres e uma das maiores empresas de carne bovina do mundo – pretende disseminar de vez o consumo do corte no segmento de food service no Brasil e oferecer também opções orgânicas em 2022.

Adquirida pela Marfrig em 2007, a planta da Patagônia possui 9.000 metros quadrados e está localizada em uma das ilhas remotas do arquipélago “Terra do Fogo”, no extremo sul do Chile. A operação anual acontece somente entre janeiro e maio — quando as condições climáticas são mais propícias, uma vez que o inverno na região é bastante rigoroso. Durante a temporada, 400 funcionários trabalham para garantir a cadeia de produção, com abate de 180.000 animais.

Os chamados cordeiros são filhotes de ovelhas que possuem peso diferenciado – aproximadamente 13 quilos – o que faz o produto altamente demandado mundialmente pela boa relação de músculo e gordura. Os rebanhos são criados pelos produtores locais nos extensos campos patagônicos e alimentados 100% a pasto, sem confinamento, o que torna a produção mais sustentável. Como resultado, a carne proveniente desse ambiente tem uma gordura saudável e mais qualidade, sabor, maciez e suculência.

“O cordeiro da Patagônia é um dos nossos cortes mais diferenciados em sabor e qualidade. Acreditamos que a carne é uma boa opção para ser descoberta pelos consumidores que ainda não tiveram essa experiência gastronômica. Além de sustentável, esta é mais uma alternativa saborosa para integrar o cardápio do brasileiro”, diz Mariano Pabon, CEO da operação da Marfrig no Chile.

Mercados diversificados

No Brasil, o corte faz parte da linha Bassi Patagonia, marca de carnes nobres da Marfrig. Para 2022, a companhia pretende incluir o cordeiro da Patagônia também em supermercados, boutiques e casas de carnes especializadas no ramo e no food service — segmento composto por restaurantes, bares e padarias — e criar uma versão de carne orgânica do corte.

Além de Chile e Brasil, o produto congelado é destinado ao varejo do mercado internacional, exportado para Estados Unidos, China e Europa. Para isso, a planta possui a certificação BRC, reconhecida pela GFSI (Global Food Safety Initiative), um programa que visa harmonizar as normas internacionais de segurança de alimentos com o apoio dos maiores varejistas e fabricantes de alimentos do mundo. A unidade da Marfrig ainda possui uma estrutura apropriada para o ritual Kosher, próprio da culinária judaica.

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Varejo

BRF anuncia joint venture de U$ 350 mi com fundo saudita

De Administrador SH 13 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Plano estratégico da multinacional contempla produção da cadeia completa da proteína

A BRF informou nesta quinta-feira a assinatura de memorando de entendimentos com o fundo de investimentos soberano da Arábia Saudita para a criação de uma joint venture que atuará na cadeia completa de produção de frangos no país do Oriente Médio, em acordo que contempla investimentos de cerca de 350 milhões de dólares.

Segundo a BRF, a nova empresa, na qual a brasileira terá 70% de participação, promoverá a venda de produtos frescos, congelados e processados na Arábia Saudita. O fundo será dono do restante da companhia.

O memorando, não vinculante, “reforça o compromisso da companhia com seu plano estratégico e com a Visão 2030 da Arábia Saudita, em particular com a segurança alimentar na região do Golfo”, disse a BRF.

Além disso, o acordo salienta o importante mercado de produtos halal, preparados de acordo com requisitos muçulmanos.

O Brasil é o maior fornecedor de carne halal do mundo, vendendo frango e carne bovina nos lucrativos mercados islâmicos.

A Arábia Saudita é o quarto maior cliente para a carne de frango do Brasil, tendo importado 353,5 mil toneladas em 2021, segundo dados comerciais compilados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que representa grandes produtores e exportadores brasileiros.

O volume representa uma queda de 24,4% em relação ao ano anterior, pois os sauditas estão tentando reduzir as importações e aumentar a produção local de produtos de frango.

A BRF já tem uma joint venture no Oriente Médio, com um fundo soberano do Catar, também na área de produção de frangos.

O negócio é importante também porque a Arábia Saudita vem criando dificuldades para importações de carne de frango. A BRF, porém, é bem-posicionada no país, com quatro abatedouros aptos a exportar e uma fábrica.

Fonte: Reuters e Valor

13 de janeiro de 2022 0 Comentários
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ABRASVarejo

ABRAS reforça protocolos contra a covid e não vê risco com a falta de atendimento nas lojas

De Administrador SH 13 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

O setor emprega 3 milhões de colaboradores diretos e indiretos em todo o país

A Associação Brasileira de Supermercados esclarece que continua reforçando junto ao setor supermercadista o cumprimento dos protocolos para prevenção ao Coronavírus adotado desde o início da pandemia para eliminar ao máximo as fontes de contágio e assim proteger os seus colaboradores da linha de frente do atendimento e da retaguarda e a toda sociedade.

A entidade reforça que o ambiente das lojas deve se manter seguro para os consumidores, desde que cumpridos os protocolos de prevenção, como a adoção de procedimentos simples, mas altamente eficientes como o uso correto das máscaras, a higienização das mãos com o uso do álcool em gel que estão disponíveis em diversos pontos da loja, como nos estacionamentos, nos caixas, nos corredores e nas áreas de vendas em geral. A ABRAS recomenda ainda aos clientes especial atenção às marcações nos pisos das lojas que indicam o distanciamento seguro entre os clientes nas filas.

Além dessas medidas preventivas, ABRAS reforça que as lojas devem intensificar a limpeza dos carrinhos e cestas de compras que são as áreas de maior contato com as mãos dos clientes, assim como fazer a limpeza constante dos checkouts e pisos.

E, atentos à saúde dos colaboradores, em casos de testagem positiva, eles serão afastados, seguindo rigidamente às normas dos órgãos públicos responsáveis.

Quanto a manutenção dos serviços supermercadistas, a ABRAS reforça que o setor conta, em âmbito nacional, com cerca de 3 milhões de colaboradores diretos e indiretos que dão segurança e garantia ao abastecimento diário dos consumidores, não havendo riscos de faltar de mão-de-obra qualificada nas lojas diante do atual cenário.

 Além das lojas físicas, os consumidores contam com os serviços do e-commerce – compra pela internet e recebimento em casa ou compra pela internet ou outras ferramentas e retirada nas lojas.

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Varejo

Grupo Mateus dá a largada para as inaugurações de 2022: duas em 48 horas

De Administrador SH 12 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

São dois formatos de loja no Maranhão que respondem por aproximadamente 500 postos de trabalho 

O Grupo Mateus, considerado o maior varejista do Nordeste e a quarta maior empresa de varejo alimentar do Brasil, segue avançando com novas inaugurações. A primeira loja será aberta nesta quinta-feira no município de Urbano Santos. E sexta-feira, 14, a população de Timon, na divisa com o Piauí receberá o novo atacarejo do grupo.

O grupo encerrou o ano de 2021 com o total de 44 inaugurações e já nos primeiros dias do ano de 2022 realiza a inauguração de mais duas lojas no interior do Maranhão.

A mais nova unidade da loja Camiño de Urbano Santos conta com uma área construída equivalente a 4.900m², contando com 68 vagas de estacionamento, sendo 36 cobertas, 10 vagas preferenciais e 80 vagas para motocicletas.

Em Urbano Santos, o Grupo Mateus chega mais uma vez com a proposta de levar serviços e produtos de qualidade e com preços acessíveis, além da geração de novos empregos e renda para colaboradores locais.

No município, 103 funcionários foram contratados.

Já na cidade de Timon o Grupo Mateus conta com área construída de 15.642 m², sendo dividida em 262 vagas no estacionamento, tendo 105 em área coberta, 27 vagas para o público preferencial e 143 vagas para motos. Além de contar com 4 vagas para van baú de pequeno porte.

O Mix Atacarejo tem em seu quadro fixo 341 colaboradores.

Com as duas inaugurações em menos de uma semana, 444 famílias estão sendo beneficiadas pela geração de emprego nas cidades.

“O ritmo de inaugurações este ano será ainda mais intenso. Ainda no primeiro trimestre, chegaremos em Pernambuco e na Bahia. Estamos trabalhando intensamente para concretizar os projetos assumidos junto aos investidores”, conta Ilson Mateus, presidente do Grupo Mateus.

O Grupo Mateus

Em 2021, o Grupo completou 35 anos, sendo dono de uma história de sucesso que iniciou com o trabalho incansável de um engraxate, ex-torneiro mecânico, garimpeiro e vendedor de cachaça nascido em Imperatriz, interior do Maranhão. Foi em 1986, que Ilson Mateus abriu uma mercearia com apenas 50 m² na cidade de Balsas, no Maranhão.

Hoje conta com uma rede de 202 lojas físicas em operação, sendo 61 de varejo, 42 de atacarejo e 99 de eletro. Por estado, são 116 lojas no Maranhão, 71 no Pará, 13 no Piauí e 2 no Ceará. Atualmente, o Grupo é um dos maiores empregadores do segmento nos estados onde atua, somando mais de 40 mil colaboradores.

Fonte: Márcio Henrique, O Estado

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Varejo

Barbosa expande rede com entrega de lojas ainda no 1º semestre

De Administrador SH 12 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Sob novo conceito arquitetônico, companhia quer chegar a 45 supermercados até 2025 

O Barbosa Supermercados, rede que atua na capital, Grande São Paulo e interior com  lojas, anuncia a chegada de três novas unidades para o ano de 2022, etapa que impulsiona o plano de expansão da marca com a meta de chegar a 45 unidades até 2025.

A cidade de Embu das Artes foi a escolhida para abrigar o novo endereço que tem previsão de inauguração em março.

“Desde 2018, construímos 5 novas lojas e reinauguramos 10 lojas. Sabemos o quanto nossa estratégia de expansão impulsiona também a economia local. Além disso, somente este ano temos a previsão de gerar 900 novas oportunidades de trabalho. Só a unidade em Embu das Artes vai gerar 300 ofertas de empregos para o município”, afirma Nelson Barbosa, presidente da rede.

Em 2021, o Barbosa Supermercados estabilizou as estratégias de marketing e inteligência de mercado, alinhando as negociações comerciais com uma gestão especializada para oferecer a melhor experiência de consumo que atende as novas preferências dos compradores e dos fornecedores. “Acreditamos que a pandemia nos colocou diante do futuro. Por isso, nesta nova fase apostamos também nas vendas online em todas as regiões, trazendo a melhor experiência possível para os clientes que escolhem nossa rede”, complementa o presidente.

As unidades inauguradas seguem um novo conceito de arquitetura que destaca a história de cada região em que a loja está localizada, além de contar com ferramentas que garantem ainda mais conforto e comodidade aos clientes, como opção de compras on-line e drive-thru para a retirada de compras no carro, além do  serviço de Self-Checkouts, sistema de autoatendimento para quem deseja efetuar compras de menor volume de forma rápida e prática, onde o próprio consumidor é responsável por processar suas compras e efetuar o pagamento sem auxílio dos operadores de caixa.

A expectativa ainda para o primeiro semestre de 2022 é anunciar a chegada do Barbosa Supermercados também nas cidades de São Bernardo do Campo e São José dos Campos.

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Varejo

Conheça detalhes do público que turbinou o consumo de cerveja

De Administrador SH 12 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Estudo da Kantar aponta que a alta na procura é reflexo direto da flexibilização no 2ºano da pandemia

O número de consumidores da cerveja teve alta de 27% no terceiro trimestre de 2021, o maior registrado desde 2019.  E o perfil de consumidor que mais contribuiu para o aumento é o composto por mulheres de 40 a 49 anos e pertencentes às classes A e B, segundo a mais recente edição do levantamento Consumer Insights, feito pela Kantar para analisar tendências de consumo no Brasil

Ainda de acordo com os analistas responsáveis pelo trabalho, a alta de consumo é consequência direta da flexibilização das regras de distanciamento da covid-19 e da reabertura gradual do comércio.

Em locais públicos, a penetração de mulheres passou de 14,5% para 21,2% – um crescimento de 6,7 pontos nos últimos 12 meses, terminados em setembro de 2021, contra o mesmo período do ano anterior. Nas casas de amigos e familiares, por sua vez, o consumo cresceu 4 pontos de penetração, atingindo 18,3%.

Happy hours e fins de semana

O estudo destaca ainda que a preferência por cerveja cresceu, principalmente, em momentos de happy hours e aos fins de semana. Neste contexto, o aumento foi de 10 pontos de penetração, chegando a 45%.

Por outro lado, os homens que fazem parte das mesmas faixas etárias e classes sociais foram responsáveis pela queda na frequência, na casa de 42%.

Fonte: Mercado e Consumo

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Varejo

Valor da carne vegetal vai ficar mais acessível, diz CEO da Fazenda do Futuro

De Administrador SH 12 de janeiro de 2022
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Startup de plant based aposta que categoria irá crescer também pela alta no preço da carne animal 

A Fazenda Futuro, startup brasileira de alimentos a base de plantas (ou plant based), começou 2022 com um desejo ambicioso: tornar-se uma das maiores empresas do setor nos EUA. Para isso, levantou, em novembro do ano passado, um investimento de R$ 300 milhões — valor que vai, em sua maior parte, alimentar o sonho americano. As prateleiras devem começar a ser abastecidas em abril.

Com produtos como carne moída, linguiça, hambúrguer e atum, Marcos Leta, fundador e presidente da Fazenda Futuro, tem como desafio enfrentar rótulos consolidados no país, como Beyond Meat e Impossible Foods,  que no fim de 2021 recebeu um aporte recorde de US$ 500 milhões e se prepara para abrir capital ainda neste ano. Em entrevista ao Estadão, Leta contou sobre a expectativa de lançar a startup em um país novo, ao mesmo tempo em que gerencia o crescimento na Europa e no Brasil — são 28 países, no total. Confira os principais momentos da entrevista.

O que muda na empresa com o aporte de R$ 300 milhões?

As nossas rodadas de investimento sempre têm um objetivo. Na Série A, a meta foi aumentar o espaço da fábrica e capacidade produtiva. A Série B foi, principalmente, destinada a continuar o crescimento fabril e focar na operação na Europa. A Série C vai ser para fazer continuar fazendo investimentos no crescimento no mercado europeu e, a maior parte desse capital, para começar o trabalho nos EUA.

Qual é a estratégia da Fazenda Futuro para expandir nos EUA?

São alguns pontos em que a gente cria uma vantagem competitiva em relação a marcas americanas, como a Impossible Foods e a Beyond Meat. Um grande desafio dessa categoria é o preço. Chega uma hora em que, se você não diminui o preço, você chega em um limite de crescimento. Vamos ser entre 15% e 20% mais baratos que a Beyond Meat nos EUA. Um outro ponto é que, de alguma forma, essas empresas ainda não conseguiram aumentar o portfólio maior. A gente consegue oferecer mais produtos para o varejista. Isso faz diferença, porque ele quer que uma só empresa consiga oferecer um portfólio amplo para a compra.

Vocês chegam nos EUA com a proposta de preços mais competitivos, mesmo com a fábrica localizada no Brasil. Como vão gerenciar a logística de importação sem impactar no preço?

O custo de produção no Brasil, de fato, é mais barato do que o custo de produção nos EUA. Ainda, como você está exportando a produção, você acaba não incluindo alguns impostos internos, isso facilita a conseguir preços mais competitivos e fazer frente com marcas americanas.

Essa logística ainda é um desafio?

Hoje, os produtos que têm volumes maiores, como hambúrguer, por exemplo, a gente produz no Brasil. Como o País é um dos maiores exportadores de carne animal do mundo, já existe uma logística para produtos congelados muito bem organizada. No final do dia, a gente usa esse mesmo sistema (de carne animal) para chegar a diversos países do mundo. O nosso maior desafio sempre é em como avançar em tecnologia e reduzir o custo para aumentar consumo. Existem alguns locais em que a gente manda o produto e empacota no país, porque fica mais barato, mas cerca de 90% da produção sai do Brasil.

Qual é a estratégia da startup para se diferenciar em um mercado que está atraindo diversas marcas para o setor?

O consumidor decide se o produto é gostoso ou não, se é mais próximo da carne ou não. Se o principal foco do frigorífico não é o plant-based, mas é continuar matando e vendendo animal, não existe um foco tão grande em desenvolvimento de tecnologia para estar nesse mercado. A gente vive 100% do plant-based, então existe um foco muito grande de capacidade intelectual muito maior que outras marcas ou frigoríficos.

E como se diferenciam em tecnologia?

A gente tem fábrica própria, o que facilita muito. Então a gente não terceiriza a produção e consegue desenvolver os processos industriais. A gente não acredita que uma só tecnologia consiga desenvolver o produto. Inteligência artificial é uma parte do processo, mas é uma parte pequena. Ela não dá a fórmula precisa. Com múltiplas tecnologias, é possível ter um processo industrial mais único, onde você consegue dar características mais reais e mais próximas da carne. Existem vários tipos de tecnologia: língua artificial que mede textura, testes de extratos naturais para medir o nível de proximidade do sangue do boi, por exemplo.

O que falta para colocar a carne vegetal na mesa do brasileiro?

Só o tempo vai construir essa categoria, como aconteceu em outros países que, hoje, têm o mercado mais maduro. Isso inclui ter o desenvolvimento de bons produtos, não deixar que outras empresas “estraguem” esse mercado com produtos ruins, e dar tempo para o consumidor experimentar e conhecer. O principal é entender que você não está em uma corrida de 5 km, você está em uma maratona de 100 km para construir essa categoria no Brasil.

Isso passa por reduzir os preços dos produtos vegetais em relação aos produtos de origem animal?

A cada fórmula nova que você desenvolve, dentro das variáveis, é importante diminuir o custo para poder passar isso para o consumidor. O segundo ponto é a escala. A categoria ainda é muito pequena. À medida que vai ganhando escala, crescendo em outros países, você consegue ter eficiências fabris maiores e consegue passar essa eficiência para o consumidor, mas isso leva tempo. Não acontece em dois, três anos de operação. Um outro ponto é que a carne animal vai aumentar de custo ao longo do tempo, então os incentivos para a carne animal vão acabar. Carne é uma categoria que precisa ser revista e, basicamente, os preços das duas categorias (carne animal e vegetal) vão ficar cada vez mais próximos.

Quais os planos para 2022?

Em termos de captação, nosso caixa dura os próximos dois anos e meio, então a gente não pretende ter nenhuma captação em vista. Nosso plano vai continuar sendo criar a categoria no Brasil, consolidar mais a marca na Europa, principalmente na Inglaterra, e começar realmente a operação nos Estados Unidos. Nossa fábrica sustenta o nosso crescimento, então nenhuma expansão vai ser necessária nesse sentido.

Fonte: Bruna Arimathea, Estadão

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Tendências

Supermercadistas americanos vão ampliar oferta de pratos prontos

De Administrador SH 12 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Confira as demais tendências para 2022 desta pesquisa junto ao varejistas de alimentos 

Trata-se da segunda pesquisa anual de expectativas do varejista do Supermarket News , cobrindo tópicos como economia, projeções de vendas, contagem e contratação de lojas e , é claro, o impacto contínuo do COVID-19 à medida que nos aproximamos da marca de dois anos desde que a pandemia atingiu os Estados Unidos. 

Dos varejistas pesquisados, 41% operam de 1 a 10 lojas, enquanto 38% representam redes com mais de 100 lojas. Outra faixa de 18% no meio de 11-100 lojas.

Em 2022, os varejistas planejam intensificar suas atividades nas lojas, como expandir novas ofertas (56%), melhorar a eficiência da cadeia de suprimentos (54%) e aumentar as promoções nas lojas (46%).

• Muitos varejistas estão renovando seu foco no serviço de alimentação, com 48% dos entrevistados planejando aumentar sua oferta de alimentos preparados em 2022 e 45% planejando alterar ou alterar sua oferta de alimentos preparados (ou seja, mais para viagem, pré-embalados etc.). ).

• Quando perguntado: “Com quais categorias você espera ter mais sucesso em 2022?”, 60% dos entrevistados citaram produtos frescos, seguidos por foodservice com 56%, carne fresca (40%), alimentos congelados (35%) e mercearia do centro (32%).

• No geral, os problemas da cadeia de suprimentos foram vistos como o maior desafio enfrentado pelos varejistas em 2022 em 40%, com mão de obra seguindo de perto em 38%.

Fonte: Michael Browne, SN

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Varejo

Supermercados BH fecham 2021 com resultado recorde

De Administrador SH 11 de janeiro de 2022
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Criada há 25 anos, a rede que conta hoje com mais de 250 lojas entre supermercados e atacarejos, prevê um arrojado crescimento no Triângulo Mineiro

Há 25 anos no mercado, o Supermercados BH, fundado por Pedro Lourenço, abriu a 253ª loja, no Vale do Sereno, em Nova Lima, voltada ao mercado de luxo da região. Com 25 mil colaboradores, o empresário mineiro também comemora o crescimento histórico da rede mineira, a sétima maior do país, de R$ 11 bilhões em 2021. Entre pedidos de fotos de funcionários que admiram o dono e um olhar atento às gondolas, Pedro deu a seguinte entrevista à coluna Minas S/A:

Há 25 anos no mercado, o Supermercados BH abre a 253ª loja, desta vez no Vale do Sereno, em Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte, do segmento premium, de mercado de luxo. Tem alguma modificação na rede ou continua o mesmo mix de produtos?

Aqui é diferente pelo mix da loja. Em relação às outras, tem um mix bem maior, com variedade muito grande para atender a região do Vale do Sereno, em Nova Lima, e do bairro Belvedere (Belo Horizonte). Então chegamos com o conceito do Supermercados BH que é o mesmo em todo lugar – de preço baixo e de qualidade. Aqui você vai encontrar produtos que em outras lojas não tem. 

Como você avalia a rede, criada por você, para os próximos anos?

Nós diversificamos bastante. Criamos, há dois anos, o atacarejo do Supermercados BH. Hoje já temos dez lojas (com previsão de inauguração de mais duas), vamos para 12 atacarejos. Nós fazemos a loja conforme o público dela. 

Qual é o seu projeto para os próximos anos, qual é o número de lojas que você quer atingir com sua marca?

Eu queria ter uma loja, você até sabe disso e conhece bem a história (ex-vendedor de café e supervisor de atacado, Pedro começou o Supermercados BH depois que vendeu a caminhonete que tinha e abriu a primeira loja no bairro São Benedito, em Santa Luzia). Esse ano (2021) foi bem especial para mim e para todos nós, do Supermercados BH, porque nós fizemos 25 anos e fizemos 25 mil colaboradores, então é uma coincidência boa. E não temos um projeto de ter 500 lojas. A gente vai seguir crescendo. Não pode parar de crescer. Ano que vem tem muita loja para ficar pronta, devemos abrir dez lojas no ano que vem. As oportunidades vão aparecendo, e a gente vai crescendo. 

O Supermercados BH já é o sétimo maior do país, de acordo com ranking da Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Como estão seus planos para colocar a empresa mineira entre os cinco maiores do país?

Eu acho que não é fácil porque todo mundo cresce no nosso setor supermercadista. E ainda dividiram as bandeiras – o Extra com o Assai –, aumentou mais um na concorrência. Mas em 2021 é capaz de termos subido uma posição, acho que sim, porque estamos crescendo bastante. Mas já, já vamos chegar ao quinto lugar, se Deus quiser. Daqui a dois anos, a gente espera chegar ao quinto lugar no ranking da Abras. 

E no faturamento, qual é a cifra do Supermercados BH em 2021?

Deve ser o ano que nós mais vamos ter crescido, em 2021. Fechamos 2020 com R$ 8,9 bilhões, 2021 deve representar um crescimento de R$ 2 bilhões, com venda de R$ 11 bilhões. Então, é um crescimento de R$ 2 bilhões ao ano. É uma coisa que vai ficar registrada, vai ficar na história. 

Você tem planos de levar a marca do Supermercados BH a mais municípios?

Abrimos em Jaíba, no Norte de Minas, vamos abrir em Ponte Nova, estamos abrindo em Martinho Campos, Pouso Alegre. Temos um projeto para cinco lojas para o Triângulo Mineiro, para Uberlândia, em 2022, e a ideia é inaugurar umas três lojas, de uma vez. A gente vai para mais lojas em cidades do interior. 

Fora de Minas Gerais você tem planos de estar em outros Estados?

Não. Minas Gerais é muito grande, e, dos 853 municípios, estamos em cerca de cem municípios. Faltam muitas cidades. Então vamos trabalhando aqui mesmo em Minas, e é aquele ditado do mineiro: tem que fazer o dever de casa. Não adianta ir para outros Estados, temos que fazer primeiro o Estado da gente. Mas não tenho intenção de sair de Minas Gerais, não. 

Com a abertura de lojas, são mais pessoas contratadas?

Com certeza. A cada ano vai aumentando o número. Se abrir dez lojas, a média é de 1.500 a 2.000 funcionários. A média de contratação deve ser de 1.500 pessoas por ano. 

Quantas pessoas demandam numa loja como essa do Vale do Sereno?

Essa loja tem 2.000 m² de área livre de venda, é uma loja que vai funcionar de segunda a sábado até 21h30 e no domingo até 19h30, e ela tem 180 funcionários diretos.

Qual é a sua expectativa em relação a 2022, com eleição? Isso afeta o setor ou é muito mais a inflação que afeta os planos do consumidor de comprar?

O ano de 2022 não vai ser muito fácil devido à eleição, devido aos juros que estão muito altos, e isso tira a ponta do investimento quando precisa fazer financiamento aí e mais complicado para as pessoas. No nosso caso, estamos tranquilos, não devemos a banco e esperamos não ter que recorrer, mas quem tiver que recorrer a banco vai ter dificuldades, porque o juro está muito alto. 

Qual é o investimento para abrir cada loja do Supermercados BH?

Uma loja como essa (Vale do Sereno) o investimento para abrir é alto, só na construção gastamos R$ 25 milhões, são três pavimentos; mais montagem, então, uns R$ 30 milhões. 

Você esperava chegar a esse ponto ou não?

Vou voltar lá atrás. Eu tinha vontade de ter uma loja, aí veio a segunda, a terceira… então eu sou muito grato a tudo o que tenho, agradeço a Deus, à família, às pessoas, porque uma empresa é gerida por pessoas, e são as pessoas que fazem grande o Supermercados BH. 

Você tem algum santo para quem reza todos os dias para o negócio prosperar?

Acredito muito em Deus, sou muito católico, sou devoto de Nossa Senhora Aparecida, rezo todos os dias. 

Está com expectativa boa no futebol?

A gente tem que dar os parabéns para o Atlético que ganhou tudo em 2021. Eu, como bom cruzeirense, já tivemos essa alegria, mas tem que parabenizar o Atlético, que merece, e a torcida merece (neste momento, aproxima-se um cliente torcedor gritando “Galo!”). Tenho o maior respeito pelo Atlético, sou amigo das diretorias, do presidente, e merece ser respeitado por nós. E o Cruzeiro a gente espera que volte para a Primeira Divisão, para que fique bom para Minas Gerais.

Seus filhos já estão no negócio?

Tenho três filhos, e dois já trabalham comigo desde os 11 anos. Tem o João Pedro, que é o caçula, que vai fazer 19 anos e vai começar o ano que vem a fazer faculdade, e as famílias do Valtinho e do Valdir. São três famílias que estão trabalhando todos os dias. E esperamos continuar assim. 

Você cogita abrir capital na Bolsa de Valores?

Negativo. Vai continuar uma empresa familiar. Eu, na minha idade, comecei do zero, e abrir capital para arrumar patrão para mim, não dou ideia, não.

Para concorrer com os gigantes que têm capital aberto na Bolsa, não é um problema? Porque o pessoal abre capital para ter dinheiro novo, abrir mais lojas e ter capilaridade, não é?

Em toda a minha vida, eu me preocupo com o BH, eu não me preocupo com os gigantes. Então eles vêm e vão, e eu vou fazendo o meu trabalho, eu preocupo em fazer o nosso trabalho e procurar atender melhor a clientela da região com os produtos que eles querem. Eu me preocupo comigo, não me preocupo com a concorrência. Concorrência vai existir mesmo, faz parte. 

Fonte: Helenice Laguardia, O Tempo

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Varejo

Brasileiro vai manter o pagamento por aproximação no pós pandemia

De Administrador SH 11 de janeiro de 2022
Escrito por Administrador SH

Estudo do Instituto Locomotiva confirma que a tecnologia difundida com a pandemia, se perpetuará em todo o varejo   

O pagamento por aproximação ganhou força com a pandemia como uma alternativa para diminuir o contato na hora de realizar uma compra e evitar o contágio do coronavírus. A tecnologia, no entanto, caiu no gosto dos brasileiros e 63% dos trabalhadores continuam utilizando essa forma de pagamento.

Segundo uma pesquisa encomendada pela VR ao Instituto Locomotiva, 27% dos entrevistados passaram a usar o pagamento por aproximação após a pandemia e 25%, que já usavam, passaram a usar mais. Outros 11% continuam usando da mesma forma. O estudo foi realizado no segundo semestre de 2021 e ouviu trabalhadores da base VR de todo o Brasil.

O estudo apontou também que 9 em cada 10 trabalhadores pretendem continuar usando a modalidade depois do fim da pandemia.

Experiência mais fluida

“As tecnologias sem contato melhoram a vida das pessoas e empresas, pois economizam tempo, criam uma experiência mais fluida e até podem aumentar a segurança, como no contexto atual de pandemia. Vieram para ficar e já nos fazem refletir como vivíamos sem elas” conta Paulo Roberto Esteves Grigorovski, diretor-executivo de Marketing e Serviços ao Trabalhador da VR.

Em comparação a 2020, nota-se que aos poucos a forma de pagamento vem sendo incorporada à rotina dos trabalhadores. Foi registrado uma redução na proporção daqueles que não utilizam o pagamento por aproximação, de 45% a 37% entre 2020 e 2021.

Fonte: Mercado e Consumo

11 de janeiro de 2022 0 Comentários
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